"Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos: Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento...” (A. W. Tozer)
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Temos coragem de nos perguntar: Como seremos recebido por Deus em seu Reino?”

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 25 de agosto de 2016 | 09:29





Pergunta esmagadora. Temo e tremo ao pensar nisso, visto que “nihil inultum permanebit”, quando Ele abrir o livro de minha vida ante meus olhos. Nada ficará escondido.



Liber scriptus proferetur
in quo totum continetur
unde Orlandum judicetur”.



(Que farei eu, então, miserável pecador? Onde me esconder? A que patrono rogarei? Quando nesse juízo nem o mais justo estará seguro).


Quanto mais eu? Onde encontrarei refúgio, se nem Maria Santíssima, a advogada dos pecadores, a quem sempre quis servir, estará a meu lado para implorar o perdão, que Ela sempre implorou quando eu em vida para mim?
     

Se Eclesiastes 9 diz que os Santos estão mortos, por que rezar a eles?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 21 de agosto de 2016 | 16:47






A consulta aos mortos é uma prática condenada nas Sagradas Escrituras como “NECRO MANCIA”, e sempre foi condenada pelas escrituras e pela Igreja Católica.



(Em tempo: O Museu das Almas do Purgatório que trata do tema, não é um órgão oficial do Vaticano e não se situa no Vaticano, mas em Roma).


 

Esta prática é condenada pelas escrituras na seguinte passagem:




"Quando tiveres entrado na terra que o Senhor teu Deus te há de dar, guarda-te de querer imitar as abominações daquelas gentes...não consultarás os necromantes, ou advinhos ou indague dos mortos a verdade. Porque o Senhor abomina todas estas coisas e por tais maldades exterminará estes povos à tua entrada" (Deuteronômio, 19, 9-13). 




Após a morte, através da comunhão dos santos e pelas orações, e missas pelos almas dos falecidos, pode haver uma comunicação de méritos para as almas dos que estão no purgatório. Nunca uma comunicação direta com falecidos pela invocação das almas, pois o que a Igreja e a Sagrada Escritura condenaram como pecado, nunca deixa de ser pecado. Nenhum padre, Bispo ou mesmo Papa pode aprovar o que o próprio Deus condenou. São Paulo ensinou que, “se um anjo do céu viesse ensinar algo diferente do que está no Evangelho, que seja amaldiçoado. (Gálatas 1,8)”.




O que a Igreja ensina é que Deus por iniciativa d’Ele (e não nossa por evocações em mesas brancas, pretas, ou seja lá de qualquer cor) pode permitir o aparecimento de uma alma do purgatório, ou até mesmo já da glória celeste, em condições especialíssimas e muito raramente, como já aconteceu na história da Igreja e na própria sagrada escritura ( como na transfiguração com Moisés e Elias).A Igreja Católica também, defende a sã doutrina da intercessão dos santos junto a Cristo e por Cristo, pelos méritos dos santos, através da permanente comunhão dos santos, que não se interrompe com a morte. O que a Igreja e as escrituras proíbem simultaneamente é a consulta direta por evocação às almas dos mortos (isto é o que a Bíblia chama, e condena, como necromancia), pois é uma abominação "indagar dos mortos a verdade" (Deuteronômio 18, 11). A Igreja nos adverte ainda que, em tais circunstâncias, o demônio, por ser anjo, facilmente pode iludir a quem segue essa prática:




“Isso não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz...” ( II Cor 11,14)



O ENSINO DA IGREJA SOBRE A COMUNHÃO DOS SANTOS


Diversas espiritualidades e comunhão dos santos


§2684: Na comunhão dos santos, desenvolveram-se, ao longo da história das Igrejas, diversas espiritualidades. O carisma pessoal de uma testemunha do Amor de Deus aos homens pôde ser transmitido, como "o espírito" de Elias a Eliseu" e a João Batista, para que alguns discípulos tenham parte nesse espirito. Há uma espiritualidade igualmente na confluência de outras correntes, litúrgicas e teológicas, atestando a inculturação da fé num meio humano e em sua história. As espiritualidades cristãs participam da tradição viva da oração e são guias indispensáveis para os fiéis, refletindo, em sua rica diversidade, a pura e única Luz do Espírito Santo.O Espírito é de fato o lugar dos santos, e o santo é para o Espírito um lugar próprio, pois se oferece para habitar com Deus e é chamado seu templo.



A Intercessão expressão da comunhão dos santos


§1055 Em virtude da "comunhão dos santos", a Igreja recomenda os defuntos à misericórdia de Deus e oferece em favor deles sufrágios, particularmente o santo sacrifício eucarístico.



§2635: Interceder, pedir em favor de outro, desde Abraão, é próprio de um coração que está em consonância com a misericórdia de Deus. No tempo da Igreja, a intercessão cristã participa da de Cristo; é a expressão da comunhão dos santos. Na intercessão, aquele que ora "não procura seus próprios interesses, mas pensa sobretudo nos dos outros" (Fl 2,4) e reza por aqueles que lhe fazem mal.



Significação da comunhão dos santos



§1331: Comunhão, porque é por este sacramento que nos unimos a Cristo, que nos toma participantes de seu Corpo e de seu Sangue para formarmos um só corpo; denomina-se ainda as "coisas santas: ta hagia (pronuncia-se "ta háguia" e significa "coisas santas"); sancta (coisas santas), este é o sentido primeiro da "comunhão dos santos" de que fala o Símbolo dos Apóstolos, pão dos anjos, pão do céu, remédio de imortalidade, viático.



Intercessão dos santos


§956: A intercessão dos santos. "Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por conseguinte, pela fraterna solicitude deles, nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio": Não choreis! Ser-vos-ei mais útil após a minha morte e ajudar-vos-ei mais eficazmente do que durante a minha vida.



§1434 As múltiplas formas da penitência na vida cristã A penitência interior do cristão pode ter expressões bem variadas. A escritura e os padres insistem principalmente em três formas: o jejum, a oração e a esmola, que exprimem a conversão com relação a si mesmo, a Deus e aos outros. Ao lado da purificação radical operada pelo batismo ou pelo martírio, citam, como meio de obter o perdão dos pecados, os esforços empreendidos para reconciliar-se com o próximo, as lágrimas de penitência, a preocupação com a salvação do próximo, a intercessão dos santos e a prática da caridade, "que cobre uma multidão de pecados" (1Pd 4,8).




Intercessão pelos falecidos



§958: A comunhão com os falecidos. "Reconhecendo cabalmente esta comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo, a Igreja terrestre, desde os tempos primeiros da religião cristã, venerou com grande piedade a memória dos defuntos (...) e, `já que é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados' (2Mc 12,46), também ofereceu sufrágios em favor deles." Nossa oração por eles pode não somente ajudá-los, mas também tornar eficaz sua intercessão por nos.



§2636 As primeiras comunidades cristãs viveram intensamente esta forma de partilha. O Apóstolo Paulo as faz participar assim de seu ministério do Evangelho, mas intercede também por elas. A intercessão dos cristãos não conhece fronteiras: "Por todos os homens, pelos que detêm a autoridade" (1 Tm 2,1), pelos que perseguem pela salvação daqueles que recusam o Evangelho.



“Porque os vivos, esses sabem pelo menos que hão de morrer! Mas os mortos não sabem nada; nem sequer têm memória. Tudo o que fizeram em vida: os seus amores, ódios, rivalidades, tudo se foi com eles, e já não têm participação de espécie alguma naquilo que se passa aqui na Terra.” (Eclesiastes 9,5-6)


Conheça o pastor evangélico que pediu perdão aos católicos publicamente

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 19 de agosto de 2016 | 22:35




Por Mirti Medeiros


O cantor e pastor evangélico mexicano Jesús Adrián Romero surpreendeu a todos ao publicar em sua conta oficial no Facebook um pedido de perdão aos católicos que se sentem ofendidos pelos evangélicos.


Ele chegou a usar palavras fortes afirmando que, na maioria dos casos, são os evangélicos a proferirem as ofensas contra os católicos e não o contrário.Com uma mensagem praticamente “contra a corrente” em se tratando do pensamento protestante.

A Cruz para o Cristão deve ser sinal de Maldição ou de Salvação ?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 18 de agosto de 2016 | 13:57






“Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nEle crerem tenham a vida eterna”(Jo 3,14-15)




A cruz recorda o Cristo crucificado, o sacrifício de sua Paixão, o seu martírio que nos deu a salvação. Por isso é que, desde tempos antiqüíssimos, a Igreja passou a celebrar, exaltar e venerar a Cruz, inclusive, como símbolo da árvore da vida que se contrapõe à árvore do pecado no paraíso, e símbolo mais perfeito da serpente de bronze que Moisés levantou no deserto para curar os israelitas picados pelas cobras porque O Filho do Homem nela levantado cura o homem todo e todos os homens, o corpo e a alma dos que nEle crêem e lhes dá a vida eterna.


“Tudo para a maior glória de Deus (Santo Inácio de Loyola)” – O que buscamos ? a glória de Deus ou dos homens?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 17 de agosto de 2016 | 16:50







“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo” (Gl 6,14).




Só um interesse inspirou a vida deste santo extraordinário foi Inácio de Loyola: a glória de Deus e da salvação das almas. A este interesse sacrificou e subordinou tudo. É próprio dos santos fazer sempre e em tudo o que Deus quer: fazer a santíssima vontade de Deus e nunca a própria; ou melhor a própria vontade desaparece unida que foi inteiramente à Vontade de Deus. Fazer só o indispensavelmente necessário, com algum cuidado de evitar o pecado mortal, é característico dos tíbios e não dos santos. É mais perfeito procurar sempre o agrado de Deus e dirigir todos os atos à glória de Deus e à salvação da alma. 


Qual o papel dos Sindicatos no atual mundo do trabalho ? Que mudanças precisam ser feitas na sua atuação ?











Os direitos trabalhistas são reflexo direto das transformações no mundo do trabalho, ligadas diretamente ao sistema econômico de produção, que passa por profundas transformações de natureza econômica, social, política e institucional. O homem tornou-se submisso às condições implementadas pelo sistema, detentora dos meios de produção e riqueza. O contexto é de um empregado frágil, sem força para exercer a sua liberdade de coalizão e sem muita expressividade e representatividade política. Assim, o Sindicato sozinho não tem condições de mudar os conflitos existentes na relação capital-trabalho, pois vem perdendo força. Portanto, deve juntar-se a outros atores sociais a fim de construir um elo de cooperação entre eles, para de juntos poderem encontrar respostas eficazes aos desafios do trabalho e criar condições para uma boa gestão da economia nacional, sempre com o compromisso de assegurar o pleno respeito às normas de trabalho e do trabalho digno.


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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