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Verdade seja dita: Não devemos nenhum favor aos mortos, torturados e desaparecidos da esquerda durante a ditadura Militar

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 28 de abril de 2016 | 10:23







"Estes não foram mortos e torturados porque queriam instalar a democracia no Brasil, mas, pela instalação da DITADURA DO PROLETARIADO.Para mim é o mesmo que querer trocar seis por meia dúzia.”






Os mortos da ditadura: mito e realidade




Certos raciocínios são mesmo inaceitáveis. Perguntam-me, em vocabulário impublicável, de onde tirei os números sobre os mortos da ditadura no Brasil. Pois não. Do livro Dos Filhos Deste Solo, escrito pelo ex-ministro Nilmário Miranda, petista, e pelo jornalista Carlos Tibúrcio. Aliás, é uma co-edição da Boitempo Editorial (aquela do caso Emir Sader) e da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT. Logo, senhores esquerdistas, a fonte é a melhor possível para vocês. Reitero o que já havia escrito: não deveria ter morrido uma só pessoa sob a guarda do Estado. Mas é uma estupidez e uma fraude querer comparar o que se deu no Brasil com o que aconteceu na Argentina ou na Cuba de Fidel Castro — por que não?


Para ser preciso, o livro lista, com enorme boa vontade nos critérios, 424 casos de pessoas que teriam morrido ou que ainda são dadas como desaparecidas em razão do regime militar — ainda que numa razão nem sempre direta.


Estão contados aí pessoas vítimas de acidentes, suicídios, gente que morreu no exterior e até os justiçamentos: esquerdistas assassinados pelos próprios  esquerdistas, porque seriam supostos traidores. Sim, meus caros: a esquerda nunca viu mal nenhum em aplicar a pena de morte. Sem tribunal ou direito de defesa.



Desses 424 — logo, bem menos do que os 500 que eu mesmo mencionei porque estava com preguiça de ir à fonte —, assassinados mesmo, comprovadamente, foram 293 pessoas. Mas atenção: isso inclui as que morreram na guerrilha do Araguaia: gente que estava armada, para matar ou morrer. Dá para saber até a distribuição dos mortos segundo as tendências:



ALN-Molipo – 72 mortes (inclui-se ai quatro justiçamentos feitos pelos próprios esquerdistas)
PC do B – 68 (58 no Araguaia)
PCB – 38
VPR – 37
VAR-Palmares – 17
PCBR – 16
MR-8 – 15
MNR – 10
AP – 10
POLOP – 7
Port – 3



É muito? Digo com a maior tranqüilidade que a morte de qualquer homem me diminui, segundo frase famosa que já é um chavão. Mas 424 casos (dentro de um Pais com dimensões Continentais como o Brasil)não são 30 mil — ou 150 mil, se fôssemos comparar aos padrões argentinos. Isso indica o óbvio: a tortura e a morte de presos políticos no Brasil eram exceções, embora execráveis, e não a via de regra.



Regra ela foi no Chile, na Argentina, em Cuba (ainda é), na China (ainda é), no Caboja, na Coréia do Norte, na União Soviética, nas ditaduras comunistas africanas, europeias.Só a ALN-Molipo deu cabo de quatro de seus militantes. Em nome do novo humanismo.



A lei de reparação que está em curso no Brasil é das mais generosas, tanto é que alcança até alguns vagabundos que fizeram dela uma profissão, um meio de vida, arrancando dos pobres e dos desdentados indenizações milionárias e pensões nababescas. Até aí, vai uma sem-vergonhice que não ameaça criar tensões desnecessárias.Querer, no entanto, rever a Lei da Anistia como se o drama dos mortos e desaparecidos fosse um trauma na sociedade brasileira como ainda é na Argentina ou na Chilena é um completo despropósito. Pode, quando muito, responder ao espírito de vingança de alguns e gerar intranqüilidade para o resto da sociedade, a esmagadora maioria.



De resto, tão triste — ou até mais — do que a tortura com pedigree, ou seja, aquela exercida contra militantes de esquerda no passado, é a que existe ainda hoje nos presídios brasileiros. Imaginem se cada preso comum acionar o Estado por conta de maus-tratos ilegais sofridos cotidianamente nas cadeias. Ocorre que essa gente não conta com a disposição militante para fazer proselitismo. Não existe uma comissão especial para cuidar do assunto.


A esquerda, como sempre, só dá pelota para o “seu povo”, não para “o” povo.


Em tempo


Não postei algumas mensagens desairosas, malcriadas, contra Gabeira por causa de seu passado. Até Delfim Netto já foi socialista — do tipo Fabiano, mas foi.


Gabeira pagou, como todos os que foram protagonistas daqueles dias horríveis, o preço por suas opções e soube entender as demandas do presente. Algumas de suas lutas não são as minhas, mas eu saúdo o fato de que sua militância, hoje, só pode ser exercida plenamente numa sociedade democrática e de mercado. E isso está a anos luz de distância do petismo. Querem saber? Acho até louvável que ele não fale como se não tivesse um passado. Ele tem. Não depende dele. O que importa é que ele dá mostras de saber o que fazer daquele tempo.



Censuro a ação que hoje colhe o coronel Brilhante Ustra porque me parece que ela comete justamente o erro de trazer o passado a valor presente, forçando a história a recuar no tempo, especialmente quando temos uma Lei da Anistia. Foi incômodo o tal jantar de solidariedade dos militares da reserva a Ustra? Foi, sim. Não teria ocorrido se alguns aloprados não estivessem segurando gasolina em uma das mãos e um fósforo aceso na outra.



Os militares não são imbecis. Se esse caso prospera, é claro que será apenas o primeiro de uma série. Não sei prever o futuro. Sei operar com categorias lógicas. Se há alguém acreditando que a história pode, quase 30 anos depois, regredir para submeter apenas um dos lados ao chicote, está fazendo uma aposta errada. Errada e perigosa. Ustra só quer que o esqueçam. Os que, hoje em dia, preferem ser lembrados são alguns ex-terroristas que pegaram em armas e agora disputam eleições.O Brasil é melhor sob a vigência plena da Lei da Anistia. Garanto.


Reinaldo Azevedo



UMA IMPLICANTE VERDADE QUE A ESQUERDA TENTA ESCONDER:



Por Carlos I.S. Azambuja


O livro “A Verdade Sufocada” desmistifica, ponto por ponto, as mentiras que, há anos, vêm sendo apresentadas à Nação brasileira a respeito da Revolução de 31 de Março de 1964 e a repressão aos grupos armados dos anos 70.



“Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se oporem a agitadores e terroristas, de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia”. (General de Exército Walter Pires de Carvalho Albuquerque, Ministro do Exército durante o governo de João Baptista Figueiredo).



Leiam o livro “A Verdade Sufocada”, do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, com prefácio do general Raymundo Negrão Torres. Em suas 541 páginas desmistifica, destrói, desmonta e manda pelos ares, ponto por ponto, as mentiras que, há mais de 40 anos, vêm sendo apresentadas à Nação brasileira a respeito da Revolução de 31 de Março de 1964 e os seus desdobramentos, quando uma esquerda desvairada, constituída por militantes treinados nas academias de guerrilhas de Cuba, Coréia do Norte, Alemanha Oriental, China e União Soviética, utilizaram todos os meios – os seqüestros de autoridades e de aviões comerciais, o terrorismo, os assaltos, as guerrilhas urbana e rural e os assassinatos de cunho político e, já em seu final, os assaltos até a trocadores de ônibus - para implantar em nosso país uma república popular Comunista (UMA DITADURA DO PROLETARIADO).


Derrotados, a maioria dos que sobreviveram a essa louca empreitada, após uma escala em Cuba, se juntou aos grupos terroristas da Argentina, Chile e Nicarágua, voltando a ser derrotados. Ao final, em agosto de 1979, foram anistiados pela “ditadura militar” e depois, no governo do também anistiado Luiz Inácio Lula da Silva – (“anistiado” de quê, se não foi cassado e nem condenado?) -, continuaram a ser recompensados, agora financeiramente, por uma Comissão de Anistia, criada em agosto de 2001 pelo governo do Sr Fernando Henrique Cardoso. Recompensados por terem sido terroristas. Somente em atrasados, as indenizações já passam de R$ 1,44 bilhão. A 38 anistiados foram concedidas indenizações que, a cada um, ultrapassam R$ 1 milhão.


Além das indenizações deferidas em 5.540 processos já aprovados pela Comissão de Anistia, há ainda o pagamento de pensões. Por enquanto, por ano, a conta das pensões chega a 267 milhões, incluída a pensão de R$ 4.294,12  concedida ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, quando líder sindical, esteve “preso” durante... 31 dias! Algumas vezes dormindo em um sofá na sala do Delegado Romeu Tuma, seu carcereiro! No entanto, ao receber essa indenização o nosso presidente, desde a idade de 42 anos já era um feliz aposentado, mesmo sem ter atingido 25 anos de trabalho. Lula “começou a embolsar essa pensão em maio de 1997, quando ela valia R$ 2.365,00. Se tivesse deixado o dinheiro no banco, rendendo juros tucano-petistas, em janeiro seu saldo teria chegado a R$ 707.114,00. Até agora, cada dia de cadeia de Lula custou RS$ 13.865,00 à Viúva” (Élio Gaspari, O Globo, 19 de fevereiro de 2006). Na realidade, essa conta não está correta. Cada dia de cadeia de Lula custou R$ 22.810,00 aos cofres públicos.


Apenas mais um detalhe: esses benefícios estão isentos do Imposto de Renda, de acordo com o Decreto 4.897, publicado no Diário Oficial de 26 de novembro de 2003, assinado por ele, o então presidente Lula. Ou seja, um Decreto em causa própria!


Mas não é só isso, kamaradas! Há também a Comissão de Desaparecidos Políticos, criada em 1995, no governo do Sr. Fernando Henrique Cardoso, destinada a recompensar, também financeiramente, os parentes de mortos e desaparecidos políticos – que de políticos nada tinham – durante o período de luta armada. Mortos e desaparecidos que por livre e espontânea vontade suas e de suas Organizações optaram por pegar em armas para derrubar a “ditadura militar” e, nessa empreitada aloprada, segundo o decreto que criou a Comissão, morreram ou desapareceram em “dependências policiais ou assemelhadas” ou em “lugares sujeitos à administração militar”.


Inúmeros familiares de terroristas foram, assim, recompensados financeiramente, como, por exemplo, a família do ex-capitão Carlos Lamarca – cuja viúva já recebia do Exército pensão de coronel -, um desertor que traiu o juramento de “defender as instituições com o sacrifício da própria vida”, roubou armas, seqüestrou e matou. Lamarca foi morto no sertão baiano, de armas na mão, e não em “dependências policiais ou assemelhadas” e muito menos em “lugar sujeito à administração militar”, e sua viúva já recebia pensão militar. Também Clara Charf, mulher de Carlos Marighela, morto em tiroteio nas ruas de São Paulo, traído pelos seus kamaradas do Convento dos Dominicanos, foi indenizada. Com essa interpretação extravagante, exdrúxula, elástica e vergonhosa, o sertão da Bahia e as ruas de São Paulo foram considerados locais sob “administração militar” ou “dependências policiais ou assemelhadas”.


O ex-sargento do Exército Darcy Rodrigues, que desertou do 4º RI junto com Carlos Lamarca e que participou de inúmeras ações terroristas como o roubo do Cofre do Ademar, sendo preso em abril de 1969 na área de treinamento da VPR, em Registro, e que depois, em 1970, foi um dos banidos do Brasil em troca da liberdade do embaixador da Alemanha, seqüestrado por essa mesma VPR, foi promovido a capitão (salário de R$ 7.000,00) e indenizado em R$ 771 mil!


Também a viúva de Luiz Carlos Prestes, que teve a patente de capitão cassada em 1936 por ter liderado a Intentona Comunista, foi indenizada pela Comissão de Anistia. Recebe uma pensão equivalente ao posto de General de Brigada (!), além de R$ 180 mil de atrasados(O Globo, 20 de maio de 2005, primeira página).


O mesmo não ocorreu com os familiares dos 33 militares assassinados em novembro de 1935, durante a Intentona comandada por Prestes. Eles – os familiares -, aliás, jamais exigiram ou reivindicaram nada da Pátria e de seus governantes, nem mesmo um mínimo de coerência.(Um peso com duas medidas diferenciadas por que?).


O padre português Alípio Cristiano de Freitas, membro da Comissão Militar e da Direção Nacional da Ação Popular (AP) e que em 1970 fundou o seu próprio grupo terrorista, o Partido Revolucionário dos Trabalhadores, foi o mentor intelectual do atentado ocorrido no Aeroporto dos Guararapes, em Recife, em 25 de julho de 1966. Esse atentado, como se recorda, matou o jornalista Edson Regis de Carvalho e o almirante Nelson Gomes Fernandes, causando ferimentos em 13 pessoas, entre as quais ao então tenente-coronel Sylvio Ferreira da Silva que sofreu amputação traumática dos dedos da mão esquerda. O executor do atentado foi o militante da AP Raimundo Gonçalves Figueiredo, o Raimundinho, morto pela Polícia, em Recife, em 27 de abril de 1971. A família de Raimundinho foi indenizada. Os familiares dos dois mortos e 13 feridos, NÃO!


O inusitado desse fato foi a concessão, pela Comissão de Anistia, da indenização de R$ 1,09 milhão ao padre Alípio, que hoje reside em Lisboa.


Um exemplo das aberrações que foram aprovadas por essa Comissão de Anistia é o do jornalista Carlos Heitor Cony, ao qual foi concedida a quantia de R$ 1,4 milhão de indenização e mais R$ 19 mil mensais de pensão vitalícia, e o do também jornalista Helio Fernandes, aquinhoado com uma indenização de R$ 1,4 milhão e uma pensão mensal vitalícia de R$ 14,7 mil.


Carlos Heitor Cony disse, em sua defesa, que esteve preso oito vezes – o que teria feito de errado? – e que “foi obrigado” a ir viver em Cuba. É muito dinheiro como compensação por ter vivido em Cuba, a Ilha da Liberdade. Jose Dirceu, o “comandante Daniel” que nunca comandou nada, embora tenha recebido, na Ilha, formação superior em guerrilha, recebeu apenas a irrisória quantia de R$ 59,4 mil.


Tudo isso contrasta com o caso do soldado Mario Kosel Filho, mandado pelos ares por uma perua carregada de dinamite quando de sentinela do Quartel-General do Exército, no Ibirapuera, na madrugada de 25 de junho de 1968. O Exército promoveu-o, post-morten, a terceiro sargento. Em novembro de 2004, 36 anos depois da morte de seu filho, o Sr. Mario Kosel (81 anos) e a senhora Teresinha Lana Kosel, pais do soldado, ainda aguardavam pacientemente pelo dia em que iriam começar a receber a pensão de R$ 330,00  que lhes fora concedida por projeto de lei. Segundo matéria publicada pelo jornal O Estado de São Paulo de 14 de novembro de 2004, “o Sr. Mario Kosel, com a saúde debilitada, pediu ao seu neto Fernando para ir receber. Ele foi ao Ministério da Justiça, que o mandou para o Ministério do Exército, que o remeteu para o INSS, que o devolveu ao Ministério da Justiça”. Finalmente, “o Ministério da Justiça concordou em dar andamento ao caso da pensão do seu Mario e da dona Teresinha. Só que lhe pediu um rosário de documentos – RG, CPF, título de eleitor, comprovante de residência do casal, certidão de casamento, identidade militar e certidão de óbito do filho”.


Participaram desse ato terrorista dez militantes da Vanguarda Popular Revolucionária, entre os quais Diógenes José Carvalho de Oliveira, o Diógenes do PT,que recebeu treinamento em Cuba e que, durante o governo Olívio Dutra, como Coordenador Financeiro do PT gaúcho, foi flagrado em 2001 arrecadando dinheiro do jogo de bicho para o partido. Diógenes do PT participou também do “justiçamento” do capitão do Exército dos EUA Charles Rodney Chandler, aluno bolsista da USP, em 12 de outubro de 1968, assassinado na frente de sua mulher e dos filhos, simplesmente por ter lutado no Vietnã. Ladislas Dowbor, atual professor de Economia da PUC/SP e João Carlos Kfouri Quartim de Moraes, atual professor na Unicamp, participaram do Tribunal Revolucionário que condenou Chandler, e Quartim de Moraes participou também da ação que o assassinou. Dois anos depois, em 11 de março de 1970, Ladislas Dowbor, já como membro da direção da VPR, foi o coordenador do seqüestro do Cônsul do Japão em São Paulo.


A Comissão de Anistia continua funcionando, pois julga não ter concluído ainda sua tarefa que não disfarça um acerto de contas com o passado. Também continua funcionando a Comissão de Desaparecidos Políticos, distribuindo indenizações a torto e a direita (aliás, só a esquerda). De acordo com o andar da carruagem, brevemente nós, o povo, teremos que indenizar a família de Calabar.


Alguns desses ex-terroristas recompensados pela Comissão de Anistia, exercem, hoje, cargos no Executivo, Legislativo e Judiciário “deste país”, governado pelos 40 ladrões denunciados dia 10 de abril de 2006 pelo Procurador-Geral da República Antonio Fernando Souza (o processo do Mensalão do PT).


Finalmente, para concluir, é importante conhecer parte de uma entrevista com Daniel Aarão Reis Filho, que foi militante do grupo armado MR8 e um dos que não sufocou a Verdade, publicada pelo jornal O Globo de 23 de setembro de 2001:


“As ações armadas da esquerda brasileira não devem ser mitificadas. Nem para um lado nem para o outro. Eu não compartilho da lenda de que no final dos anos 60 e início dos 70 (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática. Acho isso um mito surgido durante a campanha da Anistia. Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática”.


Em 29 de março de 2004, O Globo publicou outra entrevista com Daniel Aarão Reis Filho. Disse ele:


“Falava-se em cortar cabeças; essas palavras não eram metáforas. Se as esquerdas tomassem o poder haveria, provavelmente, a resistência das direitas e poderia acontecer um confronto de grandes proporções no Brasil. Pior, haveria o que há sempre nesses processos e no coroamento deles: fuzilamentos e cabeças cortadas (...) As esquerdas radicais se lançaram na luta contra a ditadura não porque a gente queria uma democracia, mas para instaurar o socialismo no país, por meio de uma ditadura revolucionária, como existia na China e em Cuba. Mas, evidentemente, elas falavam em resistência, palavra muito mais simpática, mobilizadora, aglutinadora. Isso é um ensinamento que vem dos clássicos sobre a guerra.”


Daniel Aarão Reis Filho foi membro da direção do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR8). Preso em 1970, em 15 de junho desse ano foi um dos 40 militantes banidos para a Argélia em troca da liberdade do embaixador Von Holleben, da Alemanha, que havia sido seqüestrado por um pool de Organizações. Recebeu treinamento de guerrilha em Cuba em 1970/1971 com o codinome de “Faustino”. Atualmente é professor titular de História Contemporânea da Universidade Federal Fluminense.


Parodiando Olavo Bilac: Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste, pois não verás país nenhum como este!

Carlos I.S. Azambuja é Historiador.








Eduardo Jorge e Fernando Gabeira afirmam: Os grupos armados durante o regime militar não lutavam por democracia, mas pela instalação no Brasil da DITADURA DO PROLETARIADO COMUNISTA:




O ex guerrilheiro Fernando Gabeira que durante o regime militar no Brasil pertencia ao grupo armado Oito de Outubro  afirmou durante sabatina promovida pela Folha/UOL, que é um erro considerar que a militância dele e da presidenciável Dilma Rousseff (PT e ex guerrilheira do grupo armado VAR Palmares) em grupos armados durante a ditadura militar (1964-1985) visasse a redemocratização do país. A petista usou essa interpretação em seus programas no horário eleitoral obrigatório.



“No caso da Dilma, existem diferenças na apreciação do que foi a nossa atuação”, disse Gabeira. “Todos os ex-guerrilheiros dizem que estavam lutando pela democracia. Mas se você examinar o programa que tínhamos naquele momento, queríamos uma ditadura do proletariado. Esse é um ponto de separação do passado. A luta armada não estava visando a democracia, ao menos não no seu programa", afirmou.



Gabeira disse que, ao contrário do que esperava, a ex-prefeita de São Paulo e candidata ao Senado Marta Suplicy, antiga amiga sua, não pediu desculpas por lembrar que o candidato não era questionado sobre seu passado, apesar de ter participado do sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em 1969. “Vamos deixar a Marta momentaneamente de lado”, disse.

O candidato do PV também ressaltou que, apesar do "passado comum", há atualmente diferenças fundamentais entre sua visão e a do governo federal, que criticou por ter condescendência com ditaduras de esquerda.


"Em Cuba, por exemplo, o presidente (Luiz Inácio Lula da Silva) comparou os presos políticos com delinquentes comuns de São Paulo (...) Cuba é uma ditadura, os presos políticos resistem com dignidade", analisou, frisando que não tem "nenhum vínculo afetivo" com seu passado.




O candidato repetiu que o PV não está nem à esquerda nem à direita, embora grande parte do seu eleitorado o conheça por bandeiras consideradas progressistas.


“Esquerda e direita é uma volta ao século 20. Não creio que hoje as grandes definições estejam por aí. Todos hoje recusam formas armadas de luta e desenvolvem um processo dentro do capitalismo. Me considero um político que quer avançar no século 21”, afirmou.

Hoje, podemos proclamar firmemente: ditadura nunca mais -(Fernando Pimentel).Com que moral Fernando Pimentel critica o " Golpe Militar" que impediu a instalação de um regime cubano-comunista em nosso país?


Aqueles que desencadearam a luta armada, antes mesmo do período dos governos militares, e hoje no governo, afirmam constantemente, tal qual Pimentel, que lutavam pela democracia contra a "DITADURA MILITAR".


Mas, visavam exclusivamente à implantação da ditadura do proletariado (um rascunho de Cuba) e das várias versões do comunismo internacionalista, materialista e ateu (URSS, Albânia, China, Cuba, Coréia do Norte...). E continuam tentando com o apoio da mídia venal e vendida.


Daniel Aarão Reis e Fernando Gabeira, dois ex-ativos militantes, contradizem essa deslavada mentira de que lutavam pela democracia, devidamente comprovada pelas suas respectivas declarações:


"Desde 1961, pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária" e "A luta armada não estava visando à democracia".



Atualmente, qualquer jornalista, mesmo ainda sendo um "foca", radialista, apresentador (a) de televisão, colunista, articulista e até comentarista desportivo se sente no direito e no dever de repetir "ad nauseam" - "ditadura militar", "anos de chumbo", "torturadores", " porões" e outros termos pejorativos, quando se referem ao profícuo regime militar (1964/1985), mesmo já passado meio século.


Exemplo maior, as Organizações Globo e o jornal Estado de Minas que devem estar aguardando ansiosamente a liberação de verbas institucionais como pagamento aos serviços prestados recentemente ao governo federal / Foro de São Paulo/ UNASUL.





Uma ditadura é assim caracterizada:


“Partido único, ausência de eleições, não alternância do poder governamental, grande número de prisioneiros políticos e de mortos, corrupção desenfreada, aparelhamento em cargos/funções estatais, meios de comunicação controlados pelo Estado, impedimento de deixar o país. Nada disso aconteceu durante o regime militar.”



Mas voltemos a Fernando Pimentel. E o que aconteceu do seu lado?


“O terrorismo, os assassinatos, os justiçamentos, os sequestros de aviões e de diplomatas, os assaltos e roubos, as mortes bárbaras de um recruta do Exército e de um tenente da Polícia Militar de São Paulo, o fatiamento de um jovem na guerrilha do Araguaia, cometido pelos componentes do grupo de José Genoino, que entregou toda a composição guerrilheira, sem levar um só peteleco. E nada disso é lembrado pela comissão da verdade, nem por ele mesmo...” (Como se pode falar de justiça usando 2 pesos para uma mesma medida ?).



Na guerra suja, iniciada com o atentado à bomba no aeroporto de Guararapes, bem antes da decretação do AI-5, a guerrilha do Caparaó, encerrada à tapa pelas PM de Minas e Espírito Santo, o assassinato de dois policiais civis em Belo Horizonte, aconteceram baixas de ambos os lados. Como afirma Pimentel: a tortura, os assassinatos e os desaparecimentos eram prática cotidiana.


E acrescentamos – o mesmo para o seu grupo COLINA e o comando Carlos Marighella:




Em 21 anos morreram aproximadamente pouco mais de 400 pessoas, sendo 120 do lado legal e uns 320 integrantes de organizações subversivas treinados em Cuba, China e na URSS, - menos do que atualmente em um só fim de semana, nas portas dos hospitais, na guerra do tráfico, na cracolândia, em acidentes de trânsito nas péssimas estradas federais e estaduais, em assaltos e assassinatos (50 mil ao ano!).





Como lembrança ao candidato a governador de Minas:


Os assassinatos dos dois prefeitos do PT, de Campinas e Santo André, sendo que 14 testemunhas no caso de Celso Daniel, foram assassinadas. E os "justiçamentos" perpetrados, além do recolhimento de dinheiro de empresas do ABC pelo hoje ministro Gilberto Carvalho, que era entregue a José Dirceu ? (Ver o livro "Assassinato de reputações").



Pimentel é amiguinho e ex-ministro predileto da Presidente Dilma e esteve preso junto com ela em Juiz de Fora, após ser transferido de Porto Alegre. E perdeu a oportunidade de dizer que foi torturado nos "porões da ditadura", ou não terá sido?



Documento sigiloso da Procuradoria da República, em Minas Gerais, datado de 28 de março de 2008, acusa-o de superfaturar contratos da Prefeitura de Belo Horizonte para pagar dívidas do PT com o publicitário Duda Mendonça em contas nos EUA. Foi um eficiente "consultor" da FIEMG e de outras empresas. Além do tráfico de influência, Fernando Pimentel recebeu R$ 1 milhão para ministrar palestras e consultorias em diversas entidades ligadas a essa Federação, jamais concretizadas e explicadas. Onde está a oposição do PSDB ???...



E ainda nomeou, sem concurso, com altos salários, Igor Rousseff e Claudio Galeno de Magalhães Linhares, respectivamente irmão e ex-marido da presidente, funcionários da Prefeitura de BH, durante o seu mandato.



Para terminar, durante o governo "autoritário"( havia autoridade) – as grandes obras eram realizadas em nosso país, em beneficio da população, como a construção das maiores hidrelétricas do mundo, a ponte Rio-Niterói, estradas de ferro e de rodagem, portos e aeroportos, foi criada a Embrapa que tornou o Brasil o maior produtor mundial de grãos – e agora, o BDNES financia um moderníssimo porto situado em ... CUBA!!!!???.




E o então ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, classificou o contrato como secreto!! Só em 2027 os brasileiros poderão tomar conhecimento do motivo que levou o partido mais corruPTo (ultrapassou o PMDB) da história brasileira, o PT, a investir em um porto cubano, enquanto os nossos carecem de obras urgentes.


Onde qualquer regime comunista deu certo e que não descambou para uma ditadura sanguinária de esquerda ?



A grande verdade seja dita:


Se não fossem as Forças Armadas Brasileiras, hoje seríamos uma gigantesca Cuba . Sabemos que elas são o último anteparo à implantação do comunismo no Brasil, estando prontas para cumprir a sua missão constitucional de manter a nossa soberania.Foram as nossas Forças Armadas essas que deixaram como principal legado a democracia, impedindo a instalação dessa ideologia totalitária em 1935, 1964 e no inicio dos anos 70, em nosso país.


E estão "proibidas" de divulgar, comemorar e relembrar a verdadeira História Militar e do Brasil. Temos certeza que elas permanecem alertas para impedir mais esta investida, patrocinada pelo Foro de São Paulo e Governo Federal, mesmo sendo tão vilipendiadas, como ocorre atualmente. Mas não perdem por esperar....

Eduardo Jorge admite o que Dilma sempre escondeu: “Éramos a favor da ditadura do proletariado”


Por: Felipe Moura Brasil


Uma das maiores mentiras disseminadas há décadas no Brasil pela hoje presidente Dilma Rousseff (PT) e por quase todos os esquerdistas que participaram da luta armada contra a ditadura militar é a de que eles lutavam pela democracia no país. Crianças, adolescentes e jovens brasileiros aprendem até hoje nas escolas e universidades esta falsificação grotesca da história como se um bando – literalmente – de terroristas sequestradores, assaltantes e assassinos fosse mesmo um grupo de heróis aos quais devemos a nossa liberdade.


“Eu me orgulho muito de ter lutado contra a ditadura do primeiro ao último dia. Porque lutei pela democracia”, mentiu Dilma à Rolling Stone em setembro de 2010. Pior do que isso: em vídeo no You Tube ela chegou mesmo a se declarar orgulhosa de suas ações. “Quanto à questão da militância no Brasil, eu quero dizer pra vocês que eu tenho o maior orgulho dela. Eu não renego nenhum dos atos daquele momento.” De fato, ela jamais se desculpou pela morte de Mário Kozel Filho, por exemplo, nem pelo assalto ao casarão onde morava Ana Benchimol Capriglione, amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros. “A gente achava que o golpe ia ser grande, mas não tinha noção do tamanho”, disse Dilma em entrevista publicada em 2006. A VAR-Palmares, organização comunista da qual ela era uma das mais ativas militantes, enriqueceu em US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 30 milhões em valores atuais).



Marco Antonio Villa disse no Programa do Jô:


“Nenhum grupo de luta armada defendeu a democracia”, eu já havia destacado o trecho da entrevista em que o historiador afirma que não há nem um documento sequer daquela época que confirme tal coisa. Eles lutavam é por uma ditadura “no viés soviético, cubano ou chinês”.


O ex-deputado Fernando Gabeira é um dos poucos que admitiram em vídeo que a sua luta e de todos os seus companheiros visava um regime assim.



Agora – ou melhor, dois meses atrás, mas eu só vi agora -, o trecho de uma entrevista do candidato derrotado Eduardo Jorge (PV) ao militante “ninja” de extrema esquerda (é isso mesmo) Bruno Torturra vem se somar às parcas confissões gravadas.Veja aí a sinceridade que Dilma nunca teve. Transcrevo abaixo:



“Hoje, eu continuo sendo solicialista, portanto de esquerda, mas sou uma pessoa que acredita que a democracia é uma questão essencial, coisa que nós, na época da esquerda leninista etc., nós não a considerávamos. Nós éramos pela ditadura do proletariado. Nós éramos contra a ditadura militar, mas éramos a favor da ditadura do proletariado. Isso aí é preciso dizer a verdade toda. E às vezes eu ouço meias verdades. Como a ditadura militar nos oprimiu barbaramente, de forma violenta, muitas vezes as pessoas pensam que não existia no campo da esquerda coisa igual e até pior, em vários aspectos.”



Agora compare a declaração de Eduardo Jorge com o cinismo incurável da presidente:


Dilma nunca lutou por democracia. Nem naquela época, nem agora, quando impõe o decreto 8.243, transferindo parte do poder do Congresso para conselhos compostos pela militância petista.* É por essas e outras que eu digo: a verdadeira insanidade do nosso tempo foi deixar essa gente chegar ao poder.


Felipe Moura Brasil



FONTES CONSULTADAS:

http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/cultura/eduardo-jorge-admite-o-que-dilma-sempre-escondeu-eramos-a-favor-da-ditadura-do-proletariado/

Os 50 anos do golpe militar O TEMPO  -  29.março.2014

http://www.cartacapital.com.br/politica/gabeira-diz-que-guerrilheiros-nao-lutavam-pela-democracia

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28 de abril de 2016 14:36

O que posso dizer?! "Nossa bandeira nunca será vermelha!".

30 de abril de 2016 18:54

Que Deus tenha misericórdia de sua vida e te dê sabedoria o arrebatamento está próximo o inferno é real não perca tempo com besteira vai arrumar algo pra fazer!

1 de maio de 2016 08:34

Prezado falso Pr Francisco,

A pergunta que fazemos é: O que tem haver seu questionamento com a matéria acima? E porque Deus deixaria de ter misericórdia comigo pela mesma?

Ficamos no aguardo de sua resposta...

Lembre-se do Cristo disse: Não Julgueis apressadamente para não seres julgado da mesma forma.


Shalom !!!

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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