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Joana d’Arc: o protagonismo leigo que transforma a história da Igreja

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 2 de maio de 2026 | 09:52




Joana d'Arc nasceu em 1412, em Domrémy, uma pequena aldeia da França, em meio ao contexto turbulento da Guerra dos Cem Anos



De origem simples e profundamente religiosa, desde muito jovem demonstrava grande piedade, frequência aos sacramentos e amor à Igreja Católica.Ainda adolescente, Joana afirmou ter recebido locuções e orientações de santos, como São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida, que a chamavam a uma missão específica: ajudar a libertar a França e conduzir o delfim à coroação. 

Frieren e a Jornada para o Além: o anime que conquistou líderes católicos e está sendo recomendado no mundo inteiro

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 17 de abril de 2026 | 13:54




por*Francisco José Barros de Araújo 


Nos últimos meses, um fenômeno curioso — e até inédito — vem acontecendo no mundo da cultura pop: sacerdotes católicos de diferentes países estão recomendando, analisando e até produzindo séries de reflexões sobre o anime Frieren: Beyond Journey's End (Frieren e a Jornada para o Além).Não se trata de um ou outro comentário isolado. Já são dezenas de padres que enxergam na obra uma profundidade espiritual rara, algo pouco comum em produções japonesas. E isso levanta uma pergunta inevitável: como um anime sem intenção religiosa explícita consegue dialogar tão profundamente com a fé cristã?


É como se o autor seguisse, ainda que indiretamente, a mesma linha literária de obras como As Crônicas de Nárnia, de C. S. Lewis, e O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien: narrativas que não são catequeses explícitas, mas que carregam em sua essência valores profundamente compatíveis com a visão cristã da realidade.


Antes de tudo, é importante esclarecer: não há qualquer evidência de que o diretor Keiichirō Saitō seja cristão ou católico. No entanto, isso não impediu que a obra se tornasse um verdadeiro ponto de encontro entre arte e teologia.


1. Um fenômeno inédito: padres analisando um anime


Historicamente, a relação entre Igreja e cultura pop sempre foi cautelosa. Filmes, séries e músicas raramente recebem análises teológicas aprofundadas por parte do clero antes de qualquer recomendação — e menos ainda animações japonesas.

As lições teológicas e filosóficas do filme "O Todo-Poderoso" com Jim Carrey e Morgan Freeman dirigido por Tom Shadyac

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 10 de março de 2026 | 17:16

 

 



por*Francisco José Barros de Araújo 



No filme O Todo Poderoso, Bruce Almighty, estrelado por Jim Carrey e Morgan Freeman, é geralmente visto apenas como uma comédia leve. No entanto, por trás de seu humor e de suas situações absurdas, encontra-se uma narrativa que toca em temas profundamente teológicos e filosóficos.


A história de Bruce Nolan — um jornalista frustrado que culpa Deus por seus fracassos e acaba recebendo temporariamente poderes divinos (sem a sabedoria) — torna-se uma espécie de experimento moral. 


Ao experimentar o que seria ter “o poder de Deus”, Bruce descobre rapidamente que governar o mundo não é apenas uma questão de poder, mas sobretudo de sabedoria, justiça e amor.



Embora não seja um tratado teológico, o filme aborda questões clássicas da tradição cristã: 


-O problema do livre-arbítrio.


-A natureza da oração, sincera e verdadeira. 


-A diferença entre amor possessivo e amor verdadeiro


-E a necessidade de humildade diante de Deus. 


Curiosamente, essas ideias encontram paralelos nas reflexões de grandes pensadores cristãos, como Augostinho  e Tomas Aquino.Assim, analisado com atenção, o filme oferece um interessante ponto de partida para refletir sobre temas fundamentais da filosofia e da teologia cristã.

Escândalos na Igreja? O que Santa Catarina de Sena nos ensina sobre isso?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 5 de março de 2026 | 14:22

 

(foto reprodução)


“Os sacerdotes são meus Cristos. A eles entreguei o Sangue do meu Filho unigênito. Quem os toca, toca a menina dos meus olhos.”

 

Por Cleiton Ramos



Em tempos de escândalos, decepções e críticas públicas a sacerdotes, muitos católicos se perguntam: Como reagir? O que fazer quando vemos erros, abusos ou fraquezas em padres — aqueles que deveriam ser pastores e exemplos? Santa Catarina de Sena, doutora da Igreja e padroeira da Itália, viveu em uma época de grande crise eclesial. Viu escândalos no clero, corrupção entre bispos e um papado dividido entre Roma e Avignon. E ainda assim... permaneceu fiel. Amou intensamente a Igreja. Rezou pelos sacerdotes. E recebeu de Deus uma visão profunda sobre como tratar os ministros, mesmo quando erram.

Feministas dizem que um feto ao ser abortado não sente dor porque não é um ser humano

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026 | 19:36


por *Franzé



O debate sobre o aborto costuma ser apresentado, sobretudo no discurso midiático, como um embate entre religião e laicidade. No entanto, essa é uma redução indevida que empobrece a complexidade do tema. A oposição simplista entre fé e Estado secular acaba por invisibilizar uma vasta tradição de reflexão construída fora de qualquer matriz confessional. Ao longo das últimas décadas, diferentes áreas do conhecimento têm se debruçado sobre a questão com instrumental analítico próprio, produzindo argumentos que independem de dogmas religiosos e se apoiam em dados empíricos, categorias filosóficas e princípios jurídicos universalizáveis. 



Há um amplo campo de argumentação científica, filosófica, bioética e jurídica que problematiza a interrupção voluntária da gestação sem recorrer a fundamentos religiosos. A embriologia humana, por exemplo, ao investigar o início do desenvolvimento biológico do organismo humano, levanta questões objetivas sobre continuidade da vida, identidade genética e individualidade biológica desde as fases iniciais. Já a bioética contemporânea, especialmente em suas correntes personalistas e principialistas, discute os deveres de proteção, não maleficência e justiça aplicados ao ser humano em desenvolvimento, ponderando direitos, vulnerabilidades e responsabilidades. 



No âmbito da filosofia moral secular, autores de distintas tradições — do kantismo ao jusnaturalismo laico, passando pelo personalismo ontológico e por correntes do humanismo filosófico — investigam o status moral do nascituro, o conceito de dignidade intrínseca e os critérios que definem quem deve ser incluído na comunidade de sujeitos de direito. Essas análises não dependem de revelação religiosa, mas de construções racionais acerca de valor humano, potencialidade, continuidade identitária e igualdade moral. 



Do mesmo modo, o debate jurídico constitucional examina a colisão entre direitos fundamentais, como autonomia corporal, inviolabilidade da vida, proteção do vulnerável e dever estatal de tutela. Além disso, a discussão sobre os limites da autonomia corporal tem sido aprofundada em paralelo a outros dilemas bioéticos — como eutanásia, manipulação genética e experimentação em embriões — demonstrando que o tema do aborto não é isolado, mas parte de uma rede mais ampla de decisões morais envolvendo vida humana em estágios de fragilidade. 



Nessa perspectiva, o princípio do consentimento, embora central, não é absoluto, sendo frequentemente equilibrado com critérios de proporcionalidade, responsabilidade e proteção de terceiros dependentes. Diante desse panorama, torna-se possível compreender que a defesa da vida em desenvolvimento não se sustenta apenas em convicções religiosas, mas também em fundamentos racionais debatidos no espaço público secular. Esta matéria reúne 10 argumentos racionais utilizados por pensadores, juristas, médicos e filósofos que defendem a proteção da vida humana em desenvolvimento sob uma perspectiva não confessional, evidenciando que o debate, longe de ser meramente teológico, envolve questões científicas, éticas e civilizatórias de grande profundidade.

“Que tens tu que não tenhas recebido?” — A gratidão Cristã e a consciência de que tudo é graça

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 27 de janeiro de 2026 | 13:15

 



por*Francisco José Barros de Araújo 



Não é raro ouvirmos — ou até afirmarmos com convicção — frases como: “Tudo o que conquistei foi fruto exclusivo do meu esforço”. À primeira vista, tal afirmação parece legítima, pois ninguém nega o valor do trabalho árduo, da disciplina diária, dos sacrifícios silenciosos e da perseverança diante das dificuldades. No entanto, quando essa leitura se fecha em si mesma, ela se torna um ledo engano espiritual. 



O esforço humano existe, é real e necessário, mas ele só foi possível porque antes houve graça; houve mérito, mas antes dele houve permissão, sustento e dom de Deus. Sem a vida recebida, sem a lucidez da mente, sem a saúde do corpo, sem as oportunidades concretas e até sem as circunstâncias históricas e sociais nas quais fomos inseridos, nenhum esforço teria sequer começado.  



A fé cristã não nega o valor do empenho pessoal, mas rejeita radicalmente a ilusão da autossuficiência. Quantos gostariam de trabalhar e não podem? Quantos desejariam produzir, estudar ou criar e se encontram presos a uma cama, limitados por uma enfermidade grave ou por uma condição mental que lhes impede qualquer autonomia? O simples fato de podermos agir, planejar, decidir e perseverar já é, em si mesmo, um dom imerecido. Quando esquecemos essa verdade, corremos o risco de transformar conquistas em ídolos e talentos em instrumentos de vanglória.  É nesse horizonte que ressoa com força a pergunta feita por São Paulo aos coríntios, uma pergunta que atravessa os séculos e desmonta toda pretensão de superioridade humana: “Que tens tu que não tenhas recebido?” (1Cor 4,7). 



O apóstolo não despreza o esforço humano, nem minimiza o valor do trabalho, da inteligência ou da perseverança. Ao contrário, ele apenas recoloca tudo em seu devido lugar. O próprio São Paulo reconhece isso em ao menos duas ocasiões decisivas de sua pregação. Quando, com humildade paradoxal, enumera os sofrimentos suportados por causa do Evangelho — prisões, açoites, perseguições, fadigas e perigos (cf. 2Cor 11,23-28) —, ele não o faz para exaltar a si mesmo, mas para testemunhar que sua perseverança é fruto da graça que o sustentou em meio às tribulações. Em outro momento, ao afirmar com clareza que “quem não quer trabalhar, também não coma” (2Ts 3,10), Paulo reafirma o valor do esforço concreto, da responsabilidade pessoal e do trabalho como dimensão moral da vida cristã.  



Essas afirmações não se contradizem, mas se completam. São Paulo não absolutiza o esforço humano, nem o descarta. Ele denuncia a soberba espiritual e existencial que nasce quando o homem passa a se considerar autor absoluto de si mesmo, esquecendo-se de que é criatura e dependente em tudo da graça de Deus. O trabalho, o sofrimento e a perseverança são reais e necessários, mas não são autossuficientes; só produzem fruto porque estão inseridos no desígnio gracioso de Deus que sustenta, fortalece e orienta cada passo.  



Ao recordar que tudo o que somos e temos foi antes recebido, o Apóstolo nos conduz ao núcleo da espiritualidade cristã: a gratidão. Ser grato não é um gesto acessório da fé, mas uma atitude estrutural da vida cristã. Em um mundo que exalta o mérito isolado, o sucesso individual e a autossuficiência como valores supremos, a fé cristã proclama uma verdade libertadora: tudo é dom, tudo é graça. Reconhecer isso não nos diminui, não anula nossa responsabilidade nem despreza nosso esforço; pelo contrário, nos coloca na verdade diante de Deus, cura nosso coração da soberba e nos ensina a viver com humildade, confiança e louvor contínuo.

A três fases do Sacramento do Matrimônio: Eros, Philia e Ágape como Fundamentos da Espiritualidade e da Estabilidade Conjugal

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 30 de novembro de 2025 | 14:10

 


por*Francisco José Barros de Araújo 


A doutrina católica sobre o matrimônio é muito clara e bem definida, ela ensina que ele é um sacramento indissolúvel, expressão da união irrevogável entre Cristo e a Igreja. Em tempos de relativização dos vínculos afetivos e de crescente fragilidade das relações conjugais, torna-se necessário refletir sobre o sentido profundo do compromisso matrimonial e sobre as três dimensões do amor presentes no plano divino: eros, philia e agápe


Situações envolvendo figuras públicas, como a recente separação de Gilmar Mendes e Guiomar — apresentada publicamente sob a justificativa do "cansaço" — trazem à tona a necessidade de esclarecer aos fiéis a visão da Igreja, não para julgar pessoas, mas para iluminar consciências. 


Segundo a fé católica, o matrimônio não é algo que se desfaz por fadiga, mas uma vocação que exige perseverança, graça e maturidade espiritual.

45 Filmes que o Vaticano Considera Essenciais: Uma Viagem entre Fé, Valores e Arte

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 2 de novembro de 2025 | 15:21

 

(foto reprodução)


Você sabia que o Vaticano possui uma lista de filmes considerados essenciais para a reflexão sobre a vida, a fé e a arte?  Em 1995, ano em que se comemorava o centenário do cinema (contando a partir da primeira exibição oficial promovida pelos irmãos Lumière em 1895), o Papa João Paulo II convidou especialistas para selecionar 45 filmes produzidos até aquele período, reunindo obras que se destacam pelo valor espiritual, humano e artístico.  



São João Paulo II, amante e profundo conhecedor das artes cênicas desde sua juventude, sempre teve sensibilidade para perceber a importância do cinema e da cultura como instrumentos de formação humana. A Igreja Católica, de forma geral, sempre reconheceu o poder do cinema como veículo de inspiração e reflexão.  Já em 1936, o Papa Pio XI afirmava, na encíclica Vigilanti Cura, que o cinema deveria se colocar “a serviço do aperfeiçoamento do homem”. Mais tarde, em 1957, o Papa Pio XII ressaltou, na encíclica Miranda Prorsus, que o cinema, rádio e televisão “não são simples meios de recreio, mas verdadeiras transmissões de valores humanos, sobretudo espirituais”.  O Papa João Paulo II também enfatizou que “a indústria cinematográfica se tornou uma mídia universal que exerce profunda influência no desenvolvimento das atitudes e escolhas das pessoas, atravessando fronteiras sociais e culturais.”

Evangelização e Discipulado Cristão: o Desafio de Ser "Ovelha entre Lobos" na Sociedade Contemporânea

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 18 de outubro de 2025 | 12:56




“Eis que vos envio como ovelhas entre lobos”: a missão cristã no coração de um mundo hostil


As palavras de Jesus registradas no Evangelho de Mateus 10,16 — “Eis que vos envio como ovelhas no meio de lobos” — permanecem entre as mais fortes e provocadoras de toda a Escritura. Nelas, encontramos o núcleo da missão cristã: ser presença de Deus em um mundo que muitas vezes O rejeita.À primeira vista, a imagem parece contraditória e até perigosa. Quem enviaria ovelhas indefesas para o meio de lobos famintos? No entanto, o Senhor não é imprudente, nem faz desse envio uma missão suicida. Ele fala com profundo realismo espiritual, revelando que o seguimento de Cristo nunca foi caminho de conforto, mas de fidelidade.O discipulado católico nasce desse paradoxo: somos frágeis como ovelhas, mas conduzidos pelo poder do Pastor. Cristo conhece os perigos e as resistências do mundo moderno — um mundo marcado pela indiferença religiosa, pelo relativismo moral e pela busca desenfreada de prazer e sucesso.Mesmo assim, Ele envia os seus, porque confia na força da graça. Antes de enviar, Jesus prepara, adverte e promete. Suas promessas não são de aplausos nem de recompensas humanas, mas das bem-aventuranças eternas, da alegria que ninguém pode tirar (cf. Jo 16,22), e da vida que não se perde (cf. Jo 10,28).Evangelizar, portanto, é um ato de coragem e obediência. É proclamar o Evangelho da verdade e da vida cristã autêntica em meio a um mundo que muitas vezes prefere as trevas à luz. É nesta tensão que o cristão descobre a beleza de sua vocação: ser discípulo missionário, fiel ao chamado do Mestre e consciente de que só a comunhão com Cristo torna possível o testemunho do Evangelho.

Quando o Padre Faz Política Partidária no Altar: Consequências Canônicas, e Como os Fiéis Devem Agir

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 27 de setembro de 2025 | 13:18







por *Francisco José Barros de Araújo 



Enquanto Jesus Cristo, nosso Senhor, ensinou o amor, a misericórdia e o perdão sem limites — “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt 18,21-22) —, vemos infelizmente alguns sacerdotes transformarem o altar, lugar sagrado da Eucaristia, em um palanque ideológico. O padre Júlio Lancellotti, em vez de anunciar a Boa-Nova do Evangelho, insiste em pregar mensagens marcadas pelo ódio e pela retórica comunista, totalmente distantes daquilo que Cristo nos ensinou.O verdadeiro discípulo de Jesus não divide o rebanho, não insufla rancor e nem utiliza a liturgia como arma política. Pelo contrário, deve conduzir o povo à reconciliação com Deus e com os irmãos, proclamando a verdade com caridade. Quando o sacerdote substitui o Evangelho pela ideologia, o altar deixa de ser sinal da salvação e se torna palco de confusão.A Igreja sempre ensinou que a missão do clero não é servir a partidos ou correntes políticas, mas anunciar Cristo crucificado e ressuscitado. A fé não pode ser reduzida a bandeiras ideológicas, pois o Evangelho é maior do que qualquer sistema humano.É preciso, portanto, discernimento. O rebanho de Cristo não pode ser conduzido pelo ódio, mas pela caridade que vem de Deus. Quem se afasta do amor e da misericórdia ensinados por Jesus se distancia da própria essência do Cristianismo.

Ezequiel 33 e a Responsabilidade do Cristão como Sentinela da Verdade

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 16 de setembro de 2025 | 14:20

 



A Responsabilidade do Cristão como Atalaia – Reflexões sobre Ezequiel 33, 1-19


"¹ E veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: ² Filho do homem, fala aos filhos do teu povo, e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um homem dos seus termos, e o constituir por seu atalaia; ³ E, vendo ele que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo; ⁴ Se aquele que ouvir o som da trombeta, não se der por avisado, e vier a espada, e o alcançar, o seu sangue será sobre a sua cabeça. ⁵ Ele ouviu o som da trombeta, e não se deu por avisado, o seu sangue será sobre ele; mas o que se dá por avisado salvará a sua vida. ⁶ Mas, se quando o atalaia vir que vem a espada, e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo, e a espada vier, e levar uma vida dentre eles, este tal foi levado na sua iniquidade, porém o seu sangue requererei da mão do atalaia. ⁷ A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca, e lha anunciarás da minha parte. ⁸ Se eu disser ao ímpio: Ó ímpio, certamente morrerás; e tu não falares, para dissuadir ao ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniquidade, porém o seu sangue eu o requererei da tua mão. ⁹ Mas, se advertires o ímpio do seu caminho, para que dele se converta, e ele não se converter do seu caminho, ele morrerá na sua iniquidade; mas tu livraste a tua alma. ¹⁰ Tu, pois, filho do homem, dize à casa de Israel: Assim falais vós, dizendo: Visto que as nossas transgressões e os nossos pecados estão sobre nós, e nós desfalecemos neles, como viveremos então? ¹¹ Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis, ó casa de Israel? ¹² Tu, pois, filho do homem, dize aos filhos do teu povo: A justiça do justo não o livrará no dia da sua transgressão; e, quanto à impiedade do ímpio, não cairá por ela, no dia em que se converter da sua impiedade; nem o justo poderá viver pela sua justiça no dia em que pecar. ¹³ Quando eu disser ao justo que certamente viverá, e ele, confiando na sua justiça, praticar a iniquidade, não virão à memória todas as suas justiças, mas na sua iniquidade, que pratica, ele morrerá. ¹⁴ Quando eu também disser ao ímpio: Certamente morrerás; se ele se converter do seu pecado, e praticar juízo e justiça, ¹⁵ Restituindo esse ímpio o penhor, indenizando o que furtou, andando nos estatutos da vida, e não praticando iniquidade, certamente viverá, não morrerá. ¹⁶ De todos os seus pecados que cometeu não se terá memória contra ele; juízo e justiça fez, certamente viverá. ¹⁷ Todavia os filhos do teu povo dizem: Não é justo o caminho do Senhor; mas o próprio caminho deles é que não é justo. ¹⁸ Desviando-se o justo da sua justiça, e praticando iniquidade, morrerá nela. ¹⁹ E, convertendo-se o ímpio da sua impiedade, e praticando juízo e justiça, ele viverá por eles."

Frei Damião contra a Poligamia: o missionário obrigava homens a escolher entre duas concubinas

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 24 de agosto de 2025 | 19:21



"E veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: ² Filho do homem, fala aos filhos do teu povo, e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um homem dos seus termos, e o constituir por seu atalaia; ³ E, vendo ele que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo; ⁴ Se aquele que ouvir o som da trombeta, não se der por avisado, e vier a espada, e o alcançar, o seu sangue será sobre a sua cabeça. ⁵ Ele ouviu o som da trombeta, e não se deu por avisado, o seu sangue será sobre ele; mas o que se dá por avisado salvará a sua vida. ⁶ Mas, se quando o atalaia vir que vem a espada, e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo, e a espada vier, e levar uma vida dentre eles, este tal foi levado na sua iniquidade, porém o seu sangue requererei da mão do atalaia. ⁷ A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca, e lha anunciarás da minha parte. ⁸ Se eu disser ao ímpio: Ó ímpio, certamente morrerás; e tu não falares, para dissuadir ao ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniquidade, porém o seu sangue eu o requererei da tua mão. ⁹ Mas, se advertires o ímpio do seu caminho, para que dele se converta, e ele não se converter do seu caminho, ele morrerá na sua iniquidade; mas tu livraste a tua alma.   (Ezequiel 33,1-9)

O mito do sexo casual: o que a TV não mostra e a vida real revela

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 23 de agosto de 2025 | 16:51

(foto reprodução)


Vivemos em uma sociedade onde a mídia apresenta o sexo como algo leve, divertido e sem consequências. Em novelas, séries e filmes, uma noite de paixão termina sempre em sorrisos, prazer e liberdade, sem nenhum tipo de dor ou risco. Mas será que a vida real funciona assim?


Como lembrou o Cardeal Lozano (1): “Estamos falando do centro do cristianismo, pois se trata de amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo. O que conta é a abstinência, a fidelidade e «não matarás».”


A verdade é que fora da ficção, o sexo sem compromisso pode trazer marcas profundas — físicas, emocionais e espirituais.

Yuval Harari revela sua homossexualidade e provoca debate sobre religião em novo livro

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 18 de agosto de 2025 | 17:24

(foto reprodução)


 

Em "21 Lições", Harari questiona se as religiões tradicionais, como o cristianismo, Judaismo e o islão, conseguirão se adaptar à engenharia genética, que pode levar à criação de super-humanos e à superação da morte.Ele também, levanta a possibilidade de que os novos avanços tecnológicos e as empresas de tecnologia, como as de Silicon Valley, possam vir a criar novas "religiões" ou sistemas de crenças que substituirão os antigos.E diz que se assumiu homossexual por causa da ciência. Yuval Harari em seu último livro, apresenta a religião como uma narrativa em declínio, sendo desafiada por novas visões de mundo e pelo impacto das novas tecnologia. Em 21 Lições para o Século 21, Yuval Noah Harari não critica a religião diretamente, mas a aborda como uma forma de "narrativa" ou ideologia que molda a humanidade, questionando seu papel no mundo atual e futuro diante dos avanços tecnológicos e outros desafios globais. Ele argumenta que, embora as religiões sejam poderosas, e eficazes, a humanidade precisa discernir entre fatos e as narrativas que nos são contadas para lidar conosco e a realidade que nos rodeia. Harari analisa narrativas, incluindo as religiosas, como formas de criar significado e ordem no mundo. Ele questiona a rigidez dessas, na linguagem do autor, consideradas todoas elas como narrativas, sem levar em conta o fato histórico de Jesus de Nazaré, colocando todas no mesmo rol.Uma das questões centrais do livro é se "Deus está de volta". Isso não é uma afirmação de retorno divino, mas uma reflexão sobre a persistência e o papel da religião e dos valores religiosos no mundo contemporâneo. Harari incentiva seus ávidos e fieis leitores a desenvolverem um pensamento crítico para distinguir a verdade das narrativas que lhes são apresentadas.  O livro não se aprofunda numa condenação da religião, mas a usa como um ponto de partida para discutir questões mais amplas do século XXI, como a tecnologia, a política, a guerra e as mudanças climáticas. O objetivo é preparar os indivíduos para um futuro complexo, focando nas habilidades para lidar com ele. Em suma, Harari não critica a religião como mal, mas a insere no contexto maior das narrativas e ideologias que influenciam e são questionadas no mundo atual. Yuval Noah Harari declara-se abertamente como homossexual no livro, com um "marido" o qual lhe dedica o livro. O autor temos percebido, há alguns anos, faz de sua identidade uma parte importante da sua visão de mundo e da forma como ele usa o pensamento científico para se questionar sobre a realidade e aceitar a si mesmo. Harari explicou como a ciência o ajudou a aceitar a sua própria identidade sexual, questionando a ideia de que ser gay é "não natural". Ele argumenta que qualquer coisa que existe é natural por definição, desmistificando preconceitos sobre a sexualidade. Porem, para os especialistas no assunto, como Freud e Zusman, a homossexualidade é compreendida como uma fixação da libido e uma regressão patológica à fase anal da evolução psicossexual, isto é, pré-genital. A noção de fixação é relacionada a uma parada do desenvolvimento, tomada como indicador de patologia, e não como os modos de inscrição dos representantes da pulsão no corpo. Desta forma, a homossexualidade não se teria subordinado à “primazia genital”, índice de “maturidade humana”, da “evolução ideal”, caracterizando, assim, uma perversão ou desvio do instinto sexual. Para Zusman, o homem ou a mulher homossexual possui uma identidade de gênero discordante de seus órgãos genitais. Essa não correspondência seria um problema de identificação. A identificação do homossexual com a mãe seria a responsável pela fixação anal e sua respectiva passividade. A cristalização dessa identificação feminina conduziria a uma identidade ou identificação delirante, a exemplo dos travestis. Alguns almejariam a “mutilação” dos genitais para a consumação de seu delírio. Seja como for, “a homossexualidade tem na face interna dos seus disfarces a etiqueta da psicose”, conclui (conforme ZUSMAN, Waldemar: "Breve anatomia da homossexualidade". Jornal O Globo. Rio de Janeiro, Caderno Opinião, 12 ago 1997, p. 7 - "As Erínias da Celmy". Boletim Científico da SBPRJ. Rio de Janeiro. 1: 1-8, jan/1998).

Saúde íntima em risco? Médicos explicam a verdade sobre o sexo anal

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 7 de agosto de 2025 | 09:41

 

(foto reprodução)

 

 

Não vamos usar neste post o argumento religioso ou de moral conservadora, mas apenas a racionalidade científica médica para comprovar que a prática de sexo anal tanto para passivos femininos e masculinos não é saudável.Basicamente, o risco que o sexo anal pode oferecer à saúde é o surgimento de infecções devido à alta concentração de bactérias nessa região excretora. Ao contrário da vagina, o ânus não possui a capacidade de autolubrificação, outro problema é o dano físico. Isto é, o ânus e o reto são estruturas que, apesar de apresentarem alta resistência física em sua musculatura, são bem frágeis quanto a natural proteção bacteriológica em relação a vagina. Assim, a prática de sexo anal pode causar traumas no reto, hemorroidas, fissuras anais, e prolapso retal (a mucosa do reto acaba se exteriorizando pelo ânus). Todas essas situações têm como principais causas a prática do sexo anal prolongado, a introdução de objetos largos no ânus e a redução da sensibilidade local em função do consumo de álcool ou de outras drogas.Além de que,  o sexo anal pode afetar a próstata, especialmente no caso de homens que praticam sexo anal de forma ativa. O risco de problemas como prostatite (inflamação da próstata) e uretrite (inflamação da uretra) ocorrem em maior proporção devido à entrada de bactérias do reto na uretra, que podem subir até a próstata. Além disso, o sexo anal receptivo pode aumentar o risco de ISTs, como gonorreia, clamídia, sífilis e herpes. Como o ânus é órgão excretor e não reprodutor, não produz lubrificação natural, tornando o tecido anal mais suscetível a lacerações e irritações durante o sexo anal.

Dr. Ives Gandra denuncia: "as técnicas brutais do aborto"

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 21 de julho de 2025 | 09:04






O crime hediondo é caracterizado por três aspectos:



1º)-Premeditação (planejo matar).


2º)-Sem chance de defesa para a vítima (um inocente, cujo único crime cometido foi ter nascido).


3º)-Praticado com requintes de crueldade (na matéria abaixo se comprovará essa crueldade, ou seja, não basta matar, é preciso provocar dor e sofrimento prolongado na vítima).



Todos esses aspectos de um crime hediondo estão presente no aborto, o qual deve ser chamado corretamente, se é voluntariamente provocado, de "aborticídio", o termo aborto deve ser usado para os abortos naturais e espontãneos, ou seja, sem provocação voluntária.


 




A barbaridade das técnicas para a realização do aborto

 


Por *Ives Gandra da Silva Martins



Tenho acompanhado pela imprensa a manifestação de muitos articulistas que entendem que ser contra o aborto é defender teses retrógradas. Neste artigo, pretendo escrever apenas sobre o sofrimento do feto ou do bebê já formado durante o abortamento, lembrando que, em alguns países, já se estuda a possibilidade de anestesiá-los antes da prática do ato para que não sofram tanto quando lhes for tirada a vida.

Progresso verdadeiro x progressismo ideológico: o que a Igreja ensina?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 23 de junho de 2025 | 10:42

 

(''Escravos do Amanhã'' de  Lucas Berlanza e Hiago Rebello)




Resenha do livro em destaque: desde o século XVIII, com a célebre investida de Edmund Burke contra a Revolução Francesa, criticou-se exaustivamente a concepção de que as agendas sociais devem ser orientadas por ideias nunca testadas, pela soberania de valores abstratos, presunçosamente desatrelados do real e da tessitura sociocultural existente. Essas críticas, porém, não costumam se aprofundar na análise específica do ideal de ''progresso'' sustentada por esses ideólogos. No livro ''Escravos do Amanhã'', Lucas Berlanza e Hiago Rebello buscam mostrar que são insustentáveis os postulados da melhoria absoluta das esferas da vida apenas em consequência do avançar do relógio e da superioridade intrínseca das novidades, tanto na prática quanto na teoria. Enfrenta-se, pois, a crença de que o que se faz no ''hoje'' deveria ser pautado em uma suposição esquemática sobre o ''amanhã'' que, por definição, ainda não aconteceu.

Chesterton e a crítica ao falso heroísmo do suicídio

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 21 de abril de 2025 | 17:41



 

ORTODOXIA DE G. K. Chesterton - CAPÍTULO V: “A BANDEIRA DO MUNDO” (NÃO EXISTE honra NA DESONRA E NEM NO SUICÍDIO)

 

 

 

Quando eu era criança, havia dois homens estranhos correndo por aí, que eram chamados de Otimista e pessimista. Eu usei constantemente esses termos e confesso com toda a ingenuidade, que nunca tive uma ideia muito especial o que eles significavam. A única coisa que pode ser considerada evidente é que eles não queriam dizer o que queriam dizer, porque a explicação verbal atual era que o otimista julgava que o mundo era totalmente bom, enquanto o pessimista julgou que é tão ruim quanto pode ser.

Retiro espiritual em casa: passo a passo simples

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 3 de março de 2025 | 15:49

 



"Quando orares, entra no teu quarto e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto"  (Mateus 6,6)



Ao longo do ano precisamos dar uma paradinha, rever nossa caminhada, e fazer as devidas correções para continuar em frente rumo a nossa meta (Filipenses 3,13-14). Os períodos de carnaval, são tempos oportunos para se fazer um bom retiro, e temos as ínumeras propostas dos movimentos e Novas Comunidades que oferecem os "Retiros de Carnaval", mas, tem pessoas que não gostam dessa espiritualidade barulhenta, e prefere o recolhimento. Não vamos aqui dar receita de bolo pronta e irreticável, não, pois somos únicos diante de Deus e em nossas relação com Ele, daremos apenas diretrizes, que podem ser enriquecidas de forma pessoal, ou orientada por sua direção espiritual. A busca de uma maior intimidade com Deus é uma necessidade que sentimos. Especialmente no começo ou fim de ano, aniversários, e feriados prolongados (como o do carnaval e feriados esticados). Muitos Cristãos desejam parar e ouvir o que Deus quer falar como direção, e ou planejamento para aquele tempo de sua vida. Claro, às vezes alongamos e adiamos esse planejamento, com a ideia de que “o ano só começa no Brasil depois do carnaval”, ou então, depois disso ou daquilo eu faço.

Os dois jejuns ensinados por Jesus e sua originalidade frente às demais tradições

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025 | 13:38

 


 


-Marcos 9,17-29: "Um homem que estava na multidão respondeu: — Mestre, eu trouxe o meu filho para o senhor, porque ele está dominado por um espírito mau e não pode falar. Sempre que o espírito ataca o meu filho, joga-o no chão, e ele começa a espumar e a ranger os dentes; e ele está ficando cada vez mais fraco. Já pedi aos discípulos do senhor que expulsassem o espírito, mas eles não conseguiram. Jesus disse: — Gente sem fé! Até quando ficarei com vocês? Até quando terei de aguentá-los? Tragam o menino aqui. Quando o levaram, o espírito viu Jesus e sacudiu com força o menino. Ele caiu e começou a rolar no chão, espumando pela boca. Aí Jesus perguntou ao pai: — Quanto tempo faz que o seu filho está assim? O pai respondeu: — Ele está assim desde pequeno. Muitas vezes o espírito o joga no fogo e na água para matá-lo. Mas, se o senhor pode, então nos ajude. Tenha pena de nós! Jesus respondeu: — Se eu posso? Tudo é possível para quem tem fé. Então o pai gritou: — Eu tenho fé! Ajude-me a ter mais fé ainda! Quando Jesus viu que muita gente estava se juntando ao redor dele, ordenou ao espírito mau: — Espírito surdo-mudo, saia desse menino e nunca mais entre nele! O espírito gritou, sacudiu o menino e saiu dele, deixando-o como morto. Por isso todos diziam que ele havia morrido. Mas Jesus pegou o menino pela mão e o ajudou a ficar de pé. Quando Jesus entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram em particular: — Por que foi que nós não pudemos expulsar aquele espírito? Jesus respondeu: — Este tipo de espírito só pode ser expulso com oração e Jejum."

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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