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10 motivos para crer na vida após a morte

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 19 de novembro de 2017 | 19:26




"Para aqueles que creem, nenhuma explicação é necessária; e para aqueles que não creem, nenhuma explicação é possível..."







1)- As injustiças da vida


Seria difícil crer que a vida é boa se soubéssemos que não há nada além do túmulo que compense os problemas de desigualdade e injustiça, ou seja, tanto faz agir como Hitler ou Madre Teresa de Calcutá.Enquanto algumas pessoas parecem ter nascido para serem felizes, outras nascem em meio às circunstâncias e relacionamentos terríveis. Se pudéssemos ter certeza de que não existe nada que possa compensar a desigualdade na distribuição do sofrimento, muitos teriam razão para amaldiçoar o dia do seu nascimento pela maneira como a vida os tem tratado (Jó 3,1-3). Poderíamos concordar com o rei Salomão que, num momento difícil de sua vida, disse:


“Vi ainda todas as opressões que se fazem debaixo do sol: vi as lágrimas dos que foram oprimidos, sem que ninguém os consolasse; vi a violência na mão dos opressores, sem que ninguém consolasse os oprimidos. Pelo que tenho por mais felizes os que já morreram, mais do que os que ainda vivem; porém mais que uns e outros tenho por feliz aquele que ainda não nasceu e não viu as más obras que se fazem debaixo do sol” (Eclesiastes 4,1-3).


2) Beleza e equilíbrio

Há muitas coisas a respeito da vida que parecem que não combinam com os problemas pessoais de injustiça e privação. Em contrapartida, em tudo que é nocivo e desigual, há beleza e equilíbrio. Para os momentos de horror e violência, existem os momentos de harmonia e paz. Na medida que corpos já desgastados pelos anos sucumbem à dor e fraqueza, as crianças e os pequenos animais brincam alegres, sem preocupações. Mesmo em toda a sua glória, a arte humana iguala-se aos pássaros em voos alegres e cantarolar matutino, independente das circunstâncias. Cada pôr do sol e cada aurora trazem uma resposta para a necessidade de descanso e renovação, típica da natureza. Com a percepção de que isto também passará, surgem as noites escuras e o gelado inverno. Se nada existir além do túmulo, o padrão da natureza estaria espantosamente incompleto.


3)- Experiências de quase morte (EQM)


A evidência clínica para a vida após a morte é subjetiva e discutível. Geralmente, é difícil mensurar a importância de experiências fora do corpo; encontros com luzes brilhantes, longos túneis, ou guias angelicais. É difícil saber como reagir frente às pessoas que falam sobre visões de quase morte transitória. Sabemos que há relatos de experiências suficientes neste assunto para que haja uma literatura considerável sobre esta questão. Em conjunto, estas evidências demonstram que muitos ao se aproximarem da morte, sentem que não estão chegando ao final de uma existência, mas ao início de uma outra jornada de vida.


4)- Um lugar no coração



O coração humano está sedento por mais do que a vida pode oferecer. Cada um de nós experimenta o que o rei Salomão chamou de “…eternidade no [nosso] coração do homem” (Eclesiastes 3,11). Temos esta sede de infinito, e de eternidade. Embora seja difícil saber o que Salomão queria dizer, é evidente que ele se referia a um inevitável anseio que o mundo não pode satisfazer. Era um vazio no interior da alma, do qual Salomão não podia escapar. Por um momento, ele tentou preencher o seu vazio interior com o trabalho, álcool e risadas. Tentou satisfazer seus anseios com filosofia, música e relacionamentos sexuais. No entanto, sua desilusão apenas cresceu. Somente se recolocasse sua confiança no julgamento final e na vida após a morte, ele poderia encontrar algo grande o suficiente para satisfazer sua necessidade por significado (Eclesiastes 12,4).


5)- Crenças universais



Enquanto alguns acreditam que é impossível existir vida após a morte, a crença na imortalidade é um fenômeno eterno. Desde as pirâmides egípcias às doutrinas doutrinas de reencarnações no passado e da filosofia da Nova Era atual, as pessoas de todos os tempos e lugares na história creem que a alma humana sobrevive a morte. Se não houver a percepção do consciente, nem o sorriso ou tristeza além do túmulo, então a vida enganou a quase todos, desde os faraós do Egito até Jesus de Nazaré, que nos trouxe a verdade e a certeza da ressurreição da alma logo após a morte:

“E, com relação à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou: ‘Eu Sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó’? Por isso, Ele não é Deus de mortos, mas sim, dos que vivem!” ( Mateus 31-32).


E a ressurreição final no dia do Juízo em corpo e alma:


“E também lhe deu autoridade para executar julgamento, porque é o Filho do homem. Não vos admireis quanto a isso, pois está chegando a hora em que todos os que repousam nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão; os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e aqueles que tiverem praticado o mal, para a ressurreição da condenação...” (João 5,27-29)


6)- Um Deus eterno


A Bíblia cita Deus como a fonte da imortalidade, sem princípio e nem fim, e descreve a Sua eterna natureza. As mesmas Escrituras nos dizem que Deus nos criou à Sua semelhança, e que Ele, eventualmente, planeja receber Seus filhos em Suas moradas eternas. As Escrituras também ensinam que Deus trouxe a morte para a experiência humana quando nossos primeiros antecessores transgrediram um território proibido (Genesis 3,1-19). Conclui-se então que, se Deus permitisse que a raça humana vivesse para sempre em condições de rebeldia, teríamos infinitas oportunidades em nos desenvolvermos como criaturas orgulhosas e egoístas. Ao invés disso, Deus começou a revelar um plano que finalmente resultaria numa eterna recepção de todos aqueles que escolheram a paz com Ele (Salmo 90,1; João 14,1-3).


7)- As profecias do Antigo Testamento



Algumas pessoas argumentam que a imortalidade é uma ideia neotestamentária. Entretanto, Daniel; o profeta do Antigo Testamento falou sobre um dia quando aqueles que dormem no pó da terra serão ressuscitados, alguns para a vida e outros para vergonha eterna (Daniel 12,1-3). Um dos autores do livro de Salmos também falou sobre a vida após a morte. No Salmo 73, um homem chamado Asafe descreveu como ele quase perdeu a fé em Deus quando refletiu sobre a prosperidade do ímpio e o sofrimento do justo. Mas ele mesmo afirma que se aproximou do santuário de Deus. Da perspectiva da adoração, subitamente viu os homens maus posicionados no terreno escorregadio da sua mortalidade. Com renovada percepção ele confessou:


“Tu me guias com o teu conselho e depois me recebes na glória. Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre...” (Salmo 73,24-26).


8)- Citações de Cristo



Poucos acusariam Jesus de ser um homem mau ou falso mestre. Mesmo os adeptos do ateísmo e pessoas que pertencem a religiões não-cristãs, referem-se a Jesus com deferência e respeito, apenas negando sua divindade, já não mais a sua existência histórica. No entanto, Jesus não oscilou sobre a veracidade da existência de uma vida pessoal e contínua após a morte. Ele disse:


“Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mateus 10,28).


Jesus prometeu o Paraíso ao ladrão arrependido e moribundo ao Seu lado, mas Ele também utilizou o Vale de Hinom, lugar imundo em que se queimava o lixo, fora de Jerusalém, como um símbolo daquilo que espera aqueles que insistem em se expor ao julgamento de Deus, abusando e negando sua misericórdia.De acordo com Jesus, a questão mais importante da vida é enfrentar a veracidade sobre a vida após a morte. Jesus afirmou, por exemplo, que se um olho o mantém distante de Deus, você tem razão para livrar-se dele:


“E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois, seres lançado no inferno” (Marcos 9,47).


9)- A ressurreição de Cristo


Não há maior evidência sobre a existência de vida após a morte, do que a ressurreição de Jesus Cristo. O Antigo Testamento anunciava um Messias que venceria o pecado e a morte pelo Seu povo (Isaías 53; Daniel 9,26). Os seguidores de Jesus testemunharam que Ele assim o fez. Ele morreu, voluntariamente, nas mãos de Seus executores; foi sepultado num túmulo emprestado, e três dias mais tarde, deixou aquele sepulcro vazio. As testemunhas afirmaram que viram não somente o túmulo vazio, mas o Cristo ressurreto que apareceu a centenas de pessoas por um período de 40 dias antes de ascender aos céus (Atos 1,1-11; I Coríntios 15,1-8).


10)- Resultados práticos


A crença na vida após a morte é uma fonte de segurança individual; de otimismo e de aperfeiçoamento espiritual (1 João 3,2). Nada nos encoraja mais do que a confiança de que existe uma vida melhor para aqueles que no presente preparam-se para a eternidade. Acreditar nas oportunidades ilimitadas que a eternidade oferece fez muitas pessoas entregarem suas próprias vidas em favor daqueles a quem amam. O fato de Jesus crer na vida após a morte o capacitou a dizer:


“Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” (Mateus 16,26).


Lembre-se: Você não está só, se não estiver honestamente convicto sobre a existência de vida após a morte. Lembre-se, no entanto, que Jesus prometeu ajuda divina àqueles que desejam conhecer a verdade e render-se a ela. Ele disse:


“Quem quiser fazer a vontade de Deus saberá se o meu ensino vem de Deus ou se falo em meu próprio nome” (João 7,17)



Se você contemplar a prova irrefutável sobre a vida após a morte, lembre-se de que a Bíblia diz que Cristo morreu para pagar o preço de nossos pecados, e que todos os que creem nele receberão o presente do perdão e a vida eterna. A salvação que Cristo oferece não é uma recompensa por nossos esforços, mas um presente oferecido a todos os que à luz das evidências colocam a sua confiança nele (João 5,24; Romanos 4,5; Efésios 2,8-10).

Encerramos com esta exortação lapidar de Paulo:


“Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou.E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé, portanto, comamos e bebamos, pois amanhã morreremos. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam.Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem.”(1 Coríntios 15,12-21)



“Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo”
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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Como Católicos, defendemos a verdade contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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