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Moralista eu?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 16 de abril de 2021 | 21:41

 


 

Significado de moralismo[Filosofia]: Doutrina que afirma ser a moral um valor universal e necessário para a percepção e balizamento da realidade. Em um mundo pelo avesso, no qual as virtudes são vistas como vícios e os vícios se apresentam como virtudes, nesse mundo construído a partir da crença de que tudo pode ser objeto de negociação, a moral também se transformou em uma mercadoria. Nesse sentido, devemos entender a diferença entre a moral que faz parte da vida humana em comunidades ou sociedades e o uso da moral. Há pelo menos dois tipos de moralismo: 


-De um lado, o que poderíamos chamar de “verdadeiro”, do indivíduo que pratica o que diz e pretende propor aos outros o que ele acredita e realmente faz. 


-E de outro, o falso, daquele que não pratica o que diz e impõe aos outros o que ele mesmo se recusa a fazer. 


Para poder seguir, devemos nos colocar a distinção entre moral e ética. Enquanto a moral é aquilo que se submete a um valor em um determinado contexto, ou seja, o conjunto dos hábitos, costumes e valores concretos de pessoas e grupos, a ética seria o questionamento de determinada moral, evidentemente a Cristã.

 

O que vemos paralelo a esta tentativa de sufocar a MORAL CRISTÃ, tentando justificar-se numa tal AUTONOMIA DO SUJEITO (depravada e promíscua, diga-se de passagem), a moral Cristã é cada vez mais despida de seus princípios e valores que são completamente deturpados. No Brasil, por exemplo, a questão da corrupção foi moralmente manipulada, tendo sempre em vista uma perspectiva "amoral" (a corrupção não é amoral). De um ponto de vista moral, é um dever ser contra qualquer forma de corrupção. No entanto, aqueles que, sendo corruptos fazem discursos contra a corrupção, só podem fazê-lo com base em uma perspectiva moralista, justamente aquela que é usada pelos que não tem valores morais, mas sabem que a palavra “moral” tem valor em qualquer parte do mundo. O moralismo, nesse caso, serve como cortina de fumaça para desviar a atenção da verdade que está intimamente relacionada ao valor mais profundo da ética, que é o bem de todos e de cada um, o que só se consegue pela garantia dos direitos de todos e de cada um.



 


 

Em geral, moralistas e desconstrutores da moral tem alguma coisa oculta ou explicita que a maioria das pessoas consideraria imoral. Para justificar legalmente certas imoralidades, o comportamento do Judiciário nos últimos anos tem sido o de impor decisões monocráticas e de tentar invadir as competências de outros poderes, o que dá razão para o atual chefe de Estado argumentar contra as interferências arbitrárias no campo político que vem acontecendo desde os governos do PT e que atingem agora os planos do Messias; um fenômeno que o cientista político Christian Lynch chamou de “revolução judiciarista”.  Alguém pode afirmar que o STF é “democrático” porque tomou várias decisões no sentido de reconhecimento dos direitos individuais de populações marginalizadas como a LGBTQIA+ e derrubou várias legislações consideradas “absurdas” ou que o Congresso é “democrático” porque contém diversos setores político-ideológicos existentes no Brasil, dentre os quais a esquerda, alguns dos quais renovados. Sem dúvidas, não é possível desconsiderar essas artimanhas para agradar uma parcela da população. Contudo, isso não elimina uma questão crucial: a de que continuam sendo espaços onde a participação popular pouco se faz presente e nas quais grande parte das decisões não levam em conta os interesses dos mais pobres, dos informais, e dos assalariados. Funcionam como intermediações que negam a realização de consultas à população para análise de questões importantes que discutem. E são instituições totalmente apartadas da comunicação com segmentos mais vastos, ainda que regada de lobistas, situação que fica mais grave quando pensamos no STF, que vem legislando de forma imoral há tempos sem sequer ter passado pelo escrutínio do voto com o qual contam os deputados, ainda que em um modelo eleitoral extremamente problemático, que perpetua as oligarquias estaduais no poder político. Com isso, a estrutura política hoje existente impede que a esquerda, caso volte ao comando futuramente, ou qualquer outro projeto político eleito em nível federal, venha a ter maioria absoluta para governar.


 



O livre mercado está na origem do capital. O que surgiu depois foi a hiper-regulação, o socialismo e o intervencionismo do Estado. Vejo total coerência entre um pensamento que acredite na sabedoria suprema do livre mercado e no respeito aos valores judaico-cristãos que embasam a sociedade. Dizer que essas duas linhas são incoerentes seria dizer que o Partido Republicano (norte-americano) é incoerente porque defende a liberdade na economia e se opõe à estratégia de dominação da esquerda. No marxismo cultural, está a crença de que seria preciso realizar uma faxina nos valores judaico-cristãos para somente após isto construir a sociedade “utópica”. 





Nós conservadores nos contrapomos a isso, que representa um ataque à base da sociedade: a família. Reconhecemos que no campo dos direitos femininos, homossexuais trabalhistas e sociais de um modo geral, evoluiu muito nos últimos anos. Respeitamos essas verdadeiras e autênticas conquistas.





Depravando a Universidade Pública



Cenas de quem pede respeito, mas é incapaz de respeitar e se fazer respeitar. Texto e foto do promotor criminal Ítalo Moreira Martins, de Mossoró SOBRE O ENUDS NA UFERSA -  Vale a leitura de cada letra. Uma crítica arrojada, firme e certeira:



“DesCUStruindo! Teu cu, teu cu, teu cu”. Antecipadamente pedindo desculpas pela linguagem chula, mas essas palavras foram afixadas no prédio da Universidade Federal do Semi-Árido em Mossoró – UFERSA por alguns dos participantes da edição do ENUDS – Encontro Nacional Universitário de Diversidade Sexual, que se realizou em Mossoró, alojados no prédio da Universidade. Não para por aí, além da “decoração libertina” e inadequada ao espaço, para completar, alguns ativistas gays circulavam de trajes íntimos (talvez até sem) pelas dependências do campus. Segundo a organização do evento o objetivo seria “levar para universidades a discussão sobre gênero e sexualidade com o propósito de fortalecer os grupos e coletivos que se articulam em torno da temática e se construir como espaço de discussão acadêmica e política e manifestação cultural”. Se o propósito é fortalecer o grupo na minha ótica apenas o enfraquece, pois na medida em que se utilizam de estratégias deliberadamente provocativas, desrespeitosas, de escárnio e deboche, a única coisa que conseguem é aumentar o preconceito e o desprezo de muitos que já têm dificuldade de aceitá-los, jogando por terra o esforço daqueles ativistas sérios que buscam derrubar as barreiras do preconceito. E que vergonha, uma Universidade Pública ser utilizada de instrumento para tais práticas? Como se permite? Estudantes da UFERSA vocês estão de acordo com isso? Bem, não sou estudante, mas quase 1/3 do que ganho fica retido na fonte em forma de imposto que financia as Universidades Públicas, portanto, tenho direito como cidadão de me manifestar. Que vergonha esse tipo de postura ser admitida. Universidade deve sim ser um espaço democrático para o debate dos mais diversos temas de interesse coletivo, a causa gay também sim, por que não? Mas essa prática em nada dignifica a luta por reconhecimento de direitos e fim do preconceito, ao contrário, traz mais repúdio e a torna mais árdua.



Discurso moralista e retrógrado?



Não, discurso do bom senso, válido não apenas porque se trata de um “encontro gay”, mas válido para qualquer tipo de movimento que utilize as dependências de um prédio público para esse tipo de prática. Aos ativistas gays que lutam de forma incansável e respeitosa por seus direitos meu respeito, a vocês que querem transformar a causa num palco para as mais espúrias demonstrações de afronta e libertinagem meu protesto. Vocês não querem direitos, vocês buscam apenas um pretexto para escandalizar e chamar atenção...

 

Jornalista Cezar Alves


Fonte: http://kezitadotco.wordpress.com/2014/12/14/depravando-a-universidade-publica-cenas-de-quem-pede-respeito-mas-e-incapaz-de-respeitar-e-se-fazer-respeitar/

 

 



Ser conservador não significa ser moralista ou careta, mas contrapor esse discurso sórdido de destruição de valores para construção de uma sociedade com uma ideologia tóxica que deu errado em todo o mundo. As ideias econômicas da esquerda estão mortas e enterradas, não precisamos mais combatê-las.

 

 

O que se deve discutir sim, nos dias atuais, são os verdadeiros valores a se preservar e transmitir para as próximas gerações. Na economia, as ideias de esquerda sempre vêm associadas à inversão de valores nos costumes. É contra isso que nos opomos.

 

 

Nas comunicações, isso se manifesta quando você liga a televisão e, invariavelmente, o vilão é o empresário, como estereótipo do egoísmo e da ganância, enquanto o bandido é um poço de virtude e a polícia é sempre corrupta. É a vitimização do bandido e a socialização da culpa. Pelas ideias econômicas da esquerda, a criação de riquezas e o mérito são ilegítimos, uma apropriação da mais-valia. Essa ideia é prima-irmã da socialização da culpa, de que o bandido seria uma vítima da sociedade.

 

 

Esses são os valores que a esquerda comportamental quer nos impor sem discussões. Nós dizemos "não", porque o crime é uma decisão individual.

 

 



É o indivíduo quem decide puxar o gatilho e matar uma pessoa. Essa culpa não é social. Na economia, a esquerda é a socialização dos méritos. Nos valores, é a socialização da culpa.

 

 

Porém, baseado no argumento de que o crime é uma escolha individual, não se pode defender que bandido bom é bandido morto. Os verdadeiros conservadores repudiam totalmente este raciocínio, principalmente se defendem a cultura Judaico-Cristâ, pois assim está escrito em Ezequiel 33,11:

 

 

“Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos...”

 

 

Por isso, acho fundamental a existência dessa cultura em nossa sociedade. Esse radicalismo é consequência da orfandade no campo dos valores por causa da covardia da classe política. Quando alguém toca nesse assunto, toca com radicalismo, berrando nas cores. Existe espaço para uma contraposição a essa inaceitável proposta de erosão dos valores para construir a utopia "deles" sem descambar para "bandido bom é bandido morto".

 

Sobra Estado em muitas áreas e falta em muitas outras. O Estado se especializou em privilégios e se tornou um Robin Hood às avessas, se apropriando de praticamente 50% do esforço de produção dos brasileiros. Não existem recursos para o fundamental: saúde, educação, justiça e polícia, mas existem para contracheques que chegam a R$ 1 milhão.

 

 

Há que se redesenhar profundamente o Estado para que volte a ser o servidor e não o ensimesmado. O conflito não está entre capital e trabalho, Sudeste e Nordeste, negro e branco, machista e feminista O verdadeiro conflito está entre quem puxa a carruagem e quem está aboletado em cima da carruagem estatal. A imensa maioria puxa a carruagem, mas sem consciência da força que tem.

 

Trabalhadores e empresários que somam 98% da força brasileira pagam a conta da farra estatal, mas há uma tentativa de estimular artificialmente um conflito absolutamente ultrapassado entre capital e trabalho. Na verdade, o conflito está entre os que produzem e os que parasitam. Reconhecemos também, que o Estado também oferece muitos benefícios a empresários que não sabem ser capitalistas, e querem o modelo de Capitalismo de Estado. Esses também estão em cima da carruagem, e eu repudio. São fantasias de empresários, são uma metástase do câncer estatal. São empresários de conchavo, que não nos representam. Nos representam os empresários que levantam de manhã cedo para atender a dona Maria, ou seja, o povão. Existem outros que se dizem empresários, mas não têm nada de empresários. São aqueles que acordam e só pensam a quem pagar propina para ganhar um contrato público. Quando mencionamos menos Estado onde não precisa e mais Estado onde é essencial, também estamos falando de privatizações sim, e de mais concorrência, quem ganha é povo com melhores serviços e produtos mais baratos, como a telefonia. Recentemente, assistimos episódios no campo de óleo e gás que nunca aconteceriam em um quadro concorrencial.

 

 

Quando haveria um insumo, como navios-sonda ou plataforma de petróleo, com 200% de sobrepreço em uma empresa sujeita à concorrência? Por isso, as privatizações são absolutamente importantes. Há uma falácia de dizer que as empresas são estratégicas. Claro, a Caixa era estratégica para o Geddel (Vieira Lima, ex-ministro do presidente Michel Temer) e seu corpo de funcionários. A Petrobras, a mesma coisa, era estratégica para o José Dirceu (ex-ministro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva), e seus funcionários, mas nunca para o povo brasileiro.

 

 

O povo quer acesso a serviços de qualidade, não quer pagar a gasolina mais cara do mundo para preservar os privilégios de quem está mamando nessas gordas tetas. Na iniciativa privada, quando se nota que as coisas estão sendo ditas para agradar um autêntico empresário, este se levanta da cadeira e fala:

 

"Aqui, está sentada a nossa patroa, a dona Maria, que tem o poder de nos demitir, nos promover, ou nos levar a falência”

 

 

Por que nas Estatais não é assim? O Estado tem de se mover para atender o usuário final e, quanto mais incha, mais se distancia do propósito de servir. Gerar emprego, que é o melhor programa de governo que existe. Com ele você resolve saúde, educação, moradia, segurança, tudo.

 

 


Temos de evitar que destruam o emprego. Com dinheiro público, bancamos uma máquina de "não fazer" e uma burocracia ideologizada que transforma o Brasil em um dos lugares mais hostis ao investimento. Tiramos essa ideologia tóxica do Planalto, mas segue enraizada em todas as esferas da burocracia brasileira. Quem produz está sendo atacado de todos os lados. O meu indicador gerencial é o índice de liberdade econômica, porque economias prósperas são economias livres que geram empregos.

 

 

Aqui, quantos Steve Jobs e Bill Gates nasceram e foram lançados em uma terra salgada pela burocracia? O Brasil empreende mais do que os Estados Unidos, mas a taxa de germinação é muito mais baixa pela hostilidade do ambiente de negócio. Com algumas reformas básicas, podemos transformar o Brasil em um dos países mais hospitaleiros à figura sublime do gerador de empregos: A tributária, a administrativa, a jurídica e a de Estado. É necessário deter essa máquina de não fazer financiada com dinheiro público que destrói empregos por causa dessa burrice burocrática. Em todo o mundo, os países se esforçam para criar empregos. Aqui, temos de deter essa aristocracia burocrática, ideologizada e que recebe altos salários para destruir empregos privados e aumentado os públicos. Temos de fazer uma faxina dessa contaminação ideológica que retira o Brasil do jogo competitivo. O único caminho para a prosperidade está no bom e velho livre mercado.

 



 

Lidamos com aproximadamente 150 sindicatos, cada um com um piso salarial. Há variações de centavos, R$ 1 ou R$ 2. Se trocentas pequenas empresas produzem e vendem, cada uma delas está filiada a um sindicato que defende a mesma causa, mas apenas com o nome diferente. Pasmem! é tanto sindicato, que tem sindicato até para os trabalhadores de sindicatos, parece piada, mas é verdade. Aí, enfatizam que uma ou outra fábrica tem piso diferente, que um ou outro trabalhador possui menos direitos. Sinceramente, olha que absurdo:

 

 

Se em uma cidade de 5 mil habitantes, e o empregado trabalha a 50 metros de casa, é evidente que não precisa receber vale-transporte, nem vale-refeição porque deixa a fábrica, almoça em casa e retorna a pé. Maliciosamente, coloca-se isso como perda de direitos. Não é. Às vezes, são condições de trabalho muito melhores do que quem precisa ficar uma hora no ônibus. Os ataques são absolutamente injustos. Quem quiser saber a verdade, que pergunte aos trabalhadores.




Voltando ao tema da corrupção, uma deficiência estrutural em todos os governos de nossa história e um vício repetido em exaustão nos últimos trinta anos. Neste debaclê sobre moralidade, é possível estabelecer pelo menos um ponto de consenso, em termos nacionais, sobre a Operação Lava Jato: pela primeira vez, na história de nosso país, foi quebrada e transposta a barreira da impunidade que impedia a apuração dos “crimes do colarinho branco” e a condenação dos culpados, políticos de projeção e grandes empresários. Foi revelado um número impressionante de delitos contra o patrimônio público, seus autores identificados e punidos e recuperados aos cofres públicos bilhões de reais com delações e acordos. A Lava Jato desmontou as engrenagens secretas de uma vasta e sistêmica corrupção que degradava a vida pública e a atividade empresarial. E o fez com eficiência e coragem. Agora, em tempos de pandemia, assistimos a um festival de superfaturamentos e compras sem licitação por parte de prefeituras e governos estaduais, sem prestação de contas do dinheiro gasto pelos contribuintes e que serve ao orçamento emergencial aprovado. Os impostos que correm pelo ralo, em esquemas pomposos, foram tema de boa parte do programa do Partido dos Trabalhadores na década de 1990, contribuindo para a campanha vitoriosa em 2002. Esse tema foi praticamente abandonado nessa década, na medida em que notícias nada favoráveis à legenda e seus associados no governo eram midiatizadas. Mais uma vez, a pauta acabou sendo abraçada pelo bolsonarismo, que detém não só a vanguarda da apropriação do lema da honestidade como o clamor pela debate de toda a infraestrutura política anterior que contribuiu para que hoje vivêssemos várias crises conjugadamente. Não se trata de moralismo instrumentalizado, mas de reconhecimento de que o atual mandatário da nação é produto de todo o descrédito pelo qual os governantes nas mais diversas esferas sofreram em razões de promessas não cumpridas, obras superfaturadas, e do distanciamento entre representantes e representados, que não tem passado de uma interação mórbida em comentários nas redes sociais alimentadas por assessores de políticos, dificultando a fiscalização dos eleitos.  A política brasileira, da qual o Parlamento e a Suprema Corte fazem parte com seus jogos políticos imorais e promíscuos, é um exercício de dominação ideológica. Sem a ocorrência de renovações sistemáticas, para quase 58 milhões de brasileiros, a negação desse estado de coisas se manifestou em 2018 e se repetirá nas próximas eleições, quem viver verá.Finalizo dizendo que a solução para a desinformação é a liberdade de imprensa. A pior solução, muitas vezes ventilada, é reprimir, restringir, censurar. Ninguém deve ser censurado. A liberdade de imprensa é o anticorpo natural contra qualquer fake news.






REFLEXÕES SOBRE A HIPOCRISIA HUMANA

 

 

Somos hipócritas e a Sociedade é Hipócrita? Sim !!! E dai ?Volta e meia, os (as) fiscais da “hipocrisia dos outros” (claro), voltam com essa temática, julgando-se o suprassumo da autenticidade como se não tivesse também, suas hipocrisias de cada dia. Sem querer generalizar, para não cometer injustiças, mas percebemos que na grande maioria destes(as) fiscais, oculta-se não o desejo de uma autêntica conversão e mudança de vida, mas uma tentativa de justificar as suas próprias hipocrisias, com seus conflitos, crises existenciais, e até vocacionais que vão contra tudo aquilo do qual estão revestidos(as). Segue na matéria abaixo uma reflexão que vai nos ajudar não a justificar nossas hipocrisias, mas buscar ajustar nossa vida aos critérios de Cristo e não aos nossos. Porque se for usar o critério destes(as) fiscais e não os de Cristo, a coisa seria mais ou menos assim: Se a pessoa é casada e cai em adultério, é para abandonar a família e se separar, jamais buscar a conversão, a reconciliação e mudança de vida. Para estes(as) fiscais é como lembrou o Papa Francisco: Para eles(as) a misericórdia, para os outros a justiça implacável de Deus. Se a pessoa tem tendência a homossexualidade, para estes(as) fiscais não é para ela buscar a conversão, a confissão, o auxílio da graça de Deus, direção espiritual e psicológica, isto seria ofensivo e preconceituoso, basta tão somente, arrancar ou negar algumas páginas da bíblia e do magistério da Igreja, ajustando tudo isto ao seu estilo de vida desregrado, e não o contrário, como se ele(a) estivesse certo(a) e toda bíblia, tradição e magistério da Igreja estivessem errados.

 




POR QUE AGIMOS ÀS VEZES COM HIPOCRISIA ?

 

 

Todos nós erramos, temos falhas em nossa vida. Jamais encontrei alguém que, dado o tempo suficiente, não mostrasse uma falha qualquer. A questão, porém é: “Quando é que essa pessoa que permanece no erro(pecado) dá condições a Satanás para atingi-la, de modo que aquela falta venha à tona, isto é, se torne manifesta ? “. Pois está escrito: 

 




“Nada há de oculto que não venha a ser revelado...”






No meio cristão há a tendência de chamar de hipócrita a pessoa que é surpreendida em alguma falta. 
A questão é: será que a pessoa surpreendida em falta deve receber a nossa compaixão e ser corrigida com o espírito de brandura (Gaiatas 6,1)? Ou será que ela merece ser "apedrejada" em se tratando de questão de flagrante hipocrisia?  Ambas as pessoas são erradas, tanto a que é surpreendida em falta como a hipócrita, mas o tratamento com elas é diferente.Parece-me que precisamos definir a diferença que há entre o hipócrita e a pessoa "surpreendida nalguma falta". Observe o que Jesus ensinou:




"Não julgueis, para que n
ão sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirá a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? HIPÓCRITA, tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão. Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés, e, voltando-se, vos dilacerem." - Mateus 7,1-6.

 

Você e eu sabemos que Deus usa homens em Seu serviço, e homens falhos. Graças a Deus por isso, pois caso contrário Ele não poderia usar a nenhum de nós. Sabemos também que Deus "suporta" muita iniquidade nos homens, desde a preguiça até a imoralidade; e mesmo nesse caso Deus usa quem (homem ou mulher) que se coloca à disposição dEle. Certamente Ele faz isso em razão do Seu grande amor pela almas perdidas. Mas temos de nos conscientizar de que, nesses casos, não são as faltas da pessoa que dão condições ao diabo para as "julgar e condenar" perante os homens, mas, sim, a HIPOCRISIA delas, que é uma franca violação dos princípios espirituais estabelecidos pelo amor e a graça de Deus em nossas vidas.

 

 

 

Consideremos o caso da pessoa que é culpada de faltas tais comomentiras, roubo, imoralidade, calúnias, etc. Quando tal pessoa JULGA outra a respeito de falta igual à dela própria, em razão de sua hipocrisia em julgar o seu irmão.Nesse caso a pessoa julga e condena o irmão pela mesma falta (ou faltas) que ela própria talvez encobre em si mesma.



 

Deus faz tudo para ajudar cada pessoa a vencer as suas faltas, mas quando a pessoa se levanta em julgamento contra outra, condenando-a pela mesma falta que ela própria pratica, essa pessoa se exalta diante de Deus numa situação espiritual que é totalmente falsa.




 

Todos nós necessitamos lembrar do que disse o apóstolo Paulo:





"És indesculpável quando julgas... quem quer que sejas; porque no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias coisas que condenas"
 - (Romanos 2,1).

 

 

 

Veja como Jesus se referiu ao homem que condena, no outro, aquilo que ele mesmo pratica:





"HIPÓCRITA, tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão...- (Mateus 7,5).




ATENÇÃO!!! Hipócrita, então, não é (como geralmente se pensa) a pessoa que simplesmente encobre as suas faltas ou pecados, aparentando ser uma pessoa correta. Hipócrita é a pessoa que JULGA OUTRA pela falta ou pecado que ELA MESMA PRATICA.

 

 

 

 

EIS AQUI O VERDADEIRO ENTENDIMENTO DO QUE É A HIPOCRISIA:




Pode haver alguém que, consciente de suas faltas, esteja buscando continuamente a Deus por força espiritual para vencê-las. Essa pessoa não quer que suas faltas sejam expostas para que outros não fiquem escandalizados em relação ao Evangelho. Uma pessoa desse tipo não é hipócrita, é alguém "surpreendido nalguma falta" (Galatas 6,1), que necessita ser restaurado.” O procedimento da pessoa hipócrita é bem diferente, pois ela se exalta contra os outros, ostentando uma"santidade" que realmente não tem; e, colocando-se como juiz do irmão, procura mostrar sua superioridade, que nada mais é que uma tremenda falsidade, pois o hipócrita pratica a mesma coisa que condena no outro.É essa falsa posição de "piedade" que da condições ao diabo para "arrasar" com a vida do hipócrita, e é por isso que Jesus continuou o seu ensinamento, dizendo:





"HIPÓCRITA, tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão. Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés, e, voltando-se, vos dilacerem." - (Mateus 7,5-6).







Os 
"valores santos" que a pessoa dá aos cães, bem como as "pérolas" que lança aos porcos, são as Verdades espirituais (princípios da Graça e Amor de Deus) que a pessoa hipócrita violenta, ao JULGAR o seu irmão pelas mesmas faltas que ela própria pratica.O pior de tudo isso,  é que nesses casos, Satanás procura não apenas "expor" a hipocrisia de alguém, mas sim, lançar escândalo sobre o Evangelho e desacreditar a Palavra de Deus.Pois a pessoa que age e vive na hipocrisia, quando é descoberto, não tem a humildade de reconhecer-se fraco perante os outros, revolta-se contra si, contra os outros,contra Deus que permitiu a exposição de seu pecado e se afasta de do caminho de Deus.Estas pessoas se esquecem que Deus está sempre disposto a perdoar e acolher que peca e humildemente confessa seu pecado e suas fraquezas, pois está escrito:



"Se confessarmos os nossos pecados, Ele (Deus) é fiel e justo para perdoar os pecados e nos purificar de toda Injustiça" - (1 João 1,9)




João Batista - Perder a vida para agradar a Deus em nome da verdade, ou morrer agradando a todos?

 

(Por: Robson Landim, jornalista)

 

Gálatas 1, 10: “É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo.”

 

 

 

O último dos profetas, o maior homem nascido de mulher, a voz que clama no deserto. Quantos adjetivos? São João Batista, precursor do Messias ficou conhecido por suas poucas, mas grandiosas aparições nos Evangelhos.

 

 

João pregava um batismo de conversão, o que fazia com que muitas vezes a verdade fosse escancarada. Até porque não existe conversão na mentira, não é mesmo? A verdade liberta e abre caminho para uma sincera conversão, uma verdadeira metanóia que transforma o pensamento e as atitudes.

 

 

Sendo assim, João caía matando nas hipocrisias de seu tempo para que a verdade prevalecesse sempre, pois, o “faça o que eu digo e não faça o que eu faço” já era “pregado” pelos fariseus daquele tempo que tinham uma vida religiosa linda, mas uma vida pessoal deplorável.

 

 

Ser profeta não é ficar descobrindo o que vai acontecer no futuro, mas antes, ANUNCIAR a verdade (que é Jesus) e DENUNCIAR toda e qualquer mentira ou atitude contrária ao Reino de Deus. Assim o fez João.

 

 

 

Sem medo do politicamente correto ou da consequência de sua atitude, o profeta denunciou Herodes:

 

 

“Não te é lícito ter a mulher de teu irmão!” (cf. Mc 6, 18).

 

 

Todos sabiam desse casamento ERRADO, mas mesmo assim, apoiavam Herodes apenas porque ele era Rei e tinha um poder temporal (quantas situações semelhantes vemos hoje assim?).Por conta disso, João recebeu como pena, a pedido da “esposa” de Herodes, Herodíades, a decapitação. João perdeu a cabeça, mas não se arrependeu da denúncia, pois, a verdade que ele proclamava podia salvar a vida do Rei, de Herodíades e de tantos outros.

 

 

 “Vê, pois, quanto faz a fúria da concupiscência: pois Herodes, mesmo tendo tão grande reverência e temor por João, delas se esqueceu para se entregar à fornicação” (Teofilacto de Ócrida, Catena Aurea – p. 118).

 

 

 

João Batista não se deixava levar pela inclinação ao pecado, pelo contrário. Combatia à concupiscência com a verdade pregada e vivida. A entrega à inclinação ao mal fazia com que Herodes, mesmo admirando João e escutando suas pregações, escolhesse o errado, o pecado, a conveniência, o prazer pelo prazer.

 

 

“Quem fala a verdade perde amizades“, dizia São Tomás de Aquino. São João Batista, mártir do novo testamento, experimentou dessa realidade.

 

 

 

Mais do que perder amizades, perdeu a própria vida, mas testemunhou a graça de pertencer a um Reino que não é deste mundo, o qual demanda dele, não amor próprio e respeito humano mas, configuração ao Coração e à Vontade de Deus, aquele que tem o poder de erguer os caídos e exaltar os humilhados.

 

 

O que vale mais: ter o reconhecimento e a amizade dos homens poderosos deste mundo ou receber de Deus, o selo dos santos e o prêmio dos bem-aventurados?

 

 

 

Essa terra e seus prazeres são passageiros. A mentira também acaba sendo desmascarada hora ou outra.É preferível viver aqui e agora um prelúdio do que será o Céu, o Eterno. A verdade nos aproxima de Deus e nos assemelha a Ele. Que São João Batista nos ajude a perseverarmos na verdade, na justiça e no amor a Deus e às coisas de Seu Reino.

 


 

 




CONCLUSÃO:

 

 

“Nossa sociedade é hipócrita?  É Sim !!! E nós muitas vezes somos e agimos como hipócritas, e daí? Escandalizado com esta verdade? Porém fique sabendo que erros, pecados, e nossas hipocrisias não é licença para agir inescrupulosamente, se auto permitindo a tudo, ou querendo institucionalizar o pecado, mas é motivo para continuarmos a lutar com o auxílio da graça de Deus, pela coerência de vida conforme as nossas opções definitivas...” ( Pe. Leo - SCJ).

 

 

"Se a sociedade não fosse viciada em hipocrisia, a infidelidade seria institucionalizada, você não acha?!" (Martha Medeiros)




 

“Vivemos numa sociedade hipócrita, que só pensa em resolver algum problema, quando este lhe incomoda de perto.” (Daniel Tomaz).



 

“Numa sociedade movida à dinheiro e hipocrisia, encontramos pessoas propensas à diversos rumos incluindo devassidão. Cuidado com quem tu anda, pois sua companhia sumariza quem tu é. Não tenha medo de lutar pelo que acredita, apenas seja você, mesmo nos mais divergentes momentos que possam surgir. Fazendo isto, certamente afetará os que estão à tua volta que não gostam de como é. Fará triagem do joio e do trigo. Mas pelo menos saberá quem está do lado de cá e do lado de lá. Só tome cuidado com o lado que ficará, pois uma escolha errada pode te afetar drasticamente. Pense no teu futuro. Uma escolha hoje muda teu destino amanhã.Seja feliz, haja com honestidade sempre. Mas acima de tudo, cuidado com o que te tornarás...”(Rafael Russon)

 

 

"A Hipocrisia tornou-se uma in-virtude necessária, senão como conviveríamos em sociedade..." (Do Filme: O Mentiroso).

 

"Sociedade Hipócrita: Quem oculta é certo, quem declara é errado..."(Gy Motro)

 

 



Lembremo-nos sempre de que não são nossas  faltas e imperfeições que dão condição ao diabo para o julgar e condenar, mas é o procedimento hipócrita que julga e condena o outro pelas mesmas falhas e imperfeições que  encobrimos no próprio íntimo.Se, ao invés de apontar a falta do outro, rezar por ele; se ao invés de dar condição ao diabo para condená-lo, você abrir o canal para o poder e graça de Deus a fluírem em sua vida, você certamente entenderá o que Jesus ensinou, ao dizer:





"Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a lei, e os profetas (o cumprimento da Palavra de Deus)" - Mateus 7,12.

 

 

 

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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