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Frieren e a Jornada para o Além: o anime que conquistou líderes católicos e está sendo recomendado no mundo inteiro

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 17 de abril de 2026 | 13:54




por*Francisco José Barros de Araújo 


Nos últimos meses, um fenômeno curioso — e até inédito — vem acontecendo no mundo da cultura pop: sacerdotes católicos de diferentes países estão recomendando, analisando e até produzindo séries de reflexões sobre o anime Frieren: Beyond Journey's End (Frieren e a Jornada para o Além).Não se trata de um ou outro comentário isolado. Já são dezenas de padres que enxergam na obra uma profundidade espiritual rara, algo pouco comum em produções japonesas. E isso levanta uma pergunta inevitável: como um anime sem intenção religiosa explícita consegue dialogar tão profundamente com a fé cristã?


É como se o autor seguisse, ainda que indiretamente, a mesma linha literária de obras como As Crônicas de Nárnia, de C. S. Lewis, e O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien: narrativas que não são catequeses explícitas, mas que carregam em sua essência valores profundamente compatíveis com a visão cristã da realidade.


Antes de tudo, é importante esclarecer: não há qualquer evidência de que o diretor Keiichirō Saitō seja cristão ou católico. No entanto, isso não impediu que a obra se tornasse um verdadeiro ponto de encontro entre arte e teologia.


1. Um fenômeno inédito: padres analisando um anime


Historicamente, a relação entre Igreja e cultura pop sempre foi cautelosa. Filmes, séries e músicas raramente recebem análises teológicas aprofundadas por parte do clero antes de qualquer recomendação — e menos ainda animações japonesas.

Deus, Religiões e Salvação: Estudo Acadêmico das Principais Religiões

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 14 de novembro de 2025 | 17:03

 



por*Francisco José Barros de Araújo 



Religiões, Doutrina e Salvação: Um Estudo Comparativo Sobre Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, Budismo, Hinduísmo e Espiritualismo

 

O debate sobre salvação, pecado, reencarnação, natureza de Deus e as divisões internas das tradições religiosas acompanha a humanidade desde seus primeiros registros. Desde as primeiras civilizações, o ser humano busca respostas para questões que transcendem a experiência sensível e tocam o sentido último da existência. 



Perguntas como “o que é salvação?”, “qual o papel da confissão ou do arrependimento?”, “existe reencarnação?”, “todas as religiões possuem divisões internas?” e “como diferentes tradições compreenderam Deus?” revelam um anseio comum: entender a própria origem, o destino final e o relacionamento com o Sagrado. Ao longo da história, cada religião elaborou caminhos para explicar a condição humana e oferecer algum tipo de libertação. Entretanto, dentro da perspectiva cristã — especialmente conforme o Magistério da Igreja — todos esses anseios encontram sua plenitude de sentido e revelação em Jesus Cristo, o Verbo encarnado, no qual Deus se manifesta de maneira definitiva e insuperável. 



Se outras tradições expressam lampejos da busca humana por transcendência, o cristianismo afirma que em Cristo essa busca encontra sua resposta última: a reconciliação plena com Deus, a revelação total do amor divino e o acesso aos meios concretos de salvação. Este artigo reúne e organiza diversos temas levantados em estudos teológicos, históricos e comparativos, estruturando-os de forma clara e didática em tópicos e subtópicos. A proposta é apresentar uma visão abrangente do panorama religioso, sem perder de vista o eixo central da fé cristã: Cristo como a revelação definitiva de Deus e a plenitude da verdade salvífica. O conteúdo é fundamentado em textos bíblicos, na tradição da Igreja e em dados históricos, oferecendo ao leitor uma leitura integrada capaz de iluminar por que tais questões continuam vivas e relevantes no imaginário espiritual da humanidade.

Dayenu: Explorando o Cântico Judaico da Gratidão e Sua Relevância em The Chosen’

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 28 de outubro de 2025 | 17:01

 




por*Francisco José Barros de Araújo 




Entre os símbolos mais belos do judaísmo, poucos traduzem tão bem a essência da gratidão quanto o cântico “Dayenu” — expressão hebraica que significa “teria sido suficiente”. Essa antiga canção, entoada durante a celebração da Pessach (a Páscoa Judaica), atravessa milênios como um lembrete de que cada ato divino, mesmo o menor, é motivo de louvor.


Recentemente, o termo ganhou destaque ao aparecer na série cristã “The Chosen”, emocionando espectadores que perceberam a profundidade espiritual por trás da simples frase: “teria sido suficiente”. O cântico Dayenu, tradicionalmente associado à celebração da Páscoa Judaica (Pessach), é um hino de gratidão que celebra a libertação do povo de Israel do Egito. Embora tenha ganhado destaque recentemente em obras como a série The Chosen, não há evidências históricas de que Jesus e seus apóstolos tenham recitado o Dayenu. 



Jesus, sendo judeu, certamente participou das celebrações pascais, como indicam os Evangelhos ao descreverem a Última Ceia como uma refeição pascal. Nessas ocasiões, os judeus recitavam bênçãos e hinos tradicionais, mas o Dayenu, na forma que conhecemos hoje, só aparece em manuscritos muito posteriores, provavelmente no século XV d.C., dentro da tradição sefardita.  


A popularização do Dayenu em narrativas contemporâneas, como em The Chosen, é um exemplo de como a cultura moderna busca conectar tradições judaicas à história de Jesus, mesmo quando não há comprovação histórica direta. 



Essa reinterpretação reforça valores universais como gratidão e reflexão sobre libertação e bênçãos, aproximando o público contemporâneo da riqueza da tradição judaica.  Assim, o Dayenu se torna não apenas um canto de celebração histórica, mas também um símbolo de inspiração espiritual, mostrando como antigos hinos podem influenciar e dialogar com narrativas modernas, sem que necessariamente tenham sido parte da vida dos apóstolos. 


Mas o que realmente representa o “Dayenu” no judaísmo e por que sua mensagem continua tão atual? Desde o Êxodo até o Calvário, o povo de Deus aprendeu a agradecer mesmo quando ainda caminhava no deserto. Assim como o antigo cântico judaico “Dayenu” celebrava cada milagre do Êxodo como “suficiente”, o cristão de hoje pode olhar para a história da salvação e repetir:



“Mesmo que o Senhor tivesse feito só isso, já teria sido suficiente!”

Mártires religiosos: Yuval Harari analisa Islã, Cristianismo e o dilema entre vingança e perdão

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 25 de agosto de 2025 | 17:02

 

(foto reprodução)

 

O verdadeiro Mártir é aquele que morre perdoando e não pedindo vingança. Essa postura reflete um dos pilares da fé cristã, que é o perdão e o amor ao próximo, mesmo em meio à perseguição. Mártires, como Jesus e Estêvão, demonstram a força da fé ao perdoar os seus algozes e não buscar vingança, um exemplo que inspira outros cristãos a perseverar na fé. Nas páginas 361 a 363 da obra 21 lições para o século 21, Yuval Noah Harari discute a identidade como uma construção narrativa em constante transformação. Segundo o autor, tanto os indivíduos quanto as culturas não possuem um núcleo essencial e imutável, mas sim um conjunto de histórias que são continuamente reinterpretadas e organizadas de forma a garantir a sensação de continuidade (Harari, 2018, p. 361-363). Essa perspectiva adquire relevância especial quando confrontada com episódios de violência extrema, como os atentados de 13 de novembro de 2015 em Paris, nos quais 130 pessoas foram assassinadas. Para Harari (2018, p. 362), tais acontecimentos não podem ser legitimados pela noção de sacrifício ou martírio, uma vez que revelam o uso ideológico e manipulador das identidades coletivas.

#Menorá judaico: luz, aliança e identidade

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 16 de julho de 2025 | 19:54


(foto reprodução)


A Menorá, um candelabro de sete braços, é um símbolo judaico muito antigo. Embora a Menorá tenha um significado profundo e esteja associada à presença divina, seu simbolismo principal se relaciona à luz, conhecimento, e a relação entre Deus e seu povo. 

A Igreja como o verdadeiro Israel: reflexão do Pe. Fábio Marinho

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 19 de junho de 2025 | 14:09



 

 

Gosto muito de alguns posicionamentos teológicos e doutrinários do pe. Fábio Marinho, mas como Teólogo de formação acadêmica, sou obrigado a discordar de sua posição teológica, pois ele está querendo por ponto final numa questão em aberto, e só quem tem autoridade para isso é a igreja. 

Qual o propósito de Jesus nas "festas Judaicas"

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 1 de junho de 2024 | 13:17

 

(foto reprodução)


Ao longo dos Evangelhos vemos que Jesus nunca agiu de forma aleatória, mas cada gesto seu possuía um profundo significado pedagógico e salvífico. 



Sua presença nas festas judaicas não era apenas um cumprimento de costumes religiosos, mas uma manifestação concreta de que Ele veio levar à plenitude aquilo que já estava prefigurado na Antiga Aliança (cf. Mt 5,17). 



Desde a infância, como vemos em Lucas 2,41-42, Jesus participa da vida religiosa do seu povo, mostrando que Deus entra na história concreta dos homens e fala dentro de sua cultura, de seus ritos e de suas expectativas messiânicas. Porém, como o próprio Cristo denunciou em Mateus 11,17 — “tocamos flauta e não dançastes, cantamos lamentações e não chorastes” — muitos participavam das práticas religiosas exteriormente, mas sem abrir verdadeiramente o coração para reconhecer a ação de Deus.  É nesse contexto que devemos entender a presença de Jesus na festa das Tendas. Essa festa não era apenas uma recordação histórica da peregrinação no deserto, mas um memorial vivo da fidelidade de Deus que sustentou Israel com água, luz e proteção. 



Quando Jesus decide se revelar justamente nesse ambiente carregado de simbolismo, Ele demonstra que não veio abolir os sinais, mas revelar o seu verdadeiro sentido. 


Enquanto o povo recordava a água que salvou Israel no deserto, Jesus se apresenta como a verdadeira água viva; enquanto contemplavam as luzes do Templo, Ele se revela como a luz do mundo



Assim, Cristo mostra que todas as festas, ritos e esperanças do Antigo Testamento convergem para sua pessoa, pois Ele é o cumprimento das promessas e o verdadeiro Templo onde Deus e o homem se encontram.

Gálatas 4, 6: "Deus enviou ao vosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Papaizinho"

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 18 de abril de 2024 | 22:21

 




A palavra aba vem do aramaico e quer dizer "meu papaizinho", expressando intimidade. Aba ou Ábba (אבא) é um vocábulo que significa pai em várias das línguas semíticas. Pode também ser transcrito como "Ab" ou "Aba". É utilizado corriqueiramente na língua aramaica para referir-se carinhosamente ao genitor, mas adquiriu um significado sagrado para algumas religiões.Entre os cristãos, por exemplo, é utilizado para designar o Deus Pai, aparecendo quatro vezes no Novo Testamento (Marcos 14,36; Mateus 26,39; Romanos 8,15; Gálatas 4,6), com a respectiva tradução grega. (wikipedia)

A igreja Católica "nunca condenou formalmente o Sionismo" e reconhece oficialmente o estado de Israel

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 23 de outubro de 2023 | 22:48

 

(foto reprodução)


por *Francisco José Barros Araújo


A compreensão da relação entre a Igreja Católica e o sionismo exige, antes de tudo, um olhar amplo, histórico e teologicamente honesto, capaz de evitar simplificações ideológicas e julgamentos anacrônicos. 


Não se pode interpretar a posição da Igreja a partir de frases isoladas ou episódios específicos, como se fossem declarações definitivas e imutáveis, desligadas do contexto em que foram formuladas. Após a destruição do Templo de Jerusalém e a dispersão do povo judeu pelo mundo, inaugurou-se uma longa e complexa história entre judeus e cristãos, marcada por tensões, distanciamentos, mas também por um progressivo aprofundamento teológico. 



Durante séculos, a reflexão cristã buscou compreender o papel do povo judeu no plano da salvação à luz da revelação em Cristo, o que levou, em determinados períodos, a posições teológicas que hoje precisam ser corretamente contextualizadas. 



Nesse sentido, antes do Concílio Vaticano II, houve de fato reservas quanto à ideia de um Estado judeu, mas tais reservas não configuraram uma condenação formal, dogmática ou definitiva do sionismo, e sim posições condicionadas por uma visão teológica ainda em desenvolvimento e por circunstâncias históricas concretas, como a situação política da Palestina e a preocupação com os Lugares Santos. 



A posição de São Pio X diante de Theodor Herzl, frequentemente citada, deve ser compreendida exatamente nesse horizonte: não como um ensinamento infalível, mas como uma resposta situada, de caráter prudencial e teológico, própria de um tempo em que a Igreja ainda não havia elaborado plenamente sua compreensão sobre o judaísmo pós-bíblico e sua relação com a história contemporânea. 



Com o passar do tempo, especialmente a partir do século XX, e de modo decisivo com o Concílio Vaticano II, houve um verdadeiro desenvolvimento doutrinal — não uma ruptura — que permitiu à Igreja reconhecer com maior clareza seus vínculos espirituais com o povo judeu, rejeitar explicitamente toda forma de antissemitismo e promover uma visão mais equilibrada e justa dessa relação. Esse amadurecimento abriu também espaço para uma atuação mais definida no campo diplomático, culminando no reconhecimento oficial do Estado de Israel pela Santa Sé. 


Especialmente no pontificado de São João Paulo II, o que demonstra de forma inequívoca que nunca houve uma condenação formal ao sionismo enquanto realidade histórica e política, mas sim um percurso de discernimento que levou em conta fé, razão e história.

Saúde mental: formas de apoiar quem está à beira de desistir da própria vida

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 21 de outubro de 2023 | 11:26

 


 

 

Romanos 5,3-5: “...mas nos gloriamos até das tribulações. Pois sabemos que a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade, comprovada, produz a esperança”

Entre História e Fé: Por Que a Dança é Central na Vida do Povo Judeu?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 10 de junho de 2023 | 19:11

 


por *Francisco José Barros de Araújo



Por que o povo Judeu gosta tanto de dançar e é tão festivo?



A dança na tradição israelita é uma fascinante mistura de influências judaicas e não judaicas vindas de diversas partes do mundo. Enquanto em muitos países a dança folclórica preserva antigas tradições rurais, em Israel ela se transforma em uma forma de arte viva, sempre em evolução, que une fontes históricas e contemporâneas, inspirando-se tanto na Bíblia quanto em estilos modernos de dança. Os primeiros pioneiros trouxeram consigo as danças de suas terras natais, adaptando-as ao novo contexto. Entre elas, destaca-se a “hora”, originária da Romênia, que simbolizava a construção de uma nova vida na Terra de Israel. Sua formação em círculo fechado conferia igualdade a todos os participantes, os movimentos simples permitiam que qualquer pessoa se juntasse, e os braços entrelaçados representavam a fraternidade recém-descoberta.  Este estudo propõe-se a oferecer um panorama geral desse tema amplo. Ainda há muito a pesquisar, especialmente sobre a influência dos Patriarcas da Igreja, a situação sócio-cultural na Idade Média e a união entre Estado e Igreja, bem como sua repercussão no imaginário popular e nas transformações que essas influências provocaram na forma de religiosidade cristã no Ocidente.

Entenda porque foi necessário o papa Francisco decretar a Traditionis custodes para limitar as Missas Tridentinas

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 12 de maio de 2023 | 21:42

 

 


 



Missa tradicional (Tridentina) virou ideologia, diz Papa Francisco

 



Muitos dos Rad Trad são realmente sinceros e confirmam a máxima de que "a sinceridade não é o critério da verdade", pois a maioria dos Rad Trad estão sinceramente equivocados em suas convicções.

Cultura tibetana em debate: o legado espiritual e as críticas ao Dalai Lama

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 17 de abril de 2023 | 12:13




A Bíblia dá valorosos conselhos e advertências aos idosos, e grandes elogios a uma velhice sadia!

A importância da boa leitura para a formação cristã: santos, catequistas e fiéis

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 13 de abril de 2023 | 11:07





O católico deve ler tudo sem critérios, na busca do conhecimento e da verdade?


 

Na vida temos dois faróis: O da fé e o da razão. A palavra de Deus diz que o justo vive pela fé, não que com isto devamos negar a razão, a qual Lutero dizia que era "a prostituta do diabo!" O farol da razão tem uma iluminação e alcance limitado, já o farol da fé nos leva além daquilo que a razão pode alcançar! Os sábios dizem que "a fé e a razão são as duas asas que nos elevam até Deus", porém, esta navegação e este voo precisam ser guiados pelo farol da prudência. 

Conheça a verdadeira história do judeu budista Leonard Cohen autor da universal e enigmática música "Hallelujah" e seu real significado

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 8 de abril de 2023 | 15:39

 

(foto reprodução)




Significado da música Hallelujah, de Leonard Cohen




 

Certamente você já ouviu uma das versões dessa música em um casamento por aí. O famoso “aleluia” do refrão é figurinha carimbada nas celebrações matrimoniais. Agora, se você não é uma pessoa que frequenta casamentos, pode ser que conheça Hallelujah como “a música do filme do Shrek”. As duas opções são válidas, não estamos aqui pra julgar ninguém. O fato é que Hallelujah se tornou um verdadeiro clássico. A música foi regravada diversas vezes e ganhou versões em diferentes idiomas.Mas, mesmo com toda a popularidade, os mistérios sobre o verdadeiro significado da letra nunca deixaram de pairar sobre a canção de Leonard Cohen.As apostas vão de música religiosa à canção deprimente e melancólica, e você vai perceber que as duas fazem sentido.Que tal tentar entender conosco o verdadeiro significado de Hallelujah, do seu verdadeiro autor, Leonard Cohen? 

livro de Emicida "Amoras" vandalizado por crente, ou apenas uma outra perspectiva de leitura?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 15 de março de 2023 | 13:06

 




A crente que “vandalizou” o livro de Emicida e o que podemos aprender disso?

 



Por *Wilson Gomes

 



Nesse momento, em que se fala tanto dos limites da liberdade de expressão e dos controles necessários para se combater o discurso de ódio, ocorreu um episódio muito interessante que pode ser usado como laboratório para a maturidade do debate público sobre tais temas.

O que dizer de religiões que fazem “trabalhos” para prejudicar ou amaldiçoar os seus semelhantes?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 9 de janeiro de 2023 | 23:07

 

(foto reprodução)

 

“Deus não tem religião, por que ele é a própria religião! Ou seja, Aquele que nos religa a Ele mesmo”

 

 

De forma alguma queremos com esta postagem aqui iniciar uma "guerra santa", mas como Cristãos católicos somos obrigados pelo nossa missão de Cristão Católico anunciar Cristo, a verdade de seu evangelho e sua Igreja fundada sobre Pedro (conf. Mateus 16,18). Entendemos que o verdadeiro católico, fiel ao sagrado magistério de sempre da Igreja, acredita na natureza humana, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, uma ordem moral herdada e testada na história de nossos antepassados e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro. Cremos no valor desta sã tradição e dos bons costumes, e sobre este alicerce firme assentamos nossa opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum. Cremos também que apesar das falhas humanas de seus membros, a Moral Católica é o melhor que há para o desenvolvimento das virtudes e para a constituição de uma ordem moral e social justa e correta, objetivando a salvação do homem todo e de todos os homens, para isto o meio por excelência é aquele ordenado por Cristo: Ide e evangelizai (Mateus 16,15). O que é Evangelizar para a Igreja?

Sincretismo religioso em espaços católicos: o caso das comemorações a Oxum no pátio da Igreja Matriz de Aracati-CE

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 13 de outubro de 2022 | 15:00

 

(foto reprodução)


Dom André Vital soube das comemorações sincréticas de Oxum no "pátio da igreja Matriz de Aracati-CE?" 




Nos últimos anos, tem crescido a prática de promover manifestações religiosas sincréticas em espaços tradicionalmente católicos, muitas vezes sem o devido discernimento pastoral. Um exemplo que causa perplexidade é a realização de comemorações ligadas a Oxum — entidade do candomblé e da umbanda — no próprio pátio da Igreja Matriz de Aracati-CE. A questão que se levanta é inevitável: Dom André Vital, bispo da Diocese, está ciente dessas celebrações que misturam culto católico com elementos de outras religiões, e até que ponto isso pode ser tolerado sem comprometer a identidade da fé católica? Das duas uma, ou as duas juntas: 




"Ou esses padres e demais incautos que foram surpreendidos com o evento, não sabem nada da doutrina Católica, ou nada de Umbanda, ou absolutamente nada de nenhuma das duas!" 

Papa Francisco: “o diálogo permite às pessoas de se conhecerem e de se compreenderem”

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 7 de outubro de 2022 | 12:03

 


 

Na manhã do dia 22/10/2016, o Papa Francisco realizou na Praça de São Pedro mais uma audiência jubilar, no contexto do Ano Santo da Misericórdia, desta vez centrada na misericórdia e o diálogo. Partindo do encontro de Jesus com a mulher samaritana, narrado no cap. 4 de João, Francisco ressaltou um aspecto particular da misericórdia, que é precisamente o diálogo: “O diálogo permite às pessoas de se conhecerem  e de compreenderem  as exigências de cada um, disse o Papa, sublinhando que ele é, sinal de grande respeito, pois coloca as pessoas em atitude de escuta "e em condições de se abrir aos melhores aspectos do interlocutor." O diálogo é uma expressão de caridade, porque, embora sem ignorar as diferenças, pode ajudar a encontrar e partilhar o bem comum e, além disso, o diálogo convida-nos a colocar-nos perante o outro vendo-o como um dom de Deus, que nos interpela  e nos pede para ser reconhecido. Muitas vezes – observou ainda Francisco – nós não nos encontramos como irmãos, apesar de vivermos ao lado deles, sobretudo quando fazemos prevalecer a nossa posição sobre a do outro, não dialogamos quando não escutamos bastante ou tendemos a interromper o outro para demonstrar que só nós temos razão”.

O padre Kelmon é padre sim! Porém, não é da igreja Católica Romana, mas Ortodoxa do Peru – Simples assim!

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 1 de outubro de 2022 | 15:57

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A Igreja Católica Apostólica Ortodoxa foi fruto de um desmembramento da Igreja Católica Apostólica Romana surgida após o Cisma do Oriente em 1054.Trata-se da segunda maior comunidade cristã, reunindo cerca de 250 milhões de fiéis em todo mundo, especialmente no Oriente.

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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