Por *Francisco José Barros Araújo
Quem não já viu ou ouviu alguma postagem nas redes sociais sobre as "Profecias do Padre Oliveira?" Esse misterioso Sacerdote Gaúcho tomou os holofotes dos ambientes Católicos após "supostamente ter previsto" o falecimento de Bento XVI. Mas, o grande motivo da popularidade súbita destas visões - até pouco tempo inteiramente desconhecidas - é que teria sido revelado a este Padre que, após alguns conflitos, o Brasil seria salvo do Comunismo por Nossa Senhora. Sabemos que as revelações privadas tem um papel importante na Igreja, como as visões de Santa Margarida Maria Alacoque, que trouxeram ao grande público a santa devoção ao S. Coração de Jesus, ou a importantíssima mensagem de N. S. de Fátima. Mas quais devem ser os critérios para nortear os fiéis católicos quando ouvem falar em revelações privadas, ou particulares? Logo após Bento XVI ter feito sua páscoa definitiva para a vida eterna, os Católicos viram inúmeras publicações nas redes sociais a respeito das profecias de um tal “Padre Oliveira”. Este suposto e misterioso Padre supostamente gaúcho, teria previsto - e acertado - a data do falecimento de Joseph Ratzinger. Mas o principal motivo que alçou estas visões desconhecidas ao estrelado foi uma profecia que diga-se de passagem, “ainda não se cumpriu”:
Segundo o Padre Oliveira, após um período de
provação, Nossa Senhora salvaria o Brasil do Comunismo. Uma previsão belíssima que todos nós gostaríamos de crer, sem
dúvida! Mas em matéria de revelações privadas, a recomendação constante da
Igreja sempre foi: "duvide até que se demonstre cabalmente" sua autenticidade!
É bom que se esclareça aqui
com todas as letras que, embora nenhuma revelação seja estritamente obrigatória a sua credibilidade, ainda que reconhecidas pela igreja, elas não são passíveis de excomunhão automática, porém, também, nenhum fiel católico tem o direito de ignorar ou negar, aquelas que foram reconhecidas oficialmente, como por exemplo, Nossa
Senhora de Fátima em Portugal, N. Sra das
Graças na França, N. Sra de Guadalupe no México, entre outras. Porém, contudo, entretanto,
todavia, a credulidade fanática e excessiva é tão nociva quanto a incredulidade! É preciso analisar as supostas
profecias e revelações particulares com muita cautela e isenção de ânimo, a fim de nos indagarmos sobre
sua possível autenticidade. E isso está faltando em não poucos dos fiéis que
divulgam as previsões do Padre Oliveira - que permanece blindado sob a égide do
anonimato, o que já torna tudo muito suspeito, pois debanda para as especulações. Como muitos são os fiéis os quais desejam efetivamente, que Nossa Senhora salve o Brasil do Comunismo, apegam-se
desesperadamente a esta suposta profecia com uma Fé Sobrenatural que só
deveriam ter na Revelação Divina reconhecida pela igreja expressa nas Escrituras,
Tradição e Sagrado Magistério, e o que é pior, já rotulam de incrédulo, infiel, e
excomungam quem duvida de sua autenticidade. Numa live que o
Lucas Gelasio fez no canal Déia e Tiba, ele explicou bem detalhadamente como são
as visões do Padre Oliveira e o porque foi criado esse "pseudônimo". Talvez porque o
padre sabia que as pessoas não escutariam a integridade das visõe, e sim, apenas a
parte que teriam interesse. Surgiro que você mesmo(a)
pesquise e veja a primeira live que Lucas Gelásio fez, para entender o contexto. Ele mesmo
(o suposto padre Oliveira), diz que "não
é profeta e que as visões e locuções não são profecias". Por exemplo, na visão
que o tornou conhecido, é assim que ele descreve a visão que teve, onde viu o Papa emérito Bento XVI sendo preparado
para o velório, e viu o período de 2022-2023. Então, ele se perguntou: “será que
o Papa irá para a casa do Pai...” e colocou uma interrogação (que foge ao
método tradicional de profetizar, que é afirmativo e contundente!). Essa foi sua suposta visão, ou seja, em
momento algum ele afirmou que isso aconteceria de forma cabal, nem que era uma profecia,
e assim acontece às suas demais visões. Muitos tem colocado palavras e observações
como sendo do suposto padre Oliveira, que não correspondem com a verdade.
Portanto, devemos antes de qualquer conclusão precipitada, confirmar e atentar para
com o que realmente foi visualizado e exposto em fontes fidedignas, sem
especular, pois como o próprio Lucas afirmou: algumas visões são meramente
especulativas, pois não são muito claras. Fica portanto a advertência de Pe. Paulo Ricardo: "a Prudência é a
mãe das virtudes", e duvidar de revelações privadas, não reconhecidas pela
igreja, é e sempre será, uma atitude prudente e sensata, principalmente sabendo
que o bom povo Brasileiro, principalmente os mais simples, são por sua cultura, demasiado
crédulos! E infelizmente, há por aí muita gente oportunista, de boa e má fé, a ganhar dinheiro por conta
dessa “credulidade!” - Veja o esclarecedor vídeo abaixo de
Profecias do Padre Oliveira? O Que pensar? O QUE DIZ O SAGRADO MAGISTÉRIO?
Por Lorenzo Lazzarotto - o fiel Católico
Logo após Bento XVI ter deixado esta terra, os Católicos viram inúmeras publicações nas redes sociais a respeito das 'Profecias do Padre Oliveira'. Este misterioso Padre gaúcho teria previsto – e acertado – a data do falecimento de Joseph Ratzinger. Mas o principal motivo que alçou estas visões desconhecidas ao estrelado foi uma profecia que (ainda) não se cumpriu: "Segundo o Padre Oliveira, após um período de provação, Nossa Senhora salvaria o Brasil do Comunismo". Uma previsão belíssima que todos nós gostaríamos de crer, sem dúvida! Mas, em matéria de revelações privadas, a prudente recomendação constante da Igreja sempre foi:
"Duvide, até que se demonstre
cabalmente sua autenticidade concreta e completa!”
Se por um lado, seria errado manter a posição que São Luís Maria Grignion de Montfort condena no 'Tratado da Verdadeira Devoção': a dos fiéis "críticos" que pura e simplesmente descartam toda aparição ou revelação como sendo falsa (não é o caso do Apostolado Berakash). Diante dos elementos sobre humanos (milagres não explicáveis pela medicina, credulidade de Santos, aprovações por parte do Magistério), embora nenhuma revelação seja estritamente obrigatória, nenhum fiel tem o direito de temerariamente ignorar, por exemplo, a mensagem de Nossa Senhora de Fátima ou a autenticidade do manto de Guadalupe.
"Mas a credulidade excessiva é tão nociva quanto a incredulidade! É preciso analisar as supostas profecias com muita cautela e isenção de ânimo, a fim de nos indagarmos sobre sua possível autenticidade."
E isso está faltando em não poucos dos fiéis que divulgam as previsões do Padre Oliveira - que permanece blindado sob a égide do anonimato. Como muitos são os fiéis os quais desejam que, efetivamente, Nossa Senhora salve o Brasil do Comunismo, apegam-se a esta suposta profecia com uma Fé Sobrenatural que só deveriam ter na Revelação (Escritura, Tradição e Magistério) e taxam de incrédulo quem impugna tal autenticidade (ainda não confirmada). Não é porque desejamos que algo seja verdade que será.
Fonte:
o fiel Católico
Por que a Igreja "não obriga a crer nas aparições marianas?"
Por Pe. Paulo Ricardo
"Ninguém é
obrigado a crer com fé católica em revelações privadas, por não fazerem parte
do depósito sagrado que Deus revelou de uma vez para sempre à Igreja Católica."
Para
entender por que a Igreja Católica não obriga os fiéis a crer em revelações
privadas, mesmo que sejam célebres e bem atestadas, como as de Lourdes ou de
Fátima, é importante saber que a fé se diz em três sentidos principais [1]:
1) De
um lado, há o que se chama fé humana, que, em linhas gerais, é a que prestamos
a uma verdade cuja evidência não vemos por nós mesmos, mas aceitamos pelo
testemunho ou pela autoridade de outra pessoa. É por fé humana, por exemplo,
que sabemos da existência de Roma, embora nunca tenhamos posto os pés na
Itália, ou que um aluno dá por verdadeiro um teorema que ainda não é capaz de
demonstrar. No primeiro caso, é a convergência de testemunhos (fotos, mapas,
documentários etc.) que torna razoável crer que Roma existe; no segundo, é a
autoridade do professor que dá ao aluno segurança para aceitar, antes de poder
demonstrá-las, as estranhas fórmulas que vê na lousa.
2) De
outro lado, há o que se chama fé católica, que se deve às verdades reveladas
por Deus aos homens por meio de Cristo e dos Apóstolos, ou seja, da Igreja. A
fé católica se assemelha em parte à fé humana quanto ao seu motivo, que neste
caso é uma autoridade, não a de qualquer um, mas de Deus. Cremos em algo porque
Ele o disse. A diferença é que, se a autoridade humana pode falhar (isto é,
equivocar-se no que diz ou ter a intenção de enganar), a de Deus não. Por isso
a nossa fé é certíssima. Afinal, Deus não se engana nem engana ninguém. No
entanto, para aceitarmos com fé católica uma determinada verdade, é necessário
que ela:
-Se funde numa revelação pública ou
universal, feita a toda a Igreja.
-Reconhecida infalivelmente como tal pela
Igreja e proposta pelo Magistério, solene ou ordinário, para ser crida por
todos os cristãos.
-E na qual todos os cristãos estamos
obrigados a crer para sermos salvos.
3) Por
último, há o que se chama fé meramente divina, que se deve a uma revelação privada
ou pessoal, na qual está obrigado a crer apenas aquele a quem é ela certamente
dirigida, mesmo que a Igreja prudencialmente a reconheça como autêntica. A fé
meramente divina se assemelha à católica também quanto ao motivo, que é a mesma
autoridade divina. De fato, quem recebe uma revelação privada deve crer nela,
se tem certeza de que é Deus quem lhe fala. A diferença é que, enquanto a fé
católica se refere ao que Deus revelou aos fundadores da Igreja para toda a
Igreja, a meramente divina se refere ao que Ele quis revelar a esta pessoa
particular, ainda que em proveito de toda a Igreja numa época determinada.
Daí se vê
que ninguém pode ser obrigado a crer com fé católica nas revelações
privadas, quaisquer que sejam elas, uma vez que não fazem e nunca farão parte
do depósito sagrado que Deus revelou de uma vez para sempre à Igreja Católica,
depósito ao qual, depois da morte do último Apóstolo (João), jamais se acrescentará um
só iota.
Tampouco, estão obrigados a prestar assentimento de fé divina a revelações privadas os fiéis a quem elas não foram imediata e certamente dirigidas, embora convenha prestar-lhes assentimento de fé humana, na medida em que a autoridade da Igreja julga prudente reconhecê-las como autênticas, isto é, livres de todo indício razoável de fraude, engano, manipulação, e de quaisquer elementos que contradigam o conteúdo da revelação pública. Assim, não peca contra a fé quem não crê nas revelações de Fátima ou em outras aparições marianas particulares, embora nisto possa haver certa indocilidade temerária ao Magistério eclesiástico, quando ele mesmo reconhece a autenticidade de tais manifestações e as propõe aos fiéis, especialmente pela Liturgia, como dignas de fé e conformes à doutrina cristã.
Diz a
esse respeito um autor antigo:
"Quando revelações privadas são aprovadas pela Igreja, não são
aprovadas para serem cridas indubitavelmente, mas como prováveis. Deve-se
dizer que, quando estas revelações são aprovadas pela Igreja, não são
aprovadas para que lhes prestemos assentimento com certeza de fé, mas para que
as acolhamos como prováveis. Não para que sejam aceitas como de fé, mas
porque nelas não se contém nada contrário à fé ou aos bons costumes. De resto,
quanto a fatos particulares, são propostas como prováveis, porque promovem a
piedade dos fiéis e não contêm nenhum absurdo. Dizer, porém, depois da
aprovação da Igreja, que elas contêm falsidades é grande temeridade e presunção
[2].
Quanto a
supostas "revelações que ainda não foram examinadas pela autoridade da Igreja" e
sobre as quais, portanto, não existe nenhum juízo, quer negativo ou positivo, sirvam
de regra os seguintes princípios:
Sejam rejeitadas totalmente, junto com seu autor, as revelações nas quais se acha uma única pregação falsa. Isto se depreende de Deut. 18,20ss - onde se diz: “O profeta que, corrompido pela arrogância, quiser dizer em meu nome o que eu lhe não mandei dizer, ou falar em nome dos deuses estranhos, será morto. Se tu disseres no teu coração: Como posso eu conhecer a palavra que o Senhor não disse? Terás este sinal: Se o que aquele profeta predisse em nome do Senhor, não sucedeu, o Senhor não disse; o profeta, por presunção do seu ânimo, o inventou; por isso, não o temerás”
Destas palavras se depreende que se pode inferir facilmente, de uma só parte falsa da pregação ou da revelação, que o profeta é um impostor, o qual ou mereceu, por sua arrogância, ser iludido pelo demônio ou quis impiamente iludir a outros. Ora, se cai a autoridade da pessoa, cai com isso a fé em suas palavras. As revelações que, em suas doutrinas ou promessas, dispõem os pecadores a postergar da penitência não vêm de Deus. Esta característica dos pseudoprofetas é descrita em Jeremias 23,14-17) - com essas palavras:
“Aos
profetas de Jerusalém vi coisas horríveis: o adultério, a mentira; fortificaram
as mãos dos malvados, para que nenhum se convertesse da sua maldade. Tornaram-se
todos para mim como Sodoma, e os moradores de Jerusalém como Gomorra. Portanto, isto diz o Senhor dos exércitos acerca dos profetas: Não queirais ouvir as
palavras dos profetas, que vos profetizam! Enganam-vos, contam as visões do seu próprio coração, e não (o que sai) da boca do Senhor. Dizem aqueles
que me desprezam: O Senhor disse: Vós tereis a paz! E a todos aqueles que
seguem a perversidade do seu coração dizem: Não virá sobre vós mal algum...”
A estas falsas profecias pertencem aquelas revelações que prometem aos pecadores, pela prática de certas "devoçõezinhas" exteriores, a assistência divina e conversões na hora da morte, ou, ensinam outros "supostos caminhos" para o céu desprezando o caminho reto e estreito da cruz, revelado por Cristo [3].
CUIDADO
PARA NÃO CRIARMOS UM “MAGISTÉRIO PARALELO” AO
JÁ AUTÊNTICO, COMPROVADO, E SAGRADO MAGISTÉRIO DA IGREJA!
1Tm 6,20: “ Timóteo, guarda o depósito da fé,
evita as vãs conversas profanas e as contradições da falsa ciência, que alguns
professam e desviaram-se da verdadeira fé...”
Se já é
difícil conhecermos e estudarmos todo o sagrado magistério da Igreja em seus
documentos, imagine um MAGISTÉRIO PARALELO com revelações e interpretações
particulares de certos “gurus” (pesquisem sobre as terríveis consequências das revelações particulares em "Palmar de Troya" na Espanha). Na dúvida, opte sem pensar duas vezes, pelo já
comprovado sagrado magistério da Igreja expresso principalmente no Catecismo da
Igreja Católica...A propósito: Você o conhece? Tem em sua casa? Já o leu completamente?
Se não, antes de entregar toda sua fé a revelações particulares, sua prioridade
é conhecer a sã doutrina da Salvação que está neste "documento BASILAR" da igreja.
*Francisco José Barros
Araújo – Bacharel em Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme diploma
Nº 31.636 do Processo Nº 003/17
CATÁLOGO
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Referências
1.Cf. Pe. Santiago Ramírez, OP, De fide
divina. Salamanca: San Esteban, 1994, p. 74s, n. 78.
2.Pe. Eusébio Amort, De revelationibus,
visionibus et apparitionibus privatis regulæ tutæ, Augsburgo, Martim Veith
(ed.), 1754, p. 33 (grifos nossos).
3Id., p. 4s (grifos nossos).
Fonte:https://padrepauloricardo.org/episodios/por-que-a-igreja-nao-obriga-a-crer-nas-aparicoes-marianas
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Isso mesmo: "Se já é difícil conhecermos e estudarmos todo o sagrado magistério da Igreja em seus documentos, imagine um MAGISTÉRIO PARALELO com revelações e interpretações particulares de certos “gurus”
Waldemar - PE
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