De sedevacantista a conclavista: a polêmica virada de Frei Tiago
Visando alertar os fiéis católicos e promover um necessário discernimento diante de vozes que se apresentam como autoridades religiosas nas redes sociais, o presente artigo propõe analisar a trajetória e as posições do senhor conhecido como Frei Tiago de São José — youtuber que atua sob o nome civil de Cristian Montandon. A partir de informações públicas, declarações próprias e elementos verificáveis de sua atuação, o texto buscará demonstrar indícios de irregularidade quanto à sua alegada ordenação sacerdotal, levantando questionamentos sérios acerca de sua validade canônica.
Além disso, observa-se que não há comprovação de formação teológica reconhecida por instituições eclesiásticas legitimamente constituídas, tampouco vínculo formal com autoridades superiores que o acompanhem, supervisionem ou lhe concedam missão pastoral. Sua autoproclamada vinculação à espiritualidade carmelita se apresenta, segundo a análise aqui desenvolvida, de modo autônomo, desvinculado das províncias oficiais da Ordem do Carmo ou de quaisquer ramos reconhecidos pela Igreja, o que suscita dúvidas quanto à legitimidade de tal identidade religiosa.
Diante desse quadro, o artigo pretende examinar como se construiu sua imagem pública, as mudanças recentes de posicionamento — especialmente a alegada transição do sedevacantismo para o conclavismo — e as implicações doutrinárias, canônicas e pastorais dessa virada. O objetivo não é alimentar polêmicas estéreis, mas oferecer aos católicos critérios de prudência, fidelidade ao Magistério e segurança quanto àqueles que reivindicam autoridade espiritual sem o devido reconhecimento da Igreja.
*Conclavismo: Conceito, história e personagens
*Conclavismo é uma posição teológica do catolicismo "ultra tradicionalista". É também, o nome dado à auto reivindicação para eleger um Papa por um grupo cismático, agindo ou propondo ilegitimamente agir no lugar do Colégio dos Cardeais legítimo (Wikipedia).
De tempos em tempos, surge ou ressurge uma modinha para convulsionar a Tradição, no Brasil e no mundo!
Talvez por tédio ou por falta de uma vida espiritual aprofundada e séria. A coqueluche da vez é o conclavismo, em sua terceira tentativa de emplacar, depois de dois retumbantes fracassos. Infelizmente, essas modinhas acabam por atrair um sem-número de adeptos entre pseudo-eruditos, ignorantes/ingênuos e oportunistas.
Por causa disso, vi a necessidade de falar a respeito para esclarecimento das pessoas de boa fé e sensatas!
O que me move, precipuamente, é o envolvimento indevido e calunioso do nome do Reverendo Padre Ernesto Cardozo, diretor espiritual das Missões Cristo Rei, nesse imbróglio (um verdadeiro angu-na-casa-de-Noca)?...Este texto é um resumo que fiz de um artigo (a referência está no final) que encontrei na internet enquanto pesquisava a linhagem “episcopal” de um tal Merardo Loya. O artigo é sobre Juan José Squetino Schattenhofer, mas trata muito clara e serenamente, da questão do conclavismo, sua história e os patéticos personagens.
Em meu modesto parecer, o conclavismo, se não é uma heresia, tem cheiro de heresia!
E, observando o panorama dos “papáveis”, me parece que sobressai mais
o interesse pessoal que qualquer outra coisa. Sentar no Trono de Pedro é uma
tentação gigantesca, maior do que almejar uma mitra que não merece. Então,
acautelai-vos católicos de boa-fé e sensatos; e os demais também, porque está
em risco a vossa alma!
Conclavismo: Conceito, história e personagens
O
que é o conclavismo?
É um movimento surgido dentro do Sedevacantismo, pretendendo solucionar, de uma maneira democrática e humana — e subvertendo a ordem estabelecida por Deus para o governo da Igreja — o problema da Sé vacante, uma das consequências da crise da Igreja. Esse movimento é composto por pessoas que pretendem ter a autoridade, o direito e até mesmo a obrigação de se reunir e eleger um novo papa. Infelizmente, não se trata de um movimento único e homogêneo, mas se podem distinguir até três correntes diferentes, no tempo e nos personagens: fórmula indefectível para o fracasso e clara evidência de que não vem de Deus, porque em Deus tudo é ordem, humildade, e obediência.
Na
realidade, “não se trata de uma posição teológica”, em que pese os atores desta
pantomima se esforçarem para solidificar esta ideia; seria mais “um sistema
teológico no qual várias hipóteses pareceriam coincidir em um mesmo ponto: "diante da vacância da Sé, é necessário supri-la através de um concílio
imperfeito..." Obviamente, abusam de estratagemas lógicos e ilógicos,
misturando verdades e mentiras para alcançar o que almejam: o Trono de Pedro.
Contudo, não levam em conta o fator sobrenatural na questão da crise da Igreja.
É como se acreditassem que Deus dorme ou se distraiu, e não percebe o que está
acontecendo no mundo; e eles, os predestinados, tiveram a brilhante ideia de
fazer este favor a Deus!
História
e personagens
Essa
modinha não é nova, é um revival. Estamos na terceira geração de conclavistas.
Vamos a um pouco de contexto histórico.
A
primeira geração de CONCLAVISTAS
Este movimento surgiu durante o Concílio Vaticano II, por obra e graça destes personagens: Padre Joaquín Sáenz y Arriaga, Padre Georges De Nantes, Carlos Cuesta Gallardo, Eberhard Heller e Kurt Hiller, entre os principais. A ideia era formalizar uma acusação contra Montini (ou Paulo VI) por heresia (o que foi realmente feito pelo De Nantes) e imediatamente um bispo com jurisdição ordinária, na qualidade de irmão no episcopado do Pontífice, o deporia publicamente, anunciaria a vacância da Sé e convocaria um “concílio imperfeito” (e não “conclave”, como querem eles; esta situação guarda mais similitude com o Concílio de Constança), no qual se derrogaria o Vaticano II e todas as suas reformas e se elegeria o novo Papa.
Até haviam escolhido o “Campeão” deles: o Arcebispo Marcel Lefebvre, com o apoio e o aval ainda do Arcebispo Geraldo de Proença Sigaud, Arrigo Pintonello, os Bispos José Maurício da Rocha, Luigi Maria Carli, Antônio de Castro Mayer, e os Cardeais Giuseppe Siri, Alfredo Ottaviani, Antonio Bacci. Obviamente, Mons.
Lefebvre rechaçou essa ideia estapafúrdia quando foi indagado a respeito por
vários conclavistas em Kansas, Estados Unidos!
E
a essa aventura findou, não sem antes fazer brotar o primeiro antipapa dos
tempos modernos: Gino Frediani, que se autoproclamou papa com o nome de
Emmanuel I, e "reinou" de 1973 a 1984 na Itália.
A
segunda geração DE CONCLAVISTAS
Com o fracasso do primeiro conclavismo, surgiu um segundo, impulsionado por seculares: David Bawden (futuro Antipapa Miguel), Teresa Stanfill Benns (sic), Araí Daniele e Homero Johas. (Teriam sido inspirados pelo protagonismo dos leigos do Vaticano II? Perguntar não ofende).
Enfim, servindo-se dos mesmos teólogos do fracasso anterior, propunham que a eleição de um novo Papa era “um dever gravíssimo e necessário para a sobrevivência da Igreja”, contestando até as constituições apostólicas acerca da eleição de um Romano Pontífice.
A reunião, segundo essa “elite pensante” (ironic mood), podia
ser realizada por uma parte da Igreja; clérigos ou não, era suficiente que
fossem “fiéis católicos” (Cœtus fidelium): um conclave de leigos, bem ao gosto
da Teologia da Libertação... Realizado com ou sem a assistência de Bispos,
Sacerdotes e outros que tais, o eleito assumiria imediatamente. O consentimento
da Igreja... chegaria depois. Democracia e protagonismo leigo, puro e duro!
Em 1990, a segunda geração conseguiu reunir o primeiro Concílio imperfeito, em Belvue, Kansas, e saiu eleito o senhor David Allen Bawden (1959-2022), que adotou o nome de Papa Miguel. O “conclave” reuniu seis pessoas, incluído ele mesmo e seus pais. Em 2011, foi ordenado sacerdote e consagrado bispo por Robert Biarnesen, um bispo da linhagem Duarte-Costa (Muito sério o negócio!).
Carlos Duarte Costa foi o fundador da Igreja Católica Brasileira (ICAB) e já foi declarado São Carlos do Brasil por seus sequazes!
Entre suas proezas:
-Defendia o socialismo
-O fim do celibato obrigatório para o clero
-O divórcio
-Participou de armas em punho da Revolução Constitucionalista com o seu Batalhão do Bispo;
-Apoiava e patrocinava os "sem terra"
Foi excomungado, enfim, pelo Papa Pio XII por alardear uma suposta Operação Odessa, que teria favorecido a fuga de oficiais nazistas.
Após fundar a ICAB, publicou o seu Manifesto à Nação, que se tornou o credo social e político de sua seita. No mesmo ano, 1945, fundou o Partido Socialista Cristão (que não tem relação com o atual PSC).
Então, antes de seguir qualquer padre, religioso, guru ou coacher espiritual, investiguem a que linhagem pertence, porque uma árvore má só pode dar frutos maus. Foi Nosso Senhor Jesus Cristo quem o disse!
No final dos anos 70, e nos anos 80 e 90, houve um estouro da boiada e surgiram diversos antipapas, inclusive vários Pedro II (um deles no Brasil).
-Em 1978,
Clemente Domínguez y Gomez (codinome Padre Fernando de la Santa Faz), foi
eleito papa com o nome de Gregório XVII, dando origem à Igreja Palmariana, que
está em plena atividade, com o seu 4º Antipapa, eleito às pressas após o 3º ter
fugido com a secretária e o dinheiro da seita.
-Em
1994, em Assis, foi eleito Victor von Pentz, que adotou o nome de Lino II. A
identidade e a quantidade de eleitores nunca foram definitivamente confirmadas.
Guardem este nome, pois ele é o atual papa oficial dos conclavistas Nutella.
-Também
foi eleito um papa em Kalispell, Montana, Estados Unidos: o senhor Lucian
Pulvermarcher (1918-2009), que adotou o nome de Pio XIII. Participaram dois
leigos cardeais, os quais tempos depois impugnaram a eleição porque o “papa”
estava a praticar a adivinhação com um pêndulo... O Antipapa Pio XIII os
excomungou sem pestanejar!
-Bom, o Miguel continua na ativa. Lino II sumiu do mapa; parece que estaria vivendo na Inglaterra, onde o conclavistas Juan José Squetino (falaremos logo dele) se reuniu com ele há algum tempo, antes de sua convocatória de um novo conclave.
-Pio XIII morreu demente, senil, sem fiéis e tendo excomungado seus
“cardeais”. Infelizmente, a lista de “papas” não se resume só aos
mencionados. Na internet pode se achar o elenco desses Antipapas conclavistas.
A terceira geração de CONCLAVISTAS: Os do nosso tempo!
O conclavismo fracassou no passado, porque como dissemos, não é uma posição teológica, mas a junção de interesses com um objetivo em comum: o Trono de Pedro. Por não ter intenções puras, está fadado a fracassar ad aeternum. A Igreja pode estar em crise, mas as pessoas de bom senso não caem nessas esparrelas, onde se vê claramente que, acima do bem comum e da verdade, trata-se apenas de oportunismo. Ou loucura (em busca de seus 5 minutos de glória, o famoso ditado: "falem mal, mas falem de mim...")
-O
primeiro conclavismo (durante o Vaticano II), pelo menos contava com a existência de um clero romano
verdadeiro e lícito, tendo bispos com jurisdição ordinária capazes de cumprir os
requisitos dos canonistas renascentistas e dos séculos XVI e XVII para convocar
o conclave. Mas não deu certo, como vimos.
-O
segundo conclavismo nasceu do fracasso do primeiro e não passou de um ato de
desesperação, que levou pessoas sem capacidade canônica, ordenadas em Igrejas
cismáticas ou que acumularam diversas ordenações “sub conditione”, a impor
“conclaves” como solução.
-Disso nasceu a terceira geração, que reúne a “fortaleza” (sic), mas também todos os erros e vícios das tentativas anteriores. O Pokémon deles evoluiu mal... Há quem chame de Squetinismo a esta geração de conclavismo, por ser Juan José Squetino seu representante mais fiel.
Para eles, o conclave não é apenas possível, mas absolutamente necessário para a salvação das almas. Sic. É um dever da Igreja, dizem, prover-se de um Papa, mas não de qualquer maneira: o conclave deve ser convocado por um Bispo, e devem participar todos os Bispos possíveis. Quanto mais melhor.
Não importa que outros Bispos (válidos ou não) reconheçam o conclave, o que importa é a opinião dos bispos conclavistas porque o conclavismo é a única posição católica válida (sic). Fora do conclavismo não há salvação. “Teje excomungado!”
Vociferam eles e seus ascetas contra qualquer um que tente botar juízo naquelas cabeças ocas.
Certamente, serei
"excomungada" em breve, e poderei dizer, como Monsenhor Marcel
Lefebvre: "não posso ser excluído de um lugar onde nunca
estive!".
Neste conclavismo de nova geração, estão excluídos, a priori, os bispos modernistas, diferentemente de como ocorreu no “Conclave de Assis”. Só podem participar os conclavistas de carteirinha. Por supuesto! Assim, os bispos conclavistas fazem os novos ordenados JURAR que colaborarão, quando chegar a hora, com o conclave, da mesma forma que as missas “pro eligendo pontífice”.
Para isso, estão ordenando padres e, especialmente, sagrando bispos a toque de caixa, pouco importando a qualidade dos clérigos que se juntem ao projeto deles. Número é tudo para eles.
É a festa da uva para aqueles que tentam de toda forma ter casa, comida e roupa lavada para viver sem precisar verter o suor do próprio trabalho. Conheci alguns em minha caminhada na Tradição.
O problema é que os conclavistas da terceira geração são desunidos. E só há um único Trono para três principais grupos
-No primeiro, temos o Juan José Squetino e Merardo Loya.
-No segundo, o Julio Aonzo e o finado Gary Alarcón (1940-2021).
-No terceiro, Pablo De Rojas Sanchez-Franco e José Ramón González Cipitria (ou Sofronio, ou Frei Maximo), retratados na foto acima (precisei acrescentar uma mitra ao pobre do Cipritria porque não achei nenhuma foto dele fantasiado de bispo).
Fato é que nenhum deles é Bispo católico válido! São farsantes! A própria desunião já é a assinatura do diabo dessa obra maligna. Tudo que vem de Deus é ordem, união e bem das almas.
Esses
três grupos se caracterizaram por ordenações a pessoas sem capacidade canônica
e impõem o prévio reconhecimento de Lino II como “papa legítimo” (ideia
certamente de Squetino); bem como uma doutrina esquisita sobre a jurisdição
ordinária e a jurisdição eclesiástica (Aonzo e Alarcón), criando e definindo
heresias sem autoridade jurisdicional; e, segundo o autor deste texto, uma má
intenção e falta de honestidade intelectual (Rojas e Cipitria), demonstrando
estarem mais preocupados com os interesses pessoais do que com a salvação das
almas, o que é coisa bem diferente de um grupo de ignorantes de suposta boa-fé
que querem organizar um conclave...
Conclusão
Como vimos ao longo desta análise, é possível identificar ao menos três correntes conclavistas distintas, separadas tanto no tempo quanto em seus protagonistas, estratégias e pretensões. Entre elas, somente a primeira chegou a apresentar, ainda que de modo controverso, alguma possibilidade concreta de êxito ou, ao menos, de esboçar uma estrutura jurídico-eclesiástica mínima à qual determinados grupos de fiéis pudessem, gradualmente, vir a aderir. Ainda assim, tal hipótese permaneceu no campo das conjecturas, jamais alcançando reconhecimento ou estabilidade.
As duas correntes posteriores, por sua vez, já nascem marcadas por fragilidades ainda mais evidentes. Podem ser descritas, sem exagero, como projetos natimortos: carecem de base canônica, de consenso interno e, sobretudo, de clero cuja validade e legitimidade sejam moralmente unânimes mesmo entre os setores tradicionalistas. No chamado “terceiro conclavismo”, a desunião atinge níveis particularmente agudos — fala-se, inclusive, na possibilidade de múltiplos conclaves paralelos, o que por si só evidencia a ausência de unidade, critério essencial em qualquer pretensão de autoridade eclesial.
Dessa forma, se o primeiro conclavismo fracassou porque clérigos válidos e reconhecidos se recusaram a embarcar na iniciativa, e se o segundo mal pôde se sustentar por falta de eleitores em número e condição suficientes, o terceiro tende, de modo praticamente inevitável, ao mesmo destino: a ruína por insuficiência doutrinal, precariedade organizacional e disputas internas que minam qualquer aparência de coesão. Soma-se a isso, segundo críticos do movimento, a fragilidade moral, intelectual e formativa de parte de seus promotores, além das constantes querelas que acabam por fomentar divisões ainda maiores no já fragmentado campo tradicionalista.
Importante mencionar
Ainda que não figure formalmente entre os chamados “bispos” conclavistas, convém registrar a atuação de outro personagem que, no contexto brasileiro, tem sido associado à promoção e difusão de teses conclavistas: o senhor Christian Augusto Spinola Montandon, conhecido nas redes como Frei Tiago de São José. Sua presença midiática, somada a posicionamentos considerados excêntricos por diversos observadores — que vão desde teorias marginais até alianças recentes com figuras do meio conclavista internacional —, tem suscitado questionamentos e preocupações entre fiéis que buscam referências seguras de formação e direção espiritual.
Diante desse cenário, impõe-se um apelo à prudência!
Em tempos de confusão e crise, cresce a tentação de aderir a vozes que se apresentam como portadoras de soluções fáceis ou de uma suposta pureza doutrinal exclusiva. Contudo, permanece atual o conselho clássico da tradição cristã:
-É preciso discernir os espíritos, examinar a legitimidade das missões e verificar a comunhão com a Igreja de sempre.
-Cuidado, católicos: nem tudo que reluz é ouro — e não é o hábito que faz o monge!
Fonte:
https://sursumpost.wordpress.com/tag/affaire-juan-jose-squetino.
Tradução: Giulia d'Amore
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS RECOMENDADAS
-RATZINGER, Joseph (Bento XVI). Chamados à comunhão: a Igreja hoje. São Paulo: Loyola, 1996.
-RATZINGER, Joseph. O novo povo de Deus. São Paulo: Paulinas, 1974.
-CONGAR, Yves. Verdadeira e falsa reforma na Igreja. São Paulo: Paulinas, 2007.
-CONGAR, Yves. Diversidades e comunhão. São Paulo: Paulinas, 1989.
-DE LUBAC, Henri. Meditação sobre a Igreja. São Paulo: Loyola, 1996.
-DE LUBAC, Henri. Catolicismo: aspectos sociais do dogma. Petrópolis: Vozes, 2002.
-JOURNET, Charles. A Igreja do Verbo Encarnado. Campinas: Ecclesiae, 2015.
-SUENENS, Léon-Joseph. A corresponsabilidade na Igreja. São Paulo: Paulinas, 1969.
-DULLES, Avery. Modelos de Igreja. São Paulo: Paulinas, 2005.
-SHEEN, Fulton J. A vida de Cristo. São Paulo: Quadrante, 2001. (Contém reflexões eclesiológicas e sobre unidade e autoridade.)
-SÃO ROBERTO BELARMINO. De Romano Pontifice (Do Sumo Pontífice). Campinas: Ecclesiae, 2012.
-SÃO FRANCISCO DE SALES. Controvérsias católicas. Campinas: Ecclesiae, 2014. (Refuta teses cismáticas da Reforma, com princípios aplicáveis a rupturas posteriores.)
-NEWMAN, John Henry. Apologia pro vita sua. São Paulo: Ecclesiae, 2013. (Inclui reflexões sobre autoridade, tradição e unidade.)
-NEWMAN, John Henry. Ensaio sobre o desenvolvimento da doutrina cristã. Campinas: Ecclesiae, 2011.
-SULLIVAN, Francis A. A Igreja em que cremos: uma, santa, católica e apostólica. São Paulo: Loyola, 1999.
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