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Por que este silêncio covarde e omisso da ONU e Comunidade Internacional ao massacre dos Cristãos pelo Estado Islâmico ?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 5 de março de 2015 | 22:16





Desde a violenta entrada em Mosul (Iraque) no meio de 2014 que acarretou o êxodo de dezenas de milhares de cristãos e yazadis, a comunidade internacional foi testemunha dos crimes cometidos pelo Estado Islâmico (ISIS), que continua expandindo o seu califado no Oriente Médio e no norte da África, ante a passividade do Conselho de Segurança da ONU que não se decide a enviar uma força internacional para enfrentar estes extremistas.









Esta “atitude da ONU e de toda a comunidade internacional frente aos assassinatos e crimes do ISIS é péssima e muito estranha, como se não se importassem com os cristãos do Oriente”, declarou ao Grupo ACI o católico caldeu Raad Salam Naaman, catedrático universitário e doutor em Filologia Árabe e Estudos Islâmicos.




Raad Salam, que nasceu perto de Mosul e é refugiado político na Espanha desde 1991, pediu que não se chame de “Estado” a “este bando de assassinos e ladrões”. O ISIS, afirmou, é “fruto da chamada ‘Primavera Árabe’, um dos tantos erros do Ocidente, que apoiou estas revoltas e protestos realizados pelos radicais islâmicos vinculados aos Irmãos Muçulmanos para acabar com os governos dos ditadores leigos árabes”.



Como se recorda, em 2010 ocorreram sublevações populares que destituíram os ditadores da Tunísia (Ben Ali), Egito (Hosni Mubarak), Líbia (Muamar Gadafi) e do Iêmen (Ali Abdullah Saleh), mas que não conseguiu derrotar a Bashar Al-Assad na Síria.Entretanto, isto desencadeou a guerra civil que já ocorre há cinco anos na Síria; o atual conflito na Líbia, onde há dois governos –um reconhecido internacionalmente e outro jihadista situado na capital Trípoli-; instabilidade política no Iêmen com uma forte presença da tropa xiita dos huties; e a constante ameaça dos Irmãos Muçulmanos de retomar o poder no Egito para impor a lei islâmica.


Além disso está a instabilidade política no Iraque, agravada pela retirada das tropas norte-americanas entre 2010 e 2011.Este cenário foi aproveitado pelo grupo terrorista Al Qaeda, cuja facção no Iraque decidiu em 2010 se estender até a Síria e posteriormente separar-se do grupo fundado por Osama Bin Laden, criando o “Estado Islâmico do Iraque e Síria” (ISIS). Logo depois da tomada de Mosul em 2014, o líder do ISIS, Abu Bakr al-Baghdadi, proclamou o califado nos territórios controlados em ambos os países.



Ao longo destes meses a imposição da Sharia, as perseguições de cristãos –com o assassinato de crianças, destruição de igrejas e escravização de mulheres-, e o avanço territorial, encorajou os grupos radicais de outros países a juntar-se ao ISIS, como Ansar al Sharia na Líbia, país onde foram decapitados os 21 cristãos coptos.





“Este bando ISIS é uma grande ameaça para a nossa civilização ocidental e é um perigo para o futuro dos nossos direitos humanos, para a liberdade e a democracia que a sociedade ocidental conseguiu depois de uma luta de séculos”, advertiu Raad Salam.Portanto –afirmou-, Ocidente deve corrigir os seus erros e acabar com este bando radical islâmico de assassinos. A atitude da ONU e de toda a comunidade internacional frente aos assassinatos e crimes do ISIS, é péssima e muito estranha, como se não se importassem com os cristãos do Oriente, não se importassem com a expansão e o crescimento deste bando”.


Ronald S. Lauder, presidente do Congresso Mundial de Judeus, escreveu um artigo que foi publicado na página de opiniões do The New York Times.No texto, intitulado originalmente 'Who will stand up for the christians?' (Tradução: 'Quem vai se erguer em favor dos cristãos?'), ele mostra sua indignação com o silêncio das nações diante da barbárie cometida por grupos como o Hamas e o Estado Islâmico no Ocidente.


Confira o artigo completo:


Por que o mundo fica em silêncio enquanto os cristãos estão sendo abatidos no Oriente Médio e na África? Na Europa e nos Estados Unidos, temos assistido a demonstrações de trágicas mortes de palestinos que foram usados ​​como escudos humanos pelo Hamas, a organização terrorista que controla Gaza. A ONU realizou investigações e centra a sua ira sobre Israel para se defender contra essa mesma organização terrorista. Mas o massacre bárbaro de milhares e milhares de cristãos tem sido visto com relativa indiferença .


O Oriente Médio e partes da África central estão perdendo comunidades cristãs inteiras que viveram em paz durante séculos. O grupo terrorista Boko Haram raptou e matou centenas de cristãos este ano – assolando, inclusive, a cidade predominantemente cristã de Gwoza, no nordeste da Nigéria, há duas semanas. Meio milhão de árabes cristãos foram expulsos da Síria durante os mais de três anos de guerra civil lá. Os cristãos foram perseguidos e mortos em países desde Líbano ao Sudão .


Poucos jornalistas viajaram ao Iraque para dar testemunho da onda terror “à lá nazismo” que está rolando em todo país. As Nações Unidas tem estado praticamente mudas diante do tema. Os líderes mundiais parecem ser consumidos com outros assuntos neste estranho verão de 2014. Não existem flotilhas que viajam para a Síria ou o Iraque. E as belas celebridades e estrelas de rock – por que a matança de cristãos não parece ativar suas antenas sociais?O Estado Islâmico no Iraque e na Síria (ISIS) não é uma coalizão de grupos jihadistas, mas uma força militar real que conseguiu assumir grande parte do Iraque com um modelo de atuação tão bem sucedido que rivaliza só com a sua capacidade de matar à sangue frio. Usa o dinheiro de bancos e lojas de ouro que capturou, junto com o controle dos recursos de petróleo e extorsão à moda antiga para financiar sua máquina de matar, tornando-se talvez o mais rico grupo terrorista islâmico no mundo. Mas onde ele realmente se destaca é na sua carnificina, rivalizando com as orgias de morte da Idade Média. Tem matado impiedosamente xiitas, curdos e cristãos.


“Eles realmente decapitaram crianças e colocaram suas cabeças em uma vara” um empresário caldeu-americano chamado Mark Arabo disse à CNN, descrevendo uma cena em um parque de Mosul. “Mais crianças estão sendo decapitadas, mães estão sendo estupradas e mortas, e os pais estão sendo enforcados”.





A indiferença geral à ISIS, com suas execuções em massa de cristãos e sua preocupação mortal com Israel, não é apenas errada; é obscena.Pessoas boas devem se unir e acabar com essa onda de violência revoltante. Não é como se nós fôssemos impotentes. Eu escrevo isto como um cidadão do poder militar mais forte na terra. Eu escrevo isto como um líder judeu que se preocupa com os meus irmãos e irmãs cristãos.O povo judeu entende muito bem o que pode acontecer quando o mundo fica em silêncio. Esta campanha da morte deve ser interrompida.



Eis a triste verdade: “A ONU ainda não interveio na Síria, porque Rússia e China, que tem poder de veto no Conselho de Segurança, se opõem a esta intervenção...”



Adaptado de ACI digital
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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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