Ao tentar
denegrir a imagem da Igreja Hierárquica, em favor da IGREJA POPULAR
instrumntalizada por estes teólogs esquerdistas de plantão entre eles esta
persona non grata: O padre da TEOLOGIA
DA LIBERTAÇÃO *José Oscar Beozzo , que cospe no prato do qual se alimenta, vem
vergonhosamente acusar a Igreja do passado com sua visão reducionista,
deturpada e anacrônica justificar teologicamente a escravidão, afirmando de forma
“GENERALIZADA” que a Igreja tornou-se uma voz ativa na manutenção do sistema
escravista, beneficiando-se também dele, fazendo uso da mão - de - obra
escrava.
O muito imparcial, desonesto e omitidor dos fatos, o padre da
TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO *José Oscar Beozzo, em seu artigo a História da Igreja
Católica no Brasil, em relação ao catolicismo e a situação do negro afirma que:
“Na ordem
prática, está o envolvimento da Igreja com a economia e sociedade escravista,
tornando-se ela mesma proprietária de escravos e escravas, explorando-os tanto
em atividades produtivas como nos serviços domésticos.”Muitas das Ordens
religiosas brasileiras faziam uso da mão - de -obra escrava, usando - os em
suas terras econventos”
*BEOZZO, José Oscar “A Igreja na
crise final do Império(1875 - 1888)” in História da Igreja do Brasil,
Petrópolis, Vozes, 1980, tomo II/2, p. 274.
Civilização,
barbárie e relativismo: Conteste seu professor Petralha !!!
(Por Reinaldo Azevedo)
Sempre que se apontam os crimes da
esquerda, passados e presentes, lá vêm os neo-relativistas (que nada têm de
“neo”, uma vez que defendem algo bem antigo) com a sua ladainha:
- “E o que dizer da história da Igreja Católica?
- “E o que dizer do capitalismo?
- “E o que dizer da colonização da América” (como sabem, um neo-relativista
pensa que é índio)?
Nas universidades brasileiras, jovens
são verdadeiramente molestados por esse tipo de abordagem de seus professores
petralhas.
O homem é um ser religioso.Deus já
o criou assim, e onde quer que se encontrem seres humanos encontram-se vestígio
de religião.
Mas o que siginifa a palavra religião ?
A palavra "religião" vem
do latim religar e, na sua essência, significa ligar-se novamente, e quem em si
mesmo já transmite a idéia de que o homem está separado.
O campo das Ciências da Religião, já que não é possível falar de apenas uma ciência da religião que compreenda toda a amplitude religiosa hoje é muito amplo e vasto com vários saberes científicos que estudam o fenômeno religioso, entre estas várias ciências podemos citar:
A antropologia, a psicologia, a sociologia, a Gestalt-terapia, a logos-terapia,a parapsicologia,a filosofia,a mitologia,a teologia, a bioética e o próprio Direito compõe necessariamente o vasto universo do estudo da religião.
Entre estas, a psicologia da
religião vai tentar explicar as rupturas primordiais, tais como o corte do
cordão umbilical que nos “desliga” da segurança materna no nascimento, até a
forma primitiva de enterrar os mortos em posição fetal como retorno e "religamento" a mãe terra.
A bíblia fala desde assunto, como
foi esta separação entre Deus e o homens, e desde então existe a necessidade
natural e latente no ser humano de religar-se e voltar-se para a divinidade.
A verdadeira religião, portanto e aquela que traves dos
seus ensinamentos leva o homem a volta´se para Deus, o criador e mantenedor de
todas as coisas
O homem é um ser
religios, assim afirmam-no Pítágoras, Sócrates, Santo Agostinho, entre outros;
e o que o diferencia de outras espécies que também habitam este planeta não é a
inteligência, que hoje se reconhece também nos primatas, paquidermes, baleias e
golfinhos, mas "A Busca Espiritual."
O ateu, mesmo negando, também está à procura de uma explicação que o
convença, e abraçará por encontrá-la.
Poucos
são os que se mantêm ateus até o fim de suas vidas. Vejamos alguns exemplos:
1)- ENGELS principal propagandista do ateísmo, voltou a reconhecer Deus:
'A vida tem que ser devolvida Aquele que morreu na cruz por todos os
homens'(Atheismus-ein Weg. P.170);
Lya Luft, escritora e articulista da Revista Veja,
publicou um artigo maravilhoso na edição 2178 da mesma revista.
No artigo ela esclarece que "somos um país de
famintos, e boa plataforma para candidatos seria atender a esse nosso estado de
desnutrição, física ou emocional".
Ela faz uma analise da real situação do país e o
que deveria preencher o desejo de qualquer candidato a governante: "...
cuidar da sua gente, não só nas tragédias como inundações e secas, mas na
doença e falta de tudo, de alimento a educação". Ela ainda declara que:
"o dever de um governo, e seu desejo ardente, deve ser atender ao povo e
não apenas a uma parcela da Sociedade (que, atenção, são todos os
brasileiros)".
"E
então Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor e meu espírito exulta de
alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isto,
desde agora, me proclamarão Bem-aventurada todas as gerações, porque realizou
em mim maravilhas Aquele que é poderoso e cujo nome é Santo!" (Lc
1,46-49).
Este cântico mariano é conhecidíssimo entre os cristãos. Em todas as Bíblias
têm e todos deveriam saber muito bem o que ele quer dizer.
Ao proclamarmos Maria
bem-aventurada, estamos simplesmente realizando esta profecia. Por causa de
Jesus, o Pai quis fazer nela maravilhas.
É respaldado no Concílio Vaticano II,
o qual sou submisso, que faço estas críticas duras, porém verdadeiras e construtivas,
esperando que pela graça de Deus no futuro cheguem às consciência em benefício
da Santa mãe Igreja Católica e tudo para a Glória de Deus e seu Reino, conforme
a sua santa vontade e não à minha, ou as de caráter ideológico, que são falhas
e limitadas. A história está ai para comprovar o que relatamos abaixo.
Relações dos leigos com a Hierarquia:
CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA-LUMEN GENTIUM Nº 37: “Como todos os fiéis, também os leigos têm o
direito de receber com abundância, dos sagrados pastores, os bens espirituais
da Igreja, principalmente os auxílios da palavra de Deus e dos sacramentos
(116); e com aquela liberdade e confiança que convém a filhos de Deus e a
irmãos em Cristo, manifestem-lhes as suas necessidades e aspirações. Segundo o
grau de ciência, competência e autoridade que possuam, têm o direito, e por
vezes mesmo o dever, de expor o seu parecer sobre os assuntos que dizem
respeito ao bem da Igreja (117). Se o caso o pedir, utilizem os órgãos para
isso instituídos na Igreja, e procedam sempre em verdade, fortaleza e
prudência, com reverência e amor para com aqueles que, em razão do seu cargo,
representam a pessoa de Cristo.”
“… a doutrina da virgindade
perpétua de Maria não foi ensinada até uns trezentos anos após a ascensão de
Cristo. Não foi antes do Concílio de Calcedônia em 451 que esta fabulosa
qualidade ganhou o reconhecimento oficial de Roma”.”
A
VERDADE BÍBLICA, E HISTÓRICA-DOCUMENTAL:
É um erro primário,
dizer que: “Maria deu a luz seu Filho PRIMOGÊNITO, se foi primogênito vieram
outros depois”. – PURO ENGANO!
Jesus foi apresentado
como primogênito no templo aos 40 dias, sem que viessem outros depois. Deus
ordena: contar todo o primogênito varão dos filhos de Israel, da idade de um
mês para cima (Num 3, 40).
Ora, se há primogênito de um
mês de idade, como é que se pode exigir que, para haver primeiro, haja um
segundo?
Logo, há primogênito
sem que haja, necessariamente, um segundo filho. Era PRIMOGÊNITO quem nascesse
menino ou animal macho, e não se nascesse outro depois daquele (Êxodo 13, 2).
Curiosamente a tradução
protestante confirma que primogênito é aquele que abrir toda madre, sem
precisar de outro (Êxodo 13, 2).
Adiante,
alegava um pastor, que:
“Iminentes (sic)
Cristãos do século II, registraram que Maria teve outros filhos com José;
afinal casar-se e ter Filhos não desonra, o que desmerece e muito é a condição
de celibatário!”.
Pastoral da Terra afirma que é legítimo invadir terra produtiva
São Paulo – Na véspera do 8º aniversário do massacre de Eldorado do Carajás, o presidente da Comissão Pastoral da Terra, dom Tomás Balduíno, e o líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, Gilmar Mauro, defenderam a legitimidade da invasão de terras produtivas.
Mesmo sem pregar a iniciativa, justificaram as ações dos sem-terra que resultaram, até hoje, na ocupação de fazendas produtivas, como ocorreu recentemente na Bahia.
“Normalmente a reforma agrária deve ser feita em qualquer terra”, disse dom Tomás.
D. Estêvão Bettencourt – Revista: Pergunte e Responderemos - abril de 2003
Em síntese: A Assembléia de Deus é
uma denominação protestante neopentecostal que tem origem nos Estados Unidos e
conseguiu grande número de adeptos no Brasil. Caracteriza-se pela emotividade e
a vivência de carismas ordinários e extraordinários.
A Assembléia de Deus foi, até poucos anos atrás, a denominação protestante que
mais cresceu no Brasil. Hoje em dia a liderança é disputada por outras
correntes neopentecostais.
Examinemos a origem da denominação
Protestante : Assembléia de Deus e algumas notas que a caracterizam:
1. Origem do neopentecostalismo protestante Assembléia de Deus é uma modalidade
do movimento neopentecostal norte-americano, que teve início nos seguintes
termos:
a)- O Pentecostalismo clássico é uma forma de reavivamento fundamentalista do
protestantismo norte-americano.
b)- Está ligado com um tipo de
reavivamento metodista chamado Holiness (Santidade), que se originou na segunda
metade do século XIX. Os seus mentores julgavam que os metodistas
negligenciavam a doutrina de seu fundador John Wesley (? 1791), concernente à
"inteira santificação".
c)- Segundo esta, o cristão que já
tivesse feito a experiência da conversão (necessária para a salvação), devia
aspirar a uma "segunda bênção", isto é, a uma nova e mais profunda
experiência religiosa; esta tornaria o cristão apto à vida de perfeição moral,
sem sentir perturbação proveniente de algum resquício do pecado.
d)- Tal experiência nova era tida como
"batismo no Espírito Santo" ou também Holiness. Esta segunda
experiência teria índole meramente interior e subjetiva, ficando independente
de qualquer sinal exterior que a denotasse.
e)- Ora aconteceu no ano de 1900 que o pastor metodista Charles F. Parham
aderia às concepções de Holiness. Tinha uma escola para estudos bíblicos em
Topeka (Kansas, U.S.A.) com trinta alunos, de ambos os sexos. Adotava o método de propor uma pergunta, para a
qual os estudantes tinham de procurar os textos bíblicos que pudessem servir de
resposta.
f)- Certa vez, interrogou: "Quais são os sinais que, na Bíblia,
caracterizam o autêntico batismo no Espírito Santo?" - Na base de At 2,
1-12; 10, 44-48; 19, 17, Parham e seus discípulos concluíram que o único sinal
seguro era o dom das línguas (glossolalia). Então grande entusiasmo apoderou-se
do grupo, que se pôs a rezar ininterruptamente durante vários dias e noites,
pedindo a vinda do Espírito Santo.
g)- A 1 ° de janeiro de 1901, uma das
estudantes, Agnes Oznam, pediu a Parham que lhe impusesse as mãos sobre a
cabeça enquanto orava; quando isto foi feito, ela experimentou o "batismo
no Espírito" e começou a falar línguas: "Sentiame como se rios de
água viva jorrassem do mais profundo do meu ser", declarou ela mais tarde.
Dentro de poucos dias Parham e os outros membros do grupo fizeram a mesma
experiência.
A obra organizada por Celso Castro, antropólogo e
diretor do CPDOC da Fundação Getúlio Vargas, reúne textos, escritos entre 1971
e 1908, de três autores clássicos da tradição evolucionista da antropologia:
Lewis Henry Morgan (1818-1881), Edward Burnett Tylor (1832-1917) e James George
Frazer (1854-1941).
Na apresentação do livro, Celso Castro traz o
contexto no qual esses textos foram escritos bem como notas biográficas de cada
um dos autores, abordando de que maneira surgiu em cada um o interesse por
temas relacionados à antropologia, como parentesco, a própria definição de
cultura, religião, e que os colocaria no “panteão dos fundadores” da
disciplina.
Mas
peraí, se a causa foi descoberta, por que ainda não descobriram a cura?? ?
Vamos saber agora!!
Foi
este senhor:Otto Heinrich Warburg (1883-1970). Prêmio Nobel em 1931 por sua
tese "A causa primária e a prevenção do câncer"
Segundo este cientista, o câncer é
a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida
antifisiológico.
Por que?
Porque uma alimentação antifisiológica - dieta baseada em alimentos
acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente deACIDEZ.
A ACIDEZ por sua vez EXPULSA o OXIGÊNIO das
células!!!
Ele
afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as 2 caras de uma mesma
moeda: quando você tem um, você tem o outro."
Ou
seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em
seu organismo!
Outra afirmação interessante: "As substâncias ácidas repelem o
oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio."
Ou
seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.
E ele afirmava que: "Privar
uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 h, pode convertê-la em
cancerígena."
Ainda
segundo Warburg: "Todas as células normais tem como requisito absoluto o
oxigênio, porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem
exceção."
E também: "Os tecidos
cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos
alcalinos."
No último dia 20 de Março de
2012, a psicóloga Cristã Marisa Lobo recebeu uma notificação do Conselho Regional de
Psicologia (CRP) comunicando que um processo disciplinar foi instaurado contra
ela.
O
motivo: Se negar a retirar de suas redes sociais frases que falem de Deus, pois
(de acordo com o CRP) esta prática religiosa viola um princípio do código de
ética da profissão.
Uma das acusações atribuídas a
psicóloga cristã é de utilizar a bíblia como ferramenta didática na orientação
psicológica, o que é contundentemente negado por ela.
“A
questão é cadê a prova que uso religião no meu consultório? É perseguição!”,
protestou Marisa em seu Twitter.
A todo instante a psicóloga se
mostrou inconformada por ser alvo de uma investigação que, segundo ela, não
passa de uma perseguição religiosa.
No Vídeo abaixo ela faz um
questionamento muito pertinente e oportuno:
“Por
que o Conselho Regional de Psicologia (CRP) também não proíbe os psicólogos
espíritas de usarem o termo “psicologia espírita” também em suas redes sociais e ainda
propagandearem a regressão espírita em suas seções e consultórios?, assim como
os psicólogos ateus também, utilizarem a propaganda ateia ? Porque um peso e
duas medidas ? Os direitos não devem ser iguais ?”
Religiões de Salvação: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.
Religiões de Libertação ou Iluminação: Budismo e hinduísmo.
Pensa-se que todas as
religiões são boas. Todas, salvo degenerações estranhas que são como a exceção
que confirma a regra,levam a homem a fazer coisas boas, exaltam sentimentos
positivos e satisfazem em maior ou menor medida a necessidade de transcendência
que todos temos. No fundo, dá igual uma ou outra.
Por que não
pode haver várias religiões verdadeiras?
É certo que alguém tem que ser de
espírito aberto, e apreciar tudo o que é positivo que há nas diversas
religiões, que é substancialmente diferente que dizer que existem várias
religiões verdadeiras:
“Se
somente houver um Deus, não pode haver mais que uma verdade divina, e uma só
religião verdadeira.”
A sensatez na decisão humana sobre a
religião não estará, portanto, em escolher a religião que a um goste ou lhe
satisfaça mais, mas sim em acertar com a verdadeira, que só pode ser uma.
Porque uma coisa é ter uma mente aberta e outra, bem distinta, pensar que cada
um pode fazer uma religião a seu gosto, e não se preocupar muito posto que todas
vão ser verdadeiras.
Já
disse Chesterton que ter uma mente aberta é como ter a boca aberta: não é um fim,
a não ser um meio. E o fim ,dizia com senso de humor,é fechar a boca sobre algo
sólido.
Como cristão que sou, acredito que o
cristianismo é a religião verdadeira. Porque se a gente não acredita que sua fé
é a verdadeira, o que lhe acontece então, simplesmente, é que não tem fé.
Logicamente, acreditar que o
cristianismo é a religião verdadeira não implica impô-la a outros, nem
menosprezar a fé de outros, nem nada parecido. É mais, a fé cristã bem
entendida exige esse respeito à liberdade de outros.
Neste Apostolado
promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o
Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos.
Portanto toda honra e
Glória é para Ele.
Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “
NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).
Como
Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra
Deus.
Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, (
Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas
até que Cristo volte.
Quem nos acusa de
falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor,
e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.
Este Deus
adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da
verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.
Por fim: “Não se opor
ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino
Martinho Lutero era um monge católico da Ordem de Santo Agostinho,também
conhecida com Ordem dos Agostinianos.
Muito se tenta combater os ensinamentos de Lutero com base numa análise
de sua vida e temperamento. Não faremos isso neste trabalho, pois acreditamos
que os próprios ensinamentos do Pai da Reforma já dizem muito sobre si mesmos.
Lutero não compreendia a Doutrina Católica acerca da salvação, a qual ensinava
que as obras na fé em Cristo colaboram com a Graça que nos salva.
Transcreveremos esta
doutrina conforme consta no Catecismo Tridentino, pelo fato deste estar
mais próximo da catequese católica dos tempos de Lutero:
“[...] Tudo atribuindo à Sua bondade [de Deus], agradecemos
sem cessar Áquele que nos comunicou o Seu Espírito, por cuja valia
nos encorajamos a chamar ‘Abba, Pai!’
Como conhecer
a vontade de Deus e o seu Tempo para cada um de nós ?
Toda
urgência da vida se concentra no momento presente.
Tudo o
que possuímos é o dia de hoje. O ontem passou de nós. O amanhã não é nosso. O
tempo de Deus para o seu povo é indicado por estas duas palavras:
"agora" e "hoje".
O
nosso estudo sobre a vontade de Deus é de importância prática e imediata no que
diz respeito aos interesses do presente. Se nos lembrarmos de "todo o
caminho por onde o Senhor nos guiou", será apenas com a finalidade de
extrair uma lição das nossas falhas e ser consolado pela infalível fidelidade
de Deus, e assim poderemos "esquecer as coisas que para trás ficam"
em nossa dedicação à responsabilidade atual.
Se
contemplarmos a glória vindoura, faremos isso somente para que a sua luz possa
ser uma fonte de inspiração para nós, enquanto "corremos com paciência a
carreira que temos adiante".
A vontade de Deus é o assunto
supremo em cada vida. Tanto o Antigo como o Novo Testamento dão testemunho
disto.
Dentro
desta vontade, o homem encontra perfeição, prazer, permanência. Ela é viável
por causa da sua natureza, sua revelação, e o fato de ser acompanhada com o dom
da vida, que torna possível obedecer. É realmente gloriosa, pois o próprio céu
jaz dentro do círculo da sua consideração.
* 1. Psicologia da Religião ( Filipe Rhuan
Vieira de Sá Cruz)
* 2. Definição Psicologia da religião: É o
estudo do fenômeno religioso do ponto de vista psicológico, ou seja, a
aplicação dos princípios e métodos da psicologia ao estudo científico do
comportamento religioso do homem, quer como indivíduo, quer como membro de uma
comunidade religiosa. Nessa definição,comportamento religioso refere-se a qualquer ato ou
atitude, individual ou coletiva, pública ou privada, que tenha específica
referência ao divino ou sobrenatural. Obviamente, esse divino ou sobrenatural é
definido em termos da fé pessoal de cada indivíduo.
* 3. História da Psicologia da Religião: Apesar
do esforço de alguns de enquadrar a psicologia da religião no campo geral da
psicologia científica, ainda existem certas barreiras que impedem tal relação
mais íntima. Na proporção, porém, em que melhores métodos de pesquisa forem
introduzidos no estudo psicológico do fenômeno religioso, a psicologia da
religião desfrutará status acadêmico mais favorável.
* 4. O Fenômeno Religioso: Ao psicólogo da
religião interessa não somente o fato de que em todas essas culturas se
encontram formas de comportamento religioso, mas também o fato singular de que,
apesar das grandes diferenças quanto às crenças e práticas dos vários
povos, há muitas similaridades entre elas, o que sugere a existência de um
fator comum à experiência religiosa de todos os homens.
* 5. Definição de Religião Para Êmile
Durkheim, religião é um fato essencialmente coletivo. Diz ele:Religião é um sistema
unificado de crenças e práticas relativas a coisas sagradas, isto, a coisas
separadas,proibidas,crenças e práticas que unem, numa comunidade moral chamada
igreja, a todos aqueles que a elas aderem.
* 6. Origem da Religião: Os estudos de antropologia cultura
parecem indicar que expressões religiões existem praticamente em todos os
níveis de civilização. A religião, portanto, nasceu com o próprio homem
pré-histórico.
* 7. A Experiência Religiosa: Há vários tipos de
experiências e todas elas podem ser conceituadas como resposta a diversos
estímulos. A psicologia encarrega-se de determinar o limiar da consciência de
determinadas realidades, ou seja, o ponto em que o organismo se torna sensível
a essa realidade.
* 8.
Comportamento Religioso:Comportamento religioso é qualquer ato ou atitude que
tem referência específica ao divino ou sobrenatural.
·9.
Interpretação Psicológica do Fenômeno Religioso: Várias teorias, desde então,
têm surgido como tentativa de interpretação do fenômeno religioso.
Apresentaremos, a seguir,
algumas das teorias que consideramos mais representativas. Entre as muitas
interpretações psicológicas do fenômeno religioso, salientamos as que nos
parecem mais importantes:
* 10. Interpretação Psicológica do Fenômeno
Religioso: Para Freud, a religião nada mais é do que a projeção infantil da
imagem paterna. Ela é uma ilusão, não porque seja má em si, mas porque tende a
levar o homem a fugir de sua realidade e contingência humanas. Para
Jung, a experiência religiosa resulta do inconsciente coletivo, que por sua
vez, é composto de energias dinâmicas e de símbolos de significação universal. A
experiência religiosa é fundamental ao funcionamento harmonioso do psiquismo e
ajuda o homem a compreender realidades do universo que não podem ser conhecidas
de outras maneiras.
* 11. Interpretação Psicológica do Fenômeno
Religioso: Para Allport, a experiência religiosa é algo essencialmente pessoal,
sujeito às leis de evolução psicológica, e seu aspecto intelectual é mais
importante do que emocional. A religião é fator importantíssimo na integração
da personalidade. Ele diz que religião é o esforço do homem para unir-se à
criação e ao Criador com o fim de ampliar e completar sua própria personalidade.Para
Anton Boisen, e experiência religiosa tem basicamente a mesma dinâmica da
esquizofrenia. Diz ele que tanto a esquizofrenia como. a experiência religiosa
profunda são tentativas à integração do eu. Quando a personalidade se vê
ameaçada ao ponto de sua desintegração, recorre ao método mais eficaz para
evitar a catástrofe.
* 12. Evolução da Experiência Religiosa : A
evolução da experiência religiosa está sujeita aos mesmos princípios gerais da
evolução psicológica do homem, visto que religião não é mero apêndice à vida,
porém parte integrante e vital da personalidade.Em cada fase da vida do homem, a religião tem características
típicas e cumpre determinadas finalidades ou propósitos.
* 13. Fé e Dúvida: O psicólogo, enquanto psicólogo,
não discute a lógica da fé, sua ou sua veracidade. Cabe- lhe apenas a tarefa de
estudar como se forma, como se desenvolve e que funções desempenha na vida do
indivíduo.
* 14. Fé Religiosa: O estudo psicológico da
fé religiosa é, entretanto, extremamente complexo, porque é muito difícil
verificar se determinado indivíduo tem ou não fé religiosa. A maneira mais
óbvia de saber se um indivíduo tem fé religiosa, apesar de todos os seus
defeitos como método de pesquisa, é perguntar ao próprio indivíduo.
* 15. A Dúvida Religiosa: Intimamente ligado ao
problema da fé está o problema da dúvida religiosa. A dúvida é parte integral
do desenvolvimento religioso do homem, bem como de todo o processo evolutivo de
sua personalidade. A dúvida, como atitude resistente, pode levar o homem à indiferença e
ao desespero, que constituem obstáculos a qualquer ação construtiva e tornam
impossível os empreendimentos criadores.
* 16. Conversão Religiosa: Estudo
psicológico da conversão religiosa é, de fato, o marco inicial dos estudos de
psicologia da religião em sua versão moderna e contemporânea. Há pelo menos duas razões para que
assim acontecesse. Em primeiro lugar, o início dos estudos dos fenômenos
religiosos, em bases mais empíricas, coincide historicamente com os grandes
movimentos de avivamento religioso e a grande ênfase na mudança de vida causada
pelo poder do evangelho.
* 17. O Processo de Conversão Religiosa: O
processo da conversão religiosa parece ter certas características comuns. Não importa qual seja a religião
do homem, sua conversão é, ordinariamente, marcada por certos estágios bem
definidos. Quase todos os autores que estudam o fenômeno da conversão
religiosa reconhecem pelo menos três estágios fundamentais: o período de
inquietação, a crise propriamente dita e o período de paz que segue a solução
do problema espiritual. Drakeford acrescenta a esse um quarto estágio isto é, a
expressão concreta dessa experiência através da vida e do comportamento do
indivíduo.
* 18.
O período de inquietação:Nesse período o indivíduo reconhece que algo lhe está
faltando e ele mesmo toma a iniciativa em procurar a solução para o seu
problema.
* 19. A Crise Propriamente:Dita Descrevendo essa
fase, Clark diz que, sem a interferência de um estímulo exterior, de repente,
algo extraordinário acontece – uma grande iluminação, um sentimento de que os
problemas da vida foram todos resolvidos. Por exemplo, Agostinho lê um texto
bíblico e, de repente, sente-se uma nova criatura. Tagore, ao ouvir a
interpretação de um antigo Upanisbad, sente o bálsamo divino cair sobre si.
* 20. Estágio de Paz e Harmonia Interior: Clark
diz que, na proporção em que a emoção do momento climático se desvanece, o
indivíduo começa a experimentar alívio, paz e harmonia interiores. As dúvidas
cessam momentaneamente. O homem nota que tem fé; sente que está unido a Deus,
que seus pecados foram perdoados, seus problemas foram resolvidos, que está
salvo.
* 21. Maturidade Religiosa: Maturidade
religiosa implica na convicção da existência de um Ser Supremo e de idéias
básicas sobre a vida e o universo. Essa convicção dá suficiente sentido à vida
do homem e leva-o a um comportamento moral consistente com sua filosofia de
vida e suas crenças religiosas.
* 22.
Maturidade Religiosa: Finalmente, a maturidade religiosa caracteriza-se pela capacidade de
amar o próximo, de ser humilde, de ser criativo, de ajustar-se socialmente e de
ser consagrado aos objetivos supremos da vida como concebidos pelo indivíduo.
* 23. Oração e Adoração: A oração é uma das
experiências religiosas mais comuns entre os homens. Heiler afirma que a oração é o
fenômeno central da religião e a perda fundamental de toda piedade. Ele cita
Lutero, quando diz que a fé nada mais é do que oração. A oração é, de fato, o
elemento central do comportamento religioso. A prática da oração é, talvez, o
índice mais seguro da religiosidade de uma pessoa.
* 24. Oração: Falando sobre o conteúdo da
oração primitiva, Heiler diz que são estes os seus elementos constítutivos:
* 25. Invocação: A invocação do nome do ser
divino e seus atributos pessoais é o primeiro elemento de toda oração. A pessoa
que ora ordinariamente invoca a presença de seu Deus com frases exclamativas,
como:Ouve-me!Ouve-nos!Ouve a nossa voz!Ouve a nossa súplica!ou outras frases
semelhantes.
* 26. Queixa ou Pergunta: Muitas vezes a
oração primitiva é uma espécie de protesto ou uma pergunta que revela a
insatisfação do homem com a divindade a quem ora.
* 27. Petição: A Petição é o elemento
central da oração. O homem primitivo ora quase exclusivamente por coisas úteis
ou que contribuam para a sua felicidade pessoal.
* 28. Intercessão : A preocupação com o bem-estar
dos demais membros da tribo leva o homem primitivo a interceder por eles. Esse
estágio da oração é realmente elevado e não muito freqüente entre o chamado
homem primitivo.
* 29. Meio de persuasão: O homem primitivo
tenta, por meio da oração, convencer a divindade de que deve favorecê-Io. Uma
das maneiras por que tenta persuadir a divindade é alegando a sua própria
perfeição moral.Tem misericórdia de mim! é uma forma comum de persuasão na
prece.
* 30. Ação de Graças: É o conhecimento não
apenas verbal, mas também expresso de vários modos, de que tudo provém das mãos
de Deus.
* 31. Motivo da oração: Seja qual for o
motivo por que a pessoa ora e sejam quais forem as reais possibilidades de uma
relação com o transcendente através da oração, o fato é que ela produz grandes
efeitos psicológicos sobre a pessoa que ora.
* 32. Adoração é a expressão, quer
espontânea, quer formal, daquilo que o homem sente e faz quando na presença do
Sagrado. No dizer de Stolz, a essência da adoração consiste em criar ou
intensificar uma atitude de reverência.
* 33. Adoração e Procissão: A procissão tem
por objetivo a aproximação de Deus. A invocação tem por objetivo o
reconhecimento e estabelecimento de uma relação pessoal mais íntima. Não pode
haver adoração sem que o homem reconheça que o objeto a ser adorado está ao
alcance de sua voz e que com ele deseja dialogar.
* 34. Adoração e Música religiosa: É outra
maneira interpessoal no ato da adoração. Através do hino e da poesia, a alma
eleva-se a Deus. A música e a poesia prestam-se admiravelmente bem à expressão
de ação de graças e de louvor.
* 35. Adoração e Significado: Cada ato de
adoração tem significado especial para a pessoa que adora. Este significado, muitas
vezes, não é percebido pelo indivíduo de fora.Se alguém quiser compreender um
ato de adoração, terá que tomar-se participante, pois de outra maneira jamais
poderá compreendê-lo.
* 36.
Confissão e Purificação: Através da confissão, como parte do ato de adoração, o
homem consegue a purificação de seu espírito e a renovação de sua vida. O rito de purificação é muito
usado pelos japoneses, egípcios, gregos, hindus e outros. Entre os celtas,
romanos e persas, o fogo era uma energia purificadora. O rito batismal entre os
cristãos é uma forma de purificação.
* 37. Misticismo Religioso : A experiência
mística é um dos elementos centrais da vida religiosa. Podemos dizer que em
toda experiência religiosa profunda há um elemento de misticismo. Adotamos aqui a definição de
misticismo dada por Pratt, que diz:Misticismo é a senso-percepção de um ser ou
de uma realidade através de meios que são os processos cognitivos ordinários ou
o uso da razão.
* 38. Há dois tipos básicos de misticismo:
o ativo e o responsivo. No primeiro, o homem procura, através de danças,
músicas, jejuns, drogas, etc., atingir o Infinito; no segundo tipo, o homem
simplesmente se dispõe a receber a visitação divina. Ordinalmente, o místico é
uma mistura dos dois tipos, havendo apenas a predominância de um dos elementos.
* 39. Vocação Religiosa:A vocação religiosa
é um dos aspectos mais pessoais da experiência espiritual do homem. Geralmente
a maneira como o indivíduo se dedica à sua vocação religiosa reflete a
intensidade de sua experiência com Deus. Num sentido muito geral, podemos
dizer que todo indivíduo que professa uma fé pessoal tem uma vocação religiosa,
pois a fé é o modo pelo qual o homem responde ao estímulo do transcendente.
* 40. Religião e Saúde: A relação cada vez
mais estreita entre o psiquiatra e o ministro religioso é um atestado do
reconhecimento de que a religião desempenha importante papel no desenvolvimento
da personalidade e pode constituir-se fator primordial no equilíbrio de suas
funções psíquicas.
O ministro de religião é hoje parte integrante da equipe de saúde, nos
grandes hospitais e clínicas, especialmente nos Estados Unidos onde o movimento
foi iniciado, graças ao extraordinário trabalho de Anton Boisen.
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)