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Venerável Serva de Deus: Elisabeth Leseur: Uma alma que se eleva, eleva o mundo inteiro

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 21 de agosto de 2020 | 15:22






“Vemos conversões onde muitas vezes a graça trabalhou muito levemente, que quase não percebemos o perfume da santidade. Seguem-se etapas da alma para a verdade; mas há sempre um ponto de partida que não se pode compreender, um momento súbito da graça, antes do qual nada existia”. (Veuillot)




Na década de 1950, Yves Congar, o grande teólogo dominicano e um dos expoentes da teologia do laicato do século XX, já advertia que:


“...não há senão um cristianismo e a obrigação de tender à união com Deus em Cristo, portanto à santidade, longe de ser um privilégio oneroso dos padres e dos religiosos, impõe-se a todos os cristãos a título desse único cristianismo que lhes é comum. Entretanto, as vocações são diversas, diversas as situações e as condições de vida, diversos os deveres concretos e os estados. De maneira que é, ao mesmo tempo, verdade dizer que não há uma espiritualidade própria dos leigos, porque eles não têm outra além da espiritualidade comum, e que há uma espiritualidade da vida leiga em confronto com a espiritualidade da vida sacerdotal ou da vida religiosa”. (CONGAR, Y. Os leigos na Igreja, p. 586-587).


E acrescentava Yves Congar que:


“não há senão uma ‘espiritualidade’ do cristão na rota do mundo”

Congar, anos depois, já na década de 1980, dentro de sua conceituação de quem é o “leigo”, mostrava os anseios do laicato contemporâneo, comparando-os com a perspectiva dos primeiros cristãos. Para ele:



“...há uma diferença profunda entre a Igreja dos mártires e a da era atômica: os primeiros cristãos não se interessavam pelo mundo terrestre, o seu sentido escatológico era de tipo monástico: “Que este mundo passe e venha a graça” (Didaqué 10,6).


“Os cristãos de hoje consideram a escatologia como aquilo que dá sentido a uma história que tem agora dimensões cósmicas. Eles desejam ser leais também com o mundo e esforçam-se para compreender, assumir e julgar a obra terrestre em relação com a soberania de Cristo e com a meta para a qual Deus encaminha, através da redenção e do ministério da Igreja, a sua criação. Eles creem, ou antes constatam, que muitas vezes a ação da Igreja, para levar Cristo ao mundo, não pode mais contentar-se em constituir-se quadros católicos autossuficientes, dirigidos diretamente pela Igreja e pela sua autoridade” (CONGAR, Y. Os leigos na Igreja, p. 135).


Ou seja, uma nova relação com o mundo está na base dessa espiritualidade laical contemporânea. Não como negação da herança primitiva da Igreja, mas como uma necessária adaptação a um novo tempo, aos sinais dos tempos, para que a mensagem de Cristo não seja retida nas sacristias, mas que se espraie pelo mundo, santificando-o, transformando-o por dentro, a partir da transformação interior que é proposta a cada cristão. Por isso, Congar concluía:


“O laicato da Igreja reconstitui-se hoje como evangélico e missionário, desejoso de uma espiritualidade que responda à sua consciência e às suas necessidades, que não seja um subproduto da espiritualidade monástica, nem uma fórmula de vida cristã genérica, mas antes a expressão de uma vida plena, vida de fé e de amor, no mundo dos homens, a serviço dos homens”.


O teólogo francês – e, depois, cardeal – alude a uma preocupação que se fará muito presente nos debates conciliares:


Que os leigos desenvolvessem uma espiritualidade própria, que não fosse um arremedo da espiritualidade monástica.


Também, Antonio Barruffo recordava que a Igreja do Vaticano II queria que não fosse ela apenas uma redução da espiritualidade do clero, que, por sua vez, era uma redução da monástica.Ou seja, a síntese da síntese de exigências mais altas. O problema é que por muito tempo, sobretudo a partir da era constantiniana, surge uma nova dialética:


Os leigos foram considerados carnais, enquanto os clérigos, sobretudo os monges, como espirituais. Os leigos, desse ponto de vista, não tinham uma vida que favorecesse claramente uma religiosidade próxima dos grandes ideais de perfeição cristã.



Jan Grootaers recorda, por exemplo, que:


“Entre os séculos XIII e XVII as ordens religiosas se consideravam as únicas especialistas em caminhos de santidade” (GROOTAERS, J. “O leigo na Igreja Católica Romana”, p. 174)


Postura esta contra a qual se opõe, por exemplo, o grande São Francisco de Sales. Por isso, é realmente extraordinário que hoje falemos de uma espiritualidade laical que englobe os âmbitos “carnais”, como a sadia sexualidade a qual são chamados os esposos pelo sacramento do matrimônio.


Evidentemente, os monges e os religiosos continuarão como grandes mestres espirituais para toda a Igreja, dando o exemplo de ascese na oração perene e no trabalho disciplinado, e também na relação harmônica com a criação. Os mosteiros não são apenas oásis de paz, mas também modelos de uma cidade que não se acaba, a Jerusalém celeste. A seu modo, os monges são “anjos” vivendo neste mundo. Os mosteiros serão sempre meta de peregrinação de leigos, sacerdotes e religiosos, que aprenderão ali a viver de acordo com o Quaerere Deum que ajudou a fundar a civilização ocidental. Todos ainda beberão das fontes da espiritualidade religiosa e monástica. Este é um tesouro inesgotável que seguirá enriquecendo a Igreja e, sobretudo, muitíssimos movimentos, Comunidades Novas, associações privadas de fieis e as tradicionais Ordens terceiras laicais.


“Mas ainda assim urge, para o laicato, o cultivo de uma vida espiritual adequada ao seu estado. Na verdade, na Igreja isso é um direito”. (Cf. BENTO XVI. Discurso. Encontro com o mundo da cultura no Collège des Bernardins, 12 de setembro de 2008)









A figura feminina exemplar de uma serva de Deus em um Matrimônio difícil: Elisabeth Leseur




(Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS” - D. Estevão Bettencourt, osb - Nº 389 – Ano 1994 – Pág. 462)



Em síntese, vai a seguir, a figura feminina de Elisabeth Leseur , que, por sua fidelidade a Deus e à sua vida conjugal, conseguiu, depois de falecida, impressionar seu marido incrédulo, levando-o a sincera e profunda conversão. Elisabeth Leseur é testemunha do valor de uma vida reta e perseverante, que em meio às dificuldades cotidianas; na Comunhão dos Santos o comportamento de um autêntico cristão ganha extraordinária fecundidade espiritual.



Pauline-Elizabeth nasceu em Paris, França, aos 16/10/1866; recebeu da família uma sólida educação cristã e valioso patrimônio cultural, que utilizou durante toda a vida na qualidade de escritora. Era esposa de um ateu, materialista e colaborador de jornais anti-clericais, que tudo fez para extinguir a fé da esposa. Elisabeth, porém, percebeu a fragilidade das hipóteses de materialistas e quis controlar a validade dos seus argumentos, dedicando-se intensamente ao estudo da Religião, do Evangelho, e de S. Tomás de Aquino. Este aprofundamento só contribuiu para tornar mais convicta a sua vida cristã, levando-a a exercer o apostolado entre os intelectuais e incrédulos, como também a praticar obras de caridade. Era uma francesa culta e fervorosa, amiga das artes, das letras, da filosofia, etc. A vida inteira,  Elizabeth rezou e se imolou pela conversão de seu esposo; o acompanhava nos mais altos eventos sociais onde Deus estava ausente, e sua alma chorava em silencio e oblação a Deus; até que um dia ela veio a falecer sem ver o marido se converter. Muito se empenhou pela conversão de seu marido, sem o conseguir, até o momento de sua morte.


Mas eis que Elizabeth tinha escrito um Diário Espiritual; e, um belo dia o seu esposo o encontrou depois de sua morte, e o leu com interesse. Foi o suficiente para que ele se convertesse profundamente. Ao ler aquelas páginas cheias de fé e de sofrimento oferecido a Deus diariamente, aquele homem foi tocado profundamente e percebeu que vivera ao lado de um anjo sem notar a sua presença. Agora derramava lágrimas de tristeza por não ter vivido aquela fé maravilhosa ao lado da esposa falecida. Sua conversão foi tão profunda que deixou o mundo, abandonou as esferas sociais onde era exaltado e se fez Frade dominicano:Frei Felix Leseur.


(Frei Felix)


Do céu Elizabeth converteu o seu Felix. Depois ele publicou:


-“O Diário de Elizabeth Leseur”

-Editou também “Cartas a respeito do Sofrimento”, Paris 1918;

-“A Vida Espiritual”, Paris 1918;

-“Cartas aos Incrédulos”, Paris 1922.


Elizabeth Leseur faleceu em 1914 e por iniciativa de Félix Leseur e dos Dominicanos – a Ordem dos Pregadores, o Bispo da Diocese de Paris abriu a Causa de Beatificação e Canonização de Elisabeth Leseur em abril de 1936. Isso exigiu o consentimento do Vaticano, da Congregação para a Doutrina da Fé.  Neste passo, o título honorifico de Serva de Deus foi permitido. Uma vez aberta, a Causa se inicia com o Processo Informativo, cujos testemunhos sobre a vida e as virtudes da Serva de Deus são reunidos e documentados. Também, os escritos públicos e privados devem ser examinados. Essa fase se conclui com o julgamento do tribunal diocesano, e a decisão final do bispo de que a Virtudes Heroicas da Serva de Deus foram ou não demostradas. Esse resultado, junto com os volumes de documentação relacionada, ou Acta (atos) são transmitidos à Congregação para a Causa dos Santos. Não é incomum para um Processo Informativo durar vários anos, mas a causa de Elisabeth Leseur é excepcional. A Segunda Guerra Mundial interrompeu o Processo antes de ser concluído, e enquanto esporádicos esforços continuaram, a fase de investigação permanece formalmente ativo. É nossa esperança que o renovado interesse na causa de Elisabeth, como a tradução de sua obra em outras línguas possibilite a mais pessoas se conectarem com sua profunda espiritualidade, irá revigorar a investigação e permitirá prosseguir para o exame e julgamento do tribunal diocesano.   Esse é apenas um passo no processo para tê-la reconhecida como Venerável. Caso o tribunal encontre que suas Virtudes Heroicas foram demonstradas, as Acta são entregues pela a Congregação a um Relator escolhido cuja tarefa é ser responsável pela Causa através do resto do processo. Trabalhando com a comissão teológica estabelecida pela Congregação, o Relator garante que a Positio resumindo a vida e as virtudes da Serva de Deus está devidamente preparada. Quando a Positio está acabada, a comissão teológica vota afirmativamente ou negativamente sobre a Causa. Essa recomendação então é passada para o cardeal, arcebispo ou bispo membros da Congregação que, por sua vez, votam. Seu voto determina se a Causa prossegue ou não. Se o voto é afirmativo, a recomendação do Decreto de Virtudes Heroicas é enviada ao Santo Padre, cujo julgamento é final. Uma vez que as Virtudes Heroicas da pessoa foram reconhecidas pelo Santo Padre, ela é chamada Venerável, por exemplo, Venerável Serva de Deus Elisabeth Leseur.







PENSAMENTOS DE ELIZABETH LESEUR



"Sejamos como a vela, que consome a sua própria substância para dar luz e calor aos que a cercam".

“Uma alma que se eleva, eleva o mundo inteiro”.

“Não sabemos todo o bem que fazemos, quando fazemos o bem”.

“As nossas ações e as nossas omissões têm repercussões que vão até o infinito...”

“Um coração que ama, seja quem for o amado, ama ao mundo todo e o faz melhor.”

“Minha alma tem sede de se entregar, de se dar, de ser compreendida e de tudo partilhar. Ela suspira por aquilo que dura e queria, às vezes, sacudir o fardo das incompreensões, das hostilidades, das mesquinharias que, de fora, pesando sobre ela e a machucam. Tenho sede de infinito, de imortalidade. Tenho sede de vida, da única vida, plena, eterna, com todas as nossas ternuras reunidas no seio do Amor infinito. Meu Deus, tenho sede de ti”.

“Toda a vida é uma responsabilidade, e somos culpados não apenas pelo mal que fazemos, mas também pelo bem que deixamos de fazer”.

“Como não procurar dar quando se recebeu muito? Como não amar quando um Amor Infinito renovou e transformou a nossa vida?”

“Pensar é belo; orar é melhor; amar é tudo”.

“Quero amar com um amor especial àqueles a quem seu nascimento, sua religião ou suas ideias afastam de mim”.

“Não aceitar tudo, senão tratar de comprender tudo; não aprovar tudo, buscar o grão de verdade que está contido em tudo. Não rechaçar por completo nenhuma boa ideia ou desejo, por torpe e débil que pareça”




LADAINHA DA CONVERSÃO COMPOSTA POR ELISABETH LESEUR:




A Serva de Deus Elisabeth Leseur (1866-1914) viveu em ambiente sem fé na França pós revolucionária. Félix seu marido, era completamente anti-religioso e anti clerical, bem como também,  grande parte dos seus amigos. A Serva de Deus ofereceu sua vida ao Senhor, especialmente pela conversão do seu marido, como aconteceu após sua morte. Publicamos a seguinte LADAINHA DA CONVERSÃO escrita por Elisabeth Leseur, no início do caderninho onde Elisabeth escreveu vários trechos de seu Diário:



Os olhos de todas as criaturas estão voltados para Vós, Senhor, e Vós lhe dais o alimento no momento propício. Abris Vossa mão e encheis de bens a tudo o que respira. O Senhor é bom para aqueles que n´Ele tem esperança e O procuram na sinceridade de sua alma.

Senhor, tende piedade dele (ou dela)
Jesus Cristo, tende piedade dele (ou dela)
Senhor, tende piedade dele (ou dela)
Jesus Cristo, tende piedade dele (ou dela)
Pai Celestial, que sois Deus, tende piedade dele (ou dela)
Filho, Redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade dele (ou dela)
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade dele (ou dela)

Santa Maria, rogai por ele (ou por ela)
Santa Virgem das virgens, rogai por ele (ou por ela)
São Miguel, rogai por ele (ou por ela)
São José, rogai por ele (ou por ela)
São Joaquim e Sant´Ana, rogai por ele (ou por ela)
São João Batista, rogai por ele (ou por ela)
Bom Ladrão, rogai por ele (ou por ela)
São Pedro, rogai por ele (ou por ela)
São Paulo, rogai por ele (ou por ela)
Santo Estevão, rogai por ele (ou por ela)
Santo Agostinho, rogai por ele (ou por ela)
São Domingos , rogai por ele (ou por ela)
São Francisco de Assis, rogai por ele (ou por ela)
Santo Inácio de Loyola, rogai por ele (ou por ela)
Santa Maria Madalena, rogai por ele (ou por ela)
Santa Mônica, rogai por ele (ou por ela)
Santa Teresa, rogai por ele (ou por ela)
Santa Catarina de Sena, rogai por ele (ou por ela)
Santa Isabel, rogai por ele (ou por ela)
Santo(a)…………. (o padroeiro ou padroeira), rogai por ele (ou por ela)

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós, Senhor.

Jesus Cristo, ouvi-nos

Jesus Cristo, atendei-nos

ORAÇÃO


Dignai-Vos, Senhor, conceder pelas orações de vossos fiéis, o perdão de suas ofensas e a verdadeira paz, a fim de que, estando purificados de todos os pecados, vos sirvam na tranqüilidade de uma santa confiança. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.



CONCLUSÃO



Elisabeth Leseur viveu uma vida exteriormente ordinária,  de mulher e esposa, mas interiormente viveu uma vida extraordinária, vida de união com Deus, respondeu ao chamado de Deus à santidade, na fidelidade do cotidiano. Elisabeth foi verdadeira apóstola, mais com a vida que com as palavras, mais com o testemunho que com obras; já que seu esposo, não só não tinha fé, mas era ativo opositor a Santa Igreja, e seus amigos, em grande parte, incrédulos. Elisabeth viveu plenamente as palavras do Senhor: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei“, amou o seu marido, a sua família, os seus amigos até a morte, até a oblação de si. E o bom Deus aceitou essa oferta de amor. Sua profunda vida interior, foi descoberta após sua morte, através de seus escritos espirituais e suas cartas. Félix, seu esposo, após a dolorosa perda de sua amada esposa, se deparou com o rico tesouro de seu Diário, e tocado pela leitura dos escritos de Elisabeth, por sua ‘presença’ e intercessão, viveu uma profunda conversão. Não somente se converteu a Fé católica, mas tornou-se Dominicano, e foi grande promotor da vida e espiritualidade de sua esposa.



O processo de beatificação de Elisabeth Leseur:



O Postulador geral da Ordem dos Pregadores está buscando dar um novo impulso a causa de beatificação da Serva de Deus Elisabeth Leseur (1866-1914). Hoje mais que nunca, precisamos do seu testemunho de fidelidade laical, sua profunda vida interior e sua vivência do Evangelho na vida cotidiana. Sua mensagem é atual e necessária ao nosso tempo atribulado. Portanto, pedimos a todos que receberam graças (físicas ou espirituais), a todos que foram tocados pela vida e os escritos da Serva de Deus, o favor de entrarem em contato com a Postulação Geral dos Dominicanos:


Frei Llewellyn Muscat O.P.

postulatio@curia.op.org


Rezemos ao Senhor que nos conceda a graça da beatificação da Serva de Deus Elisabeth Leseur.


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