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quinta-feira, 31 de maio de 2012

É verdade que a Igreja e os jesuitas defendiam os índios e apoiavam a escravidão dos Negros ?



As Ordens religiosas e a posse de escravos:

Ao tentar denegrir a imagem da Igreja Hierárquica, em favor da IGREJA POPULAR instrumntalizada por estes teólogs esquerdistas de plantão entre eles esta persona non grata: O padre  da TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO *José Oscar Beozzo , que cospe no prato do qual se alimenta, vem vergonhosamente acusar a Igreja do passado com sua visão reducionista, deturpada e anacrônica justificar teologicamente a escravidão, afirmando de forma “GENERALIZADA” que a Igreja tornou-se uma voz ativa na manutenção do sistema escravista, beneficiando-se também dele, fazendo uso da mão - de - obra escrava.

O muito imparcial, desonesto e omitidor dos fatos, o padre  da TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO *José Oscar Beozzo, em seu artigo a História da Igreja Católica no Brasil, em relação ao catolicismo e a situação do negro afirma que:


“Na ordem prática, está o envolvimento da Igreja com a economia e sociedade escravista, tornando-se ela mesma proprietária de escravos e escravas, explorando-os tanto em atividades produtivas como nos serviços domésticos.”Muitas das Ordens religiosas brasileiras faziam uso da mão - de -obra escrava, usando - os em suas terras e conventos

 *BEOZZO, José Oscar “A Igreja na crise final do Império (1875 - 1888)” in História da Igreja do Brasil, Petrópolis, Vozes, 1980, tomo II/2, p. 274.



Civilização, barbárie e relativismo: Conteste seu professor Petralha !!!

(Por Reinaldo Azevedo)



Sempre que se apontam os crimes da esquerda, passados e presentes, lá vêm os neo-relativistas (que nada têm de “neo”, uma vez que defendem algo bem antigo) com a sua ladainha:


- “E o que dizer da história da Igreja Católica?

- “E o que dizer do capitalismo?

- “E o que dizer da colonização da América” (como sabem, um neo-relativista pensa que é índio)?


Nas universidades brasileiras, jovens são verdadeiramente molestados por esse tipo de abordagem de seus professores petralhas.

O homem é por natureza um ser religioso - O que é Religião ?


O homem é um ser religioso.Deus já o criou assim, e onde quer que se encontrem seres humanos encontram-se vestígio de religião.

Mas o que siginifa a palavra religião ?

A palavra "religião" vem do latim religar e, na sua essência, significa ligar-se novamente, e quem em si mesmo já transmite a idéia de que o homem está separado.


O campo das Ciências da Religião, já que não é possível falar de apenas uma ciência da religião que compreenda toda a amplitude religiosa hoje é muito amplo e vasto com vários saberes científicos que estudam o fenômeno religioso, entre estas várias ciências podemos citar: 


A  antropologia, a psicologia, a sociologia, a Gestalt-terapia, a logos-terapia,a parapsicologia,a filosofia,a mitologia,a teologia, a bioética e o próprio Direito compõe necessariamente o vasto universo do estudo da religião.


Entre estas, a psicologia da religião vai tentar explicar as rupturas primordiais, tais como o corte do cordão umbilical que nos “desliga” da segurança materna no nascimento, até a forma primitiva de enterrar os mortos em posição fetal como retorno e "religamento" a mãe terra.


A bíblia fala desde assunto, como foi esta separação entre Deus e o homens, e desde então existe a necessidade natural e latente no ser humano de religar-se e  voltar-se para a divinidade.

A verdadeira religião, portanto e aquela que traves dos seus ensinamentos leva o homem a volta´se para Deus, o criador e mantenedor de todas as coisas


O homem é um ser religios, assim afirmam-no Pítágoras, Sócrates, Santo Agostinho, entre outros; e o que o diferencia de outras espécies que também habitam este planeta não é a inteligência, que hoje se reconhece também nos primatas, paquidermes, baleias e golfinhos, mas "A Busca Espiritual."

O ateu, mesmo negando, também está à procura de uma explicação que o convença, e abraçará por encontrá-la.

Poucos são os que se mantêm ateus até o fim de suas vidas. Vejamos alguns exemplos:


1)- ENGELS principal propagandista do ateísmo, voltou a reconhecer Deus: 'A vida tem que ser devolvida Aquele que morreu na cruz por todos os homens'(Atheismus-ein Weg. P.170);

quarta-feira, 30 de maio de 2012

"Não se pode dar a César o que é de Deus" - Reflexões do Procurador Regional da República: Paulo Vasconcelos Jacobina


Publicamos a seguir mais uma contribuição do Procurador Regional da República, Paulo Vasconcelos Jacobina, enviada para os leitores de ZENIT.
(Por : Paulo Vasconcelos Jacobina)


Há uma fala de Jesus que é bastante utilizada em meios agnósticos para calar a voz dos cristãos nos grandes debates públicos.

Trata-se da passagem de Mc 12, 17 (e paralelo em Mt 22, 21), em que Jesus ensina que se deve dar “a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Estamos voltando ao Período Feudal com os Condomínios Fechados ? Que Fomes precisam serem Saciadas ?


Lya Luft, escritora e articulista da Revista Veja, publicou um artigo maravilhoso na edição 2178 da mesma revista.


No artigo ela esclarece que "somos um país de famintos, e boa plataforma para candidatos seria atender a esse nosso estado de desnutrição, física ou emocional".


Ela faz uma analise da real situação do país e o que deveria preencher o desejo de qualquer candidato a governante: "... cuidar da sua gente, não só nas tragédias como inundações e secas, mas na doença e falta de tudo, de alimento a educação". Ela ainda declara que: "o dever de um governo, e seu desejo ardente, deve ser atender ao povo e não apenas a uma parcela da Sociedade (que, atenção, são todos os brasileiros)".

domingo, 27 de maio de 2012

Por que a bíblia diz de Maria: Doravante TODAS AS GERAÇÕES me proclamarão Bem Aventurada ?


"E então Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor e meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão Bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas Aquele que é poderoso e cujo nome é Santo!" (Lc 1,46-49).


Este cântico mariano é conhecidíssimo entre os cristãos. Em todas as Bíblias têm e todos deveriam saber muito bem o que ele quer dizer.

Ao proclamarmos Maria bem-aventurada, estamos simplesmente realizando esta profecia. Por causa de Jesus, o Pai quis fazer nela maravilhas.

ATENÇÃO !!! ATENÇÃO !!!A iniciativa foi d'Ele:

sábado, 26 de maio de 2012

A lógica muito humilde e ecumência da Teologia da Libertação: Criticar o magistério Romano Pontifício PODE !!! Criticar a CNBB que não goza da Infalibilidade - NÃO PODE ???


Esclarecimentos iniciais:

É respaldado no Concílio Vaticano II, o qual sou submisso, que faço estas críticas duras, porém verdadeiras e construtivas, esperando que pela graça de Deus no futuro cheguem às consciência em benefício da Santa mãe Igreja Católica e tudo para a Glória de Deus e seu Reino, conforme a sua santa vontade e não à minha, ou as de caráter ideológico, que são falhas e limitadas. A história está ai para comprovar o que relatamos abaixo.

Relações dos leigos com a Hierarquia:


CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA-LUMEN GENTIUM  Nº 37: “Como todos os fiéis, também os leigos têm o direito de receber com abundância, dos sagrados pastores, os bens espirituais da Igreja, principalmente os auxílios da palavra de Deus e dos sacramentos (116); e com aquela liberdade e confiança que convém a filhos de Deus e a irmãos em Cristo, manifestem-lhes as suas necessidades e aspirações. Segundo o grau de ciência, competência e autoridade que possuam, têm o direito, e por vezes mesmo o dever, de expor o seu parecer sobre os assuntos que dizem respeito ao bem da Igreja (117). Se o caso o pedir, utilizem os órgãos para isso instituídos na Igreja, e procedam sempre em verdade, fortaleza e prudência, com reverência e amor para com aqueles que, em razão do seu cargo, representam a pessoa de Cristo.”

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Mais uma mentira protestante cai por Terra: Jesus nunca teve Irmãos Carnais

A MENTIRA:

“Maria deu a luz seu Filho PRIMOGÊNITO, se foi primogênito vieram outros depois.”

ONDE SE ENCONTRA ?

1)-http://www.sobreasaguas.com.br/romano.htm

E neste:

2)-http://averdadesobremaria.blogspot.com/2009/07/adoracao-maria.html

“… a doutrina da virgindade perpétua de Maria não foi ensinada até uns trezentos anos após a ascensão de Cristo. Não foi antes do Concílio de Calcedônia em 451 que esta fabulosa qualidade ganhou o reconhecimento oficial de Roma”.”


A VERDADE BÍBLICA, E HISTÓRICA-DOCUMENTAL:


É um erro primário, dizer que: “Maria deu a luz seu Filho PRIMOGÊNITO, se foi primogênito vieram outros depois”. – PURO ENGANO!

Jesus foi apresentado como primogênito no templo aos 40 dias, sem que viessem outros depois. Deus ordena: contar todo o primogênito varão dos filhos de Israel, da idade de um mês para cima (Num 3, 40).

Ora, se há primogênito de um mês de idade, como é que se pode exigir que, para haver primeiro, haja um segundo?

Logo, há primogênito sem que haja, necessariamente, um segundo filho. Era PRIMOGÊNITO quem nascesse menino ou animal macho, e não se nascesse outro depois daquele (Êxodo 13, 2).

Curiosamente a tradução protestante confirma que primogênito é aquele que abrir toda madre, sem precisar de outro (Êxodo 13, 2).

Adiante, alegava um pastor, que:

“Iminentes (sic) Cristãos do século II, registraram que Maria teve outros filhos com José; afinal casar-se e ter Filhos não desonra, o que desmerece e muito é a condição de celibatário!”.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Dom Tomás Balduíno - Icentiva invasão de Terras Produtivas


Pastoral da Terra afirma que é legítimo invadir terra produtiva São Paulo – Na véspera do 8º aniversário do massacre de Eldorado do Carajás, o presidente da Comissão Pastoral da Terra, dom Tomás Balduíno, e o líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, Gilmar Mauro, defenderam a legitimidade da invasão de terras produtivas. 


 Mesmo sem pregar a iniciativa, justificaram as ações dos sem-terra que resultaram, até hoje, na ocupação de fazendas produtivas, como ocorreu recentemente na Bahia. 

 “Normalmente a reforma agrária deve ser feita em qualquer terra”, disse dom Tomás. 

D. Estêvão Bettencourt - Esclarece sobre a origem e expansão Assembléia de Deus e Pentecostais protestantes



ASSEMBLÉIA DE DEUS PROTESTANTE: ORIGEM E CARISMAS


D. Estêvão Bettencourt – Revista: Pergunte e Responderemos - abril de 2003



Em síntese: A Assembléia de Deus é uma denominação protestante neopentecostal que tem origem nos Estados Unidos e conseguiu grande número de adeptos no Brasil. Caracteriza-se pela emotividade e a vivência de carismas ordinários e extraordinários.


A Assembléia de Deus foi, até poucos anos atrás, a denominação protestante que mais cresceu no Brasil. Hoje em dia a liderança é disputada por outras correntes neopentecostais.

Examinemos a origem da denominação Protestante : Assembléia de Deus e algumas notas que a caracterizam:


1. Origem do neopentecostalismo protestante Assembléia de Deus é uma modalidade do movimento neopentecostal norte-americano, que teve início nos seguintes termos:


a)- O Pentecostalismo clássico é uma forma de reavivamento fundamentalista do protestantismo norte-americano.

b)- Está ligado com um tipo de reavivamento metodista chamado Holiness (Santidade), que se originou na segunda metade do século XIX. Os seus mentores julgavam que os metodistas negligenciavam a doutrina de seu fundador John Wesley (? 1791), concernente à "inteira santificação".



c)- Segundo esta, o cristão que já tivesse feito a experiência da conversão (necessária para a salvação), devia aspirar a uma "segunda bênção", isto é, a uma nova e mais profunda experiência religiosa; esta tornaria o cristão apto à vida de perfeição moral, sem sentir perturbação proveniente de algum resquício do pecado.

d)- Tal experiência nova era tida como "batismo no Espírito Santo" ou também Holiness. Esta segunda experiência teria índole meramente interior e subjetiva, ficando independente de qualquer sinal exterior que a denotasse.


e)- Ora aconteceu no ano de 1900 que o pastor metodista Charles F. Parham aderia às concepções de Holiness. Tinha uma escola para estudos bíblicos em Topeka (Kansas, U.S.A.) com trinta alunos, de ambos os sexos.
Adotava o método de propor uma pergunta, para a qual os estudantes tinham de procurar os textos bíblicos que pudessem servir de resposta. 


f)- Certa vez, interrogou: "Quais são os sinais que, na Bíblia, caracterizam o autêntico batismo no Espírito Santo?" - Na base de At 2, 1-12; 10, 44-48; 19, 17, Parham e seus discípulos concluíram que o único sinal seguro era o dom das línguas (glossolalia). Então grande entusiasmo apoderou-se do grupo, que se pôs a rezar ininterruptamente durante vários dias e noites, pedindo a vinda do Espírito Santo.

g)- A 1 ° de janeiro de 1901, uma das estudantes, Agnes Oznam, pediu a Parham que lhe impusesse as mãos sobre a cabeça enquanto orava; quando isto foi feito, ela experimentou o "batismo no Espírito" e começou a falar línguas: "Sentiame como se rios de água viva jorrassem do mais profundo do meu ser", declarou ela mais tarde. Dentro de poucos dias Parham e os outros membros do grupo fizeram a mesma experiência.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

"Evolucionismo cultural: textos de Morgan, Tylor e Frazer" - Evolução cultural da Selvageria para a Barbárie até a Civilização


"Evolucionismo cultural: textos de Morgan, Tylor e Frazer",

*(Por Fernanda Delvalhas Piccolo)

Dados do livro resenhado:Título da obra: "Evolucionismo cultural: textos de Morgan, Tylor e Frazer"


Organizador: Celso Castro - Editora: Jorge Zahar Editor-Número de páginas: 127

A obra organizada por Celso Castro, antropólogo e diretor do CPDOC da Fundação Getúlio Vargas, reúne textos, escritos entre 1971 e 1908, de três autores clássicos da tradição evolucionista da antropologia: Lewis Henry Morgan (1818-1881), Edward Burnett Tylor (1832-1917) e James George Frazer (1854-1941).


Na apresentação do livro, Celso Castro traz o contexto no qual esses textos foram escritos bem como notas biográficas de cada um dos autores, abordando de que maneira surgiu em cada um o interesse por temas relacionados à antropologia, como parentesco, a própria definição de cultura, religião, e que os colocaria no “panteão dos fundadores” da disciplina.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Sabiam que no ano de 1931 um cientista recebeu o prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?



A Causa Primária do Câncer:


Mas peraí, se a causa foi descoberta, por que ainda não descobriram a cura?? ?

Vamos saber agora!!

Foi este senhor:Otto Heinrich Warburg (1883-1970). Prêmio Nobel em 1931 por sua tese "A causa primária e a prevenção do câncer"


Segundo este cientista, o câncer é a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico.


Por que?

Porque uma alimentação antifisiológica - dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente deACIDEZ.


A  ACIDEZ por sua vez EXPULSA o OXIGÊNIO das células!!!


Ele afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as 2 caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro."


Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em seu organismo!


Outra afirmação interessante: "As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio."


Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.

E ele afirmava que: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 h, pode convertê-la em cancerígena."

Ainda segundo Warburg: "Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio, porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção."


E também: "Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos."


domingo, 20 de maio de 2012

Projeto de REVERSÃO DA HOMOSEXUALIDADE causa Perseguição Religiosa no Brasil

No último dia 20 de Março de 2012, a psicóloga Cristã Marisa Lobo recebeu uma notificação do Conselho Regional de Psicologia (CRP) comunicando que um processo disciplinar foi instaurado contra ela.






O motivo: Se negar a retirar de suas redes sociais frases que falem de Deus, pois (de acordo com o CRP) esta prática religiosa viola um princípio do código de ética da profissão.




Uma das acusações atribuídas a psicóloga cristã é de utilizar a bíblia como ferramenta didática na orientação psicológica, o que é contundentemente negado por ela.


“A questão é cadê a prova que uso religião no meu consultório? É perseguição!”, protestou Marisa em seu Twitter.


A todo instante a psicóloga se mostrou inconformada por ser alvo de uma investigação que, segundo ela, não passa de uma perseguição religiosa.


No Vídeo abaixo ela faz um questionamento muito pertinente e oportuno:


“Por que o Conselho Regional de Psicologia (CRP) também não proíbe os psicólogos espíritas de usarem o termo “psicologia espírita”  também em suas redes sociais e ainda propagandearem a regressão espírita em suas seções e consultórios?, assim como os psicólogos ateus também, utilizarem a propaganda ateia ? Porque um peso e duas medidas ? Os direitos não devem ser iguais ?”



sábado, 19 de maio de 2012

Todas as religiões são de Salvação ? Todas as religiões Salvam ?


Por que nem todas as religiões são iguais? 

Religiões de Salvação: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.

Religiões de Libertação ou Iluminação: Budismo e hinduísmo.




Pensa-se que todas as religiões são boas. Todas, salvo degenerações estranhas que são como a exceção que confirma a regra,levam a homem a fazer coisas boas, exaltam sentimentos positivos e satisfazem em maior ou menor medida a necessidade de transcendência que todos temos. No fundo, dá igual uma ou outra.

Por que não pode haver várias religiões verdadeiras?

É certo que alguém tem que ser de espírito aberto, e apreciar tudo o que é positivo que há nas diversas religiões, que é substancialmente diferente que dizer que existem várias religiões verdadeiras:

“Se somente houver um Deus, não pode haver mais que uma verdade divina, e uma só religião verdadeira.”

A sensatez na decisão humana sobre a religião não estará, portanto, em escolher a religião que a um goste ou lhe satisfaça mais, mas sim em acertar com a verdadeira, que só pode ser uma. Porque uma coisa é ter uma mente aberta e outra, bem distinta, pensar que cada um pode fazer uma religião a seu gosto, e não se preocupar muito posto que todas vão ser verdadeiras.

Já disse Chesterton que ter uma mente aberta é como ter a boca aberta: não é um fim, a não ser um meio. E o fim ,dizia com senso de humor,é fechar a boca sobre algo sólido.
Como cristão que sou, acredito que o cristianismo é a religião verdadeira. Porque se a gente não acredita que sua fé é a verdadeira, o que lhe acontece então, simplesmente, é que não tem fé.

Logicamente, acreditar que o cristianismo é a religião verdadeira não implica impô-la a outros, nem menosprezar a fé de outros, nem nada parecido. É mais, a fé cristã bem entendida exige esse respeito à liberdade de outros.

Conhecendo os Princípios e propostas do Apostolado do blog Berakash



PRINCÍPIOS DO APOSTOLADO E BLOG O BERAKASH:

Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos.

Portanto toda honra e Glória é para Ele.


Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).

Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.




Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.

Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.

Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.

Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino

Entendendo o Conceito de Salvação no Protestantismo


A Doutrina Luterana da Salvação

Martinho Lutero era um monge católico da Ordem de Santo Agostinho,também conhecida com Ordem dos Agostinianos.


Muito se tenta combater os ensinamentos de Lutero com base numa análise de sua vida e temperamento. Não faremos isso neste trabalho, pois acreditamos que os próprios ensinamentos do Pai da Reforma já dizem muito sobre si mesmos.


Lutero não compreendia a Doutrina Católica acerca da salvação, a qual ensinava que as obras na fé em Cristo colaboram com a Graça que nos salva.
Transcreveremos esta doutrina conforme consta no Catecismo Tridentino, pelo fato deste estar mais próximo da catequese católica dos tempos de Lutero:
[...] Tudo atribuindo à Sua bondade [de Deus], agradecemos sem cessar Áquele que nos comunicou o Seu Espírito, por cuja valia nos encorajamos a chamar ‘Abba, Pai!’ 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Por Que é tão difícil entender e cumprir o Tempo e a Vontade de Deus ?



Como conhecer a vontade de Deus e o seu Tempo para cada um de nós ?

Toda urgência da vida se concentra no momento presente. 


Tudo o que possuímos é o dia de hoje. O ontem passou de nós. O amanhã não é nosso. O tempo de Deus para o seu povo é indicado por estas duas palavras: "agora" e "hoje".

O nosso estudo sobre a vontade de Deus é de importância prática e imediata no que diz respeito aos interesses do presente. Se nos lembrarmos de "todo o caminho por onde o Senhor nos guiou", será apenas com a finalidade de extrair uma lição das nossas falhas e ser consolado pela infalível fidelidade de Deus, e assim poderemos "esquecer as coisas que para trás ficam" em nossa dedicação à responsabilidade atual.

Se contemplarmos a glória vindoura, faremos isso somente para que a sua luz possa ser uma fonte de inspiração para nós, enquanto "corremos com paciência a carreira que temos adiante".

A vontade de Deus é o assunto supremo em cada vida. Tanto o Antigo como o Novo Testamento dão testemunho disto.

Dentro desta vontade, o homem encontra perfeição, prazer, permanência. Ela é viável por causa da sua natureza, sua revelação, e o fato de ser acompanhada com o dom da vida, que torna possível obedecer. É realmente gloriosa, pois o próprio céu jaz dentro do círculo da sua consideração.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Psicologia da religião e sua contribuição na Teologia Acadêmica


 * 1. Psicologia da Religião ( Filipe Rhuan Vieira de Sá Cruz)

    


 * 2. Definição Psicologia da religião: É o estudo do fenômeno religioso do ponto de vista psicológico, ou seja, a aplicação dos princípios e métodos da psicologia ao estudo científico do comportamento religioso do homem, quer como indivíduo, quer como membro de uma comunidade religiosa. Nessa definição,comportamento religioso refere-se a qualquer ato ou atitude, individual ou coletiva, pública ou privada, que tenha específica referência ao divino ou sobrenatural. Obviamente, esse divino ou sobrenatural é definido em termos da fé pessoal de cada indivíduo.


    * 3. História da Psicologia da Religião: Apesar do esforço de alguns de enquadrar a psicologia da religião no campo geral da psicologia científica, ainda existem certas barreiras que impedem tal relação mais íntima. Na proporção, porém, em que melhores métodos de pesquisa forem introduzidos no estudo psicológico do fenômeno religioso, a psicologia da religião desfrutará status acadêmico mais favorável.


    * 4. O Fenômeno Religioso: Ao psicólogo da religião interessa não somente o fato de que em todas essas culturas se encontram formas de comportamento religioso, mas também o fato singular de que, apesar das grandes diferenças quanto às crenças e práticas dos vários povos, há muitas similaridades entre elas, o que sugere a existência de um fator comum à experiência religiosa de todos os homens.



    * 5. Definição de Religião Para Êmile Durkheim, religião é um fato essencialmente coletivo. Diz ele:Religião é um sistema unificado de crenças e práticas relativas a coisas sagradas, isto, a coisas separadas,proibidas,crenças e práticas que unem, numa comunidade moral chamada igreja, a todos aqueles que a elas aderem.


    * 6. Origem da Religião: Os estudos de antropologia cultura parecem indicar que expressões religiões existem praticamente em todos os níveis de civilização. A religião, portanto, nasceu com o próprio homem pré-histórico.


    * 7. A Experiência Religiosa: Há vários tipos de experiências e todas elas podem ser conceituadas como resposta a diversos estímulos. A psicologia encarrega-se de determinar o limiar da consciência de determinadas realidades, ou seja, o ponto em que o organismo se torna sensível a essa realidade.


    * 8. Comportamento Religioso:Comportamento religioso é qualquer ato ou atitude que tem referência específica ao divino ou sobrenatural.


·        9. Interpretação Psicológica do Fenômeno Religioso: Várias teorias, desde então, têm surgido como tentativa de interpretação do fenômeno religioso.

Apresentaremos, a seguir, algumas das teorias que consideramos mais representativas. Entre as muitas interpretações psicológicas do fenômeno religioso, salientamos as que nos parecem mais importantes:



    * 10. Interpretação Psicológica do Fenômeno Religioso: Para Freud, a religião nada mais é do que a projeção infantil da imagem paterna. Ela é uma ilusão, não porque seja má em si, mas porque tende a levar o homem a fugir de sua realidade e contingência humanas. Para Jung, a experiência religiosa resulta do inconsciente coletivo, que por sua vez, é composto de energias dinâmicas e de símbolos de significação universal. A experiência religiosa é fundamental ao funcionamento harmonioso do psiquismo e ajuda o homem a compreender realidades do universo que não podem ser conhecidas de outras maneiras.



    * 11. Interpretação Psicológica do Fenômeno Religioso: Para Allport, a experiência religiosa é algo essencialmente pessoal, sujeito às leis de evolução psicológica, e seu aspecto intelectual é mais importante do que emocional. A religião é fator importantíssimo na integração da personalidade. Ele diz que religião é o esforço do homem para unir-se à criação e ao Criador com o fim de ampliar e completar sua própria personalidade.Para Anton Boisen, e experiência religiosa tem basicamente a mesma dinâmica da esquizofrenia. Diz ele que tanto a esquizofrenia como. a experiência religiosa profunda são tentativas à integração do eu. Quando a personalidade se vê ameaçada ao ponto de sua desintegração, recorre ao método mais eficaz para evitar a catástrofe.



    * 12. Evolução da Experiência Religiosa : A evolução da experiência religiosa está sujeita aos mesmos princípios gerais da evolução psicológica do homem, visto que religião não é mero apêndice à vida, porém parte integrante e vital da personalidade.Em cada fase da vida do homem, a religião tem características típicas e cumpre determinadas finalidades ou propósitos.



    * 13. Fé e Dúvida: O psicólogo, enquanto psicólogo, não discute a lógica da fé, sua ou sua veracidade. Cabe- lhe apenas a tarefa de estudar como se forma, como se desenvolve e que funções desempenha na vida do indivíduo.



    * 14. Fé Religiosa: O estudo psicológico da fé religiosa é, entretanto, extremamente complexo, porque é muito difícil verificar se determinado indivíduo tem ou não fé religiosa. A maneira mais óbvia de saber se um indivíduo tem fé religiosa, apesar de todos os seus defeitos como método de pesquisa, é perguntar ao próprio indivíduo.



    * 15. A Dúvida Religiosa: Intimamente ligado ao problema da fé está o problema da dúvida religiosa. A dúvida é parte integral do desenvolvimento religioso do homem, bem como de todo o processo evolutivo de sua personalidade. A dúvida, como atitude resistente, pode levar o homem à indiferença e ao desespero, que constituem obstáculos a qualquer ação construtiva e tornam impossível os empreendimentos criadores.



    * 16. Conversão Religiosa: Estudo psicológico da conversão religiosa é, de fato, o marco inicial dos estudos de psicologia da religião em sua versão moderna e contemporânea. Há pelo menos duas razões para que assim acontecesse. Em primeiro lugar, o início dos estudos dos fenômenos religiosos, em bases mais empíricas, coincide historicamente com os grandes movimentos de avivamento religioso e a grande ênfase na mudança de vida causada pelo poder do evangelho.


    * 17. O Processo de Conversão Religiosa: O processo da conversão religiosa parece ter certas características comuns. Não importa qual seja a religião do homem, sua conversão é, ordinariamente, marcada por certos estágios bem definidos. Quase todos os autores que estudam o fenômeno da conversão religiosa reconhecem pelo menos três estágios fundamentais: o período de inquietação, a crise propriamente dita e o período de paz que segue a solução do problema espiritual. Drakeford acrescenta a esse um quarto estágio isto é, a expressão concreta dessa experiência através da vida e do comportamento do indivíduo.


    * 18. O período de inquietação:Nesse período o indivíduo reconhece que algo lhe está faltando e ele mesmo toma a iniciativa em procurar a solução para o seu problema.


    * 19. A Crise Propriamente:Dita Descrevendo essa fase, Clark diz que, sem a interferência de um estímulo exterior, de repente, algo extraordinário acontece – uma grande iluminação, um sentimento de que os problemas da vida foram todos resolvidos. Por exemplo, Agostinho lê um texto bíblico e, de repente, sente-se uma nova criatura. Tagore, ao ouvir a interpretação de um antigo Upanisbad, sente o bálsamo divino cair sobre si.


    * 20. Estágio de Paz e Harmonia Interior: Clark diz que, na proporção em que a emoção do momento climático se desvanece, o indivíduo começa a experimentar alívio, paz e harmonia interiores. As dúvidas cessam momentaneamente. O homem nota que tem fé; sente que está unido a Deus, que seus pecados foram perdoados, seus problemas foram resolvidos, que está salvo.


    * 21. Maturidade Religiosa: Maturidade religiosa implica na convicção da existência de um Ser Supremo e de idéias básicas sobre a vida e o universo. Essa convicção dá suficiente sentido à vida do homem e leva-o a um comportamento moral consistente com sua filosofia de vida e suas crenças religiosas.


    * 22. Maturidade Religiosa: Finalmente, a maturidade religiosa caracteriza-se pela capacidade de amar o próximo, de ser humilde, de ser criativo, de ajustar-se socialmente e de ser consagrado aos objetivos supremos da vida como concebidos pelo indivíduo.


    * 23. Oração e Adoração: A oração é uma das experiências religiosas mais comuns entre os homens. Heiler afirma que a oração é o fenômeno central da religião e a perda fundamental de toda piedade. Ele cita Lutero, quando diz que a fé nada mais é do que oração. A oração é, de fato, o elemento central do comportamento religioso. A prática da oração é, talvez, o índice mais seguro da religiosidade de uma pessoa.


    * 24. Oração: Falando sobre o conteúdo da oração primitiva, Heiler diz que são estes os seus elementos constítutivos:


    * 25. Invocação: A invocação do nome do ser divino e seus atributos pessoais é o primeiro elemento de toda oração. A pessoa que ora ordinariamente invoca a presença de seu Deus com frases exclamativas, como:Ouve-me!Ouve-nos!Ouve a nossa voz!Ouve a nossa súplica!ou outras frases semelhantes.


    * 26. Queixa ou Pergunta: Muitas vezes a oração primitiva é uma espécie de protesto ou uma pergunta que revela a insatisfação do homem com a divindade a quem ora.


    * 27. Petição: A Petição é o elemento central da oração. O homem primitivo ora quase exclusivamente por coisas úteis ou que contribuam para a sua felicidade pessoal.


    * 28. Intercessão : A preocupação com o bem-estar dos demais membros da tribo leva o homem primitivo a interceder por eles. Esse estágio da oração é realmente elevado e não muito freqüente entre o chamado homem primitivo.


    * 29. Meio de persuasão: O homem primitivo tenta, por meio da oração, convencer a divindade de que deve favorecê-Io. Uma das maneiras por que tenta persuadir a divindade é alegando a sua própria perfeição moral.Tem misericórdia de mim! é uma forma comum de persuasão na prece.


    * 30. Ação de Graças: É o conhecimento não apenas verbal, mas também expresso de vários modos, de que tudo provém das mãos de Deus.


    * 31. Motivo da oração: Seja qual for o motivo por que a pessoa ora e sejam quais forem as reais possibilidades de uma relação com o transcendente através da oração, o fato é que ela produz grandes efeitos psicológicos sobre a pessoa que ora.


    * 32. Adoração é a expressão, quer espontânea, quer formal, daquilo que o homem sente e faz quando na presença do Sagrado. No dizer de Stolz, a essência da adoração consiste em criar ou intensificar uma atitude de reverência.


    * 33. Adoração e Procissão: A procissão tem por objetivo a aproximação de Deus. A invocação tem por objetivo o reconhecimento e estabelecimento de uma relação pessoal mais íntima. Não pode haver adoração sem que o homem reconheça que o objeto a ser adorado está ao alcance de sua voz e que com ele deseja dialogar.


    * 34. Adoração e Música religiosa: É outra maneira interpessoal no ato da adoração. Através do hino e da poesia, a alma eleva-se a Deus. A música e a poesia prestam-se admiravelmente bem à expressão de ação de graças e de louvor.


    * 35. Adoração e Significado: Cada ato de adoração tem significado especial para a pessoa que adora. Este significado, muitas vezes, não é percebido pelo indivíduo de fora.Se alguém quiser compreender um ato de adoração, terá que tomar-se participante, pois de outra maneira jamais poderá compreendê-lo.


    * 36. Confissão e Purificação: Através da confissão, como parte do ato de adoração, o homem consegue a purificação de seu espírito e a renovação de sua vida. O rito de purificação é muito usado pelos japoneses, egípcios, gregos, hindus e outros. Entre os celtas, romanos e persas, o fogo era uma energia purificadora. O rito batismal entre os cristãos é uma forma de purificação.


    * 37. Misticismo Religioso : A experiência mística é um dos elementos centrais da vida religiosa. Podemos dizer que em toda experiência religiosa profunda há um elemento de misticismo. Adotamos aqui a definição de misticismo dada por Pratt, que diz:Misticismo é a senso-percepção de um ser ou de uma realidade através de meios que são os processos cognitivos ordinários ou o uso da razão.


    * 38. Há dois tipos básicos de misticismo: o ativo e o responsivo. No primeiro, o homem procura, através de danças, músicas, jejuns, drogas, etc., atingir o Infinito; no segundo tipo, o homem simplesmente se dispõe a receber a visitação divina. Ordinalmente, o místico é uma mistura dos dois tipos, havendo apenas a predominância de um dos elementos.


    * 39. Vocação Religiosa:A vocação religiosa é um dos aspectos mais pessoais da experiência espiritual do homem. Geralmente a maneira como o indivíduo se dedica à sua vocação religiosa reflete a intensidade de sua experiência com Deus. Num sentido muito geral, podemos dizer que todo indivíduo que professa uma fé pessoal tem uma vocação religiosa, pois a fé é o modo pelo qual o homem responde ao estímulo do transcendente.


    * 40. Religião e Saúde: A relação cada vez mais estreita entre o psiquiatra e o ministro religioso é um atestado do reconhecimento de que a religião desempenha importante papel no desenvolvimento da personalidade e pode constituir-se fator primordial no equilíbrio de suas funções psíquicas.


O ministro de religião é hoje parte integrante da equipe de saúde, nos grandes hospitais e clínicas, especialmente nos Estados Unidos onde o movimento foi iniciado, graças ao extraordinário trabalho de Anton Boisen.


Fonte: http://www.slideshare.net/frhuan/psicologia-da-religio-filipe-rhuan

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