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Mais um padre se suicida - Rezemos e estejamos próximos dos nossos sacerdotes em suas fragilidades – Precisamos falar sobre isso!

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 26 de novembro de 2021 | 16:30

 

(Padres: Edilberto, Olímpio e Adriano - in memoriam)

 


O papa Francisco disse no dia 08/06/2021 no Vaticano que os Padres não são Super-Homens!

 

 

 

 

“Os sacerdotes devem assumir as suas fragilidades como lugar teológico e evitar a tentação de ser super-homens - falando numa audiência aos membros do Colégio de São Luís dos Franceses. Continuou o papa: Numa sociedade marcada pelo individualismo, autoafirmação e indiferença, vocês fazem a experiência de viverem juntos com seus desafios cotidianos...” disse Francisco em seu discurso.

 

 

 

 

REZEMOS PELOS SACERDOTES – MAIS UM PADRE TIRA SUA VIDA...  

 

 

 

 

Gen. 2,18: “Então o Senhor Deus declarou: "Não é bom que o homem esteja só!”

 

 


 


 

 

Leiam este texto de um Sacerdote. É uma nota de pesar e de preocupação pela morte do Padre Edilberto da diocese de Quixadá, no Ceará ,que foi encontrado morto no apartamento em que morava, mas também, pela repetição destes casos em nosso país, e o silêncio em torno desta triste realidade que precisa ser no mínimo despertada:

 

 

 

“Meus sentimentos a sua família e a todos vocês de Quixadá, a Dom Ângelo, ao clero e o povo de Deus daquela diocese.

 

 

 

Mais um sacerdote que “parte” de maneira que, aos poucos infelizmente, vai se tornando comum entre os padres. Isso não é normal! Isso não deveria estar acontecendo com os padres. Precisa- se fazer algo urgente para ajudar os nossos padres! São seres humanos também! Por isso, conclamo todo povo católico, cristão, e pessoas de fé , a rezarem mais intensamente pelos padres, e estarem mais próximos a eles, por favor!

 

 

 

QUERIDOS e amados padres, celebrem, ministrem o sacramentos, rezem, adorem ao Senhor, sirvam com amor, zelo, dedicação e responsabilidade ao povo de Deus… Mas também, tenham seus momentos de lazer como Jesus tinha e fez! Saiam com seus amigos e amigas para sorrir, pescar, acampar, fazer uma trilha, jogar conversa fora, verem um filme, passear, visitar uma família que se afeiçoem reciprocamente. Mas, que estas famílias e pessoas saibam respeitar a pessoa do padre, não o tornando motivo de escândalo! Muitas vezes o Padre a contra gosto, para não ser chato se obriga a fazer coisas e estar em ambientes que não lhe convém. Outra coisa, muitas vezes, terminada a missa da manhã, o padre vai tomar seu café sozinho, convide-o para tomar café com você! Se a missa terminar na hora do almoço ou jantar, convide-o para almoçar, ou jantar e depois conviverem um pouquinho, você não ficará mais pobre por isso, muito pelo contrário, se enriquecerá de graças, pois diz a palavra:

 

 

Mateus 10,41-42:”Quem recebe um profeta por reconhecê-lo como profeta, receberá a recompensa de profeta; e quem recebe um justo por suas qualidades de justiça, receberá a recompensa de justo. E quem der, mesmo que seja apenas um copo de água fria a um destes pequeninos, por ser este meu discípulo, com toda a certeza vos afirmo que de modo algum perderá a sua recompensa”.

 

 

Queridos padres vivam o dom da vida! Somos seres sociáveis, não fomos criados para o isolamento, pois nosso Deus é uma Comunidade UNA e TRINA! Precisamos ser humanos como Jesus era! Amados padres, não se ISOLEM dos demais, aceitem os convites para convivência fraterna! Se deixem serem amados! Não tenham dúvidas, tem pessoas boas ao seu redor! Não precisamos fazer tudo! Somos mais amigos que servos de Cristo! Façamos o que estiver ao nosso alcance com amor e zelo, mas não queiramos agir como super homens, ou como deuses dotados de Onisciência, Onipotência e Onipresença! NÃO SOMOS HEROIS, somos homens frágeis, impotentes e limitados! Somos apenas servos inúteis e INSTRUMENTOS nas mãos do Senhor a serviço da santa mãe igreja. AMADOS padres, vocês precisam e necessitam viver as relações humanas de fraternidade, precisam também de tempo para si mesmos para melhor servir aos outros, do contrário não terão nada a dar, a não ser o pior de si mesmos! Doravante, não nos isolemos, mas cuidemos uns dos outros, pelo amor de Deus! Que o bom Deus receba no seu Reino de amor, nosso irmão em Cristo, o Padre Edilberto, que ele descanse em paz...”   (Adaptado do Pe. Yossef Leo Assis Padilha)



Nove padres se suicidaram em 2021, o que fazer? 

 


(Imagem: Pixabay)





* Pe. Matheus S. Bernardes 

 

 

No dia 07 de novembro passado, mais um padre tirou sua própria vida – já são nove só em 2021! O que fazer? Infelizmente, o número de suicídios permanece elevado no Brasil e no mundo: segundo o anuário brasileiro de segurança pública, em 2020 foram registrados no país 12.895 suicídios. É um número elevado, o que fazer?As causas que levam uma pessoa a tirar sua própria vida são as mais variadas possíveis; o que, sim, é comum a todos os casos é o fato de enxergarem na morte a única saída – ainda que desesperada – para aquilo que estão vivendo. Se comparamos os índices, podemos até relativizar a problemática do suicídio de padres: o número de padres que tira a própria vida não chega a 0,0007% dos casos (é preciso registrar a diferença do período usado para a comparação, mesmo assim a variação permanecerá inexpressiva). Pode um padre se suicidar?Não dispomos em português da mesma semântica dos idiomas anglo-germânicos que distinguem entre poder de permissão e poder da ação – no caso do inglês, a distinção é feita pelo uso dos verbos auxiliares may e can, no caso do alemão, dos verbos auxiliares dürfen e können.Como todo ser humano, o padre não pode – não tem a permissão – de tirar a própria vida. Não se trata de uma imposição moral advinda da sociedade, tampouco da religião, mas de uma disposição ética profunda do ser humano que o permite contemplar a vida como absoluta gratuidade da qual não tem a permissão para dispor.Possivelmente, essa tenha sido a motivação que teve A. Calmus ao afirmar que o único problema filosófico que deve ser levado a sério é o suicídio. Não se trata somente da negação de Deus e do mundo, mas a negação de si mesmo, da inteligência e da liberdade que permitem ao ser humano recomeçar do zero todos os dias. Por isso, filosoficamente, nenhum ser humano pode – ou tem a permissão – de tirar a própria vida.

 

 

 


Mas atenção!!! O sacerdote é também um ser humano com todos seus complexos!

 



Entretanto, o padre, como todo ser humano, pode – tem o poder da ação – para tirar a sua vida; os números, infelizmente, comprovam esse poder, essa ação. Mas por que tantos se escandalizam diante do suicídio de um padre? Diria até mais precisamente, o suicídio de todo ser humano deveria produzir o mesmo escândalo, afinal de contas, como mencionei anteriormente, se trata de negação de si mesmo. Entretanto, o fim doloroso e dramático da vida de um padre, que tira a própria vida, escandaliza muito mais. Por quê?Talvez a resposta a essa pergunta possa iluminar a reflexão sobre o problema. Não pretendo dar uma resposta definitiva, somente tenho a pretensão de oferecer – a quem quiser – alguns elementos para a reflexão.Circula pelos grupos de padres do WhatsApp, uma carta de um irmão padre que insiste muito no zelo que cada um de nós deve ter por si mesmo. O Pe. José Alves, que tirou sua vida no último dia 07 de novembro, escreveu pouco antes de cometer o ato desesperado “Amo minha Igreja”. O autor da carta muito assertivamente se questiona: mas a Igreja ama seus padres?Ele enumera diversas situações que empurram os padres para as crises que podem levar ao suicídio, como no caso do Pe. José:

 

 

-A pouca atenção dos bispos.

 

 

-A pressão de ser bons administradores e exímios ministros pastorais.

 

 

-A frieza das relações dentro do presbitério.

 

 

-A pressão das comunidades.

 

 

As denúncias – muitas vezes falsas.

 

 

-A dureza do Código do Direito Canônico, que se mostra, em algumas ocasiões, muito mais importante que o Evangelho.

 

 

Por mais que tenha enumerado diversas situações, que são propriamente sintomas da grave crise, penso que o autor da carta não tocou – não por incapacidade ou falta de percepção – o problema mais profundo que jaz sob a situação: a “sacralização”, quando não, o “endeusamento” do padre.

 

 

 

Acúmulo de funções?

 

 

 

O padre hoje é um ministro ordenado que acumula os serviços dos diakonói e dos presbyterói do Novo Testamento, isto é, estar a serviço da Palavra, da mesa, especialmente dos pobres (entenda-se por mesa, a Eucaristia, sacramento da partilha do pão), e das comunidades (At 6,1-6). Em nenhuma passagem do Novo Testamento, os ministros ordenados se identificam com a palavra hiereùs (sacerdote): diáconos, presbíteros, profetas, apóstolos, episkopói (bispos) são os nomes dados aos mais diversos serviços dentro da comunidade.De fato, se não fosse pela Carta aos Hebreus, a tradição cristã teria excluído por completo a função sacerdotal. Não pode se esquecer que foram os sacerdotes do Templo de Jerusalém que se posicionaram contra Jesus em seu julgamento (Jo 18,19-24); o próprio Jesus sempre se mostrou muito crítico ao poder sagrado com o qual o Templo e os sacerdotes estavam revestidos (Mc 13,1-2).Mas retomando a Carta aos Hebreus, é mister destacar que a função sacerdotal de Jesus apresentada pelo autor do texto neotestamentário se destaca pela misericórdia para com suas irmãs e seus irmãos (Hb 4,15); o sacerdócio em Jesus não é entendido como “sagrado”, isto é, separado, mas bondoso e compassivo.

 

 


O Sacerdócio na História da Igreja

 

 



Ao longo da patrística, especialmente no período pré-niceno, a Igreja – a comunidade, não a instituição em primeiro lugar – era a verdadeira sacerdotisa, porque oferecia ao Pai, na força do Espírito Santo, o maior de todos os dons recebera: o próprio Jesus Cristo. Contudo, o ministério ordenado passou por profundas transformações com a assunção do Cristianismo a religião oficial do Império Romano: os ministros ordenados, sobretudo os bispos, assumiram traços dos dignatários do império, entre eles seu “endeusamento”. A história testemunha esse processo de distanciamento do clero – palavra que jamais deveria ter sido usada no Cristianismo – daquelas e daqueles que receberam o nome de leigas e leigos. Se esse nome é compreendido desde sua riqueza etimológica, isto é, desde sua origem na palavra laós (povo), tudo bem; porém, se é compreendido como distinção, ou mais precisamente, subordinação ao clero; tudo errado.Durante a Idade Média europeia, a sacralização dos ministros ordenados foi sobre acentuada, quando eles se viram obrigados a assumir elementos próprios da vida religiosa monástica, concretamente o celibato e a vida de oração mediante a recitação dos salmos várias vezes ao longo do dia. A passagem da Idade Média para a Idade Moderna reforçou esse processo quando os reformadores levantaram sérias questões sobre o sacramento da Ordem. Somente no século XX, com o Concílio Vaticano II, houve um resgate das bases bíblicas e patrísticas do ministério ordenado.

 

 

 

Vaticano II e a contemporaneidade agiornada do Sacerdócio Real e Ministerial na Igreja

 

 



Não obstante, “a volta à grande disciplina”, como descreveu J. B. Libânio, durante o pontificado de João Paulo II significou um congelamento, se não um retrocesso, para os avanços conciliares. Bispos e padres, desde então, somos vistos como seres “divinos” que renunciam a tudo nesta vida para se dedicar à “salvação das almas”. O “sacerdote sagrado” se sobrepõe ao “presbítero”, isto é, àquele que goza do respeito da comunidade porque está a serviço dela.Ainda que muitos padres compreendam seu ministério em unidade com as comunidades, não são poucos os exemplos que se entendem a si mesmos como “criaturas angelicais”, uma espécie de “terceiro gênero” dessexualizado, como bem aponta J. Tricou, professor da Universidade de Lausanne/ Suíça, em seu livro “Des soutanes et des hommes. Enquête sur la masculinité des prêtes catholiques” (Das batinas e dos homens. Pesquisa sobre a masculinidade dos padres católicos, em tradução livre).Não somos “seres divinos”, nem “criaturas angelicais”, somos homens que compartilham com os demais homens e as mulheres as mesmas angústias do dia a dia. Afirmava acima que o autor da carta sobre o suicídio de padres enumerou uma longa lista de sintomas, mas penso que a verdadeira causa está no “endeusamento”, na “sacralização” dos padres que tem como resultado a pior enfermidade da Igreja, o clericalismo tão denunciado pelo Papa Francisco.A divinização – para usar um termo da Patrística – do padre é a mesma que se dá em todas as cristãs e todos os cristãos no dia de seu Batismo. Os padres não somos “privilegiados” por termos recebido o sacramento da Ordem; somos, sim, capacitados pela graça para servir a comunidade, da qual nunca devemos nos afastar. Não somos “especiais”, não somos super-homens que devem ser excelentes administradores dos bens eclesiásticos e gênios pastorais. Somos falhos, muito falhos! E as comunidades não deveriam se escandalizar disso. Pelo contrário, elas também devem estar próximas de seus padres e não lhes fazer a vida impossível cobrando além de seus limites.

 

 




A formação sacerdotal precisa mudar!

 

 

Como mencionei anteriormente, não pretendo apontar nenhuma resposta definitiva ao problema, simplesmente iluminar a reflexão. Padres não são seres especiais, são homens frágeis como quaisquer outros e, por isso, infelizmente podem – têm o poder da ação – para tirar sua própria vida. Enquanto, a Igreja impor a seus padres um “endeusamento” indevido, continuaremos registrando o aumento do número dos casos de suicídio de padres. Se a Igreja quer fazer algo de bom para seus padres, em primeiro lugar, não passe os longos e árduos anos da formação “enfiando na cuca” dos seminaristas que foram eleitos para o mais sublime de todos os ministérios; não os torne uma casta apartada do mundo e da vida.Não é intenção deste texto, mas precisamos conversar urgentemente sobre os seminários! A formação sacerdotal precisa ser revista, reformulada, repensada. Precisamos criar seres humanos prontos para servir, mas também escutados em suas limitações e fragilidades. Se a Igreja quer evitar que as mídias mostrem sua fragilidade porque mais um padre se suicidou, procure urgentemente superar o maior câncer que a aflige, o clericalismo!

 

 

-Já é passada a hora de renunciar a símbolos de honra e poder, como as vestes clericais.

 

 

-Já é passada a hora de nos enxergarmos a nós mesmos como batizados antes de ministros ordenados.



 



 

-Já é passada a hora de sermos Povo com e como nosso povo, como refletiu J. Sobrino ao escrever sobre o Emanuel – el Dios con nosotros y como nosotros.

 

 

-Já é passada a hora de nos escandalizarmos todas as vezes em que um ser humano atenta contra sua vida.

 



*Pe. Matheus S. Bernardes é sacerdote da Arquidiocese de Campinas/SP e professor de Teologia da PUC-Campinas.

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:

 

 

-https://www.acidigital.com/noticias/padre-encontrado-morto-em-casa-cometeu-suicidio-diz-diocese-73953

 

 

-https://pt.aleteia.org/2021/07/06/os-nossos-padres-nao-sao-super-homens-lembra-sacerdote-ante-novo-suicidio/



-https://www.bemparana.com.br/blog/teologiaeinclusao/post/a-dor-do-suicidio-nove-padres-se-suicidaram-em-2021-o-que-fazer#.YaVBzNDMJPY

 

 

-https://notisul.com.br/geral/padre-e-encontrado-sem-vida-em-novohorizonte-mg-e-suspeita-e-que-tenha-cometido-suicidio/

 

 

-https://domtotal.com/noticia/1520560/2021/06/para-francisco-fragilidades-sao-lugar-teologico-e-padres-nao-podem-ser-super-homens/

 

 

 

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