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Professor FELIPE AQUINO FALA SOBRE : Os incríveis números do aborto “CLANDESTINO” no Brasil

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 3 de setembro de 2014 | 10:34






Perguntas que não calam: “O aborto é a única solução para uma gravidez indesejada ? Usando os Critérios de Cristo, ou seja agindo como Cristo: Ele aconselharia alguém abortar ?...


Que os números relacionados ao aborto no Brasil costumam ser “inflacionados” pelos defensores da sua descriminalização, é algo sabido.

Mesmo assim, causou-me surpresa o artigo publicado dia 17/02 no site do Estadão, do qual trago aqui alguns trechos.


“ONU critica legislação brasileira e cobra país por mortes em abortos de risco- Entidade destacou o fato de 200 mil mulheres morrerem em cirurgias clandestinas anualmente. O governo de Dilma Rousseff foi colocado nesta sexta-feira, 17, contra a parede pelos peritos da ONU, que acusam o Executivo de falta de ação sobre a morte de 200 mil mulheres por ano por conta de abortos inseguros e pedem que o País supere suas diferenças políticas e de opinião para salvar essas vítimas.”



Um pouco adiante, diz o mesmo artigo:


“A ministra admitiu que o aborto estava entre as cinco principais causas de mortes de mulheres no Brasil”


Pergunto-me onde os peritos da ONU e a própria ministra obtiveram seus dados ???

E, se a ministra sabe que o aborto está “entre as cinco principais causas”, deu-se ao trabalho de verificar os números ?Vamos a eles, todos obtidos nas páginas do próprio governo, concretamente o Data SUS.


O último ano a ter os seus números totalmente consolidados é o de 2.010. Nesse ano, os óbitos de mulheres em idade fértil por todas as causas, somam 66.323.


Destes, os devidos a gravidez, parto e aborto foram 1.162.

Restringindo-nos apenas a aborto, temos 83 mortes. Isso mesmo, oitenta e três !!!


Portanto, bastaria à nossa Ministra dizer a verdade, ou seja, que o número apresentado pela “especialista” da ONU é totalmente absurdo. Ou teria ela recebido este número do Brasil? É algo que ainda precisa ser verificado.


Podem argumentar que o aborto é clandestino, havendo, portanto uma subnotificação.


Mas onde estão enterradas essas mulheres?


Foram sepultadas sem um atestado de óbito? Não, em
relação às mortes maternas o número de óbitos está bem registrado.


“Aliás, se o aborto está entre as cinco principais causas, supondo números equivalentes,teríamos um milhão de mulheres em idade fértil morrendo anualmente no Brasil. O país estaria em extinção!!!”



Mas temos que considerar que, provavelmente, morrem mesmo centenas de milhares de mulheres (e outro
tanto de homens) por aborto a cada ano. Morrem antes mesmo de nascer,abortadas. E deixam em suas mães as marcas físicas e psicológicas de ter realizado um aborto, seja ele clandestino ou não.


Este é o verdadeiro “problema de saúde pública” a ser enfrentado.


Atualizando:

O Ministro da Saúde percebeu a farsa dos números. Esperemos que ele se mantenha no propósito de atacar as reais causas da mortalidade materna.

(Por Lenise Garcia – Editora Cleofas)



Confissão de um ex-abortista


Resumo: O responsável por 75 mil abortos explica as táticas faláciosas empregadas pelo movimento abortista para tornar aceitável sua causa nos EUA.


“Sou pessoalmente responsável por 75.000 abortos. Isso legitima minhas credenciais em me dirigir a você com alguma autoridade sobre o assunto. Fui um dos fundadores da National Association for the Repeal of the Abortion Laws (NARAL) nos EUA em 1968. Uma pesquisa de opinião confiável mostraria que, à época, a maioria dos americanos seria contra o aborto. Em cinco anos nós convencemos a Suprema Corte dos EUA a oficializar a decisão que legalizou o aborto por toda a América em 1973 e permitiu o abortamento sob demanda até o nascimento. Como fizemos isso? É importante entender as táticas envolvidas porque estas mesmas táticas estão sendo utilizadas por todo o ocidente com uma ou outra mudança, de modo a alterar as leis sobre o aborto.


A primeira tática foi capturar a mídia
Persuadímos a mídia de que a causa da tolerância ao aborto era uma causa esclarecida e sofisticada. Sabendo que se uma pesquisa de opinião confiável fosse feita seríamos sonoramente derrotados, simplesmente fabricamos os resultados de pesquisas fictícias. Anunciamos à mídia que fizemos pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis ao aborto. Essa é a tática da mentira autorrealizada. Criamos simpatia suficiente para vender nosso programa de aborto fabricando o número de abortos ilegais feitos anualmente nos E.U.A. Os números reais atingiam 100.000 mas repassávamos à mídia 1.000.000. Repetir a mentira incessantemente convence o público. O número de mortes de mulheres devido a abortos ilegais era em torno de 200-250 anualmente. Passávamos à mídia o número de 10.000. Essas falsas estimativas criaram raízes na consciência dos americanos convencendo muitos de que precisávamos derrubar a lei contrária ao aborto. Outro mito que alimentamos na opinião pública via mídia foi que a legalização do aborto significaria somente que os abortos outrora feitos ilegalmente, a partir de então seriam feitos legalmente. Na verdade, é óbvio, o aborto está sendo utilizado como o principal método de controle de natalidade nos EUA e o número anual de abortos aumentou em 1500% desde a legalização.


A segunda tática foi “dar a cartada Católica”
Aviltamos sistematicamente a Igreja Católica e suas “ideias socialmente retrógradas” e apontamos a hierarquia da Igreja como os vilões que se opunham ao aborto. Esse tema foi tocado incessantemente. Alimentamos a mídia com mentiras do tipo “todos nós sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos católicos” e “pesquisas de opinião provam que a maioria dos católicos querem reforma na lei contra o aborto”. E a mídia bombardeou isso sobre o povo americano, persuadindo-o de que todo aquele que se opusesse ao aborto devia estar sob influência da hierarquia da Igreja e que os católicos a favor do aborto eram esclarecidos e progressistas. Uma inferência a essa tática foi que não havia grupos não católicos se opondo ao aborto. O fato de que outras religiões cristãs bem como não cristãs foram (e ainda são) monoliticamente opostas ao aborto foi constantemente suprimido, junto de opiniões de ateístas pró-vida.




A terceira tática foi o descrédito e a supressão de toda evidência científica de que a vida começa na concepção
Perguntam-me com freqüência o que me fez mudar de opinião. Como mudei de abortista proeminente a advogado pró-vida? Em 1973, tornei-me diretor de obstetrícia de um grande hospital na cidade de Nova Iorque e tinha que organizar uma unidade de pesquisa pré-natal, no início do surgimento de uma grande tecnologia que hoje utilizamos diariamente para estudar o feto no útero. Uma tática pró-aborto favorita é a insistência em que a definição do instante em que começa a vida é impossível; que a questão é teológica, moral ou filosófica, tudo menos científica. A fetologia traz uma evidência inegável de que a vida começa na concepção e requer toda a proteção e salvaguarda de que qualquer um de nós desfruta. Por que, você poderia pergutar, alguns médicos americanos cientes das descobertas da fetologia, desacreditam de si mesmos efetuando abortos? Aritmética simples, a US$300 por aborto, 1.55 milhões de abortos significa uma indústria gerando US$500.000.000 anualmente, dos quais a maioria vai para o bolso do médico que fez o aborto. É claro que o aborto é propositalmente a destruição do que é inegavelmente vida humana.


Isso é um ato de violência mortal. Devemos considerar que a gravidez não planejada é um dilema penosamente difícil, mas enxergar sua solução em um ato de destruição deliberada é abusar da ilimitada ingenuidade humana e entregar a saúde pública à clássica resposta utilitária a problemas sociais.


Como cientista eu sei, não por crença, que a vida humana começa na concepção. Embora eu não seja um religioso, creio de todo o meu coração que há uma divindade que guia-nos a declarar o término final e irreversível a esse crime contra a humanidade, infinitamente triste e vergonhoso.


(Por Bernard Nathanson – Editora Cleofas)


[N.T] Dr. Bernard Nathanson é autor de Aborting America e produtor do filme chocante e revelador The Silent Scream. No final dos anos 1970 abandonou a prática e a militância pró-aborto tendo se tornado ativista pró-vida.



FONTE: http://cleofas.com.br/os-incriveis-numeros-do-aborto-no-brasil/
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