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Os ativistas Gays dizem que Jesus jamais condenou a PRÁTICA DA HOMOSEXUALIDADE, mas isto é verdade ?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 7 de dezembro de 2017 | 22:55








Mateus 18,1-9:Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus, dizendo: Quem é o maior no reino dos céus? E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles, e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus. E qualquer que receber em meu nome um pequenino, tal como este, a mim me recebe. Mas, quem escandalizar um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e se submergisse na profundeza do mar. Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem. Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida coxo, ou aleijado, do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. E, se o teu olho te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno...”




Os ativistas homossexuais adoram argumentar que Jesus nunca falou uma só palavra contra a homossexualidade, mas o que dizem realmente as escrituras sobre esta afirmação do movimento gay ?


Por exemplo, em Marcos 7,21 o próprio Jesus diz:

“Pois é de dentro do coração dos homens que procedem os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os furtos, os homicídios, os adultérios...”


A palavra traduzida “imoralidades sexuais” (do grego porneiai) aqui está no plural em grego, ilustrando o que o léxico nos diz, que porneia é uma palavra genérica para sexo fora dos limites natural e do casamento, qualquer que seja a forma que tome.


Paulo, por exemplo, usa o mesmo termo usado por Cristo, ou seja, porneia, para condenar um relacionamento incestuoso em 1 Coríntios 5, 1.Em seu sentido inicial e original, porneia se referia especificamente à prostituição, tanto de homens quanto de mulheres. Portanto, desde o começo, até mesmo antes de se expandir em alcance mais amplo, era um termo que incluía sexo ilícito quer do tipo heterossexual ou homossexual. O historiador Demóstenes, por exemplo, usou porneia para se referir à homossexualidade séculos antes de Cristo.Outras produções literárias do judaísmo (por exemplo, o Testamento de Benjamin, o Testamento de Levi, o Testamento de Naftali e os Jubileus) durante o período entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento (de 400 a.C. até a época de Cristo) também usam porneia para se referir ao pecado da sodomia.Judas usa a forma verbal de porneia muito explicitamente para se referir à homossexualidade quando ele conecta essa palavra à conduta de Sodoma e Gomorra:


“De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais…” (Judas 1,7)



Conclui-se então que o termo porneia, embora possa ser usada num sentido mais restrito para se referir à fornicação, quando usada num sentido geral se refere a todos os tipos de relação sexual ilícita, todos os tipos de relação sexual fora do relacionamento matrimonial entre um homem e uma mulher. A homossexualidade está incluída.Portanto, quando Jesus condenou a “imoralidade sexual,” e “porneia” é a palavra usada no texto bíblico, ele estava condenando todas as formas de sexo não naturais e fora do casamento, inclusive o sexo da espécie homossexual.Ora o fato de não termos nos evangelhos nenhum registro de Jesus Cristo falando diretamente sobre a homossexualidade. Porém, isso não significa que Ele não tenha se posicionado sobre a questão mesmo que indiretamente. Uma das falas mais claras de Jesus sobre isso está em Mateus 19,4-6:



“Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?...”


No texto acima Jesus afirma algumas verdades fundamentais que se chocam fortemente com os argumentos da comunidade gay, a favor da homossexualidade. Analisemos mais profundamente:


a) Jesus afirmou que Deus criou homem e mulher: “Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher…”. Isso deixa claro que na ótica de Jesus não se nasce homossexual, ou seja, não existe uma terceira opção de sexualidade dentro do padrão de Deus. Deus fez da forma que fez, e a forma da criação é homem e mulher, macho e fêmea. Aqui cabe ressaltar que nem sempre uma verdade precisa ser dita diretamente para que seja dita. Ora, se eu digo que aquele copo de leite está quente, indiretamente estou também afirmando que ele não está gelado, simples assim. Quando Jesus mostra qual é o padrão de Deus, está claramente excluindo do padrão de Deus as outras posições defendidas por alguns.



b) Jesus afirmou que o casamento é entre homem e mulher: “Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne…”. Não temos da parte de Cristo qualquer tratamento para outros tipos de uniões fora do padrão de Deus, ou seja, uniões de homens com homens, mulheres com mulheres e outras. Isso mostra claramente que Cristo se posicionou sim sobre uniões fora do padrão de Deus quando afirmou o padrão de Deus.


c) Jesus afirmou a sexualidade entre homem e mulher e dentro do casamento: “e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne…”. O padrão de Deus mais uma vez é afirmado por Cristo agora falando da sexualidade. A sexualidade dentro da vontade de Deus, segundo a fala de Jesus, se dá quando da união entre um homem e uma mulher e dentro do casamento. O que está fora disso está incorreto.


Tudo Isso nos mostra claramente que Jesus se posiciona de forma clara e retamente conservadora, ratificando a posição bíblica a respeito do padrão de união que Deus estabeleceu para o ser humano. Lembrando que nos tempos de Jesus temos o comportamento homossexual eram também, de forma muito marcante na sociedade, principalmente no depravado império Romano através de seus imperadores que adotavam práticas homossexuais abertas, declaradas, públicas e notórias como o imperador Cesar Alexandre, o grande, que tinha uma caso com seu braço direito Hefastião. Sendo assim, Jesus se posiciona não diretamente sobre o tema, mas afirmando as verdades fundamentais da palavra de Deus sobre o padrão criado por Deus na sexualidade e uniões amorosas humanas.Sendo assim, é uma inverdade afirmar que Jesus Cristo não se pronunciou sobre a homossexualidade e isso seria um aval da parte Dele que apoiaria o comportamento homossexual.


Devemos interpretar a Palavra de Deus de forma correta e rejeitar quaisquer malabarismos que visem adequar a Bíblia a qualquer visão deturpada sobre o que Cristo ensinou. Além disso, no mesmo grau de autoridade e importância, o próprio Jesus também falou diretamente contra a homossexualidade por meio de seus apóstolos.Paulo foi o mais direto, inequívoco e explicito em condenar a conduta homossexual, em lugares tais como:


Romanos 1,26-27 (“paixões vergonhosas, relações sexuais contrárias à natureza, atos indecentes”), 1 Coríntios 6,9 (um pecado que deixa o homossexual de fora do Reino de Deus, e 1 Timóteo 1,10 (conduta que condenada).



Mas, alguns argumentarão que essas são as palavras de Paulo, não de Cristo


Contudo, tal argumentação trata como resolvido algo que não está. De onde Paulo obteve seu ensino? De onde ele obteve sua mensagem? Quem lhe ensinou as coisas que ele preservou ao escrever em suas epístolas? Ele nos diz bem diretamente em Gálatas 1,11-12.


“Caros irmãos, quero que saibais que o Evangelho por mim ensinado não é de origem humana. Porquanto, não o recebi de pessoa alguma nem me foi doutrinado; ao contrário, eu o recebi DIRETAMENTE de Jesus Cristo por revelação.”



Paulo deixa claro que ele não conseguiria ter aprendido seu evangelho com os primeiros apóstolos como Pedro já que ele só viu Pedro uma vez durante duas semanas, três anos após sua conversão, e então não viu nenhum dos outros apóstolos por outros 14 anos seguintes.


Portanto, o evangelho de Paulo, sua mensagem sobre Cristo, Deus e a vida espiritual, é uma mensagem que ele recebeu diretamente do próprio Jesus.



Um apóstolo de Jesus Cristo era muito literalmente “enviado” por Jesus Cristo. Ele era alguém selecionado, autorizado, comissionado agraciados com dons e enviado com uma missão pelo próprio Cristo. Por isso, quando Paulo fala como um apóstolo, Cristo está falando por meio dele. Ele está falando não só com a autoridade de Cristo, mas também com as próprias palavras de Cristo.


Paulo como apóstolo estava servindo quase precisamente no papel de um embaixador, conforme lemos em II Cor 5,20:


Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus vos encorajasse por nosso intermédio...”



Um embaixador não representa a si mesmo; ele representa aquele que o enviou. E quando aquele que o enviou lhe dá uma mensagem para entregar, ele entrega essa mensagem fielmente nos mínimos detalhes. Um embaixador portanto, não é um profissional independente que pensa e fala por si mesmo. Ele está aí para falar fielmente no lugar daquele que o nomeou, para representar seus interesses e para entregar sua mensagem.


Resumindo esta primeira parte de nosso estudo:

Jesus rejeitou a homossexualidade em palavras que vieram de seus próprios lábios e com palavras que ele falou por meio de Paulo, o homem que ele escolheu como seu embaixador. Podemos não gostar do que Paulo disse acerca da homossexualidade, mas como Cristãos seguidores de Cristo e seu reto evangelho, somos abrigados por dever de consciência, a largar mão do absurdo de dizer que Paulo não estava falando por Cristo quando ele mesmo revelo-nos o que disse acima.


Jesus jamais condenou o homossexualismo?

 

(Revista:“PERGUNTE E RESPONDEREMOS”)

Autor: D.Estevão Bettencourt, OSB
Nº 389 – Ano 1994 – p. 475


Em síntese: Há quem alegue que na Bíblia não se encontra a palavra homossexualismo; por isto não se pode dizer que a S. Escritura condena tal prática. Em resposta, observamos que, se a palavra não ocorre, ocorre, sim, o conceito de homossexualismo, que é severamente condenado em Lv 20,13; Rm1,23-27; 1Cor 6,9s.


Alega-se também que Jesus jamais condenou o homossexualismo; se o fosse tão grave, Ele o teria repudiado. Respondemos que  os Evangelhos não pretendem ser um relato completo de tudo o que Jesus disse e fez, como nota São João no final do seu Evangelho (cf. 20,30s; 21,25).Por isto os Evangelhos hão de ser lidos no contexto dos demais escritos do Novo Testamento; estes, sem dúvida, rejeitam o homossexualismo, como se depreende dos textos atrás citados. Ademais, antes que a Escritura condene tal prática, a própria lei natural, incutida em todo ser humano, o rejeita, visto que a natureza conhece dois sexos, que são complementares entre si. E apenas os diferentes se complementam.


A campanha homossexualista não cessa de procurar justificar a prática que ela propugna. Temos em mãos um panfleto intitulado “O que todo cristão deve saber sobre homossexualidade”; foi-nos enviado com um pedido de esclarecimentos, que passamos a propor, distinguindo quatro pontos do panfleto do movimento gay:


“Na Bíblia não se encontra a palavra Homossexualismo”

Assim começa o impresso do movimento gay:

“Não há na Bíblia nenhuma só vez as palavras Homossexual, Lésbica nem Homossexualismo. Todas as Bíblias que empregam estas expressões, estão erradas e mal traduzidas. A palavra Homossexual só foi inventada em 1869, reunindo duas raízes lingüísticas: HOMO (do grego, significa “igual”) e Sexual (do latim). Portanto, como a Bíblia foi escrita de dois a quatro mil anos atrás, não poderiam os escritores sagrados ter usado uma palavra só no século passado.”



Elementar, irmão!


A prática do amor entre pessoas do mesmo sexo, porém, é muito mais antiga que a própria Bíblia. Há documentos egípcios de 500 anos antes de Abraão, que revelam a prática do homoerotismo não só pelos homens, mas também entre os deuses Horus e Seth. “O homossexualismo é tão antigo como a própria humanidade”, dizia o célebre escritor Goethe”.


A propósito observamos:

a) a antiguidade da prática homossexual não é suficiente para legitimá-la. Nem tudo o que é antigo, é aceitável;


b) o fato de que a Bíblia nunca apresenta a palavra “homossexualismo”, nada quer dizer; a Bíblia descreve o homossexualismo e condena peremptoriamente a sua
prática. Assim:



NO ANTIGO TESTAMENTO:



Lv 20,13; “O homem que se deita com outro homem como se fosse uma mulher, ambos cometeram uma abominação; deverão morrer, e o seu sangue cairá sobre eles”.



NO NOVO TESTAMENTO:



Rm1,23-27: “Por isto Deus os entregou, segundo o desejo de seus corações, à impureza em que eles mesmos desonraram seus corpos…, suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza; igualmente os homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam em desejo uns para com os outros, praticando torpezas homens com homens e recebendo em si mesmos a paga de sua aberração”.


Não resta dúvida, portanto, de que a S. Escritura rejeita severamente o homossexualismo, e isto é fato.


“Jesus jamais condenou o homossexualismo ?”


Mais adiante diz o folheto em foco:

“O maior argumento para se comprovar que as Escrituras Sagradas não condenam o amor entre pessoas do mesmo sexo é o fato de que Jesus Cristo nunca falou alguma palavra contra os homossexuais. Se o homossexualismo fosse uma coisa tão abominável, certamente o Filho de Deus teria incluído esse tema em sua mensagem. O que Jesus condenou, sim, foi a dureza do coração, a intolerância dos fariseus hipócritas, a crueldade daqueles que dizem Senhor, Senhor!, mas foi o próprio Messias quem deu o exemplo de tolerância em relação aos “desviados”, andando e comendo com prostitutas, pecadores e publicanos. E tem mais: Jesus Cristo mostrou-se particularmente aberto à homossociabilidade, revelando carinhosa predileção por João Evangelista…”



O mais incrível é vermos o malabarismo interpretativo e achológico (e não teológico), que fazem quando estão querendo adaptar o evangelho às suas convicções e condutas depravadas. De repente, como vemos acima, mudaram de um Cristo que se relacionava sexualmente como dizem alguns, com Maria Madalena, até lhes atribuindo filhos, e agora aqui já transformam Jesus em um gay, se relacionando com João evangelista. Realmente hoje em dia não há palavra mais desgastada que a palavra amor. Hoje, o amor significa "tô afim", significa apenas desejos momentâneos,pois para estes o amor é eterno apenas enquanto dura, como também significam apenas paixões prazerosas e meramente carnais.Os membros do Estado Islâmico dizem que "amam" matar os infiéis, os drogados "amam" as drogas, os defensores do casamento gay dizem que os gays podem se casar porque "se amam". Os defensores da poligamia também querem se casar porque se amam. Daqui a pouco os defensores do incesto, da Zoofilia, e da pedofilia dirão o mesmo. A  palavra "amor" deveria sofrer uma moratória, fosse apenas usada com o respeito que os judeus usam a palavra Deus (no tetragrammaton YWHW). Eles têm medo de falar a palavra Deus, por receio de usar a palavra em vão. Deveríamos hoje também reverenciar a palavra AMOR, pois o mundo hoje "ama" os pecados e odeia as virtudes.



A propósito observamos:


a) Os Evangelhos não são uma súmula teológica ou um compêndio sistemático das verdades da fé e da moral cristã. Também os Evangelhos não pretendem transmitir-nos tudo o que Jesus disse e fez. O próprio S. João no fim do seu Evangelho, o observa em duas passagens:


20,30s: “Jesus fez, diante de seus discípulos, muitos outros sinais ainda, que não se acham escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para crerdes que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo tenhais a vida em seu nome”.


21,25: “Há muitas outras coisas que Jesus fez e que, se fossem escritas uma por uma, creio que o mundo não poderia conter os livros que se escreveriam”.


Positivamente, os Evangelhos são o eco da pregação oral dos Apóstolos. Esta não foi toda consignada por escrito; ficou viva na Tradição oral da Igreja. Por isto, para ler corretamente os Evangelhos, devemos colocá-los sempre dentro do quadro da Tradição oral. Esta, de geração em geração, vem transmitindo as verdades que não foram registradas nos escritos sagrados. Jamais será lícito isolar os Evangelhos dos demais escritos bíblicos e da Tradição oral da Igreja.


Ora é certo que cabalmente a Escritura condena o homossexualismo. Além dos textos já citados, outros se podem aduzir:



1Cor 6,9s: “Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos iludais. Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados, nem os efeminados nem os sodomitas… herdarão o Reino de Deus”.


Nesta passagem o Apóstolo se refere aos sodomitas, lembrando assim o episódio de Sodoma, a cidade dos homossexuais que foi tremendamente punida, como narra Gn19,1-29.



A propósito, porém, o panfleto que analisamos, levanta uma objeção:


“Por que os católicos conservam somente a condenação do homossexualismo dentre as sentenças legislativas do Antigo Testamento e abandonam dezenas de outras proibições decretadas pelo mesmo Senhor; assim esquecem que o Antigo Testamento proíbe comer carne de porco (cf. Lv 11,7); não obstante, os católicos comem carne de porco.”



Respondemos que a proibição de homossexualismo é algo decorrente da própria natureza ou da lei natural, como diremos mais adiante. Ao contrário, a proibição de comer carne de porco é algo decorrente de uma lei positiva, lei momentânea, passageira, não fundada na natureza humana como tal. A proibição de carne de porco se devia, no Antigo Testamento, a uma norma de higiene:


julgavam os antigos, que o porco era um animal imundo e contaminava os homens; por isto não se devia comer a sua carne. Ora hoje pode-se pensar diversamente. Além do mais, em lugar algum das escrituras, tanto no antigo como novo testamento, se fala de condenação, ou seja, de alguém ser condenado ao inferno porque comeu carne de porco. Já com relação aos efeminados e sodomitas (que são homossexuais), vimos claramente a condenação acima ( I Cor 6,9ss).




b)O final do texto atrás transcrito, em que se fala da homossociabilidade de Jesus chega a ser irreverente ou blasfemo. Jesus teve discípulos masculinos, porque os homens eram tidos como indicados para continuar a história dos doze Patriarcas do Antigo Testamento; a Igreja está fundada sobre os doze Apóstolos (cf. Ap 21, 14), que representavam as doze tribos de Israel, cada qual encabeçada por um dos filhos de Jacó.




A Lei Natural



É de notar que, antes mesmo que a Escritura condene o homossexualismo, a própria lei natural o repudia. É uma aberração ou um desvio das funções que o Criador instituiu. Se existem dois sexos, isto se dá precisamente para que um complemente o outro; o homem tem predicados que a mulher não tem, e vice-versa. Por isto o casamento querido por Deus desde a sua origem e nos seus propósitos, como célula mater e mantenedora da sociedade, só pode ocorrer natural e legitimamente entre homem e mulher para que se perpetue e espécie humana, isto é óbvio.


Sobre Saul e  Jônatas


Lê-se o seguinte no panfleto mencionado:


“Se o homossexualismo fosse prática tão condenável, como justificar a indiscutível relação homossexual existente entre o rei Davi e Jônatas? Eis a declaração do salmista para o seu bem-amado: “Tua amizade me era mais maravilhosa do que o amor das mulheres. Tu me eras deliciosamente querido...” (2Sm 1,26)… Negar o amor homossexual entre estes dois importantes personagens bíblicos, é negar a própria evidência dos fatos”.


Observamos em resposta:


1)A interpretação gay do texto bíblico é destituída de fundamento teológico, como será evidenciado a seguir. Mas, ainda que o vício existisse entre Davi e Jônatas, não seria modelo aprovado pela Bíblia para legitimar o homossexualismo. A Escritura narra também as fraquezas dos homens que Deus escolhe como seus instrumentos, nem por isto podemos legitimar estas fraquezas, como práticas aprovadas e recomendadas por Deus.




2) Na verdade, Davi apenas nutriu para com Jônatas a amizade de dois bons companheiros de luta, interessados em apaziguar os ânimos do rei Saul. Davi era o perseguido e Jônatas o protetor de Davi. Esta atitude de Jônatas basta para explicar a profunda gratidão e amizade de Davi para com Jônatas.



Notemos,aliás, que Davi teve muitas mulheres, o que não se dá com os homossexuais propriamente ditos. Seja citado o texto de 2 Sam 5, 13-16:



“À sua chegada de Hebron, tomou Davi ainda concubinas e mulheres em Jerusalém, e nasceram-lhe filhos e filhas. Estes são os nomes dos filhos que lhe nasceram em Jerusalém: Samua, Sobab, Natã, Salomão, Jebaar, Elisau, Nafeg, Jáfia, Elisama,Baalida, Elifalet”.



Considerem-se também os dizeres de 2Sm 16,21s, que falam repetidamente das “concubinas de Davi”.Ademais é muito significativo o caso de Davi, que se apoderou da mulher Betsabéia, do general Urias, e, por isto, mandou matar Urias expondo-o na frente de batalha às invectivas do inimigo; cf. 2Sm 11,2-17. O texto sagrado dá a entender que Davi se apaixonou por tal mulher e dela teve um filho, que morreu, e outro, que foi o rei Salomão. Ora tais coisas não costumam acontecer aos homossexuais. Donde se vê que gratuita e infundada é a hipótese de ter sido Davi um homossexual. Como dito, mesmo que o tivesse sido, daí não se poderia depreender argumento nenhum em favor do homossexualismo, o qual Deus não o fez assim no princípio da Criação, mas é fruto do pecado.



D.Estevão Bettencourt, OSB



CONCLUSÃO:

Infelizmente existem “cristãos” que odeiam gays e gays que odeiam cristãos; existem cristãos que manifestam amor e vice-versa. Existe preconceito e homofobia por parte de alguns cristãos, e também, existem pessoas do movimento LGBT atacando o cristianismo. Existem cristãos intolerantes e gays intolerantes, mas existem também cristãos tolerantes e gays respeitosos. O que não pode existir é a ilusão de que se vence intolerância com mais intolerância e o ódio com mais ódio. Precisamos urgentemente aprender a conversar como seres inteligentes e amorosos, sem essa dupla bem afinada, a briga não terminará jamais. Vamos aprender uma coisa: cristãos de verdade não odeiam homossexuais; cristãos de verdade acolhem, amam, querem amizade e existem para servir ao Evangelho aos homossexuais, e a todos que são alvos da misericórdia de Deus. Cristãos de verdade oram e trabalham pela salvação de todos, inclusive dos homossexuais. Creia junto comigo que cristãos verdadeiros lutam para combater a injustiça e a violência contra os homossexuais. Creia comigo também que por causa do amor de Jesus, todo pecador, heterossexual ou homossexual, pode ser perdoado e receber a vida eterna. Esse é o amor que realmente vence no final.


O QUE DIZ O MAGISTÉRIO DA IGREJA CATÓLICA ?


§2358 Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição.



§2359 As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.


Tenho certeza que alguns vão contra - argumentar: “mas vocês não são a favor do amor?...Então deixem as pessoas se amarem e serem felizes do jeito que quiserem!”...Sim, como Cristãos nós somos a favor do VERDADEIRO amor, porém, não das paixões depravantes, promíscuas, escravizantes e meramente sentimentais(erotizadas) a definir tudo, e gerando desequilíbrios nas famílias e na sociedade. Pois hoje, quando uma pessoa diz:


“Amo outro homem, ou mulher e tenho o direito de me casar com ele(a)”, e o Estado dá o direito de unir-me e chamar a isto de casamento. Será que isso não abre o precedente para daqui a pouco uma pessoa possa dizer: “Amo ter relações com a minha mãe, tenho o direito de casar-me com ela”? Ou: “Amo ter relações com um animal, tenho o direito de me casar com ele”? Ou ainda mais: “Amo um menino de 7 anos, tenho o direito de me casar com ele”? Se é ESTE TIPO DE AMOR (Eros e não ÁGAPE), que determina tudo, qual é o problema de aceitarmos o incesto,a zoofilia e a pedofilia? Ora, simplesmente nenhum.



Você pode usar todas as lógicas que puder para me contradizer, mas terá que concordar que o verdadeiro amor precisa de uma moral sadia, do contrário, não é o VERDADEIRO AMOR.O amor sem princípios éticos é um sentimento destrutivo e irracional, logo, não é amor. Já tiramos a moral judaico-cristã da maioria das esferas sociais, agora, infelizmente, é só uma questão de tempo para mais coisas começarem a acontecer. Se você é cristão, espero que tenha entendido qual deve ser seu papel diante dos seus amigos homossexuais: acolher, amar e mostrar a verdade na caridade. Se você é homossexual, estou rezando para que também entenda sua missão para conosco: respeitar o diferente. E que em todos nós possa permanecer o verdadeiro amor, não o sentimentalizado e erotizado, mas aquele amor de quem deu a sua vida pelos que queriam a sua morte: Jesus.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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