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Conheça os nove princípios básicos do Apostolado e blog Berakash

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 24 de fevereiro de 2013 | 13:20






RESUMO DOS "PRINCÍPIOS NORTEADORES"  DO APOSTOLADO BERAKASH:








O Apostolado e blog Berakash não surgiu repentinamente, mas foi fruto de um processo de inspiração e amadurecimento gradual. Tudo começou quando me deparei com um folheto Católico com reflexões  católicas e assinado como "EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", oriundo de Fortaleza-CE. Achei na época a proposta ousada e interessante, principalmente sendo feita por católicos, mas nada fiz! Passados alguns anos, fiz minha experiência com a misericórdia de Deus em 1996 através de um SVE pela Comunidade Maranathá em Aracati-CE. Essa comunidade que foi meu berço, durante um evento na festividade de Cristo Rei na quadra do Colégio das Irmãs de Caridade local, trouxe uma banda musical a qual na abertura de sua apresentação, após um breve momento de oração, disse algo que nunca esqueci: "meus irmãos(as), com nossas músicas e instrumentos somos apenas aquele jumentinho que carregou Jesus na sua entrada triunfal em Jerusalém, os aplausos e méritos são para Ele, e não para nós que pelo nosso ministério apenas levamos o Cristo aonde Ele nos chama" - dai veio a inspiração para a logomarca de nosso apostolado, ou seja, Jesus montado no jumentinho. Em 2002 entrei na Comunidade Católica Shalom, e fui apresentado a espiritualidade de desejar ser o FELIZ TERCEIRO, e não querer disputar o primeiro lugar, mas o último como ensina Santa Teresinha do Menino Jesus. Já no Shalom, fui também sendo inserido na espiritualidade da BERAKÁ a oração familiar, e dai veio a inspiração para o nome do apostolado. Somos portanto, Católicos Apostólicos Romanos, e como Católicos fieis ao SAGRADO MAGISTÉRIO. Damos nossa adesão a tudo o que ensina o seu Magistério, nas suas diferentes formas e na proporção da exigência de suas expressões doutrinárias, sem restrições mentais ou subterfúgios. Em matéria de política ou questões sociais, nossa posição é a da Doutrina Social da Igreja. Por isso, defendemos a subordinação da ordem social à ordem moral estabelecida por Deus, a dignidade da pessoa humana, a busca do bem comum, a atenção evangélica preferencial aos pobres (não exclusiva e nem ideológica), a rejeição do socialismo e do marxismo, nas suas diferentes formas, defendemos o direito de propriedade, o princípio da subsidiariedade e os legítimos direitos humanos, principalmente a defesa da vida desde a concepção até o seu término natural.É claro que, na crise atual, há quem se diga católico e não siga nessa matéria o critério do Magistério da Igreja,mas são vozes fora do caminho, e mesmo que muitas,não se pode apoiá-las, se não está em conformidade com o Magistério Petrino. E se há pessoas de liderança na Igreja, mesmo que sejam bispos,ou padres, que não seguem os autênticos ensinamentos do magistério, não temos a obrigação de segui-los e, se tivermos ciência e competência para tal, temos o justo dever de respeitosamente manifestar esses equívocos aos Pastores e instituições responsáveis da Igreja (Conf. CIC cânon 212, §3), ressalvando a reverência que lhes é devida. Somos contra a esquerda, contra a direita, e contra o centro, quer na desgraçada e bem corrupta política civil, quer na política eclesiástica, que também não vive na graça de Deus quando faz opções ideológicas estranhas ao evangelho de Cristo. Somos contra o Panteísmo, a Gnose, doutrinas reencarnacionistas, contra ideologias ateias, amorais e não Cristãs, bem como a todas as falsas doutrinas, tipo: Teologia da Prosperidade ( I Tim6,10), somente a fé negando as boas obras (Tiago 2,14-26), somente as escrituras negando a tradição (Mt 2,23; At 20,35; Tg 4,5; Jo 21,25; At 2,42; 1Ts 2,13; 2Ts 2,15; 2Tm 2,2; 1Cor 11,2),e somente a graça sem colaboração alguma por parte do Cristão (IIPedro 1,5 – 11; Filip 2,12) e principalmente negamos a ante bíblica livre interpretação das escrituras (II Pedro 1,20) que pulveriza o Cristianismo em várias seitas contraditórias entre si. Negamos também a doutrina do arrebatamento protestante(1Ts 4,16-17; Ap 1,7; Ap 22,12; Mt 24,27.30; Mt 25,31; 1Ts 4,15; 2Pd 3,10; At 1,11; Jo 5,28-29), que propõe não duas vindas de Cristo, mas três, o que é completamente infundada e não encontra respaldo nas escrituras destas três vindas de Nosso Senhor Jesus Cristo. 











Entendemos que o verdadeiro católico, fiel ao sagrado magistério de sempre da Igreja, acredita na natureza humana, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, uma ordem moral herdada e testada na história de nossos antepassados e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro. Cremos no valor desta sã tradição e dos bons costumes, e sobre este alicerce firme assentamos nossa opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum. Cremos também que apesar das falhas humanas de seus membros, a Moral Católica é o melhor que há para o desenvolvimento das virtudes e para a constituição de uma ordem moral e social justa e correta, objetivando a salvação do homem todo e de todos os homens, para isto o meio por excelência é aquele ordenado por Cristo: Ide e evangelizai (Mateus 16,15).






Gálatas 1,10: "É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo."













O que é Evangelizar para a Igreja?




“Evangelizar, para a Igreja, é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, mas para a Igreja não se trata tanto de pregar o Evangelho a espaços geográficos cada vez mais vastos ou populações maiores em dimensões de massa, mas de chegar a atingir e como que a modificar pela força do Evangelho os critérios de julgar, os valores que contam, os centros de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade, que se apresentam em contraste com a Palavra de Deus e com o desígnio da salvação.” (Evangelii Nuntiandi Nº 18-19. Papa Paulo VI)







QUAL O MAIOR DESAFIO DA IGREJA HOJE ?

 








“Certamente, a Igreja já fez, está fazendo muito no campo social, e precisará fazer mais ainda. Mas, é preciso que fique claro: não é essa a missão originária, "própria” da Igreja, como repete expressamente o Vaticano II (cf. GS 42,2; e ainda 40,2-3 e 45,1). A missão social é, antes, uma missão segunda, embora derivada, necessariamente, da primeira, que é de natureza "religiosa”. Essa lição nunca foi bem compreendida pelo pensamento laico. Foram os Iluministas que queriam reduzir a missão da Igreja à mera função social. Daí terem cometido o crime, inclusive cultural, de destruírem celebres mosteiros e proibido a existência de ordens religiosas, por acharem tudo isso coisa completamente inútil, mentalidade essa ainda forte na sociedade e até mesmo dentro da Igreja. Agora, se perguntamos: Qual é o maior desafio da Igreja?, Devemos responder: É o maior desafio do homem: o sentido de sua vida. Essa é uma questão que transcende tanto as sociedades como os tempos. É uma questão eterna, que, porém, hoje, nos pós-moderno, tornou-se, particularmente angustiante e generalizada. É, em primeiríssimo lugar, a essa questão, profundamente existencial e hoje caracterizadamente cultural, que a Igreja precisa responder, como, aliás, todas as religiões, pois são elas, a partir de sua essência, as "especialistas do sentido”. Quem não viu a gravidade desse desafio, ao mesmo tempo existencial e histórico, e insiste em ver na questão social "a grande questão”, está "desantenado” não só da teologia, mas também da história.”- (Frei Clodovis M. Boff).











POR QUE A REVELAÇÃO CRISTÃ É PLENAMENTE SUPERIOR A OUTRAS RELIGIÕES TAIS COMO: Judaísmo, Islamismo, Hinduísmo e Budismo?





“A Igreja reconhece nas outras religiões a busca, "ainda nas sombras e sob imagens", do Deus desconhecido, mas próximo, pois é Ele quem dá a todos vida, respiração e tudo o mais, e porque quer que todos os homens sejam salvos. Assim, a Igreja considera tudo o que pode haver de bom e de verdadeiro nas religiões "como uma preparação evangélica dada por Aquele que ilumina todo homem para que, finalmente, tenha a vida".(Catecismo da Igreja Católica § 843).










Caros irmãos e irmãs em Cristo,em outras palavras, o Cristianismo é a vitória da razão no mundo das religiões,pois como a Igreja se pronuncia muito bem a respeito das religiões não – cristãs. Lá Deus também é procurado e encontrado não em plenitude ,mas nas sombras, e com sementes da verdade.Isto não significa que a hegemonia do Cristianismo sobre as demais religiões seja fruto unicamente da nossa Igreja Católica, pois o grande referencial de todas as denominações cristãs é o próprio Jesus Cristo,o poder da Igreja vem de Cristo.Ou seja, o nome de Cristo tem poder e importância maior que o de Maomé ou Moises ou de qualquer outro líder religioso da História.Cristo é um nome sem igual, o único que provou ser Deus,morreu por afirmar isto publicamente.É correto afirmar que o Cristianismo é a religião revelada por Deus e por um Deus que viveu entre nós como um humano,que teve uma trajetória de vida extraordinária desde o nascimento, perseguido por Herodes, até a sua morte na cruz.Imaginemos todos os mártires da Igreja, que foram mortos por se recusarem à prestar culto ao imperador de Roma,crendo que somente Cristo é aquele que se deve adoração.É para se pensar: "porque aqueles homens e mulheres que já acreditavam em Cristo e que Ele é o filho de Deus, por que preferiam morrer do que simplesmente abandonar o Cristianismo e se tornarem pagãos ?"












Isto prova que mais do que qualquer outra religião, o Cristianismo apesar de suas divisões,e fraquezas e erros de seus membros, conseguiu prosperar em virtudes, e incontáveis exemplos de santidade, e com isso o Cristianismo mudou o mundo, humanizou e moldou a nossa civilização ocidental com valores perenes e seguros.









O cristianismo é realmente "pleno e superior nas respostas humanas" mais que outras religiões? 







Sim! Toda a minha obra tem sido um esforço para mostrar que o cristianismo é superior e não apenas mais uma mitologia. Na mitologia, uma multidão enfurecida se mobiliza contra bodes expiatórios responsabilizados por alguma crise enorme. O sacrifício da vítima culpada pela violência coletiva encerra a crise e funda uma nova ordem ordenada pelo divino.











A violência e o uso de bodes expiatórios estão sempre presentes na definição mitológica do próprio divino!






É verdade que a estrutura dos Evangelhos é semelhante(não igual) à da mitologia, em que uma crise é resolvida por uma única vítima que une todos contra ela, reconciliando assim a comunidade. Como pensavam os gregos, o choque da morte da vítima provoca uma catarse que reconcilia. Ele extingue o apetite pela violência. Para os gregos, a morte trágica do herói permite a volta das pessoas comuns à sua vida pacata. Entretanto, nesse caso, a vítima é inocente e os “vitimizadores” são culpados. A violência coletiva contra o bode expiatório como ato fundador, sagrado, revela-se uma mentira. Cristo redime os “vitimizadores” ao suportar seu sofrimento, implorando a Deus para “perdoá-los porque eles não sabem o que fazem”(Acontecimento ímpar que não vemos em nenhuma outra religião).Ele se recusa a pedir a Deus para vingar sua vitimação com uma violência recíproca. Prefere mostrar a outra face.A vitória da cruz é a vitória do amor contra o ciclo de violência do bode expiatório. Ela invalida a idéia de que o ódio é um dever sagrado(Doutrina comum no Islamismo).Os Evangelhos fazem tudo o que a Bíblia, no Velho Testamento, fez antes, reabilitando um profeta vítima, uma vítima erroneamente acusada. Mas eles também universalizam essa reabilitação. Eles mostram que, desde a fundação do mundo, as vítimas de todos os assassinos ao modo da Paixão foram vítimas do mesmo contágio de multidão, como Jesus. Os Evangelhos tornaram essa revelação completa porque dão à denúncia bíblica da idolatria uma demonstração concreta de como os falsos deuses e seus sistemas culturais violentos são gerados. Essa é a verdade que destrona o panteão de deuses da mitologia, a verdade que coloca em xeque o violento ciúme entre estes deuses mitológicos, contrário ao amor trinitário do Pai, Filho e Espírito Santo revelado por Jesus em sua encarnação.













Espero que entendam que não é mera superioridade de sermos melhores que todos, ou sermos a ÚLTIMA COCA COLA GELADA DO DESERTO, mas esta superioridade é em relação a PLENITUDE DA REVELAÇÃO E SALVAÇÃO que só se deu no Cristianismo, em virtude de seu fundador: Cristo o Deus encarnado.



1)-Cristianismo: Deus se fez Carne e por amor morreu na Cruz por todos - Incluindo todos estes fundadores destas Religiões que precisam da Salvação Operada por Jesus. Cristo morreu condenado na Cruz porque se dizia ser o Próprio Deus, o que era considerado uma blasfêmia pelo Judaísmo (João 8,24; Marcos 14,62).











2)- Judaísmo: Foi a religião de Preparação para  Vinda de Cristo.Nos deixou o legado dos Profetas, os 10 mandamentos e as lições do Antigo testamento. Não tem a Plenitude da Revelação dada em Cristo.




3)-Budismo: Buda não é Deus, e nem teve interesse de fundar religião, basta ler a história do budismo e vemos apenas uma pessoa que durante toda sua vida tentou entender o PORQUE do Sofrimento e tentou libertar-se dele. Buda precisou da Salvação operada por Cristo.




4)- Islamismo: É apenas uma seita Judaica. Maomé também não era deus, e nunca se julgou deus, apenas queria juntar a Nação Àrabe sob o monoteísmo. Maomé precisa também da Salvação operada por Cristo na Cruz.




5)- Hinduismo: É politeista, acredita em vários deuses, e defende o sistema injusto de Castas pela doutrina da Re-encarnação. Todos os hindus precisam da Salvação operada por Cristo.




6)-Espiritismo: Religião filosófica, fundada por Allan Kardec que também precisa de Salvação operada por Cristo.






Entendam que não estou querendo desvalorizar estas e outras religiões, que respeito e reconheço nelas sementes da verdade, porém não a plenitude da Verdade, que só foi revelada Plenamente no Cristianismo. Nem quero com isto negar os erros dos membros da Igreja, mas isto não anula a plenitude da revelação em Cristo. Ele Cristo pela sua vida, paixão e morte, revelou e ensinou o que era certo, já nós os seus seguidores somo falhos e cometemos muitas falhas (Veja neste link um pouco da História da Igreja e seus conflitos:http://berakash.blogspot.com/2009/12/origem-historica-da-igreja-catolica.html).






Conheça agora os “Nove Princípios Básicos”  do APOSTOLADO e BLOG BERAKASH






I - Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos!











Portanto toda honra e Glória é para Ele! Cristo disse-nos: Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUÉM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).





Como Católicos, defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha e é a própria a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Entretanto, sobre dureza, rispidez e caridade, seria preciso dizer algo: O romantismo sentimentalóide desprovido de racionalidade difundiu entre os católicos a ideia de que a caridade é incompatível com a dureza do combate contra a heresia. Não é aqui o lugar para escrever um tratado sobre este tema. Destaco apenas alguns argumentos e alguns exemplos tirados do Evangelho!




Com efeito, no Evangelho de São Mateus, quando ele conta que os fariseus também iam ao Jordão receber o batismo de São João Evangelista, este os recebe com um impropério:






Raça de víboras! Quem vos ensinou a fugir da cólera de Deus?” (Mt 3, 7). 





Esse é o primeiro diálogo entre um santo e os fariseus nos Evangelhos. Teria São João faltado com a caridade ? Afinal, os fariseus não estavam vindo confessar seus pecados e pedir o batismo a São João ? E foi assim que aquele que Nosso Senhor disse “o maior homem nascido de mulher” recebe outros homens que vem a ele como pecadores que se diziam arrependidos? Evidentemente, São João Batista tinha caridade em grau heróico, e a caridade não excluía o uso de palavras duríssimas. E mesmo ríspidas.E Nosso Senhor Jesus Cristo, Ele que é nosso modelo de vida e de comportamento, Ele que era manso e humilde de coração, como tratava Ele certos inimigos de Deus ?É de todo conhecimento de qualquer Cristão que ler a bíblia que Nosso Senhor expulsou os vendilhões do Templo. Ele os chicoteou, derrubou suas mesas, e os expulsou aos gritos em atitudes nada diplomáticas, com normas de etiqueta ou ecumênicas:





“E tendo feito um como azorrague de cordas, e expulsou a todos do Templo, e às ovelhas e aos bois, e deitou por terra o dinheiro dos cambistas e derrubou as mesas”(Jo 2, 13).





Teria Cristo sido bruto, rude, ríspido, politicamente incorreto, sem caridade ou sem misericórdia? É claro que não! Logo, a caridade não exclui nem o uso de palavras duras, nem mesmo o uso da força física. Seus encontros e discussões com os fariseus devem nos servir de modelo, porque Ele é em tudo nosso modelo.Ora, como tratou Cristo aos fariseus ? Ele os amaldiçoou por diversas vezes, dizendo-lhes:




“Ái de vós, escribas e fariseus hipócritas” (Mt 23). Os “Ái de vós ...” são maldições. No Evangelho de São João especialmente, fica patente a luta terrível entre Nosso Senhor e os fariseus que ele chama de “serpentes e raça de víboras” (Mt 23, 33) e de “sepulcros caiados” (Mt. 23, 27)





ATENÇÃO! Jesus Cristo acusa os fariseus e escribas de serem "FILHOS DO DEMÔNIO" e não filhos de Abraão! Veja o texto:





João 7,44: “Vós sois filhos do demônio e quereis fazer a vontade de vosso pai” 





E como poderiam eles ser filhos do demônio, se o diabo, sendo um anjo, não pode ter filhos ? É porque são filhos do demônio aqueles que querem fazer a sua própria vontade, ou a do diabo, e não a vontade de Deus. Porque os maus formam com o diabo,enquanto permanecem firmes no pecado e na má fé,um como que ‘Igreja de satanás’, uma “Sinagoga de Satanás” como está escrito e revelado pelo próprio Cristo no Apocalípse 2, 9.Podemos acusar que Nosso Senhor e nosso divino mestre de usar palavras duras e contra a caridade ?Portanto, a caridade não exclui o uso de palavras duras e mesmo de rispidez, em certos casos, em que se deve combater os inimigos de Deus.




E quem são os inimigos de Deus?















São os hereges, aqueles que ao invés de alimentar os fiéis com o pão da verdade lhes dão a mentira por alimento. Este Deus adocicado,meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo! Santo Agostinho dizia: "A verdade sempre na caridade, mas JAMAIS devemos negar a verdade a alguém em nome da caridade."Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - (Sto. Tomás de Aquino)







II - COMBATEMOS AS FALSAS ACUSAÇÕES CONTRA A SANTA IGREJA CATÓLICA – "Coluna e sustentáculo da Verdade" (I Tim 3,15) e defesa do Nosso apostolado:






É muito comum a hipocrisia dos protestantes que pousam de bonzinhos aqui neste apostolado: Começam dizendo que não aprovam  "discussões vãs", mas em seguida discutem e só argumentam a favor da suas seitas protestantes, que aliás nuca revelam os nomes. A qual delas pertencem ? Será que é a Dos primeiros dias? Dos últimos dias? Ou do sétimo dia? Graças a Deus, não tenho nenhuma dúvida sobre a Igreja Católica Apostólica Romana, que é a única verdadeira Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo (Mateus16,18).E quanto mais estudo, mais tenho certeza disso.Os Hereges de ontem e hoje sempre foram aqueles que pregaram contra a Fé ou contra a moral ensinada por Jesus Cristo e seus legítimos sucessores: Os Bispos e Santos Padres da Igreja.E em São Paulo se lê que ele manda fechar a boca de certos hereges (Epist. a Tito,1, 10) Na I carta a Timóteo São Paulo ataca os que propagam a mentira (I Tim. 4, 1-3). São Paulo também acusa que alguns naufragaram na Fé e diz:"Desse número são Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a satanás para que aprendam a não blasfemar" (I Tim. I, 20). Também é falso e revanchista o que se diz da Igreja Católica ter manchado suas mãos em sangue, pois as cruzadas foram guerras santas como as de Moisés,Davi e dos Macabeus, que Deus louvou e abençoou em momentos difíceis e necessários da História.É falso, infundado e carente de fontes fidedignas e imparciais o que se diz da Inquisição, que não matou milhares de pessoas na fogueira coisa nenhuma. Em Toulouse, foco da heresia cátara, em 100 anos foram condenados à morte 42 hereges em cem anos, e destes 42 a maioria foi de forma simbólica, pois queimavan-se apenas um boneco, já que muitos após concluir o processo já haviam morrido de outras causas naturais.O problema é que os inimigos da Igreja andam lendo gibis e lorotas, e não livros sérios de História.Estes e principalmente os Protestantes deveriam ler a Bíblia com alguém que o orientem corretamente sem parcialidade, mas buscando unicamente a verdade. Pois este tipo de leitura parcial e deturpado, faz mais mal do que bem, pois é como se você lesse um livro de cirurgia e quisesse a partir desta leitura operar alguém.










Como Deus é bom e misericordioso ao permitir-se utilizar-se deste seu servo mais inútil e pecador ao ver um fruto de agradecimento nascido de minhas postagens, na sua grande maioria por falta de tempo copiadas de outros sites, e às vezes escritas na solidão de meu birot e lançadas ao mundo pela internet, sem saber que olhos as lerão, sem saber que fruto terão nos leitores espalhados no Brasil e no mundo afora!











Tudo isto equivale ao labutar de um lavrador que lança sementes à noite, num campo que não vê, e que não pode nem ao menos depois verificar o resultado, e de hábito, sem poder colher a seara. Só no dia do juízo ver-se-ão os frutos que este mísero e insignificante apostolado semeou na Internet e nos corações de alguns, de sorte que, chegando agradecimentos e reconhecimentos pelos inúmeros comentários como podem conferir no link dos comentários dos leitores, que só me motivam a continuar neste caminho! Deus às vezes me permite ver os frutos bons, numa alma que eu não conhecia. Como me permite entrever que existem tantas outras pessoas abandonadas às quais este apostolado está ajudando sem o saber.Sem falsa modéstia e humildade, é claro que o lavrador sabe que pela qualidade da semente, com toda a certeza, e que lançando a boa semente, virá o bom fruto pela graça de Deus, tocando a pessoas e afervorando outras.Temos soprado brasas que estavam apagando, e suscitado labaredas de amor a Deus e à Santa mãe Igreja. Temos dado apoio a canas torcidas, que estavam para quebrar.Este blog não tem figurinhas, não tem anjinhos esvoaçando,nem muito menos espiritualidade emotiva e desencarnada.Tem textos doutrinários longos. Reconheço que é um blog polêmico, e devido a certas circunstâncias nada ecumênico, pois "não apoiamos o FALSO IRENISMO"(Irenismo na teologia Cristã refere-se à tentativas de unificar os sistemas apologéticos cristãos utilizando a razão como um atributo essencial. A palavra deriva da palavra da grego ειρήνη (eirene) significando paz. É um conceito relacionado à teologia natural, e oposto ao polemicismo da argumentação animosa, e tem suas raízes nos ideais do pacifismo. Aqueles que se afiliam ao irenismo identificam a importância da unidade na igreja Cristã, e declaram o laço comum entre todos os cristãos em Cristo. Irenista se tornou um adjetivo comumente utilizado para designar uma concepção idealista e pacifista, tal como a teoria da paz democrática. "Falso irenismo" é uma expressão utilizada em certos documentos da Igreja Católica do século XX para criticar tentativas de ecumenismo que permitiriam a distorção ou nublagem da doutrina Católica. Documentos utilizando o termo incluem a encíclica Humani Generis, promulgada pelo Papa Pio XII em 1950, e o decreto Unitatis Redintegratio, 1964 do Concílio Vaticano II).Porém, conseguimos que pessoas com quem debatemos, escrevam-nos, depois, agradecendo, e nos elogiando. Isto só nos motiva a ficar escrevendo horas e horas a fio, discutindo, debatendo, incentivando, lutando, entre injúrias e ofensas, conclamando a Igreja militante para a luta em defesa da verdadeira fé. Fazemos isto com o respaldo do próprio magistério da Igreja conforme está exposto no decreto do CONCÍLIO VATICANO II “APOSTOLICAM ACTUOSITATEM”  sobre o Apostolado Individual dos Leigos:










CAPÍTULO II


OS FINS DO APOSTOLADO DOS LEIGOS





Introdução: a obra de Cristo e da Igreja









5. A obra redentora de Cristo, que por natureza visa salvar os homens, compreende também a restauração de toda a ordem temporal. Daí que a missão da Igreja consiste não só em levar aos homens a mensagem e a graça de Cristo, mas também em penetrar e atuar com o espírito do Evangelho as realidades temporais. Por este motivo, os leigos, realizando esta missão da Igreja, exercem o seu apostolado tanto na Igreja como no mundo, tanto na ordem espiritual como na temporal. Estas ordens, embora distintas, estão de tal modo unidas no único desígnio divino que o próprio Deus pretende reintegrar, em Cristo, o universo inteiro, numa nova criatura, dum modo incoativo na terra, plenamente no último dia. O leigo, que é simultâneamente fiel e cidadão, deve sempre guiar-se, em ambas as ordens, por uma única consciência, a cristã.





O apostolado para a evangelização e santificação do mundo







6. A missão da Igreja tem como fim a salvação dos homens, a alcançar pela fé em Cristo e pela sua graça. Por este motivo, o apostolado da Igreja e de todos os seus membros ordena-se, antes de mais, a manifestar ao mundo, por palavras e obras, a mensagem de Cristo, e a comunicar a sua graça. Isto realiza-se sobretudo por meio do ministério da palavra e dos sacramentos, especialmente confiado ao clero, no qual também os leigos têm grande papel a desempenhar, para se tornarem «cooperadores da verdade» (3 Jo. 8). É sobretudo nesta ordem que o apostolado dos leigos e o ministério pastoral se completam mutuamente. Inúmeras oportunidades se oferecem aos leigos para exercerem o apostolado de evangelização e santificação. O próprio testemunho da vida cristã e as obras, feitas com espírito sobrenatural, têm eficácia para atrair os homens à fé e a Deus; diz o Senhor: «Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, de modo que vejam as vossas boas obras e dêem glória ao vosso Pai que está nos céus» (Mt. 5, 16).Este apostolado, contudo, não consiste apenas no testemunho da vida; o verdadeiro apóstolo busca ocasiões de anunciar Cristo por palavra, quer aos não crentes para os levar à fé, quer aos fiéis, para os instruir, confirmar e animar a uma vida fervorosa; «com efeito, o amor de Cristo estimula-nos» (2 Cor. 5, 14); e devem encontrar eco no coração de todos aquelas palavras do Apóstolo: «ai de mim, se não prego o Evangelho» (1 Cor. 9,16) (1).E dado que no nosso tempo surgem novos problemas e se difundem gravíssimos erros que ameaçam subverter a religião, a ordem moral e a própria sociedade humana, este sagrado Concílio exorta ardentemente os leigos a que, na medida da própria capacidade e conhecimentos, desempenhem com mais diligência a parte que lhes cabe na elucidação, defesa e reta aplicação dos princípios cristãos aos problemas de nosso tempo, segundo a mente da Igreja.






CAPÍTULO IV



AS VÁRIAS FORMAS DO APOSTOLADO





Introdução: apostolado individual ou associado





15. Os leigos podem exercer a sua ação apostólica "quer como indivíduos quer unidos" em diversas comunidades e associações.







Necessidade e natureza do apostolado individual






16. O apostolado individual que deriva com abundância da fonte de uma vida verdadeiramente cristã (cfr. Jo. 4,14), é origem e condição de todo o apostolado dos leigos, mesmo do associado, nem nada o pode substituir. A este apostolado, sempre e em toda aparte proveitoso e em certas circunstâncias o único conveniente e possível, são chamados e, por isso, obrigados todos os leigos, de qualquer condição; ainda que não se lhes proporcione ocasião ou possibilidade de cooperar nas associações. São muitas as formas de apostolado pelas quais os leigos edificam a Igreja, santificam o mundo e o vivificam em Cristo. A forma peculiar do apostolado individual, e sinal muito acomodado também aos nossos tempos, porque manifesta Cristo vivo nos seus fiéis, é o testemunho de toda a vida laical que flui da fé, esperança e caridade. Porém, pelo apostolado da palavra, em certas circunstâncias absolutamente necessário, os leigos anunciam a Cristo, expõem a sua doutrina, difundem-na segundo a sua própria condição e capacidade, e professam-na com fidelidade. Além disso, como cidadãos deste mundo, os leigos, ao cooperarem na construção e governo da ordem temporal, devem, na vida familiar, profissional, cultural e social, buscar, à luz da fé, normas de ação mais elevadas e manifestá-las aos outros oportunamente, conscientes de que assim se tornam cooperadores de Deus criador, redentor e santificador, e Lhe dão glória. Finalmente, vivifiquem os leigos a sua vida com a caridade e mostrem-no por obras na medida do possível. Lembrem-se todos que pelo culto público e pela oração, pela penitencia, pelos trabalhos e livre aceitação das agruras da vida; pelas quais se conformam a Cristo paciente (cfr. 2 Cor. 4,10; Col. 1,24), podem atingir todos os homens e contribuir para a salvação de todo o mundo.







O apostolado individual em circunstâncias especiais





17. Este apostolado individual é urgentemente necessário naquelas regiões em que a liberdade da Igreja é gravemente impedida. Nestas circunstâncias dificílimas, os leigos, suprindo, na medida do possível, o sacerdote, põem em risco a própria liberdade e, às vezes, a vida. Ensinam aos que os cercam a doutrina cristã, formam-nos na vida religiosa e na mentalidade católica, induzem-nos a frequência dos sacramentos e fomentam a piedade, sobretudo a eucarística. O sagrado Concílio dá graças do fundo do coração a Deus que não deixa de suscitar, também em nossos dias, leigos de fortaleza heróica no meio das perseguições, e abraça-os com afeto paterno e ânimo agradecido. O apostolado individual tem especial campo de ação nas regiões onde os católicos são poucos e dispersos. Os leigos, que exercem nelas só apostolado individual pelas causas acima mencionadas ou por razões especiais, mesmo nascidas da própria atividade profissional, reunam-se oportunamente para dialogar em grupos menores, sem forma estrita de instituição ou organização, de modo que sempre se manifeste aos outros o sinal da comunidade da Igreja como verdadeiro testemunho de amor. Deste modo, pela amizade e pela comunicação de experiências e com a , ajuda espiritual mútua, fortalecem-se para superar as dificuldades da vida e da ação demasiado isolada e produzir mais abundantes frutos de apostolado.








33. Por isso, o sagrado Concílio pede instantemente no Senhor a todos os leigos que respondam com decisão de vontade, ânimo generoso e disponibilidade de coração à voz de Cristo, que nesta hora os convida com maior insistência, e ao impulso do Espírito Santo. Os mais novos tomem como dirigido a si de modo particular este chamamento, e recebam-no com alegria e magnanimidade. Com efeito, é o próprio Senhor que, por meio deste sagrado Concílio, mais uma vez convida todos os leigos a que se unam a Ele cada vez mais intimamente, e sentindo como próprio o que é d'Ele (cfr. Fil. 2,5), se associem à Sua missão salvadora. É Ele quem de novo os envia a todas as cidades e lugares aonde há-de chegar (cfr. Lc. 10,1); para que, nas diversas formas e modalidades do apostolado único da Igreja, se tornem verdadeiros cooperadores de Cristo, trabalhando sempre na obra do Senhor com plena consciência de que o seu trabalho não é vão no Senhor (cfr. 1 Cor. 15,28).






III - DEFENDEMOS QUE JESUS E OS APÓSTOLOS "NÃO FUNDARAM UM MOVIMENTO TOLERANTE E ECUMÊNICO ABERTO ÀS DOUTRINAS DO FARISAÍSMO, SADUCEÍSMO, E PAGANISMO”, MAS, ROMPERAM COM ELES!













O “Concílio de Jerusalém (Atos 15)”, provavelmente no ano 52, marca o primeiro ato concreto e de fato, de independência da nova Igreja Cristã em relação ao Judaismo. Sob o impulso das decisões deste primeiro Concílio da Igreja, os "cristãos-gentios" são dispensados de certas exigências da Lei, como a circuncisão, comer certos alimentos e não mais obrigar-se a algumas práticas próprias do Judaísmo. O cristianismo por caminhos próprios e independente dos Judeus, que passam a persegui-los, universaliza-se. 






     (Mateus 23, mostra um Jesus nada ecumênico e nem Politicamente Correto)

 




Jesus foi combativo aos erros de seu tempo, e os denunciou claramente sem meias verdades para não ofender aos outros. Quando precisou ser duro, foi duro! Jesus ORDENOU aos Apóstolos: “Ide e ensinai”, Jesus não mandou: “Ide e dialogai”, ou Ide e sede evangelizados. Os portadores da Boa Nova somos nós os Cristãos! Cristo condenou o caminho largo, com facilidades e disse que seguíssemos o caminho estreito do combate e da incompreensão. Ele nos disse: No mundo tereis tribulações, mas coragem!




IV - A IGREJA CATÓLICA "NÃO TEM PARTIDO POLÍTICO"











E repetimos que: "como Católicos, somos contra a esquerda, contra a direita, e contra o centro quer na desgraçada e corrupta política civil, quer na política eclesiástica, que também não vive na graça de Deus, quando assume ideologias não Cristãs. Somos simplesmente Católicos Apostólicos Romanos. Por isso somos contra todas as heresias e erros de esquerda e de direita, tanto do Comunismo, como do Capitalismo selvagem.







 








No Socialismo Maquiavélico: Os Fins Justificam os meios, e desta forma fazem do criador dessa premissa Nicolau Maquiavel, “um Santo”. Comunismo e o Cristianismo são fundamentalmente incompatíveis. Um cristão autêntico nunca poderá ser um comunista autêntico, porque as duas filosofias são antitéticas e não há dialética lógica nem de princípios, meios e fins que possam reconciliá-las. Porquê?




1)- Primeiro, porque o Comunismo se baseia numa visão materialista e humanista da história e da vida. 





2)- Segundo a teoria comunista, não é a inteligência nem o espírito que decidem do universo, mas apenas a matéria; esta filosofia é declaradamente secularista e ateísta. Para ela, Deus é um simples mito criado pela imaginação; a religião, um produto do medo e da ignorância; e a Igreja, uma invenção dos governantes para controlarem as massas. O Comunismo, tal como o Humanismo, mantém, além disto, a grande ilusão de que o homem pode salvar-se sozinho, sem a ajuda de qualquer poder divino, e iniciar uma nova sociedade, eis um de seus poemas:




“Luto sozinho, e vença ou morra,
não preciso de ninguém que me liberte!
Não quero nenhum Cristo que me diga
que morreu por mim!”





Ateísmo frio, permeado de materialismo, assim é o Comunismo que não admite Deus nem Cristo. No centro da fé cristã está a afirmação de que existe um Deus no Universo, base e essência de toda a realidade. Ser de infinito amor e de poder ilimitado, Deus é o criador, o defensor e o conservador de todos os valores. O Cristianismo, ao contrário do materialismo ateu do Comunismo, afirma um idealismo teísta, e não ateísta.A realidade não pode explicar-se por matéria em movimento ou tensão de forças econômicas opostas. O Cristianismo afirma que existe um Coração maior, um Pai extremoso que trabalha através da História para a salvação dos seus filhos. O homem não pode salvar-se a si próprio porque não é ele a medida de todas as coisas e o ESTADO não é Deus. Preso pelas cadeias do seu próprio pecado e das suas próprias limitações, o homem necessita dum Salvador.












3)- Em terceiro lugar, o Comunismo assenta num relativismo ético e não aceita absolutos morais estabelecidos. O bem ou o mal são relativos aos métodos mais eficientes para o desenvolvimento da luta de classes. O Comunismo emprega a terrível filosofia de que os fins justificam os meios. Apregoa pateticamente a teoria duma sociedade sem classes, mas, infelizmente, os métodos que emprega para realizar esse nobre intento são quase sempre ignóbeis. A mentira, a violência, o assassinato e a tortura são considerados meios justificáveis para realizar esse objetivo milenário de um messianismo terreno. Será isto uma acusação falsa? Atentemos para  as palavras de Lênim, o verdadeiro estrategista da teoria comunista na Rússia: “Devemos estar prontos à empregar o ardil, a fraude, a ilegalidade, a verdade encoberta, ou incompleta”. A História moderna tem passado por muitas noites de agonia e por muitos dias de terror por causa desta opinião ter sido tomada a sério por muitos dos seus discípulos (inclusive no Brasil).A contrastar com o relativismo ético do Comunismo, o Cristianismo estabelece um sistema de valores morais absolutos e afirma que Deus colocou dentro da própria estrutura deste universo certos princípios morais, fixos e imutáveis. O imperativo do amor é a norma de todos os atos do homem e o autêntico cristianismo recusa-se também a seguir a filosofia dos fins que justificam os meios.Os meios, quando destrutivos, nunca podem construir seja o que for, porque os meios são a representação do ideal na realização e na confirmação do objetivo pretendido. Os meios imorais não podem conseguir os fins morais, porque os fins já pré-existem nos meios.











4)- E por fim, em quarto lugar, o Comunismo atribui o máximo valor ao Estado; o homem é feito para o Estado, em vez do Estado para o homem. Poderão objetar que o Estado, na teoria comunista é uma “realidade intermediária” que “desaparece” quando emergir a sociedade sem classes. Em teoria, isto é verdade; mas também é verdade que, enquanto o Estado se mantém, é ele a finalidade. O homem é o meio para esse fim e não possui quaisquer direitos inalienáveis; os únicos que possui derivam ou são-lhe conferidos pelo Estado. A nascente das liberdades secou sob um tal regime. Restringe-se no homem a liberdade da imprensa e da associação, a liberdade de voto e a liberdade de ouvir ou de ler. Arte, religião, educação, música ou ciência, tudo depende do Estado, e o homem é apenas o servo dedicado do Estado onipotente.Tudo isto não só é contrário à doutrina de Deus, como também à valorização cristã do homem. O Cristianismo insiste que o homem é um fim porque é filho de Deus, criado à sua imagem e semelhança. O homem é mais do que um animal reprodutor dirigido pelas forças econômicas; é um ser com alma, coroado de glória e de honra, dotado de liberdade. A maior deficiência do Comunismo está em tirar ao homem exatamente a qualidade que faz dele um homem. Diz Paul Tillich que “o homem é homem porque é livre; e essa liberdade traduz-se na capacidade que tem de deliberar, decidir e reagir.” No Comunismo, a alma do indivíduo está amarrada pelas cadeias do conformismo, e o espírito pelas algemas da obediência ao partido. Despojam-no da consciência e da razão. O mal do Comunismo está em não ter uma teologia nem uma Cristologia; revela assim uma antropologia muito confusa, tanto acerca de Deus, como acerca do homem.Apesar dos discursos brilhantes sobre o bem-estar das massas, os métodos do Comunismo e a sua filosofia despem o homem da sua dignidade e do seu valor, reduzindo-o à despersonalização duma simples roda na engrenagem do Estado.Tudo isto, claro, sai fora da harmonia do pensamento cristão. Não procuremos enganar-nos: estes sistemas de idéias são por demais contraditórios para poderem reconciliar-se. São maneiras totalmente opostas de encarar o mundo e a sua evolução. Temos obrigação, como Cristãos, de rezar sempre pelos comunistas, mas nunca poderemos, como verdadeiros cristãos, tolerar a filosofia do Comunismo.Há, contudo, no espírito e na ameaça do Comunismo alguma coisa que nos diz respeito. O falecido Arcebispo de Cantuária, William Temple, considerava o Comunismo como uma heresia cristã. Queria significar com isso que algumas das verdades de que o Comunismo se apossou são parte integrante da doutrina cristã, embora misturadas com teorias e práticas que nenhum cristão pode aceitar.A teoria do Comunismo, mas não decerto, a prática, incita-nos a preocuparmo-nos unicamente e exclusivamente com a justiça social, econômica e imanente,como se o ser humano se reduzisse apenas a isso, em detrimento de toda e qualquer dimensão existencial, e ou transcendental. Com todas as suas falsas assunções e com todos os seus métodos cruéis, o Comunismo surgiu como um produto contra as injustiças e indignidades infligidas sobre os desprivilegiados.O Comunismo, na teoria, insiste numa sociedade sem classes. Embora o mundo saiba através de tristes experiências que o Comunismo criou classes novas (os  dirigentes e seus asseclas) pior e mais cruel do que a classe que a revolução derrubou, e um novo Código de injustiça, na sua formulação teórica prevê uma sociedade mundial que transcenda as futilidades da raça ou da cor, da classe ou da casta.














Teoricamente, para pertencer ao partido comunista não é exigida a cor de pele dum homem nem o tipo do sangue que lhe corre nas veias, mas exige sua adesão inquestionável à ideologia e ao governo sob esta doutrina ideológica. Os Cristãos são obrigados a reconhecer todo ou qualquer interesse apaixonado pela justiça social. Esse interesse é fundamental na doutrina cristã da Paternidade de Deus e da fraternidade dos homens. Nunca nenhum doutrinador comunista expressou uma tal paixão pelos pobres e pelos oprimidos, como a que encontramos no Manifesto de Jesus quando afirma: “O Espírito do Senhor está sobre Mim pelo que Me ungiu; e enviou-Me para anunciar a boa-nova aos pobres, para sarar os contritos de coração, para anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da vista; para pôr em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor” (Lucas 4, 18-19). Os cristãos também são intimados a reconhecer esse ideal de unidade, num mundo onde sejam abolidas todas as barreiras da casta ou de cor. O Cristianismo em sua essência repudia o racismo. O amplo universalismo centrado no evangelho torna moralmente injustificável a injustiça racial tanto na teoria como na prática. O preconceito rácico é a negação flagrante da nossa unidade em Cristo, porque em Cristo não há judeu ou gentio, cativo ou livre, preto ou branco. Apesar da nobreza das afirmações cristãs, nem sempre a Igreja tem demonstrado um grande interesse pela justiça social de forma mais concreta e eficaz. Tão preocupada tem estado com a felicidade futura “do além”, que se tem, por vezes, esquecido dos males presentes “cá da terra”. Mas a Igreja é também desafiada a mostrar toda a importância do Evangelho de Cristo dentro da situação social. É tempo já de perceber que existem dois rumos no Evangelho Cristão. Um, onde se procura transformar a alma dos homens e promover assim a sua união com Deus; outro, em que se tenta modificar as suas condições de vida a fim de que as suas almas tenham possibilidades de salvação. Toda a religião que manifeste preocupação pelas almas sem se preocupar com as condições econômicas e sociais que as destroem ou abafam, é apenas, como dizem os marxistas, uma espécie de “ópio do povo”. Também a honestidade nos obriga a admitir que nem sempre a Igreja foi fiel à sua missão na questão da justiça racial; nesse campo, falhou perante Cristo. A Igreja Holandesa da Reforma Protestante é ainda hoje uma das principais defensoras do vicioso sistema do apartheid na África do Sul. Perante o desafio comunista, devemos examinar honestamente a fraqueza do capitalismo tradicional, e forçoso admitir sinceramente que o capitalismo cria, na maioria dos casos, um abismo entre a riqueza supérflua e a miséria abjeta assim como as condições que permitem ir tirar a muitos o que lhes é indispensável para dar a alguns o luxo de que usufruem, e que cultiva a mesquinhez dos homens, tornando-os frios e inconscientes, a ponto de ficarem, como o homem rico diante de Lázaro, indiferentes perante a humanidade sofredora e necessitada. Apesar das reformas sociais permitidas pelo capitalismo americano a fim de se reduzirem tais tendências, ainda falta realizar muita coisa. Deus quer que todos os seus filhos gozem de condições básicas para uma vida sã e significativa. É, com certeza, pouco cristão e pouco ético, refastelarmo-nos em camas fofas e luxuosas, enquanto outros se afundam na mais negra miséria.O lucro, quando é a base única dum sistema econômico, estimula a competição brutal e a ambição egoísta, e instiga os homens a procurar viver bem, de preferência a realizarem uma vida. De tal maneira lhes desenvolve o seu "eu" que deixam de se interessar pelos outros. Não haverá em nós uma grande propensão para avaliarmos o êxito pelo índice dos vencimentos ou pela potência do motor dos carros, em vez de o avaliarmos pela qualidade do nosso serviço ou da nossa solidariedade em relação aos outros? O Capitalismo pode levar a um materialismo prático tão prejudicial como o materialismo teórico dos comunistas. Admitamos honestamente que, nem o capitalismo tradicional, nem o marxismo contêm a verdade; ambos representam apenas uma verdade parcial.





(Credo Reacionário)





Historicamente, o capitalismo falhou no discernimento da verdade no empreendimento coletivo, assim como ao Marxismo faltou o discernimento da verdade no empreendimento individual. O Capitalismo do século dezenove não soube perceber que a vida é social, e o marxismo não soube ver, nem ainda o sabe que a vida é individual e social. O Reino de Deus não é a tese do empreendimento individual nem a antítese do empreendimento coletivo; é a síntese que reconcilia a verdade de ambos. Somos ainda desafiados a dedicar as nossas vidas à causa de Cristo, pelo menos, tanto como os comunistas dedicam as deles ao Comunismo. Nós, que não podemos aceitar nem o credo e nem a práxis dos comunistas, mas temos de reconhecer neles o zelo e a dedicação a uma causa que consideram capaz de criar um mundo melhor.Possuem determinação e propósito, e trabalham apaixonada e assiduamente na conquista de adeptos para a sua causa. Quantos Cristãos estarão empenhados em conseguir novos adeptos para Cristo? Nem o zelo por Cristo nem o interesse pelo seu Reino são muito correntes.Para muitos cristãos, o Cristianismo é uma atividade dominical que à segunda-feira deixa de interessar, e a Igreja pouco mais do que um local de reuniões sociais, com um certo tom religioso. Jesus representa para nós um símbolo antigo ao qual nos dignamos chamar Cristo, e nas nossas vidas inconsistentes não o manifestamos nem o reconhecemos. Se ao menos a chama dos corações de todos os cristãos ardesse com a mesma intensidade daquela que arde nos corações comunistas! Não será pelo nosso zelo cristão que o Comunismo ainda se mantém tão vivo no mundo?




Entreguemo-nos de novo à causa de Cristo com Parresia! E procuremos readquirir o espírito da Igreja primitiva! 




Por toda a parte por onde andaram, os cristãos eram as testemunhas triunfantes de Cristo; ou nas ruas das aldeias, ou nas cadeias das cidades, proclamavam sempre abertamente a boa-nova do Evangelho.E a recompensa que geralmente recebiam por esse audacioso testemunho era a cruciante agonia num covil de feras ou o sofrimento pungente do martírio. Mas, mesmo assim, consideravam a sua causa tão grande, e tão divina a transformação operada pelo Salvador, que o sacrifício lhes parecia pequeno. Quando chegavam a uma cidade, a estrutura do poder ficava abalada; o Novo Evangelho que anunciavam trazia um novo calor primaveril a homens cuja vida até então se endurecera ao longo inverno do tradicionalismo. Incitavam os homens a revoltar-se contra os antigos regimes de injustiça e contra as velhas estruturas da imoralidade. Quando as autoridades se opunham, esse povo extraordinário, embriagado pelo vinho da graça de Deus, prosseguia na proclamação do Evangelho até convencer a própria gente da casa de César, até que os carcereiros atirassem fora as chaves, até que os reis vacilassem nos seus tronos. Onde existe atualmente um tal fervor? Onde haverá hoje essa entrega audaz e revolucionária à causa de Cristo?Estará oculta atrás de cortinas de fumo ou dos altares? Estará enterrada no túmulo a que chamamos respeitabilidade? Estará inextricavelmente ligada a um inaudito statu quo, ou prisioneira nas celas rígidas dos hábitos e das regras? Temos de despertar de novo essa devoção; temos de entronizar Cristo outra vez nas nossas vidas.Esta será a nossa melhor defesa contra o Comunismo. A guerra não é solução; nunca o Comunismo será destruído por bombas atômicas ou armas nucleares. Não nos aliemos aos que reclamam a guerra e procuram, com desenfreada paixão, forçar os Estados Unidos a abandonarem as Nações Unidas. Vivemos numa época em que os cristãos têm de demonstrar uma sensatez prudente e um raciocínio calmo. Não devemos apelidar de comunista ou de pacifista todo aquele que reconhece não serem o histerismo e o ódio a resolução para os problemas dos nossos dias. 










Não nos empenhemos num anticomunismo negativo, e procuremos antes afirmar uma confiança positiva na democracia, compreendendo que a nossa maior defesa contra o Comunismo será a de tomar uma ofensiva entusiástica a favor da verdadeira justiça e do direito integral (ou seja, o perfeito equilíbrio entre direitos e deveres). 










Depois de bem expressa a condenação da filosofia comunista, devemos empreender ainda uma ação positiva, tentando remover as condições da pobreza, da insegurança, da injustiça e da descriminação racial, que são o terreno propício para o crescimento e desenvolvimento da semente do Comunismo; esta só medra quando as portas das oportunidades se fecham, ou as aspirações humanas são abafadas.










Como os primeiros cristãos, temos de caminhar, num mundo muita vez hostil, armados com o revolucionário evangelho de Jesus Cristo. Com ele, podemos desafiar audaciosamente o status quo e as práticas injustas, abreviando o tempo em que: “todo o vale seja entulhado toda a montanha e colina sejam abaixadas os cimos sejam aplainados e as escarpas sejam niveladas e então a glória de Deus manifestar-se-á”. (Isaías 40,4-5)
 










A dificuldade da nossa resposta ao incitamento e a nossa sublime oportunidade será a de criarmos um autêntico mundo cristão que testemunhe o espírito de Cristo! Se aceitarmos o desafio com dedicação e valor, os sinos da História destruíram o Comunismo e poderemos construir um mundo livre para a democracia e seguro para o povo de Cristo!















V - NÃO OBJETIVAMOS A POLÊMICA PELA POLÊMICA, MAS A "AUTÊNTICA APOLOGÉTICA CATÓLICA" (A DEFESA DA FÉ)!



 

ISTO É A "VÃ DISCUSSÃO" A SER EVITADA: 



Tito 3,9: Evita, no entanto, todo tipo de questões tolas, genealogias, discórdias e discussões inúteis a respeito da Lei, porquanto essas contendas são vazias e sem valor...”



II Tim 2,23-26: E rejeita as questões insensatas e improdutivas, sabendo que geram apenas discussões..."




QUAL É A VERDADEIRA APOLOGÉTICA REVELADA NAS ESCRITURAS?







 


 


1 Pedro 3,14-16: Todavia, ainda que venhais a sofrer porque viveis em justiça, sereis felizes. Não vos atemorizeis, portanto, por causa de ameaças, nem mesmo vos alarmeis. Antes, reverenciai a Cristo como Senhor em vosso coração, estando sempre preparados para responder a qualquer pessoa que vos questionar quanto à esperança que há em vós. Contudo, fazei isso com humildade e respeito, conservando boa consciência, de tal maneira que os que falam com malignidade contra o vosso bom comportamento, pelo fato de viverdes em Cristo, fiquem envergonhados de suas próprias calúnias...”



II Tim4,1-5: Diante de Deus e do Cristo Jesus que vai julgar os vivos e os mortos, eu te peço com insistência, pela manifestação de Cristo e por seu reinado: proclama a Palavra, insiste oportuna ou inoportunamente, convence, repreende, exorta, com toda a paciência e com a preocupação de ensinar. Pois vai chegar um tempo em que muitos não suportarão a sã doutrina, mas conforme seu gosto se cercarão de uma série de mestres que só atiçam o ouvido. E assim, deixando de ouvir a verdade, eles se desviarão para as fábulas. Tu, porém, vigia em tudo, suporta as provações, faze o trabalho de um evangelista, desempenha bem o teu ministério...”



II Tim 2,23-26: "Ao servo do Senhor não convém discutir, mas sim, ser amável para com todos, capacitado para ensinar, paciente. Deves saber corrigir com mansidão os que se te opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda o arrependimento, conduzindo-os ao pleno conhecimento da verdade, para que dessa maneira retornem ao bom senso e se livrem da armadilha do Diabo, que os capturou, a fim de agirem conforme a sua vontade...”

 




APROFUNDAMENTO TEOLÓGICO


 


Alguns baseados em sua própria achologia, dizem de forma  completamente equivocada, que o Vaticano II proibiu e mandou não mais fazer apologética, que agora a onda é todo mundo andar de mãos dadas em nome do amor... Ahhh o amor!!! Mas qual a amor? O de Deus? Ou, o depravado amor humano?...Hoje em dia não há palavra mais desgastada que a palavra amor. Hoje, o amor significa "tô afim", significa apenas desejo momentâneo e meramente genital. Os membros do Estado Islâmico dizem que "amam" matar os infiéis, os drogados "amam" as drogas, os defensores do casamento gay dizem que os gays podem se casar porque "se amam". Os defensores da poligamia  também querem se casar, porque se amam. Daqui a pouco os defensores do incesto, da Zoofilia e da pedofilia dirão o mesmo. A  palavra "amor" deveria sofrer uma moratória, fosse apenas usada com o mesmo respeito que os judeus usam a palavra Deus (no tetragrama YWHW). Eles têm medo de falar a palavra Deus, por receio de usar a palavra em vão. Deveríamos hoje também reverenciar a palavra AMOR, pois o mundo hoje "ama" os pecados e odeia as virtudes. 







Ora, o ecumenismo como “todos CONCÍLIOS ECUMENICOS DA IGREJA”, é um diálogo para conhecer e se definir o que não é ensino Cristão!

 

 



-Para mudar nossa linguagem no acidental quando isso prejudica sua conversão.



-Para removermos preconceitos de ambos os lados. 



-Para sermos sinceros e reconhecermos os que estão no erro. 



-Para termos um debate maduro e transparente, tendo em vista trazer os que se desviaram da Sã doutrina da salvação de volta. 



-E nesse sentido, o diálogo ecumênico não deixa de ser um modo de fazer apologética, ou seja, juntos defender a autêntica fé apostólica.





Alguma mudança pode ser feita na forma, JAMAIS no conteúdo!

 



A Igreja não rejeitou nem jamais rejeitará a verdade de que é a única sociedade espiritual e visível fundada por Jesus Cristo para a salvação dos homens, fora da qual não há salvação. Um dos motivos pelos quais alguns setores não aceitam a Apologética é porque acham que queremos praticá-la ou ressuscitá-la tal como se praticava antes do Concílio Vaticano II, onde, em certos casos, era muito racional, combativa, triunfalista e puro monólogo, onde se pretendia apenas vencer, derrotando o adversário no debate. Ademais, é vista como contrária ao ecumenismo. A verdade é que atualmente, em muitos países, está se praticando uma nova Apologética, segundo uma perspectiva incorporada na visão teológica do Vaticano IIVejamos abaixo algumas das suas principais características, observando como estamos certos em promover a importância de uma nova Apologética em todas as áreas pastorais, conforme nos ensina o sagrado magistério da Igreja.

 


 

A NOVA APOLÉGICA NO MAGISTÉRIO PETRINO DO CONCÍLIO VATICANO II:

 

 



1)- “Surge da vivência do sacramento da confirmação, pelo qual somos enriquecidos com o Espírito Santo para sermos testemunhas de Cristo e difundir e defender a fé com obras e palavras...” (Catecismo da Igreja, § 1285).



2)- “Aparecendo na nossa época novos problemas e grassando gravíssimos erros que ameaçam inverter profundamente a religião, a ordem moral e a própria sociedade humana, este S. Sínodo exorta de coração todos os leigos, conforme a capacidade intelectual e a formação de cada qual, que, segundo a mente da igreja, assumam mais conscienciosamente as suas responsabilidades no aprofundamento dos princípios cristãos, na sua defesa e na adequada aplicação dos mesmos aos problemas de nossa época” (Decreto do CONCÍLIO VATICANO II “APOSTOLICAM ACTUOSITATEM” Nº 6 - SOBRE O APOSTOLADO DOS LEIGOS).



3)- “Fortalece a identidade do católico e, ao mesmo tempo, deixa-o aberto aos valores e elementos de santidade existentes fora do âmbito eclesial visível...” (Unitatis Redintegratio nº 3).



4)- “Surge como disciplina, mas dentro do conjunto teológico...” (Pastores Dabo Vobis nº 51).



5)- “Não vê apenas o erro no outro, mas ao mesmo tempo se autocritica e descobre no outro os sinais dos tempos...” (Ut Unum Sint nº 34).



6)- “Une o valor do testemunho com a necessidade do anúncio explícito do Evangelho...” (Evangelii Nuntiandi nº 22).



7)- “Não é triunfalista, mas anúncio profético de uma verdade proposta e penetra na alma pela própria força da verdade, com suavidade e firmeza...” (Ut Unum sint nº 3).



8)- “É complementada com o ecumenismo, já que entre ambas as linhas pastorais não há oposição mas complementariedade. O Ecumenismo visa restabelecer a unidade com os que se afastaram (Unitatis Redintegratio) e a Apologética visa preservar a unidade dos que estão na Igreja (Unitatis Praeservatio).”

 

 

DO MAGISTÉRIO DOS BISPOS EM COMUNHÃO COM O MAGISTÉRIO PETRINO:


 

 

1)- “Não é contrária às seitas e nem lhes é favorável. Busca instruir, com serenidade, sobre as características e diferenças das diversas seitas e oferece respostas às injustas acusações que fazem contra a Igreja...” (cfr. Documento de Santo Domingo, CELAM, nº 146).

 

 

 

 

2)- “Apologética renovada, que não busca contender ou condenar, mas fortalecer a fé do católico, capacitando-o a dar as razões da sua esperança...” (cfr. “O compromisso pastoral da Igreja frente às seitas”, Comissão Doutrinária da Conferência Episcopal Mexicana, nº 55).

 

 

 

 

3)- “Defende e promove, por sua vez, a riqueza espiritual que o Senhor nos deixou, já que apenas na Igreja católica se encontra a plenitude dos meios de salvação estabelecidos por Jesus Cristo...” (cfr. Sínodo de América nº. 282).



 

 

4)- “Desenvolve, principalmente, toda uma obra de pastoral preventiva...” (cfr. “O compromisso pastoral da Igreja frente às seitas”, Comissão Doutrinária da Conferência Episcopal Mexicana, nnº 61 e 70).





 

 

5)- APOLOGÉTICA NO DOCUMENTO DE APARECIDA: O Documento final apresenta a exigência compromisso missionário de toda a comunidade. Ela sai ao encontro dos afastados, interessa-se por sua situação, a fim de ré encantá-los com a Igreja e convidá-los a novamente se envolverem com ela (Documento de Aparecida, 2007, n. 226). Ir ao encontro dos católicos afastados, que não professam a fé, pois estes seriam os mais vulneráveis ao proselitismo pentecostal. Por esse motivo faz-se necessário reabilitar a autentica apologética que faziam os pais da Igreja como explicação da fé (Documento de Aparecida, 2007, n. 229). Apologética é a defesa argumentativa da fé comprovada pela razão e não como confronto. Seria o esforço do discurso de esclarecimento e defesa dos dogmas e princípios católicos perante os diversos credos e Igrejas, na América Latina, um método usado como arma defensiva (não de ataque) diante do avanço do proselitismo das seitas.

 




ATENÇÃO! Esta é a "Nova Apologética" pós conciliar que propomos e promovemos no Apostolado Berakash, em consonância com o Magistério da Igreja!





 







Só que, além dessa conclusão que se chega por uma interpretação sistemática de seus documentos, o Vaticano II foi além, e mandou explicitamente que se defendesse a fé, junto do trabalho de dialogar:



1)- A Constituição Dogmática Lumen Gentium , por exemplo, exorta os bispos para que “com vigilância afastem os erros que ameaçam seu rebanho” (n. 25a). Em outro trecho, o mesmo documento diz que os fiéis leigos têm o dever de “difundir e defender a fé” (n. 11a).

 

 

 

2)- Por sua vez, o Decreto Optatam Totius, determina que as matérias teológicas ensinadas nos seminários sejam ministradas de tal forma que os alunos “possam anunciá-las, expô-las e defendê-las no ministério sacerdotal” (n. 16a). 

 

 

 

3)- Até mesmo a Declaração Dignitatis Humanae , que alguns rad-trads tanto acusam de ser relativista, irenista e defensora de teses anteriormente condenadas pelo Magistério, demonstra que seu entendimento de liberdade religiosa está plenamente na esteira do sempre ensinado pela Igreja. Recorda a Declaração que o “discípulo tem o grave dever de anunciar a verdade recebida de Cristo com fidelidade e de defendê-la com coragem” (n. 14d).Ora, não seria a Dignitatis Humanae um exemplo de que o ecumenismo deveria ser o “direito ao erro”? e a consagração da tese progressista de relativização da verdade?



Parece que os que atacam o Vaticano II, ouviram até falar, mas com toda certeza, não leram seus documentos na íntegra!





O ecumenismo pedido pelo Concílio nada tem nada de Falso Irenismo. Em nenhum de seus textos defende-se o relativismo, como se todos fossem iguais ou portadores da salvação. E os documentos pós-conciliares explicitam isso, demonstrando a ortodoxa interpretação do Vaticano II, absolutamente distinta daquela professada pelos modernistas, e curiosamente, a mesma dos radicais tradicionalistas, confundindo a letra com um tal de espírito do concílio, adaptado claro, às suas conveniências. Muitos começam a ler algumas matérias deste blog e a princípio têm raiva. Depois começam a se divertir com a derrota dos sofistas e falácias dos ateus, protestantes e espíritas que por aqui aparecem. Finalmente, acabam por compreender que estamos numa luta, e como disse São Pio X a respeito de alguns católicos briguentos de seu tempo acusados de serem violentos: “Que se quereria? Que numa guerra se trocassem gentilezas? Numa guerra se dão golpes duros.” E, visando a conversão das almas e a retratação dos inimigos da Fé, tenho esperança que Deus compensará meus pecados e defeitos e abençoará o fim que viso:“Pregando a Verdade e confirmando os irmãos na verdadeira fé, com a graça de Deus construir Catedrais nas almas para que nelas possam habitar o Espírito Santo de Deus” (Pierre de Craon). Saibam amados irmãos em Cristo, que a única coisa que almejamos e desejamos, não é polemizar, mas a conversão sincera a Cristo e à sua única e verdadeira Igreja ( conf. Mateus 16,18).Só a Igreja Católica é Mãe e Mestra, porque é a única esposa de Cristo. Só a Igreja Católica ensina o amor desinteressado à verdade e às almas, sem esperar nada em troca.Se muitos hoje abraçam o protestantismo, a seitas e falsas doutrinas para os mais diversos gostos e deixam a Santa mãe Igreja, ÚNICA esposa de Cristo, e fundada por Cristo sobre PEDRO e não por homens sobre a areia, é porque o Mundo está numa decadência sem igual. O mundo está mergulhado na imoralidade e no orgulho.E é este o maior pecado de Satanás: Saber que está errado, mas não se arrepende.E esta decadência começou com Lutero, que mandava seu fiel servo Melanchton PECAR SEM REMORSO, quando dizia, em carta, escandalosamente: "Crê firmemente e peca muitas vezes!" - Dizia isso o horroroso ex-frei de Wittenberg, que casou com a ex-freira Catarina, escandalizando até os amigos mais chegados. E o mesmo herege Lutero permitiu até a bigamia do landgrave de Hesse, para não perder o apoio dos príncipes. Permitir o pecado, para poder dominar.Baixeza igual só no Império Romano decadente, que vivia da gula e da luxúria, pois já não tinha batalhas a vencer, nem reinos a conquistar. Eles já dominavam tudo com sua imoralidade e sua opulência.Nessa época os homens já não tinham Deus no coração,só pensavam em dominar as nações. Mas a Luz, que ilumina todo homem, nasceu para tirar as trevas do mundo, e os poucos que eram fiéis a Deus o receberam no presépio. Em particular a Virgem, que se fez escrava e que, por isso, foi feita Rainha, pois Deus exalta os humildes e resiste aos soberbos. (I Epístola de S. Pedro 5, 5).Portanto é  impossível levar o protestantismo a sério, porque, quem lê um folheto protestante dirigido a Igreja Católica, lamenta o baixo nível das argumentações, e acusações sempre imprecisas,sem fontes seguras, vagas, ou mesmo tendenciosas; afirmam gratuitamente sem provar as suas acusações; baseiam-se em premissas falsas, datas fictícias, ou no famoso OUVI DIZER QUE...etc.Realmente: “O Jesus dos Evangélicos não é o mesmo  Jesus dos evangelhos.”












VI – SOMOS CONSERVADORES DA MORAL E BONS COSTUMES, “SEM SERMOS CONSERVADORISTAS” DO TIPO: CEGO, ENGESSADO,FANÁTICO e EXTREMISTA!





Sou adepto do Verdadeiro Conservadorismo, este conjunto de bons valores e sentimentos herdados, esta maneira de ver o mundo e compreender a ordem social segundo uma tradição constante e correta de interpretar os acontecimentos à luz da Palavra de Deus e da Sagrada tradição sob o magistério da Igreja. Ora, segundo o grande teórico do Conservadorismo Russell Kirk, no seu Dez Princípios Conservadores, o conservador acredita na natureza humana, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, uma ordem moral que herdamos de nossos antepassados e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro, o conservador crê no valor da tradição, dos costumes, e sobre este alicerce firme assenta sua opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum.O segundo motivo é que sou católico. E como católico, sou adepto e defensor dos princípios morais fundamentais da minha religião. Creio que a Moral Católica é o melhor que há para o desenvolvimento das virtudes, para uma vida digna e para a constituição de uma ordem moral e social justa e certa. Creio piamente nos preceitos morais da Santa Madre Igreja.




Alguns "Conservadores fanáticos e de pensamento engessado" caem em um erro semelhante aos protestantes!





Os protestantes falavam da “sola Scriptura” como norma remota da Revelação e do “livre exame” como norma próxima, destruindo a Tradição e o Magistério sob o mesmo princípio.Alguns atuais Conservadores parecem que têm como norma a “sola Traditio” e, como norma próxima, o livre exame, isto é, o que eles mesmos dizem ao selecionarem as partes do magistério mais cômodas e que justifiquem sua conduta, que pertence ou não à Tradição, aplicando o mesmo princípio protestante do “livre exame” à Bíblia e ao Magistério.Por isso, estão em conflito com o que desde sempre foi o próprio coração da Tradição, que é o Primado INTEGRAL dos Papas(Do passado e do presente), desde o “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16,18), passando por Santo Inácio de Antioquia aos cristãos de Roma: “ estejam purificados de todo matiz estranho...e preside na caridade”, até o nosso atual papa, esta atual sucessão e tradição, quer queiram ou não, é legítima.E assim como, paradoxalmente, os protestantes com a “sola Scriptura” ficaram sem a Escritura integral os conservadores fanáticos , analogamente, com a “sola Traditio” ficaram sem a Tradição integral e verdadeira, mas apenas com partes dela.Ora, quem tem autoridade, dada por Cristo, para dizer que algo é ou não é de fé? Os atuais Conservadores que se arrogam tal direito ou os sucessores de Pedro?Os que estudaram este tema (Cf. F. Marín Solá. O.P., Evolución homogénea del dogma católico, Ed. BAC, Madrid),provam que é o Magistério da Igreja o que torna explícito o que estava implícito.














Além disso, deve-se dizer que esta evolução acidental não pode ser parada, já que é obra do Espírito Santo. Parece-nos que não é nenhuma proposta sábia considerar que tudo se arrumaria voltando o rito codificado por São Pio V, que a Bíblia só fosse lida em latim, que o último catecismo católico fosse o “Catecismo Romano”. Até um certo ponto acho positivo o VERDADEIRO E INTEGRAL CONSERVADORISMO, mas a partir do do momento em que vira puritanismo Cego e descamba para o extremismo excludente ,intransigência,ruptura e descontinuidade com criticas e visões parciais da realidade e da modernidade, fica completamente negativo e mutilado este mesmo conservadorismo manco.






(mudar para continuar fiel a seus princípios)





Ser conservador é estar vigilante com relação à manutenção dos bons princípios, da ética e da moral social fundamentada nos valores Cristãos. Mas ser extremista e Conservador fanático ao meu ver significa não respeitar o livre arbítrio e as liberdades individuais. Ser conservador ao extremo é não respeitar as diferenças, é ser preconceituoso com aqueles que pensam diferente, é ser ditador, é querer impor suas ideias e não a Tradição Integral da Igreja,e ainda por cima a força.Não é mal ser um bom Conservador,ao contrário, é bom resgatar valores que se perderam ao longo do tempo, mas veja bem “VALORES”. 










Digo isso, pois junto com esses valores vem muito preconceito! Preconceito esse que devemos deixar no passado, junto com tudo de ruim (e sem anacronismos) que alguns de nossos líderes como filhos de seus tempos o fizeram!












O problema do conservadorismo radical é que este trava a igreja em normas e pensamentos que não condizem mais com a nossa realidade. E se seguimos uma única igreja, não podemos ter dois discursos. O que acontece atualmente é que alguns Conservadores radicais falam uma língua e a nossa igreja outra.E entre esses dois discursos, é mais prudente ficar com o discurso “oficial”da Igreja em seu santo e sagrado magistério INTEGRAL de sempre, aliado a tradição e a palavra, do que com discursos isolados, mancos e parciais destes pseudos guardiões da sua própria Tradição,manca e não integral.Não podemos confundir opiniões pessoais dos Papas e autoridades da Igreja (Que estão sujeitas a erros e revisões) com o MAGISTÉRIO DA IGREJA, ao qual o próprio Papa e todas as autoridades da Igreja Católica são submissos. Portanto, entre opiniões pessoais e o magistério, não hesitemos em optar pelo magistério infalível e integral da Igreja, que é seguro e salvífico.”











Um problema que provoca um impacto negativo entre os fiéis católicos são os grupos tradicionais radicais (fanáticos).Tais grupos negam a autoridade do Papa Francisco, a validade da Missa de Paulo VI, a validade de canonizações, etc. Além dessas más condutas, a esses grupos só interessam atrair prosélitos para a sua “tribo”. Por conta deste RIGORISMO a pessoa acaba desenvolvendo doentios escrúpulos de consciência, um defeito de consciência que muitos já devem conhecer. A partir daí, é ladeira abaixo, a pessoa vai se cansando, vai desenvolvendo uma fadiga espiritual, pois foi colocado um fardo muito grande sobre seus ombros que nem os RAD TRAD suportam carregar. No final da história, a pessoa acaba se cansando e deixando a vivência da fé católica como um episódio passageiro na sua biografia. Por isso, procure ficar longe de tais grupos, ainda mais se você for do tipo escrupuloso, pois eles NÃO SÃO a verdadeira face da fé católica. Fuja dessa “fábrica de doentes escrupulosos” mas, não se esqueça de rezar por eles.






VII - Significado da palavra hebraica "Berakah" para nosso APOSTOLADO!













A berakah é a dinâmica da espiritualidade do Antigo e do Novo Testamento. Ela consiste em uma atitude de admiração, agradecimento e louvor da benevolência de Deus que cuida sempre de todas as suas criaturas. A palavra é traduzida no grego cristão como “eucharistia” e “eulogia”.No latim, como “benedictio” e “gratiarum actio”, e no português como “bênção” e “ação de graças”. 






A sua formulação pode ser de forma passiva: 






“Abençoa-nos Senhor nosso Deus…” 





Ou, de forma ativa: 






“Eu vos bendigo Senhor nosso Deus…”






A Berakah é testemunhada muitas vezes tanto no Antigo, quanto no Novo Testamento! Escolhemos aqui somente alguns exemplos do Novo Testamento:






1)- Jesus reza uma berakah por ter escolhido os pequeninos (Mt 11, 25-27; Lc 10, 21-22).

 

 

 

2)-Na narração da Eucaristia: “Ele tomou o pão e, tendo recitado a berakah (ação de graças), o partiu e distribuiu…” (Mc 14, 22-24).

 

 

 

3)-Na multiplicação dos pães e dos peixes: “Tomando cinco pães e dois peixes, elevou os olhos aos céus, recitou a berakah (deu graças), partiu os pães e…” (Mc 8, 6-7).

 

 

 

4)- Na ressurreição de Lázaro: “Jesus ergueu os olhos para o alto e disse a berakah (dou-te graças), porque me ouvistes…” (Jo 11, 41).

 

 

 

5) Jesus toma as crianças nos braços, recitando uma berakah” (Mc 10, 16).

 

 

 

6) A carta de S. Paulo aos Efésios 5, 18-20: “Buscai a plenitude do espírito. Falai uns aos outros com salmos, hinos e cantos espirituais, cantando e louvando o Senhor em vosso coração, sempre e por tudo, dando graças a Deus, o Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo”.

 

 

 

7) em Colossenses 3, 17: “Tudo que fizerdes de palavra ou ação, tudo fazei dando graças a Deus”.

 

 



O Cristão deve "rezar a Berakah sempre," e por tudo!

 




Diante de todas as coisas, sem exceção, o cristão deve pronunciar uma berakah, isto é, louvar a Deus e agradecê-lo, em nome de Jesus Cristo. Não existe algo que não seja uma ocasião da berakah, também as realidades negativas, como a doença e a injustiça, a tristeza e a dor, são motivos para louvar e bendizer a Deus, em vez de enclausurar-se sobre si mesmo e no desespero. A berakah é a expressão de uma inteligência transparente que vê toda a realidade sob uma nova luz e tem o poder de “fazer novas todas as coisas”. Bendizer a Deus pelo mal não é fatalismo, mas reação à sua negatividade, co-envolvendo Deus em qualquer situação vivencial. A berakah transforma o profano em sacro, os objetos em dons, e as coisas em palavras de amor. Graças à berakah, o universo torna-se um grande santuário, em que se deve penetrar, contemplando-o com amor e respeito.Desde o despertar, abrir os olhos, levantar-se, vestir-se, ficar de pé, lavar-se, comer, beber, cheirar uma flor, encontrar um amigo ou um inimigo, sair ou voltar de casa, até deitar-se; sempre e por tudo “demos graças ao Senhor nosso Deus”, porque é “coisa boa e justa”:

 

 

 

 

“Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação, dar-Vos graças sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso” (Diálogo do Prefácio).

 






Não existe coisa ou circunstância que não possa ser transfigurada/iluminada pela Berakah!

 

















“Sede bendito Senhor nosso Deus, Rei do mundo, que formastes o homem com sabedoria e criastes nele orifícios e canais… Sede bendito Senhor, que cuidais das criaturas de modo maravilhoso”.

 

 

 

 

Essa oração sobre as necessidades fisiológicas abre uma nova e importante missão ao cristão. Enquanto a cultura atual tende a banalizar as realidades vitais, como o matrimônio, o nascimento e a morte, o homem de Deus pode opor uma força nova que transforma tudo, tudo consagrando a Deus, fonte e origem, causa e razão de todas as coisas.

 





A BERAKAH define a TRÍPLICE RELAÇÃO: Com DEUS, com o mundo e com seus semelhantes:





A berakah, não somente impede que se separe DEUS do homem e do mundo, nem o homem de DEUS e do mundo, nem o mundo de DEUS e do homem, mas, mantém unido e inseparável os três pólos:

 





DEUS       -      O HOMEM        -      E O MUNDO:







1)- Em relação ao homem e ao mundo, DEUS é a fonte e a norma. Cria o homem e o mundo, e estabelece sua modalidade de usufruto e de multiplicação conforme Gen 1,28. 




2)- Em relação a DEUS e ao mundo, o homem é o intérprete e beneficiário, isto é: é o objeto da atenção Divina e destinatário dos bens da terra.




3)- Em relação a DEUS e ao homem, o mundo é DOM, isto é: sinal da benevolência Divina e DOM concreto para o homem.





Com a oração da berakah, o israelita reconhece estes três pólos, e a qualidade de suas relações, as quais interagem entre si. 
SUA EXPRESSÃO: “Sê bendito SENHOR nosso DEUS e ou: Eu te bendigo, SENHOR nosso DEUS” - Na Berakah reconhece-se a DEUS como “origem e proprietário das coisas “, o mundo como  DOM  que deve ser compartilhado, os homens como irmãos com os quais participa do único banquete da vida.Assim sendo a berakah, capta a verdadeira finalidade do mundo, e se põem como condição para a realização do REINO.EXEMPLOS: Mt.11,25-27: “Eu te louvo ó PAI, SENHOR do céu”, aqui JESUS dá graças ao PAI por ter escolhido os pequeninos como destinatários da sua revelação.A berakah é capaz de ver toda a realidade sob uma nova luz, ela é a maior das atividades, porque têm o poder de fazer novas todas as coisas conforme Apoc 21,5 - ELE é a fonte de todo o poder, o DEUS TODO PODEROSO. Reconhecer que a palavra traz vida, salvação, sabor e sentido, razão para viver, ela revela o plano do SENHOR para a sua criação. 






*Uma nota: para o judeu, toda a TORÁ é um motivo para a ocasião de berakah.  Ex.: O PACTO, O TEMPLO, A PROMESSA MESSIÂNICA, a vinda esperado do Messias, conforme CT. 8,14.
O judeu é chamado a bendizer o SENHOR diante das situações dolorosas, ou trágicas, não porque tem prazer nos sofrimentos, mas porque tem a esperança inabalável na vinda do MESSIAS, O LIBERTADOR DE ISRAEL. (neste particular, sugiro um estudo muito sincero, sem partidarismo , com o livro de ROMANOS , cap. 10 e 11.), e eles , somente por esta promessa , é que eles são capazes de fazer uma berakot, nas situações mais negativas possíveis. Nós Cristãos também somos chamados a assim proceder, em todas as situações contrárias porque, temos promessas eternas, superiores a este mundo, temos a esperança de que seremos arrebatados e livres da ira de DEUS, e uma das certezas maiores de que  JESUS nunca nos deixará , e estará conosco por todos os dias de nossa peregrinação nesta terra , através do ESPÍRITO SANTO.  Mas nos aprofundemos mais na berakah: BERAKAH E O DOM: bendizer a DEUS pelo pão é reconhecer sua paternidade, em vez de atribuí-lo ao esforço e inteligência do homem, diga-se: “o pão não é do homem, mas de DEUS”. Ao fazermos a berakah, negamos ao homem o direito de propriedade das coisas, e o atribuímos a DEUS, isto é: renunciamos a uma relação possessiva produtiva fora do próprio EU.A berakah faz uma ruptura, tira do homem o poder sobre as coisas, e as confia nas mãos de DEUS, está é a sua primeira conseqüência: a passagem do próprio centro, para DEUS. DEUS é o proprietário, o verdadeiro dono das coisas, o homem é apenas um beneficiário, está é a sua relação com as coisas criadas por DEUS. 

 

 

 

1 Coríntios 4,7: “Porque, te faz diferente? O que tens tu que antes não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?”

 

 



A Berakah nos leva agora a um outro nível de entendimento:





-A PASSAGEM DA POSSE À ACEITAÇÃO - o mundo não é do homem, mas ele pode servir-se dele. As coisas não lhe pertencem, porém ele pode habitá-la, mas: dispor-se a acolhida, renunciar a autonomia, ou o espírito de posse exige disponibilidade ao dono, isto é: a capacitação de aceitação das coisas de acordo com uma lógica de gratuidade.  A benção restitui à criatura a sua situação de Dom. Segue-se o seguinte exemplo da MIDRASH: Um diálogo de Abraão ao hospedar peregrinos ou andarilhos: Abraão os hospedava e depois que comiam e bebiam dizia-lhes: “BENDIZEI”, eles perguntavam, como?  Ele lhes respondia: dizei “Bendito seja o DEUS ETERNO porque comemos do que é seu”. Se eles aceitavam e bendiziam, comiam, bebiam e iam embora, mas se não quisessem bendizer, dizia-lhes ABRAÃO: PAGAS O QUE DEVE! Eis o sentido. A midrash diz, onde há benção, há gratuidade , onde não há , prevalece a relação de mercado : “Pagas o que deve”. Uma nota: a ausência da benção rebaixa as coisas à sombria consistência de instrumentos e de mercadoria.


 

 

-A BERAKAH E A PARTILHA: No livro de êxodo 16:14, quando os israelitas viram uma coisa miúda, granulosa ,fina como a geada da terra , disseram entre si: “que é isso?" -  MOISÉS, lhes respondeu : “é o pão que JAVÉ vos dará como alimento”, mas acrescentou Moisés  o que DEUS ordenara que cada um colhesse, o quanto bastasse para comer por uma pessoa, uma medida necessária para aquele dia , uma medida, nem mais, nem menos.  Em ÊXODO  16,19 Moisés disse-lhes: "ninguém guarde para amanhã seguinte", com isto está nos querendo dizer que: não somente não se deve TER demais , mas também, não deve haver preocupação com o dia de amanhã, POR QUE? Porque tanto o  DEMAIS, como o AMANHÃ, contradizem a LÓGICA DO DOM , e impedem a alegria de se apreciar o presente, pois existe a preocupação por ter demais, medo de ser roubado ou de perder, e acabar, e com relação a preocupar-se com o amanhã, o de não deixar nas mãos de DEUS, que é provedor, dependência diária; assim ensinou o pobre de Assis (Francisco) aos da primeira hora do carisma Franciscano.

 

 

 

 

-BERAKAH E A ALEGRIA: A oração da berakah ou da benção, além de expressar a percepção do real como dom que deve ser aceito e participado, traduz também sentimentos de alegria e bem estar. Tudo aquilo que existe, desde a folhinha de erva, até a galáxia, é a expressão da vontade criadora, e organizadora de DEUS, que transforma o caos em cosmos Gn. 1,10. Há uma alegria dupla na berakah, a alegria de saber da benevolência de DEUS, e a percepção do mundo como uma parábola de unidade e harmonia.

 

 

 

 

-A BERAKAH E A PETIÇÃO: O judeu piedoso ao orar, não louva a DEUS somente pelas suas maravilhas e por seus dons, mas também lhes suplica por suas necessidades e por suas infidelidades (ele reconhece que não pode ser fiel todo o tempo). Louvar é invocar, admirar e pedir, agradecer e suplicar, são estes dois últimos especialmente os dois pólos da prece hebraica, tanto individual como comunitária. Um exemplo, são os livros de salmos, são hinos de louvor, preces de invocação, alguns juntos, louvor e também invocações. Uma nota: a oração de louvor antecede a de petição. A oração de benção é a forma mais perfeita, e completa da prece, ela define DEUS e o HOMEM, DEUS, como aquele que cria e dá o bem, e o homem como aquele que recebe e agradece por ele. A prece da petição da forças ao pobre e ao fraco na sua caminhada neste mundo, no seu calvário. Conserva-lhes a fé em DEUS, e não deixa sucumbir em face das decepções, dá-lhe certeza do triunfo final, da bondade divina, e não o deixa desesperar diante das derrotas, visto que: o homem na sua experiência quotidiana e histórica, não faz somente a experiência do bem, mas é acossado por seu oposto: Trevas, Injustiças, opressão, pecado. Aqui nasce a prece da invocação. A prece da petição faz parte ainda de um tempo em que a nossa natureza ainda não remida, sofre devido às nossas imperfeições da alma e do corpo físico. A oração de petição começa com um louvor a DEUS, e termina também com um louvor a DEUS.

 

 

 

 

-Benção como afirmativa de Deus: O substantivo benção significa na Bíblica Hebraica BeRaKaH. BaRUK, então, significa "o abençoado". As palavras BaRUK e BeRaKaH se derivam ambas da raiz hebraica Bet-Resh-Kaf, que significa "joelho". Genuflexão e inclinação são sinais de respeito. No entendimento hebraico, não Deus abençoa a pessoa humana, mas também a pessoa humana louva (abençoa) a Deus, como isso já os Salmos expressam: Assim Te louvarei durante toda a minha vida, levantarei as mãos no Teu nome (Sl 63,5).A palavra hebraica BaRUK, daí, chega a ser um atributo que descreve Deus como a fonte de todas as bençãs. Quem profere uma bênção, expressa espanto e admiração sobre como abençoada é a ação de Deus em nos humanos. Como uma das primeiras promessas, Deus diz a Abraão "Por ti todas as gerações da terra serão abençoadas" (Gn 12,3). Bênção e maldição não só proferem um desejo, mas querem efetuar o que dizem. O efeito, porém, não funciona automaticamente como se fosse um feitiço. Depende de Deus. Enquanto a feitiçaria está sendo estritamente recusada na Bíblia, a bênção joga um papel central. A bênção promete à pessoa humana as coisas pedidas a Deus. Isso é, na Bíblia, primariamente coisa bem concreta, como descendência, fertilidade, colheita boa e bem-estar em geral. Mas também diz coisas abstratas, como paz e felicidade. Anteposta, se pronuncia pela bênção a participação na ação salvadora de Deus. É a vontade de Deus que prevalece na Beraká, e não a do homem, pois assim Cristo nos ensinou no Pai nosso:

 

 

 

“Seja feita a Vossa vontade!”

 





A Berakah é portanto, uma forma verbal de expressão e concretização do relacionamento com Deus!








Abençoar é também mais que um bom desejo ou a força de pensar positivamente. Como forma de linguagem de fé, a bênção vive da relação a Deus, recebe a força e realidade dessa, encontrando na vontade de Deus a sua margem e limites. A Berakah concede o que a fé aceita de Deus. Confiança contra toda razão como a de Abraão e de Jó, o qual, também no sofrimento, não amaldiçoa a Deus, mas O louva apesar de:

 

 

 

 

“O Senhor o deu, o Senhor o tirou; louvado seja o nome do Senhor (Jó 1,21)”

 





A ORAÇÃO DA BERAKAH: A ORAÇÃO MAIS BELA DOS JUDEUS!


 

 

 


 




“Bendito és Tu, Senhor nosso Deus! Rei do mundo que alimentas todo o mundo com tua bondade, graça, fidelidade e piedade, és Tu quem dás o pão a toda carne, porque eterna é a Tua fidelidade e na Tua grande e perene bondade não nos faltou e não nos faltará o alimento eterno e para sempre, por causa de Teu Nome grande, porque és Tu que alimentas e nutres e beneficiais a todos e dispões o alimento para todas as tuas criaturas que criaste.”

 

 

 

 

“Bendito és Tu, Senhor nosso Deus, que alimentas a todos! Nós Te confessamos, Senhor nosso Deus, da terra do Egito, e nos libertaste da casa da servidão, e por tua aliança que marcaste em nossa carne, e por tua Lei que nos ensinaste, e por teus estatutos que nos fizeste conhecer, e pela vida, a graça e a fidelidade com que nos agraciaste, e por ter comido o alimento com que nos alimentas e nos nutres perenemente a cada dia e em todo tempo e em toda hora. E, por todas essas coisas, Senhor nosso Deus, nós Te confessamos e te bendizemos: seja bendito teu Nome na boca de todo vivente perenemente, eternamente e para sempre, como está escrito: “E comerás e te saciarás e bendirás o Senhor Deus teu, pela terra boa que te deu”.(Dt 8, 10).”

 

 

 

“Bendito és Tu, Senhor, pela terra e pelo alimento. Tem, pois, piedade, Senhor nosso Deus, de Israel, teu povo, e de Jerusalém, tua cidade, e de Sião, habitação de tua glória, e do reino da casa de Davi, teu messias, e da casa grande e santa sobre a qual foi invocado o teu Nome.”

 

 

 

“Nosso Deus, Pai nosso, apascenta-nos, alimenta-nos, nutre-nos, e sustenta-nos e faze que tenhamos alento , dá-nos maneira de ter alento, Senhor nosso Deus, depressa, em todas as nossas tribulações; e te rogamos: não nos faças sentir necessidade, Senhor nosso Deus, nem das mãos que dão um dom de carne e sangue nem das mãos que dão seu empréstimo, mas só de tua mãos cheia, aberta, santa e generosa, da qual não nos envergonharemos, e pela qual não seremos confundidos eternamente e para sempre”.

 

 

 

“Nosso Deus e Deus de nossos pais, sobe, vem e junta-te e se veja agradável e seja escutada e seja considerada e seja rememorada diante de ti a memória de nós e a consideração de nós e a memória de nossos pais e a memória do Messias, filho de Davi, teu servo, e a memória de Jerusalém, tua cidade santa, e a memória de todo o teu povo, a casa de Israel; para o “resto”, para o bem, para a graça, e para a fidelidade e para a piedade, para a vida e para a paz, neste dia da festa dos ázimos; faze memória de nós, Senhor nosso Deus, nele para o bem, e considera-nos nele para a benção, e salva-nos nele para a vida, e com a palavra de salvação e de piedade sê compassivo, e faze-nos graça e tem piedade de nós e salva-nos, porque para ti são nossos olhos, porque um Deus de graça e de piedade és Tu. E reconstrói-nos Jerusalém, cidade santa, prontamente, em nossos dias. Bendito és tu, Senhor, que nos reconstróis Jerusalém (em tua piedade). Amém”.

 

 

 

 


Fonte: Livro A Missa, Pe.Humberto R. de Carvalho,Editora Salesiana,ano 2008, pgs. 13 -14.

 



VIII - NESTE APOSTOLADO DEUS NOS CONSTITUIU "ATALAIAS" DA VERDADE















Ezequiel 33,1-12: “E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, fala aos filhos do teu povo, e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um homem dos seus termos, e o constituir por seu atalaia; E, vendo ele que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo;Se aquele que ouvir o som da trombeta, não se der por avisado, e vier a espada, e o alcançar, o seu sangue será sobre a sua cabeça.Ele ouviu o som da trombeta, e não se deu por avisado, o seu sangue será sobre ele; mas o que se dá por avisado salvará a sua vida.Mas, se quando o atalaia vir que vem a espada, e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo, e a espada vier, e levar uma vida dentre eles, este tal foi levado na sua iniqüidade, porém o seu sangue requererei da mão do atalaia.A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca, e lha anunciarás da minha parte.Se eu disser ao ímpio: Ó ímpio, certamente morrerás; e tu não falares, para dissuadir ao ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniqüidade, porém o seu sangue eu o requererei da tua mão.Mas, se advertires o ímpio do seu caminho, para que dele se converta, e ele não se converter do seu caminho, ele morrerá na sua iniqüidade; mas tu livraste a tua alma.Tu, pois, filho do homem, dize à casa de Israel: Assim falais vós, dizendo: Visto que as nossas transgressões e os nossos pecados estão sobre nós, e nós desfalecemos neles, como viveremos então?Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis, ó casa de Israel?Tu, pois, filho do homem, dize aos filhos do teu povo: A justiça do justo não o livrará no dia da sua transgressão; e, quanto à impiedade do ímpio, não cairá por ela, no dia em que se converter da sua impiedade; nem o justo poderá viver pela sua justiça no dia em que pecar.”





2 Timóteo 4,1-5:  “Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por sua manifestação e por seu Reino, eu o exorto solenemente:Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina.Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos.Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para fábulas.Você, porém, seja sóbrio em tudo, suporte os sofrimentos, faça a obra de um evangelista, cumpra plenamente o seu ministério.












É a verdade e o clamor destemido que atrai! Pois o homem de todas as épocas e culturas têm sede da verdade, e está em constante busca pela verdade! Dizia Santo Agostinho:






“A busca pela verdade é a busca pelo próprio Deus, pois Deus é a verdade...”





É a Cruz de Cristo que atrai! A Quaresma no dia da veneração da Santa Cruz nos lembra isso: "Quando Eu for levantado, atrairei tudo a Mim" (João 12,32).





Quando se levanta a Cristo, e a Verdade, bem alto, Ele atrai, tudo e todos, a Si!!! Pois os homens  e especialmente a juventude são atraídos pelo heroísmo,autenticidade, e a radicalidade evangélica, nunca pela frouxidão e pela covarde complacência, ou por um pacifismo falso, que só adia a derrota para amanhã. E que recebe, já hoje, imediatamente, a vergonha do silêncio cúmplice e covarde.A paz não é a simples ausência de conflitos e guerras, já nos dizia nosso amado Papa João Paulo II.O Combate contra o reino das trevas nos faz feliz ?Sim, e não nos esqueçamos que somos Igreja Militante, e já nos lembra as escrituras: A vida do homem sobre a terra é uma luta (Jó 7, 10).A Igreja Católica é militante, e um católico que não está sempre em luta, em defesa da Fé possui uma alma tristemente aposentada, não sabe mais nem porque está nela, perdeu o sentido, entregou-se ao comodismo, está derrotado.Estes se encontram na triste situação dos acomodados e conformistas relativisados pela Ditadura do relativismo, tão combatida pelo Papa Bento XVI, conforme a comparação abaixo:




"Por que você vem tentado mudar o mundo com a verdade de Cristo, se há mais de 2000 anos não conseguiram ainda?" Resposta do verdadeiro Cristão militante: "Se eu não continuar tentando, é porque abandonei a verdade de Cristo e fui conquistado pelo mundo, e o mundo me mudou..."











Não sabe você que o Sacramento do Crisma nos faz soldados de Cristo? 




E se estamos em constante combate isto confirma que o Crisma não nos foi dado em vão, graças a Deus! E combater os inimigos de Deus e da Santa Igreja Católica nos traz enorme alegria, porque nos permite defender a Verdade católica, confirmar os  irmãos na Fé, e, muitíssimas vezes, pela Graça de Deus, e não méritos pessoais, converter inúmeras almas, graças aos argumentos que Deus põe em nossa inspiração, ou na ponta dos dedos, golpeando com verdades, contra os sofismas e as mentiras dos hereges, e as falácias que não merecem nem respostas, pois são vãs controvérsias dos inimigos de Deus e da Santa Igreja de Cristo, seria o mesmo que perder tempo discutindo sobre o a natureza dos unicórnios e duendes, ou o sexo dos anjos, não nos levaria a lugar algum, mas pura perda de tempo!












Já nos diz a palavra de Deus, que é profecia para estes tempos modernos de combate com os teclados dos micros e celulares!






"Bendito seja o Senhor Deus que formou minhas mãos para o combate e meus dedos para a guerra “ ( Salmo 144,1).




-Preferiria  os inimigos e os falsos Cristãos Irenistas que fossemos  um católico mansinho, como infelizmente há tantos, sem fibra e sem argumento, sempre calados, diante dos ataques que se fazem à honra de Deus e da Igreja? Não! Jamais!



-Talvez preferissem um catolicosinho de pescoçinho inclinado pro lado, demonstrando uma falsa santidade e humildade e pacificamente cúmplice de tantos covardes silêncios que tem dado a impressão que a Igreja não tem a verdade, e que os católicos não tem capacidade, ou não tem a coragem de se levantarem em defesa de Deus e da verdade imutável de sempre apregoada pela Igreja e seu Santo e infalível magistério ? Não !!! Jamais !!! 




-Afinal Cristo nos disse: Ide é Evangelizai, ou Ide e sêde Evangelizados ? Quem é o portador da verdade que trazemos em vazos de argila ? nós, ou os inimigos da verdadeira fé?



-Prefeririam por acaso fossemos  estimados pelos maus, por manter uma cordialidade superficial, que acoberta uma covardia profunda, ou a impotência de reagir, que eu fizesse muitos "amigos" que aplaudissem uma cumplicidade simpática? Tudo apenas para ser mais popular, e querido, e admirado por todos e nos  calássemos quando Deus e sua Santa Igreja é atacada ?Não!!! Jamais!!!



-A nossa Glória é combater o bom combate, lutar, cantar, aceitar desafios, não temer e não tremer, e estar sempre na primeira linha de combate, quando se trata de defender a honra de Deus e a de sua Santa Igreja! E se isso nos trouxer o ódio dos maus, e se isso nos trouxer desprezo, calúnias, isolamento e pobreza, nisso estará nossa maior honra, pois que Nosso Senhor nos disse:





"Bem aventurados sereis quando vos insultarem e vos perseguirem, e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de meu nome" (Mt 5, 11).










E permitam-me, bem a propósito, parodiar com a frase deste poeta:






"Ah se você soubesse, meu caro, que divertidas manchas, fazem, sobre nossa roupa, o fel dos invejosos e a baba dos covardes"! (E. Rostand, Cyrano de Bergerac).








E se não compreendemos a felicidade que se encontra na luta pela Verdade, nada entendemos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, ao dizer-nos:





“Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.” (João 18,37).




"Quem vos ouve, a mim me ouve; e quem vos rejeita, a mim me rejeita; e quem a mim me rejeita, rejeita aquele que me enviou "- Lucas 10,16.




JESUS não engana a ninguém




"No mundo tereis tribulação, mas coragem eu venci o mundo" (João 16,33).












Equivocam-se aqueles que ao pensar que uma vida de luta e de polêmicas traz infelicidade. Será que não perceberam  que Ele, Nosso Senhor Jesus Cristo, passou sua vida pública polemizando continuamente contra os fariseus, contra os escribas e doutores da Lei,contra a mentira e anunciando a verdade ?Não percebemos que Jesus foi morto, na cruz, por ter polemizado durante três anos, denunciando os hipócritas de seu tempo?Será que hoje faltam os hipócritas?Será que não há mais fariseus?Ou será que há bem poucos cristãos que devem ser como outros Cristos, imitando a Cristo? E imitando Cristo, no combate doutrinário, que é a polêmica ? Ora meus amados, Christianus, alter Christus: O cristão é um outro Cristo!!!




Cristo foi combativo! Cristo foi um polemista! E tão polêmico que até hoje Ele causa a divisão! Pois nos disse Jesus:






"Não julgueis que eu vim trazer a paz à terra; Eu não vim trazer a paz, mas a espada. Porque vim separar o filho de seu pai, e a filha de sua mãe, e a nora de sua sogra" (Mt. 9, 34) 





 





"Pólemos panton men pater esti"(Heráclito)"








Polemos é escrito incorretamente e deve ser escrito como "pólemos", sendo o seu significado: guerra (como palavra grega). Também no filósofo do século VI Heraclitus, era usado para descrever a verdadeira natureza da realidade, como um conflito interno que a forçou a mudar. Este é considerado o precursor da dialética entendida como luta de opostos. 



"Não existe paz sem verdade, portanto: A verdade antecede a Paz!"





Eu escolhi a luta e aceitei as consequências dela. E isso é que nos proporciona  uma vida bem feliz e bem alegre. E se tem uma coisa que nos faz rir é rir dos inimigos de Deus! Rir de seus sofismas. Rir de suas mentiras, quando as desmascaramos. Cantar e louvar! Cantar a felicidade de possuir a verdade e de ser fiel a ela! Como canta nossas almas ao ver um jovem e uma pessoa se rendendo a pureza da verdade Católica. Cantar até na luta e rir até no combate!













IX - Respeitamos o “direito ao Contraditório” e condenamos o pensamento único nas Ciências humanas (inexatas) Principalmente na Política!









Pensar diferente é saudável e necessário no processo democrático, portanto: "NÃO AO PENSAMENTO POLÍTICO ÚNICO E UNIFORME que os esquerdistas e progressistas querem nos impor." Somos um dos maiores defensores do DIREITO AO CONTRADITÓRIO. O normal para quem defende a democracia é ouvir as opiniões contrárias com tranquilidade, e se houver oportunidade, contestá-las com argumentos racionais e respeitosos, tornando o debate frutuoso. No entanto, não é assim que a esquerda faz, tendo sido ela que criou este clima de confronto AD AETERNUN sem querer dar voz aos que pensam diferente. Sejamos responsáveis, pratiquemos a verdadeira e autêntica democracia tão duramente conquistada. Ou democracia é só quando o seu lado ganha? Quando é o outro lado que ganha, com menos de 1 ano você já quer chamar todo mundo para quebrar tudo e fazer baderna nas ruas e depor um governante eleito democraticamente pela maioria? Que responsabilidade democrática é essa? Isso é estúpido, é burro, e não está à altura da nossa tradição democrática que queremos construir e manter. Discordar e pensar diferente, é um direito seu e meu. Mas pretender que todos pensem igual, é no mínimo prepotente. Não temos que mudar nossas convicções por imposição de quem quer que seja. As cabeças, as ações, e os sentimentos, graças a Deus, não são iguais. Como lutar contra a desigualdade se não aceitamos as diferenças?









Politicamente, cada um de nós temos que tentar sempre encontrar nosso próprio caminho, sem condenar o dos outros. Sentimos muito se lhes decepcionamos, mas não seguimos cartilhas prontas de pseudo intelectuais com ideologias de escritório. Como você, nós temos o todo direito, e mais que isto, temos o dever de expor o que pensamos e acreditamos num espaço que é nosso! Assim como não queremos impor, não aceitamos também, que venham nos impor de forma desrespeitosa como devemos pensar e agir. Nosso recado final é o seguinte: Amado(a) irmão (ã) se você não gosta e não compactua com a esta forma de pensar e ver as coisas de forma diferente da sua, lhe aconselhamos a ver e procurar o que lhe agrada em outras páginas, pois aqui você não encontrará anjinhos voando e uma espiritualidade desencarnada e sentimentalóide, mas a verdade de Cristo e de sua Igreja que nos salva, nos liberta verdadeiramente e integralmente. Aqui você talvez não verá o que gosta, mas o que sua alma precisa. Este apostolado não se enquadra nestes esquemas enlatados de pensamento único e fora de Cristo! Jamais nos verão nos  comportando como papagaios e lacaios de ideologias de supermercado, graças a Deus, não precisamos disto, pois temos a verdade revelada por Cristo e confirmada pelo sagrado magistério Petrino que vai de Pedro, até o nosso atual papa, não como ruptura, mas como continuidade no estabelecimento do Reino de Deus (Lucas 12,40), por isso, a vigilância é fundamental, pois esse processo exigirá o testemunho até às últimas consequências dos Cristãos. Porém este convite feito por Jesus a vigilância tem a dimensão transcendente e imanente, pois não podemos cruzar os braços e viver apenas numa dimensão alienante, pensando apenas no transcendente, bem como não podemos colocar todas as nossas esperanças nesta vida, pois seríamos como diz são Paulo: “os mais dignos de pena” (1 Cor 15,19) portanto, que vivamos em estado constante de preparação para o encontro com o nosso Senhor, fazendo do nosso quotidiano uma constante preparação.Nesse contexto somos chamados a realizarmos nossas tarefas na presença dEle, buscando a superação de tudo aquilo que ofusca de maneira substancial a Deus e seu reino que já está em nosso meio, mas que vive ainda aquela sadia tensão entre o já e o não ainda pleno, entre o real e o ideal. Finalmente, chegando até aqui você talvez tenha se perguntado: "Mas por que NOVE PRINCÍPIOS e não DEZ?"- Lhe respondo dizendo porque nove: Partindo da obra inacabada em Santo Agostinho e Santa Tereza d'Avila, onde o castelo interior não tem teto, nove significa portanto, que estamos sempre abertos ao novo de Deus, discernindo os Sinais dos Tempos e sendo dóceis a condução do Espírito. Desde já, humildemente lhe pedimos desculpas pelos inúmeros erros de gramaticais que você irá se deparar. Até o momento não temos pessoas que façam isto para nós de forma voluntária. Caso que queira colaborar conosco neste sentido, entre em contato através do e-mail ao final de todas as postagens. Grato pela sua visita e paciência! Fique na benção de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e na intercessão de Maria Santíssima, por todas as suas necessidades!




Quer você também lutar pela Fé e fazer novos discípulos para Cristo?













Caso a sua resposta seja sim, então junte-se a nós, não seja Covarde não abandone a Santa mãe Igreja quando ela agora mais precisa de você, e pior ainda: Não fique a atirar pedras, se não pode ajudar, não atrapalhe, reze, interceda e colabore com os que combatem bravamente em todas as frentes na Igreja militante! Saiba que, quem colabora com a obra de evangelização, recebe a mesma recompensa de um evangelizador!




A SANTA INDIFERENÇA


 

 




Dificilmente reagiremos com tranqüilidade a certos acontecimentos se não tivermos um mínimo de conhecimento de nós mesmos. Aprendendo a permanecermos equilibrados diante de todas as coisas que experimentamos, desenvolvemos o desapego também a tudo o que se encontra nas situações exteriores. Aprendemos a "santa indiferença" - como estar totalmente compromissados, totalmente envolvidos em ajudar os outros, enquanto, ao mesmo tempo, mantemos o equilíbrio mental. Dessa forma, permanecemos pacíficos e felizes enquanto trabalhamos para a paz e a felicidade de outros.  Perguntaram, certa vez, a santo Ignácio de Loyola quais seriam os seus sentimentos se o papa viesse a suprimir a Companhia de Jesus. Respondeu ele:

 

 

 

"Um quarto de hora de oração, e não pensaria mais nisso.  Esta é a mais difícil de todas as mortificações - atingir uma Santa Indiferença pelo êxito ou fracasso de uma obra a que dedicamos nossas melhores energias.  Se ela triunfa, muito bem; se ela fracassa, muito bem também, ainda que para nossa mente limitada e ligada ao tempo seja inteiramente incompreensível”.




(fazemos nossas essas palavras)







ORAÇÃO PELO APOSTOLADO BERAKASH:

 

 






Pai de amor e de bondade, desejoso neste momento de estar na tua Santa, Gloriosa e Majestosa Presença, quero Te louvar e bendizer por todas as graças e desafios superados até aqui, pois reconheço que até aqui foi o Senhor que nos ajudou e nos sustentou (1 Sam7,12). Que a Tua paz, a Tua graça, a Tua misericórdia e a Tua perfeita harmonia esteja sempre sobre este apostolado, que está sempre a vosso serviço e da nossa Santa Mãe Igreja, coluna e sustentáculo da verdade(1 Tim 3,15).Peço Senhor que Tu abençoes e nos direcione sempre conforme a tua Santíssima e perfeita vontade tudo o que se escreve, pense e se publique neste insignificante apostolado. Abençoa e multiplica tudo Senhor que for de Teu agrado, para que até mesmo os menores sucessos sejam testemunhos de Tua grandeza e sabedoria. (confr. 1 Cor 4,7). Abençoa, Senhor, todos as pessoas e suas famílias que irão ter contato com as matérias publicadas e ainda a publicar neste apostolado,que também se recomenda a proteção e intercessão de Maria Santíssima. Renova as minhas forças, e a parresia necessária para que eu possa fazer este trabalho da melhor forma possível, conquistando almas pelo anuncio da verdade, para Ti e implantação de teu Reinado junto com Maria. Peço-te Senhor, um coração generoso para atender com amabilidade as pessoas e não ser indiferente às  suas dúvidas e anseios de respostas verdadeiras. Peço-te Senhor, mente e olhos para melhor compreender e ver aqueles que acompanham este apostolado. Peço-te a graça do otimismo Cristão, que  me cale para rumores e palavras ofensivas que possam afasta-las de Ti e de tua Igreja. Peço-te porém Senhor, mãos treinadas e adestradas para a batalha espiritual em que estamos envolvidos (Efe 6,12;Salmo144,1).Peço-te uma mente aberta para bem discernir todas as ideias novas e velhas,  compreendendo  os que pensam e agem diferentemente de mim, mas que objetivam nossa mesma finalidade: a tua Glória! Especialmente, Senhor, dá-me uma fé profunda para que eu acredite na Tua palavra reveladora, e no sagrado Magistério, sem dúvidas ou subterfúgios, mas tão firme e forte, que me mantenha convencido e capaz de dar as razões de nossa fé (1 Ped 3,15).Senhor, quando eu estiver fraco, confuso, desfalecido, desacreditado e ferido na luta, guia-me, sustenta-me e fortalece-me com a luz do Espírito Santo. E peço-te que, quando eu terminar esta minha missão aqui na terra possa dizer com esperança: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.” (2 Tim 4,7-8). E cantar rezando ao meu Senhor e Salvador como São Tomás de Aquino, o baluarte deste apostolado:

 

 

“Ó Jesus, que nesta vida pela fé eu vejo.

Realiza, eu te suplico, este meu desejo:

Ver-te, enfim, face a face, meu divino amigo!

Lá no céu, eternamente, ser feliz contigo!”

 

Amém!



“Não a nós, Senhor, não a nós, mas somente ao Vosso nome dai Glória...” (Salmo 115,1)











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2 de novembro de 2015 00:13

Gostaria de saber porque o catecismo ensina os 10 mandamentos diferentes do que está escrito em Êxodo cap. 20, qual seria a intenção?

2 de novembro de 2015 19:26

Prezado Protestante papagaio de pastor Geraldo Goulart,

CRISTO E A IGREJA MUDOU OS 10 MANDAMENTOS ?


Não queiramos ser legalistas e maiores que Cristo.

Então Cristo mudou ? ao resumir os 10 mandamentos em Dois ?

Ama a Deus acima de tudo e de todos (incluindo dinheiro) e ao próximo como a si mesmo - Ele errou ?

A igreja usou esta forma resumida dos mandamentos de forma PEDAGÓGICA para decorar melhor, já que como está na bíblia é muito difícil decorar tudo.

Vc consegue ?...


Os Dez Mandamentos da Lei de Deus RESUMIDAMENTE são:


1º Amarás a Deus sobre todas as coisas.
2º Não tomarás o Nome de Deus em vão.
3º Santificarás as festas.
4º Honrarás a teu pai e a tua mãe.
5º Não matarás.
6º Não cometerás ADULTÉRIO.
7º Não roubarás.
8º Não dirás falso testemunho.
9º Não pecar contra a CASTIDADE.
10º Não cobiçarás os bens alheios.


Simples assim.

“Pregando a Verdade e confirmando os irmãos na verdadeira fé, com a graça de Deus construo Catedrais nas almas para que nelas possam habitar o Espírito Santo de Deus” ( Pierry de Craon).

11 de junho de 2016 18:14

Prezado Beraká!Parabéns pelo blog.Sou católico e apostólico,mas não romano(sou reformado,calvinista e presbiteriano kkkk só para te irritar um pouquinho kk).Estava pesquisando sobre os salmos e encontrei teu blog,em poucos lugares encontrei uma exposição tão fidedigna,como disse sou presbiteriano e defendo a salmodia,não exclusiva.Porque o Santo Espírito que inspirou os autores do Salmos hoje ilumina pessoas para compor canções belíssimas.As igreja protestantes históricas sempre cantou salmos e hinos congregacionais e hoje muitas delas deram lugar ao "gospel".Na sua declaração de fé(princípios básicos do que Somos) não concordo com tudo(sou protestante kk só para te irritar),mas muita convicta,PARABÉNS!
Que Deus possa derramar da sua Graça e Misericórdia sobre sua vida e família,encerro com uma das solas da reforma(só para brincar com você kk,mas essa Sola você gosta)
Soli Deo Gloria!!!!!!
pode deixar que vou indicar seu blog para muitos protestantes aprenderem,mas só um pouquinho kkk

13 de junho de 2016 09:41

Prezado Protestante Wellington,

Sou Cristão, porém isto não me faz melhor e mais salvo que ninguém, pois diz a palavra de Deus que nem todo aquele que diz Senhor, entrará no reino dos céus (Mateus 7,21), e nos revela também no Salmo 15,2: “SENHOR, quem poderá hospedar-se em teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica a justiça, que de coração fala a verdade, e não usa a língua com maledicência, que nenhum mal faz a seu semelhante...", vou sempre a Igreja, não tanto quanto eu deveria ir, adoro Jesus Cristo e amo a sua mãe Maria Santíssima, bem como a todos os Santos provados e comprovados, que não são o caminho, mas SETAS ao longo do verdadeiro caminho que é Cristo, e que para mim, os santos mais que pessoas a pedir favores e milagres pelas suas intercessões junto a Cristo, eles são exemplos a serem imitados conforme o apóstolo Paulo nos pede em I Cor 11,1.Creio que sou apenas um ser humano que deve buscar ser agradável mais a Deus que aos homens,(Conf. Galatas 1,10).Creio que apesar das muitas falhas que tenho, não devo parar nelas e seguir em frente(Conf. Filip 3,13-14).Creio firmemente que Jesus é o único Filho de Deus, e que também é Deus, gerado, não criado, consubstancial ao Pai, que se encarnou e nasceu da virgem Maria por obra da terceira pessoa da Santíssima Trindade o Espírito Santo, que também é Deus. Creio que este mesmo Jesus foi crucificado numa cruz, morrendo por meus pecados e de toda humanidade do passado, presente e do futuro porvir, pagando um preço que eu não posso jamais pagar, e que nenhum outro poderia pagar no seu e meu lugar, creio que Ele ressuscitou dos mortos e que está a direita do Pai a interceder por nós, e que de novo ha de vir uma segunda e última vez para o Juízo final (Conf. Mateus 25,32).Creio que a fé é necessária a salvação,pois sem fé é impossível agradar a Deus (Heb 11,6), porém creio que somente a fé é insuficiente a salvação, pois diz a revelação que a fé sem obras é fé morta(Tiago 2,20). Creio que apesar de sermos salvos pela graça, as obras da fé devem comprovar a fé professada (Efesios 2,10).Creio que como nos revela as escrituras, não seremos julgados pela fé, mas pelas obras da fé não praticadas (Mateus 25,41-42). Creio que Jesus perdoa todos os nossos pecados, e nos ama infinitamente, mas Ele nos diz: " Se você me negar na frente de seus amigos, eu o negarei diante de meu Pai . " (Mateus 10,33). Por fim creio firmemente que Jesus é a verdadeira vida e nosso único Deus e verdadeiro Senhor e salvador, creio que sua palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho, creio que a sua Igreja fundada sobre Pedro (Mateus 16,18) é a coluna e sustentáculo da Verdade (Conf I Tim 3,15) e que o reino de Deus é a minha meta aqui na terra.

Shalom !!!

4 de maio de 2017 20:36

Salve Jesus e Maria! Tanto tempo que deveria ter encontradoeste blog! Mas tudo tem o seu tempo determinado.Deus continue abençoando voçê, querido irmão e toda a sua família. Avante!

8 de julho de 2017 22:20

Prezados amigos do Blog Berakash

Gostaria que me explicassem o que entendem por Gnose. Bem sei que se trata de uma palavra de origem grega relacionada com o conhecimento (gnoseologia ou teoria do conhecimento ou epistemologia, etc), mas tal como ela aparece no Vosso texto não se me torna clara. Agradeço antecipadamente qualquer tomada de posição vossa relativamente a esta minha solicitação. Com os meus respeitosos e cordiais cumprimentos. Luciano Caetano da Rosa ljcdrpt@gmail.com

12 de julho de 2017 22:38

Prezado Luciano,

A Gnose é uma doutrina herética que afirma que a Divindade é evolutiva, e que, evoluindo, caiu no mundo material. O espírito divino teria ficado aprisionado na matéria como num cárcere ou num sepulcro. Em todas as coisas haveria então uma partícula divina, que aspiraria ser libertada e retornaria à Divindade original.
Para esta libertação seria necessário tomar conhecimento de que, no fundo da alma humana, há essa partícula. A evolução, pouco a pouco, permitiria uma peregrinação dessas partículas da matéria bruta para o vegetal, deste para o animal, e daí para o homem. Neste, conforme ele tivesse o conhecimento do íntimo de sua natureza divina, ela se libertaria, livrando-se do corpo material. As reencarnações seriam etapas dessa libertação progressiva.
A Gnose considera que o Criador do mundo seria o deus do mal, por ter criado a matéria e nela aprisionado as partículas divinas. Outras prisões das partículas divinas seriam a inteligência e a lei moral, os dez mandamentos, que, como dizia o gnóstico Lutero, seriam a lei de Satã.

Esta, em síntese muito simplificada, esta é a doutrina da Gnose.


Shalom !!!

14 de outubro de 2017 21:56

Q BENÇAO! E QTA SABEDORIA AMADO IRMAO FICO MUITO FELIZ POR TER TE CONHECIDO E LIDO TUDO O Q VC ESCREVEU E EU QUERO COMPARTILHAR C\ TODOS POIS O MUNDO PRECISA SABER DA VDD E COMO VC SABE TAO BEM EXPLICAR EU TE PEÇO Q ME AJUDE NESTA EMPREITADA CONTRA O ABORTO, A IDEOLOGIA DE GENERO, A CULTURA DE MORTE E DO RELATIVISMO ENFIM FINAL DOS TEMPOS MESMO AMADO...ENTAO TEMOS Q CORRER CONTRA O TEMPO AMADO POIS O ANTICRISTA O DEMONIO ESTA AÍ NA CARA DE TODOS E A REDE GLOBO É A MAIS PERIGOSA POIS FEZ E FAZ AINDA MUITA LAVAGEM CEREBRAL EM TODOS POR FAVOR ME AJUDE A LUTAR CONTRA TODA ESSA NOJEIRA DO DIABO PELO FUTURO DO MEUS NETOS E DAS OUTRAS GERAÇÕES Q VIEREM...E TE AGRADEÇO DESDE JÁ E PODE CONTAR C\ MEU TOTAL APOIO AMADO!!!

23 de abril de 2018 18:32

Prezado Beraká. Quem bravamente luta como ti nos dias de hoje? Parabéns pela verdade e defesa da verdade. Mais palavras de congratulação ficarão vazias se eu as expuser diante de tão grandes ensinamentos e catequese. Deus de abençoe e a sua família eternamente.

28 de novembro de 2019 00:00

Tava lendo aqui o conteúdo do blog e concordo com seu pensamento, para alguns possa parecer radical demais, mais para mim foi bastante firme e claro a posição que o senhor defende.
Queria eu ter ainda esse ardor de outrora.
Deus te abençoe meu irmão em Cristo e Maria lhe proteja das certas do inimigo.
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2 de dezembro de 2019 00:12

Amado irmão Vicente Filho

Como Deus é bom e misericordioso ao permitir-se utilizar-se deste seu servo mais inútil e pecador ao ver um fruto de agradecimento nascido de minhas postagens,na sua grande maioria por falta de tempo copiadas de outros sites, e às vezes escritas na solidão de meu birot e lançadas ao mundo pela internet, sem saber que olhos as lerão, sem saber que fruto terão nos leitores espalhados no Brasil e no mundo afora.Tudo isto equivale ao labutar de um lavrador que lança sementes à noite, num campo que não vê, e que não pode nem ao menos depois verificar o resultado, e de hábito, sem poder colher a seara.Só no dia do juízo ver-se-ão os frutos que este mísero e insignificante apostolado semeou na Internet e nos corações de alguns, de sorte que, chegando agradecimentos e reconhecimentos pelos inúmeros comentários como podem conferir no link dos comentários dos leitores, que só me motivam a continuar neste caminho.Deus às vezes me permite ver os frutos bons, numa alma que eu não conhecia. Como me permite entrever que existem tantas outras pessoas abandonadas às quais este apostolado está ajudando sem o saber.”Sem falsa modéstia e humildade, é claro que o lavrador sabe que pela qualidade da semente, com toda a certeza, e que lançando a boa semente, virá o bom fruto pela graça de Deus, tocando a pessoas e afervorando outras.Temos soprado brasas que estavam apagando, e suscitado labaredas de amor a Deus e à Santa mãe Igreja. Temos dado apoio a canas torcidas, que estavam para quebrar.” Este blog não tem figurinhas, não tem anjinhos esvoaçando,nem muito menos espiritualidade emotiva e desencarnada.Tem textos doutrinários longos. Reconheço que é um blog polêmico, devido a certas circunstâncias nada ecumênico, pois não defendemos o IRENISMO.Porém, consegue que pessoas com quem debateu, escrevam-nos, depois, agradecendo, e nos elogiando.Isto só nos motiva a ficar escrevendo horas e horas a fio, discutindo, debatendo, incentivando, lutando, entre injúrias e ofensas, conclamando a Igreja militante para a luta em defesa da verdadeira fé.Não deixe de colocar este inútil apostolado em suas orações. Fique na paz de Cristo e no amor de nossa mãezinha Maria Santíssima!
Shalom !!!

23 de fevereiro de 2020 11:05

Parabéns ótima catequese, Deus seja louvado
Tudo com Jesus nada sem a Virgem Maria!!!!

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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