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Íntegra do "Instrumentum Laboris" (2023 e 2024): Por uma igreja Sinodal

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 22 de setembro de 2023 | 14:41

 





A grande verdade é que alguns setores ULTRA-CONSERVADORES e de caráter SEDEVACANTISTA, estão criando problemas onde simplesmente não existem! Como se a igreja já estivesse aprovando  "ipsis litteris" o instrumentum laboris em referência, nada mais equivocado do que essa interpretação maliciosa. Foi publicado o documento orientador para os trabalhos da Assembleia Geral de outubro de 2023 e 2024 sobre o tema da sinodalidade. Dividido em duas macro-seções, ele é fruto de contribuições das etapas diocesanas e continentais e relata a experiência das Igrejas em todo o mundo que sofrem com guerras, desigualdades, pobreza, feridas de abusos.Cerca de sessenta páginas com a experiência das Igrejas em todas as regiões do mundo que estão passando por guerras, mudanças climáticas, sistemas econômicos que produzem "exploração, desigualdade e 'descarte'". Igrejas cujos fiéis sofrem o martírio, em países onde são minorias ou onde se deparam "com uma secularização cada vez mais intensa e, às vezes, agressiva". Igrejas feridas por abusos "sexuais, de poder e de consciência, econômicos e institucionais", feridas que precisam de respostas e de uma "conversão". Igrejas que abraçam os desafios, sem medo e sem tentar "resolvê-los a todo custo", engajando-se no discernimento sinodal: "Somente dessa forma as tensões podem se tornar fontes de energia e não cair em polarizações destrutivas". o documento que será a base para o trabalho dos participantes do Sínodo sobre a Sinodalidade, programado para ocorrer em outubro de 2023 no Vaticano e continuar até 2024. Um ponto de partida e certamente não um ponto de chegada, o documento reúne a experiência das dioceses de todo o mundo nos últimos dois anos, a partir de 10 de outubro de 2021, quando Francisco deu início a um caminho para entender quais passos tomar "para crescer como uma Igreja sinodal". Portanto, um documento para o discernimento "durante" a Assembleia Geral, mas ao mesmo tempo de preparação "em vista" do encontro para os participantes e grupos sinodais: "o objetivo do processo sinodal", especifica, "não é produzir documentos, mas abrir horizontes de esperança". O Instrumentum Laboris - apresentado nesta terça-feira (20/06) na Sala de Imprensa do Vaticano - é composto por um texto e quinze fichas de trabalho que trazem uma visão dinâmica do próprio conceito de "sinodalidade". Mais detalhadamente, há duas "macro-seções": a Seção A, na qual se destaca a experiência desses dois anos e o caminho a seguir para se tornar uma Igreja cada vez mais sinodal; a Seção B - intitulada Comunhão, Missão, Participação - que destaca as "três questões prioritárias", no centro do trabalho em outubro de 2023, ligadas aos três temas principais: crescer em comunhão, acolhendo a todos, sem excluir ninguém; reconhecer e valorizar a contribuição de cada pessoa batizada em vista da missão; identificar estruturas e dinâmicas de governança por meio das quais articular ao longo do tempo participação e autoridade em uma Igreja sinodal missionária. Enraizado nesse contexto está "o desejo de uma Igreja cada vez mais sinodal também em suas instituições, estruturas e procedimentos". Uma Igreja sinodal que é, acima de tudo, uma "Igreja da escuta" e que, portanto, "deseja ser humilde e sabe que deve pedir perdão e que tem muito a aprender". "O rosto da Igreja hoje traz os sinais de graves crises de confiança e credibilidade", lê-se de fato no Instrumentum laboris. "Em muitos contextos, as crises ligadas a abusos sexuais, econômicos, de poder e de consciência levaram a Igreja a um exigente exame de consciência para que, sob a ação do Espírito Santo, não deixe de se renovar, em um caminho de arrependimento e conversão que abre vias de reconciliação, cura e justiça." Uma Igreja sinodal também é "uma Igreja de encontro e diálogo" com os crentes de outras religiões e outras culturas e sociedades. É uma Igreja que "não tem medo da variedade", mas "a valoriza sem forçá-la à uniformidade". Sinodal é, então, a Igreja que se nutre incessantemente do mistério que celebra na liturgia, durante a qual "faz  experiência todos os dias de radical unidade na mesma oração", mas na "diversidade" de línguas e ritos. Outras passagens significativas dizem respeito à questão da autoridade ("Ela se situa na linha dos parâmetros de derivação mundana ou na de serviço?", é uma das perguntas); a necessidade de uma "formação integral, inicial e permanente" para o Povo de Deus; o "esforço" para a renovação da linguagem usada na liturgia, na pregação, na catequese, na arte sacra, bem como em todas as formas de comunicação com os fiéis e com a opinião pública, também por meio de novas e antigas mídias. "A renovação da linguagem", afirma o texto, "deve ter como objetivo torná-la acessível e atraente para os homens e mulheres de nosso tempo, sem representar um obstáculo que os mantenham distantes".

Você sabia que a bíblia nos recomenda buscar o médico e a "medicina física e psicológica?"

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 21 de setembro de 2023 | 17:41

 



Por *Francisco José Barros Araújo 




Alguns cristãos acreditam que procurar ajuda médica mostra a falta de fé em Deus. Dessa forma, pensam erroneamente que devem jogar fora seus remédios e apenas rezar e pedir a intercessão dos irmãos e da igreja pela cura. Quando pensamos em como nos comportamos em outras áreas de nossas vidas, vemos que essa não é uma visão lógica. 

“Não quero apenas Isto ou aquilo, quero Tudo”: sabedoria, beleza e plenitude da fé em Santa Teresinha e Pierre de Craon

 



“De Jesus e de sua Igreja não quero apenas isto ou aquilo, eu quero tudo”, dizia Santa Teresinha do Menino Jesus, exprimindo um dos aspectos mais profundos da espiritualidade católica: a abertura total ao dom de Deus e à riqueza da vida da Igreja. 


A pequena carmelita de Lisieux, embora tenha vivido enclausurada em um mosteiro, tornou-se padroeira das missões sem jamais ter saído de sua cela. Seu coração ardia pelo mundo inteiro e desejava que Cristo fosse amado e conhecido por todos os povos. Admirava os grandes santos e heróis da fé, mas reconhecia sua própria pequenez; dessa consciência nasceu a chamada “pequena via”, um caminho de santidade feito de amor, confiança e fidelidade nas pequenas coisas, mostrando que a verdadeira grandeza espiritual não consiste em feitos extraordinários, mas na entrega total a Deus nas circunstâncias ordinárias da vida.  


Essa visão da plenitude da vida cristã encontra eco em muitas reflexões espirituais ao longo da tradição católica. Entre elas está a bela meditação conhecida como “Coruja ou Rouxinol?”, atribuída a Pierre de Craon, um aristocrata francês do final da Idade Média (c. 1345–1409). 



*Pierre de Craon foi uma figura histórica singular: pertencente à nobreza, teve uma vida marcada por conflitos políticos, temperamento impetuoso e episódios turbulentos. Contudo, após uma profunda conversão e penitência, dedicou-se a obras de misericórdia e a iniciativas religiosas, deixando também reflexões espirituais e simbólicas que circularam na tradição cristã. Em uma de suas meditações mais conhecidas, ele utiliza duas figuras simbólicas — a coruja e o rouxinol — para ilustrar uma verdade profunda sobre o modo de pensar cristão.  A coruja, que vê no escuro, representa a luz da razão, da filosofia e da sabedoria intelectual que penetra os mistérios e esclarece as questões obscuras. O rouxinol, por sua vez, simboliza a beleza, a poesia e a harmonia sensível que encantam o coração humano. 



À primeira vista, poderíamos ser tentados a escolher entre um e outro: entre o rigor da verdade e o encanto da beleza, entre a doutrina e a experiência, entre a teoria e a vida. No entanto, a sabedoria cristã não nos convida a escolher apenas um lado, mas a reconhecer a complementaridade entre ambos.  



Essa perspectiva está em profunda sintonia com a visão da Igreja expressa também por Santa Teresa de Ávila, que comparava a Igreja a um grande jardim no qual florescem diferentes carismas, espiritualidades e vocações. É natural que cada pessoa se sinta mais atraída por certas flores, por determinadas expressões da fé ou tradições espirituais; porém, não devemos desprezar as demais flores que compõem esse mesmo jardim. Todas nascem da mesma terra fecunda da graça, são regadas pelo mesmo Espírito Santo e pertencem ao mesmo Corpo de Cristo.  



Por isso, amar a Igreja significa amar sua plenitude: sua doutrina e sua vida, sua tradição e sua renovação, sua contemplação e sua missão. Como católicos, somos chamados a evitar tanto o tradicionalismo rígido que reduz a riqueza da tradição a um fragmento da história, quanto o progressismo que dissolve a fé em meras categorias humanas. 


A verdadeira sabedoria católica encontra-se na harmonia viva da fé transmitida pelos séculos.  Assim, inspirados pelo exemplo de Santa Teresinha e pela simbologia proposta por Pierre de Craon, podemos compreender melhor o espírito autêntico da fé católica: diante de Cristo e de sua Igreja, não escolhemos apenas isto ou aquilo. Escolhemos tudo aquilo que Deus, em sua sabedoria e beleza, quis conceder à sua Igreja.

A parábola dos "três monges"






O diabo apareceu para três monges e disse a eles:

 

 


“Se eu lhes desse o poder de mudar algo do passado, o que você mudaria?”

O Pequeno Príncipe: frases clássicas e reflexões sobre amizade, amor e vida

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 17 de setembro de 2023 | 14:16





O Pequeno Príncipe é um livro infanto-juvenil escrito por Antoine de Saint-Exupéry no ano de 1943, ou seja, durante o período da Segunda Guerra Mundial. Apesar de ser categorizado como livro infantil, as frases do Pequeno Príncipe são carregadas de reflexões profundas e existenciais. O livro conta a história da amizade entre um homem adulto e frustrado, o próprio narrador. Que, um dia, acaba caindo do seu avião no meio do deserto do Saara e lá encontra o pequeno príncipe. Nasce então uma amizade entre os dois, e o pequeno príncipe acaba passando vários ensinamentos para o narrador. O livro, como dito, contém muitas frases marcantes e trechos que podem ser tomados como verdadeiros ensinamentos de vida para os leitores. Nesse artigo, traremos as frases do Pequeno Príncipe que se tornaram mais marcantes, segundo o nosso ponto de vista, e também um pouco do aprendizado que cada uma pode proporcionar. Confira abaixo:

Práticas Espirituais no Ano Litúrgico: Entre a Autêntica Devoção Católica e os Desvios Pietistas Protestantes

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 16 de setembro de 2023 | 17:36

 





DEVOCIONISMO OU SANTAS DEVOÇÕES DENTRO DO ANO LITÚRGICO NÃO SE CONFUNDE COM o PIETISMO PROTESTANTE!


 

Ao longo da história da humanidade, o termo “devoção” assumiu diversos matizes semânticos e aplicações culturais. Em sua raiz latina — voveo, devoveo — encontra-se a ideia de voto, entrega, consagração ou sacrifício oferecido a uma autoridade superior, seja ela divina ou humana, como deuses, imperadores ou senhores, com a finalidade de lhes obter benevolência e favor. Embora presente também no âmbito civil, a palavra adquiriu grande relevância sobretudo no campo religioso, onde encontrou sua expressão mais profunda e universal. No Cristianismo Primitivo, desde Lactâncio até Santo Agostinho, o vocábulo “devoção” passou a designar uma atitude interior que acompanha o verdadeiro culto divino: um movimento de oblação, reverência, atenção amorosa e respeito sagrado que permeia todo ato religioso. Stricto sensu, o termo refere-se à consagração pessoal ao serviço de Deus ou à vida religiosa. Lato sensu, designa um estado interior permanente de disponibilidade, dedicação e entrega generosa à vontade divina, até a plena e fervorosa submissão à lei de Deus. Durante a Idade Média, desenvolveu-se um conceito mais amplo e estruturado de “devoção cristã”, entendido como o conjunto dos exercícios virtuosos que alimentam o fervor da caridade e o afeto espiritual que nasce da meditação dos mistérios de Deus. A devoção medieval concentrou-se especialmente nos mistérios da Humanidade de Cristo, na veneração da Virgem Maria, na honra prestada aos santos, e também nos objetos, lugares e práticas que recordam a ação salvífica de Deus na história.

Carta aberta a V. Rev.mª Dom José Ionilton: "Não temais receber aqueles(as) que vem em nome do Senhor!"

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 15 de setembro de 2023 | 19:50

(fotos reprodução)



Por *Francisco José Barros Araújo 




V. Rev.mª Dom José Ionilton,




A paz de Cristo e o amor de Maria a mãe do nosso Sr!



 

Me dirijo a V. Rev.mª como Santa Catarina de Sena se dirigia às autoridades eclesiásticas de sua época: "cheia de zelo por estar tratando de assunto de grande e preciosíssimo interesse de toda igreja, e de santo temor por estar a tratar com um ungido de Deus", e por isso meço minhas palavras, já pedindo-lhe minhas sinceras desculpas se faltar com a caridade fraterna. Faço a correção fraterna respaldado no documento do Concílio Vaticano II para os leigos: Apostolicam Actuositatem Nº 6.

BBC News Brasil: "o que dizem juristas sobre superpoderes de Alexandre de Moraes" - Existe excessos?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 14 de setembro de 2023 | 18:01

 




Mariana Schreiber - @marischreiber (Da BBC News Brasil em Brasília)

 


Alexandre de Moraes chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017 por obra do acaso, quando uma inesperada vaga na Corte foi aberta após um acidente fatal vitimar o ministro Teori Zavascki. De lá pra cá, se tornou, possivelmente, a autoridade mais temida e poderosa da República. À frente de inquéritos controversos abertos de ofício pelo próprio STF, o ministro já determinou centenas de prisões, suspensão de contas em redes sociais e até mesmo o afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sob a justificativa de conter ataques à Corte e ao Estado Democrático de Direito.Para alguns, Moraes se tornou o herói da República, entendimento que ganhou mais apoio após o dia 8 de janeiro, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro inconformados com a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva invadiram as sedes dos três Poderes. Para outros, porém, é visto como um ministro que acumulou poderes demais e tem desrespeitado garantias constitucionais, ferindo o sistema democrático que pretende preservar.

14 de Setembro: "Festa da Exaltação da Santa Cruz" - Conforme Gálatas 6,14



 



Gálatas 6,14: “Mas longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo!”

Papa Francisco e sua estreita relação pessoal com o movimento Comunhão e Libertação

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 13 de setembro de 2023 | 21:58

 


 


Comunhão e Libertação (CL) é um movimento católico eclesial, cujo objetivo é a madura educação cristã dos seus membros e a colaboração à missão da Igreja em todos os âmbitos da sociedade contemporânea. Nasceu na Itália, em 1954, quando padre Luigi Giussani deu início, no Colégio Estadual Liceu Berchet de Milão, a uma iniciativa de presença cristã chamada Juventude Estudantil (Gioventù Studentesca - GS). O nome atual, Comunhão e Libertação, apareceu pela primeira vez em 1969. Ela sintetiza a convicção que o acontecimento cristão, vivido em comunhão, é a base da verdadeira libertação do homem. Atualmente Comunhão e Libertação está presente em cerca de setenta países em todos os continentes e tem acerca de 100.000 membros. Não existe nenhum tipo de inscrição, mas somente a livre participação das pessoas. O instrumento fundamental de formação dos membros do Movimento é a catequese semanal denominada «Escola de Comunidade» junto a alguns gestos fundamentais do caminho. Actualmente o presidente da Fraternidade de Comunhão e Libertação é o padre espanhol Julián Carrón. A revista oficial do movimento é a publicação mensal «Passos - Litterae Communionis».

Frases de Moysés Azevedo no Fórum Shalom 2023





 

Tema do Fórum: "Peregrinos da Esperança"

A "Sagrada Tradição oral" transmissora da revelação divina anterior às escrituras é confiável? Por que?






Por *Francisco José Barros Araújo 




Tradição oral ou conhecimento oral é a cultura imaterial e tradição transmitida oralmente de uma geração para outra. As mensagens ou testemunhos são verbalmente transmitidas em discurso ou canção e podem tomar a forma, por exemplo, de contos, provérbios, canções ou cânticos. Desta forma, é possível que uma sociedade possa transmitir a história oral, literatura oral, a lei oral, e outros saberes entre as gerações, sem um sistema de escrita. Técnica iniciada antes do surgimento da escrita (3.000 a.C.) quando as memórias auditiva e visual eram os únicos recursos de armazenamento e a transmissão do conhecimento entre gerações (linguagem).Sociólogos também podem enfatizar a exigência de que o material é realizado em comum por um grupo de pessoas, ao longo de várias gerações, e pode distinguir tradição oral do testemunho ou da história oral (ver bibliografia ao final do post). Em um sentido geral, "tradição oral" refere-se à transmissão de material cultural através da emissão vocal, e foi por muito tempo considerado um descritor-chave do folclore. Como uma disciplina acadêmica, refere-se tanto a um conjunto de objetos de estudo e um método pelo qual eles são estudados — o método pode ser chamado variadamente de "teorias da tradição oral", "a teoria da composição oral-fórmula" e a "teoria de Parry-Lord"(em homenagem a dois dos seus fundadores). O estudo da tradição oral é diferente da disciplina acadêmica da história oral, que é a gravação de memórias pessoais e histórias de quem experimentou épocas ou eventos históricos. Atualmente, Populações Tradicionais ou Comunidades Tradicionais continuam transmitindo de forma oral o conhecimento sócio-cultural-religioso. Por meio da contração de histórias e da prática cotidiana, ela mantém viva sua tradição. Por isso, para os povos nativos é fundamental o respeito aos mais velhos, que geralmente são responsáveis por contar as histórias dos antepassados. 

Autoridades Jurídicas Desmentem Golpe: 8 de Janeiro Foi Vandalismo

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 9 de setembro de 2023 | 11:01

(foto reprodução You Tube)




Especialistas e autoridades jurídicas afirmam: "8 de janeiro não foi golpe, apenas vandalismo isolado e pontual"




Golpe? Que golpe? Onde estava o comandante? Onde estavam as tropas, onde estavam as pessoas armadas? Se faltaram todos esses elementos, não pode ser caracterizado como golpe, mas um ato isolado e pontual de puro VANDALISMO! Simples assim!

Marco Temporal – Veja os argumentos favoráveis e contrários

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 5 de setembro de 2023 | 19:44

 




No dia 30 de maio de 2023, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei n. 490/07. O texto final, encaminhado ao Senado, define que as “terras tradicionalmente ocupadas pelos indígenas brasileiros” são aquelas que, em 05 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, já eram habitadas ou utilizadas pelos povos originários. Sua votação foi articulada por parlamentares ligados à bancada ruralista como forma de se antecipar ao julgamento do RE (Recurso Extraordinário) 1.017.365 pelo STF (Supremo Tribunal Federal) , que também trata do mesmo tema e teve sua repercussão geral - quando um caso tem grande relevância social, política ou econômica e a decisão vale para demais casos similares - reconhecida em 2019. A aprovação do projeto de lei pelo Congresso e a votação no STF são os novos capítulos da disputa em relação à existência de um marco temporal para demarcação das TI (terras indígenas), que têm se desenrolado também, nas esferas do poder formal, e coloca de um lado, entidades e atores vinculadas ao agronegócio que são favoráveis, e de outro, os povos indígenas e organizações indigenistas, que são contra.

Papa Francisco: "no Sínodo não há lugar para ideologia, é outra dinâmica"

 



 



Cidade do Vaticano, 04 set 2023 (Ecclesia) – O Papa Francisco alertou hoje para as “ideologias”, no contexto do próximo Sínodo dos Bispos, sobre ‘sinodalidade’, numa resposta sobre “pressões ideológicas” nessa reunião, no voo de regresso da Mongólia, a sua 43ª viagem apostólica. No regresso da viagem apostólica à Mongólia, afirmou que vai ser uma assembleia «abertíssima» aos jornalistas, apontando para a comissão que «vai dar notícias todos os dias»

Curiosidades sobre o PIX: "origem, objetivos e consequências?"

 


 

 


 

Se você pegar uma nota de  R$ 50,00 e entregar ao barbeiro para pagar o seu corte de cabelo, e ele pega a mesma nota de R$ 50,00 e vai ao mercado comprar alimentos, o valor continua o mesmo nessas duas operações. Se o dono do mercado com a mesma nota vai ao lava-jato e lava seu carro, se isso continuar, após 20 ou 30 transações financeiras, a nota de R$ 50,00 vai pertencer a alguém e continuará valendo R$ 50,00.Agora, se ao invés de usar uma nota de papel, vc utilizar o cartão (crédito ou débito) para pagar o barbeiro, 1,5% vai para o banco. O barbeiro ao pagar o mercado, 1,5% vai para o banco. O dono do mercado ao lavar seu carro e pagar com cartão, 1,5% vai para o banco. Após 20 ou 30 transações, por cartão, os R$ 50,00 já não existem mais na mão de ninguém, pois foi todo para o banco. Entenderam o motivo dos bancos estarem desesperados para se livrarem das notas de papel, e tudo virar digital? Aí vem um tal de Bolsonaro juntamente com Guedes (eleito o melhor economista do mundo), coloca o PIX em funcionamento, onde o banco não fica com nada? O cara só poderia ser crucificado mesmo!

Padre Joãozinho: “Católico Protestante”, conhece alguém desse tipo?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 1 de setembro de 2023 | 12:47

 

(foto reprodução)

 


Quando Martinho Lutero (1483-1546) tomou a decisão de publicar as suas 95 teses, afixando-as na porta da igreja do castelo de Wittenberg em 1517, iniciava-se um movimento de reforma religiosa que marcaria profundamente a história do cristianismo e ficaria conhecido como protestantismo. Seu objetivo inicial era denunciar abusos e propor mudanças, mas o que começou como um apelo por reforma acabou resultando numa ruptura dolorosa na unidade da cristandade ocidental.  



Entretanto, é importante recordar: Lutero não foi o primeiro a perceber problemas na Igreja, nem o primeiro a desejar reformas. Ao longo dos séculos, muitos santos também levantaram a voz diante das crises morais, espirituais e pastorais que surgiam em seu tempo. A diferença fundamental é como essa reforma foi buscada.  Como ignorar, por exemplo, o testemunho de Francisco de Assis (1182-1226), que em meio a uma Igreja também marcada por tensões e escândalos ouviu, diante do crucifixo de São Damião, aquele chamado que ecoa até hoje: “Francisco, reconstrói a minha Igreja”? A resposta do santo não foi a revolta, nem a divisão, mas a conversão pessoal, a fidelidade e a santidade vivida radicalmente. 





Ele reformou a Igreja não rompendo com ela, mas sendo santo dentro dela.  E aqui surge uma pergunta essencial que ainda hoje permanece atual: qual é a diferença entre a atitude de São Francisco e a de Lutero? 



Por que um é chamado de reformador católico e santo, enquanto o outro é visto como iniciador de uma ruptura eclesial?  Talvez a resposta esteja numa distinção muito necessária também para os nossos dias: existe uma diferença entre protestar por amor à Igreja para purificá-la, e protestar contra a Igreja a ponto de romper com ela. 



O primeiro caminho gera santos; o segundo, divisões.  É nesse sentido que o Padre Joãozinho provoca com a expressão “católico protestante”: aquele que ama tanto a Igreja que não se conforma com os erros, mas também não abandona a barca de Simon Peter. Ele corrige sem destruir, denuncia sem abandonar e busca a reforma começando por si mesmo.  Afinal, a verdadeira reforma da Igreja nunca começou por estruturas, mas sempre pelos corações convertidos.

Padre Zezinho: "pregadores irados e despreparados"

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 31 de agosto de 2023 | 17:41

 





Por Padre Zezinho - SCJ



"Ninguém manda um jovem pilotar um avião, sem primeiro ter treinado, estudado e instruído o suficiente. Ninguém arrisca ser operado do coração ou do cérebro por um estudante de primeiro ano de faculdade!"

Dom Julio Endi Akamine: "O cristianismo não é a religião do livro mas da Palavra de Deus que se fez carne e habitou entre nós!"

 





Por Dom Julio Endi Akamine

 


Querido Leitor do Jornal O São Paulo, os parágrafos 101 a 119 do Catecismo da Igreja Católica trata da Sagrada Escritura. Gostaria de começar esta reflexão perguntando: o que é a Bíblia? Etimologicamente falando, a palavra “Bíblia” significa conjunto de livros: trata-se, portanto, do substantivo coletivo de livro, ou seja, Bíblia significa biblioteca. A Bíblia é, portanto, um conjunto de escritos. Mas não qualquer tipo de escrito. Os Escritos que fazem parte da Bíblia são inspirados por Deus. Somente os livros que são inspirados pelo Espírito Santo estão presentes nessa biblioteca, na Bíblia.

Vou me Crismar, ou receber a Confirmação? Mas por que e para que?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 30 de agosto de 2023 | 14:06




Por *Francisco José Barros Araújo 



João 20,19-31: “Ao cair da tarde daquele primeiro dia da semana, estando os discípulos reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: Shalom seja com vocês! Tendo dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se quando viram o Senhor. Novamente Jesus disse: Shalom seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os envio! E com isso, soprou sobre eles e disse: “Recebam o Espírito Santo...”

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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