Em tempos de MUITA ACHOLOGIA e RELATIVISMO reinante, infelizmente até por parte de AUTORIDADES DA IGREJA,é sempre bom atentar para este conselho seguro:“Não podemos confundir opiniões pessoais dos Papas e autoridades da Igreja (Que estão sujeitas a erros e revisões) com o MAGISTÉRIO DA IGREJA, ao qual o próprio Papa e todas as autoridades da Igreja Católica são submissos. Portanto, entre opiniões pessoais e o magistério, não hesitemos em optar pelo magistério infalível e integral da Igreja, que é seguro e salvífico.”
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O que a Cultura pós Islâmica trouxe de benefícios para o Ocidente ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 25 de janeiro de 2015 | 11:20




Comentários do Blog Berakash: “Não quero aqui iniciar uma guerra religiosa, mas falar a verdade, que doi, mas que liberta:Na sua " Aula magna ", o Papa Bento VI citou um diálogo entre o imperador Bizantino Manuel II e um Persa, em 1391, sobre o Cristianismo e o Islão. Nesta conversa, o imperador refere-se à " Jihad " – Guerra Santa, e coloca ao seu interlocutor uma pergunta sobre a relação entre a religião e a violência:


"Mostra-me aquilo que Maomé trouxe de novo e encontrarás somente coisas malvadas e desumanas como o seu propósito de expandir pelo meio da espada a fé que professava ".


Com esta citação, Bento XVI faz suas as conclusões do imperador Bizantino, ou seja, a difusão da fé mediante a violência é algo irracional. Disse o Papa:


"Não atuar segundo a razão é contrário à natureza de Deus e da alma ".


Tratou-se de uma longa intervenção, académica, sobre Teologia, na qual Bento XVI expôs o seu pensamento sobre a forma como as diferentes religiões se colocam perante a questão da " Razão ". Não foi a primeira vez que o Papa exprime o seu pensamento sobre a violência Islâmica praticada em nome de Deus. Na primeira reunião com o corpo diplomático representado no Vaticano, depois do concílio, Bento XVI afirmou que:


"todos os atos de violência em nome de Deus são inaceitáveis para a igreja de Roma ".


Nessa altura, ninguém reagiu. Não se ouviram protestos. Agora, temos o mundo muçulmano indignado, queimando as fotografias do papa e exigindo um pedido de desculpas ao Vaticano como o fizeram há meses, a propósito da crise das caricaturas.


Há lições a tirar de tudo isto:


O Ocidente não pode ceder à chantagem e ao medo. Não podemos ter medo de falar sobre o Islão e sobre Maomé. Nós, Ocidentais não podemos estar reféns nem dos extremistas muçulmanos nem dos muçulmanos moderados que em momentos como este pensam exatamente o mesmo dos " Jihadistas ".Se não podemos citar palavras de há 600 anos com o medo de ofender os muçulmanos, o que é que podemos fazer? Resignamo-nos a perder a nossa liberdade e condenamo-nos ao obscurantismo? Só resta dizer que o imperador Bizantino Manuel  II está carregado de razão e que os seus diálogos permanecem atuais.Verdade  seja dita: A contribuição que os Árabes trouxeram a humanidade, foi anterior ao Islamismo, porque após este, só trouxe: Atraso, fanatismo, irracionalismo e intolerância, valores incompatíveis com a cultura Ocidental.


Cardeal Koch O responsável pelo ecumenismo no Vaticano “chutou o balde”:“Os acontecimentos que dividem a Igreja não podem ser considerados como um dia de festa”.





“Em 2017, comemora-se os 500 anos da Reforma Protestante. Comemora-se? Segundo o Cardeal Kurt Koch (foto), Prefeito do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos, “não podemos comemorar um pecado”.



Em um ambiente embebido no politicamente correto das últimas décadas, surpreende ouvir um Cardeal, ainda mais o responsável pelo ecumenismo, falando assim, sem papas na língua. Ele sabe disso, e reconhece o risco de ser considerado “anti-ecumênico”.


Mas vai adiante: “Os acontecimentos que dividem a Igreja não podem ser considerados como um dia de festa”.

Reflexões inteligentes de um PROTESTANTE PENSANTE - TODO EVANGÉLICO merece ler isto: "Deveria ser eu um católico ?"

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 | 22:05



No novo testamento a palavra GRAÇA é empregada para referir a irredutível e desconcertante benevolência de Deus para conosco, ainda que nós sejamos e permaneçamos pecadores, patifes e canalhas.Garante a palavra de Deus que é pela graça, isto é, por bondade divina e não por mérito nosso, que recebemos perdão e salvação deste nosso estado maldito de pecado.


É pela graça e não por algum critério de seleção, que Deus faz derramar a chuva sobre justos e injustos. E é pela graça que as suas misericórdias renovam-se a cada manhã. É pela graça e não por teste de paternidade que Deus nos chama de filhos e permite que nós o chamemos de Pai. É pela graça que Deus oferece uma infinidade de perdão a cada ciclo de tempo e o mesmo procedimento requer de seus filhos.


PSICOLOGIA DA RELIGIÃO : “Uma análise psiquiátrica do terrorismo dos muçulmanos”

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 21 de janeiro de 2015 | 18:26





Para entendermos a raiva que estes muçulmanos têm do mundo ocidental, temos de remontar no tempo. É preciso considerar que a civilização semítica (berço do Islã) tem paradigmas muito diferentes da civilização indo-europeia (berço do Ocidente) .


Os semitas (judeus, muçulmanos) são povos que têm uma adoração pelo monoteísmo, pelo poder, força e autoridade de seu Deus único e tremendo. Já os indo-europeus sempre foram anarquistas, revoltados com a autoridade de Deus, tanto é que sempre oscilaram entre um deus antropomórfico (deus com características de homem) e o politeísmo (vários deuses para diluírem o poder de um só).


Os muçulmanos captaram que a revista Charlie-Hebdo é o cúmulo do anarquismo anti-deísta: por exemplo, recentemente publicaram charges com Maria de pernas abertas dando à luz a um messias chorão ou uma outra onde Deus, Jesus e o Espírito Santo fazem uma suruba de trenzinho, um engatando o outro. É o cúmulo do desrespeito, mas a sociedade ocidental tolera isso, pois é uma sociedade cujo anarquismo permite o ataque a si mesma. Isso pode parecer algo de mau gosto, mas não podemos nos esquecer que a base do pensamento científico é a conduta autocrítica, ou seja, o ataque a si mesmo.




É justamente por atacar-se a si mesmo que a França e o Ocidente têm de engolir os imigrantes muçulmanos


Se ela os expulsasse, estaria adotando uma política centralista, autoritária, despótica, que o antiautoritarismo que o Ocidente repudia. O anarquismo, no entanto, apesar de ter de conviver com uma tolerância forçada, não gera amor. Muçulmanos não são integrados à “civilização ocidental europeia”, pelo contrário, são odiados. O liberalismo europeu, anarquismo político, é o fruto de uma liberdade que todo bárbaro (civilização indoeuropeia) quer ter.


Essa liberdade, no entanto, é egoística, não é solidária. Aliás, egoísmo (“quero ser livre”) é o contrário de amor (“misturemo-nos todos, o que é meu eu te dou”, etc). A liberdade anárquica gera um contra-senso para o europeu : obriga-o a conviver com quem não quer. Os muçulmanos ressentem isso, sobretudo os jovens, que têm mais “hormônio agressivo” – testosterona – nas veias. As famílias muçulmanas também costumam ter muitos filhos, uma certa bagunça intrafamiliar, sobretudo porque o pai costuma ser ou ausente, ou frio, indiferente, ou mulherengo, ou “aproveitador” (usa de muitos filhos para retirar seu sustento deles). Apesar deste pai ser pouco afetivo (isso tudo é em geral, há muitas exceções para o que estou dizendo), o pai muçulmano não abre mão de sua autoridade, ou seja, mantém a tradição paternal-autoritária dos semitas. Com um pai de carne e osso pouco afetivo, frio, autoritário, com muitos filhos para cuidar, mulherengo, os muçulmanos tendem a aferrar-se ainda mais a um Deus compassivo, afetivo, caloroso e bom. Buscam em Deus o calor humano que não encontraram no pai.



Sem muita intimidade com este pai autoritário e distante, os adolescentes e jovens muçulmanos tendem a unir-se fortemente entre si, criando uma espécie de Clube do Bolinha, ou turma dos Meninos Perdidos na Terra do Nunca (Peter Pan), ou ainda a trupe dos meninos isolados na ilha do Senhor das Moscas. Estes grupos adolescentes são paradoxais : ao mesmo tempo que têm um forte pendor para seu Deus único e forte, têm também uma forte resistência a toda autoridade que não é este seu Deus. Os Meninos Perdidos Muçulmanos fazem uma clivagem, uma cisão, mental: de um lado, a boa autoridade de Deus, de outro, à má-autoridade do resto.


Tais “Meninos Muçulmanos” veem no Ocidente retratos, projeções mentais, do tipo de subjugação autoritária que querem combater. Recentemente, na França, na “revolta dos subúrbios”, milhares de jovens descentes de imigrantes africanos atacaram o Estado Francês. Agora atacam a França que escarnece (Charlie-Hebdo) de seu Deus. Os cartunistas não são propriamente uma figura de autoridade, pelo contrário, são uns “palhaços”. Mas são palhaços que escarnecem da frágil estrutura psicológica destes jovens, uma estrutura que, por falta de integração entre amor e autoridade (algo que só um “pai suficientemente bom” pode fazer), escora-se na pura autoridade e força de um Deus imenso e tremendo. Este Deus imenso e tremendo faz parte de seu ego, pois na juventude todas as forças internas são fortes, tremendas, radicais, agressivas, orgulhosas de si mesmas, cheias de si mesmas.


O jovem muçulmano não sofre uma “castração psíquica” adequada, pois esta só pode ser feita com um pai presente, amoroso, cuidador, e ao mesmo tempo, detentor de uma autoridade, detentor de um falo. Os muçulmanos – tudo isto é de “um modo geral”, repito, há exceções – não são “castrados”, eles curto-circuitam a castração, passam por cima da castração. Eles cindem, clivam, a autoridade em duas : uma boa, que é a de Deus (na verdade uma projeção de seu próprio ego forte e em busca de força) , e uma ruim, que é o poder que ressentem que o Ocidente joga sobre eles, o poder econômico, científico, militar, humilhante, segregatório, preconceituoso, racista, discriminatório, escarnecedor.


Então, por isto atacam o Ocidente:


ora no plano da força militar sob o qual se sentem esmagados, ora no plano do escárnio, que eles sentem como um atentado pessoal ao Deus que trazem misturado a seu ego que quer ser forte, que precisa ser forte. Um ego se sustenta ou pelo amor, ou pela realização no trabalho, ou pela força. Alijados de um mercado de trabalho muito competitivo – pois detentor de uma exigência científico-tecnológica a qual eles não conseguem ascender – e sem o amor adequado dos pais (famílias numerosas, pobres, pai frio-ausente, etc), só sobra ao ego-muçulmano-jovem o recurso à força.


Daí o gosto que demonstram pela violência inconsequente. A violência é o “último orgasmo da força”, e um passaporte (a morte) para unirem-se ao seu ideal de Força Absoluta.

(Por Marcelo Caixeta -  Psiquiatra)


Fonte:http://www.dm.com.br/opiniao/2015/01/uma-analise-psiquiatrica-do-terrorismo-dos-muculmanos.html

*Caso queira saber mais e participar de nosso apostolado, bem como agendar palestras e cursos em sua paróquia, cidade,pastoral, e ou movimento da Igreja, entre em contato conosco  pelo e-mail:  


filhodedeusshalom@gmail.com

Coelhinho católico, o que trazes pra mim? Uma reflexão sobre a entrevista do Papa Francisco (A VERDADE DOS FATOS PARA DECEPÇÃO DOS PROGRESSISTAS)






Está aberta a temporada de caça aos coelhos! Tretas malignas surgiram após a última entrevista do Papa Francisco à imprensa, no voo de retorno da viagem às Filipinas. E como não poderia deixar de ser, na edição dessa terça-feira (19/01) do Jornal Nacional, a vaticanista Ilze Scamparani relatou que o Papa pediu que os católicos não se reproduzissem como coelhos, e que a família ideal deveria ter no máximo três filhos.

Só que, pra variar, não foi nada disso que ele quis dizer!

Então lá vamos nós, de novo, destretizar a treta tretosa armada pelos treteiros de plantão:

Antes de comentarmos sobre a entrevista, é preciso que tenhamos clareza a respeito do que o Papa Francisco vem afirmando ao longo de seu pontificado: ele apoia e valoriza as famílias numerosas!


Em junho do ano passado, o Papa Francisco ironizou os casais que são “papai e mamães de gatos e cachorros”, que em nome do “bem-estar” preferem ter animais de estimação a ter filhos:


Quem poderá medir a altura, a largura e a profundidade do amor de Deus ?




A passagem de Efésios 3,17-18 expressa o desejo de Paulo de que os efesios sejam capazes de: 


"compreender com todos os santos qual seja a largura, o comprimento, a profundidade e a altura, e de conhecer o amor de Cristo, que excede todo o conhecimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus".


O que é que tem largura, comprimento, profundidade e altura? A que ou a quem se referem essas dimensões? Normalmente se pensa que é o amor de Deus em Cristo. Entretanto, é logo depois de ser mencionada essas dimensões, que é dito "e de conhecer o amor de Cristo", como se tratasse de algo diferente.


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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