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ÚLTIMAS POSTAGENS

Bolsonaro e o poder do ideal: como um líder Conservador mobilizou e mudou o Brasil

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 27 de fevereiro de 2024 | 17:05





Bolsonaro antes de tudo representa um ideal -  Mas, que está por trás do crescimento político de Jair Messias Bolsonaro?




“A homens se pode prender e matar; aos ideais, jamais.”





O crescimento político de Jair Messias Bolsonaro não pode ser compreendido apenas a partir de sua trajetória pessoal ou de episódios eleitorais pontuais. Trata-se de um fenômeno mais profundo, enraizado em transformações culturais, morais e políticas ocorridas no Brasil ao longo das últimas décadas. 



Bolsonaro emerge como a personificação de um ideal conservador que permaneceu, por longo tempo, marginalizado no debate público, mas que encontrou condições históricas favoráveis para se manifestar de forma contundente a partir dos anos 2010. Desde o escândalo do Mensalão, passando pelo desgaste institucional provocado pela Operação Lava Jato e culminando no impeachment da presidente Dilma Rousseff, formou-se um ambiente de descrédito generalizado em relação às elites políticas tradicionais. Nesse contexto, Bolsonaro passou a ser percebido por amplos setores da sociedade como uma alternativa simbólica ao establishment político e ideológico dominante.








Quer gostemos ou não, é inegável que existe um Brasil antes e depois de Bolsonaro. Sua emergência política não apenas redefiniu o cenário eleitoral, mas também provocou mudanças profundas na maneira como os brasileiros percebem temas centrais como segurança pública, moralidade, identidade cultural e participação política. Ele se tornou, assim, mais do que um líder: um vetor de transformação social e ideológica, capaz de mobilizar tanto o apoio fervoroso de seus seguidores quanto a crítica intensa de seus opositores. 



Esse efeito disruptivo evidencia que a ascensão de Bolsonaro transcende a esfera pessoal ou partidária e se insere como um fenômeno estruturante do Brasil contemporâneo.

Jesus não era moralista? Era “amoral”?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 20 de fevereiro de 2024 | 16:47

 




É muito comum essas MEIAS VERDADES, ou linguagem dúbia, própria de satanás e seus simpatizantes (como a ala progressista da igreja, como o UNISINOS de onde foi retirado esse texto):  "Quanto mais moralista eu for, mais dificultarei o encontro do pecador com a Cruz de Cristo. Denunciar o pecado implica em apontar a Cruz. Na Cruz está estampada a culpa, a maldade e o pecado de todos os homens: ricos e pobres, pretos e brancos, religiosos ou não. Mas ao mesmo tempo, na Cruz está também a inauguração da redenção da humanidade", escreve Nilson Gomes, graduado em Teologia pelo Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos (ICEC) e pela Faculdade Unida de Vitória e Evangelista da Assembleia de Deus ministério do Belém em São Paulo, em artigo publicado por Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, 06-09-2020. Continua o artigo dúbio: Paulo, o apóstolo dos gentios, não se incomodou em escandalizar pelo escândalo da cruz judeus, religiosos, moralistas que, pela devoção e zelo à lei, não se abriam para o Evangelho da Graça. Paulo nem se importou que sua reputação fosse pelos ralos daquela religiosidade barata de falsa piedade. Foi firme na carreira que lhe estava proposta e encarou os inimigos da Cruz, destemidamente. Esses progressistas só postam o que lhes interessa,não postam a plenitude do evangelho, por que não pregam o que esse mesmo apóstolo Paulo pregou em Gálatas 5,13-25:

 

 

 

“Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Contudo, não usem a liberdade para dar ocasião à carne, mas sirvam uns aos outros por meio do amor. Pois toda a lei se cumpre em um só mandamento: “Ame ao seu próximo como a você mesmo”. Mas, se vocês mordem e devoram uns aos outros, cuidado para não se destruírem mutuamente. Por isso, digo: vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contra o Espírito; o Espírito, o que é contra a carne. Eles estão em conflito um com o outro, de modo que vocês não fazem o que desejam. Todavia, se vocês são conduzidos pelo Espírito, não estão debaixo da lei. Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza, devassidão, idolatria, feitiçaria, inimizades, desavenças, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções, inveja, embriaguez, orgias e coisas semelhantes a estas. Eu os advirto, como antes já os adverti: aqueles que praticam essas coisas não herdarão o reino de Deus. Entretanto, o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e os seus desejos. Já que vivemos no Espírito, andemos também pelo Espírito...”










Continua o "dúbio e relaxado artigo": Hoje, cresce a cada dia, aqueles que certamente seriam opositores do Apóstolo tão citado, Paulo. Percebemos pregadores que, na tentativa de passar a imagem do “João Batista” de hoje, fazem o contrário do apóstolo dos gentios (?), mantendo zelosamente sua reputação entre os religiosos, e, atacando “gentios”. Esbravejam “santidade” com capa moralista e, com isso, se julgam defensores da verdade. Entretanto, defender a Verdade é tornar notório o mistério de Cristo. Porque verdade no Evangelho não é um conceito teológico ou filosófico. Verdade não é um compêndio doutrinário, e nem um conjunto de regras que eu tenho que obedecer. Verdade no Evangelho é uma Pessoa, Jesus Cristo (João 14,6). Portanto, defender doutrinas e teologias não significa defender o Evangelho. A teologia deve estar a serviço do Evangelho e não o contrário. Ser moralista não é ser um “João Batista”, tampouco significa falar a verdade (pera ai, e João Batista foi morto afinal de contas por que? Por acatar esse evangelho dúbio, morno e sem nervos, ou falar a verdade?). Pregar contra o pecado não é atacar quem não anda de acordo com o o evangelho (?) - Como disse o apóstolo dos gentios: “Antes, subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”. (1Co 9,27) Quanto mais moralista eu for, mais dificultarei o encontro do pecador com a Cruz de Cristo (quer dizer que agora o verdadeiro testemunho Cristão não são dos santos, mas dos DEPRAVADOS?). Denunciar o pecado implica em apontar a Cruz (e a cruz é o que? Sombra e água fresca? Ou renúncia?).  Na Cruz está estampada a culpa, a maldade e o pecado de todos os homens: ricos e pobres, pretos e brancos, religiosos ou não. Mas ao mesmo tempo, na Cruz está também a inauguração da redenção da humanidade. Daí pra frente, tudo o que precisa é Crer ( como já dizia Lutero: "Crer no Sr Jesus e podes pecar a vontade, pois uma vez salvo, salvo para sempre?"...) Termina o texto dúbio com a frase de um tal Carlos Bezerra Jr.: “a história nos mostra que todo moralista tem um fim trágico” (bom, pelo ao menos nisso falou uma verdade! O últimos dos profetas, o moralista João Batista, é testemunha ocular disso!).

Qual a melhor bíblia para um estudo bíblico? Guia do catequista para escolher a tradução e interpretação mais autêntica

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024 | 09:50

 

(foto reprodução)



por*Francisco José Barros de Araújo 


Quando um catequista pergunta: “Qual é a melhor Bíblia para você?”, a questão vai muito além da estética da capa, do tamanho das letras ou da linguagem utilizada na tradução. A verdadeira pergunta é: qual edição das Sagradas Escrituras consegue conduzir sua alma a um encontro mais profundo com Cristo e à vivência fiel da fé católica? 


Afinal, a Bíblia não é apenas um livro de estudo histórico ou literário; ela é a Palavra viva de Deus, inspirada pelo Espírito Santo e confiada à Igreja para a salvação das almas.



Em um tempo marcado pela multiplicidade de versões — Bíblia de Jerusalém, Ave-Maria, CNBB, Pastoral, TEB, entre tantas outras — muitos fiéis sentem-se perdidos diante de tantas opções. 


Algumas edições priorizam uma linguagem mais simples, outras um aprofundamento acadêmico; algumas possuem excelentes notas explicativas, enquanto outras trazem comentários que podem gerar interpretações confusas ou excessivamente ideologizadas. 


Por isso, escolher uma Bíblia não significa apenas escolher uma tradução, mas também discernir qual linha interpretativa acompanha aquele texto sagrado.


A Igreja sempre ensinou que a interpretação autêntica das Escrituras deve estar em harmonia com a Tradição Apostólica e o Magistério. A Palavra de Deus não pode ser reduzida a uma mera análise sociológica, política ou puramente humana, esquecendo sua dimensão sobrenatural e salvífica. Ler a Bíblia sem esse cuidado pode levar não à verdadeira exegese — que busca extrair do texto aquilo que Deus quis revelar —, mas à eisegese, isto é, inserir no texto ideias e ideologias externas à fé cristã.


Por isso, a missão do catequista é fundamental. Mais do que recomendar uma edição específica, ele deve ajudar o fiel a aproximar-se das Escrituras com reverência, amor e segurança doutrinária. O objetivo não é apenas compreender intelectualmente os textos bíblicos, mas permitir que a Palavra transforme a vida concreta do cristão, ilumine suas escolhas e fortaleça sua caminhada espiritual.


A melhor Bíblia, portanto, não é necessariamente a mais famosa, a mais acadêmica ou a mais cara. É aquela que leva o fiel a ler com frequência, meditar com profundidade, rezar com confiança e viver com fidelidade os ensinamentos de Cristo e da Igreja. Porque a Sagrada Escritura só alcança plenamente sua finalidade quando deixa de ser apenas palavras impressas em páginas e se torna alimento da alma, luz para o caminho e voz de Deus no coração do homem.

Pode a Oração Mudar o Livre-Arbítrio e Converter Almas? Análise Bíblica, Teológica e Doutrinária sobre a Coversão de Santo Agostinho

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024 | 14:46




Por *Francisco José Barros Araújo 


A oração é um dos maiores mistérios da vida espiritual cristã. Desde os primórdios do cristianismo, ela é compreendida não apenas como uma súplica ou um meio de alcançar favores divinos, mas sobretudo como expressão íntima de comunhão com Deus. No entanto, nas últimas décadas, observa-se uma crescente deturpação do verdadeiro sentido da oração, muitas vezes reduzida a instrumento de barganha ou “fórmula mágica” para alterar a vontade divina. Este estudo pretende refletir, à luz das Sagradas Escrituras e da doutrina católica, sobre os limites e o alcance da intercessão. Afinal, é possível que a oração mude o livre-arbítrio de uma pessoa? Ou será que o poder da oração reside não em mudar a vontade dos outros, mas em transformar interiormente aquele que reza? A partir de exemplos bíblicos e do testemunho de santos como Agostinho e Mônica, buscou-se compreender a verdadeira força da oração, sem cair em reducionismos mágicos ou sentimentalismos religiosos, mas resgatando sua natureza relacional e teologal. A conversão de Santo Agostinho representa, talvez, um dos casos mais emblemáticos da ação da graça divina na vida humana, combinando de forma extraordinária elementos internos e externos que cooperaram para a sua transformação espiritual. Historicamente, Agostinho nasceu em 354 em Tagaste (atual Argélia) e passou por uma juventude marcada por questionamentos filosóficos, intelectuais e uma vivência moral permeada pelo hedonismo e pelo maniqueísmo. Sua conversão não foi um evento súbito isolado, mas um processo gradual, rico em sinais da ação de Deus.

Liberdade, Divergência e Democracia: Caminhos para Construir o Bem Comum em Sociedades Pluralistas

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 11 de fevereiro de 2024 | 11:46


 

Opinião: "é possível democracia sem liberdades?" Como superar e canalizar as divergências para o "bem comum?"


Por *Francisco José Barros Araújo 



Debater, ouvir e buscar convergências — mesmo que mínimas — sem recorrer a agressões pessoais é fundamental em uma sociedade democrática. Este ideal representa o “melhor dos mundos”: grupos e indivíduos com opiniões divergentes nos espaços públicos, mas unidos pelo objetivo comum de promover o bem coletivo, respeitando a individualidade e a dignidade de cada cidadão, discutindo ideias, políticas públicas e ações em prol da sociedade.  No entanto, a realidade brasileira contemporânea é marcada por uma polarização extrema, em que qualquer discurso divergente enfrenta resistência imediata. O debate público, que deveria estimular o diálogo e a reflexão, muitas vezes cede espaço a cancelamentos, ódio e ataques pessoais. Diante desse cenário, surge uma questão central para sociólogos, cientistas políticos e educadores cívicos: como fortalecer a liberdade de expressão e promover um diálogo racional e construtivo?  O filósofo John Stuart Mill, em seu clássico Sobre a Liberdade, alerta que silenciar uma opinião é prejudicial não apenas à geração presente, mas também à posteridade, pois impede que os fatos sejam analisados sob múltiplas perspectivas. A pluralidade de ideias é essencial para compreender a sociedade em sua totalidade e fortalecer a democracia participativa.  De maneira complementar, René Descartes nos ensina que a certeza surge do exercício constante da dúvida, instrumento fundamental para combater erros e aproximar-nos da verdade. Esse princípio filosófico reforça que o diálogo político e a tolerância à divergência são pilares de uma sociedade democrática madura, capaz de enfrentar desafios complexos e construir consensos a partir da diversidade de opiniões.

A legislação brasileira prevê "punição para a presunção de crime?"

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 10 de fevereiro de 2024 | 20:16

 


 



“Os atos preparatórios de um crime, são puníveis?”


 

Os atos preparatórios são aqueles realizados em momento anterior ao da execução do delito. Trata-se de uma fase entre a cogitação e a execução. Esses atos somente são puníveis quando constituírem, por si só, infração penal. Um exemplo de ato preparatório não punível é a preparação para um sequestro como compra de cordas para amarrar a vítima, aluguel de uma casa para o cárcere privado, etc. 

Jornalista J.R. Guzzo: "Não houve golpe e sim, arruaça!"

 

(foto reprodução - Oeste sem filtro)



STF age como Justiça de Cuba ao ver golpe de Estado em arruaça do 8 de janeiro!

Carlos Acutis: "um santo da geração de calça jeans"

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024 | 00:00

 




A Igreja ganha um novo beato, um “ anjo da juventude” para interceder junto ao Pai.

Política, Fé e Assistencialismo: Rubinho Nunes critica atuação de Padre Júlio Lancellotti na Cracolândia

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024 | 16:09

 

(foto reprodução - You Tube)


Parlamentar Rubinho Nunes: "Júlio Lancellotti faz um trabalho mais politizado que humanizado na cracolândia"



O vereador Rubinho Nunes (União Brasil), conhecido por sua atuação firme em pautas de transparência pública e combate ao uso político de causas sociais, afirmou recentemente que o padre Júlio Lancellotti tem conduzido seu trabalho na Cracolândia de forma mais politizada que humanitária.  De acordo com o parlamentar, o sacerdote estaria exercendo uma influência direta na articulação de ONGs que atuam na região central de São Paulo, muitas das quais são alvo da CPI das ONGs instalada na Câmara Municipal para investigar possíveis irregularidades no uso de recursos públicos e na gestão de projetos sociais.  Rubinho Nunes declarou ainda haver indícios de exploração política e ideológica de pessoas em situação de rua, o que, segundo ele, descaracterizaria o trabalho pastoral e assistencial que deveria estar voltado exclusivamente à recuperação e reinserção social dos dependentes químicos.  “O padre Júlio Lancellotti age de maneira política. Há uma rede organizada sob sua influência, e estamos apurando se existe uso indevido dessas pessoas e dessas causas para fins de militância”, afirmou o vereador, que é um dos principais articuladores da Comissão Parlamentar de Inquérito das ONGs.  A fala do parlamentar reacende o debate sobre o papel das organizações religiosas e civis na Cracolândia, um dos problemas sociais mais complexos e persistentes da capital paulista. De um lado, defensores de Lancellotti sustentam que ele é um símbolo de compaixão e resistência diante do abandono estatal. De outro, críticos alegam que sua atuação impede ações de segurança e saúde pública mais firmes, ao adotar uma abordagem que politiza o tema e fragiliza as medidas de enfrentamento ao tráfico e à criminalidade.  A CPI das ONGs, que investiga repasse de verbas, vínculos institucionais e possíveis irregularidades na prestação de contas, promete trazer à tona dados concretos sobre a atuação dessas entidades na Cracolândia e o alcance real de seus programas assistenciais.

Campanha da Fraternidade 2024: Inclusão, Ideologia e o Conflito entre Doutrina e Política na Igreja Católica

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 6 de fevereiro de 2024 | 21:53

 




O cartaz da Campanha da Fraternidade 2024


Nos últimos anos, parte da ação pastoral e assistencial no Brasil tem se desviado de sua essência evangélica, transformando-se em instrumento de causas político-partidárias e ideológicas. O que antes deveria ser o anúncio da conversão e da misericórdia, tornou-se, em muitos casos, um palco de discursos sociais impregnados de militância e ideologia de gênero. Essa confusão entre o Evangelho de Cristo e o evangelho das causas humanas enfraquece a missão da Igreja, substituindo o chamado à santidade por uma agenda de ativismo. O verdadeiro Evangelho não é um manifesto político, mas o caminho da salvação que liberta o homem do pecado — não o aprisiona em slogans.Cartaz tem representação do Papa Francisco em referência à Encíclica Fratelli Tutti, inspiração do tema da campanha



Na Campanha da Fraternidade 2024 o tema escolhido foi “Fraternidade e Amizade Social”



Com inspiração na Encíclica do Papa Francisco Fratelli Tutti. Já o lema da campanha é “Vós sois todos irmãos e irmãs” (Mt. 23,8). O cartaz foi criado pelos jovens Samuel Sales e Wanderley Santana, de Brasília (DF). Nele, é ilustrado o cenário da comunidade como uma casa, espaço onde se acolhem os irmãos para a partilha do alimento e da vida. O símbolo maior da comunidade é a celebração da fé ao redor de uma mesa, com pão, vinho e fraternidade. A mesa remete ao sacramento da amizade de Deus com a humanidade, e em torno dela, todos se reúnem. Os alimentos na mesa, típicos da dieta mediterrânea, fazem referência às refeições de Jesus. Já as janelas indicam uma casa aberta aos desafios do mundo e da realidade.



Inspiração no Papa Francisco







Entre as pessoas do cartaz está o Papa Francisco com sua bengala. Esta imagem expressa aquele que assume suas limitações e propõe ao mundo a amizade social por meio de sua Encíclica Fratelli Tutti. O Santo Padre usa a cruz de Dom Helder Câmara, que participou da fundação da CNBB em 1952, recordando as semelhanças entre ambos, colaboradores da história da CNBB e da Igreja no Brasil e no Mundo.A cruz de Dom Helder é também uma recordação para marcar os 60 anos da Campanha da Fraternidade, celebrada nacionalmente pela primeira vez em 1964. A Campanha da Fraternidade foi criada por Dom Eugênio Sales, na época Arcebispo da arquidiocese de Natal (RN). E teve com Dom Helder, então secretário-geral da CNBB, o grande esforço pastoral em torná-la nacional, sendo assumida por toda Igreja no Brasil.







Oração da Campanha da Fraternidade 2024

 


 

"Deus Pai, vós criastes todos os seres humanos com a mesma dignidade. Vós os resgatastes pela vida, morte e ressurreição do vosso filho Jesus Cristo e os tornastes filhos e filhas santificados no Espírito!Ajudai-nos, nesta Quaresma, a compreender o valor da amizade social e a viver a beleza da fraternidade humana aberta a todos, para além dos nossos gostos, afetos e preferências num caminho de verdadeira penitência e conversão.Inspirai-nos um renovado compromisso batismal com a construção de um mundo novo, de diálogo, justiça, igualdade e paz! Conforme a Boa-Nova do Evangelho!Ensinai-nos a construir uma sociedade solidária sem exclusão, indiferença, violência e guerras! E que Maria, vossa serva e nossa mãe, eduque-nos para fazermos vossa santa vontade! Amém!"



 

Da Redação, com CNBB



Conclusão 



A caridade autêntica não se confunde com ideologia. Incluir, na lógica cristã, nunca significou aprovar o pecado, mas acolher o pecador com o propósito de conduzi-lo à libertação. Quando a Igreja — ou seus representantes — trocam o altar pela militância e a confissão pela pauta ideológica, ocorre um desvio grave da missão recebida por Cristo: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). A fé cristã não é bandeira partidária, e o amor de Deus não é instrumento de propaganda. 



O Evangelho não se reduz a um discurso de “aceitação”, mas é antes o convite à conversão, à mudança de vida e à busca da santidade. O verdadeiro ato de inclusão é aquele que cura, transforma e santifica, porque a missão da Igreja é libertar o homem do pecado — não adaptá-lo a ele.  Nesse contexto, é importante recordar que a amizade social, tantas vezes invocada nos debates contemporâneos, não pode ser reduzida a um conceito meramente político ou ideológico. A fraternidade cristã não exclui ninguém, mas tampouco se apoia em divisões partidárias ou slogans de ocasião. 



A verdadeira amizade social nasce do reconhecimento da dignidade humana à luz de Deus e da busca sincera pelo bem comum, sem rótulos, sem manipulação e sem relativizar a verdade moral.  A sociedade só encontrará paz e verdadeira inclusão quando compreender que amar não é concordar com o erro, e que respeitar não é silenciar diante da mentira. A Igreja é chamada a ser sinal de unidade, não de polarização — instrumento de reconciliação, não de disputa ideológica. A amizade social de inspiração cristã não se constrói sobre alianças partidárias, mas sobre o amor que vê em cada ser humano um filho de Deus chamado à salvação. Só assim a caridade deixará de ser espetáculo e voltará a ser Evangelho vivo.



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A Paz em Cristo e o Amor de Maria, a mãe do meu Senhor (Lucas 1,43)




A "teologia do domínio" e Reino de Deus na perspectica Católica e protestante

 





Por *Francisco José Barros Araújo 



A teologia do domínio refere-se a uma linha de interpretação e pensamento teológico sobre o papel da igreja na sociedade contemporânea. A teologia do domínio também é conhecida como reconstrucionismo cristão e teonomia. A teologia do domínio afirma que o cristianismo bíblico governará todas as áreas da sociedade, pessoais e corporativas. O reconstrucionismo cristão argumenta que a sociedade será reconstruída pela Lei de Deus como pregada no evangelho. A teonomia é uma visão pós-milenista que acredita que todas as leis morais contidas no Antigo Testamento ainda são obrigatórias hoje. Embora possam parecer um pouco díspares, todos estão intimamente ligados ao ponto de as pessoas geralmente usarem os termos de forma intercambiável. Essa doutrina dos dois reinos é uma doutrina cristã protestante que ensina que Deus é o soberano do mundo inteiro e que ele governa de duas formas. Ela é defendida por luteranos e tem sido historicamente defendida também pelos calvinistas, apesar de os neo-calvinistas adotarem uma visão diferente chamada transformacionalismo (ou "mandato cultural").

A teologia do #Preterismo é Católica, ou protestante?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 4 de fevereiro de 2024 | 19:12

 

(foto reprodução)



O Preterismo constitui apenas uma entre as várias metodologias teológicas desenvolvidas ao longo da história para a interpretação do Apocalipse de São João e das profecias escatológicas tanto do Novo quanto do Antigo Testamento. 


Trata-se de uma chave hermenêutica que busca compreender muitas — ou quase todas — as profecias bíblicas como já realizadas nos primeiros séculos do Cristianismo, especialmente nos eventos ligados à queda de Jerusalém no ano 70 d.C., às perseguições romanas e às lutas iniciais da Igreja nascente. Embora hoje seja difundido em certos meios acadêmicos e, sobretudo, populares, o Preterismo não representa a única leitura possível, nem tampouco a mais constante na Tradição exegética da Igreja ao longo dos séculos.  


Em sua formulação sistemática, o chamado Preterismo “clássico” ganha corpo no início do século XVII, mais precisamente em 1604, com a obra do jesuíta espanhol Luis de Alcasar. Seu trabalho surge no contexto das grandes controvérsias confessionais do período pós-Reforma, quando teólogos protestantes — especialmente de vertente historicista — passaram a identificar a Igreja Católica com as figuras simbólicas negativas do Apocalipse, como a “Babilônia” ou a “Grande Prostituta”. 



Diante dessas acusações, Alcasar desenvolveu uma robusta defesa exegética, demonstrando, com base no contexto histórico e literário dos textos sagrados, que tais interpretações eram marcadas por forte viés polêmico e careciam de fundamento na Tradição patrística e na reta hermenêutica católica.  É importante frisar que, nesse esforço apologético, não se pretendia “esvaziar” o caráter profético das Escrituras, mas antes restituir-lhes o devido enquadramento histórico, combatendo leituras tendenciosas que instrumentalizavam a Bíblia contra a própria Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo sobre a rocha de Pedro (cf. Mt 16,18). 



Assim, o Preterismo, em sua origem católica, nasce mais como resposta às acusações anticatólicas do que como um sistema escatológico fechado.  Trazemos, portanto, ao leitor esta matéria de caráter informativo e, na medida do possível, imparcial quanto à exposição das teses, ainda que o conteúdo-base tenha sido elaborado em ambiente protestante — o que exige discernimento crítico, sobretudo quando se trata de temas sensíveis à eclesiologia e à escatologia católicas.

Padre Paulo Ricardo: "Os dez #princípios do conservadorismo"






"O conservadorismo é um estado da mente, um tipo de caráter, uma maneira de olhar para a ordem social e civil. Eis aqui dez princípios gerais desse conjunto de opiniões, formulados pelo filósofo Russell Kirk."

A farsa da democracia lulista: “Lula impõe sigilo em imagens da invasão no Palácio do Planalto”

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 3 de fevereiro de 2024 | 14:01

(foto reprodução)


 

Prática contrasta com as declarações dadas pelo presidente Lula em defesa da transparência

Padre Lorenzo Prezzi: “outros de tipos de consagração laical” – Uma bela surpresa na Igreja!

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024 | 12:25

 


 

Toda consagração seja sacerdotal, religiosa, matrimonial, ou laical, é um chamado vocacional já inserido em sua identidade Cristã, para melhor vivencia da consagração primordial dada pelo batismo, visando a santidade própria e do mundo: 



CIC §901 "Os leigos, em virtude de sua consagração a Cristo e da unção do Espírito Santo, recebem a vocação admirável e os meios que permitem ao Espírito produzir neles frutos sempre mais abundantes. Assim, todas as suas obras, preces e iniciativas apostólicas, vida conjugal e familiar, trabalho cotidiano, descanso do corpo e da alma, se praticados no Espírito, e mesmo as provações da vida, pacientemente suportadas, se tornam 'hóstias espirituais, agradáveis a Deus por Jesus Cristo' (l Pd 2,5), hóstias que são piedosamente oferecidas ao Pai com a oblação do Senhor na celebração da Eucaristia. É assim que os leigos consagram a Deus o próprio mundo, prestando a Ele, em toda parte, na santidade de sua vida, um culto de adoração."

Você já ouviu falar do "movimento ARCA" liderado por Jordan Peterson?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 25 de janeiro de 2024 | 14:22

(foto reprodução)


 

Você já ouviu falar do movimento ARCA? Simplesmente liderado por nada menos que Jordan Peterson, um dos mais influentes intelectuais do mundo ocidental e que teve a coragem de se levantar já a alguns anos, contra o “politicamente correto” e as agendas progressistas de esquerda. Expoente do pensamento conservador, Peterson reuniu em 01 de Novembro de 2023, no O2 Arena de Londres, cerca de 1500 inscritos, para um rico debate no lançamento da ARC, com foco em valores judaico-cristãos, defendendo Família e valores ocidentais. Apoiado por dezenas de personalidades da política, intelectuais e empresários. Junto com outras personalidades “anti-woke”, discutiu temas como casamento, criação de filhos, religião e mudanças climáticas. Estavam no debate Ben Shapiro, o político John Anderson (ex-vice-primeiro-ministro da Austrália) e a baronesa Philippa Stroud (integrante da Câmara dos Lordes britânica), entre outros. Desde sua divulgação, a conferência da Alliance for Responsible Citzenship foi imediatamente taxada pela imprensa como uma versão anti-woke de iniciativas como Davos e o Fórum Econômico Mundial. O diplomata e escritor brasileiro Gustavo Maultasch, que participou dos três dias de painéis, o evento foi muito além. "As discussões foram totalmente construtivas, o contrário da agenda vitimista da esquerda progressista".

Jornalista J.R. Guzzo: "querem blindar Lancellotti, mas investigação precisa ir adiante" - Quem não deve não teme!

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 22 de janeiro de 2024 | 18:10

 




Lula, PSOL e Moraes querem blindar Lancellotti, mas investigação precisa ir adiante!

Grupo de 250 multimilionários em Davos querem mais impostos! Heróis ou bandidos?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 21 de janeiro de 2024 | 11:58

 

(fotos reprodução - internet)




Em Davos, um grupo de 250 multimilionários entregou uma carta aos líderes mundiais presentes pedindo que lhes sejam cobrados mais tributos, para "combater desigualdades e melhorar serviços públicos".  

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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