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Os três sacrifícios no antigo testamento: de Abel, Melquisedeque e do filho único de Abrão em preparação ao sacrifício de Jesus Cristo

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 26 de abril de 2023 | 23:36

 




Este antigo ícone bizantino na abertura desta  postagem, mostra-nos os três sacrifícios do antigo testamento como preparação ao sacrifício único e definitivo na nova e eterna aliança por meio de Cristo. Da esquerda para a direita, vemos a oferta de Abel, irmão de Caim, que ofertou o cordeiro como primícias, ao contrário de Caim. Ao centro, vemos este personagem de rápida passagem na narrativa sagrada, Melquisedeque, que se torna uma figura impar e de referência ao sacerdócio ministerial, fazendo a oferta de pão e vinho. E por último, à direita, vemos as figuras de Abraão e seu filho único Isaque, que também, foi ofertado em sacrifício, porém, interrompido e retomado por Cristo no sacrifício do calvário. Que implicações teológicas, MISTAGÓGICAS, e praticas, esse eventos trazem para nossas vidas? É isso que vamos aprofundar nessa matéria, a qual esperamos ser enriquecida com a participação de nossos internautas nos comentários. 





i - A Oferta de Caim e Abel

 



Hebreus 11,4: "Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Pela fé ele foi reconhecido como justo, quando Deus aprovou as suas ofertas. Embora esteja morto, por meio da fé ainda fala."




E assim, Hebreus 11,4 fala sobre fazer uma oferta ou dar ao Senhor. E queremos responder a uma pergunta muito importante sobre doar hoje. Deus se importa com a forma como você dá a ele? Existe uma maneira certa de dar a Deus e uma maneira errada? E de acordo com o relato de Caim e Abel em nossa passagem de hoje, a resposta para ambas as perguntas é sim. Sim, Deus se importa com a forma como você dá a ele. E sim, há uma maneira certa de dar a Deus e uma maneira errada.Então, qual é a maneira certa de dar a Deus? Hebreus 11,4 nos diz que o caminho certo é pela fé. 




Por que Abel ofereceu a Deus um sacrifício melhor do que Caim?








Caim e Abel apresentaram ofertas a Deus, mas a Bíblia nos diz que a oferta de Abel foi melhor ou superior à oferta de Caim. Por que ? Bem, a resposta curta é porque Abel apresentou sua oferta pela fé, mas o que isso significa neste contexto? Por que a oferta de Abel foi diferente? O que havia na oferta de Abel que demonstrava a fé que faltava na oferta de Caim? Para responder a essas perguntas, precisamos voltar a Gênesis 4 e examinar mais de perto Caim e Abel e suas duas ofertas.“Adão deitou-se com Eva, sua mulher, e ela engravidou e deu à luz Caim. Ela disse: Com a ajuda do Senhor, dei à luz um homem. Mais tarde ela deu à luz seu irmão Abel. Agora Abel mantinha rebanhos, e Caim trabalhava o solo. Com o passar do tempo, Caim trouxe alguns dos frutos do solo como oferta ao Senhor. Mas Abel trouxe porções gordurosas de alguns dos primogênitos do seu rebanho. O Senhor olhou com favor para Abel e sua oferta, 5 mas para Caim e sua oferta não olhou com favor. Então Caim ficou muito zangado e seu rosto estava abatido”. (Gênesis 4,1-5).Agora, esta passagem apresenta uma série de diferenças entre Abel e sua oferta ao Senhor e Caim e sua oferta ao Senhor. Mas o que queremos procurar são quaisquer diferenças que indiquem fé da parte de Abel ou falta de fé da parte de Caim.




Foi a diferença no tipo de oferta? NÃO!




Talvez a diferença mais óbvia entre as duas ofertas seja que Abel trouxe um animal de seu rebanho, provavelmente um cordeiro ou uma cabra, enquanto Caim trouxe produtos da terra, provavelmente algumas frutas ou grãos. Agora, muitos comentaristas sentem que esta é a diferença que Hebreus faz alusão quando fala da fé de Abel, que Abel ofereceu um sacrifício de sangue enquanto a oferta de Caim foi sem sangue. Eles dizem que Deus aceitou a oferta de Abel porque a oferta de Abel esperava pela fé o sacrifício de Cristo na cruz, enquanto a oferta de Caim não. É uma possibilidade, mas há vários problemas com essa visão. Por um lado, Deus ainda não havia instituído o sistema sacrificial que mais tarde daria a Israel para prefigurar Cristo. Alguns comentaristas apontam para as peles de animais que Deus usou para cobrir Adão e Eva após a queda e sugerem que Deus ensinou a Adão e Eva a necessidade de um sacrifício de sangue naquele momento. Isso é certamente possível, mas o texto não diz, então não temos certeza, e assim tende a especulação. Outro problema com essa visão é que Gênesis 4 não usa a palavra hebraica para “sacrifício”, mas sim a palavra hebraica para “presente ou oferta”. De acordo com Gênesis 4, Caim e Abel não estavam trazendo um sacrifício diante de Deus, mas simplesmente uma oferta.Mesmo depois que Deus deu a lei a Moisés e revelou todo o sistema de sacrifício, as pessoas ainda traziam presentes e ofertas ao Senhor que não eram sacrifícios de sangue. Trouxeram ouro e prata, lã e tecidos, pães e grãos e todo tipo de coisas como presentes e ofertas ao Senhor. Caim era agricultor, então naturalmente trazia produtos do solo. Abel era pastor, então naturalmente trazia animais de seu rebanho.Algumas pessoas se perguntam sobre a palavra “sacrifício” em Hebreus 11,4. Isso não significa que Abel trouxe um sacrifício em vez de uma oferta? Embora a palavra traduzida como “sacrifício” em Hebreus 11,4 geralmente se refira a sacrifícios de sangue, ela também é usada no Novo Testamento simbolicamente para ofertas financeiras, por exemplo, em Filipenses 4,18.Além disso, a palavra “sacrifício” em Hebreus 11,4 se refere tanto à oferta de Abel quanto à oferta de Caim, embora a oferta de Caim claramente não fosse um sacrifício de sangue. Então, a menos que Deus tenha dito especificamente a Caim e Abel para trazer um sacrifício de sangue, o que mais uma vez o texto não diz, eu não acho que podemos olhar para os dois tipos diferentes de ofertas como a resposta à nossa pergunta por que Abel ofereceu a Deus um sacrifício melhor do que Caim fez.





Houve alguma diferença ritualística na atitude dos doadores? APARENTEMENTE NÃO!



Bem, se não foi a diferença no tipo de oferta, foi a diferença na atitude dos doadores? Alguns comentaristas dizem que Abel trouxe sua oferta voluntariamente enquanto Caim trouxe sua oferta com uma atitude ruim. Assim, dizem eles, Abel apresentou sua oferta pela fé enquanto Caim não. Agora, a atitude é certamente importante ao dar a Deus. Deus não quer que dêmos a ele com relutância ou má vontade, mas devemos dar a ele livre e alegremente como um ato de adoração diante dele. Então, Hebreus 4 está falando sobre uma diferença de atitude?Mais uma vez, é possível. Quando você lê Gênesis 4 , você vê que Caim definitivamente tem um problema de atitude. Mas o texto nunca diz que Caim veio a Deus com essa má atitude. A má atitude de Caim no texto não vem à tona até que Deus olhe com favor para Abel e sua oferta e rejeite Caim e sua oferta. É só então que somos informados de que Caim ficou zangado e seu rosto estava abatido.




Então, se não fosse a diferença nos tipos de ofertas, e se não fosse a diferença em suas atitudes, então qual era a diferença que distinguia a oferta de Abel como uma oferta “pela fé”?




Acredito que a resposta seja encontrada em Gênesis 4,4 - onde aprendemos que Abel deu a Deus a primeira porção. Lemos em Gênesis 4,4: “Abel trouxe porções gordurosas de alguns dos primogênitos do seu rebanho.” Em outras palavras, Abel deu a Deus a primeira porção de seu rebanho.E quanto a Caim? Ele deu as “primícias” de sua colheita? O versículo 3 simplesmente diz: “Caim trouxe alguns dos frutos do solo”. A palavra “primícias” é notável por sua ausência, especialmente quando você a compara com Abel, que trouxe a Deus o “primogênito” de seus rebanhos. Então, eu acredito que essa é a resposta para nossa primeira pergunta. Por que Abel ofereceu um sacrifício melhor do que Caim? Porque Abel deu a Deus a primeira porção, enquanto Caim não.





O que significa dar a Deus a primeira porção?





Todo este conceito de primogênito ou primícias é um conceito importante em toda a Bíblia. Deus ordenou que seu povo apresentasse os primogênitos de todos os seus rebanhos e manadas e as primícias de seu solo como oferta a Ele. Por exemplo, em Deuteronômio 12,6  lemos: “Traga seus holocaustos e sacrifícios, seus dízimos e presentes especiais, o que você prometeu dar e suas ofertas voluntárias, e os primogênitos de seus rebanhos e rebanhos.” Deuteronômio 18,4 diz: “Você deve dar… as primícias do seu cereal, vinho novo e azeite, e a primeira lã da tosquia das suas ovelhas.” Portanto, este é um princípio bíblico claro. A primeira parte pertence a Deus. Na verdade, toda a porção pertence a Deus, mas apresentar a primeira porção era uma forma de reconhecer a propriedade de Deus sobre todo o resto. Esta é uma das razões pelas quais Deus tirou a vida dos primogênitos no Egito. Deus estava demonstrando que ele, em vez dos falsos deuses egípcios, tinha a verdadeira propriedade de tudo no Egito. De fato, embora Deus tenha poupado os filhos primogênitos de Israel, Deus ainda exigia que os israelitas resgatassem cada um de seus filhos primogênitos com uma porção de prata. Por quê? Porque o primogênito pertencia a Deus em reconhecimento à propriedade suprema de Deus.




Dar as primícias, significa dar a Deus o seu primeiro e o seu melhor, não as sobras!





Lemos em Êxodo 23,19: “Traze as melhores das primícias do teu solo à casa do Senhor teu Deus”. Por que o melhor? Porque o que você traz para Deus reflete o que você pensa de Deus, e Deus merece o melhor. Lembre-se, Gênesis 4 nos diz que “Abel trouxe porções gordurosas de alguns dos primogênitos do seu rebanho”. (Gênesis 4,4). As porções de gordura eram a melhor parte. Abel trouxe a Deus a primeira porção. Dar a Deus a primeira porção significa, antes de tudo, dar a Deus o seu primeiro e o seu melhor. Em segundo lugar, dar a Deus a primeira porção significa dar a Deus o primeiro décimo do fruto de seu trabalho! Esta entrega da primeira porção a Deus eventualmente evoluiu para a entrega do dízimo. O dízimo era o primeiro décimo de tudo o que Deus lhe deu, e ficou entendido que o primeiro décimo pertence a Deus. Lemos em 2 Crônicas 31 como quando os israelitas deram de suas primícias, eles trouxeram o dízimo de tudo, e sobrou tanto que eles empilharam o excedente em montes. (2 Crônicas 31,5-10). Mas o dízimo é realmente apenas o começo de sua doação. É onde você começa. O primeiro décimo já pertence a Deus. É o seu primeiro e o seu melhor. Mas à medida que você cresce em Cristo e em toda essa área de dar, você vai querer trazer a Deus outras ofertas além do dízimo. 





Como dar a Deus as primícias demonstra nossa fé em sua divina providencia?





A Bíblia nos ensina que dar a Deus faz parte de sua adoração. É parte de como você honra a Deus em sua vida. Provérbios 3 diz: “Honra ao Senhor com os teus bens, com as primícias de todas as tuas colheitas; então os seus celeiros ficarão cheios até transbordar, e os seus lagares transbordarão de vinho novo”. (Provérbios 3,9-10) Dar a Deus é uma questão de honra e adoração. Esta é uma questão tão importante que Jesus identificou o dinheiro como o principal concorrente de Deus em nossas vidas. Jesus disse: “Você não pode servir a Deus e ao dinheiro”. (Mateus 6,24).



Jesus disse que como você dá a Deus revela seu coração. Você acumula tesouros na terra ou no céu? Jesus disse: “Onde está o teu tesouro, aí está também o teu coração”. (Mateus 6,21)




Então, onde está seu coração hoje? Você deseja mais do que tudo ver o evangelho se espalhar para que as pessoas sejam salvas, para que a igreja cresça como aquele grão de mostarda, acolhendo a todos, para que o nome de Deus seja honrado e o reino de Deus avance? Se assim for, então você vai dar para ver essas coisas acontecerem. Mas se essas coisas não são importantes para você, se seu coração está em outro lugar, então você provavelmente não dará como Deus o orienta a dar. Como e o que você dá a Deus diz muito sobre sua fé e confiança nele. Não é preciso nenhuma fé para dar a Deus as sobras. Deus pede que você dê a ele o seu primeiro e o seu melhor. E isso requer fé. Lembre-se, fé é ter certeza de realidades invisíveis à medida que você responde ativamente à palavra de Deus.




Ao dar a Deus as primícias, você está realmente fazendo três coisas que envolvem confiar na providência de Deus a respeito de coisas que você não vê!

 


1)-Você reconhece Deus como a fonte de todas as coisas materiais e espirituais



Em primeiro lugar, você reconhece Deus como a fonte de todas as suas dádivas e graças - 1 Coríntios 4, 7: "Pois quem torna você diferente de qualquer outra pessoa? O que você tem que não tenha recebido? E, se o recebeu, por que se orgulha, como se assim não fosse?" A Bíblia diz que tudo o que você tem e tudo o que você é vem de Deus. Você acredita nisso? Quando você dá a Deus a primeira porção, você demonstra fé porque reconhece que Deus é a fonte de suas bênçãos.



2)-Você reconhece Deus como o dono de tudo o que você tem, que você é apenas um mero administrador!



Em segundo lugar, quando você dá a Deus a primeira porção, você reconhece Deus como o dono de tudo o que você tem. Deus diz em Êxodo 19,5 “Toda a terra é minha”. O Salmo 24,1 diz: “Do Senhor é a terra e tudo o que nela há”. E por fim Jesus revela a Pilatos e a todos os poderosos deste nosso mundo em João 19,11: "Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado..." Deus é o Senhor de tudo! O Senhor dá, e o Senhor tira. Deus da vida e da morte! E se você não acredita que Deus pode tirar tudo que você tem em um instante, apenas fale com alguém que já passou por isso. Estude a vida do justo Jó na Bíblia! Você pode dizer: “Bem, as coisas são diferentes hoje. Temos seguro. Tenho um milhão de dólares em seguro e, se queimar hoje, posso recuperar tudo amanhã. Ei, Deus não tem que tirar suas coisas de você. Deus ainda pode tirar de você essas falsas seguranças! Você não trouxe nada para este mundo e não levará nada dele! Tudo o que você tem é simplesmente a permissão de Deus. Você é apenas um administrador ou um mordomo das posses de Deus. Deus é o dono de tudo, e uma das maneiras de você reconhecer isso é dando a Ele as suas primícias com alegria, confiança e fé!




3)-Você exercita sua confiança na promessa de Deus de suprir todas as suas necessidades!




E por fim, quando você dá a Deus as primícias, você mostra que confia na promessa de Deus de suprir todas as suas necessidades. Filipenses 4,19 diz: “E o meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus.” Dar a primeira porção a Deus requer fé, porque lembre-se, na hora em que você dá a primeira porção a Deus, você nem sempre tem a segunda porção ainda. A segunda parte é invisível. Quando os israelitas deram a Deus os cordeiros primogênitos de seus rebanhos ou a primeira porção de suas colheitas, eles não tinham garantia de que haveria mais cordeiros ou colheitas. A mãe cordeiro pode morrer, ou as colheitas restantes podem ser destruídas. Eles deram a primeira porção com fé, confiando em Deus que prometeu suprir todas as suas necessidades.





atenção! É a sua fé que agrada a Deus, não o tipo de oferta em si (Hebreus 11,4b)




Quando olhamos para o restante de Hebreus 11,4, vemos que Abel foi elogiado como um homem justo, não por sua oferta, mas por sua fé que produziu a oferta. Veja a próxima parte do versículo 4: “Pela fé ele foi louvado como homem justo, quando Deus falou bem das suas ofertas.”




ATENÇÃO! Nunca pense que dar a Deus SUAS PRIMICIAS é uma maneira INFALIVEL E AUTOMÁTICA de ganhar o favor de Deus!




Você não pode comprar seu caminho para o céu, nem barganhar favores de Deus. Ele olha para a sua fé, não para a oferta em si. Você deve realmente dar com fé por amor e adoração a Deus para que sua oferta seja aceita. Abel foi elogiado como um homem justo por causa de sua fé, não apenas por causa de sua oferta. Ao mesmo tempo, perceba que você não pode demonstrar verdadeira fé em dar sem dar a Deus a primeira porção. A verdadeira fé sempre se expressa em ação. Uma das maneiras de demonstrar sua fé em Deus é dando a Ele de suas primícias. Hebreus 11,4 tem mais uma coisa a dizer sobre Abel: “E pela fé ele ainda fala, mesmo estando morto”. (Hebreus 11,4c) Isso significa que o exemplo de fé de Abel continua a falar e ter influência hoje mesmo nos ensinando sobre fé e doação a Deus. Quando você dá fielmente a Deus, sua doação continua a falar pelos anos vindouros e, de fato, por toda a eternidade.





Finalmente, vamos ver como colocamos isso em prática! Afinal, a maioria de nós não cria cordeiros ou planta hoje. também, Não há mais templo e locais específicos para sacrifícios ao Senhor.





Apliquemos doravante três aplicações rápidas, simples e práticas deste princípio:



1) Dê a Deus o primeiro e o melhor de toda a sua vida, não apenas suas finanças. Em primeiro lugar, dê a Deus o primeiro e o melhor de toda a sua vida, não apenas suas finanças. Deus merece a primeira e melhor parte de tudo, não apenas o seu dinheiro. Você deve dar a Deus a primeira e melhor parte de seu dia, a primeira e melhor parte de seus pensamentos, a primeira e melhor parte de todo o seu tempo, talentos e recursos. Dê a Deus o primeiro e o melhor de toda a sua vida, não apenas suas finanças. Isso é parte do que significa viver pela fé.




2)Lembremo-nos de que o que damos a Deus sempre vem em primeiro lugar.mUma vez que você tenha determinado o que Deus quer que você dê, isso se torna inegociável. 2 Coríntios 9,7 diz: “Cada um dê o que decidiu em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria”. Dê na proporção de sua renda e sua fé. Deus não espera que você dê a mesma quantia que alguém que tem muito mais. Não é a quantidade que importa para Deus de qualquer maneira. É a prioridade que você coloca em dar com fé. A fim de dar a Deus a primeira porção, você precisa orçar sua vida em torno de sua doação, não sua doação em torno de sua vida.



3) Separe a primícia de Deus primeiro antes de gastar com qualquer outra coisa. Assim que receber seu pagamento, separe o que você dará a Deus. Mesmo que você não vá entregar o cheque até domingo, cuide dele imediatamente e tire-o de seus livros. Dessa forma, você garante que a primeira parte vá para Deus.




CONCLUSÃO deste estudo sobre a oferta de Abel:





Hebreus 11:4 diz: “Pela fé Abel ofereceu um sacrifício melhor do que Caim.” Gênesis 4 diz: “Caim trouxe alguns dos frutos do solo como oferta ao SENHOR. Mas Abel trouxe porções gordurosas de alguns dos primogênitos do seu rebanho. O Senhor olhou com favor para Abel e sua oferta, mas para Caim e sua oferta não olhou com favor”. (Gênesis 4,3-5). Você se comprometerá a dar a Deus com fé? Vai dar a Ele o seu primeiro e o seu melhor? Você dará a Deus a primeira porção da sua vida?




Fonte: http://www.rayfowler.org

 

 


ii - A oferenda de Melquisedeque, datada por volta de 1800 aC, mostra-nos a primeira vez em que o pão e o vinho são relacionados a uma bênção sacerdotal







Em meio a escuridão espiritual e moral que permeava o mundo antigo pós-diluviano, Deus chamou a Abraão em sua velhice para seguir os seus caminhos. Em sua aliança, ele prometeu que o patriarca seria o pai de uma grande nação que carregaria a linhagem do Messias Salvador (Gênesis 12,1-9). Se Abraão seguisse os caminhos do Senhor, ele seria uma bênção a todas as famílias da Terra. Deus chamou este patriarca para peregrinar na terra que lhe fora prometida, em Canaã.Nesse tempo, Canaã era habitada pelos descendentes de Cam, filho de Noé. Eram cananeus, sidônios, amorreus, heveus, girgaseus e jebuseus, povos que se separaram de Deus e rapidamente mergulharam na decadência moral e espiritual, com as piores e mais cruéis formas de culto idólatra.Embora essas nações estivessem em escuridão moral, o nome de Deus não havia sido esquecido. Ainda existiam pessoas e comunidades que adoravam unicamente a Deus, mostrando que o verdadeiro culto ainda permanecia em Canaã. Um claro exemplo é o de “Melquisedeque, rei de Salém” (Gênesis 15,18). O seu nome, em hebraico, significa “Meu Rei é Justo” (Hebreus 7,2). Em Canaã, o sistema de governo era o de cidades-estado, em que cada cidade tinha uma administração independente. Melquisedeque era rei de Salém, cidade-estado comumente relacionada a Jerusalém, já era mencionada nos escritos egípcios do século XIX a.C. Salém é uma variação da palavra “shalom” que significa “paz”. Em Hebreus 7, 2 Melquisedeque, rei de Salém também é chamado de “rei da paz”. Como rei e sacerdote, o governo e ministério de Melquisedeque provavelmente era respeitado por todos os reis ao redor. Bera, o rei de Sodoma permitiu que Melquisedeque tomasse a frente no reencontro com Abraão depois da guerra (Gênesis 14,20-24), provavelmente reconhecendo a importância do seu sacerdócio. Tanto na narrativa de Gênesis quanto da epístola aos Hebreus, Melquisedeque é descrito como uma figura histórica simbólica. Diferente de todos os personagens bíblicos preeminentes, Melquisedeque não tem citada sua linhagem genealógica (Hebreus 7,3). Isso é importante porque os sacerdotes levitas precisavam provar seu ministério por meio da genealogia de Arão. Embora o rei de Salém tenha tido pai e mãe, eles não são citados. Sua idade e sua morte também não são citadas. Além disso, Abraão, o pai do povo de Israel deu o dízimo a Melquisedeque (Gênesis 14,20), provando aqui a superioridade e preeminência do seu ministério sacerdotal sobre os levitas. Essas são figuras de linguagem usadas pelo autor de Hebreus para ilustrar que o ministério sacerdotal de Melquisedeque, rei de Salém, é um tipo, um modelo do ministério de Jesus que, mesmo nascendo de mulher, já era pré-existente na forma de Deus e, como Filho do Homem, se ofereceu de uma vez por todas em sacrifício para a salvação eterna de todo o que nele crê. Jesus é o “Rei da paz”, “Rei justo” e nosso “Sumo Sacerdote” para sempre, que exerce um sacerdócio superior ao dos levitas, que se cumpriu em seu sacrifício. A cena descrita em Gênesis 14 é a da guerra da coalizão de Abraão, contra Quedorlaomer e seus aliados, que atacaram Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Zoar, levando cativo o seu povo e seus bens, incluindo Ló, sobrinho de Abraão. A guerra foi vencida por Abraão e os reis das cinco cidades citadas, recuperando todos os bens e a população ilesa. Na volta, Abraão se reencontra com o rei de Sodoma no vale de Savé. Este dá lugar para que Melquisedeque realize um encontro simbólico.




“Melquisedeque, rei de Salém, e sacerdote do Deus Altíssimo, trouxe pão e vinho e abençoou Abrão, dizendo: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, Criador dos céus e da terra. E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os seus inimigos em suas mãos” (Gênesis 14,18-20). 










Esta cena, ocorrida por volta de 1800 aC é a primeira em que o pão e o vinho são relacionados a uma bênção sacerdotal. Não se pode especular muito sobre o que esse evento significa. Mas, pode ser que essa refeição seja um sinal de que Deus estava abençoando a Abraão e selando visivelmente sua aliança com o patriarca diante das nações de Canaã. Essa era uma refeição comumente oferecida à realeza (1 Samuel 16,20). Também, foi a refeição determinada por Deus, na lei mosaica, a ser levada como oferta nos sacrifícios, holocaustos, e ofertas queimadas em cumprimento de um voto, ou oferta voluntária (Números 15,2-10).Portanto, pode ser que o gesto de Melquisedeque seja apenas uma refeição para reavivar as forças do patriarca recém chegado da guerra; ou indique um selamento visível da aliança que Deus fez com Abraão. Anos mais tarde, Deus ao reafirmar sua aliança, Abraão creu, e isso lhe foi imputado como justiça (Gênesis 15).O fato é que, esse rito, que apareceu em Gênesis 14,18-20 se tornou um costume para Israel no ministério levita, sombra do ministério sacerdotal de Cristo. No “kidush” pão e o vinho estavam presentes nas refeições familiares nas festas israelitas. Esses elementos se tornaram a base da Santa Ceia que se tornou o símbolo da renovação da aliança entre a igreja e Deus após o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário. O pão é o símbolo do corpo de Cristo e o vinho, símbolo do seu sangue derramado para justificar o pecador (Mateus 26,26-30; veja 1 Coríntios 11,23-25). Vale a pena ressaltar, que o pão e o vinho não adquiriram esse significado na Santa Ceia, mas bem antes. Já no santuário de Israel, esses elementos possuíam o significado sacrifical do Messias que libertaria Israel. É claro que não podemos dizer que a refeição que Melquisedeque deu a Abraão claramente tipificasse o sacrifício de Cristo, mas devemos admitir que possui sim, um significado analógico especial.

 

 

 

 

iii - Abraão e Isaque nos apontam para o Sacrifício de Cristo










 

Gênesis 22,1-2 E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe: Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi. Deus estava mostrando na vida de Abraão que assim como Abraão ia sacrificar o seu amado filho único, Deus sacrificaria seu filho Jesus Cristo, o verdadeiro e único cordeiro que tira o pecado do mundo! 









Gênesis 22,6-14 "tomou Abraão a lenha do holocausto, e pô-la sobre Isaque seu filho; e ele tomou o fogo e o cutelo na sua mão, e foram ambos juntos. Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, MAS ONDE ESTÁ O CORDEIRO PARA O HOLOCAUSTO? E disse Abraão: DEUS PROVERÁ PARA SI O CORDEIRO PARA O HOLOCAUSTO, MEU FILHO. Assim caminharam ambos juntos. E chegaram ao lugar que Deus lhe dissera, e edificou Abraão ali um altar e pôs em ordem a lenha, e amarrou a Isaque seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. E estendeu Abraão a sua mão, e tomou o cutelo para imolar o seu filho; Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho. Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho. E chamou Abraão o nome daquele lugar: O SENHOR PROVERÁ; donde se diz até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá!" 











Podemos dizer que a narrativa bíblica sobre o sacrifício de Isaac, o filho único de Abraão, sofre uma pausa, a qual é novamente tomada posteriormente, e concluída no Calvário. Veja que Deus na vida de Abraão estava mostrando o plano da redenção. Abraão por analogia fazendo o papel de Deus Pai, sacrificando seu filho único, Isaque, símbolo de Jesus Cristo. Deus por meio de Abraão mostrou que seu Filho venceria a morte, ou seja, o verdadeiro cordeiro seria provido por Deus no plano da redenção, por isso João Batista quando viu Jesus disse em João 1,29: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!"






O inocente Isaque subindo a colina com a lenha nas costas, assemelha-se a Cristo carregando o lenho da cruz até o calvário !











Nós estávamos condenados a morte, porque o pecado implica derramamento de sangue e requer sacrifício que lhe seja equivalente, o sacrifício de Isaac ou de qualquer outro, seria incapaz de satisfazer essa equivalência, mas o próprio Deus proveu o verdadeiro cordeiro, Jesus Cristo, Ele pagou nossa dívida, foi morto no nosso lugar. Jesus morreu no meu e no seu lugar. Existe uma similaridade impressionante nessa passagem, onde nos conta a história do sacrificio de Isaque, filho de Abraão, com o sacrifício de Cristo na Cruz. Retroagindo até o inicio do mundo, vemos que Adão e Eva pecaram, no Jardim do Éden, e notaram que estavam nus. Deus, num ato profético, fez-lhes roupas de pele de animal. O que significa que Deus matou um animal inocente para poder cobrir o pecado do pecador. Adão e Eva sabiam o que era o pecado, Deus lhes disse que eles não poderiam comer do fruto da árvore do Bem e do Mal, que estava no meio do Jardim, mas eles desobedeceram e comeram. Deus os julgou e expulsou do Jardim, porque senão eles comeriam do fruto da outra árvore, a árvore da Vida Eterna, e o pecado estaria eternamente na história.Aquele era um momento único na história, pois esse julgamento, como qualquer julgamento pode ser o ultimo. Naquele momento em que Deus julgou o ser-humano, ele proveu profeticamente uma maneira do homem ser liberto do pecado: o sacrifício. Deus ainda prometeu que a mulher teria um Filho, que pisaria na cabeça da serpente e a venceria. Essa profecia fala que um dia Jesus iria nascer e venceria o Diabo. Em Jesus temos vitória sobre o mal. Esse sacrifício de um animal inocente, morrendo pelo pecador, no Jardim do Éden é o primeiro sacrifício da história humana. Logo depois disso, na próxima geração, Abel, filho de Adão e Eva fez o primeiro culto da história. Um culto é voltar para Deus, voltar pra casa, voltar para o Jardim, voltar para o Céu, voltar para a presença do Altíssimo. Por isso um culto merece toda a reverencia possível, pois nos perdemos no pecado e vamos ao culto, à presença de Deus, dizendo nesse ato que voltamos para Deus, nos convertemos, isso é: mudamos a nossa rota de pecado e agora vamos numa rota de santidade, em direção a Deus.Já havia a promessa, feita no Jardim, de que viria um Filho que destruiria o poder do Diabo, e agora chegamos mais efetivamente a uma situação mais clara, onde um moço seria simbolicamente sacrificado. Esse sacrifício de Isaque, tem muitas similaridades com o sacrifício de Cristo, como vamos ver.





DEUS ordenou A ABRAÃO: "SAI... E VAI " - PRIMEIRO ordena SAI... (Gênesis 12-1-5):




“Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.Assim partiu Abrão como o SENHOR lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos quando saiu de Harã.E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e chegaram à terra de Canaã.”




SEGUNDO: VAI... (Gênesis 22,1-2)





“E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe: Abraão! E ele disse: Eis-me aqui.E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi."





O QUE IMPLICA O SAI E VAI, EM ABRAÃO




Sai da tua terra e da tua parentela tem o significado de que Deus chamou a Abraão para ser líder, chefe, Patriarca e ele não poderia ficar debaixo da autoridade de outro, a não ser Deus. O vai até a terra de Moriá, é um comissionamento, um mandado, que significa que Abraão estava pronto a ser mandado para a obra que Deus o designasse.Primeiro saia das tuas cadeias, para depois ser enviado.




DEUS PROVOU ABRAÃO




O mundo faz uma confusão bastante grande quando fala-se sobre as provas que Deus implica na vida daqueles que ele ama. O mundo acredita que um Deus tão bom não pode provar ninguém, isso denota a total falta de afinidade com a Bíblia e com o conhecimento de quem seja Deus. Deus é um rei e quando alguém se revoltava contra um rei e seu reinado, como vemos no passado histórico, o rei mandava matar os seus inimigos pessoais ou do reinado. Deus e´ amor, mas Deus é justiça também. O pecado, ou a revolta contra o Reino de Deus só tem uma pena: a morte. Só não morremos todos, na exata hora em que pecamos porque Deus proveu em seu Filho a nossa libertação do pecado e da revolta contra o Reino de Amor. Deus manda provas por dois motivos: um deles é que através das provas dirigidas por Deus, nós somos aprimorados e vamos nos transformando em pessoas melhores. O segundo fato é que as provas aplicadas imediatamente nos livram de sermos desaprovados no futuro, e condenados com o mundo. Todas as provas são julgamentos. Se existe prova é porque houve um motivo para haver. Em geral nossas provas, ou as provas que passamos, as passamos devido a algum pecado cometido e julgado por Deus, ou porque através daquela situação Deus sabe que vai conseguir nos aperfeiçoar. No caso de Jesus ele foi o mais provado dos homens, porque ele assumiu a nossa situação e o nosso pecado. As provas que Jesus passou eram nossas e não dele.Quando se diz que Deus prova a quem ama, não significa sim que Ele ama a todos igualmente, como o mundo imagina. Eu não errei o que escrevi e vou dizer de novo, presta atenção: Deus não ama a todos igualmente - “Como está escrito: Amei a Jacó, e odiei a Esaú.” (Romanos 9,13).Esaú e Jacó foram dois irmãos gêmeos, Esaú era o mais velho, o primogênito, herdeiro legitimo do Patriarcado, mas ele desprezou o que era seu por herança. Jacó por outro lado tinha a vontade de ser o líder, o Patriarca, o Pastor de um povo e enganou para conseguir isso, roubou e fugiu. Fez tudo errado, mas isso só mostra a tremenda vontade que tinha de ser um abençoador de um povo. Errou tudo, para ser o Pastor e foi, um dos melhores. Esaú, por outro lado vendeu a primogenitura, o Pastorado, por um prato de sopa. Deus desaprovou totalmente isso e rejeitou para sempre Esaú. Não se engane, o que fazemos pode reverter eternamente na pena com Deus e poderemos ser desaprovados para sempre, perdendo a te a salvação. Nem tudo é permitido e o pecado de alguns pode ser muito grave, para si mesmo. É verdade, Deus ama a alguns e odeia a outros. Deus ama a quem o obedece e crê nEle e desaprova e odeia a quem O despreza.





AS TRÊS PROVAS DA BÍBLIA (Deuteronômio 13,1-18)






1- A PROVA DO FALSO PROFETA (versos 1-5)




“Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti, e te der um sinal ou prodígio.E suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los;Não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos; porquanto o SENHOR vosso Deus vos prova, para saber se amais o SENHOR vosso Deus com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma.Após o SENHOR vosso Deus andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis.E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o SENHOR vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito, e vos resgatou da casa da servidão, para te apartar do caminho que te ordenou o SENHOR teu Deus, para andares nele: assim tirarás o mal do meio de ti.”




A primeira prova é a do falso profeta e diria das falsas Igrejas. A regra é clara, quando a Igreja começa a se afastar da Bíblia e de Deus, devemos nos afastar dessa igreja e de seus lideres, com seus ensinos e maneiras fora da direção de Deus. Interessante é que na maioria das vezes o falso profeta nem sabe que é falso profeta, mas ele faz coisas que o denunciam. A regra é a Bíblia, sempre. Quando uma Igreja começa a se afastar da Bíblia é sinal claro que caiu da Graça. Como se diz: o escândalo tem que vir, mas ai de quem o trouxer.E quando isso acontece, É Deus nos provando, para ver se vamos realmente segui-lo e à sua Palavra, ou se vamos atrás de modismos que podem levar ao Inferno. Deus nos prova, com falsos profetas e falsas igrejas, com seus falsos ensinos.




2- A PROVA SENTIMENTAL (versos 6-11)





“Quando te incitar teu irmão, filho da tua mãe, ou teu filho, ou tua filha, ou a mulher do teu seio, ou teu amigo, que te é como a tua alma, dizendo-te em segredo: Vamos, e sirvamos a outros deuses que não conheceste, nem tu nem teus pais;Dentre os deuses dos povos que estão em redor de vós, perto ou longe de ti, desde uma extremidade da terra até à outra extremidade;Não consentirás com ele, nem o ouvirás; nem o teu olho o poupará, nem terás piedade dele, nem o esconderás;Mas certamente o matarás; a tua mão será a primeira contra ele, para o matar; e depois a mão de todo o povo.E o apedrejarás, até que morra, pois te procurou apartar do SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão;Para que todo o Israel o ouça e o tema, e não torne a fazer semelhante maldade no meio de ti."




Há duas vertentes aqui: uma é que alguns acreditam que o amor sentimentalóide vai levar mais pessoas ao Inferno do que o "ódio santo!"





Por amor, muitas pessoas negam a Deus e preferem ficar com seus pais, ou cônjuges, ou alguém que ama, mais do que ama a Deus. O segundo fato é que muitos seguem falsas doutrinas, seitas e religiões de seus pais e não a abandonarão, mesmo sabendo ser errado.Devemos entregar em oração os nossos familiares a Deus. Só que isso é perigoso, pois se os entregamos a Deus, então Ele pode levar embora, para missões, ou levar ao Templo, como Samuel. A mãe de Samuel pode ter sido privada de ver seu filho crescer ao lado dela, mas viu um líder, o líder que Israel precisava brilhar, na direção de Deus. Entregue de todo coração a quem você ama, a Deus, e Ele fará o melhor, pelos que amamos.





3 - A PROVA DO SINCRETISMO RELIGIOSO (VERSOS 12-18)




“Quando ouvires dizer, de alguma das tuas cidades que o SENHOR teu Deus te dá para ali habitar:Uns homens, filhos de Belial, que saíram do meio de ti, incitaram os moradores da sua cidade, dizendo: Vamos, e sirvamos a outros deuses que não conhecestes;Então inquirirás e investigarás, e com diligência perguntarás; e eis que, sendo verdade, e certo que se fez tal abominação no meio de ti;Certamente ferirás, ao fio da espada, os moradores daquela cidade, destruindo a ela e a tudo o que nela houver, até os animais.E ajuntarás todo o seu despojo no meio da sua praça; e a cidade e todo o seu despojo queimarás totalmente para o SENHOR teu Deus, e será montão perpétuo, nunca mais se edificará.Também não se pegará à tua mão nada do anátema, para que o SENHOR se aparte do ardor da sua ira, e te faça misericórdia, e tenha piedade de ti, e te multiplique, como jurou a teus pais;Quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus, para guardares todos os seus mandamentos que hoje te ordeno; para fazeres o que for reto aos olhos do SENHOR teu Deus." - Esta prova não é menos difícil que as anteriores e nela muitos são reprovados. Naquela época a nação de Israel era organizada em 12 tribos. Quando uma cidade era atacada pelos povos vizinhos, as tribos se uniam para defendê-la. Desta forma eles conseguiam manter suas fronteiras. Hoje, o povo de Deus também é organizado em "tribos" (igrejas e denominações). Quantas coisas nós fazemos somente porque as pessoas ao nosso redor também as estão fazendo? Compramos, vendemos, alugamos, emprestamos, mentimos e até mesmo roubamos, se preciso, tão somente para nos ajustarmos ao nosso grupo social. Ninguém quer ser diferente. Ninguém quer ser um E.T. Queremos nos integrar, queremos fazer parte. Aproveitando-se disso, homens perversos nos rodeiam o dia inteiro, tentando nos fazer ir contra nossas crenças e convicções e, muitas vezes, eles obtêm êxito. Você estaria disposto a romper seus laços com seu grupo social, em nome da sua fé e fidelidade a Deus? Saiba que a verdade não está nas mãos de uma minoria, nem da maioria. Não está nas mãos de um líder social, nem mesmo de um grupo social. A verdade está na Palavra de Deus, a Bíblia. Se algum grupo social tentar afastá-lo da verdade bíblica, você deve “matá-lo”, isto é, acabar com a influência que ele exerce sobre você, não importa quem seja, nem o que ele fez de bom ou significa para você.





MORIÁ – JERUSALÉM




Terra de Moriá = local indicado por Deus; Este detalhe da indicação de Deus sobre o local do Sacrifício, não deixa dúvida é a mesma Região de Jerusalém e Monte Calvário, antes de existir qualquer população.




UM JUMENTO E DOIS MOÇOS




Jesus ao entrar em Jerusalém – antiga Terra de Moriá – mandou 2 discípulos pegar um jumento, e três dias depois foi crucificado ( Lucas 19, 29-30 ); ( Mateus 21,17 e 18 ); ( Mateus 26: 2 )




ISAQUE LEVOU A LENHA - CRISTO LEVOU A CRUZ




Isaque, o filho, levava a lenha para o sacrifício profético, assim como Cristo levou a nossa Cruz, pois nem a Cruz era dele, mas nossa. Levava algum tempo para se fazer os furos na madeira, para crucificar alguém, e o julgamento rápido, feito à noite, de Cristo, mostra que a Cruz onde ele morreu, não era dele, não tinha sido preparada especialmente para ele. A Cruz de Cristo era emprestada, era a nossa.



AO TERCEIRO DIA VIU ABRÃO O LUGAR – AO TERCEIRO DIA CRISTO RESSUSCITOU




O sacrifício de Isaque era simbólico, pois ele não foi realmente sacrificado, ele não chegou a morrer literalmente, mas assim como o sacrifício, a morte era simbólica, o ser retirado do altar nos mostra uma ressurreição simbólica. Isaque não morreu no altar, no sacrifício, literalmente, mas simbolicamente. E era o terceiro dia, desde que Deus mandou Abraão sacrificar o menino.




O FOGO E O CUTELO DE ABRAÃO, O FOGO E A ESPADA DE DEUS




Profeticamente, o fogo e o cutelo que Abraão levava representam o Juízo de Deus, a Grande Tribulaçã. “Porque com fogo e com a sua espada entrará o SENHOR em juízo com toda a carne; e serão muitos os mortos da parte do SENHOR.” ( Zacarias 13, 7-9 ).






NO MONTE DO SENHOR SE PROVERÁ




No monte Moriá, em Jerusalém, no Monte do Calvário, Deus proveu para si uma justificação para o pecado do homem.




DEPOIS DO SACRIFICIO SIMBÓLICO NASCEU A NAÇÃO DE ISRAEL, DEPOIS DO SACRIFICIO DE CRISTO, NASCEU A IGREJA




Ainda demorou um pouco, mas a nação de Israel nasceu após esse sacrifício profético. E foi depois do sacrifício de Jesus na Cruz, no Pentecostes, que nasceu a Igreja.







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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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