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Sacerdócio e Vida Consagrada – A Castidade diante do desafio da homossexualidade e sadia vivencia heterossexual na vocação

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 7 de dezembro de 2020 | 12:42

 


 

Mateus 19,11-12: “Mas Jesus ponderou-lhes: Nem todos conseguem aceitar essa palavra; somente aqueles a quem tal capacidade é dada. Pois há alguns eunucos que nasceram assim desde o ventre de suas mães; outros foram privados de seus órgãos reprodutores pelos homens; e há outros ainda que a si mesmos se fizeram celibatários, por causa do Reino dos céus. Quem for capaz de aceitar esse conceito, que o receba”.

 

 

O Casamento e Celibato não é obrigatório, é Chamado Divino – É VOCAÇÃO, já a vivência da Castidade é obrigatória para o Cristão em qualquer estado de vida!

 

 

 

Por uma simples questão racioanal, já se refuta esta obrigatotiedade, constatamos que respeitando as particularidades regionais, se isto fosse obrigatório, não haveria pares suficientes, pois em algumas localidade o números de mulheres é superior aos homens e vice versa. O Concílio de Trento esclareceu um ponto muito importante: Afinal, o casamento é de preceito, é obrigatório? A teologia ensina que o matrimônio foi uma obrigação de direito natural, para nossos primeiros pais, depois da queda; porém, este preceito não obrigava senão no caso de necessidade de propagação ou de conservação da raça humana.

 

 

 

Dirão, talvez, que o matrimônio é um meio de evitar as quedas. Não digo o contrário, mas faço notar que, além deste meio, há muitos outros meios de evitar as fraquezas. O Matrimônio não é a ÚNICA SOLUÇÃO, ou remédio para um homem que possa estar exposto a um tal perigo moral de cair em falta contra a castidade, que seja obrigado a casar-se, pois restam-lhe sempre os meios de fugir das ocasiões, de vencer as tentações pela oração, o jejum e outros remédios deste gênero. Deus não é incoerente, se Ele chama pessoas a este estado (Não todos), Ele com certeza capacíta-os com os meios e graças necessárias a quem é realmente chamado.S. Afonso diz que um pai não pode, de nenhum modo, obrigar um filho a casar-se, se este filho pretende escolher um estado mais elevado, como são a castidade no mundo ou a vida religiosa (Theol. Mor. 1. 6 - tr. 6).

 

 

 

ATENÇÃO!!! S. Pedro foi casado, mas tornou-se Celibatário – Vejamos as provas na Sagrada Escritura:

 

 

 

Os protestantes se arvoram em únicos intérpretes da Bíblia, insinuando, que conhecem-na muito melhor que os católicos. Então, vamos procurar demonstrar - com a mesma Bíblia que eles dizem seguir - que S. Pedro era Celibatário. Eles utilizam o seguinte trecho para tentar provar que S. Pedro não podia ser celibatário:

 

 

 

"E a sogra de Simão estava enferma" (Lc 4, 38)

 

 

 

 

Primeiramente, cabe distinguir entre celibato e castidade.

 

 

 

A castidade PERFEITA (Ou Consagrada)pressupõe o celibato. Já a vivência da castidade não é exclusiva dos Celibatários, mas a todos os estados de vida na Igreja. Uma pessoa celibatária pode ter sido casada, por exemplo. Excessão a regra, um voto de castidade perfeita já foi feito dentro do casamento, como foi o caso de Nossa Senhora e outras mulheres Judias, uma prática muito comum no Antigo Testamento (Conf. Números 30,4-17).

 

S. Pedro, segundo ensina a tradição e segundo vou procurar demonstrar com a Bíblia, foi casado, porém, por alguns textos, podemos deduzir que ou se tornou viúvo, ou tinha deixado TUDO, incluindo sua mulher,deixando-a aos cuidados de seus familiares para seguir a Cristo (conforme Mateus 19,27). Afirmar que S. Pedro seguiu a Cristo estando casado com mulheres e filhos, apenas por ter uma sogra, é um argumento precipitado. Há muitas pessoas que tem sogra mas já não tem mulher.Da Sagrada Escritura, a única coisa de certo que se pode afirmar é que S. Pedro tinha uma sogra e que, portanto, podia ser casado, mas podia ser viúvo, ou podia ter deixado a esposa com seus familiares.De qualquer forma, estando viva ou não sua mulher, S. Pedro a tinha deixado, segundo o conselho do Mestre: "Todo aquele que tiver deixado, por amor de mim, casa, irmãos, pais, ou mãe, ou mulher, ou filhos... receberá a vida eterna" (Mt 19, 29). Os Apóstolos compreenderam a radicalidade do convite de Nosso Senhor. E compreenderam tão bem que ficaram admirados, e disseram: "logo quem poderá salvar-se?" (Lc 18, 26). S. Pedro, sem hesitação, sem embaraço, como quem fala com completa certeza, dirige-se ao divino Mestre, e exclama: "Eis que nós deixamos tudo e te seguimos" (Lc 18, 28).E o Senhor aprova e apóia esta exclamação de Pedro, respondendo: "Na verdade vos digo, que não há quem deixe, pelo reino de Deus, casa, pais, irmãos ou mulher que não receberá... a vida eterna" (Lc 18, 29-30). S. Pedro exclama ter deixado “TUDO!” -  O Mestre o confirma, e promete-lhe o céu em recompensa. É, pois, claro e irrefutável que S. Pedro, embora tivesse sogra, não tinha, ou já tinha deixado a mulher para poder segui-lo,  era pois celibatário como os outros apóstolos. Se assim não fosse, S. Pedro não podia dizer ter deixado tudo, visto não ter deixado a mulher, embora fosse incluída a mulher na enumeração, feita pelo Mestre, daquilo que se pode deixar por seu amor.

 

 

 

Os Padres não se casam seguindo o conselho de Nosso Senhor:

 

 

 

O celibato não é obrigação imposta por Deus, mas um conselho de Nosso Senhor transformado em preceito pela Igreja. S. Paulo, como visto, deixa claro que quem casa faz bem e quem não casa faz melhor (1 Cor 7, 8-40).O Padre, portanto, escolhe para si o estado de vida mais perfeito, de acordo com sua vocação religiosa e seguindo o exemplo de Nosso Senhor e seus Apóstolos. Nosso Senhor era Virgem, era a pureza perfeita. O sacerdote católico, que é o seu ministro, procura, o melhor possível, imitar o seu modelo divino, que disse: "Eu vos darei o exemplo para que façais como eu fiz" (Jo 13, 15). E S. Paulo acrescenta: "Sede os imitadores de Deus como filhos queridos" (Ef 5, 1). Um escolhido para ser o "pastor" do "Povo de Deus" deve procurar, em tudo, o que aconselhou Nosso Senhor (Mt 19, 10 - 20 e 29) e S. Paulo (1 Coríntios 7, 7-38). Como que para deixar claro a posição do sacerdote ou da pessoa que tem uma vocação mais alta, Cristo afirma: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga" (Mt 16, 24), e ainda: "Se quiseres ser perfeito, vai, vende o que tens, e dá o valor aos pobres" (Mt. 19, 21).

 

 

 

Um pastor protestante tem obrigações com sua esposa e com seus filhos. Obrigações de sustento, de proteção, de amparo, de educação, etc. Portanto, o seu desprendimento das coisas desse mundo acaba ficando tolhido, pelo menos em parte. A lei eclesiástica que preceitua o celibato, mesmo tendo sido estabelecida posteriormente, era seguida pelos sacerdotes católicos desde os Apóstolos. No começo da Igreja, a própria Bíblia deixa claro o celibato.Tertuliano, falecido pelo ano 222, diz que:

 

 

 

 "Os clérigos são celibatários voluntários"

 

 

Eis a lei do celibato, que é uma grande e bela instituição derivada do exemplo e do conselho do próprio Messias, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

 

 

 

Resposta a uma objeção comum dos protestantes:

 

 

 

Para querer provar que um padre deve se casar, os protestantes, segundo seu costumeiro "Livre Exame", utilizam-se de um texto de S. Paulo. É claro que, segundo a interpretação de cada um, um mesmo texto acaba levando a conclusões diametralmente opostas! Diz S. Paulo:

 

 

"Se alguém deseja o episcopado, deseja uma boa obra. Importa que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, sóbrio, prudente, conciliador, modesto, hospitaleiro, capaz de ensinar" (1 Tim 3, 1-2).

 

 

 

 

Segundo a interpretação corrente que fazem os protestantes desse texto, o padre deve casar-se. Ora, se o próprio Cristo deixou a cada um a liberdade de casar-se ou de ficar celibatário, será que ele recusaria esse direito ao padre?

 

 

 

O que prova esse trecho?

 

 

 

Prova apenas o que a Igreja sempre ensinou, ou seja, que o celibato não é uma obrigação divina, mas sim um conselho de Nosso Senhor e do próprio S. Paulo (1 Cor 7, 7 - 38).

 

 

 

O Apóstolo não diz:

 

 

"É preciso obrigatoriamente que o bispo seja casado!"

 

 

Mas apenas diz:

 

 

"Sendo ele casado, deve sê-lo com uma mulher só"

 

 

 

Desta forma ele estpa excluindo a tal "bigamia" pública ou oculta. Ora, nunca a Igreja ensinou que o celibato era de ordem obrigatória e divina imposta a todos,mas sim de ordem eclesiástica.

 

 

 

O padre deve ser "pai espiritual" de todos; e para isso, não deve ser pai carnal de ninguém. Seu tempo não lhe pertence e não poderia pertencer à sua família carnal, pois ele deve viver para a Igreja e para a religião, e não para mulher e filhos.

 

 

 

Ele deve renunciar ao conforto do lar e à família, para consagrar-se ao serviço de Deus:

 

 

 

 

"Aquele que ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim. E aquele que ama filho ou filha mais do que a mim não é digno de mim. Aquele que não toma a sua cruz e me segue não é digno de mim. Aquele que acha a sua vida, vai perdê-la, mas quem perde a sua vida por causa de mim, vai achá-la". (Mt 10, 37-39).

 

 

 

 

O famoso texto de S. Paulo, longe de contradizer, confirma a doutrina católica mostrando o que sempre foi repetido: que o celibato não foi exigido por Cristo; porém foi aconselhado, pela palavra e pelo exemplo, deixando Jesus Cristo à sua Igreja o cuidado de regular estes pormenores, conforme os tempos e os lugares. Ninguém é obrigado a ser padre, sendo, deve conformar-se com as decisões da Igreja de Cristo, pois "quem vos escuta, escuta a mim e quem vos despreza, despreza a mim", disse Nosso Senhor aos seus Apóstolos, à sua Igreja (Lc 10, 16). Aliás, como tudo isso é diferente do protestantismo, que nasceu e foi impulsionado por pessoas que desejavam o adultério e a fornicação: Calvino, Henrique VIII, Lutero e Zwinglio! Agora, querendo justificar sua posição, protestantes procuram lançar pedras contra o sacerdócio católico, Ignoram a Bíblia, os preceitos da Igreja, e por conseguinte, os conselhos de Cristo que tanto dizem ser fieis e obedientes, quando na realidade, são fieis e obedientes é a si mesmos e suas interpretações fáceis e equivocadas.



 

(Estados de vida na Igreja: Casados, sacerdócio, religiosa, leiga(o) consagrada)


 

Homossexualidade, celibato e abuso sexual na Igreja: 5 conclusões do maior estudo já feito sobre o tema

 

 

 

Na nova onda de debates sobre os casos de abuso sexual cometidos por padres contra menores de idade – levantada pela repercussão da viagem do Papa Francisco ao Chile, reacendida pela renúncia de Theodore McCarrick ao cardinalato e pela publicação do relatório da Pensilvânia e mais recentemente alimentada pela carta aberta do arcebispo Carlo Maria Viganò –, tem se falado muito sobre a raiz da crise dos abusos. Alguns levantam a resposta clichê que põe a culpa no celibato. Outros põem a culpa no fato de que há muitos padres homossexuais.

 

Em 2011, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB, na sigla em inglês) encomendou um amplo estudo sobre os relatos de abusos cometidos por padres ao John Jay College of Criminal Justice, da City University of New York. Conduzida por pesquisadores sem ligações com a Igreja Católica, a pesquisa coletou dados de abusos cometidos nos Estados Unidos entre 1950 e 2010 e deu origem a um relatório de 152 páginas. Trata-se do maior estudo já feito sobre o tema do abuso de menores, não apenas no âmbito católico, mas em geral: abrange mais de 10 mil casos de abuso, cometidos por mais de 4,3 mil padres. Confira algumas conclusões que emergiram dos dados levantados:

 

 

1)-O tipo de formação dada no seminário faz muita diferença

 

 

 

A maior parte dos abusadores teve a sua formação no seminário entre as décadas de 1940 e 1950 – 70% de todos eles foram ordenados antes de 1970. Embora o declínio no número de casos tenha acontecido antes do fortalecimento da dimensão da formação humana no currículo dos seminários, os autores do estudo sustentam que esse novo enfoque foi um fator responsável por manter baixos os índices de abuso. É significativo que 94% dos casos tenham ocorrido antes de 1990.

 

 

2)-Apontar a homossexualidade como fator responsável pelos abusos é um erro

 

 

 

O estudo descartou a hipótese de associação entre a orientação homossexual e os abusos:

 

“Os dados não sustentam que a identidade homossexual e/ou o comportamento homossexual antes da ordenação sejam fatores de risco significativos para o abuso sexual de menores. O único fator de risco significativo relacionado à identidade e ao comportamento sexual é uma identidade sexual ‘confusa’, e essa condição é mais comumente encontrada em abusadores ordenados antes da década de 1960”, diz o texto.

 

 

3)-O acesso às vítimas era um componente fundamental da atividade padrão dos abusadores

 

 

O que é consistente no histórico dos abusos é que o acesso às vítimas era um componente fundamental do perfil dos abusadores. Os locais e as situações variavam ligeiramente, mas o que permanecia era que o padre abusador tinha proximidade com as vítimas e oportunidade de ficar sozinho com elas. O estudo relaciona esse fator à preponderância de meninos entre as vítimas, já que até 1983 meninas não podiam ser coroinhas.

 

 

4)-Os casos de abuso não podem ser caracterizados genericamente como “pedofilia”

 

 

O estudo percebeu ainda que a grande maioria dos padres abusadores não podem ser classificados como “pedófilos” por não manifestarem uma especial predileção por violentar crianças que ainda não chegaram à puberdade. A maioria dos abusadores eram “generalistas”, que cometiam abusos de forma indistinta em relação à idade ou ao sexo da vítima. Obviamente, isso não diminui em nada a gravidade da questão.

 

 

5)-O celibato não é um fator associado aos abusos

 

 

 

O relatório concluiu ainda que o celibato não tem qualquer responsabilidade pelo aumento ou declínio dos casos de abuso ao longo dos anos. Além disso, ficou claro que os padres que abusaram de menores manifestam um comportamento semelhante ao de outros tipos de abusadores, no que diz respeito ao método de abordagem das vítimas e às técnicas utilizadas para obter o seu silêncio."

 

Fonte: Sempre Família

 

 

Seja celibatário ou largue o sacerdócio, diz papa Francisco a padres gays

 

 

 



CIDADE DO VATICANO (Reuters) - Homens com tendências homossexuais profundamente arraigadas não deveriam ser admitidos no clero católico, e seria melhor para os padres ativamente gays abandonarem o sacerdócio em vez de levar uma vida dupla, afirmou o papa Francisco em um novo livro. Embora ele tenha falado anteriormente da necessidade de uma melhor triagem de candidatos para a vida religiosa, o comentário sugerindo que padres que não podem manter seus votos de celibato devem deixar o sacerdócio é um dos mais enfáticos sobre o assunto até o momento.



O papa deu a declaração em entrevista a um livro do padre espanhol Fernando Prado no qual ele discute os desafios de ser um padre ou freira nos dias atuais. Francisco disse no livro que a homossexualidade na Igreja “é algo que me preocupa”. O livro está previsto para ser publicado esta semana em vários idiomas. Uma cópia antecipada da versão italiana foi disponibilizada à Reuters.

 

 

“A questão da homossexualidade é muito séria”, disse ele, acrescentando que os responsáveis pela formação de homens para serem padres devem ter certeza de que os candidatos são “humanos e emocionalmente maduros” antes de serem ordenados.

 

Isso também se aplica às mulheres que queiram entrar em comunidades religiosas femininas para se tornarem freiras. Na Igreja Católica, padres, freiras e monges fazem votos de celibato.

 

A Igreja ensina que as tendências homossexuais não são pecaminosas em si, mas os atos homossexuais são.

 

Papa Francisco disse que:

 

“Não há espaço para isso nas vidas de padres e freiras, acrescentando que a Igreja deve ser “exigente” na escolha de candidatos para o que é conhecido como a vida consagrada. Por essa razão, a Igreja pede que pessoas com essa tendência enraizada não sejam aceitas no ministério (sacerdotal) ou na vida consagrada”, disse ele.

 

 

“MELHOR DEIXAR A IGREJA”


 

Ele pediu que os homossexuais que já são padres ou freiras sejam celibatários e responsáveis para evitar criar escândalo:

 

 

“É melhor que eles deixem o sacerdócio ou a vida consagrada em vez de viver uma vida dupla”, disse ele.

 

A entrevista foi realizada em meados de agosto. Menos de duas semanas depois, em 26 de agosto, o arcebispo Carlo Maria Vigano, ex-embaixador do Vaticano nos EUA, colocou a Igreja no epicentro de uma polêmica com uma declaração bombástica contra o papa e autoridades do Vaticano.

 

Vigano disse que existe uma “rede homossexual” no Vaticano, cujos membros ajudaram a promover as carreiras uns dos outros na Igreja.

 

Ele também acusou o papa de ter ignorado uma suposta má conduta sexual com adultos seminaristas do sexo masculino pelo ex-cardeal americano Theodore McCarrick, de 88 anos. O Vaticano disse que as acusações de Vigano estavam repletas de “calúnia e difamação”.A Igreja Católica tem sido assombrada por milhares de casos de abuso sexual de menores por clérigos em todo o mundo, em países que vão desde os Estados Unidos até a Austrália, Irlanda, Bélgica, Alemanha e Chile.

 

 

Fonte: https://br.reuters.com/article/idBRKBN1O10MZ-OBRWD

 




CONCLUSÃO:

 

 

A Igreja é Mater e Magistra, ou seja, mãe e mestra. Como mãe acolhe a todos, mas como mestra da verdade (conf. I Tim 3,15) tem que sempre ensinar a verdade por mais dolorosa e difícil de aceitar que ela seja. O critério principal para a adesão ao sacerdócio e vida religiosa consagrada, não são os trejeitos e tendências (claro que servem como sinal de alerta). Para a Igreja o que mais pesa é o desejo pela santidade numa vida casta e exemplar para estes que se sentem chamados ao Sacerdócio e vida Consagrada. Se a Igreja usasse apenas o critério dos trejeitos e tendências, poderia cometer injustiças e perderíamos muitos exemplos de santos que se santificaram na luta para viver a castidade perfeita.Porém, vale aqui o conselho exortativo do papa Francisco para aqueles(las) que não conseguem e estão com vida ativa seja na sua homossexualidade, ou heterossexualidade desordenada:

 

 

“A questão da homossexualidade é muito séria”, disse ele, acrescentando que os responsáveis pela formação de homens para serem padres devem ter certeza de que os candidatos são “humanos e emocionalmente maduros” antes de serem ordenados.

 

 

“Não há espaço para isso nas vidas de padres e freiras, acrescentando que a Igreja deve ser “exigente” na escolha de candidatos para o que é conhecido como a vida consagrada. Por essa razão, a Igreja pede que pessoas com essa tendência enraizada não sejam aceitas no ministério (sacerdotal) ou na vida consagrada”, disse ele.


 

“É melhor que eles deixem o sacerdócio ou a vida consagrada em vez de viver uma vida dupla”, disse o papa Francisco.

 

 

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