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A verdade sobre a origem da igreja local árvore da vida e seu fundador o chinês Watchman Nee e sua doutrina

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 7 de junho de 2014 | 12:55





Quando se pergunta a um membro da Igreja local ÁRVORE DA VIDA que tem como fundador não Cristo mas o oriental Watchman Nee ,qual o nome da sua "denominação", a resposta que se obtém é a de que:“A Igreja Local não é uma denominação. É tão ofensivo indagar o nome da Igreja Local como se esse fosse o da sua denominação, que chegam a afirmar: As igrejas locais não têm nome. O único nome que ostentamos e honrarmos é o nome do Senhor Jesus. (...) O termo ‘igreja local’ não é um nome. (...) Imprimir as palavras ‘igreja local’ com letras maiúsculas é um erro sério, pois isto dá a impressão de que o nome é ‘igreja local’ ". Embora se esforcem para dar a impressão de Igreja Local não é um nome denominacional e afirmem que "a igreja local é um grupo de crentes que são os membros vivos de Cristo", que não pertencem a nenhuma denominação, não podem negar que possuem registro de pessoa jurídica, como qualquer denominação ou Instituição religiosa; tanto é que declaram: "no que diz respeito às questões financeiras, as igrejas locais estão legalmente registradas com relação ao governo". Quando não podem fugir do assédio sobre a que igreja pertencem, respondem vagamente, dando o nome da cidade onde se localiza, dizendo: “A igreja que está em São Paulo" ou "a igreja que está em Santos" e, se são interrogados sobre o porquê da ausência de nome denominacional, a resposta que se obtém é que as denominações são divisões e causam divisões, só devendo existir em cada cidade uma igreja com o nome da própria cidade, e que todo o cristão verdadeiro deve unir-se a essa igreja local com o nome da cidade.”Se alguém se mudar, por exemplo, de São Paulo para Belo Horizonte, não precisa se preocupar quanto a que igreja deva ir ensinam os líderes da Igreja Local: "Você irá á igreja daquela cidade, à igreja local." E se alguém entrar, por exemplo, numa Igreja Batista. Presbiteriana, Metodista, Assembléia de Deus, Comunidade Evangélica da Paz, que estará fazendo? Nada mais do que estar entrando numa divisão ???”







Leiamos o que ensinam:


"Se você entrar em qualquer outra coisa afora a igreja local daquela cidade, entrará numa divisão." Assim, os líderes recomendam aos membros da Igreja Local não se misturar com os crentes denominacionais, mas manterem um tipo de lealdade absoluta à sua igreja, e determinam: "Hoje em dia há principalmente dois tipos de crentes: um são as denominações, incluindo a Igreja Católica Romana, e o outro é composto daqueles que estão fora das divisões (leia-se denominações) e sobre a base correta" (O parêntese é nosso). O seguinte é dito de quem discorda desse ensino: "Não tente ser neutro. Não procure reconciliar as denominações com a igreja local. Você nunca conseguirá reconciliá-los. Você consegue reconciliar branco com preto? Sim, mas serão cinza; nem preto e nem branco." 




"Se você entrar em qualquer outra coisa afora a igreja local daquela cidade, entrará numa divisão"




Pescando em aquário alheio 




A expressão "pescar em aquário alheio" é usada freqüentemente para indicar membros de determinadas igrejas que não evangelizam os descrentes. Preocupam-se muito com os crentes denominacionais ou evangélicos. Essa é a estratégia de trabalho de evangelização adotada pela Igreja Local, e para se apresentarem com evangélicos e procurarem a unidade da Igreja de Cristo, que no seu entender só esta na Igreja Local, afirmam:





"Damos boas-vindas a todos os verdadeiros crentes e buscamos comunhão com eles como nossos irmãos e irmãs em Cristo." 





Como se vê, uma afirmação simpática e atraente:





"damos boas-vindas a todos os verdadeiros crentes e buscamos comunhão com eles como nossos irmãos e irmãs em Cristo’. É sincera essa declaração ou é usada como subterfúgio para ganhar a amizade de crentes desavisados do verdadeiro objetivo da Igreja Local? Essa colocação se assemelha aos convites radiofônicos do conhecido pregador das multidões, Davi Miranda, quando, a plenos pulmões, em seus programas radiofônicos "A Voz ela Libertação" anuncia: "Meus irmãos evangélicos! Meus irmãos espíritas! Meus irmãos católicos..." "Tudo com o propósito de trazer pessoas para a Igreja Pentecostal Deus é Amor. que, sem dúvida não aceita que espíritas, católicos e mesmo evangélicos não sejam Seus irmãos na fé, e pensem como ele, mas vale para atraí-los. De modo igual procede a Igreja local. Afirmam seus membros que querem ser nossos irmãos, mas não passa isso de uma estratégia para atrair crentes para as igrejas locais. Assim, com essa farsa, penetram nas igrejas evangélicas para vender sua literatura, de autoria de Witness Lee, seu fundador e líder mundial, afixam, com permissão de pastores desavisados, em murais de templos, propaganda alusiva à Editora Arvore da Vida ou de seu Jornal Árvore da Vida. Percorrem o Brasil inteiro em seus ônibus com bibliotecas ambulantes conhecidos como "Expo livro Árvore da Vida". Se o pastor de uma outra eventual igreja evangélica informar sua igreja dos verdadeiros propósitos dos expositores dos livros da Editora Arvore da Vida ou se ensinar sobre os erros doutrinários proclamados por esse grupo, logo será tido como inimigo, perseguidor, podendo até mesmo ser levado à juízo secular como difamador (1 Coríntios 6,1). 





Ataque frontal contra as denominações



Enquanto isso, tiram a máscara de querer congregar-se com os evangélicos e declaram: 




‘Visto que a ‘Mãe das Prostituições’ é a Igreja Apóstata, as prostitutas, suas filhas, devem ser todas as diferentes facções e grupos do cristianismo que mantêm até certo ponto o ensina¬mento e as práticas e tradições da Igreja Roma¬na apóstata." (Apocalipse - Versão Restauração, p. 28 1a. edição/agosto de l987). Ora, se a igreja Católica é tida como a "Mãe das Prostituições", as "filhas prostitutas" são as igrejas evangélicas ou denominacionais. Perguntamos: Como manter um clima de cordialidade e respeito mútuo com tal gen¬te? "Andarão dois juntos, se não estiverem ele acordo?" (Amós 3,3 )





Sendo mais incisivos, escrevem: 





"O Catolicismo romano e o protestantismo, assim como o judaísmo, estão todos nessa categoria, tornando-se uma organização de Satanás, como seu instrumento para danificar a economia de Deus." (Apocalipse - Versão Restauração, p. 28 1a. edição/agosto de l987).





Heresias de perdição





São as igrejas evangélicas organizações de Satanás? Pedro, na segunda carta  cap.2,1 declara: 




"E também houve entre o povo falsos profetas, conto entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos, repentina perdição.”




Vejamos algumas das "doutrinas da enganação e de perdição" ensinadas pela Igreja Local: 





1)- "Por isso, o homem tem não só a vida e natureza de Satanás, mas também o próprio Satanás como tal espírito maligno operando dentro de si."  ( Onde está este ensino na bíblia e na tradição dos apóstolos e da Igreja primitiva ?).





2)- "Agora, todos eles estão em nós. Adão, o ego, está na nossa alma; Satanás, o diabo, está em nosso corpo; e Deus, o Deus Triúno, está em nosso espírito." ( Onde está este ensino na bíblia e na tradição dos apóstolos e da Igreja primitiva ?).





3)- "Quando Deus Se encarnou como homem, o tipo de homem com que Ele Se vestiu era um homem corrompido por Satanás. O homem, na época da Sua encarnação, já não era mais um homem puro, mas um homem arruinado, corrompido por Satanás.




REBATENDO A HERESIA:




Têm os cristãos habitando dentro deles a Satanás? Não diz a Bíblia: ‘ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?" (1 Coríntios 6:19). Se o corpo do cristão é o templo do Espírito Santo, como pode ao mesmo tempo ser habitação de Satanás? Tal ensino portanto é herético, mas, declarar que o próprio Jesus estava na mesma situação que nós quando tomou corpo humano, chega às raias da blasfêmia, isto não é sustentado pelas escrituras que nos revelam claramente:"Quem é esse homem que se encarnou. senão Jesus Cristo?! É o que lemos em João 1,1 -14: "No principio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, habitou entre nós, e vimos a sua glória como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade."Não era Jesus "santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores"? (Hebreus 7,26) Assim, este ‘Jesus" pregado pela Igreja Local não é o Jesus que conhecemos na Bíblia, mas "outro Jesus", um Jesus" corrompido. arruinado por Satanás . Não se pode dar outra designação a esse ensino senão: ‘heresia de perdição". Destes, afastem-se !!!





Alertamos todos os Cristãos a que não se deixem enganar pelos membros da Igreja Local. Infelizmente, pelo uso que tal grupo faz do nome de Watchman Nee, muitos pelo prurido de escutar novidades, têem se afastado da verdadeira doutrina da Salvação milenar e apostólica e ingressado no movimento de Witness Lee, acreditando que desta vez encontraram a "verdade"; contudo, tais pessoas, na verdade, buscam no movimento a satisfação de suas necessidades humanas básicas. Falta-lhes, porém, um compromisso serio com o Senhor Jesus; uma entrega total a Ele,testemunhada com palavras e obras que é a Verdade plena. Disse o apóstolo Paulo que a verdade está em Jesus" (Efésios 4,21).




A IGREJA LOCAL  ARVORE DA VIDA É UMA SEITA



O escritor J. Cabral aponta em seu livro "Religiões, Seitas e Heresias" que uma das peculiaridades das seitas religiosas é o exclusivismo que caracteriza os grupos. Vêem os adeptos de uma seita na pessoa do seu fundador um tipo de pessoa carismática que recebeu uma revelação especial de Deus e assim tornou-se o porta-voz exclusivo dessa vontade divina para os homens. Nenhuma pessoa, até a chegada desse líder, conseguiu interpretar a Bíblia de modo correto. E uma visão nova desconhecida de todos e recebida diretamente de Deus ("Religiões, Seitas e Heresias". J. Cabral. Universal Produções-Indústrias e Comércio, 3a. Edição, p. 18).Essa é a característica da igreja denominada como Igreja sem nome ou Igreja Local. O fundador Witness Lee não poupa o reconhecimento dessa singularidade religiosa com que só poucos foram agraciados. Witness Lee assim declara: 





Essas palavras não são meramente um ensinamento, mas um forte testemunho do que tenho praticado e experienciado por mais de cinqüenta anos. Fui capturado por esta visão... Precisamos ter esta visão, e precisamos estar prontos para pagar o preço, até mesmo o preço de nossa vida, por ela ("A Visão da Igreja". Witness Lee. Editora Árvore da Vida, 1991, p. 12).




Afirma Witness Lee que uma pessoa fora da Igreja Local não pode entender o livro do Apocalipse, pois o livro não foi escrito para indivíduos, mas para a Igreja Local que ele fundou: 





Se estivermos fora das igrejas locais, não teremos posição ou condição para recebermos o livro de Apocalipse, pois este não foi escrito para cristãos individuais. Foi escrito para as igrejas locais, apesar do Senhor ter chamado crentes individuais para ouvi-lo. Precisamos estar na igreja local; então estaremos qualificados com a posição e a condição para aceitarmos este livro e ouvirmos o que o Senhor Espírito diz às Suas igrejas ("A Expressão Prática da Igreja." Witness Lee. Editora Arvore da Vida, Ia. Edição - 1989, p. 12).




A Igreja Local adota o mesmo argumento usado pelo fundador do mormonismo. Joseph Smith Jr. alegou que lhe foi revelado pelo Senhor Jesus em 1820, quando estava com a idade de 15 anos, e foi orar na floresta e Jesus lhe apareceu para lhe responder uma pergunta intrigante que ele fazia a si mesmo: Qual a Igreja verdadeira? 





Queria ele se filiar a uma, mas não tinha certeza de qual delas era a verdadeira. Numa visão Jesus lhe apareceu proibindo-o de filiar-se a qualquer igreja porque todas estavam erradas: seus credos eram uma abominação e os seus líderes eram corruptos. Justificou assim Joseph Smith a fundação da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em 6 de abril de 1830, nos Estados Unidos. Isso é repetido freqüentemente pelos mórmons que aceitam piamente a visão do seu fundador ("Doutrina e Convênios" -"Escritos de Joseph Smith". Publicado por A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, pp. 50-60).




A Igreja Local usa do mesmo artifício do mormonismo, a diferença é que enquanto a Igreja Local fala do localismo da igreja, o mormonismo fala da restauração pelo nome da igreja.No entanto, frequentemente os membros da Igreja Local utilizam a palavra restauração para afirmar que com o surgimento da Igreja Local, a igreja foi restaurada na terra: 







A restauração de Deus não começou no século vinte. Embora seja difícil fixar uma data exata para o seu início, é conveniente estabelecê-la na época da Reforma. A restauração passou por muitos estágios desde a Reforma, passando por uma restauração parcial da vida da igreja na Boêmia, sob a liderança de Zinzendorf prosseguindo para a revelação de muitas verdades preciosas da Bíblia por intermédio dos Irmãos de Plymouth e depois continuando até a genuína experiência da vida interior. Agora ela atingiu o seu estágio atual com, o estabelecimento das genuínas igrejas locais como a expressão do corpo de Cristo ("O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais", Editora Fonte da Vida, p. 5).






Admitir que as igrejas locais de Watchman Nee sejam as genuínas igrejas de Jesus Cristo implica reconhecer que todas as demais são falsas. É incrível que pessoas que se servem da Bíblia para mostrar que suas doutrinas se baseiam na autoridade da mesma consigam, ao mesmo tempo, negar a continuidade da Igreja fundada por Jesus no dia de Pentecostes (At 2,37-44). 





Jesus prometeu que as portas do inferno não prevaleceriam contra a sua verdadeira Igreja fundada sobre Pedro e seus legítimos sucessores  (Mt 16,18). Será que não lhe foi possível manter a integridade da sua Igreja e que a Igreja por Ele fundada veio a apostatar, precisando ser restaurada por Witness Lee? Não prometeu Jesus estar conosco todos os dias até à consumação dos séculos (Mt 28,20)? Como aceitar essa declaração de Witness Lee em afirmar que com o estabelecimento das genuínas igrejas locais a igreja foi restaurada na terra? 





Isso é realmente uma característica do sectarismo - a exclusividade da revelação dada supostamente pelo Senhor Jesus ao líder fundador.






A Igreja Local de Witness Lee estabelece assim a sua própria doutrina:






1) Denominacionalismo é pecado em detrimento do crescimento espiritual. A igreja precisa ser unificada: Na vida da igreja, posicionamo-nos pela unidade única do corpo de Cristo...Cremos que a oração do Senhor em João 17 será respondida na terra e que, quando formos aperfeiçoados em unidade, o mundo crera e saberá que o Pai enviou o Filho ("O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais", Editora Fonte da Vida, p. 12).


2) Só pode existir uma igreja em cada cidade e a Igreja Local é independente de todas as igrejas.



3) Os crentes devem quebrar sua lealdade às suas igrejas e estabelecer uma igreja local.




4)- Não procure reconciliar as denominações com a igreja local. Você nunca conseguirá reconciliá-Ias. ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Arvore da Vida. 1 . Edição - 1989, p. 98).



5)- Hoje em dia há principalmente dois tipos de crentes: uns são as denominações, incluindo a Igreja Católica Romana, e o outro é composto daqueles que estão fora das divisões e sobre a base correta ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Árvore da Vida. Ia' Edição - 1989, p. 128).




6)- O catolicismo romano e o protestantismo, assim como o judaísmo, estão todos nessa categoria, tornando-se uma organização de Satanás, como seu instrumento para danificar a economia de Deus ("Apocalipse - Versão Restauração", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. \. Edição - 1987, p. 28).





7)- Visto que a Mãe das Prostitutas é a igreja apóstata, as prostitutas, suas filhas, devem ser todas as diferentes facções e grupos no cristianismo que mantêm, até certo ponto, o ensinamento, as práticas e as tradições da Igreja Romana apóstata. A pura vida da Igreja não possui nenhum mal transmitido da Igreja apóstata ("Apocalipse - Versão Restauração", Witness Lee. Editora Fonte da Vida, 1a. edição - 1987, p. 107).





 A ORIGEM DA SEITA E DE SEU FUNDADOR:





Witness Lee nasceu em 1905 em Chefoo, região da China. Teve influências cristãs e budistas até que fez sua decisão por Cristo em 1925. Como todo movimento protestante sectário e separatista:Em 1927, Witness Lee começou a estudar a revista publicada por Watchman Nee e começou a pregar para esse movimento. Watchman Nee era membro da Igreja dos Irmãos de Plymouth e depois se separou e criou seu próprio grupo denominado o Pequeno Rebanho. Por vários anos, Lee presidiu o Pequeno Rebanho em Chefoo, até que foi convidado a se dirigir para Xangai para ajudar Nee no trabalho e isso durou até 1946. Depois que Nee foi preso, algumas diferenças de doutrinas e práticas entre Lee e outros dirigentes do Pequeno Rebanho contribuíram para a separação do grupo. 





Assim, Lee criou o seu próprio grupo em 1950, levando consigo muitos membros do Pequeno Rebanho e foi trabalhar em Taiwan e Filipinas. Em 1962, Lee fundou a primeira igreja em Los Angeles, EUA.





CONCLUSÃO INEGÁVEL:




Embora Witness Lee repudie abertamente as denominações, afirmando que elas são divisões do corpo de Cristo, não pode negar, historicamente, que a Igreja Local é uma divisão de duas outras denominações.Mesmo sem essa ocorrência, ele não pode negar essa condição ao declarar: No que diz respeito às questões financeiras, as igrejas locais estão legalmente registradas com relação ao governo, como entidades religiosas que não visam lucro ("O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais", Editora Fonte da Vida, p. 17).





Essa não é situação legal de todas as denominações de estarem registradas com relação ao governo como entidades religiosas? Isso não faz da Igreja Local uma denominação igual às demais? A Igreja Local é o resultado de uma segunda divisão de uma denominação. Era conhecida originalmente como Irmãos de Plymouth, surgidos na História em 1828.





Ironicamente, Witness Lee escreveu: 





Toda denominação foi estabelecida por algum mestre. A história da igreja mostra que sempre que e onde quer que houvesse um grande mestre, lá houve uma divisão ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Árvore da Vida, 1ª edição - 1989, p. 182). É exatamente isso que ele fez.



Localismo da Igreja árvore da vida:





A Igreja Local alega freqüentemente que a sua igreja está alicerçada numa base correta. A expressão base correta da igreja quer dizer que num município só poder haver uma igreja que represente o corpo de Cristo ou a sua igreja. Quando indagados: Qual o nome da sua igreja? Respondem: 



As igrejas locais não têm um nome. 0 único nome que ostentamos e honramos éo nome do Senhor Jesus Cristo. Tomar qualquer outro nome é insultá-lo. O termo igreja local não é um nome; é uma descrição da natureza e expressão locais da igreja, isto é, a igreja numa localidade. Imprimir as palavras 'igreja local' com letras maiúsculas é um erro sério, pois isto dá a impressão que o nome é 'igreja local'. ("O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais." Editora Fonte da Vida Ltda., p. 13). A jurisdição de uma Igreja local deve abranger a cidade toda na qual a Igreja está; não deve ser maior nem menor que o limite da cidade. Todos, os crentes dentro daquele limite devem constituir a Igreja Local única naquela cidade ("Apocalipse — Versão Restauração", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. \. edição - 1987, p. 16).Lee quer nos levar a crer que a igreja só é representada em um ajuntamento em qualquer localidade. Em outras palavras, desde que haja uma Igreja Local em qualquer lugar, não pode existir outra igual.



Não Aceitam Críticas ( Gozam de uma falsa infalibilidade não dada ao seu fundador, mas a Pedro):




Apresentar os erros doutrinários ou prevenir as denominações contra a forma de agir da Igreja Local junto às denominações é classificado pela Igreja Local como perseguição religiosa. Quando outras igrejas discordam dos seus ensinos e práticas, seus líderes recorrem aos tribunais seculares. A Igreja Local tem vários processos nos Estados Unidos, China, Alemanha e no Brasil (Instituto Cristão de Pesquisas e ABEC- Associação Brasileira de Editores Cristãos) recorreram aos tribunais reivindicando direitos postergados.





A Igreja Local declara:




Não importa se você é ou não religioso, pois desde que você persiga a igreja, você é parte do dragão ou pelo menos um com ele. Os judeus antigos pensaram que estavam lutando por Deus, mas não perceberam que estavam lutando com o dragão para perseguir o povo de Deus, e para acusar dano e estorvar a economia de Deus ("Estudo - Vida de Apocalipse", Witness Lee. Editora Arvore da Vida. Volume 2, 1988, p. 393).






A exemplo disto - O Jornal Batista, de 16 de setembro de 1990, trouxe uma advertência contra a Igreja Local mostrando sua intromissão entre os evangélicos na venda de sua literatura produzida pela Editora Arvore da Vida. Essa editora é a que edita os livros e outras literaturas produzidas para a Igreja Local. O artigo trazia o título A Seita Que surgiu Para Minar as Denominações. Dizia o artigo: 





Esse grupo, denominado por alguns como Igreja Local, penetra em nossas igrejas, pregando diversas distorções teológicas e eclesiásticas como: 'Cristo e o diabo, tornando-se um na cruz, Deus como um ator', a necessidade de destruirmos as denominações e suas estruturas, a não necessidade de líderes (pastores), a não entrega de dízimos, e outras heresias ("O Jornal Batista", Carlos Henrique Soares. 16-09-1990. p. 4). Foi repelido e a Editora Árvore da Vida ameaçou processar o Jornal Batista se não permitisse o direito de resposta no próprio jornal. Na edição de 30 de dezembro de 1990, na página 4, o Jornal Batista se viu obrigado a publicar a defesa deles- A defesa foi redigida nos seguintes termos: A Editora Árvore da Vida e os membros das igrejas que praticam a visão da unanimidade do corpo de Cristo em cada cidade vêm sendo vítimas de uma onda de calúnias e ataques irresponsáveis e mentirosos desde o segundo semestre do ano ("O Jornal Batista." Autor do texto: Editora Árvore da Vida. 30-12-1990, p. 4). 





Só porque o pastor batista fez um alerta no seu jornal se viu obrigado a ceder espaço para direito de resposta que apresentava estarem eles sendo: vítimas de calúnias e ataques irresponsáveis e mentirosas.





O Conceito da IGREJA LOCAL Sobre as Denominações





Ensinam que ir a qualquer denominação quando se visita uma cidade é entrar numa divisão porque para encontrar a igreja restaurada deve ir-se à igreja que está nesse município: Se você se mudar de São Paulo para Belo Horizonte, não precisa se preocupar quanto a qual igreja você irá. É tão claro. Você irá à igreja naquela cidade, à igreja local. Não irá a uma igreja chamada pelo nome de alguma rua, mas à igreja local naquela cidade; não à igreja de alguma casa ou de alguma universidade, mas daquela cidade. Se você entrar em qualquer outra coisa afora a igreja local daquela cidade, entrará numa divisão; se entrar na igreja daquela cidade, entrará na unidade ("A Visão da Igreja", Witness Lee, Editora Árvore da Vida Ltda., pp.10-11).





Proselitismo Entre as Denominações






Por um lado, como vimos, há uma exortação para os membros da Igreja Local se manterem separados das demais denominações. Para não se misturarem. 





Por outro lado, na tentativa de conquistarem novos membros entre as denominações, infiltram-se entre elas, declarando que somos todos irmãos e que devemos manter essa unidade: Damos boas vindas a todos os verdadeiros crentes e buscamos comunhão com eles como nossos irmãos e irmãs em Cristo ("O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais." Editora Fonte da Vida, p. 1).




"Não ensinam que os membros das Igrejas Locais não devem ser neutros e que a mistura de preto com branco resulta em cinza? Como manter essa pretendida unidade se não for com o intuito de se introduzirem em nossas igrejas denominacionais para aliciarem pessoas?





Ensinos, Doutrinas e Práticas Religiosas





O Uso da Bíblia - Assim Crê a Igreja Local:




Cremos que a Bíblia é a completa revelação divina verbalmente inspirada pelo Espírito Santo ("O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas locais." Editora Fonte da Vida Ltda., p. 3).




Para a Igreja Local é coisa secundária entendermos o que lemos das Escrituras Sagradas. Declara: 





“Tudo depende da liberação do espírito ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Árvore da Vida, 1989, p. 146). A LETRA MATA - Todos precisamos liberar o espírito. A letra mata, mas o Espírito dá vida. 'A letra significa doutrinas, formas, estas coisas são letras. Qualquer coisa além do Espírito é um tipo de letra, e essa mata ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee, Árvore da Vida, 1989, p. 145). Esqueça sobre ler, pesquisar, entender e aprender a Palavra... Todavia a idéia que muitos de nós temos a respeito da Bíblia, é que ela é uma espécie de ensino, um livro cheio de doutrinas. Desse modo chegamos à Palavra com a intenção de entendermos e sabermos alguma coisa... Não devemos ir à Bíblia para aprender e entender somente. ("Orar-Lendo a Palavra", Witness Lee. Editora Árvore da Vida Ltda., pp. 5,11-12). Simplesmente pegue a Palavra de Deus e ore lendo alguns versículos de manhã e à noite. Não há necessidade de você exercitar a sua mente para tirar dela algum proveito e não é necessário que reflita sobre o que leu. Por exemplo, ao orar - ler Gálatas 2.19 (leia-se v. 20), apenas olhe para a página impressa que diz: 'Estou crucificado com Cristo'. Então com os olhos na Palavra e orando do fundo de seu interior diga: 'Glória ao Senhor, Eu estou crucificado com Cristo'. Amém! Eu estou, Oh, Senhor! Estou crucificado'. Louvado seja o Senhor! 'Crucificado com Cristo', Amém! Aleluia! 'Estou crucificado com Cristo.' Contudo, Amém! 'Eu vivo', O, Senhor! Eu vivo Aleluia! Aleluia!, 'Não eu, mas Cristo etc. ...Aí talvez, você abra em João 10.10 e leia: 'eu vim para que tenham vida'. Então com os seus olhos ainda na Bíblia você pode orar Eu vim, Amém! Eu vim. Aleluia! Eu vim para que tenham vida'. Louvado seja o Senhor! 'para que tenham vida'. Aleluia! 'Vida Amém! 'Vida 'Ó, Senhor! Vida ("Orar-Lendo a Palavra", Witness Lee. Editora Arvore da Vida, pp.10-12).



REBATENDO AS HERESIAS DO ENSINO DA IGREJA LOCAL:





Sem dúvida que a declaração de fé de crer na Bíblia é aceita por todas as denominações evangélicas. Nenhuma nega o que a Igreja Local afirma sobre a Bíblia. Mas o problema não é esse. O problema é a importância que seus adeptos dão ao entendimento quando se lê ou se estuda a Bíblia.Ora, ter uma Bíblia e recomendar que devemos lê-la sem procurar entender o que lemos é perda de tempo ???O modo correto de lermos a Bíblia é procurarmos entender o que lemos.




Na Parábola do Semeador, Jesus ilustrou a importância de entendermos o que lemos, dizendo: Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta (Mt 13.23). Mas o que ouve a Palavra e não a entende foi comparado à semente que caiu à beira do caminho e que as aves do céu comeram e ficou infrutífera: Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho (Mt 13.19).





Filipe, quando foi enviado a pregar o Evangelho ao eunuco, ouviu que ele lia o livro do profeta Isaías: E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: Entendes tu o que lês? E ele disse: Como poderei entender, se alguém não me ensinar? E rogou a Filipe que subisse e com ele se assentasse (At 8,30-31). O eunuco queria ler, mas também queria entender o que estava escrito. E assim deve ser com todos os leitores da Bíblia.Quando oramos também, precisamos ser específicos na nossa oração e não falarmos palavras desconexas, sem sentido. E necessário orarmos com o espírito, mas orarmos também com o entendimento: Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento (1 Cor 14,15).






Esse método da igreja local árvore da vida contribui para que seus ensinos sejam aceitos sem discussão, sem qualquer espírito de crítica, e sejam preferidos a quaisquer outros ensinos, inclusive a Bíblia.





Cântico Mântrico?





Paralelamente a essa prática de orar-lendo a Palavra, existe um tipo de cântico repetitivo à semelhança de um mantra oriental. Palavras-chave devem ser repetidas muitas vezes ao dia para o que Witness Lee declara ser uma liberação do espírito (um tipo de êxtase espiritual) e assim evitar a tentação. Os dizeres das palavras que devem ser repetidos são assim indicados: Ó SENHOR, AMÉM, ALELUIA! Amamos dizer quatro palavras: 




'Ó Senhor, Amém, Aleluia! Nos versículos de Apocalipse, vimos Amém' e Aleluia'. Onde então podemos encontrar 'Ó Senhor'? Isso está em Salmos. Em muitas páginas de Salmos é muito fácil achar "Ó Senhor". Portanto, essas quatro palavras não são algo que inventamos, e sim algo que descobrimos na Palavra ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Árvore da Vida. 1\ Edição - 1989, p. 157).




Sabemos que mantra é o uso repetitivo de certas palavras ou frases com entonação característica e que, segundo crêem os supersticiosos que disto se servem, libera determinado poder. A prática do mantra é encontrada freqüentemente entre os budistas e os hindus para entrar em estado de consciência alterada, inclusive para desfrutar um êxtase. Um mantra muito conhecido é usado pelos adeptos do Movimento Hare Krishna.A Igreja Local usa termos como: sinta, teste, toque, beba, coma, libere o espírito etc. para provar o conhecimento de Deus e viver em santidade. E uma teologia conhecida como a Teologia do Emocionalismo, subjetiva (Jr 17.9). É baseada em experiências emotivas.





O misticismo domina toda a sua teologia. Os membros são orientados a não questionar o que lhes é ensinado, desde que assim fazendo estão procedendo como os pagãos. Todos os estudos são exatamente harmonizados como Witness Lee ensina. Lee orienta a fechar a mente quando nos aproximamos da Bíblia. A Bíblia condena essa posição (At 17,11; 2 Tm 2,15; 3,5.15-17).





O Valor das Doutrinas - Assim Crê a Igreja Local:












“Posso dizer uma palavra franca, honesta e amorosa para esses queridos? Esqueçam-se da doutrina e olhem para vocês mesmos! Quem e o que é você"? Pouco importa se a doutrina é correta ou não. O que importa é o que vocês são. Por anos a fio vocês têm se preocupado com a doutrina, mas houve alguma mudança em vocês?... ("Estudo-Vida de Apocalipse." Vol. 2 (mens. 24 a 46). Witness Lee. Editora Arvore da Vida. 1ª Edição -1988,362).Ensinamentos bons, certos, BÍBLICOS  e até mesmo ensinamentos espirituais têm sido usados pelo inimigo como um substituto para o próprio Cristo. Muitos grupos de cristãos não se fundamentam em Cristo, mas em seus ensinamentos ("A Estratégia de Satanás Contra a Igreja", Witness Lee. Editora Arvore da Vida Ltda., p. 6) .







Com isso, os membros da Igreja Local devem apenas liberar o espírito e se deixar guiar pelos ensinos do seu líder fundador sem poder discernir se são corretos ou não: 





“Estar no espírito não é uma questão de certo ou errado;precisamos aprender a andar no espírito e nos despojarmos de tudo o que somos e temos. Assim, quando formos às reuniões da igreja, devemos ser ousados para funcionar. Não devemos pensar demais, mas simplesmente funcionar liberando o nosso espírito afim de expressarmos o Senhor. Desta maneira, cresceremos em nossa função e seremos mais e mais fortes, mais e mais ricos ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Arvore da Vida. 1 . Edição - 1989, p. 144).





Ora, se somos aconselhados a não usarmos nosso entendimento quando lemos ou ouvimos a Bíblia, não podemos discernir se o que ouvimos e lermos está correto. Por isso, Paulo recomendou muito cuidado com a doutrina de Deus, para não aceitarmos o ensino diabólico ou de homens. Paulo acentua a importância da doutrina de Deus. Disse ele: 





Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Per severa nestas coisas;porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem (1 Tm 4.16). Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, E soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas (1 Tm 6.3-4). Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus (2Tm 1.13).



“Admoestando-nos para o surgimento de falsos mestres para os nossos dias, Paulo adverte: Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores, conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas (2 Tm 4.3-4).





A DOUTRINA DO BATISMO REGENERACIONAL NA IGREJA LOCAL:





A doutrina do batismo regeneracional está baseada em: 



Jo 3,5: "Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus..."







Tt 3,5:  "Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo..."




Segundo este ensino da igreja local, o batismo tem o poder de regenerar os que se lhe submetem. Assim crê a Igreja Local:




Tal palavra indica claramente que para ser regenerado e entrar no reino de Deus, é preciso nascer, não só do Espírito, mas também da água. Por isso, o batismo é uma condição para a regeneração e a entrada no reino de Deus ("Lições da Verdade - Nível Um", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. Edição 1987, p. 92).




Assim como a fé é uma condição da salvação, também o batismo. ("Lição da Verdade - Nível Um", Witness Lee. Editora Ponte da Vida- Edição 19B7, p. 93).




A água é não só o símbolo do batismo, mas também o meio da salvação ("Lições da Verdade - Nível Um", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. Edição 1987, p. 86).




Batizar as pessoas é tão importante quanto lhes pregar o evangelho ("Lições da Verdade Nível Um", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. Edição 1987, p. 79).





Tipologia do Bode Emissário - Assim Crê a Igreja Local:





O ensinamento sobre o dia da expiação por Witness Lee diz exatamente o que pregam os adventistas por meio de Ellen Gould White. Interpreta ele que o bode emissário tipifica Satanás sobre quem os pecados dos crentes serão finalmente colocados.




Segundo a doutrina da igreja local é satanás  e não Cristo se torna aquele que carrega os pecados dos Cristãos:




“Quando Deus fez com que o Senhor Jesus levasse os nossos pecados na cruz para sofrer o julgamento e a punição de Deus em nosso lugar, Ele também fez com que todos os nossos pecados fossem postos sobre Satanás, afim de que este arcasse com eles para sempre. Isso é revelado em tipologia na expiação registrada em Levítico 16. Quando o sumo sacerdote fazia expiação pelos filhos de Israel, ele tomava dois bodes e os apresentava diante de Deus. Um era para Deus e devia ser morto para fazer expiação pelos filhos de Israel, enquanto que o outro era por Azazel', isto é, para Satanás, para levar os pecados dos filhos de Israel (Lv 16.7-10,15-22 - IBB, Imprensa Bíblica Brasileira) ("Lições da Verdade — Nível Um", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. Edição de 1987, p. 126). Deus pôs todos os nossos pecados sobre o Senhor Jesus afim de que os levasse todos, para sofrer a punição de D eus por nós e cancelasse a acusação contra nós diante Dele. Ele então deu todos os nossos pecados de volta a Satanás afim de que ele mesmo os carregasse. Deus, assim, pode perdoar-nos dos nossos pecados e fazer com que eles nos abandonem ("Lições da Verdade - Nível Um", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. Edição de 1987, p. 127).




Ora os israelitas em seu calendário religioso celebravam sete festas anualmente. A Festa dos Asmos, da Páscoa, de Pentecostes, das Trombetas, da Expiação e dos Tabernáculos (duas festas com o mesmo título). Uma das mais importantes era a Festa da Expiação e que está mencionada em Lv 16,29-34. Nesse dia solene, os pecados dos israelitas eram removidos deles na figura de dois bodes: um o bode expiatório, que era morto e o sangue era aspergido no propiciatório do lugar santo dos santos do tabernáculo e, posteriormente, o sumo sacerdote saía do lugar santíssimo e colocava as mãos sobre a cabeça do bode emissário e confessava os pecados do povo. Posteriormente, o bode emissário era conduzido ao deserto pela mão de um guia e lá deixado. Essa cerimônia do dia da Expiação representava as duas fases da obra vicária de Cristo:




1ª)- A morte de Cristo efetua plena redenção do pecado do povo, nisso representando a obra Salvadora e redentora de Cristo no calvário (Hb 9,11-12.24; 10,10-12).




2ª) - Ora, a segunda fase é da remoção jurídica da maldição devida pelos pecados para nunca mais alcançar de novo aqueles que os cometeram, que também é feita pela mesma obra redentora e sacrifical de Cristo, e não de satanás (Conf.  Isaias 53,4-5).





As seguintes razões justificam esta interpretação:




a)-Os dois bodes de Lv 16,5-10 eram apresentados para expiação dos pecados dos israelitas e não só o bode expiatório.


b)-Em Levítico 16,22 se lê: Assim aquele bode levará sobre si todas as iniqüidades deles à terra solitária; e deixará o bode ao deserto.


c)- Essa expressão levará sobre si todas as iniqüidades deles à terra solitária se refere à obra de Cristo profetizada em Isaías 53,11: Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos,porque as iniqüidades deles levará sobre si.



d)- Sabemos que Jesus é aquele de, quem o profeta falava (Is 53,4-7, conforme interpretação que lemos em At 8,30-35).




E Jesus é o Cordeiro de Deus que leva os pecados do mundo (Jo 1,29).Podemos ver isso também em 1 Pedro 2,24.





A confusa doutrina da Trindade na doutrina da igreja local





Declaram que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são todos a mesma pessoa, bem como o mesmo Deus e também que cada um deles é um passo ou estágio sucessivo na revelação de Deus aos homens. 





Veja a seguir o que eles dizem a este respeito: 





Alguns vêem problema na palavra processado' e argumentam que é impossível que Deus seja processado porque Ele é eterno e imutável. Embora Deus seja eterno e imutável, contudo Ele passou por um processo ("Como Receber o Deus Triúno Processado", Witness Lee. Editora Fonte da Vida, p. 7). Assim as três Pessoas da Trindade tornam-Se os três passos sucessivos no processo da economia de Deus. Sem esses três estágios, a essência de Deus nunca poderia ser dispensada para dentro do homem ("A Economia de Deus", Witness Lee. Editora Árvore da vida. 1 . Edição - 1989, pp. 12-13).


Lee declara:


João 1.1 nos diz que a Palavra era Deus, e João 1.14 que essa Palavra tornou-Se carne. Deus tornou-se carne, isto é, um homem, e, esse Homem é a corporificação de Deus. Ele ja não é mais misterioso; agora está corporificado porque Se tornou um homem. Temos de perguntar se esse homem-Deus é o Filho ou o Pai. Temos de dizer que Ele é o Filho com o Pai. Deus tornou-Se carne e esse Deus é o Filho com o Pai. Quando Deus Filho tornou-Se carne, Ele tornou-Se carne com Deus Pai. Deus Filho, com Deus Pai, tornaram-se carne. Provavelmente nos disseram no passado que quando o Filho veio nascer como um homem, Ele deixou o Pai no trono no céu, mas a Bíblia nos diz que quando o Filho veio, Ele veio com o Pai ("A Economia Divina",Witness Lee. Editora Fonte da Vida, p. 41).





João 6,46; 7,29 e 16,27 dizem-nos que quando o Filho veio do Pai, Ele veio com o Pai. Quando o Filho veio, não veio sozinho, não deixou o Pai nos céus. No dia em que Jesus estava na casa de Simão, o leproso, e Maria derramou o óleo precioso sobre Ele (Mt 26.6-7), Ele era o Filho com o Pai. Se fosse simplesmente o Filho e tivesse deixado o Pai nos céus quando veio, não seria a corporificação do Pai. Mas o Filho estava lá com o Pai como a corporificação do Pai, como a corporificação de Deus. Ele é o Filho, Ele é o Pai e Ele é Deus ("A Economia Divina", Witness Lee. Editora Arvore da Vida. 1 . Edição - 1989, p. 41)



Num primeiro momento podemos classificar o ensino da Igreja Local sobre a natureza de Deus de modalístico estatístico:





Lee ensina que o Pai, Filho e o Espírito Santo são simultaneamente um o outro e ao mesmo tempo o Pai é o Filho e o Espírito Santo. Esse ensino também é historicamente conhecido como patripassianismo — O Pai padeceu na cruz como o Filho.



A Bíblia declara o que o Pai disse do Filho: E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo (Lc 3.22). Como fica se o Pai e o Filho são a mesma pessoa? Jesus e o Pai são um só Deus, não uma só pessoa. O Pai não veio com o Filho (Mt 5.16,48; 6.9; 10.32-33). Jesus declara ser uma pessoa distinta do Pai, embora esteja em unidade com Ele: E, se na verdade julgo, o meu juízo é verdadeiro, porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou. E na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que me enviou (Jo 8,16-18). 






Ilustrando a sua forma de crer na Trindade, assim escreve Witness Lee:


0 Pai está ilustrado pela melancia inteira; o Filho, pelas fatias e, finalmente, o Espírito, pelo suco. Agora você vê este ponto: o Pai não é apenas o Pai, mas é também o Filho. E o Filho não é apenas o Filho, mas é também o Espírito ("A Economia de Deus", Witness Lee. Editora Árvore da Vida. Edição de 1989, p. 53).



Outra ilustração usada pelo mesmo escritor:




Alguns homens são de pouco propósito; por isso, sua aparência é sempre a mesma. Contudo, um homem cheio de propósito terá várias aparências. Se você pudesse visitá-lo em sua casa logo pela manhã, veria que ele é um pai ou um mando. Depois do café da manhã, talvez vá a uma universidade para ser um professor. A tarde, no hospital, é possível que o veja com um uniforme branco de médico. Em casa é um pai, na universidade é um professor, e no hospital é um médico. Por que ele é esses três tipos de pessoas? Porque ele é um homem que tem grandes propósitos. O pai em casa, o professor na universidade e o médico no hospital são três pessoas com um só nome ("A expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Árvore da Vida. l". Edição - 1989, p. 8). 






Esse exemplo da Igreja Local é classificado como modalismo. O pai, o professor e o médico não são três pessoas distintas, senão uma só pessoa, com três modos de agir: como pai, como professor e como médico. Uma pessoa exercendo três modos de se revelar, o próprio Witness Lee declara isso: Porque ele é um homem que tem grandes propósitos.





Embora a Igreja Local se esforce em declarar que não é modalista e que crê na doutrina bíblica da Trindade, sua crença não é compatível com a doutrina ortodoxa da Santíssima Trindade. 





O Credo Atanasiano aceito por toda Igreja primitiva declara:




E a fé católica [universal] é esta: "que adoremos um Deus em Trindade, e a Trindade na unidade, não confundindo as pessoas, nem separando a substância:pois uma é a pessoa do Pai, outra, a do Filho, outra, a do Espírito Santo; mas uma só a divindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, igual a glória, co-eterna a majestade."





Contrariando a doutrina ortodoxa, Witness Lee declara:




Alguns teólogos tradicionais nos dizem que as três pessoas na Trindade divina: o Pai, o Filho e o Espírito, não devem ser confundidas e devem ser mantidas claramente separadas o tempo todo. Mas a Bíblia ensina que Jesus, o Filho de Deus, tornou-se o Espírito ("A Economia Divina", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. Edição de 1987, p. 71). 




Para justificar sua teoria declara: 





0 Credo de Nicéia, que foi formulado em 325 a.D., não é completo porque nada diz acerca dos sete Espíritos. Esse credo fala da deidade do Deus Triúno, a Trindade divina, de uma maneira geral, mas nada aborda de Apocalipse. Quando o Credo de Nicéia foi feito em 325 a.D., ainda havia desacordo sobre Hebreus, Tiago, 2 Pedro, 2 João, 3 João, Judas e Apocalipse. Não foi antes de 397 a.D., no concilio que houve em Cartago, no norte da África, que Apocalipse, com os outros seis livros, foi reconhecido como parte do Novo Testamento. O Credo de Nicéia não é completo porque não aborda o livro de Apocalipse, o qual é a consumação final e máxima da revelação divina ("A Economia de Deus", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. f. Edição - 1987, p. 120).




Mostrando que crê diferentemente do que os verdadeiros Cristãos crêem, ainda declara: 





Assim, as três Pessoas da Trindade tornam-Se os três passos sucessivos no processo da economia de Deus. Sem esses três estágios, a essência de Deus nunca poderia ser dispensada para dentro do homem ("A Economia de Deus", Witness Lee. Editora Árvore da Vida. l\ Edição -1989, pp. 12-13).




Essa definição de Witness Lee acerca de Deus é a chamada teoria do Deus Processado, e nunca o Deus Trino, conforme revelam as Sagradas Escrituras:

 

Na natureza do único e, eterno Deus, há três pessoas eternamente distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Todas as três pessoas são o mesmo Deus, embora o Pai não seja nem o Filho nem o Espírito; o Filho não seja nem o Pai nem o Espírito; e o Espírito não seja o Pai nem o Filho. A distinção entre as três Pessoas da Trindade é observada na Bíblia, como passamos a expor:




Pai e Filho São Duas Pessoas Distintas:




a)- Como Duas Testemunhas:




Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. Há outro que testifica de mim, e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro (Jo 5,31-32). E, se na verdade julgo, o meu juízo é verdadeiro, porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou. E na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai, que me enviou (Jo 8,16-18).





b)- O Que Envia e o Enviado:



Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele (Jo 3,17);Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei (Gl 4.4).




c)- Nas Saudações:





Graça e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo (1 Co 1.3);Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo epor Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos) (Gl 1.1);Graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai, sejam convosco na verdade e amor (2 Jo 3).




d) Outras Provas Bíblicas de Que Jesus Não É o Pai:





Em todo o tempo em que Jesus esteve na terra, o Pai esteve no céu: Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus (Mt 5.16). Sede vós, pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus (Mt 5.48);Jesus disse que confessaria os homens que O confessassem diante do Pai: Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus (Mt 10.32-33).





O Senhor Jesus Cristo está hoje à destra do Pai: E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes contra ele. Mas ele, estando cheio do Espírito Santo,fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus; E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus (At 7.54-56);Deus Pai é Pai de Jesus e não Jesus é Pai de si mesmo: Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo (Ef 1.3). Graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai, sejam convosco na verdade e amor (2 Jo 3);Jesus entregou o seu espírito a seu Pai e não a si próprio: E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou (Lc 23.46);





Jesus conhecia o Pai, mas não era o Pai: Assim como o Pai conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas (Jo 10.15);Jesus cita a lei sobre o testemunho de dois homens e faz analogia entre Ele e o Pai, como duas testemunhas: E na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que me enviou (Jo 8.17-18) etc.






O Pai Não É o Espírito Santo




a) O Pai Envia o Espírito Santo



Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre (Jo 14.16);Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de Verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim (Jo 15.26).




b) O Espírito Santo Intercede Junto ao Pai




E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos (Rm 8.26-27).





Jesus Não É o Espírito Santo




a)- O Espírito Santo É Outro Consolador




Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre (Jo 14.16);Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo (1 Jo 2.1).




b)- O Espírito Santo Glorifica a Jesus



Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar ( Jo 16.14).




c)- O Espírito Santo Desceu Sobre Jesus no Momento do Batismo


E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele (Mt 3.16).



d)- Outras Provas Bíblicas de Que o Espírito Santo Não É Jesus.O Espírito Santo é um outro Consolador, procedente doPai e do Filho: 





E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre (Jo 14.16). Mas quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim (Jo 15.26);O Filho pode ser blasfemado e o pecador culpado disso encontra perdão. Mas, se o Espírito Santo for blasfemado, essa pessoa não encontra perdão. Isto prova haver duas Pessoas: Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens. E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro (Mt 12.31-32);





O Espírito Santo não veio falar de si mesmo ou glorificar a si mesmo, mas sim para glorificar a Jesus: Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar (Jo 16.13-14);A descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes foi a prova de que Jesus havia chegado ao céu, onde assentou-se à destra de Deus Pai: E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado (Jo 7.39). De sorte que, exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis (At 2.33);Jesus afirmou, mesmo depois da ressurreição, que Ele não era espírito. Portanto, Ele não podia ser nem o Pai (Jo 4.24) nem o Espírito Santo (Jo 14.16-17,26; 15.26; 16.7,15), pois esses são seres espirituais: Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho (Lc 24.39).






Alguns Versículos Utilizados para Justificar a doutrina da igreja local:




Eu e o Pai somos um (Jo 10,30). Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe"? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai? (Jo 14.9). E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo (Jo 20.22). Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade (2 Co 3.17).






Analisando os Versículos Citados:




Eu e o Pai somos um (Jo 10,30). Nesse versículo, vemos a pluralidade na unidade, basta observar a expressão somos -pluralidade, um - unidade. Jesus não está dizendo que é a mesma pessoa do Pai, mas que Ele e o Pai são duas pessoas distintas, em unidade divina. Portanto João 10.30 deve ser entendido como uma declaração de Jesus da sua unicidade de natureza essencial com Deus, isto é, que Ele é essencialmente igual a Deus.




Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai? (Jo 14.9). Encontramos aqui uma reiteração da mesma substância da declaração do versículo 7 deste capítulo: Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; ejá desde agora o conheceis, e o tendes visto. Ver o Pai não consiste em meramente contemplar a sua presença corporal, mas em conhecê-lo. Fica subentendido que não ver o Pai, na pessoa de Jesus, é o mesmo que não conhecê-lo. O Filho é o único expositor do Pai aos homens (Mt 11.27; Jo 12.44-45; Cl 1.15; Hb 1.3; 1Tm 6.16).





E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo (Jo 20,22).



O Senhor Jesus faz aqui uma doação preliminar do Espírito Santo, que era o símbolo da promessa e a garantia de que seria concretizada a vinda do Espírito Santo, quando o Senhor Jesus fosse glorificado (Jo 7.39). Essa vinda em seu total poder não poderia anteceder de forma alguma a ascensão de Jesus e a sua glorificação (Jo 16.7). Porém, o Senhor Jesus quis mostrar que essa pessoa divina viria (Jo 14.16-26), por isso concedeu aos seus discípulos algo simbólico do poder que haveriam de receber mais tarde em plena medida (Atos 2).




Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade (2 Co 3.17).




Neste versículo, a expressão Senhor se refere a Cristo, identificando o Espírito Santo com a mesma natureza e divindade de Jesus, e não que Ele seja a mesma pessoa. Basta observar que no versículo seguinte, o apóstolo separa as pessoas: Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor (2 Co 3.18).






Devido a sua peculiar teoria a respeito da Trindade, a Igreja Local foi classificada num primeiro momento de grupo modalista. 






O livrete "O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais", página 15, pergunta número 8, diz: Vocês têm uma visão " modalista" da Trindade? E a Igreja Local responde: Certamente que não! O modalismo é herético. Ao invés de ensinar que os Três da Deidade: o Pai, o Filho, e o Espírito, coexistem eternamente, o modalismo afirma que Eles são mera manifestação temporária da essência divina. Cremos, de acordo com a Bíblia, que Deus é essencialmente três em um e um em três. Certamente reconhecemos distinções eternas dentro da Deidade. Entretanto, a nossa ênfase com respeito à Trindade não está baseada na análise doutrinária da natureza de Deus, mas no dispensar do Deus Triúno para dentro de nós como nossa vida e nosso tudo. A nossa ortodoxia com respeito à Doutrina de Deus deve ser estabelecida em se o nosso ensinamento está ou não de acordo com apura Palavra de Deus. Quando a nossa crença acerca do Deus Triúno é fielmente considerada à luz da Escritura, ver-se-á que não cremos no modalismo, nem no triteísmo, mas na revelação do Deus Triúno segundo apura Palavra de Deus.





De acordo com essa declaração da Igreja Local, podemos considerar que a Igreja Local:





1) Não crê na doutrina bíblica e ortodoxa da Trindade, conforme as igrejas cristãs;




2) Utiliza o termo Trindade e Triúno com definição e significado diferente da ortodoxia cristã;



3) Sua definição da unidade divina é: ...o Pai é o Espírito, o Filho também é o Espírito, e o Espírito, é claro, é o Espírito. O Pai está no Filho, o Filho está no Espírito e o Espírito está em nós como apropria transmissão de Deus... ("A Economia de Deus", Witness Lee.a Editora Arvore da Vida. 1 . Edição - 1989, p. 19). Com essa declaração, fica claro que a Igreja Local confunde as pessoas na unidade divina, revelando sua crença modalista, embora negue. Basta analisar o exemplo da melancia dado por Witness Lee: O Pai está ilustrado pela melancia inteira; o Filho, pelas fatias e, finalmente, o Espírito, pelo suco. Agora você vê este ponto: o Pai não é apenas o Pai, mas é também o Filho. E o Filho não é apenas o Filho, mas é também o Espírito.




4) Por outro lado, declara crer nas três pessoas distintas da Trindade: Cremos, de acordo com a Bíblia, que Deus é essencialmente três em um e um em três. Certamente reconhecemos distinções eternas dentro da deidade;




Se de um lado ela declara crer nas três pessoas distintas, de outro nega as três pessoas. Esse entendimento contraditório inevitavelmente leva à teoria do Deus Processado: Assim, as três Pessoas da Trindade tornam-Se os três passos sucessivos no processo da economia de Deus. Sem esses três estágios, a essência de Deus nunca poderia ser dispensada para dentro do homem ("A Economia de Deus", Witness Lee. Editora Árvore da Vida. Edição-1989, pp. 12-13).




A teoria do Deus Processado ou Deus Triúno que tenta harmonizar o modalismo com o trinitarismo pode ser notada na declaração de Witness Lee:




Os três são distintos, mas não separados. Quando o Filho veio, o Pai veio com Ele. Quando o Espírito veio, o Filho e o Pai vieram (Jo 14.17-23). Não cremos no modalismo, uma heresia que diz que quando o Filho veio, o Pai deixou de existir, e então quando o Espírito veio, o Filho deixou de existir. Cremos que Deus é três-um, o Pai, o Filho e o Espírito como um Deus coexistindo e coinerindo de eternidade a eternidade ("A Revelação Básica nas Escrituras Sagradas", Witness Lee. 1 . Edição -1991. Editora Árvore da Vida, p. 24);




5) Essa teoria do Deus Processado não é a definição da doutrina da Trindade nem está de acordo com a pureza das Sagradas Escrituras.Distinção muito clara é feita entre as três Pessoas da Trindade: Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt 28.19). A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém (2 Co 13.14). E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em que me comprazo (Mt 3.16-17). Assim: adoremos um Deus em Trindade, e a Trindade na unidade, não confundindo as pessoas, nem separando a substância: pois uma é a pessoa do Pai, outra, a do Filho, outra, a do Espírito Santo; mas uma só a divindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, igual a glória, co-eterna à majestade.





Jesus e suas Naturezas Amalgamadas - Assim Crê e professa a doutrina da Igreja Local:





A Igreja Local ensina o amálgama da sua natureza divina com a natureza humana. Seria como se disséssemos que Jesus é 50% Deus e 50% homem, formando nova natureza misturada: 





O princípio da encarnação é que em tudo Deus está amalgamado com o homem, e o homem está amalgamado com Deus ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Arvore da Vida. 1 . Edição -1989, p. 147).





Podemos demonstrar esta relação mergulhando um lenço branco em tinta azul. A divindade do Pai podia ser originalmente comparada ao lenço branco. Este lenço, imerso em tinta azul, representa o Pai no Filho encarnando-Se na humanidade. A peça branca agora se tornou azul. Assim como o azul foi adicionado ao lenço, assim também a natureza humana foi adicionada à divina, e as naturezas antes eram separadas, agora se tornaram uma ("A Economia de Deus", Wit¬ness Lee. Editora Árvore da Vida. 1 . Edição -1989, pp. 13-14).




Através da Sua encarnação, Ele trouxe Dem para dentro do homem e amalgamou a essência divina de Deus com a humanidade. Em Cristo não há somente Deus, mas também o homem ("A Economia de Deus", a Witness Lee. Editora Arvore da Vida. 1 . Edição - 1989, p. 14).





Ora o tema cristologia no meio protestante tem sido motivo de muitas controvérsias




Algumas seitas negam a humanidade de Jesus afirmando que Ele tinha um corpo fluídico, aparente; outros negam sua divindade, alegando sei- Ele o arcanjo Miguel, antes de tomar a forma humana.





Se o ensino de Witness Lee fosse correto, teríamos de concluir que a natureza divina amalgamada à natureza humana faria com que essa nova natureza deixasse de ser inteiramente divina e sua natureza humana deixasse de ser inteiramente humana. Então Jesus não seria absolutamente Deus nem absolutamente homem, mas metade de cada um deles. 





Jesus, antes de tomar a forma humana, era absolutamente Deus como lemos em João 1.1: No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Vivia na condição de Deus: Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus (Fp 2.6). Na sua encarnação foi-lhe preparado um corpo humano: Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo me preparaste (Hb 10.5). Paulo define a natureza divino-humana de Jesus, afirmando: Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade (Cl 2.9). Ainda em Romanos 9.5 Paulo se refere a Jesus dizendo: Dos quais são os pais, e dos quais é Cristo segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém. É assim uma personalidade theantrópica (théos: Deus; ântropos: homem) como lemos em Is 7.14, comparado com Mt 1.23: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco. Afirmamos, pois, que Jesus é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem e uma só pessoa (1 Tm 2.5), não com naturezas amalgamadas ou misturadas.





A Deificação do Homem - Assim Crê a Igreja Local:





A Igreja Local reage quando é acusada de pregar a divindade do homem:


Vocês ensinam que o homem está evoluindo para Deus? Tal acusação, que tem sido feita contra nós, é totalmente falsa e sem fundamento. De acordo com a Bíblia, ensinamos que Deus está dispensando a Si mesmo para dentro do homem e que o crente está sendo transformado por e permeado com o elemento de Deus. O fato é que, como filhos de Deus, participamos da vida e natureza de Deus. Sim, o Deus Triúno está sendo trabalhado dentro de nós e nós estamos participando da Sua própria natureza, mas, definitivamente, não estamos evoluindo para a Deidade ("O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais." Editora Fonte da Vida Ltda., p. 16).





No entanto, não é isso que encontramos em suas declarações:




Ele não quer que você seja um homem bom, mas quer que você seja um homem-Deus. Você pode ser um 'homem bom, mas jamais poderá ser uma expressão de Deus se for meramente isso. Deus fez o homem à Sua própria imagem com o objetivo de que este 0 expresse. Ao nos tornarmos um homem-Deus, que é cheio Dele, nós 0 expressamos. Um homem-Deus é uma expressão de Deus ("A Economia Divina", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. 1 . Edição —1987, p. 17). Um cristão não é meramente um homem bom, mas um homem-Deus ("A Economia Divina", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. 1 . Edição - 1987, p. 19).




Explicando o que significa a expressão homem-Deus com relação a Jesus, assim definem: Ele (Jesus)possuía duas naturezas: a divina e a humana. Ele era o Deus completo e o homem perfeito, um homem-Deus ("A Economia Divina", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. Ia. edição — 1987, p. 45). Jesus era um homem-Deus e nós devemos tornar-nos um homem-Deus. Sendo assim, temos a mesma natureza de Jesus e se Jesus era "Deus completo" nós igualmente nos tornamos um Deus completo.Isso se torna bem claro na seguinte declaração, quando somos o corpo vivo de Cristo em certo lugar realmente somos a casa de Deus e a coluna e base da verdade. Somos, então, o aumento, a expansão, da manifestação de Deus na carne. E novamente Deus Se manifestando na carne, mas de uma maneira mais ampla ("A Economia Divina", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. Ia. Edição - 1987, p. 223)




Ora Witness Lee deixa claramente implícito que pensa que Deus vai aumentando. Esse ensino é impossível à luz de Malaquias 3.6 onde Deus declara: Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos. Paulo falou a certos mestres que confundem Deus como a sua criação em Romanos 1.20-23.Como vemos, a Igreja Local ensina, inequivocamente que a Igreja (o Corpo de Cristo) torna-se Deus e que Deus torna-se a Igreja. Cada vez que alguém é adicionado à Igreja, Deus tem de expandir-se. Para que não pai-1: dúvida sobre esse ensino deificador do homem, a Igreja Local torna claro que sua teoria do Deus Processado na verdade constitui uma quaternidade: O Pai está no Filho, o Filho está no Espírito, e o Espírito agora está no Corpo. Eles agora são quatro em um: o Pai, o Filho, o Espírito e o Corpo ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Árvore da Vida, \\ edição - 1989, p. 46).





Os mórmons tencionam se tornar deuses. É o ensino da exaltação do homem: o grande propósito dos mórmons.Esperam com a exaltação ganhar um planeta e se tornarem deuses. A Igreja Local, por sua vez não quer esperar para o futuro essa nova condição, mas proclama que já podemos ser homens-Deus.





A Bíblia nega essa condição de homem-Deus para o cristão e ensina mais que a pretensão de o homem se tornar igual a Deus partiu primeiro de Lúcifer que queria ser igual a Deus (Is 14.12-14; Ez 28.14-16). Insinuou ao homem no Éden essa mesma possibilidade (Gn 3.5) e levou nossos pais à queda (Rm 5.12).Somos filhos de Deus por adoção (Gl 4.4-6), diferentemente de Jesus que é Filho unigênito, isto é, da mesma natureza (espécie do Pai) do grego monógenes. O homem regenerado é chamado nova criatura (2 Co 5.17). Repetindo: éramos criaturas de Deus (Gn 1.27) e nos tornamos filhos de Deus por adoção quando recebemos a Jesus como Salvador e Senhor (Jo.1.12; 1 Jo 3.1-2).Não é isso o que ensina a Igreja Local.







RECAPITULANDO E RESUMINDO A DOUTRINA DA IGREJA LOCAL



Quanto à Igreja Local de Witness Lee (não gostam de ser chamados de Igreja Local e sim de "A Igreja dos Irmãos", a "Igreja que está em São Paulo", "A Igreja que está no Rio de Janeiro" etc.), não a recomendamos nem a endossamos devido aos seus desvios doutrinários do cristianismo ortodoxo histórico.




Eis algumas das razões:





1)- Um dos primeiros problemas se relaciona com a doutrina da Trindade. A Igreja Local ensina que "o Pai, o Filho e o Espírito Santo são a mesma pessoa e que cada um deles é um passo ou um estágio sucessivo da revelação de Deus aos homens", com está e um dos seus livros, A Economia de Deus pp. 12, 13, 1a. edição em português, setembro/89. Neste mesmo livro, p. 71, dizem que "Jesus o Filho de Deus se tornou o Espírito". Afirmam, ainda, que "o Filho é o Pai" (p.52). Num livreto de Witness Lee intitulado Como Receber o Deus Trino Processado, declara que "o Espírito que estamos recebendo é o Deus trino Processado", p.7. De acordo com o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a palavra processo significa uma sucessão de estados e mudanças. Um Deus processado seria, então, um Deus que passa por alterações ou mudanças. Isso contraria Malaquias 3.6, onde está escrito: "Eu sou o Senhor e não mudo" e Tiago 1.17: "Nele não há mudança e nem sombra de variação". A posição da Igreja Local sobre a Trindade não está de acordo com a Bíblia e já foi condenada na igreja primitiva, recebendo vários nomes, como sabelianismo modal (as três pessoas da Trindade são diferentes manifestações de Deus e não de três pessoas distintas que são ao mesmo tempo uma em substância) e patripassionismo (doutrina segunda a qual foi o Pai quem se encarnou e morreu na cruz), um outro nome para o modalismo.




2)- Quanto à Bíblia Sagrada, a Igreja Local afirma que não é necessário pesquisar, entender ou aprender as Escrituras Sagradas. Usam uma prática chamada ‘Orar-Ler’ a Palavra. Orar-ler é tomar um texto da Bíblia, repetindo várias vezes suas palavras sem procurar entendê-lo, como está escrito no livreto Orar-Lendo a Palavra, de Witness Lee, p. 7). Tentam defender esta prática citando 2a.Coríntios 3.6, que diz: "A letra mata". Ora, a letra que mata, a qual se refere o apóstolo Paulo é a lei de Moisés. Isto é claramente visto no versículo 7 do mesmo capítulo, pois foi gravada com letras em pedras (veja Deuteronômio 4.13). O próprio Jesus condenou o uso de repetições nas orações como está em Mateus 6.7. Um outro exemplo do valor do exame da Palavra de Deus pode ser observado em Atos 17.11, quando Paulo chegou a Beréia. Diz o texto que "estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas escrituras se estas eram assim". Em Neemias 8.8, vemos novamente a importância de se ler e entender o texto bíblico: "E leram no livro, na Lei de Deus: e declarando, e explicando o sentido, faziam que lendo, se entendesse". Observe que o Senhor Jesus, depois da ressurreição, abriu o entendimento dos discípulos para entenderem as Escrituras (Lucas 24.45). Há muitas outras passagens que poderiam demonstrar o valor de se estudar a Palavra de Deus. Desta forma, a prática ensinada pela Igreja Local de orar-ler sem a necessidade de se entender o texto lido não encontra apoio nas Escrituras.



3)- No livro Lições da Verdade - Nível Um, de Witness Lee, p.126, está escrito: "Quando Deus nos perdoa dos nossos pecados, Ele não só cancela as acusações de pecado contra nós diante Dele e nos livra da penalidade da Sua justiça, mas também faz com que os pecados que cometemos se afastem de nós. Isso é porque quando Ele fez do Senhor Jesus uma oferta pelo pecado na cruz, ele pôs todos os nossos pecados sobre Ele a fim de que Ele os carregasse em Seu corpo por nós. (João 1.29, Isaías 63.6; 1a. Pedro 2.24). Além disso quando Deus fez com que o Senhor Jesus levasse os nossos pecados na cruz para sofrer o julgamento e a punição de Deus em nosso lugar, Ele também fez com que todos os nossos pecados fossem postos sobre Satanás, a fim de que este arcasse com eles para sempre. Isso é revelado em tipologia na expiação registrada em Levítico. 16. Quando o sumo sacerdote fazia expiação pelos filhos de Israel, ele tomava dois bodes e os apresentava diante de Deus. Um era para Deus e devia ser morto para fazer expiação pelos filhos de Israel, enquanto que o outro era ‘por Azazel", isto é para Satanás, para levar os pecados dos filhos de Israel" (Levítico 16. 7-10; 15.22 - IBB). A posição da Igreja Local (também defendida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia), em relação ao assunto acima não pode ser aceito à luz da Bíblia. Quando examinamos Levítico 15. 5 e 10, verificamos que o bode emissário também era apresentado para se fazer expiação com ele. Aqui cabe a pergunta: Satanás pode expiar pecados? A resposta à luz da Bíblia é Não! A Palavra de Deus é clara em afirmar que os nossos pecados foram colocados sobre Jesus e não sobre Satanás, como afirma a Bíblia em Isaías 53. 4, 5 e 1a. Pedro 2.24. O primeiro bode, chamado bode expiatório, era para a expiação de pecado, enquanto o segundo, chamado bode emissário, era para a remoção do pecado. Nota-se, então, que os dois bodes representavam os dois aspectos de uma única expiação de Cristo. Desta forma, os dois são símbolos de Cristo, nada tendo a ver com Satanás.



4)- No livro A Economia de Deus, Witness Lee declara nas páginas 189-191: "O próprio Satanás, como a natureza maligna e como a lei do pecado, habita em nós para corromper o nosso corpo". "Será que fomos impressionados com o fato de que todos os três seres: Adão, Satanás e Deus – estão em nós hoje? Somos bastante complicados. O homem Adão, está em nós; o diabo, Satanás, está em nós; e o Senhor da vida, o próprio Deus, está em nós. Portanto, nós nos tornamos um pequeno Jardim do Éden" "Adão, o ego, está na nossa alma: Satanás, o diabo, está em nosso corpo; e Deus, o Deus Trino, está em nosso espírito". Estas declarações não possuem base bíblicas que as sustente. Deve ser veementemente repelidas a idéia de que Satanás habita no corpo do Cristão. A Palavra de Deus é clara em afirmar que o nosso corpo é o templo do Espírito de Deus e que o Espírito Santo habita em nós. (1a. Coríntios 3.15; 2a. Coríntios 6.16). Veja ainda 1a. João 5.18: "Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo puro e o maligno não lhe toca!" Há outras passagens bíblicas que poderiam ser citadas, indicando assim, mais um erro doutrinário da Igreja Local ao afirmar que Satanás pode habitar no corpo do cristão. Não existe também base bíblica para se afirmar que Adão habita em nossa alma. Toda essa confusão doutrinária deve ser rejeitada à luz da Bíblia (1a. Coríntios 14.33).





5)- São repugnantes as declarações da Igreja Local sobre a pessoa de João Batista, publicadas no jornal Árvore da Vida (órgão de divulgação do grupo), Ano 3 - Número 25, p. 6. Veja algumas, por favor: ‘João Batista é um exemplo de alguém que começou na linha da vida, na incumbência de Deus, mas que no fim se desviou.’ ‘Ele mesmo disse: "Convém que Ele (Jesus) cresça e que eu diminua.’ (João 3.30). Entretanto, em vez de diminuir, João cresceu. Ele gerou um discipulado. Certa vez, quando João encontrou Jesus, dois de seus discípulos seguiram-no, mas ele mesmo não foi.’. ‘No início ele foi totalmente contra os fariseus, chamando-os de raça de víboras, mas depois igualou-se a eles.’ ( Mat. 9.14). "João começou a perder totalmente a direção de Deus.". ‘Ele se orgulhou, até mesmo chegou a competir com Cristo; tinha seus próprios discípulos e andava no seu próprio caminho. Por isso o Senhor permitiu que sua cabeça fosse cortada.". A Igreja Local não está só na sua interpretação quanto a João Batista. A Igreja Unificada do Rev. Moon (conhecida como Seita Moon) também defende posições semelhantes no livro Princípio Divino que é o livro base da seita. Observe alguns exemplos: ‘Contudo, João não somente negou o testemunho de Jesus (João 1.21) por causa de sua ignorância da Vontade de Deus (Mateus, 11.19), mas também se desviou da direção da providência mesmo depois daquilo.’. (pag.121). ‘O povo escolhido de Israel e de modo especial João Batista, tinham sido ricamente abençoados com amor e ternura divina. Apesar disto, eles traíram Jesus...’ (p.. 122). ‘De fato, os evangelhos de Jesus deviam ter sido pregados pelo próprio João Batista. No entanto, por causa da ignorância, ele não pôde cumprir sua missão, e finalmente degradou sua vida, que devia ter sido devotada a Jesus..." (p.. 121). "Se João tivesse agido sabiamente , ele não teria se afastado de Jesus... mas infelizmente ele bloqueou o caminho para o povo judeu chegar a Jesus, como também o seu próprio caminho.’ (pag.123). "Aqui chegamos a compreender que o maior fator que conduziu à crucificação de Jesus foi a falha de João Batista.’ ( p.. 123). As afirmações da igreja Local e da Seita Moon sobre João Batista são absurdas e antibíblicas. A Bíblia afirma que João foi cheio do Espírito Santo desde o ventre de sua mãe (Lucas. 1.15), o que indica um processo contínuo através de toda a sua vida. Não se pode encontrar na narrativa bíblica um momento que indique que João Batista deixou de ser cheio do Espírito Santo. Em Mateus 11.2,3, João envia seus discípulos a Jesus para lhe perguntar: "- És tu aquele havia de vir ou esperamos outro?’. Alguns usam esta pergunta de João para fazer acusações contra ele, como as citadas acima. Ainda que houvesse alguma hesitação por parte do Batista, isto seria perfeitamente natural. Não era ele humano? Por acaso outros grandes homens na Bíblia não teriam também seus momentos de fraqueza? Veja o caso de Abraão, que mentiu (Gen.12.10-20); Moisés, que cometeu um assassinato (Atos 7.24); Davi, que adulterou e planejou o assassinato de Bete-Seba (II Samuel 11); e o profeta Elias, que depois de uma fantástica vitória no monte Carmelo contra os sacerdotes de Baal, quando Deus respondeu com fogo a sua oração, foi se refugiar numa caverna, amedrontado e desanimado (I Reis 18,19). Nem por isso, a maioria desses homens deixou de figurar na galeria dos heróis da fé em Hebreus 11! No Novo Testamento, temos o exemplo de Pedro, que conviveu com Jesus, expulsou demônios em Seu nome, viu muitos de seus milagres e, apesar de tudo isso, negou o Senhor (Mateus 26.70). Certamente João Batista estava passando por um teste de fé quando enviou seus discípulos a Jesus. Certamente, João Batista estava passando por um teste de fé quando enviou seus discípulos a Jesus. João foi executado não como um castigo de Deus, mas porque se coadunou com o pecado de Herodes. Teria sido muito mais cômodo para João ter-se calado e continuado a viver, do que pagar um preço alto pela sua chamada como um verdadeiro profeta de Deus. Ele não foi o único a morrer por suas convicções espirituais. A Bíblia relata em Hebreus 11 35,37, o sofrimento de homens e mulheres que pela fé foram torturados, passaram por escárnios, açoites e prisões... foram apedrejados, serrados, mortos ao fio da espada (uma possível referência a João Batista), andaram desamparados, aflitos, e maltratados, não porque haviam se desviados da fé, mas pelo contrário, porque amavam ao Senhor ao ponto de morrer por Ele (João 15.13). Veja ainda o caso de Estevão, (Atos 7.59), e Tiago (Atos12.2). Será que eles também tinham se desviado da fé e por isso Deus permitiu que fossem executados como afirma a Igreja Local a respeito de João Batista? Absolutamente NÃO!!! O próprio Jesus deu testemunho de João Batista ao afirmar em Mateus 11.11: "Entre os nascidos de mulher não apareceu alguém maior do que João Batista ; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele.’ Jesus colocou João acima de Abraão, Moisés, Davi, Salomão, Elias ou qualquer outra personalidade do Antigo Testamento. Sobre a segunda parte do versículo, A Bíblia Anotada de Ryrie (Ed. Mundo Cristão ) esclarece: " - A grandeza de João Batista, na velha dispensação anterior à cruz, se desvanece em comparação com a elevada posição de que desfruta cada crente desde a crucificação de Jesus e a subsequente descida do Espírito."(pag.1199). A posição mais aceita à luz da Bíblia é que João enviou discípulos a Jesus para que eles mesmos tivessem certeza de quem era Jesus. Certamente João pressentindo sua morte, encaminharia agora os seus seguidores a Jesus. Ao responder ao João Batista, Jesus faz uma revisão de seu ministério, mostrando uma série de feitos notáveis como a ressurreição de mortos e a pregação do evangelho aos pobres. Desta forma, Jesus estava recordando-lhes que estas coisas tinham sido anunciadas nas Escrituras sobre o Messias (Isaías 35, 5,6; 61.1; Lucas 4..18,19. Portanto as acusações da Igreja Local e da seita Moon sobre João Batista são ridículas e absurdas.





6)- A Igreja Local não hesita em atacar as outras religiões (catolicismo romano, judaísmo e protestantismo), assumindo uma atitude exclusivista, algo que a maioria das seitas também faz. Chegam a dizer que o catolicismo romano, o protestantismo e o judaísmo formam uma organização de Satanás (Apocalipse - Versão Restauração, p. 28 1a. edição/agosto de l987). Além disso ser uma mentira, não deixa de ser ao mesmo tempo uma ofensa.













7)- Contrariando o ensinamento do apóstolo Paulo em I Cor. 6.19, a Igreja Local já levou vários irmãos em Cristo e organizações cristãs aos tribunais porque se opuseram aos seus ensinos. Isto não é de forma alguma uma atitude cristã. Apesar de tudo isso, ainda querem se misturar entre os evangélicos, como aconteceu no congresso de jovens Geração 90, em Brasília (janeiro/1990), quando montaram um stand para distribuir suas literaturas e o jornal Árvore da Vida. Como podem tentar misturar-se com aqueles que são classificados por eles como instrumentos de Satanás?




“LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO”
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27 de fevereiro de 2015 14:49

O importante é visitar conhecer, analisar estudar e assim depois e com toda a nossa atualização de idéias nos julgar! Amados precisamos falar o que sabemos e não o que achamos....

27 de fevereiro de 2015 16:55

Prezada Euza Love da Igreja local do chinês Watchman Nee



É sempre bom receber uma carta de alguém que nos julga errados, e que procura mostrar nosso erro. De fato, essa é a verdadeira caridade: procurar ver no que os outros estão errados, julgar exatamente seu erro, e procurar corrigi-los.

Corrigir os que erram é obra de misericórdia espiritual.
Mas, para corrigir, é preciso antes julgar.Portanto, nem todo juízo é errado. Pode-se julgar mal ou julgar bem. Toda mãe recomenda: "Tenha juízo, minha filha". Será que a senhora sua mãe nunca lhe disse isso? Creio que ela o disse.

Devemos julgar retamente, para poder ajudar os outros.Foi isso que Nosso Senhor nos mandou fazer: "Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça" (Jo 7, 24).E é o que procuramos fazer em nosso blog.

Entretanto, isso não é o que você fez conosco.Logo você que condena todo julgamento e, depois, nos julgou dizendo que agimos mal por não termos feito um estudo ? Ora minha cara toda esta matéria é fruto de um estudo profundo , e não mera achologia.Tenha coragem de estudar a origem de sua igreja local e constatará tudo que aqui afirmamos, caso contrário nos aponte onde erramos para podermos nos corrigir e nos desculpar.

Cara Euza, julgo com reto juízo, que você está em contradição. E onde há contradição, Cristo está ausente.Tomara que você compreenda sua contradição, que é de caráter sentimental e protestante, e mude de atitude.
Me admira em pleno século XXI ainda haver dúvidas com relação a questão do juízo. São milhões de pessoas repetindo a ladainha que tem aparência de verdade, mas está destituída de coerência por desprezar o contexto do ensino dado pelo Senhor Jesus.
“Examinai tudo. Retende o que for bom.” (1 Tessalonicenses 5:21)
Quando o próprio Cristo disse que não devemos julgar para que não sejamos julgados, Ele não estava proibindo ou sequer censurando o julgamento. Muito pelo contrário! Como saberemos discernir entre o que é justo e injusto, senão comparando? Como poderemos perceber o quanto somos inaptos para o Reino de Deus, senão medindo a nós mesmos com o padrão que Jesus revelou? A verdade é que o julgamento que foi desaconselhado é o TEMERÁRIO, ou seja, sem conhecimento de causa.
Um povo que se abstém de julgar todas as coisas, peca por omissão.
“Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?” (1 Coríntios 6:2-3)

Obrigado pela sua visita e volte sempre !!!

Shalom !!!

30 de março de 2015 04:01

NÃO NECESSÁRIO CONHECER UMA SEITA QUE ABANDONOU A FÉ E É LEGALISTA E HERETICA

26 de dezembro de 2015 09:21

Dentro da própria igrejas denominacionais, o que existe é uma briga por status, seja pra ser obreiros, líderes, levitas ou até mesmo pastores. Existe sim, separações do corpo de Cristo dentro destas Igrejas. Sou de Igreja Denominacionais, mas reconheço que os valores cristãos estão morrendo dentro desta. Então irmão Beraká, vejo este seu discurso uma forma de exclusão.

28 de dezembro de 2015 10:39

Prezado heleno Santos Bezerra,

Não tenho autoridade para excluir ninguem. O próprio orgulho protestante é que se auto exclui da comunhão.


O FRUTO DO LIVRE EXAME ? DIVISÃO e EXPLORAÇÃO.


Será que Lutero estaria feliz e aprovando o RUMO DO PROTESTANTISMO no Brasil e no mundo ?


Mt. 12:30, onde se lê: “quem não é por mim, é contra mim, e quem comigo não ajunta, espalha”. ...

LIVRE INTERPRETAÇÃO ? – “Pois nenhuma interpretação das escrituras é de condição particular.."( II Pedro 1,20).


O malfadado livre exame das escrituras, proposto pelo heresiarca Lutero como sendo o verdadeiro método de ler e de entender a Bíblia, tem mostrado, nos dias atuais, sua verdadeira face. Por recusar a unidade de governo e de ensino da Santa Igreja, os protestantes, logo na infância, se dividiram em diversas seitas, que, com o passar do tempo, foram se dividindo sempre mais, estilhaçando-se em milhares de igrejolas.

Como toda heresia que se preze, o protestantismo não poderia deixar, mais cedo ou mais tarde, de cair no ridículo. Pois bem, recentemente nos chegou em mãos uma lista com diversos títulos de igrejas protestantes brasileiras.

O protestantismo tupiniquim se nos apresenta como uma estupidez vergonhosa; e digo vergonhosa porque justamente o Brasil, que tem a honra de ser o maior país católico do mundo, é aquele em que se aparece tamanha loucura.

Seitas dos mais variados falsos quilates escolhem os nomes mais ridículos possíveis para se auto-proclamarem envidadas de Deus, apresentando-se como salvadoras.

Deixamos ao juízo dos internautas estas "pérolas espalhadas por ai", que se nos causam risos !!!


Listas de nomes de igrejolas protestantes brasileiras

Assembléia De Deus Com Doutrinas E Sem Costumes (Rio De Janeiro - RJ)
Associação Evangélica Fiel Até Debaixo D'água
Bola De Neve Church (Esta garante que vai para o Abismo)
Catedral Evangélica Pentecostal Do Grande Deus (Bragança Paulista - SP)
Comunidade Arqueiros De Cristo
Comunidade Do Coração Reciclado
Comunidade Evangélica Shalom Adonai, Cristo!
Comunidade Porta Das Ovelhas
Congregação Anti-Blasfêmias
Congregação J.A.T. (Jesus Ama A Todos)
Cruzada De Emoções
Cruzada Do Poder Pleno E Misterioso
Cruzada Evangélica Do Ministério De Jeová, Deus Do Fogo
Cruzada Evangélica Do Pastor Waldevino Coelho, A Sumidade
Igreja "A" De Amor
Igreja "Eu Sou A Porta"
Igreja Cuspe de Cristo
Igreja A Serpente De Moisés, A Que Engoliu As Outras (Rio De Janeiro - RJ)
Igreja Aceita A Jesus
Igreja Bola de Neve.
Igreja Atual Dos Últimos Dias (Araras - SP)
Igreja Automotiva Do Fogo Sagrado
Igreja Batista A Paz Do Senhor E Anti-Globo
Igreja Batista Coluna De Fogo (Belo Horizonte - MG)
Igreja SASSARICANTE ???!!! ( Esta é demais !!!).
Igreja Batista Ô Glória!
Igreja Batista Ponte Para O Céu
Igreja Batista Renovada Lugar Forte
Igreja C.R.B. (Cortina Repleta De Bênçãos)
Igreja Caverna De Adulão
Igreja De Deus Da Profecia No Brasil E América Do Sul
Igreja De Deus Que Se Reúne Nas Casas (Itaúna - MG)
Igreja De Jesus Cristo No Universo (Porto Velho - RO)
Igreja De Novo Amanhã (Canoas - RSs)
Igreja Dekanthalabassi

1Jo 2,19 - "Eles Saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos; pois, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco. Mas, [saíram] para que se mostrasse que nem todos são dos nossos, nem do número dos eleitos.


Shalom !!!

31 de dezembro de 2015 05:44

Prezado Beraká,

Gostei do seu blog. O seu texto é muito rico, com embasamento, citações, referências e analogias que praticamente não deixam questionamentos.
Recentemente escrevi no meu Facebook algo de cunho muito cítrico, mas chamando à realidade, ao bom senso, em relação aos absurdos místicos e às crendices neopentecostais encontradas na atualidade.
Lendo o seu texto e os comentários de demais leitores, eu poderia chegar à triste conclusão de que não existe mais evangelho genuíno sendo vivido na face da Terra. Poderia, se não fossem os testemunhos de vidas poucas que conheço que buscam conhecer, amar a Jesus Cristo, e andar em seu caminho - sem rotulá-las por denominação (outra tragédia na história da Igreja).
Não posso tirar a sua razão quanto aos argumentos, embora também não condene a quem sinceramente busca a Deus na Igreja Local.
Venho de uma linha evangélica um pouco mais tradicional e racional, e me entristeço muito com as sandices ditas evangélicas dos nosso dias.
No entanto, respeitando a sua fé no mesmo Jesus Cristo, mas falando em termos de instituição, na prática, o Catolicismo Romano traz consigo alguns (repito, "alguns") elementos que não encontram base nas escrituras, mas sim em tradições e mandamentos humanos. O tema já deve ser um velho conhecido seu e já foi motivo histórico de discórdias entre católicos romanos e protestantes: imagens de escultura, batismo de infantes, purgatório e entronização da privilegiada e respeitosa Maria, mãe de Jesus encarnado são alguns tópicos.
Já cheguei a declarar em algum momento da minha história que não fossem por estas divergências, talvez eu mesmo fosse católico romano (e de fato me pego às vezes assistindo a algo na Canção Nova - mais agradável e sensata que tantos programas evangélicos sensacionalistas). Acredito assim que este fosse o espírito (falo do intelecto) de Martinho Lutero, que amava a Igreja, mas abominava as práticas escusas à sua época.
Talvez, se não fossem as tantas oposições por poder, interesse próprio, resistência em sujeitar-se ao governo de Deus, intervenções espirituais malignas que lançam sofismas, nós tivéssemos uma única Igreja Cristã.
Eu não colocaria a culpa na livre interpretação, nem em Lutero, pois o acesso às escrituras aconteceria cedo ou tarde, com ou sem ele, e homens passariam a enxergar a luz. Tampouco receber cegamente o alimento de um alto clero seria garantia de plena veracidade (vide Paulo na igreja de Beréia).
Acredito que o problema está justamente na atitude contrária que Adão teve (e se propaga a nós) em relação à ordem de Deus: "de toda a árvore do jardim, desta comerás, mas da árvore do *conhecimento* do bem e do mal, desta não comerás". Nascemos com a mesma natureza e fazemos a mesma coisa; somos autossuficientes, independentes de Deus, ignoramos seu governo e propósito, religiosificamos tudo, institucionalizamos tudo, obtemos muita informação, mas não há em nós metanóia nem o conhecimento de Cristo no espírito. O problema da Igreja não é só institucional, muito menos só moral (temos leis o bastante para resolver o problema moral); o problema é falta de encontro real com Cristo, revelação clara da pessoa de Deus Pai, ignorância quanto às Escrituras e falta de perenidade no conhecer e prosseguir em conhecer a Deus.
Deus tenha misericórdia de nós, a começar em mim.

Forte abraço!

1 de janeiro de 2016 20:08

Prezado Adson,


Somos Católicos Apostólicos Romanos, e como Católicos fieis ao SAGRADO MAGISTÉRIO, somos contra a esquerda, contra a direita, e contra o centro, quer na desgraçada e bem corrupta política civil, quer na política eclesiástica, que também não vive na graça de Deus quando faz opções ideológicas estranhas ao evangelho de Cristo. Somos contra o Panteísmo, a Gnose, doutrinas reencarnacionistas, contra ideologias ateias, amorais e não Cristãs, bem como a todas as falsas doutrinas. O verdadeiro católico fiel ao sagrado magistério de sempre da Igreja, acredita na natureza humana, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, uma ordem moral herdada e testada na história de nossos antepassados e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro. Cremos no valor desta sã tradição e dos bons costumes, e sobre este alicerce firme assentamos nossa opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum. Cremos também que apesar das falhas humanas de seus membros, a Moral Católica é o melhor que há para o desenvolvimento das virtudes e para a constituição de uma ordem moral e social justa e correta, objetivando a salvação do homem todo e de todos os homens,para isto o meio por excelência é aquele ordenado por Cristo: Ide e evangelizai (Mateus 16,15).O que é Evangelizar para a Igreja?“Evangelizar, para a Igreja, é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, mas para a Igreja não se trata tanto de pregar o Evangelho a espaços geográficos cada vez mais vastos ou populações maiores em dimensões de massa, mas de chegar a atingir e como que a modificar pela força do Evangelho os critérios de julgar, os valores que contam, os centros de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade, que se apresentam em contraste com a Palavra de Deus e com o desígnio da salvação.” (Evangelii Nuntiandi Nº 18-19. Papa Paulo VI).Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos.Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUÉM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha e é a própria a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte. Com relação a alguns temas que você listou, sigiro ler nem que seja emprestado um Catecismo da Igreja(Edição vaticana) e verá que não passa de lorotas estas acusações sobre estes temas.E com relação a Lutero estude seu fundador e principalmente seus escritos (Sugiro o livro escrito pelo próprio Lutero: Conversas à mesa) e verá que ele nunca defendeu o verdadeiro Cristianismo.

Feliz ano novo !!!

Shalom !!


6 de fevereiro de 2016 04:31

quem tiver interesse por leitura cristã segundo os Evangelhos procurem por:
Vida cristã normal de Watman Nee.
Ele nunca teve parte com essa seita da árvore da vida.
Árvore da Vida é nosso amado senhor e salvador Jesus Cristo.

10 de fevereiro de 2016 11:53

Prezada vovó artera,

Leiamos o que ensinam:


"Se você entrar em qualquer outra coisa afora a igreja local daquela cidade, entrará numa divisão." Assim, os líderes recomendam aos membros da Igreja Local não se misturar com os crentes denominacionais, mas manterem um tipo de lealdade absoluta à sua igreja, e determinam: "Hoje em dia há principalmente dois tipos de crentes: um são as denominações, incluindo a Igreja Católica Romana, e o outro é composto daqueles que estão fora das divisões (leia-se denominações) e sobre a base correta" (O parêntese é nosso). O seguinte é dito de quem discorda desse ensino: "Não tente ser neutro. Não procure reconciliar as denominações com a igreja local. Você nunca conseguirá reconciliá-los. Você consegue reconciliar branco com preto? Sim, mas serão cinza; nem preto e nem branco."

"Se você entrar em qualquer outra coisa afora a igreja local daquela cidade, entrará numa divisão"

Shalom !!!

22 de abril de 2016 14:26

Deus abençoe a todos!

Tenho em mim que se os que foram alcançados pelo evangelho de Deus realmente entendessem a grandeza desse ato de amor e misericórdia Dele para conosco, não precisaria buscar desenvolver nenhum sentimento a não ser o de gratidão. Além de nos amar e nos salvar, Ele nos deixou Sua Palavra, sendo assim, o que eu vejo que falta muito em nós (cristãos) é o buscarmos ler, meditar e praticar a Palavra de Deus! É preciso entender que Deus é soberano e está no comando, não precisa que agente defenda Ele.
Se a Palavra nos ensina a amarmos os inimigos, como Deus não deve se sentir ao ver seus filhos, seus escolhidos guerreando entre si?

Deus abençoe a todos! Jesus é o Senhor!

20 de maio de 2016 18:37

Creio qye a igreja W Lee rem muitas heresias, porém notamos que a maioria sas denominações são exploração da fé com seus dízimos preceitos humanos, a fuga de muitos das denominações sao devidis a isto vão para esta igreja onde se sente livre de aproveitadores dizimistas.muitos querem servir a Deus e vao a procura de una igreja obde encaixa nos seus pensamentos .

23 de julho de 2016 13:45

http://www.lsmportugues.org/eadv-pr.html - e esse ocorrido? Muda alguma coisa do que escreveste?

25 de julho de 2016 09:49

Prezado Leonardo Marinho da Igreja do chinês Watchman Nee

O alienado caro Leonardo não busca conteúdo, mas somente os efeitos e sensações, não procura se informar e vai com a correnteza, ou seja, se direciona através da massa, da moda e não procura ter opinião formada. Isso para mim só tem um nome: é alienação, e no mundo em que vivemos hoje, somente é alienado aquele que quer e não se interessa em olhar além das fronteiras que já conhece.



Caro Leonardo, uma pessoa não usar a curiosidade para seu crescimento pessoal, então a meu ver é alguém que se acomoda ou se satisfaz em ser medíocre. Se você fez esta opção o problema é seu e não nosso, e lhe respeitamos em suas opções, mas isto não nos tira o direito de falar a verdade, não sobre você, e o mérito de suas opções, mas sobre o objeto de suas opções, e neste caso específico a seita a qual você aderiu e os seu ensinos.Você não pode negar-nos este direito.




Repito caro Leonardo por amor a você à verdade que nos liberta: “A verdade não depende de nossos sentimentos ou preferências. Uma coisa é verdadeira quer gostemos dela, ou não. Devemos sim respeitar as crenças e opções dos outros(E vice versa concorda ?), mas amorosamente temos por dever dizer a verdade que salva. Além do mais, se você realmente ama e respeita as pessoas, sabiamente lhes dirá a verdade sobre informações que podem ter consequências eternas na salvação das pessoas.”Já dizia um grande santo Cristão: São Tomás de Aquino, que “Não se opor ao erro é aprova-lo, não defender a verdade é nega-la. A verdade é um exercício da Caridade.”


Ficamos gratos com sua visita a este simples e humilde blog, que não tem outro objetivo a não ser: Levar a verdade que é Cristo a todas as pessoas, e volte sempre e conte sempre com nosso apoio e nossas orações . Se você quer ver mentiras , visite outros sites e blogs, porque neste você não vai ver o que você quer, mas o que você precisa.


Shalom !!!

25 de agosto de 2016 18:25

Quando apontamos os erros de uma seita ou denominação esquecemos que há 4 dedos apontados para os erros da nossa denominação ou seita, isso para os que seguem uma denominação ou seita. Portanto, a melhor coisa que podemos fazer é olhar para os nossos próprios defeitos. Não há organização religiosa infalível, principalmente toda aquela que surgiu em torno da doutrina de um líder fundador.

26 de agosto de 2016 07:59

Leonardo Marinheiro,

Será que você coragem de conhecer a verdade sobre esta seita ? Se tem dê uma olhada neste link:

https://www.google.com.br/search?q=a+seita+chamada+igreja+local&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-BR:official&client=firefox-a&channel=nts&gfe_rd=cr&ei=DiDAV6iyG9Km8weC7I-wDA

26 de agosto de 2016 08:13

Prezada protestante Eliane Andrade

Que a paz de Nosso Sr Jesus Cristo esteja com vc e todos os seus,

Respondendo a sua missiva sobre a infalibilidade da Igreja.Como a Igreja foi fundada por Jesus para levar os homens à salvação, pelo ´conhecimento da verdade´ (1 Tm 3,15), então, o Senhor garantiu a ela a infalibilidade naquilo, e só naquilo, que se refere à salvação dos fiéis; isto é, nos ensinamentos doutrinários. Assim, a mensagem do Evangelho não ficaria à mercê da manipulação dos homens, como sempre se tentou na história da Igreja. Sem a garantia da infalibilidade para o Magistério da Igreja, podemos dizer que teria sido inútil a Revelação Divina, pois ela seria deteriorada ao chegar até nós, e não teria a força da salvação.


O nosso querido Papa João Paulo II ao apresentar o novo Catecismo disse : ´Guardar o depósito da fé é a missão que o Senhor confiou à Sua Igreja e que ela cumpre em todos os tempos´ (FD, introdução). Esta é portanto ´a missão´ sagrada que a Igreja recebeu do Senhor: ´guardar o depósito da fé´, intacto; e isto a Igreja sempre fez e faz. É com esta finalidade que a Santa Sé possui a ´Sagrada Congregação Para a Doutrina da Fé ´, encarregada de zelar pela pureza da doutrina em todo o mundo católico. Infelizmente essa Sagrada Congregação, da maior importância para a Igreja e para a nossa salvação, muitas vezes é criticada dentro da própria Igreja, especialmente quando ela chama a atenção daqueles teólogos que começam a caminhar fora da doutrina da Igreja, confirmada pelo Espírito Santo em toda a caminhada de dois mil anos da Igreja. Mas é preciso dizer que essa Congregação é de inteira confiança do Papa, assim como as demais. Assim ele se expressou aos seus membros, no encerramento da Assembléia Plenária dessa Congregação, no dia 24 de novembro de 1995: ´O vosso trabalho, em muitos aspectos difícil e empenhativo, é de importância fundamental para a vida cristã. Com efeito, ele tem por objetivo a promoção da integridade e da pureza da fé, condições essenciais para que os homens e as mulheres do nosso tempo possam encontrar a luz para entrar na via da salvação´ [LR, Nº 50, 16/12/95,pag 14(614)].

A Igreja tem a missão de fazer ´resplandecer a verdade do Evangelho´, disse o Papa. ´Ao Concílio, o Papa João XXIII tinha confiado como tarefa principal guardar e apresentar melhor o precioso depósito da doutrina cristã ...´ (FD, Introdução). A grande preocupação da Igreja sempre foi ser fiel ao seu Senhor, guardando intacto aquilo que dEle recebeu, o ´depositum fidei´ (depósito da fé), ou, como dizia São Paulo a Timóteo e a Tito, a ´sã doutrina´. Podemos notar que nas Cartas pastorais que São Paulo escreveu a S.Timóteo e a S.Tito, a quem ordenou bispos, a grande preocupação do Apóstolo é com a doutrina, para que essa não se corrompesse com o passar do tempo e com a transmissão oral ou escrita. Veja essas passagens: ´Torno a lembrar´te a recomendação que te dei...para impedir que certas pessoas andassem a ensinar doutrinas extravagantes...´(1Tm1,3).


Continua...

26 de agosto de 2016 08:14

´Recomenda esta doutrina aos irmãos, e serás bom ministro de Jesus Cristo, alimentando com as palavras da fé e da sã doutrina...(1Tm4,6). ´Quem ensina de outra forma... é um obcecado pelo orgulho, um ignorante...(1Tm6,3´4). ´O´ Timóteo, guarda o bem que te foi confiado!´(1Tm6,20). ´Guarda o precioso depósito!´ (2Tm1,14). ´Porque virá tempo que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação´ (2Tm4,3). A S.Tito, vemos as mesmas recomendações de S.Paulo. Falando das qualidades que deve ter o bispo, ele diz: ´...firmemente apegado à doutrina da fé tal como foi ensinada, para poder exortar segundo a sã doutrina e rebater os que a contradizem´(Tt 1,9). ´O teu ensinamento, porém, seja conforme a sã doutrina...(Tt 2,1). ´...mostra´te em tudo modelo de bom comportamento: pela integridade da doutrina,...´(Tt 2,7). ´Certa é esta doutrina, e quero que a ensines com constância e firmeza...(Tt 3,8). Na sua grande preocupação com a sã doutrina, S.Paulo diz aos gálatas, com toda severidade: ´Não há dois evangelhos: há pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que alguém ´ nós, ou um anjo baixado do céu ´ vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema [maldito]. Repito aqui o que acabamos de dizer: se alguém pregar doutrina diferente da que recebestes, seja ele excomungado!´(Gal 1,7´10).

Ao longo da sua história a Igreja realizou 21 Concílios Ecumênicos (universais) para manter intacta essa ´sã doutrina´. Foram muitas vezes momentos difíceis para a Igreja, porque, por não aceitar a verdade muitos irmãos se separaram da unidade católica; mas foram momentos de luzes para a caminhada da Igreja. Falando desses Concílios, disse o Papa João Paulo II: ´Os grandes Concílios foram momentos de graça para a vida da Igreja universal ... Eles representam um ponto de referência indiscutível para a Igreja universal´. ´Esses foram momentos de graça, através dos quais o Espírito de Deus concedeu luzes abundantes sobre os mistérios fundamentais da fé cristã´ (LR, nº 28, 13/7/96). É sobretudo nos Concílios que a Igreja exerce a sua infalibilidade em matéria de fé e de moral. Não se conhece na história da Igreja (de 2000 anos!) uma verdade da fé que um dos Concílios, legítimos, tenha ensinado e que outro tenha revogado. Essa ocorrência doutrinária é uma prova da infalibilidade, já que o Espírito Santo, o grande Mestre da Igreja, não se contradiz. Ele não pode revelar à Igreja uma verdade hoje, que seja diferente, na essência, daquilo que Ele revelou ontem.

Um dia Jesus disse aos Apóstolos : ´Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será desligado no céu´ (Mt 18,18).

26 de agosto de 2016 08:14

Essa mesma grande promessa que Ele já tinha feito a Pedro, como Cabeça visível da Igreja (cf Mt 16,18), estende para todo o Colégio Apostólico unido e submisso a Pedro. E ainda mais, Jesus disse aos Apóstolos: ´Quem vos ouve, a Mim ouve, e quem vos rejeita, a Mim rejeita, e quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou´ (Lc 10,16). Depois dessa promessa, como não entender a infalibilidade da Igreja? Jesus garante que a palavra da Igreja é a Sua palavra. Quem rejeita o ensinamento dos Apóstolos, rejeita o próprio Senhor e o Pai que o enviou. Isto é muitíssimo sério. Rejeitar o que ensina a Igreja é rejeitar o que Jesus ensina, é rejeitar o que o Pai ensina; é rejeitar Jesus e o Pai.

Antes de voltar ao Céu, na Ascensão, Jesus disse aos Apóstolos (à Igreja):

´Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações ... Ensinai´as a observar tudo o que vos prescrevi´ (Mt 28, 19´20).

Jesus envia a Igreja, que nascia com os Apóstolos, a ´ensinar a todas as nações´ a Sua doutrina. Sabemos que Deus sempre dá a graça necessária para se poder cumprir uma missão que Ele ordena. A graça, neste caso, foi a assistência do Espírito Santo para que a Igreja ensinasse sem erro. Antes de subir ao céu o Senhor garantiu:

´Eis que estarei convosco todos os dias até o fim do mundo´ (Mt 28,20).

Esta é a última frase do Evangelho de S. Mateus, e ela nos garante que o próprio Senhor está no seio da sua Igreja, através do Espírito Santo, prometido e enviado em Pentecostes, para impedi´la de errar em matéria fundamental para a salvação dos homens. Para aceitar que a Igreja, nesses 2000 anos possa ter errado o ´caminho da salvação´, e desvirtuado o Evangelho, como querem os protestantes, seria preciso aceitar antes, que Jesus a abandonou, e não cumpriu a Promessa de estar sempre com a Igreja até o fim do mundo. Mas isto jamais; Jesus é fiel e ama a sua Igreja como Esposa, com amor indissolúvel, pela qual deu a Sua vida. Disse São Paulo que ´Cristo amou a Igreja e se entregou por ela´ (Ef 5,25).

Como então, admitir que a Igreja errou o caminho da salvação como quiseram os protagonistas da Reforma Protestante? É muito importante notar o que São Paulo disse a S. Timóteo: ´Deus quer que todos se salvem, e cheguem ao conhecimento da verdade´ (1 Tm 2,4).

Para o Apóstolo, chegar à salvação é o mesmo que ´chegar ao conhecimento da verdade´. É essa verdade (a sã doutrina), que Jesus confiou aos Apóstolos, e lhes incumbiu de ensinar a todas as nações, que leva à salvação.

Em seguida S. Paulo vai dizei ao seu discípulo fiel que: ´A Igreja do Deus vivo é a coluna e o sustentáculo da verdade´ (1 Tm 3,15). Dizer que a Igreja é a ´coluna e o sustentáculo da verdade´, é o mesmo que dizer que sem ela a verdade não fica de pé, não se sustenta. É o mesmo que dizer que a Igreja é infalível, através do seu Magistério. Sem ela a doutrina de Jesus não teria chegado intacta até nós. Como disse Teilhard de Chardin: ´Sem a Igreja, o Cristo se evapora, se esfacela ou se anula´. São Paulo e os demais apóstolos tiveram uma grande preocupação com a ´sã doutrina´, o sagrado depósito que receberam diretamente de Cristo e passaram a seus sucessores. Jesus insistiu sobre a importância da Verdade. Disse a Pilatos, que Ele veio ao mundo ´para dar testemunho da verdade´ (Jo 18,37).

26 de agosto de 2016 08:15

Aos judeus que nele creram ele disse:

´Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará´ (Jo 8,32). Aos discípulos Ele afirmou:

´Eu sou a Verdade´ (Jo 14,6). Na oração sacerdotal Ele pede ao Pai: ´Santifica´os na verdade´ (Jo 17,17). São Paulo alerta os tessalonicenses que aqueles que se perderem diante das tribulações que a Igreja terá que atravessar antes da volta do Senhor, será ´por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar´(2Tes 2,10). ´Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal´ (2 Tes 2,12). São Paulo deixa claro aqui que se perderão aqueles que diante das falsas doutrinas, preferirem os ensinamentos dos homens à verdade de Deus, ensinada pela Igreja. ´Não deram crédito à verdade´. É preciso relembrar aqui, mais uma vez o que disse o Apóstolo: ´A Igreja do Deus vivo é a coluna e o sustentáculo da verdade´(1Tm3,15). Não existe portanto ninguém, e nenhuma outra instituição, fora da Igreja católica, que detenha a verdade infalível, em matéria de fé e de moral.

Todas essas passagens mostram a importância da verdade, a qual vivida, liberta do mal e salva. É essa verdade que Jesus garantiu à Igreja ensinar sem erro até o fim do mundo.} E o nosso Catecismo, com todas as letras, confirma isso: ´Deus quer a salvação pelo conhecimento da verdade. A salvação está na verdade. Os que obedecerem à moção do Espírito de verdade já estão no caminho da salvação; mas a Igreja, a quem esta verdade foi confiada, deve ir ao encontro do seu anseio levando´lhes a mesma verdade´ (CIC, 851). Sobre onde está a verdade de Deus, nos ensina Santo Ireneu (†202), desde o segundo século da Igreja: ´Sendo nossas provas de tal monta, não é preciso ir procurar alhures a verdade, tão fácil de se haurir na Igreja, pois os apóstolos, como num rico celeiro, aí depuseram a verdade, em sua plenitude, a fim de que todo o que desejar tire dela a bebida da vida. Nela está o acesso à vida; todos os demais são salteadores e ladrões. Por isto é necessário evitá´los, e de outro lado amar com extremo amor tudo o que é da Igreja, retendo fortemente a tradição da verdade´(Contra as Heresias, liv.1.III,1,1´2; 3,1´3; 4,1).

26 de agosto de 2016 08:15

O mesmo Santo Ireneu, no combate acirrado contra os hereges gnósticos, falava da infelicidade dos que abandonam a verdade e a Igreja:

´A pregação da Igreja apresenta por todos os lados firme solidez, perseverando idêntica e beneficiando´se, como pudemos mostrar, com o testemunho dos profetas, apóstolos e seus discípulos, testemunho este que engloba o começo, o meio e o fim, isto é, a totalidade da ´economia´ de Deus e de sua operação infalivelmente ordenada à salvação do homem, fundamento de nossa fé. Eis porque esta fé, que recebemos da Igreja, guardamos com cuidado, como um depósito de grande valor, encerrado em vaso excelente e que, sob a ação do Espírito de Deus, se renova e faz renovar o próprio vaso que a contém. Pois como fora entregue o divino sopro ao barro modelado, foi confiado à Igreja o ´Dom de Deus´(Jo 4,10), afim de que todos os seus membros pudessem dele participar e ser por ele vivificados. À Igreja foi entregue a comunhão com Cristo, isto é, o Espírito Santo, penhor da incorruptibilidade, confirmação de nossa fé e escada de nossa ascensão para Deus: ´na Igreja´, foi dito, ´Deus colocou apóstolos, profetas, doutores´ (1Cor12,1) e tudo o mais que pertence à operação do Espírito. Deste Espírito se excluem os que, recusando´se a aderir à Igreja, se privam a si mesmos da vida, por suas falsas doutrinas e depravadas ações. Porque onde está a Igreja está o Espirito de Deus, e onde está o Espírito de Deus está a Igreja e toda graça. Ora, o Espírito é Verdade. Assim, os que dele não participam são também os que não estão sendo nutridos e vivificados pelos peitos da Mãe, os que não têm parte na fonte límpida que brota do Corpo de Cristo, os que ´escavam cisternas dessecadas´(Jr2,13), buracos na terra, os que bebem a água poluída do pantanal. Eles fogem da Igreja para não serem desmascarados e rejeitam o Espírito para não serem instruídos. Tornando´se estranhos à verdade, é fatal que se precipitem em todo erro e pelo erro sejam sacudidos; fatal que pensem a cada momento diversamente sobre as mesmas coisas, nunca tendo doutrina estável, sendo sofistas de palavras mais que discípulos da verdade. Porque não estão fundados sobre a única Rocha, mas sobre a areia, a areia dos muitos saibros´ (Contra as Heresias, liv.III,24,1). Na mesma linha de pensamento de Santo Ireneu, afirmava também o grande Santo Epifânio (†403), grande batalhador contra as heresias:

´ ´Há um caminho real´, que é a Igreja católica, e uma só senda da verdade. Toda heresia, pelo contrário, tendo deixado uma vez o caminho real, desviando´se para a direita ou para a esquerda, e abandonada a si mesma por algum tempo, cada vez mais se afunda em erros. Eia, pois, servos de Deus e filhos da Igreja santa de Deus, que conheceis a regra segura da fé, não deixeis que vozes estranhas vos apartem dela nem que vos confundam as pretensões das erroneamente chamadas ciências´ (Haer.59,c. 12s).

26 de agosto de 2016 08:16

Também São Vicente de Lerins (†450) da mesma época dos anteriores citados, também ele combatente da heresia pelagiana, afirma:

´Perguntando eu com toda atenção e diligência a numerosos varões, eminentes em santidade e doutrina, que norma poderia achar, segura, enquanto possível genérica e regular, para distinguir a verdade da fé católica da falsidade da heresia, eis a resposta constante de todos eles: quem quiser descobrir as fraudes dos hereges nascentes, evitar seus laços e permanecer sadio e íntegro na sadia fé, há de resguardá´la, sob o auxílio divino, duplamente: primeiro com a utoridade da Lei divina, e segundo, com a tradição da Igreja Católica´ (Commonitorium). Santo Agostinho (†430), também deixa o seu testemunho: ´Parece´me salutar fazer essas recomendações aos jovens estudiosos, inteligentes e tementes a Deus, que procuram a vida bem´aventurada: que não se arrisquem sob o pretexto de tender à vida feliz e que não se dediquem temerariamente a seguir doutrina alguma das que se praticam fora da Igreja de Cristo´. Na última vez que Jesus esteve com os seus Apóstolos, na última Ceia, na hora do adeus, antes de sofrer a sua paixão, garantiu´lhes a infalibilidade para conhecer e ensinar a verdade que salva. Desde o capítulo 13 até o 17 São João narra no seu Evangelho tudo o que aconteceu naquela Ceia memorável onde o Senhor instituiu o Sacerdócio e a Eucaristia. Esses cinco capítulos (13 a 17) revestem´se de uma importância especial, já que são as ´últimas palavras e recomendações´ de Jesus à Igreja. É fácil compreender a sublimidade desta hora. Pois bem, nesta noite sagrada o Senhor lhes garante a infalibilidade por três vezes, segundo narra São João, testemunha ocular daqueles acontecimentos. Jesus começa dizendo aos Apóstolos: ´Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará um outro Advogado, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós´(Jo 14,16´17).

26 de agosto de 2016 08:16

Que garantia maior de infalibilidade Jesus poderia ter dado à Sua Igreja, do que deixando nela o seu próprio Espírito, que Ele chama de Espírito da Verdade? Se Ele permanecerá com a Igreja, como ela poderia errar em matérias essenciais `a salvação? É preciso notar que Jesus disse que o Espírito Santo seria dado ´para que fique eternamente convosco´. E garantiu ainda que Ele ficaria com a Igreja e estaria na Igreja. ´Permanecerá convosco e estará em vós´. Para aceitarmos que a Igreja tenha errado o caminho da verdade, como quiseram Lutero e seus seguidores, depois de 1517 anos, seria preciso antes concordar que o Espírito Santo, ´o Espírito da Verdade´, tenha abandonado a Igreja. Mas isto jamais poderia ter acontecido, pois Ele foi dado para ficar ´eternamente convosco´. As promessas de Jesus para a Sua Igreja são infalíveis, porque Jesus não é um farsante e nem um mentiroso. Naquela hora memorável que antecedia a Sua paixão, Ele não estava brincando com os seus Apóstolos e com a Sua Igreja. Ele se despedia dela com as suas últimas e mais importantes promessas, para em seguida sofrer, por amor a ela, a sua dolorosa paixão. Infelizmente o orgulho e a soberba espiritual cegam os olhos da alma e não deixam que suas vítimas enxerguem essa verdade. Em que pese os pecados dos seus filhos, mesmo assim, a Igreja jamais perdeu o domínio da verdade. Infalibilidade, é preciso repetir mais uma vez, não quer dizer impecabilidade. Naquela mesma noite memorável Jesus diz mais uma vez aos Apóstolos:

´Disse´vos estas coisas enquanto estou convosco. Mas o Advogado, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, ensinar´vos´á TODAS as coisas, e vos recordará TUDO o que vos tenho dito´ (Jo 14,25´26). Que garantia maior de infabilidade Jesus poderia ter dado à Igreja do que essa Promessa de que o Espírito Santo ´ensinar´vos´à todas as coisas, e vos recordará tudo o que vos tenho dito´? Como, então, a Igreja poderia se enganar? Para aceitar a Reforma Protestante, que negou ´quinze séculos´ de caminhada da Igreja, guiada dia a dia pelo Espírito Santo, seria preciso aceitar antes, que Jesus enganou a Sua Igreja, mentiu para ela e não cumpriu a promessa de assistí´la sempre com a Verdade. Mas isto nunca! Jesus é o Esposo da Igreja; Ele deu a sua vida por ela (Ef 5,25), e jamais a abandonou nem a abandonará até o fim dos tempos. ´Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo!´ (Mt 28,18).

26 de agosto de 2016 08:17

A Reforma protestante negou os dogmas, os sacramentos, a Igreja como instituição divina, a Sagrada Tradição, o Sagrado Magistério, a Sagrada Hierarquia, as sagradas devoções católicas, enfim, toda a Tradição apostólica (de quinze séculos !), testemunhada pelo sangue dos Mártires e dos Confessores e confirmada pelos Papas. Será que os Apóstolos se enganaram? Será que os mártires, testemunhas de Cristo com o próprio sangue, se enganaram? Será que os Santos Padres nos mentiram? Será que os santos doutores erraram o caminho da fé?... É interessante notar que hoje muitos pastores protestantes estão se convertendo ao Catolicismo. A Revista americana ´Sursum Corda!´ Special Edition 1996 informa que nos últimos dez anos cerca de cincoenta pastores americanos se converteram, sendo que muitos outros estão a caminho da Igreja Católica. As três causas mais frequentes apontadas por eles são: 1 ´ o subjetivismo doutrinário que reina entre as várias denominações protestantes, em consequência do princípio ´a Bíblia como única fonte da fé´, e do seu ´livre exame´ por cada crente, o que dá margem a muitas interpretações diferentes para uma mesma questão de fé e de moral; 2 ´ o re´estudo dos escritos dos Santos Padres, aqueles que contribuíram decididamente para a formulação correta da doutrina católica: a Santíssima Trindade, Jesus Cristo, a Igreja, os Sacramentos, a graça, etc..., e que vão desde os apóstolos até S. Gregório Magno (†604) no Ocidente, e até S. João Damasceno (†749) no Oriente; 3 ´ a definição do Cânon da Bíblia, isto é dos seus livros, que não é deduzida da própria Bíblia, mas da Tradição oral da Igreja. É a Igreja que abona a Bíblia e não o contrário. A análise profunda desses pontos têm mostrado a muitos pastores os enganos do protestantismo (PR, n.419,abril de 97, pp.146 a 160). Aí está a garantia de tudo que a Igreja ensina e que o Espírito Santo, o Seu Mestre, lhe ensinou nestes 20 séculos: os dogmas do Credo, as verdades sobre a Virgem Maria, os Sacramentos, a Moral católica, etc. Repito mais uma vez, com toda a convicção: negar que os ensinamentos do Magistério da Igreja são verdadeiros, é o mesmo que negar as promessas de Jesus aos Apóstolos na última Ceia.

26 de agosto de 2016 08:17

Enfim, pela terceira vez, naquela Ceia inesquecível, o Senhor afirma mais uma vez à sua Igreja, de maneira mais forte ainda: ´Muitas coisas ainda tenho a dizer´vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Advogado, o Espírito da Verdade, ensinar´vos´á TODA a verdade...´(Jo 16,12). Que promessa maravilhosa de Jesus para a Igreja! ´O Espírito da Verdade ensinar´vos´á TODA a verdade´. Naquela hora Jesus sabia que os Apóstolos já não tinham mais condições psicológicas para aprenderem novos ensinamentos. ´Muitas coisas ainda tenho a dizer´vos´. Isso mostra claro que Jesus não ensinou tudo para os Apóstolos, mas deixou o Espírito Santo para conduzi´los ´a toda a verdade´. Com o passar dos anos e dos séculos, com muita oração, meditação, Concílios e provações, o Espírito Santo foi guiando, e vai guiando hoje, a Igreja, a descobrir, lentamente, ´toda a verdade´. Não apenas uma parte da verdade, mas ´TODA a verdade´. São Vicente de Lerins (†450), afirmava: ´É necessário que cresçam e vigorosamente progridam a compreensão, a ciência e a sabedoria da parte de cada um e de todos, seja de um só homem como de toda a Igreja, à medida que passam as idades e os séculos´ (Communitorium). Vemos assim que, de maneira muito marcante, na última noite, na hora solene do Adeus, Jesus garantiu à Igreja a assistência infalível do ´Espírito da Verdade´ para conduzi´la sempre à verdade que liberta e salva. ´Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará um outro Advogado, para que fique eternamente convosco´( Jo 14,16). O grande Santo Ireneu (†202), que combateu com zelo as heresias do seu tempo, nos assegura: ´É realmente verdadeira e firme a pregação da Igreja, onde aparece a única via de salvação em todo o mundo. Com efeito à Igreja foi confiada a luz de Deus, e portanto a ´sabedoria´ de Deus, pela qual Ele salva os homens.... Por toda a parte a Igreja anuncia a verdade: ela é o candelabro de sete luzes ( Ap 2,1) que transporta a luz de Cristo...convém refugiar´se na Igreja e ser educado em seu grêmio, nutrido com as santas Escrituras do Senhor. Pois a Igreja está plantada neste mundo como o Paraíso.´ ( Contra as Heresias, liv. V, cap. 20). Meu irmão católico, saiba que Jesus não poderia ter deixado um tesouro maior para a Igreja do que a sua doutrina, o ´depósito da fé´, com a garantia de que jamais ele seria corrompido, por causa da assistência do Espírito Santo. É por isso que podemos garantir, em Nome do Espírito Santo, que o Catecismo da Igreja, os documentos dos Concílios, os ensinamentos dos Papas, são a mais pura verdade de Deus. É por isso que o Apóstolo garante:

´A Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade´ (1Tm 3,15). O bom católico, o católico fiel e convicto, não pode duvidar de nada que a Santa Igreja Católica ensina. São maus filhos da Igreja aqueles que discordam dos seus ensinamentos oficiais. Discordar da Igreja nesses pontos é o mesmo que discordar de Jesus e desconfiar da assistência infalível que o Espírito Santo presta à Igreja, por promessa de Jesus. Longe, muito longe de nós esta terrível tentação. Quando a Igreja nos ensina qualquer verdade de fé ou de Moral, é porque ela estudou muito a fundo a questão, orou muito sobre isto, perscrutou o que o Espírito Santo lhe tinha a dizer, antes de nos ensinar. As verdades reveladas, muitas vezes incompreensíveis para quem não estudou teologia, não devem ser para nós motivo de discordância ou de desconfiança, por se tratarem de dogmas. Pelo contrário, todo e qualquer ensinamento do Magistério da Igreja deve ser recebido com gratidão e alegria, e imediatamente colocado em prática, como algo vindo a nós do próprio Jesus. É lamentável que muitos católicos se deixem abalar quando pessoas de outras religiões neguem as verdades de nossa fé, solidamente consolidadas. Eis aí uma questão que nos deve fazer estudar e aprofundar a nossa fé. São Pedro já dizia aos cristãos do seu tempo: ´Estai preparados para apresentar aos outros a razão da vossa esperança´ (1Pe3,15).

26 de agosto de 2016 08:18

Gostaria de insistir neste ponto: mesmo que eu não compreenda bem aquilo que a Igreja nos ensina, devo acatar de imediato, e buscar compreender o que significa o que nos foi ensinado. Certa vez o Cardeal Ratzinguer disse que os dogmas de nossa fé não são cadeias, ao contrário, são ´janelas que se abrem para o infinito´. É lamentável que vez ou outra surja um teólogo moderno (mais moderno do que verdadeiramente teólogo!), ousando desafiar a perenidade do dogma ou contestando a sua verdade. É preciso compreender que infalibilidade não quer dizer impecabilidade. Sabemos que há pecados entre os membros da Igreja, contra a sua vontade, mas isto não impede que ela seja infalível quando conduz os seus filhos no caminho da verdade que salva. Mediante o Espírito Santo, enviado por Jesus à Igreja, de maneira permanente, Ele garante ao Papa não cometer erros de doutrina, quando ensina ´ex´cátedra´, isto é, em caráter decisivo e definitivo, alguma matéria de fé ou moral. Sobre os pecados dos filhos da Igreja, de todos os tempos, Santo Agostinho nos ensina a não nos deixarmos abater por causa deles: ´Não vos enganeis irmãos. Se não quereis sofrer uma decepção e desejais amar vossos irmãos com sinceridade, sabeis que todos os estados e profissões da Igreja têm sua porcentagem de farsantes... Há cristãos falsos, mas há também os irrepreensíveis´. A infalibilidade não se estende aos assuntos científicos: física, química, matemática, astronomia, etc. Somente nos assuntos de fé e de moral, propostos aos fiéis como obrigatórios, é a que Igreja goza da assistência infalível do Espírito Santo. Exemplos disso são os dogmas proclamados pelos Papas ou por algum Concílio. Por exemplo, em 1854, o Papa Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora; em 1950, o Papa Pio XII proclamou o dogma da Assunção de Nossa Senhora ao Céu, de corpo e de alma; em 22/05/94, o Papa João Paulo II pronunciou em caráter definitivo e irrevogável, através da Carta Apostólica ´Ordinatio Sacerdotalis´, a proibição de ordenação sacerdotal de mulheres: Assim se expressou o Papa, nesse caso: ´Para que seja excluída qualquer dúvida em assunto de máxima importância, que pertence à própria constituição da Igreja divina, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja´. Esta, por exemplo, é uma matéria cuja discussão na Igreja está encerrada, para sempre, já que temos uma declaração ´definitiva´ do Papa sobre o assunto. Infelizmente, logo após esta declaração do Papa, muitos dentro da Igreja mostraram a sua discordância. Foi necessário, inclusive, que a ´Sagrada Congregação da Fé´, se pronunciasse dizendo que se tratava de uma definição ´ex´cáthedra´ do Sumo Pontífice, e que, como tal, não admite contestação ou recorrência. A infalibilidade do Papa foi definida no Concílio Vaticano I, em 1870, embora a Igreja, desde os seus primórdios já acreditasse nisso:

´Aderindo fielmente à tradição recebida desde o princípio da fé cristã..., declaramos e definimos, como dogma de fé divinamente revelado, que o Pontífice Romano, quando fala ´ex´cáthedra´, isto é quando, no desempenho do seu múnus de pastor e doutor de todos os cristãos, define, com a sua suprema autoridade Apostólica, doutrina respeitante à fé e à moral, que deva ser crida pela Igreja universal, pois possui, em virtude da assistência divina, que lhe foi prometida na pessoa do Bem´aventurado Pedro, a infalibilidade de que o Divino Redentor revestiu a sua Igreja, ao definir doutrina atinente à fé e à moral; e que, portanto, as definições do Romano Pontífice são irrefragáveis por si mesmas, e não em virtude do consenso da Igreja´( De Ecclesia Christi, c.IV).

26 de agosto de 2016 08:18

O Concílio Vaticano II, quase 100 anos depois, reafirmou este mesmo dogma, dizendo que: ´O Romano pontífice, cabeça do Colégio Episcopal, goza desta infalibilidade em virtude do seu ofício, quando define uma doutrina de fé ou de costumes, como Supremo Pastor e Doutor de todos os cristãos, confirmando na fé os irmãos (cf Lc 22,32). Por isso, as suas definições são irreformáveis só por si, sem necessidade do consentimento da Igreja, uma vez que são pronunciadas sob a assistência do Espírito Santo, prometida ao Papa na pessoa de Pedro; não precisam da aprovação de ninguém, nem admitem qualquer apelo a outro juízo. É que nestes casos, o Romano Pontífice não dá uma opinião como qualquer pessoa privada, mas propõe ou defende a doutrina da fé como Mestre Supremo da Igreja Universal, dotado pessoalmente do carisma da infalibilidade que pertence à própria Igreja (LG 25). É preciso ter em mente que uma definição papal nunca é uma decisão rápida, pouco pensada, ou que dispense longos anos de estudo e oração. Essas definições são a conclusão de um processo lento, durante o qual uma verdade contida no depósito da Revelação vai se tornando ´visível´ à hierarquia e ao povo de Deus. É apenas a proclamação explícita de uma verdade que ainda não era conhecida mas que já pertencia ao depósito da fé. O que leva algumas vezes o Magistério da Igreja a fazer a proclamação de uma verdade de fé, é o surgimento de alguma heresia ou contestação a essa verdade já aceita pela Igreja. Portanto, as definições ´ex´cathedra´, pronunciadas pelo Papa, são raras. O Magistério ordinário da Igreja, exercido pelos bispos quando ensinam em comunhão com o Papa é o caminho normal pelo qual a Igreja nos ensina.

26 de agosto de 2016 08:19

Não é necessário que uma verdade seja solenemente definida pelo sucessor de Pedro, para que pertença ao depósito da fé; basta que esta verdade tenha sido sempre e em toda parte professada pelos cristãos. São Vicente de Lerins (†450), dizia que: ´O que todos em toda parte e sempre acreditaram, isso é verdadeira e propriamente católico´(Communitorium). Três condições são necessárias para que uma definição do Papa tenha caráter de dogma, sentença infalível:

1. É necessário que ele fale ´ex´cathedra´, isto é, de maneira decisiva, como Pastor e Mestre dos cristãos, e não apenas de modo particular. Ele não é obrigado a consultar algum Concílio e ninguém, embora possa fazê´lo, e quase sempre o faz.

2. A matéria a ser definida se refira apenas à fé e à moral; isto é, se relacione com a crença e o comportamento dos cristãos.

3. Que o Sumo Pontífice queira proferir uma sentença definitória e definitiva, irrevogável, imutável, sobre o assunto em questão. Somente a sentença final é objeto da infalibilidade, e não os argumentos e as conclusões derivadas da sentença proclamada. E não há uma fórmula única de redação para a definição dogmática. Os termos normalmente usados pelos Papas são:´pronunciamos´, ´definimos´, ´decretamos´, ´declaramos´, etc. Em 8/12/1854, ao proclamar o dogma da Imaculada Conceição de Maria, o Papa Pio IX, na Bula ´Inefabilis Deus´ disse: ´Nós declaramos, decretamos e definimos que a doutrina segundo a qual, por uma graça e um privilégio especial de Deus Todo Poderoso e em virtude dos méritos de Jesus Cristo, salvador do mundo, a bem´aventurada Virgem Maria foi preservada de toda mancha do pecado original no primeiro instante de sua Conceição, foi revelada por Deus e deve, por conseguinte, ser crida firmemente e constantemente por todos os fiéis´. Note que o Papa afirma que essa verdade ´foi revelada por Deus´; isto é, sempre esteve no depósito da fé, embora não apareça de maneira explícita na Bíblia. Na proclamação do dogma da Assunção de Maria ao céu, o Papa Pio XII na Constituição Apostólica ´Munificientíssimus Deus´, proclamou diante de 36 Cardeais, 555 Patriarcas, Bispos, Arcebispos, e perante cerca de um milhão de fiéis, no dia 1/11/1950: ´Depois de haver mais uma vez elevado a Deus nossas súplicas e invocado as luzes do Espírito Santo ... pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma de fé revelado por Deus que: a Imaculada Mãe de Deus, sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada à glória celeste em corpo e alma´. Também aqui o Papa repete a expressão ´foi revelado por Deus´. Alguém poderia perguntar como foi revelado por Deus, se isto não está explicitamente na Bíblia? Pode não estar na Revelação da Palavra de Deus escrita, mas está na Revelação oral como nos mostra a vida da Igreja. Aqueles que rejeitaram a Tradição oral não conseguem entender isto. Quando um documento do Papa não permite aos teólogos saber se nele consta uma definição ´ex´cathedra´, neste caso se julga que não se trata de sentença obrigatoriamente imposta à fé dos cristãos, embora possa haver grave obrigação de se crer na proposição feita, em vista da autoridade do Pastor. Poucas vezes na história da Igreja os Papas tiveram a necessidade de se pronunciar ´ex´cathedra´. Podemos relatar, em ordem cronológica a lista das definições pontifícias. Resumiremos a seguir o que foi apresentado por D. Estevão Bettencourt, na revista ´Pergunte e Responderemos´ (nº 381, pp. 67 a 72, 1994).

26 de agosto de 2016 08:21

1 ´ Em 449, a carta do Papa São Leão Magno a Flaviano, bispo de Constantinopla, expunha a sã doutrina sobre o mistério da Encarnação ´em Cristo há uma só Pessoa (a Divina) e duas naturezas´ (divina e humana). Esta carta foi enviada pelo Papa ao Concílio Ecumênico de Calcedônia, no ano 451 e os Padres conciliares a consideraram como um documento definitivo e obrigatório para todos os fiéis. O Papa reprimia assim a heresia chamada monofisitismo ou monofisismo.

2 ´ Em 680, a carta do Papa S. Agatão ´aos imperadores´ afirmava, em termos definitivos, haver em Cristo duas vontades distintas, a Divina e a humana, sendo porém que a vontade humana ficava em tudo moralmente submissa à vontade divina. Assim o Papa reprimia a heresia do monotelitismo, que afirmava haver em Cristo apenas uma vontade, a divina. O documento foi enviado pelo Papa à assembléia do Concílio de Constantinopla III (680/681), a qual a aceitou com aplausos.

3 ´ Em 1302, o Papa Bonifácio VIII, através da Bula ´Unam Sanctam´, ´declara, afirma, define e pronuncia que toda criatura humana está sujeita ao Romano Pontífice´. Esta sentença deve ser entendida no quadro histórico da época, e quer dizer que o Papa tem jurisdição sobre toda e qualquer criatura humana ´ratione peccati´, isto é, na medida em que as atividades de determinada pessoa dizem respeito à vida eterna, e não nas atividades administrativas dos governos civis.

4 ´ Em 1336, através da Constituição ´Benedictus Deus´, o Papa Bento XII definiu que, logo após a morte corporal, as almas totalmente puras são admitidas à contemplação da essência de Deus face à face.

5 ´ Em 1520, através da Bula ´Exsurge Domine´, o Papa Leão X condenou 41 proposições de Lutero como heréticas.

6 ´ Em 1653, através da Constituição Apostólica ´Cum Occasione´ o Papa Inocêncio X reprovava as cinco proposições extraídas da obra ´Augustinus´ de Cornélio Jansenius, definindo´as como heréticas.

O jansenismo (de Cornelius Jansenius), influenciado pelas idéias de Lutero sobre o pecado original, ensinava um conceito pessimista sobre a natureza, julgando´a escravizada à concupiscência e ao pecado; em conseqüência, admitiam que o homem só pode praticar o bem em virtude de irresistível influxo da graça de Deus. O pessimismo Jansenista ainda era acentuado pela tese de que Cristo não remiu todos os homens, mas apenas os predestinados. Essas heresias foram condenadas por Inocêncio X.

26 de agosto de 2016 08:22

7 ´ Em 1687, através da Constituição ´Caelestis Pastor´, o Papa Inocêncio XI condenou como heréticas 68 proposições de Miguel de Molinos (†1696), sobre o Quietismo, que era uma tendência mística que coincidia a perfeição espiritual com tranqüilidade e passividade da alma, de modo que o cristão não desejava mais a sua bem aventurança eterna, nem a aquisição da virtude; qualquer tendência nele estaria extinta. A alma colocada neste estado de aniquilamento não pecaria mais, e não seriam mais necessárias as orações vocais, as práticas de piedade e a luta contra as tentações.

8 ´ Em 1699, através da Constituição ´Cumm alias´, o Papa Inocêncio XII condenou 23 proposições de François de Salignac Fènelon, da obra ´Explications des máximes des Saints sur la vie intérieure´, que pretendiam renovar o Quietismo, apresentando´o como modalidade de puríssimo amor a Deus.

9 ´ Em 1713, através da Constituição ´Unigenitus´, o Papa Clemente XI condenou 101 afirmações do livro ´Reflexions Moralis´ de Pascássio Quesnel (†1719). Era de novo o Jansenismo, com suas concepções pessimistas. É relevante lembrar aqui que foi na crise jansenista que se deram as aparições do Sagrado Coração de Jesus (1673´1675) à Santa Margarida Maria Alocoque, que sobretudo lembrava ao mundo a misericórdia de Deus e o Amor de Cristo que se fez homem, em oposição às teses do jansenismo pessimista.

10 ´ Em 1794, através da Constituição ´Auctorem Fidei´, o Papa Pio VI condenava 85 teses heréticas promulgadas em 1786 pelo Sínodo de Pistoria (Toscana), que eram a expressão radical do nacionalismo e do despotismo de Estado que haviam começado a crescer nos tempos de Felipe IV, o Belo, da França. Essa mentalidade levava os soberanos católicos a pretender criar Igrejas regionais, independentes do Papa, subordinando a Igreja ao Estado. Entre outras coisas pretendia a abolição da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, das procissões, das imagens, das indulgências, das espórtulas da Missa e outros serviços religiosos, redução das Ordens e Congregações Religiosas a um tipo só, jansenista.

11 ´ Em 1854, pela bula ´Inefabilis Deus´, o Papa Pio XI definiu o dogma da Imaculada Conceição de Maria.

26 de agosto de 2016 08:24

12 ´ Em 1950, pela Constituição ´Munificientíssimus Deus´, o Papa Pio XII definiu o dogma da Assunção de Nossa Senhora ao Céu, de corpo e alma. É preciso dizer aqui que os demais documentos do Magistério da Igreja e, de modo especial do Papa, mesmo que não sejam pronunciamentos ´ex´cáthedra´, pertencem ao magistério ordinário da Igreja, ao qual os fiéis católicos devem o devido respeito, como ensina o Concílio Vaticano II: ´Religiosa submissão da vontade e da inteligência devem de modo particular, ser prestada ao autêntico Magistério do Romano Pontífice, mesmo quando não fala ´ex´cathedra´. E isto de tal modo que seu magistério supremo seja reverentemente reconhecido, suas sentenças sinceramente acolhidas, sempre de acordo com a sua mente e vontade´ (LG, 25). São Tomás de Aquino afirma, por exemplo, que: ´Ao canonizar os santos, o Sumo Pontífice é de modo particular guiado pela inspiração do Espírito Santo´. As verdades da fé ensinadas pela Igreja, são pronunciadas pelo seu Magistério, que pode ser classificado em duas dimensões: ´ Magistério Ordinário: que é o ensinamento dos Bispos do mundo inteiro concordes entre si sobre os artigos da fé e de moral, em perfeita comunhão com o Papa. Magistério Extraordinário: que é exercido em casos especiais, e que tem duas expressões: as definições dos Concílios Ecumênicos (universais), e as definições o Sumo Pontífice quando fala ´ex´cathedra´. É empregado normalmente quando há dúvidas, contestações, sobre algum artigo da fé. É preciso lembrar, no entanto, que não é preciso que haja sempre uma definição solene do Papa para que exista um dogma de fé.

26 de agosto de 2016 08:25

TODO CREDO DE QUALQUER IGREJA OU SEITA É DOGMÁTICO. O último Concílio deixou claro que: ´A infalibilidade da qual quis o Divino Redentor estivesse sua Igreja dotada ao definir doutrina de Fé e de Moral, tem a mesma extensão do depósito da Revelação Divina, que deve ser santamente guardado e fielmente exposto´(LG,25). Essas palavras da ´Lumen Gentium´ ensinam´nos que a validade dos ensinamentos do Magistério da Igreja tem o mesmo peso que o da Tradição Apostólica e da Bíblia, devidamente interpretada pelo Magistério. Enfim, a Igreja sabe que a sua missão é continuar a obra de Cristo e ensinar a sua Verdade. É o que disse o Concílio último: ´Nenhuma ambição terrestre move a Igreja. Com efeito, guiada pelo Espírito Santo ela pretende somente uma coisa: continuar a obra do próprio Cristo que veio ao mundo para dar testemunho da verdade (Jo 18,37), para salvar e não para condenar, para servir e não para ser servido ´ (Mt 20,28), (GS,3). Santo Ambrósio (†397) , o grande bispo que batizou Santo Agostinho, expressou muito bem toda a importância da verdade de fé ensinada pela Igreja: ´No início se davam sinais aos não crentes. A nós, porém, na plenitude da Igreja, importa compreender a verdade. Já não por sinais, mas pela fé´. Mais do que nunca hoje a Igreja precisa dar este testemunho da verdade, pois parece que chegaram aqueles tempos que São Paulo anunciou: ´Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões, ajuntarão para si mestres. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas´ (2Tm 4,1´4). São Paulo chama esses falsos ensinamentos de ´doutrinas estranhas´ (1Tm 1,3), ´diabólicas´ (1Tm 4,1). São Pedro, já no seu tempo alertava as comunidades primitivas da Igreja para o perigo das ´seitas´ e falsos doutores, e que novamente hoje se multiplicam. ´Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores, que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas´ (1Pe 2,1). Para enfrentar o perigo das seitas, que segundo o nosso Papa, se ´espalham como uma mancha de óleo pela América Latina´, só mesmo levando o povo católico a conhecer a verdade de Cristo confiada à Igreja. É urgente levar o povo ao ´conhecimento da verdade´ (1Tm 2,4), para que seja protegido dos ´falsos profetas´ (Mt 7,15) e dos ´lobos cruéis´ (At 20,28). Somente ´apegados à doutrina da fé´ (Tt1,9), ´na integridade dessa doutrina´ (Tt 2,7), e ´perseverando no ensinamento dos Apóstolos´ ( At 2,4), o nosso bom povo católico, muitas vezes ignorante dos fundamentos da fé que professa, poderá deixar de ser ´como crianças ao sabor das ondas, agitadas por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus artífices enganadores´ (Ef 4,14). Urge levar a este povo ´alimento sólido´ (Hb 5,11s) que sutenta a fé adulta preparada para o ´bom combate´ (2Tm4,7). O grande místico São João da Cruz (1542´1591), companheiro de lutas de Santa Teresa, nos tempos da Reforma protestante, nos deixou uma palavra muito forte sobre a importância de se ter a Igreja como norma da verdade revelada por Deus: ´Além das verdades reveladas pela Igreja quanto `a substância de nossa fé, não há mais o que revelar. Por isso é necessário não só rejeitar qualquer novidade, mas também acautelar´se para não admitir as que aparecem sutilmente misturadas às substâncias dos dogmas.´


Por fim vale aqui o que Cristo disse a Pedro nosso primeiro papa: Mateus 16,18 ss: O que ligares na terra será ligado nos céus..."

Shalom !!

27 de dezembro de 2016 01:32

A graça e a paz de Deus nosso pai e de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos que o amam!
Amados, primeiramente, gostaria de vos lembrar que há "um só Corpo, uma só fé". Apesar disto, muitos irmãos CARNAIS, em Corinto, ainda que sendo membros do Corpo, não estavam vi endo esta unidade.
Em segundo lugar, quero lembrar que nosso Senhor Jesus disse: "Não vem o reino com aparente vista. Nem dirão: Ei-lo aqui ou ei-lo ali. Porque o reino de Deus está entre vós" (ou dentro de vós).
Amados, Deus reina em nosso coração. Em nós. Entre nós. Na Igreja. Não me refiro aqui a Igreja católica (ei-lo aqui) ou na "evangélica" ou local (ei-lo ali).
Mas naqueles que crêem e estão crucificados com Cristo e têm o Seu Espírito. Mas se alguém não tem o Espírito de Cristo este tal não é dEle.

Na verdade, os religiosos, que não tem o Espírito, nas palavras do apocalipse, "que se dizem judeus e não o são", são sinagoga de satanás. Sim, amados. Ou alguém está em Cristo ou está no império das trevas. Por mais religioso que seja.

Quando lutamos com zelo por uma denominação, estamos sendo idólatras. Nosso zelo deve ser pelo nome do Senhor e pela verdade. Ainda assim, em amor.

Enquanto nosso Senhor era crucificado intercedia por seus agressores.

Devemos odiar a nossa vida! Odiar a nossa juatiça! Considerar isto como esterco para ganharmos a Cristo!!!

Ou seremos como a semente que não deseja morrer, cuja vida fica confinada em seu interior.
Assim há um morrer para nós que recebemos o Senhor em nossos corações, a fim de que sua vida se manifeste em nós.

Se morrermos, deixaremos de ter zelo por denominações e aprenderemos com os irmãos, católicos ou evangélicos ou locais... pois apesar de muitos criticarem os irmãos locais pir esta acepção de uma igreja por cidade, por local, é assim que o Senhor nos vê: como um só.

Graça e paz a todos!

27 de dezembro de 2016 09:35

Prezado protestante Gustavo,

A Igreja foi fundada por Jesus para levar os homens à salvação, pelo ´conhecimento da verdade´ (1 Tm 3,15), então, o próprio Senhor garantiu a ela a infalibilidade naquilo, e só naquilo, que se refere à salvação dos fiéis; isto é, nos ensinamentos doutrinários, pelo auxílio do Esp. Santo que não erra. Assim, a mensagem do Evangelho não ficaria à mercê da manipulação dos homens, como sempre se tentou na história da Igreja. Sem a garantia da infalibilidade para o Magistério da Igreja, podemos dizer que teria sido inútil a Revelação Divina, pois ela seria deteriorada ao chegar até nós, e não teria a força da salvação.

A Igreja caro Gustavo, tem a missão de fazer ´resplandecer a verdade do Evangelho´. A grande preocupação da Igreja sempre foi ser fiel ao seu Senhor, guardando intacto aquilo que dEle recebeu, o ´depositum fidei´ (depósito da fé), ou, como dizia São Paulo a Timóteo e a Tito, a ´sã doutrina´. Podemos notar que nas Cartas pastorais que São Paulo escreveu a S.Timóteo e a S.Tito, a quem ordenou bispos, a grande preocupação do Apóstolo é com a doutrina, para que essa não se corrompesse com o passar do tempo e com a transmissão oral ou escrita. Veja essas passagens:
´Torno a lembrar´te a recomendação que te dei...para impedir que certas pessoas andassem a ensinar doutrinas extravagantes...´(1Tm1,3). Recomenda esta doutrina aos irmãos, e serás bom ministro de Jesus Cristo, alimentando com as palavras da fé e da sã doutrina...(1Tm4,6). ´Quem ensina de outra forma... é um obcecado pelo orgulho, um ignorante...(1Tm6,3´4). ´O´ Timóteo, guarda o bem que te foi confiado!´(1Tm6,20). ´Guarda o precioso depósito!´ (2Tm1,14). ´Porque virá tempo que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação´ (2Tm4,3). A S.Tito, vemos as mesmas recomendações de S.Paulo. Falando das qualidades que deve ter o bispo, ele diz: ´...firmemente apegado à doutrina da fé tal como foi ensinada, para poder exortar segundo a sã doutrina e rebater os que a contradizem´(Tt 1,9). ´O teu ensinamento, porém, seja conforme a sã doutrina...(Tt 2,1). ´...mostra´te em tudo modelo de bom comportamento: pela integridade da doutrina,...´(Tt 2,7). ´Certa é esta doutrina, e quero que a ensines com constância e firmeza...(Tt 3,8). Na sua grande preocupação com a sã doutrina, S.Paulo diz aos gálatas, com toda severidade: ´Não há dois evangelhos: há pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que alguém ´ nós, ou um anjo baixado do céu ´ vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema [maldito]. Repito aqui o que acabamos de dizer: se alguém pregar doutrina diferente da que recebestes, seja ele excomungado!´(Gal 1,7´10).

Continua...

27 de dezembro de 2016 09:36

Prezado Gustavo, ao longo da história a Igreja realizou 21 Concílios Ecumênicos (universais) para manter intacta essa ´sã doutrina´. Foram muitas vezes, momentos difíceis para a Igreja, porque, por não aceitar a verdade muitos irmãos se separaram da unidade católica; mas foram momentos de luzes para a caminhada da Igreja.´Os grandes Concílios foram momentos de graça para a vida da Igreja universal.Eles representam um ponto de referência indiscutível para a Igreja universal´, evitando a achologia das interpretações particulares, muito comuns no meio protestante, e você sabe disto. Esses foram momentos de graça, através dos quais o Espírito de Deus concedeu luzes abundantes sobre os mistérios fundamentais da fé cristã´. É sobretudo nos Concílios que a Igreja exerce a sua infalibilidade em matéria de fé e de moral. Não se conhece na história da Igreja (de mais de 2000 anos) uma verdade da fé que um dos Concílios, legítimos, tenha ensinado e que outro tenha revogado. Essa ocorrência doutrinária é uma prova da infalibilidade, já que o Espírito Santo, o grande Mestre da Igreja, não se contradiz. Ele não pode revelar à Igreja uma verdade hoje, que seja diferente, na essência, daquilo que Ele revelou ontem.

Caro Gustavo,um dia Jesus disse aos Apóstolos : ´Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será desligado no céu´ (Mt 18,18). Essa mesma grande promessa que Ele já tinha feito a Pedro, como Cabeça visível da Igreja (cf Mt 16,18), estende para todo o Colégio Apostólico unido e submisso a Pedro. E ainda mais, Jesus disse aos Apóstolos: ´Quem vos ouve, a Mim ouve, e quem vos rejeita, a Mim rejeita, e quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou´ (Lc 10,16). Depois dessa promessa, como não entender a infalibilidade da Igreja? Jesus garante que a palavra da Igreja é a Sua palavra. Quem rejeita o ensinamento dos Apóstolos, rejeita o próprio Senhor e o Pai que o enviou. Isto é muitíssimo sério. Rejeitar o que ensina a Igreja é rejeitar o que Jesus ensina, é rejeitar o que o Pai ensina; é rejeitar Jesus e o Pai.Antes de voltar ao Céu, na Ascensão, Jesus disse aos Apóstolos (à Igreja):


´Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações ... Ensinai´as a observar tudo o que vos prescrevi´ (Mt 28, 19´20).


Portanto caro Gustavo, Jesus envia a Igreja, que nascia com os Apóstolos, a ´ensinar a todas as nações´ a Sua doutrina. Sabemos que Deus sempre dá a graça necessária para se poder cumprir uma missão que Ele ordena. A graça, neste caso, foi a assistência do Espírito Santo para que a Igreja ensinasse sem erro. Antes de subir ao céu o Senhor garantiu:


´Eis que estarei convosco todos os dias até o fim do mundo´ (Mt 28,20).

Esta é a última frase do Evangelho de S. Mateus, e ela nos garante que o próprio Senhor está no seio da sua Igreja, através do Espírito Santo, prometido e enviado em Pentecostes, para impedi´la de errar em matéria fundamental para a salvação dos homens. Para aceitar que a Igreja, nesses 2000 anos possa ter errado o ´caminho da salvação´, e desvirtuado o Evangelho, como querem os protestantes, seria preciso aceitar antes, que Jesus a abandonou, e não cumpriu a Promessa de estar sempre com a Igreja até o fim do mundo. Mas isto jamais; Jesus é fiel e ama a sua Igreja como Esposa, com amor indissolúvel, pela qual deu a Sua vida. Disse São Paulo que ´Cristo amou a Igreja e se entregou por ela´ (Ef 5,25).

Shalom !!!

4 de março de 2017 19:22

Passei um ano frequentando essa igreja aqui em natal, RN, e dentre as que já frequentei, essa foi a que mais se aproximou das coisas corretas da bíblia!
Seu púlpito é no mesmo piso das pessoas.
Suas cadeiras são iguais aos outro membros!
Seus pastores não recebem salários, salvos os que tem dedicação exclusiva para a igreja.
Eles evangelizam de uma forma extraordinária.
E te digo, a única falha deles é não explorar os dons do Espírito Santo!!

6 de março de 2017 16:09

Prezado Luiz,


Eu acredito que tudo na vida é uma questão de escolhas. Tudo isto está diretamente relacionado a pessoa, como ela vive , como sente o mundo e a si mesma, e como a pessoa está inserida nele.O alienado(a) não busca conteúdo, mas somente os efeitos e sensações, não procura se informar e vai com deixando-se levar pela correnteza de seus próprios anseios, ou quando deixa-se manipular, ou seja, se direciona através da massa, da moda e não procura ter opinião formada. Isso para mim (até que me provem o contrário com argumentos plausíveis, e não carregados de sentimentos revanchistas), é alienação, e no mundo em que vivemos hoje, somente é alienado aquele que quer e não se interessa em olhar além das fronteiras que já conhece. Uma pessoa não usar a curiosidade para seu crescimento pessoal, então a meu ver é alguém que se acomoda ou se satisfaz em ser medíocre. Se alguém faz esta opção o problema é dela concordo, e devemos respeita-la em suas opções, mas isto não nos tira o direito de falar a verdade, não sobre a pessoa e o mérito de suas opções, mas sobre o “objeto” de suas opções: Músicas alienantes, sensações alienantes, ideologias alienantes,bem como objetivos egoístas e alienantes.Repito por amor à verdade que nos liberta: “A verdade não depende de nossos sentimentos ou preferências.Uma coisa é verdadeira quer gostemos dela, quer não. Devemos sim respeitar as crenças e opções dos outros(e vice versa), mas amorosamente temos por dever dizer a verdade que salva.Além do mais, se você realmente ama e respeita as pessoas, sabiamente lhes dirá a verdade sobre informações que podem ter consequências eternas na vida das pessoas.”Já dizia São Tomás de Aquino: “Não se opor ao erro é aprova-lo, não defender a verdade é nega-la. A verdade é um exercício da Caridade.”


Shalom !!!

28 de março de 2017 17:48

Beraka, VC é católico ou que? Primeiro, fala das seitas, segundo, fala de Lutero, dizendo que ele é herëtico. VC se esqueceu que foi Deus que usou Aquele vaso para restaurar o Evangelho puro que se estaba perdiendo? Ahora, fala das igrejas evangélicas brasileiras... Afinal, VC Nao tem denominacao? 😁😁

3 de abril de 2017 09:43

Prezado Alexandre,

"Somos Católicos Apostólicos Romanos, e como Católicos fieis ao SAGRADO MAGISTÉRIO, somos contra a esquerda, contra a direita, e contra o centro, quer na desgraçada e bem corrupta política civil, quer na política eclesiástica, que também não vive na graça de Deus quando faz opções ideológicas estranhas ao evangelho de Cristo. Somos contra o Panteísmo, a Gnose, doutrinas reencarnacionistas, contra ideologias ateias, amorais e não Cristãs, bem como a todas as falsas doutrinas, tipo: Teologia da Prosperidade ( I Tim6,10), somente a fé negando as boas obras (Tiago 2,14-26), somente as escrituras negando a tradição (Mt 2,23; At 20,35; Tg 4,5; Jo 21,25; At 2,42; 1Ts 2,13; 2Ts 2,15; 2Tm 2,2; 1Cor 11,2),e somente a graça sem colaboração alguma por parte do Cristão (IIPedro 1,5 – 11; Filip 2,12) e principalmente negamos a ante bíblica livre interpretação das escrituras (II Pedro 1,20) que pulveriza o Cristianismo em várias seitas contraditórias entre si. Negamos também a doutrina do arrebatamento protestante(1Ts 4,16-17; Ap 1,7; Ap 22,12; Mt 24,27.30; Mt 25,31; 1Ts 4,15; 2Pd 3,10; At 1,11; Jo 5,28-29), que propõe não duas vindas de Cristo, mas três, o que é completamente infundada e não encontra respaldo nas escrituras destas três vindas de Nosso Senhor Jesus Cristo. O verdadeiro católico fiel ao sagrado magistério de sempre da Igreja, acredita na natureza humana, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, uma ordem moral herdada e testada na história de nossos antepassados e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro. Cremos no valor desta sã tradição e dos bons costumes, e sobre este alicerce firme assentamos nossa opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum. Cremos também que apesar das falhas humanas de seus membros, a Moral Católica é o melhor que há para o desenvolvimento das virtudes e para a constituição de uma ordem moral e social justa e correta, objetivando a salvação do homem todo e de todos os homens, para isto o meio por excelência é aquele ordenado por Cristo: Ide e evangelizai (Mateus 16,15).

Shalom !!!

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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