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Aprofundamento Teológico sobre a dúvida de São José

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 6 de outubro de 2021 | 20:34



 

Parece que, depois da Anunciação, a Virgem Maria, guardou para si O GRANDE MISTÉRIO que tinha ACONTECIDO com Ela, A ENCARNAÇÃO DO VERBO. Não havia palavras para o expressar nem parece que o Senhor quisesse que o REVELASSE por si PRÓPRIA, nem sequer a S. José. Contudo, Isabel FOI INFORMADA do mistério pelo Espírito Santo, como se deduz da cena da Visitação. Se o Senhor permitiu tão dura provação aos dois santos esposos foi para que aí sua virtude aparecesse com mais esplendor. Quando São José se achava ocupado com o pensamento de separar-se de Maria Santíssima, um anjo veio tirá-lo da inquietação, revelando-lhe o mistério que ele ignorava. José, dócil à voz do enviado celeste, conservou consigo a sagrada esposa, que tantas qualidades gloriosas lhe tornavam infinitamente mais cara e respeitável. À imitação de Maria entreguemos à Providência o cuidado da nossa justificação e repouso, persuadidos de que ela saberá fazer conhecer a nossa inocência e dissipar tudo o que poderia manchá-la ou obscurecê-la. Deus fará milagres, se necessário for, só para não abandonar os seus servos na necessidade. É certo que algumas vezes os põe em terríveis provações para purificar a sua virtude, mas, depois de os ter deixado por algum tempo no trabalho, sabe bem compensá-los e consolá-los à proporção do que sofreram.

 

 

 

 

Maria e José teriam falado previamente disso? José acompanhou Maria na visita a Isabel? Já tinha sucedido a Revelação do Anjo a José?

 


Os textos evangélicos deixam todas as respostas em aberto. As traduções que chegaram até nós não facilitam o entendimento dos SENTIMENTOS e ATITUDES de José:

 

 

“A geração de Jesus Cristo foi deste modo: estando Maria, sua Mãe, desposada com José, ANTES DE COABITAREM achou-se ter concebido por OBRA DO ESPÍRITO SANTO. José, seu esposo, SENDO JUSTO (dikaios) e não querendo expô-la a difamação (deigmatisai) RESOLVEU repudia-la (apolusai) secretamente” ( Mt 1,18-19).

 

 

 

 

É muito difícil crer que São José, o qual era muito Santo e estava sem dúvida dotado do dom de sabedoria, assim como dos outros dons de Espírito Santo, mais do que qualquer outro santo, salvo a Virgem Santíssima, e conhecendo como conhecia Maria, lhe ocorresse pensar em qualquer espécie de infidelidade. O mais razoável é PENSAR QUE JOSÉ RECORDASSE A PROFECIA DE ISAÍAS SOBRE A VIRGEM QUE DEVIA CONCEBER O EMANUEL.

 

 

 

O mais certo é que, de algum modo, se desse conta de que UM GRANDE MISTÉRIO DIVINO TINHA ACONTECIDO EM MARIA, ainda que talvez não SUSPEITASSE da divindade do Menino que a Virgem trazia no seu seio. Mas, o Messias ESTAVA ANUNCIADO para aqueles tempos. A DÚVIDA de José não era sobre a INOCENCIA de Maria, mas sim sobre O SEU PRÓPRIO PAPEL E SITUAÇÃO NAQUELE MISTÉRIO. Neste sentido se pronunciaram uma parte dos Padres da Igreja.

 


Felizmente, as análises filológicas e a exegese bíblica mais recente parecem ter resolvido o difícil texto de Mt 1,18-19

 


Traduzido de modos muito diversos, afetando, como é lógico, a compreensão em diversos sentidos, da atitude de José PERANTE O MISTÉRIO DA CONCEPÇÃO DE JESUS.

 

 

 

Mateus 1,18-19 contém três palavras de difícil tradução:

 

 

 

-Dikaios

 

-Deigmatizô

 

-Apoluô

 

 

Vistas as diferentes interpretações parece que a mais sólida e congruente é a que se resume a seguir:

 

 

 

-Hoje está claro que “dikaios” se traduz por JUSTO, não no sentido de ser simplesmente rigoroso observante da lei judia, que favorecia a interpretação segundo o qual José teria pensado que a sua esposa segundo a lei, TINHA DE SER DENUNCIADA E LAPIDADA. Também não é exato traduzir “dikaios” simplesmente por bom, OU DE BOM CORAÇÃO.

 

 

-Como José era de BOM CORAÇÃO decidira REPUDIAR (apolusai) Maria em segredo, para evitar a lapidação que a lei mandava. Esta não pode ser boa tradução visto que (dikaios) nunca significou BOM ou pessoa de BOM CORAÇÃO, o Grego dispõe de outros termos para expressar esse sentido. O mais razoável é traduzir dikaios por JUSTO no sentido de um RESPEITO TOTAL pela vontade de Deus e pela sua acção na nossa existência.

 

 

 

Pode-se resumir assim:

 

 

Na língua hebraica, “JUSTO” quer dizer PIEDOSO,SERVIDOR IRREPREENSÍVEL de Deus, CUMPRIDOR da VONTADE DIVINA; outras vezes significa BOM E CARITATIVO para com o próximo. Numa palavra, o JUSTO é o que ama a Deus e demonstra ESSE AMOR, cumprindo os seus MANDAMENTOS e orientando toda a sua vida para o serviço dos seus irmãos, os homens.

 

-O verbo “deigmatizô” é muito raro em grego, e talvez por isso se tenha traduzido e interpretado de formas muito diversas. É mais usual o verbo composto, não sinónimo daquele (paradeigmatizô), que tem o sentido perjorativo de EXPÔR AO VEXAME, EXPÔR AS INJÚRIAS. Mas esta ressonância negativa não se inclui necessariamente no verbo simples (deigmatizô). Este pode significar simplesmente DAR A CONHECER, PÔR À LUZ, REVELAR, TORNAR VISÍVEL, MANIFESTAR sem qualquer ressonância negativa. Será negativa ou não segundo o que se deve a RELUZIR.O que se revela pode ser BOM ou MAU, edificante ou vergonhoso.

 

 

 

-O verbo “luô” de que deriva o termo “apoluô”,  utilizado em Mt 1,19, pode significar DESPEDIR, e diz-se especialmente no sentido de DESFAZER, romper o VÍNCULO DO MATRIMÔNIO. Por isso, segundo certos autores, poderia significar REPUDIAR, DIVORCIAR. Mas também pode significar simplesmente: DEIXAR LIVRE, DEIXAR IR.

 

 

 

Por conseguinte pode ser perfeitamente correta a tradução:

 

 

José, seu Esposo, COMO ERA JUSTO e não queria revelar ( O MISTÉRIO DE MARIA), resolveu SEPARAR-SE DELA SECRETAMENTE.

 

 

 

Por: Prof. Amadeu Pereira

 

 

Por que São José é chamado de “Terror dos Demônios”?

 

 


 

(Por: Philip Kosloski - Publicado em 26/01/2021)

 

 

 

Missionários e exorcistas atestam o poder da intercessão de São José contra inimigos demoníacos!

 

 

Ao recitar a Ladainha de São José, muitos se surpreendem ao ver esta invocação:

 

 

“São José, Terror dos Demônios, rogai por nós.”

 

 

 

Mas o que esse título quer dizer?

 

 

 

Primeiramente, vale dizer que a intercessão de São José contra os demônios não está bem documentada, mas foi amplamente comprovada pela experiência de muitos devotos, missionários e exorcistas.Por exemplo: no livro Go to Joseph, Our Unfailing Protector (“Recorra a São José, Nosso Protetor Infalível”), o autor faz um breve resumo de como os missionários invocavam sua intercessão para expulsar as influências demoníacas:

 

 

“Escritores sagrados concordam em dizer que a intercessão de São José é um meio eficaz de derrubar a tirania de Satanás e propagar o reino de Jesus Cristo. De fato, isso pode ser confirmado por numerosas evidências, cujo resultado é que o santo Patriarca veio a ser invocado pela Santa Igreja com o título de terror dos demônios. Os missionários em países [pagãos] são unânimes em reconhecer a ajuda que receberam de São José para esse efeito.”

 

 

 

São José contra as tentações

 

 

 

Da mesma forma, o Pe. Donald Calloway afirma essa conexão, mostrando como São José desempenhou um papel central na vida do Beato Bartolo Longo Calloway escreve em um artigo para o site em inglês FOCUS que:

 

 

 

“Ele também era muito dedicado a São José, orava a ele todos os dias e gostava particularmente de seu título ‘Terror dos Demônios’. Bartolo tinha um amor tão grande por São José que ele disse a todos para recorrerem a José na luta contra tentações de qualquer tipo.” Longo teria dito: “É uma grande bênção para as almas estarem sob a proteção do santo cujo nome faz os demônios tremerem e fugirem.”

 

 

 

De acordo com o exorcista Mons. Stephen J. Rossetti, São José provou ser uma ajuda poderosa em seu ministério.Portanto, se você está procurando por um santo para ajudar a destruir uma influência demoníaca, recorra a São José!

 

 

 

 

São José na Bíblia: por que os evangelhos falam tão pouco dele?

 

 


 

"As pessoas que participaram da história da nossa salvação são importantíssimas, mas falar delas não é o objetivo primeiro dos evangelistas"

 

 

 

São José na Bíblia: por que tão pouco espaço? Afinal, o pai adotivo de Jesus é uma figura de imensa importância para nós, católicos!

 

 

 

Quem apresenta essa questão é José Antônio, de Carapicuíba, SP, escrevendo ao pe. Cido Pereira. O sacerdote, de fato, mantém uma coluna de perguntas e respostas no jornal O São Paulo, da arquidiocese paulistana. Eis, então, a resposta do pe. Cido:

 

 

Sabe, meu irmão, muitas pessoas como você ficam intrigadas com o motivo de a Bíblia não ser tão minuciosa a respeito de pessoas e de fatos. Veja alguns exemplos: a adolescência e juventude de Jesus, a vida da Sagrada Família em Nazaré, a morte de José e Maria.

 

 

 

Jesus é o centro, princípio e fim dos evangelhos!

 

 

 

Vale lembrar, porém, José Antônio, que os evangelhos não foram escritos para nos falar de São José, de Nossa Senhora, dos apóstolos, mas, sim, para nos deixar a par do acontecimento decisivo da história da salvação, que foi a entrada de Jesus, o Filho de Deus, na nossa história humana.

 

 

Pegue sua Bíblia e veja como cada evangelista inicia seu Evangelho:

 

 

 

Todos se referem a Jesus!

 

 

-São Mateus começa citando a origem de Jesus.

 

 

-São Marcos aborda, logo no início, a Boa-Notícia de Jesus, o Messias, filho de Deus.

 

 

-Lucas afirma que decidiu escrever depois de cuidadoso estudo e de entrevistar as testemunhas oculares que conviveram com Jesus.

 

 

-E João faz uma profunda meditação sobre Jesus, o Verbo de Deus.

 

 

Assim, é Jesus quem interessa. As pessoas que participaram da história da nossa salvação – Zacarias, Isabel, João Batista, José e Maria – são importantíssimas, mas falar delas não é o objetivo primeiro dos evangelistas.

 

 

 

São José na Bíblia

 

 

 

Sobre São José, o importante, como afirma São Mateus, é saber que foi um “homem justo” e assumiu a missão de esposo fiel de Maria e de guardião e tutor de Jesus. Ele sustentou a Sagrada Família com seu trabalho.

 

 

O resto que sabemos são deduções que fazemos: José morreu nos braços de Jesus e Maria, provavelmente antes da vida pública de Cristo, e todos nós o temos como protetor dos trabalhadores, dos chefes de família e dos administradores. Houve um grupo de escritores que tentou preencher os vazios deixados por Mateus, Marcos, Lucas e João e escreveu alguns evangelhos chamados apócrifos. Por serem tão fantasiosos, a Igreja não os considera inspirados por Deus, e, assim, não fazem parte da Bíblia.

 

 

 

Fixemos, então, a nossa atenção, como queriam os evangelistas, na pessoa de Jesus.

 

 

Vale a pena acolhê-Lo com amor, como fizeram José e Maria, vale a pena escutar Jesus, segui-Lo e testemunhá-Lo, porque Ele é o único Senhor de nossa vida, o princípio e o fim de tudo, o Caminho, a Verdade e a Vida.

 

 

Meditando com os Ícones: «A Natividade do Senhor Jesus»

 

 


 

(Texto bíblico: Lc 2, 1-20)

 

 

Introdução

 

 

Este ícone segue o esquema tradicional da representação do nascimento de Jesus Cristo, segundo a Igreja Ortodoxa, que reúne em um mesmo ícone narrações dos Evangelhos e dos Apócrifos. O ícone da Natividade é o prólogo dessa grande epopéia que é a história da Salvação. E, como no Prólogo dos poemas encontramos sintetizados os pontos destacados do que se cantará, assim, no ícone da Natividade contemplamos o conjunto dos mistérios do cristianismo: a encarnação, a morte e a ressurreição.

 

 

 

«Este é o acontecimento pelos quais os Patriarcas suspiravam, os Profetas predisseram e os justos desejavam ver». (S. João Crisóstomo, Sermão 34).

 

 

 

«Deus se manifestou nascendo,

a Palavra toma expressão,

o invisível se faz visível,

o inatingível se faz palpável,

o intemporal entra no tempo,

o Filho de Deus se torna Filho do Homem».

 

(S. Gregório Naziazeno - Sermão 38)

 

 

 

«Que podemos te oferecer, ó Cristo, por nos teres te mostrado sobre a terra, como homem?

Cada uma de tuas criaturas traz seu testemunho de gratidão:

os Anjos te oferecem o canto, os céus a estrela,

os Magos seus presentes, os Pastores seu assombro,

a Terra uma gruta, o deserto um presépio.

Nós, porém oferecemos-te uma Mãe Virgem».

 

(Hino de Vésperas - atribuído a Anatólio)

 

 

A montanha, os anjos e os pastores

 

 

 

 

A montanha

 


 

A cena está enquadrada por uma montanha em forma piramidal que se estende por todo espaço visual do ícone. É a montanha messiânica tal como Isaias o profetizou:

 

 

«O Monte do Senhor será erigido acima das montanhas e será mais alto que as colinas...Ele agitará a mão até o Monte da Filha de Sião, até a Colina de Jerusalém...Não se terá mais dano nem mal sobre meu monte santo, porque o país estará cheio do conhecimento do Senhor» (Is 2, 2; 10, 32; 11, 9)

 

 

 

A Montanha do Senhor, resplandecente, vem ao mundo, transpassa e transcende cada colina e cada montanha, quer dizer, a altura dos Anjos e dos homens. A montanha é Cristo.Em alguns casos o monte apresenta dois cumes: as duas naturezas de Cristo, a humana e a divina.Em primeiro plano, relativo à Montanha, se faz sempre representada a Mãe de Deus. Isto vem significar que a montanha é também imagem da Virgem:

 

 

«O Monte Sião que ele ama» (Sl 77,68).

 

 

«É a montanha que Deus se dignou eleger para sua morada» (Sl 67, 17-4).

 

 

 

O centro da cena é ocupado por uma plataforma onde Maria esta ajoelhada, pela gruta do nascimento na que Deus se manifesta. Nesta Montanha, o Novo Sinai, de onde Deus se revela, Deus é quem está à entrada da gruta e a humanidade, simbolizada por Maria, pode ver face a face a Deus sem cobrir o rosto, pois Deus está sob o véu da carne em Jesus Cristo. Deus se fez homem. Deus se fez visível e acessível ao homem. O contrário se passou na revelação do Sinai a Moisés: este se esconde na gruta e se cobre diante de Deus, só o pode ver a sombra, já que o homem não pode resistir ao esplendor e a beleza divina. Por isso Deus se encarna, para fazer-se acessível ao homem, e para que este O possa ver sem medo e nem ter de cobrir seu rosto.

 

 

 

Os anjos

 




 

Acima se fazem representar um grupo de anjos que cantam, contemplando o céu e a terra:

 

 

«Glória a Deus nas alturas e na Terra paz aos homens que o Senhor ama».

 

 

Representam a a natureza angélica que acode o evento extraordinário; um deles destacado do grupo, encontra-se falando com um ou mais pastores. Este anjo anuncia ao pastor a grande alegria da salvação e o faz estendendo a mão e fazendo o sinal da encarnação trinitária: dois dedos juntos e três tocando-se pelas pontas. Seu significado é a salvação vinda de Deus Uno e Trino, através da encarnação de Cristo. O pastor e o Anjo estão em diálogo. Com a encarnação de Jesus Cristo, o mundo divino e o humano iniciam um diálogo que nunca mais se perderá. Deus estará no meio dos homens Ele mesmo lhes falará, e cada homem poderá falar diretamente com Deus, sem intermediários.

 

 

 

O pastor

 

 

 

O Pastor, ou pastores, representam o povo «que caminha nas trevas e que viu uma grande luz» (Is 9,1). COm efeito, havia aparecido a luz sobre os habitantes da terra de sombras e de morte. Disse o anjo:

 

 

«Anuncio-lhes uma grande alegria, lhes trago uma boa notícia, para todo o povo, pois nasceu para vós um Salvador, que é o Messias, o Senhor, na cidade de Davi. Isto tereis como sinal: encontrareis um menino envolto em panos e reclinado num presépio» (Os 10,12; Is 61,11).

 

 

 

Aos pés do Pastor, há um menino tocando uma flauta, é antítese da música celestial e faz referência a um hino de matinas da vigília:

 

 

«interrompendo o som das flautas dos pastores, a armada celestial gritava»

 

 

 

A gruta, a Virgem e o Menino

 

 

 

A gruta


 



No centro do ícone se abre uma gruta que mostra as entranhas da montanha. Representa o inferno e a morte sobre as quais encontra-se Cristo, e que tentam engoli-Lo. É a mesma voracidade obscura que se fala no ícone da Ressurreição.

 

 

 

A Virgem

 

 

 

Fora da gruta está representada a Mãe de Deus. Geralmente está recostada, algumas vezes sentada e outras, ainda, joelhada, como neste caso. Esta postura ultima denota a influência ocidental. Ela é a Rainha que está erguida à tua direita posto que ela é a Mãe do Rei, aquela que goza da divina confiança e que realizou nela maravilhas. A Virgem geralmente não olha para o menino, mas para o infinito, custodiando e refletindo em seu coração tudo aquilo que de extraordinário aconteceu com ela. (Lc 2,19) Sobre seu rosto se lê a tristeza humana de uma mãe que queria dar algo maior a seu Senhor e parece dizer:

 

 

«Quando Sara trouxe ao mundo um filho, este recebeu vastos territórios como homenagem; eu, ao contrário, não tenho nada: emprestaram-me esta gruta onde quiseste habitar, meu pequeno, Deus antes dos séculos» (Romano o Melode XIII,14).

 

 

 

A Mãe de Deus é colocada próxima ao coração da Montanha; «representa a luz que emana da sarsa do Sinai». (S. Gregório de Nicéia, sermão 21,119)

 

 

 

Maria estava vestida com seu manto donde as estrelas (frente a ambos os ombros) proclamam sua virgindade. Representam o sinal da santificação trabalhada nela pela Trindade para que fosse progenitora de Deus.

 

«Virgem antes e depois do parto, sempre Virgem no espírito, na alma e no corpo» (S. João Damasceno, sermão 57,5).



«Pois Deus era Aquele de quem ela nasceu,pela natureza seu curso mudou [...]Israel atravessou o mar sem se molhar;agora a Virgem gerou a Cristo sem se contaminar.Depois da travessia de Israel, o mar tornou-se intransponível,a Imaculada, depois do nascimento do Emanuel permaneceu incorruptível» (Hino da Mãe de Deus - Theotokos).

 

 

 

Adora a seu Filho e Deus em atitude de serva do Senhor, disposta a fazer tudo o que o diga, assim as expressam suas mãos cruzadas no peito.

 

 

 

O Menino

 

 

 

Entre a Virgem e a entrada da Gruta aparece o Menino envolto em panos colocado mais que em um presépio, em um sepulcro de forma tradicionalmente retilíneo. O Menino está envolto como numa mortalha. Evoca a figura mortuária, em concreto, a imagem de Lázaro que o presépio-sarcófago contribui para o evidenciar.

 

 

 

«Está envolto em panos por quantos haviam revestido então as túnicas da piedade» (Romano o Melode XIII-14 e Gn 3,21).

 

 

 

Os panos serão para os pastores sinal de reconhecimento do menino, como o serão sinal tangível da Ressurreição para as mulheres, Pedro e João ante o sepulcro vazio. (Lc 2, 13; Jo 20, 1ss).Os panos do menino são as vendas mortuárias que, depois, aparecerão espalhadas pelo sepulcro, quando ressuscitou. Este Menino é, doravante, o que vai vencer a morte com sua Ressurreição. Nascemos para morrer e ressuscitar com Ele.Já desde o princípio da Vida de Jesus, a Igreja o proclama Vencedor da Morte na representação de seu nascimento. É Ele o Sol das trevas que nos tirou dos braços da morte.

 

 

 

«Seu corpo foi como um servo, jogado nos braços da morte, a quem o dragão infernal esperava devorar; tivera, no entanto, que vomitar aqueles que já havia devorado. Ele venceu a morte para sempre e secou as lágrimas dos olhos de todos». (S. Cirilo de Jerusalém. Catequese 12, 15).

 

 

 

«Da Virgem nasceu o Rei da Glória,revestido de púrpura de sua carne,que visitou os prisioneiros e proclamou a libertação aos quantos habitavam nas sombras». (S. João Damasceno, sermão 54).

 

 

 

«Como Jonas, no ventre da baleia, Cristo entrou na face da morte,como novo Adão, para recuperar a dracma perdida: o gênero humano.Os céus se inclinam até a profundeza dos abismos,nas profundas sombras do pecado.Chama portadora de de luz,a carne de Deus, dissipa as sombras do inferno sob terra.A luz resplandece nas trevas, mas as sombras não a viram». (Orígenes).

 

 

 

Animais



No interior da gruta, se distinguem o boi e o asno, na iconografia eslava, acrescenta-se um cavalo. Estes animais têm diversos significados: o boi representa o culto a Mitra; o asno o culto a luxúria, representação daqueles que, tendo o mistério da Encarnação de Deus diante de si, não sabem vê-lo ou não querem vê-lo, daí seu olhar inexpressível se dirigem a um ponto perdido. São também a representação das forças instintivas irracionais que emergem das profundezas da alma humana e levam ao pecado, e que Cristo abrandará através de sua vida, morte e Ressurreição. Maria representa esta natureza que, plena de Deus, se liberta de tudo o que não seja Deus mesmo, e se espiritualiza até o ponto de viver só para Ele e por Ele. O corpo de Maria é esguio, magro; o dos animais, gordo e arredondado. E, por último, representam a palavra do Profeta Isaías:

 

 

«O boi conhece seu dono e o asno o presépio de seu dono;Israel, no entanto, não entende,meu povo não tem conhecimento» (Is 1,3).

 

 

 

José, pastor-demônio, árvore

 

 

 

São José

 

 


 

Na parte inferior aparece José pensativo e afastado. Diante de um homem vestido com peles e apoiado em um bastão. José personifica o drama humano: o homem ante o mistério. José se interroga frente ao mistério. José duvida do possível adultério de Maria.

 

 

 

Demônio-pastor

 

 

 

A literatura apócrifa atribui a José esta dúvida, e o Pastor que fala com ele, apoiado num bastão, alimenta e confirma os pensamentos de José, já que é o diabo que suscita uma tormenta de sentimentos encontrados no interior de José. O diabo, vestido com peles de cabra, o tenta sobre a virgindade de Maria, dizendo-lhe, segundo os apócrifos:

 

 

«como este bastão que eu levo não pode produzir brotos, do mesmo modo, um velho como tu não pode engendrar e uma virgem não pode engravidar».

 

 

 

Como todo tentador é insinuante, amável e sedutor, aparece o diabo sob forma tranqüila, coloquial e amistosa com José. Ele está vulnerável sobre a decisão que tem de tomar. Toda tentação nos faz vacilar, se nosso olhar não está posto em Cristo e sobre nós mesmos.

 

 

 

A árvore

 

 

 

A tradição dá ao pastor o nome de Tirso. Na antiguidade pagã, tirso era um grande bastão, atributo típico de Dionísio e de seus sátiros e bacantes, entidades representativas do paganismo e do racionalismo. Junto ao pastor-demônio, há um arvoredo que brota de um tronco seco.

 

 

«Um rebento brota do tronco de Jessé; um broto surge de suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor; por ele o Senhor resgatará o seu povo» (Is 11, 1-2)

 

 

O Arvoredo representa uma resposta às palavras do pastor-demônio!

 

 

«Deus não é escravo das leis que regulam a vegetação; é seu Criador e, se fez brotar a vara de Araão, muito mais, pode fazer com que uma Virgem floresça e dê frutos». (Cirilo de Jerusalém. Catequese XII, 28)

 

 

Nuvem, estrela, o assombro do criado

 

 

 

Nuvem e estrela

 

 

 

Na parte superior do ícone apresenta-se uma nuvem que se retira para o céu. Os apócrifos contam que:

 

 

«No momento do nascimento, a nuvem que recobria a gruta se dissipou e apareceu uma grande luz que a vista não era capaz de suportar. Logo esta luz se diminuiu lentamente e apareceu o menino». (Proto-evangelho de São Tiago 19, 2)

 

 

 

A nuvem evoca a presença de Deus que pôs nas sombras seu esconderijo. (Sl 17, 12) A nuvem é de grande tradição e de grande simbolismo no Antigo Testamento, e sempre revela a presença misteriosa de Deus. A Nuvem guia o povo de Israel pelo deserto até a Terra Prometida; a nuvem revela Deus no monte Sinai; no Monte Tabor, Jesus se transfigura tornando-se resplandecente como uma nuvem; na Ascensão, a nuvem vela a visão do Ressuscitado.Da nuvem, o céu aberto faz descer um facho de luz até a terra que se divide em três raios em direção ao o menino: é a Santíssima Trindade que se manifesta como luz. Ao mesmo tempo representa a estrela. Em alguns ícones aparece dentro uma pomba do Espírito, e em outros uma cruz: Jesus nasce para morrer e ressuscitar.

 

 

 

«O Filho de Deus é o ícone vivo e idêntico do Pai através do qual tivemos acesso ao Pai. Nossa mente, iluminada pelo espírito, olha o Filho e, no Filho, como num ícone, contempla o Pai» (Macário Crisocéfalo).




A estrela é a realização da Profecia de Isaias:

 

 

 

«Levanta-te e resplandece, pois chegou tua luz;e a glória do Senhor amanhece sobre ti,entre a obscuridade envolve a terra e as trevas dos povos;sobre ti vem a aurora do Senhor» (Is 60,1-4).

 

 

 

Assombro do criado

 

 

 

Está representado pelas ovelhas ou cabras que estão diante do menino que toca flauta e olham para o alto. Eles expressam o assombro da Criação diante de tão grande mistério: Deus se fez homem. Ninguém consegue prosseguir em sua ação natural, tal é o estupor e o temor do Universo que reconhece a presença de Deus e se extasia ante a sua misericórdia. A Criação fica transtornada diante de tanta maravilha. Isto vem narrado nos apócrifos: Proto-evangelho de São Tiago 18, 1-3 e no Hino das Grandes Horas da Natividade.

 

 

 

 

Os magos

 

 


 

Sob os Anjos, que cantam a glória, aparecem à cavalo os três reis do Oriente, guiados por uma estrela que olham e que tem a forma de cruz dourada e gloriosa; seguem Aquele que morrerá e ressuscitará e dará a toda humanidade a entrada para a vida eterna. Os magos representam os homens excluídos da Antiga Aliança que o Novo Reino Messiânico ha de incluir. Os santos, os justos, ainda que não sejam de Israel, são agradáveis a Deus, e Cristo estende sua predileção e primogenitura a todos os povos, representados pelos magos.

 

 

Os magos prefiguram as mulheres miróforas que, a caminho do sepulcro se animavam dizendo:

 

 

«Apreciemo-No e O adoremos como os Magos,e levaremos como presentes unguentos Àquele que já não está envolto em panos, mas em uma mortalha» (Ode VI do Cânon das matinas da Ressurreição).

 

 

 

Os magos, por sua vez, como as miróforas, se converteram em «divinas testemunhas que, ao retornar para as suas terras, anunciaram Cristo a todos». (Hino Akasthitos) de Romano Melode XII, 21.

 

 

 

«Os Magos viram nas mãos da Virgem Aquele que plasmou com as suas mãos os homens; e compreendendo que era o Senhor, ainda que tivesse tomado a forma de servo, apressaram-se a honrá-lo com um tríplice dom, como o Hino dos Serafins que o proclama três vezes Santo» (Hino Akasthitos - de Romano, o Melode XII, 21.).

 

 

 

A tradição iconográfica transmitiu uma constante sobre os magos:

 

 

A idade: Apresentam-no com semblantes: jovem, adulto e velho, representando assim as três idades do homem em uma única síntese visual.

 

 

 

Banho, comadre-Eva

 

 

Comadre-Eva

 

 

 

Na parte inferior deste ícone há duas mulheres que preparam o banho do menino. Isto é influência da iconografia helenística que tanto influenciou a Arte Cristã. Tem ainda seu desenvolvimento cristão nos Apócrifos, na verdade, no Proto-evangelho de Santiago, 19 e 20. Ali se narra como uma parteira testemunhou a maternidade divina de Maria, e Salomé certifica a Virgindade de Maria e presta a ela sua ajuda banhando o Menino.

 

 

Segundo a tradição, a comadre é Eva que, junto a Salomé, se ocupa do Menino. Eva dá a vida mortal, Maria a imortal. Maria põe nas mãos de Eva a Vida Imortal: seu Filho.

 

 

Neste ícone, o menino se apresenta com feição de gente maior, com entradas nos cabelos porque é desde o principio, verdadeiramente homem.O Menino Jesus do banho nas mãos de Eva, acentua sua debilidade e morte, sua humanidade. Como homem necessita de cuidados, atenções e cobre suas necessidades. É, portanto, homem, não só na aparência mas, realmente. É a síntese de todo o ícone: Jesus Cristo, Deus e Homem.

 

 

 

Banho

 

 

 

A Imagem do banho ganhou um significado todo especial: a imagem do Batismo. O recipiente onde o menino é banhado tem a forma de uma pia batismal, prefiguração de sua morte e descida aos infernos. O banho é como um enterro num sepulcro líquido, o mesmo em que está imerso o Cristo no ícone da Epifania.

 

 

 

«No Sacramento do Batismo, o ato de imergir nas águas e voltar a sair, simboliza a descida aos infernos e a saída desta morada junto com Cristo» (S. João Crisóstomo Homilia 40).

 

 

 

«Pelo batismo morremos, para ressuscitar com Ele» (Rm 6, 1-4).

 

 

Fonte: El Arca de Noé

 

 

 

3 orações de Santo Afonso para você rezar a São José

 


 


 


Uma oração para um santo alcança a Deus. Rezar para um santo é rezar para Deus! Por isso, a Igreja orienta pedir a intercessão dos santos, que com seu poder e ajuda podem "obter benefícios de Deus através de Seu Filho, Jesus Cristo, que é nosso Redentor e Salvador" (cf. Lumen Gentium, 50).  É na oração para um santo, que viveu a natureza humana e se tornou sinal do Reino de Deus, que podemos pedir que eles nos orientem no bom caminho, que nos ajudem a sermos melhores e a viver com mais fé. Também na história dos santos vemos que muitos escreveram orações aos santos. Um deles foi Santo Afonso Maria de Ligório que tinha uma devoção muito particular a São José. Santo Afonso tinha tanto apreço pelo Pai adotivo de Jesus que durante um tempo de sua vida, ele assinava suas cartas com o nome de José, isso nos conta o Irmão André Luiz de Oliveira, missionário redentorista. Irmão André selecionou então dos escritos de Santo Afonso, especialmente, as "Meditações para todos os Dias e Festas do Ano", três orações que ele fazia a São José. Santo Afonso sendo um mestre da oração pode nos dar muitas pistas de como São José pode ser nosso modelo e inspiração neste ano que estamos dedicando a ele.

 

 

Reze abaixo essas três orações!

 

 

 

 

São José como nosso Advogado e protetor junto a Jesus

 

 

 

“Meu Santo Protetor, justo é que vossa morte tenha sido santa, porque foi santa toda a vossa vida. Quanto a mim, com razão devia esperar uma morte infeliz, visto que a mereci pela minha vida desregrada. Mas se vós me defenderdes, não serei condenado. Não só tendes sido grande amigo de meu Juiz, mas além disso seu guarda e seu aio (escudeiro). Se vós me recomendardes a Jesus, ele não me poderá condenar. Meu Santo Patriarca, eu vos elejo, depois de Maria, por meu principal advogado e protetor. Prometo-vos, honrar-vos cada dia em toda a vida que me resta com algum obséquio especial, pondo-me debaixo da vossa proteção. Sou indigno do favor que vos peço, mas pelo amor que tendes a Jesus e Maria, aceitai-me por vosso servo perpétuo. Pela doce companhia que Jesus e Maria vos prestaram na morte, protegei-me particularmente na hora da minha morte, a fim de que, morrendo assistido por vós, por Jesus e por Maria, possa ir um dia agradecer-vos no paraíso”.

 

 

 

Dai-me lágrimas São José!

 

 

 

“Meu santo Patriarca, chorastes por haver perdido a Jesus; mas vós sempre o amastes e Ele sempre vos amou, e vos amou a ponto de vos escolher por seu pai nutrício e o guarda de sua vida. Deixai que eu chore, que por amor às criaturas e para satisfazer a meus caprichos, abandonei e perdi muitas vezes a meu Deus, pelo desprezo da graça divina. Ah, meu amado santo, pelos méritos da aflição que sofrestes na perda de Jesus, dai-me lágrimas para chorar sempre as injúrias feitas a meu Senhor. E pela alegria que vos causou depois o encontro no templo, alcançai-me que eu torne a achá-lo, morando em minha alma pela graça, e nunca mais o perca".

 

 

 

Intercedei a Jesus por um Coração puro a mim!

 

 

“Sim, glorioso São José, pai e protetor das virgens, guarda fiel, a quem Deus confiou Jesus, a mesma inocência, e Maria, a virgem das virgens, eu vos peço e conjuro por Jesus e Maria, este duplo depósito a vós tão caro, com vosso eficaz auxílio dai-me conservar meu coração isento de toda mancha, e que, puro e casto, sirva constantemente a Jesus e Maria em perfeita castidade ao meu estado de vida. E vós, ó Mãe de Deus e minha Mãe Maria, pela santa humildade e obediência com que executastes tudo que vosso santo Esposo José vos pedia, alcançai-me de Deus a graça da santa humildade e da perfeita obediência a seus preceitos divinos".

 



FONTES BIBLIOGRÁFICAS CONSULTADAS:

 

 

-https://www.a12.com/redentoristas/noticias/3-oracoes-de-santo-afonso-para-voce-rezar-a-sao-jose


-https://pt.aleteia.org/2021/01/26/por-que-sao-jose-e-chamado-de-terror-dos-demonios/


-https://pt.aleteia.org/2020/10/15/sao-jose-na-biblia-por-que-os-evangelhos-falam-tao-pouco-dele/


-http://defesadafecatolica.blogspot.com/2016/05/a-duvida-de-sao-jose.html


-http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/iconografia/meditando_natividade.html

 

 


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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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