1ª)- A verdade
filosófica e teológica da fé.
2ª)- A verdade
científica da razão.
Para Averróis estas "verdades (convicções)" podem estar em desacordo umas
com as outras!
Havendo o conflito, os textos
devem ser interpretados livremente. É daí que decorre a ideia que lhe é
atribuída de que existem duas verdades, onde uma proposição pode ser
teologicamente falsa e filosoficamente verdadeira e vice-versa. Tomás de Aquino em suas duas "Summae",
sistematizou o conhecimento teológico e filosófico de sua época : são elas a "Summa
Theologiae", a "Summa Contra Gentiles". A partir de
Tomás de Aquino, a Igreja tem uma teologia (fundada na revelação) e uma
filosofia (baseada no exercício da razão humana) que se fundem numa síntese
definitiva: fé e razão, unidas em sua orientação comum rumo a Deus. Tomás sempre sustentou que a filosofia não
pode ser substituída pela teologia e que ambas não se opõem. Afirmou que
não pode haver contradição entre fé e razão. Explica que toda a
criação é boa, tudo o que existe é bom, por participar do ser de Deus, o mal é
a ausência de uma perfeição devida. E a essência do mal é a privação ou
ausência do bem. Além da sua Teologia e Filosofia, Tomás desenvolveu também uma
Teoria do Conhecimento e uma Antropologia, deixou também escrito conselhos
políticos: Do governo do Príncipe, ao rei de Chipre, que se contrapõe, do ponto
de vista da ética, ao "Príncipe" de Maquiavel (os quais recomendamos
a leitura, mas você é livre para isto).Muitas pessoas nos
escrevem colocando dificuldades que julga “insolúveis”. E exige que não
argumente com base na afirmação de que “tal é a vontade de Deus”. Reconheço que são
perguntas pertinentes para quem está com sinceridade principiando no caminho do
conhecimento da verdade, mas infantis para quem quer se considerar a última
coca cola do deserto. Responderemos agora a essas mesmas questões
“insolúveis” para alguns, como já respondemos a outras neste nosso apostolado Berakash. Compreendemos entretanto, que, para quem se denomina ateu, essas questões sejam aparentemente (e não realmente)“insolúveis”.
Vamos pois, à solução
delas:
1)- Se Deus é
onisciente, então sabe eternamente que o homem pecará e não é possível
compreender que o puna por aquilo que, de antemão, sabe que ele fará”?
R.: Deus criou o
homem e lhe capacitou com a inteligência, vontade e com liberdade psicológica,
chamada também de livre arbítrio. Alguém por exemplo, pode livremente optar em
ser “ateu”. Você escolheu essa posição doutrinaria livremente. E por que Deus
criou o homem livre? Porque só se pode premiar quem é livre. Não se pode
premiar uma cadeira pelo fato de que ela nunca saiu do lugar em que a colocaram
numa sala. Só se pode premiar quem escolhe e faz o bem livremente. Então Deus
criou seres inteligentes e livres para que Ele pudesse premiá-los. Ora, sendo
os anjos e os homens livres, eles podem fazer o bem ou deixar de fazê-lo
(omissão) ou fazer o contrário do bem (o pecado) livremente. Aos que fazem
livremente o bem, Deus dará o prêmio. Aos que livremente pecam, Ele dará castigo.
Contra argumentam ainda que,
sendo Deus onisciente, Ele sabe eternamente quem pecará! E sugerem que Deus não
deveria criar esses homens, que Ele sabe que pecarão!?
Já respondemos a esse
sofisma muitas vezes aqui em nosso apostolado! Repito a explicação, porque, se lhe pedir que você
procure as explicações (que já dei sobre isso), você livremente deixará de
procurá-las. Então livremente as respondo de novo, pensando no seu bem, mas
você é livre para escolher entender, até mesmo porque "não adianta explicar algo
a alguém, que livremente já optou em não querer entender", concorda? Mas vamos
lá, vamos fazer a nossa parte:
a) O fato de que Deus
conhece eternamente tudo, não significa que Ele conhece antecipadamente o que
o homem livremente vai escolher, seríamos assim, simples marionetes, além de que, Deus não se restringe ao tempo (Cronos).
b) O saber eterno de
Deus não é a causa do agir livre do homem no tempo. É a ação livre
do homem que produz o conhecimento de Deus! Assim como um
professor conhece, desde o primeiro dia de aula, que um aluno está fraco em
certa matéria, ou que não tem capacidade de aprendê-la, ou outro que é vagabundo
e não quer aprendê-la, ainda que o professor se esforce por ajudar esse alunos,
eles tomarão bomba, serão reprovados, ou porque não têm competência ou por não
quererem estudar. Não é o saber antecipado do professor (que está no tempo) que vai
causar a reprovação do aluno. "Será o oposto: esses alunos serão
reprovados por culpa própria". Assim também, o saber eterno de Deus é uma
variável dependente, enquanto a ação livre do homem é uma variável livre,
independente - Dou-lhe mais um argumento: Se estamos no alto de um monte, e vemos um cego
caminhando para um abismo, sabemos que, se ele continuar em sua caminhada, ele
irá cair no abismo e que vai morrer. Nós gritamos ao cego que ele pare, porque há um abismo mais adiante à sua
frente. Se o cego recusar atender a nosso aviso, e continuar a caminhar na
mesma direção, ele cairá no abismo e morrerá. Mas não morrerá porque sabíamos
do fim que ele ia ter. Ele livremente quis continuar em sua marcha em direção
ao abismo, e ele quis isso livremente, apesar de nossos avisos. Assim
também, Deus nos avisa continuamente para deixarmos de fazer algumas opções que
causarão consequências negativas a nós e aos outros. Caso você não mude,
sofrerá as consequências de sua livre escolha.
2)-Segunda pergunta
“insolúvel” é: Se Deus é onipotente e infinitamente bom, como explicar a
existência do mal, isto é, como uma causa infinitamente boa pode dar origem à
sua negação?”
R.: Deus é bom e tudo
o que existe, enquanto ser, é bom! Existir é um bem! As condições do existir é que podem sofrer variações - Se o mal existisse, enquanto ser,
ele teria o bem da existência. Logo não seria mau substantivamente. Por isso, se lê na
Sagrada Escritura que Deus viu que todas as coisas que Ele fez eram boas, e que
o conjunto do que Ele fez era “muito bom”! O mal então não existe como ser. Mal
é a falta de existência do que devia existir ou a falta de ordem. Assim, se me
falta um braço, isso é um mal. Para o homem, não ter asas não é um mal, porque
a natureza humana não exige ter asas, porém, não ter asas seria um mal para uma gaivota. Mal é a
falta de ser, mas o mal físico ou moral não é um ser. O mal não é metafísico. Não é ontológico. O mal,
como coisa, como ser, não existe. Pode haver mal como falta de ordem. Se o
veneno da cobra estiver em minhas veias, isso será um mal para mim. Mas, o
veneno da cobra, na boca da cobra, não é um mal, mas um bem porque lhe serve de
defesa. Como coisa, esse veneno pode ser bem usado, por exemplo, como vacina. O que pode existir é
o mal moral, isto é, podem existir ações más. E ações não são substantivos. São
verbos. Verbo é a palavra que indica uma ação e não uma substância.Assim,
roubar é um mal moral. É uma ação má. Assassinar é pecado, porque é uma ação
má. Agir mal é inverter a ordem dos bens. Por exemplo: o que é roubar? Roubar é amar mais o
dinheiro (bem menor) do que a justiça (bem maior). O latrocida coloca o
dinheiro e a vida do outro acima da justiça. Por isso roubar, isto é, pegar o que é dos outros,
não pagar o que se deve, não pagar o que se prometeu pagar, sem justificativa
alguma ao devedor, é pecado gravíssimo! O latrocida é mau moralmente. Mas, enquanto homem, ele por ter um corpo bom, saudável, forte, por ter uma alma inteligente (e
isso é bom) ele é bom como ser. Mas é mau moralmente, por suas ações e opções. Portanto,
Deus nada fez de mal! Ele pode até "tirar do mal aparente um bem permanente!" Por exemplo, se este homem mal morrer, seus órgãos vitais podem salvar outras vidas, e ou dar melhor qualidade de vida a outros quando livremente doados por ele, ou seus familiares, bem como, até de
perguntas sofísticas e falaciosas Deus tira um bem, como a explicação que estou dando, que lhe
poderá fazer bem, caso você as aceite livremente. Ademais, outros leitores
poderão bem aproveitar essas respostas boas para perguntas más.
3)- Vamos, então, à
terceira pergunta, que não é má. E é até bem útil: Se Deus possui infinita
liberdade para escolher o melhor, por que, entre todos os mundos possíveis,
escolheu este, digamos assim, "imperfeito?"
R.: Deus fez este
mundo à sua imagem e semelhança, para que através das qualidades das coisas
criadas compreendêssemos suas qualidades em grau infinito. Deus poderia criar
muitos outros mundos. Criou este, porque, como bom mestre, escolhe os melhores
meios para fazer compreender o que Ele quis nos ensinar. Não se
multiplicam ações desnecessárias, mas apenas as convenientes e suficiente para
o fim almejado, simples assim! O otimismo filosófico Leibniziano consiste em garantir que Deus escolheu este como o melhor dos mundos, entre todos os possíveis. Pode até ser que existam outros mundos que sejam “melhores” – (o que é o conceito de melhor para um ateu e um Cristão?) Percebemos que o termo “MELHOR” acaba gerando conflitos e debates a partir de perspectivas diferentes. Se para alguns o conceito de melhor queira dizer "moralmente e perfeitamente bom", então este ainda não é o melhor dos mundos – Entenda, não que Deus por incapacitação de poder, Ele é logicamente incapacitado de criar "o melhor dos mundos possíveis moralmente e perfeitamente bom", por que este mundo com o nosso livre arbítrio, é praticamente impossível, a não ser que Deus agisse como um tirano totalitarista, tirando nosso livre arbítrio. Ou seja, "o melhor dos mundos possíveis moralmente, livremente e perfeitamente bom" é “praticamente impossível” - por que uma vez que para algo ser bom, deve ter a intenção livre de ambas partes, em “querer ser bom” e fazer o bem de forma harmônica e sem “intervenção divina coercitiva”. Em suma, Deus escolheu a melhor configuração possível para a existência de um mundo com pessoas livres, porém, o que fazemos com ele com nosso livre arbítrio, é por nossa conta e risco.
4)- Agora a quarta
pergunta, aliás, uma pergunta bem velha e não “insolúvel”, pois Deus já a
respondeu nos Salmos e no livro de Jó. Se Deus não cessa de intervir sobre o
mundo (como atestam os milagres), por que deixa que os bons sofram e os maus
sejam felizes?

R.: Sendo Deus bom e
justo, Ele deve premiar todo bem que o homem faz livremente! Ora, até gente
assassina pode fazer algum bem natural, como por exemplo, cuidar da mãe na
velhice. Deus então precisa premiar esse bem. Vendo que a pessoa má
não vai se emendar, Deus então recompensa os bens materiais que os maus fazem permitindo-lhes saúde, vida longa, e dinheiro nesta vida. Pelo contrário, Deus dá
dores e cruzes para os bons, para que eles sofram já na terra o castigo de seus
pecados, a fim de premiá-los com o bem eterno na outra vida. Deus dá cruzes aos
bons "como podas em plantas" para produzirem melhores frutos, e a penitência, para lhes dar
a recompensa na outra vida. Por isso, os bons sofrem dores e
humilhações nesta vida e os maus impenitentes, na outra vida, se claro, não se arrependem
ainda nesta vida. Cristo e os primeiros
Cristãos sofreram nas mãos dos imperadores. O imperador Nero um dos maiores carrascos dos Cristãos, gozou e teve uma
vida de conforto, poder, fama, e inúmeros prazeres, mas se manteve irredutível à graça e misericórdia
de Deus que bateu a sua porta de todas as formas. O que se pode esperar dele na
outra vida se ele não se arrependeu? o mesmo prêmio daqueles que padeceram em
suas mãos? Isto seria justo? Hitler e Madre Tereza de Calcutá merecem o mesmo prêmio
na outra vida?...
Além disso, os bons
sofrem por amor às almas dos maus para que se emendem, porque o verdadeiro amor (ágape) se manifesta na
capacidade de sofrer por amor do outro. Quem é mau tem ódio do bem, tem inveja
do homem bom, e, por ódio o acusa caluniosamente. Podendo, o escarnece, difama
e humilha, como os fariseus fizeram com Jesus.
5) Quinta pergunta
supostamente “insolúvel”: Se Deus é plenitude infinita, que necessidade teria
de criar um mundo finito e imperfeito?
Deus nada criou por
“necessidade"! Deus criou tudo por amor. Deus não podia criar outro ser
infinito e perfeito como Ele, porque Ele é incriado, ou seja, não tem princípio
e fim, Ele simplesmente “É”, portanto, fora de nossas categorias
(Deus é acategoremático). Necessariamente, a criatura tinha que ser finita. Deus não pode
criar outro Deus, porque este segundo seria criado, e portanto, inferior a seu
Criador. Perfeito significa completo, acabado. Deus tudo fez perfeito. Os
defeitos são causados pelo homem. Perfeito absoluto só pode ser
Deus. Deus não pode fazer outro ser absoluto igual a Ele mesmo, pois que, como
já disse, esse Absoluto criado seria menos que o absoluto criador e incriado!
6)- Finalmente, a última
pergunta supostamente “insolúvel”: Se Deus é puro espírito e se uma causa só
pode produzir um efeito de mesma natureza que ela, como explicar a origem da
matéria?
R.: Como ficou
provado anteriormente, Deus só poderia fazer criaturas finitas, portanto menos
que Ele mesmo enquanto ser. Deus como causa de tudo, tinha que fazer criaturas
finitas, mas semelhantes a Ele mesmo, não iguais ou superiores a Ele, basta
apenas usar de lógica racional aqui. Ele fez o universo com seres puramente
espirituais (os anjos) puros espíritos como Deus, mas limitados; depois fez os
homens, inferiores aos anjos, porque os homens embora tenham alma espiritual
têm um corpo animal; por isso fez animais que se movem por instinto, e não
pensam; a seguir fez os vegetais que tem vida, mas não instintos e nem
movimento; por fim fez os minerais que apenas existem, como pura matéria. Como podemos ver, o
universo possui desde seres puramente espirituais (os anjos) até seres
puramente materiais (as pedras). Há, pois, no universo, uma gama ordenada de
seres que refletem a Deus em graus diversos:
1)- Os
minerais refletem analogicamente apenas a existência de Deus.
2)- Os vegetais
refletem analogicamente a existência e a vida de Deus.
3)- Os animais além da
existência e da vida refletem analogicamente a capacidade de agir de
Deus.
4)- Os homens refletem
analogicamente a existência material em maior plenitude que as existências anteriores, possuem a vida, a inteligência, a vontade, e a capacidade livre de agir, bem como a capacidade de livremente conhecer e de amar a Deus Criador.
5)- Finalmente os anjos refletem
a "existência imaterial" (penso, logo existo), a vida, a decisão, o conhecer através da inteligência, a vontade, e a liberdade, e principalmente, conhecem o amor de Deus em maior plenitude que os humanos, sua essência é puramente espiritual, mas de modo limitado, pois como nós, são apenas semelhantes a Deus, não iguais.
CONCLUSÃO
Deus então criou
todas as coisas desde um pedregulho até o sol. Desde uma formiga até o
elefante. Do grão de areia até a Virgem Maria. E tudo fala dEle! Por isso é
preciso compreender o canto das criaturas de São Francisco. E criou também a
nós: Seres que buscam a verdade nos propondo perguntas aparentemente “insolúveis”. E a
mim um já idoso blogueiro, mas ainda sempre pronto para a luta, para procurar lhe ajudar,
respondendo com paciência e com meu pouco saber às perguntas que lhe pareciam
insolúveis. E por isso também, Deus seja louvado que nos fez com boca para
falar, e com ouvido para ouvir e mãos para escrever as verdades eternas de
nosso bom e amoroso Deus! Que Deus nos faça então bem ouvi-lo e que nos converta sempre mais. E a mim que
me ajude a bem responder, para que faça o bem que me for possível. E seja Deus
sempre louvado por toda eternidade, pelo bem que existe, e que só Ele nos faz constantemente!
*Francisco José Barros
Araújo – Bacharel em Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme diploma
Nº 31.636 do Processo Nº 003/17
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