Não se pode dar uma
resposta contundente e inquestionável de sim, ou não, mas, depende! Antes
de normas e preceitos legalistas é preciso entender a finalidade e propósito do Jejum e das
abstinências para o Cristão conforme a sagrada escritura, e não conforme o nosso achismo. Na Bíblia o jejum não
aparece como um mandamento, mas é assumido como prática normal do cristão.
Deve ser voltado para Deus e não para o reconhecimento de prática religiosa
perante os outros.
Durante o período pascal pode-se fazer jejuns e penitências? É recomendável?
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 18 de abril de 2021 | 09:43
Moralista, eu? Reflexão sobre ética, fé e comportamento cristão nos tempos atuais
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 16 de abril de 2021 | 21:41
Moralista eu?
Por *Francisco Barros
Pelos meus posicionamnetos firmes e sempre procurando corresponder à aquilo que ensina corretamente a nossa santa mãe igreja, frequentemente sou acusado de ser "moralista" por pessoas que sequer me conhecem ou que jamais procuraram compreender aquilo que realmente defendo.
Mas, afinal, o que significa ser moralista? A própria Igreja Católica possui grandes mestres da teologia moral — como Santo Agostinho, Santo Afonso de Ligório e São Tomás de Aquino — diante dos quais não chego sequer à sola de seus calçados. Ainda assim, em tempos de tanta confusão, torna-se necessário refletir sobre o verdadeiro significado da moral e sobre o uso distorcido que se faz desse termo.
Segundo a Filosofia, moralismo é a doutrina que afirma ser a moral um valor universal e necessário para orientar a percepção da realidade e a conduta humana. A moral, portanto, não é uma invenção arbitrária, mas uma dimensão constitutiva da vida em sociedade. Nenhuma comunidade humana sobrevive sem princípios que distingam o bem do mal, a justiça da injustiça, a virtude do vício.
Entretanto, vivemos em uma época paradoxal, na qual muitas virtudes passaram a ser tratadas como defeitos, enquanto diversos vícios são apresentados como sinais de progresso, liberdade ou autenticidade. Em um mundo construído sobre a ideia de que tudo pode ser negociado, relativizado ou adaptado aos desejos individuais, a própria moral acabou sendo transformada em mercadoria. O que antes era considerado verdade objetiva passou, para muitos, a depender apenas das conveniências, das emoções ou das tendências culturais do momento.
Por isso, é importante distinguir entre a existência natural da moral — presente em toda sociedade humana — e o uso legítimo da verdadeira moral, fundada na razão, na lei natural e, para os cristãos, iluminada pela Revelação divina. Defender princípios morais objetivos não significa ser um fariseu, nem acreditar-se superior aos demais. Significa reconhecer que existem verdades e valores que não foram criados por nós e que, justamente por isso, não podem ser modificados conforme os interesses ou paixões de cada época.
Como a Igreja combateu as pestes e epidemias no passado? Que lições podemos tirar?
Written By Beraká - o blog da família on sábado, 10 de abril de 2021 | 14:24
Já não sabemos mais morrer!
“A verdadeira grande epidemia
atual é o nosso medo selvagem e desesperado. Durante a peste de 1630, se sabia que a morte não é o fim de tudo.
Hoje, ao contrário, se usam tons pastel nos funerais, porque preto e roxo
causam terror. Estive há pouco tempo na Índia e alguns médicos locais
confirmaram que Madre Teresa estava certa: a diferença entre um oriental e um
ocidental é a atitude em relação à morte. Nós, ocidentais, somos terrorizados
pela morte, não sabemos mais morrer.”(Giacomo Galeazzi, jornalista e escritor italiano – Entrevista ao
Unisinos)
Exercitando a "virtude da paciência" entre os cônjuges
Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 6 de abril de 2021 | 19:55
Você já perdeu a paciência alguma vez? Tem gente que perde a paciência todo dia, ou até toda hora. Vive à flor da pele e por qualquer coisa, explode. São pessoas de pavio curto, outras nem pavio tem. Já outros, não são assim, mas sofrem também no dia a dia com a impaciência dos outros. Paciência no relacionamento significa aceitar que o outro é imperfeito, como você também é. Naturalmente, queremos exigir que o outro seja tão bom quanto as nossas exigências, sejam pontuais, mesmo que não sejamos, sejam organizados e tenham as respostas certas e prontas para tudo. Essa exigência cria conflitos que despertam nossa ira, principalmente quando o outro não atende a nossa expectativa. Quando nos relacionamos com outra pessoa, passamos a dividir a rotina, os sonhos e também os problemas e desafios diários. Levamos para a relação nossa carga emocional, temperamento e educação, e temos que combinar isto com o que também, nosso cônjuge trás, não tem como evitar isto. Uma relação amorosa não envolve apenas situações prazerosas: é preciso administrar os altos e baixos de maneira coerente, e o ponto chave é desenvolver a paciência e o autocontrole. É preciso ter em mente que, algumas vezes, os desacordos estarão presentes e isso é completamente normal na rotina de um casal. Afinal, são duas pessoas com princípios diferentes, desejos, valores, bagagens e histórias de vida também distintos. Muitas vezes nos tornamos especialistas em irritar e tirar a paciência do cônjuge ao invés de cultivar essa virtude. A boa notícia é que a paciência no relacionamento é uma virtude, portanto, quanto mais exercitada, mais ela pode ser desenvolvida e aprimorada.
Minha família não é perfeita, e daí?
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 4 de abril de 2021 | 23:26
“Desculpem o transtorno! Estamos em obras”
A primeira coisa que
precisamos notar é que em casa ninguém é igual, e estamos em níveis de
maturidade diferentes. Os pais têm mais experiência, mas entre eles
há diferenças. Os filhos estão crescendo, sendo construídos em todos os sentidos:
no físico, psicológico e espiritual. Aqui entra em ação o material para
construir cada um, que se chama respeito e paciência com o processo do outro.
Por isso, para construir a família conforme a vontade de Deus, é preciso um ambiente propício para
as mudanças, para o crescimento e até para as crises! Procurar defeitos nos
outros e em nossas famílias de uma coisa pode ter certeza, vamos encontrar e
muitos! Eu preciso sentir o desejo de voltar para casa, ela precisa ser o meu
refúgio, meu oásis no meio do deserto. Minha casa e minha família precisam ser
meu porto seguro! Lugar onde não importa a minha condição: eu sei que sou amado
e encontrarei a porta sempre aberta.
Conversa entre um russo e uma brasileira sobre "DITADURAS"
Written By Beraká - o blog da família on sábado, 3 de abril de 2021 | 13:16
O ensinamento do Papa Francisco sobre as armas, legítima defesa e pena de morte?
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 2 de abril de 2021 | 11:25
Todo papa é filho de seu tempo e recebe suas influências. Quer queiramos ou não, tendemos a romantizar ou demonizar os papas conforme nossos critérios e convicções. O papa e seus assessores não são exceções a regra. Lideranças próximas ao papa carregada de valores tradicionais ou progressistas não deixam de exercer influência sobre um pontificado, isto é inevitável, e comprovado ao longo de toda história da Igreja. Um simples pescador da Galileia que resolveu seguir um desconhecido (Jesus) que se dizia o messias. Foi assim que São Pedro iniciou a sua vida no cristianismo e, após a morte de Cristo, passou a ser o primeiro chefe da Igreja Católica. Segundo a Bíblia, Jesus disse à Simão: "Tu és Kepa (traduzindo, "pedra", ou Pedro) e sobre essa pedra edificarei minha igreja". Depois da morte do messias, Pedro teria saído em pregação por vários países, como a atual Grécia e Turquia, até chegar em Roma, onde fundou a primeira comunidade cristã da cidade. Pode-se dizer que foi um papa muito importante da história não só por ter sido o primeiro, mas porque, com base em seus deslizes (como ter negado Cristo três vezes no dia de sua morte, e questionar a missão divina de Jesus), outros líderes religiosos que vieram séculos depois questionaram o seu título de porta-voz de Deus, apesar da evidência bíblica em Mateus 16,18 - e com a reforma protestante, todos que vieram em seguida. O Papa Francisco é formado em filosofia e doutor em teologia, foi ordenado sacerdote aos 30 anos de idade, e ascendendo rápido dentro da Igreja. Enquanto arcebispo em Buenos Aires, ficou conhecido por posicionamentos conservadores, como a oposição ao casamento homoafetivo e uso de métodos contraceptivos. Foi acusado pelos progressistas em 2005 de envolvimento e negligência durante a ditadura militar argentina, negando, no entanto, qualquer das acusações. Após ser eleito papa em 2013, Francisco começa a desenhar uma trajetória que promete entrar para a história como uma das mais importantes da Igreja por ser extremamente popular, devoto de São Francisco de Assis (e, assim, adepto de costumes simples e humildes).Sempre antenado aos acontecimentos do mundo e atuando com um espírito mais harmonioso e aberto ao diálogo, o papa Francisco têm se destacado como um pontífice com grande potencial discursivo, inteligência diplomática e carisma cativante.
Emmir Nogueira: "Meu Jesus que chora e ri, mistério de cruz e ressurreição"
Entre as muitas imagens que a tradição cristã nos apresenta de Jesus, talvez nenhuma seja tão provocativa e, ao mesmo tempo, tão profundamente teológica quanto a figura do Cristo que ri. Estamos mais acostumados a contemplar o Cristo sofredor do Calvário, o Homem das dores anunciado pelo profeta Isaías (Is 53), do que o Cristo da alegria pascal. No entanto, a fé cristã não se sustenta apenas na cruz, mas na unidade inseparável entre cruz e ressurreição, sofrimento e vitória, lágrimas e alegria eterna.
O texto de Emmir Nogueira nos conduz exatamente a essa contemplação: o mistério de um Jesus que chora e ri. Não se trata de uma contradição, mas da expressão mais perfeita do mistério da Encarnação. Em Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, encontramos a plenitude da experiência humana redimida: Ele chorou como homem, sofreu como homem, morreu como homem, mas também ressuscitou glorioso, venceu a morte e inaugurou a alegria que não passa.
A espiritualidade cristã, especialmente à luz da Páscoa, nos convida a não separar o Cristo crucificado do Cristo ressuscitado. O mesmo rosto desfigurado pela dor é o rosto glorificado pela vitória. O mesmo que chorou diante do túmulo de Lázaro é aquele que proclamou sua vitória sobre a morte. O mesmo que suou sangue no Getsêmani é aquele que apareceu aos discípulos dizendo: “A paz esteja convosco” (Jo 20,19).
Por isso, a imagem do “Jesus que ri” não deve ser vista como algo superficial ou meramente sentimental, mas como uma profunda catequese visual sobre a vitória pascal. O riso de Cristo é o riso daquele que venceu o pecado, derrotou a morte e restaurou a esperança da humanidade. É o riso daquele que transformou o instrumento de tortura em trono de glória.
Essa visão também nos recorda uma verdade essencial: o cristianismo não é a religião do sofrimento pelo sofrimento, mas da redenção do sofrimento. Cristo não veio eliminar toda dor desta vida, mas dar-lhe sentido. Como ensina São Paulo:
"Se com Ele sofremos, com Ele também seremos glorificados" (Rm 8,17).
Assim, o Cristo que ri é o Cristo que venceu. É o Cristo que passou pela cruz e agora vive. É o Cristo que nos ensina que a última palavra não pertence à dor, mas à vida; não pertence à morte, mas à ressurreição; não pertence ao desespero, mas à esperança.
General Braga Neto: "A Contra Revolução Comunista de 31 de março deve ser compreendida e celebrada!"
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 1 de abril de 2021 | 08:28
O problema da esquerda e de alguns historiadores brasileiros é que apresentam a narrativa histórica de apenas um lado da moeda, mesmo sabendo que toda moeda tem três lados! Em um dos primeiros atos como novo ministro da Defesa, o general Walter Braga Netto publicou a "Ordem do Dia Alusiva ao 31 de março de 1964", em referência à data da Contra Revolução Comunista no País, que completou 57 anos neste ano de 2021. No texto, disponível no portal da pasta, Braga Netto cita que os eventos daquele dia, "assim como todo acontecimento histórico, só podem ser compreendidos a partir do contexto da época" e sustenta que o "movimento de 1964 é parte da trajetória histórica do Brasil". Segundo o ministro, "assim devem ser compreendidos e celebrados os acontecimentos daquele 31 de março". Veja na íntegra a ordem do dia:
As motivações “político sociais” como causas segundas na morte sacrificial de Jesus no Plano de Salvação
Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 29 de março de 2021 | 19:07
Nestes novos tempos em que cada um tem a sua verdade, onde os seminários ensinam de tudo, menos a verdade que realmente liberta, se tornou muito comum ouvirmos dos adeptos de certas linhas progressistas (tais como o biblista italiano Alberto Maggi, frade da Ordem dos Servos de Maria e seus adeptos), de que Jesus morreu porque confrontou o Templo, um sistema de dominação e exploração dos pobres. Diante deste cabedal já não mais Teológico, mas achológico, onde cada um se julga o dono exclusivo da verdade, somos obrigados a ver argumentações completamente "nonsense" que além de negarem os motivos proféticos da morte de Jesus por motivação religiosa, vão além com a seguinte argumentação imanente e reducionista (os grifos e destaques são nossos porém, as baboseiras achológicas estão no link logo após as afirmações espúrias abaixo):
Dom Mariano Manzana: #Jesus morreu por motivação religiosa e não política!
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 28 de março de 2021 | 14:00
“Novamente os judeus pegaram pedras para apedrejá-lo, mas Jesus lhes disse: Eu mostrei muitas boas obras da parte do Pai. Por qual delas vocês querem me apedrejar? Responderam os judeus: Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque você é um simples homem e se apresenta como Deus...” (João 10,31-33)
São Josemaría Escrivá: a verdade e a #santa discrição
São Josemaría Escrivá de Balaguer (Barbastro, Aragão, 9 de janeiro de
1902 — Roma, 26 de junho de 1975), 3.º Marquês de Peralta, foi um sacerdote
católico espanhol e fundador do Opus Dei, uma Prelazia Pessoal da Igreja
Católica. Foi canonizado em 2002 por São João Paulo II. A 2 de Outubro de 1928, então
festa dos Santos Anjos da Guarda, durante uns dias de retiro espiritual em
Madrid, na Casa Central dos Lazaristas, na rua Garcia de Paredes, vê o Opus Dei, que pode ser definido como um
caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres
ordinários do cristão, e, a partir deste momento, dedica grande parte da sua
atividade a promover esta procura cristã de identificação com Jesus Cristo,
preferencialmente trilhado no mundo, na vida quotidiana, através do exercício
do trabalho profissional e do cumprimento dos deveres pessoais para com Deus, a
família e a sociedade, por cada indivíduo, atuando assim como um
fermento de valores humanos e cristãos em cada ambiente onde estiver inserido.
Se, até então, a prática corrente era a de que "se queres ser santo, entra para um
mosteiro ou convento", Escrivá veio relembrar que a Igreja ensinava que
todos os cristãos tinham a obrigação de lutar por serem santos e que o chamamento
à santidade é para todos sem distinção: leigos e religiosos. Com
efeito, em carta de 6-V-1945, escrevia: Concebia-se
o apostolado como uma ação diferente - distinta - das ações normais da vida
corrente: métodos, organizações, propagandas, que se incrustavam nas obrigações
familiares e profissionais do cristão - às vezes, impedindo-o de as cumprir com
perfeição - e que constituíam um mundo à parte, sem se fundirem nem se
entretecerem com o resto da sua existência. Monsenhor
Escrivá de Balaguer é considerado por muitos como um precursor do Concílio
Vaticano II, que teria início mais de trinta anos depois, ao atribuir um papel
preponderante ao cristão leigo comum no trabalho de evangelização da sociedade
através da sua vida profissional ordinária. Durante o período
imediato do pós-guerra na Espanha, crescem as incompreensões por parte daqueles que não entendem
o "chamamento universal à santidade" pregado pelo Fundador do Opus
Dei. Por essa razão, o Opus Dei e o fundador foram várias vezes
vítimas de calúnias por parte de pessoas que não compreendiam o espírito da
organização, bastante progressista para o seu tempo. Efetivamente, enquanto
apresentava os moldes essenciais do Opus Dei na Cúria Romana, um Cardeal
disse-lhe que "tinha chegado com um século de antecedência". A
partir de 14 de fevereiro de 1930, esse apostolado foi estendido às mulheres. Em 1933 é aberto o
primeiro centro do Opus Dei, a Academia DYA, destinada principalmente a
estudantes de Direito e Arquitetura. A Academia transforma-se numa residência
universitária onde S. Josemaría e os primeiros membros vão difundir a mensagem
do Opus Dei entre os jovens; simultaneamente realizam catequese e atendimento
aos pobres e doentes dos bairros periféricos de Madrid, de tudo é mantido
informado o bispo de Madrid-Alcalá D. Leopoldo Eijo y Garay que dá a sua
aprovação. Nesta época publica Considerações espirituais, precursor do livro
Caminho.Desde de 1931 vinha assistindo
aos retiros da "Congregação de São Filipe Neri de leigos servos dos
doentes do Santo Hospital Geral de Madrid" e, no domingo anterior ao dia 5
de abril de 1932, fez a profissão na Congregação que foi ratificada em 10 de
junho de 1934, também conhecida como dos Filipenses e que se ocupava de atender
aos doentes do Hospital Geral de Madrid (hoje Centro cultural Rainha Sofia).
A finalidade da Congregação era a prática da caridade com os doentes,
"contemplando em cada um a imagem viva de Cristo, pela reflexão de que Sua
Majestade diz que recebe em Si mesmo quanto se faz por eles, e oferece não
menor prêmio do que o da sua eterna glória".
Filósofo Jorge Maranhão (UFRJ): A pobreza de nosso jornalismo “progressista”
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 25 de março de 2021 | 19:34
Não se vê a arrogante tentativa de doutrinação das estrelas do jornalismo profissional, mas a crua expressão de opiniões antagônicas dos cidadãos. Antigamente os jornais eram de papel. Tinham ao menos uma serventia “secundária” (se é que entendem), ou até mesma prioritária para os cadernos que não nos interessavam, de se usar para embrulho de compras e para a exímia arte de empacotar ou forrar as caixas de objetos frágeis. Serviam também para limpar as sujeiras da vida, forrar o piso para os respingos das pinturas, aquecer o interior dos sapatos, como mochas de acender lareiras, ou para isolar frestas de janelas, calçar mesas ou revestir gavetas. Hoje, nem para isso servem pois são apenas fatos do mundo digital. Malcheirosos lero-leros ou blá-blá-blá! Lixo discurseiro de ativistas disfarçados de jornalistas contorcionistas da realidade. Deixam apenas o mau cheiro da mentira na tentativa malograda de enganar as mentes dos leitores.O que, afinal de contas não deixa de ser embrulhar! Não como empacotar que para algo sempre servia, mas como ludibriar que apenas retarda a hora da verdade! Neste mês dois amigos socialdemocratas, daqueles que se acham centrados entre as extremas esquerda e direita, me enviaram dois editoriais de dois jornalistas baixando a lenha no presidente da república.Um deles, Pedro Dória, que também ocupa cargos nos maiores jornais do país, com mais veemência, grava comentários diários para seu canal nas redes sociais pregando o impeachment do presidente. Veja aqui.E outro, João Moreira Salles, mais suave, através de editoriais de sua revista mensal Piauí, também fazendo a sua parte para desconstruir a imagem pública do presidente. No entanto, o Instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.390 pessoas para definir quem tem mais credibilidade entre Bolsonaro e o mais influente jornalista brasileiro, William Bonner, o principal âncora da poderosa Rede Globo, que comanda os ataques diários ao presidente e... deu Bolsonaro!
O chefe do Executivo tem a confiança de 37,9% contra
32,6% do editor-chefe do Jornal Nacional
Esta é a esquizofrenia que vivemos no fantástico mundo novo das fake news. O que não dá para entender é como os herdeiros de Dr. Roberto, deixam seus jornalistas destruírem a credibilidade do maior grupo de comunicação do país que seu pai levou a vida inteira para construir? Nas redes sociais é exatamente o contrário do que pensa o nosso Supremo Jeitinho aparelhado pelo esquerdismo. A credibilidade é instantânea pois vem da total diversidade de visões e o checking é imediato, pelo menos em mais de cem canais que acompanho – por que mais não dou conta - muitos dos quais com seguidores na casa dos milhões. Não se vê a arrogante tentativa de doutrinação das estrelas do jornalismo profissional, mas a crua expressão de opiniões antagônicas dos cidadãos, sem aquele ar enganador e arrogante de doutrinadores dos ideais humanistas, os donos da virtude moral e dos bons costumes. Pois bem: nossos jornalistas têm muito a perder em credibilidade diante da maioria dos cidadãos que elegeram o presidente quando este tem sido apenas fiel a seus eleitores. E não apenas jornalistas, mas todos os segmentos sociais que, organizados em corporações sindicais e guildas, compõem o establishment que parasita e mama nas tetas do estado tomado pelos esquerdistas nas últimas décadas.
Dando os nomes aos bois!
Empresários corruptos, bancadas parlamentares assaltantes do tesouro aliadas aos partidos esquerdistas minoritários, membros das altas cortes de justiça indicados por políticos corruptos, alta burocracia estatal com suas acintosas privilegiaturas, ongueiros globalistas, ambientalistas e ativistas de direitos “dos manos”, intelectuais esquerdistas aboletados em cátedras universitárias, banqueiros oligopolistas rentistas parasitas da dívida pública, ativistas do abortismo, da destruição da família, da ideologia de gênero e artistas do showbiz viciados em incentivos fiscais, todos ecoados pelos jornalistas militantes do esquerdismo, todos unidos para achincalhar diuturnamente o presidente democraticamente eleito por mais da metade do eleitorado brasileiro em 2018 (57 milhões de votos válidos).Mas nenhum desses grupos sequer reconhece os dois compromissos fundamentais da política do presidente, enaltecidos pelos segmentos de seus apoiadores, a maioria conservadora da população brasileira, religiosa e trabalhadora, de ruralistas a pequenos agricultores, corporações militares e de segurança pública, ativistas anti-corrupção, além do que chamam com menosprezo de “a ala ideológica” que são na verdade milhões de jovens seguidores do pensador Olavo de Carvalho.Ninguém mais rouba há quase dois anos no plano da administração federal e, apesar dos choques da pandemia e da retração econômica, os escassos recursos públicos são direcionados prioritariamente justamente para beneficiar os mais vulneráveis. Mas para estes jornalistas enviesados, o que é essencial é encoberto pelo que é acessório: o presidente é grosso, pavio-curto, insensível, simpático às milícias e até mesmo genocida. O que se trata evidentemente de uma desonestidade intelectual e moral a toda prova: trocar o essencial pelo acessório, como é próprio da resiliente cultura barroquista na qual estamos todos atolados há mais de três séculos. Estamos incapazes, enquanto elites formadoras de opinião, de manter um mínimo compromisso com a razoabilidade e o bom senso no debate público. Incapazes de inaugurar uma era de iluminismo, enfim, pelo coração encharcado de barroquismo.Quando estes sofismas das esquerdas veganas são velhos conhecidos: identificar a direita como extrema direita para se legitimar como centro e sempre entronizar a esquerda no poder, estratégia das tesouras entre esquerdistas socialdemocratas e socialistas desavergonhados, isolando como “extrema” direita a legítima e inaudita aliança entre conservadores e social-liberais no Brasil.Não podendo enfrentar com argumentos o discurso conservador de um Olavo de Carvalho, que começou a romper com a hegemonia esquerdista das elites nacionais exatamente aqui neste Diário de Comércio de São Paulo, na década de 90, se apegam às figuras retóricas mais gastas do esquerdismo barroquista de sempre: a hipérbole, a farsa, o ataque pessoal, a judicialização da política, a troca do todo pela parte, a generalização, o paradoxo da ironia e da inversão de papéis.Alguém duvida? Acessem os artigos e comentários citados acima dos dois jornalistas e tentem achar algo que não seja mero achincalhe à pessoa do presidente, numa clara demonstração de total desapreço à maioria dos cidadãos eleitores brasileiros.Depois enviem este artigo para algum desses veículos da grande e arrogante mídia profissional e vejam se sai alguma mísera nota a propósito. Pois para ela, simplesmente não existe a grande maioria dos cidadãos eleitores brasileiros e seu sagrado direito de ser conservadora.
Jorge Maranhão - Mestre em filosofia pela UFRJ, dirige o Instituto de Cultura de Cidadania A Voz do Cidadão e autor de "Destorcer o Brasil. De sua cultura de torções, contorções e distorções barroquistas".
Email: jorge@avozdocidadao.com.br
Fonte: Diário do Comércio
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As lições do "grito das ruas de 2013"
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 21 de março de 2021 | 11:11
O final do primeiro
semestre de 2013 foi marcante na história do Brasil! Ao mesmo tempo em que o país sediaria
a Copa das Confederações surgiram manifestações pleiteando mudanças na condução
da gestão pública. A mais notória irresignação ficou conhecida como o ”Grito dos 20
centavos”, no qual os manifestantes da cidade de São Paulo protestaram nas ruas
contra o reajuste das tarifas de ônibus. Nesse contexto surgiram
movimentos sociais em prol do passe livre, atuando pela redução tarifária com
mobilização pela internet sobrecarregando sites e, em alguns episódios, a
adoção da violência como luta. Após aquele evento, vários outros se propagaram
no Brasil. Esses protestos ocorreram pelas insatisfações em vários setores da
sociedade, tendo como foco reivindicações pela redução do preço do transporte
coletivo, educação de qualidade, enfim, uma Democracia verdadeira e
participativa. Os protestos em várias cidades brasileiras e no exterior
ocorreram também pela péssima qualidade dos serviços públicos, a corrupção
existente nos governos e os gastos com os grandes eventos esportivos. Os
manifestantes não acreditam na política atual, nem nos políticos, e não se
sentem representados no arcabouço político institucionalizado, detectando,
portanto, uma crise de representação social desses grupos e uma tensão de
legitimidade das instituições públicas.
Silvio Munhoz: Entenda Como a Vontade Popular Guia as Políticas Públicas
Written By Beraká - o blog da família on sábado, 20 de março de 2021 | 11:14
Procurador de Justiça Silvio Munhoz: Política pública é a vontade do povo que emana através dos seus eleitos
Ora, o povo reclama da falta de
atitude do presidente mas não tomam consciência de que numa democracia a vontade e poder
de mudanças emana do povo, portanto, somos nós os eleitores de forma conjunta e não isolada, que temos de primeiramente
tomar as atitudes para que ele possa executar a vontade da maioria. Levar
ao Presidente de forma isolada um pedido de usar a Lei de Defesa Nacional é jogar mais
um problema no colo do Presidente. Ataquem antes com os devidos fatos, os governadores,
prefeitos, e o ativismo Judicial principalmente do STF.
O Jornal da Noite, da TV Jornal da Cidade Online, do dia 18/03/2021, recebeu
a promotora de Justiça do Rio de Janeiro, Érika Figueiredo, e o procurador de
Justiça Silvio Munhoz, do Rio Grande do Sul. Profundos conhecedores do Direito
e da Constituição, eles comentarem sobre as consequências sociais do lockdown,
ativismo judicial e as últimas ações do presidente da República, Jair
Bolsonaro.
Sergio Mello defensor Público: O Brasil não precisa de um presidente polido! Basta integridade!
Ouvi certa vez uma pessoa dizer que o Brasil precisa de um presidente
polido. Ou seja, que meça bem as palavras, não seja grosseiro ou chucro, seja
bonzinho, romantizado, uma caricatura rousseauniana. Trocando isso em miúdos, a
parcela do povo que quer isso está querendo, na verdade, um presidente
politicamente correto.
Missa Tridentina e Missa pós Vaticano II tem a mesma validade? Existem diferenças que comprometam a essência da Missa?
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 18 de março de 2021 | 13:18
“A nossa forma de celebrar não é pelo Missal de Paulo VI, ou seja pela forma ordinária? Sei que há diferenças entre as duas formas de celebrar, mas não sei concretamente quais. As rubricas dessa “Forma Extraordinária” não aparecem na IGMR. Então porquê anunciar a celebração da Missa na forma extraordinária? Tanto faz ir a uma celebração tridentina como a uma do rito ordinário? Sei de pessoas, que frequentam semanas de formação litúrgica e catequética de âmbito nacional, e celebram a Eucaristia nos dois modos. Porquê? Gostaria também, que me dissesse algo sobre o Coro e os cânticos nas celebrações tridentinas”.
Olavo de Carvalho: "Críticas e desconstrução da utopia de Maquiavel"
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 12 de março de 2021 | 11:13
Nicolau Maquiavel (em italiano: Niccolò di Bernardo dei Machiavelli; Florença, 3 de maio de 1469 — Florença, 21 de junho de 1527) foi um filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política INESCRUPULOSA moderna, pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser. Desde as primeiras críticas, feitas postumamente pelo cardeal inglês Reginald Pole, cunhou-se um entendimento maquiavélico da obra de Maquiavel. Com o choque de realidade causado pelas suas ideias sobre a dinâmica do poder, seus textos geraram uma ameaça aos valores cristãos vigentes, principalmente devido às análises do poder político da igreja católica contidas em "O Príncipe". Já na literatura e teatro ingleses do século 17, foi associado diretamente ao Diabo por meio das referências caricaturais e do apelido "Old Nick". Surgiu, aí, na visão do pensamento enganoso e da trapaça, o adjetivo maquiavélico nas línguas ocidentais. Maquiavel viveu a juventude sob o esplendor político da República Florentina durante o governo de Lourenço de Médici. Entrou para a política aos 29 anos de idade no cargo de Secretário da Segunda Chancelaria. Nesse cargo, Maquiavel observou o comportamento de grandes nomes da época e a partir dessa experiência retirou alguns postulados para sua obra. Depois de servir em Florença durante catorze anos foi afastado e escreveu suas principais obras. Conseguiu também algumas missões de pequena importância, mas jamais voltou ao seu antigo posto como desejava. Como renascentista, Maquiavel utilizou-se de autores e conceitos da Antiguidade Clássica de maneira nova. Um dos principais autores foi Tito Lívio, além de outros lidos através de traduções latinas, e entre os conceitos apropriados por ele encontram-se o de virtù e o de fortuna.









