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Não se iluda: Não existe Socialista ou Comunista bonzinho

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 13 de setembro de 2017 | 21:10







E a explicação é simples: são formados pelos mesmos elementos humanos, não são seres ou raças superiores, ou inferiores, portanto, estão sujeitos ás mesma vicissitudes e tentações humanas em maior ou menor escala, em conjunto, ou em separado de:  ter, do poder e do prazer.




"Os invejosos são aqueles que preferem prejudicar os ricos em vez de ajudar os pobres " veja o vídeo e confira:


https://www.youtube.com/watch?time_continue=69&v=S4kGeQQWb8A


Muitos nem entendem o que é direita, ou o que é esquerda, são simples Maria vai com as outras. Veja o vídeo e confira:


https://www.youtube.com/watch?time_continue=144&v=baMVOIPjjHM



Uma das coisas que mais defendo para que a direita se torne mais clara em suas convicções, e que ela comece a ser assertiva quando for se referir aos esquerdistas. Assertividade significa a habilidade social de expressar suas posições de maneira clara, firme e apropriada ao contexto. Ser assertivo não significa ser agressivo, embora signifique uma fuga da passividade injustificada.



Cada um de nós, se não é capaz de um tipo de “conhece-te a ti mesmo”, uma certa audácia na revisão pessoal de suas culpas, pode a qualquer momento aderir a uma negativa ou a um subterfúgio para dizer: “Lula fez o que fez, roubou, mas também fez coisa boa”. Ou então: “Bolsonaro apoiou a ditadura, mas enfim, a ditadura nos salvou do comunismo”. Sempre há, na direita e na esquerda, um monstro capaz de criar a auto-proteção.Então, lançamos mão do cântico da inculpabilidade: “falam o que falam de nós, contra nós, mas é tudo propaganda da oposição”. Essa sensação de incredulidade quanto ao que nós mesmos somos capazes de fazer, ou que nossos parentes e amigos mais próximos são capazes de tornar realidade quando a barbárie assume faceta legal e quando o ódio contra grupos minoritários se espalha, é um monstro auto-protetor dormente em todos os povos. Esse monstro está em nós, atua na justificação que não é justificação, mas apenas discurso fantasioso de quem não suporta a culpa. Se um mundo desmorona, muitos optam pelo suicídio, mas uma boa parte prefere dizer que houve um “desvio de rota dos ideais”, que “não havia o que fazer”, que “as coisas descambaram mas que, enfim, tiveram lá seu lado positivo”. Tudo isso é regado também pela negação pura e simples: não aconteceu, não foi assim, o inimigo está inventando. “Tudo que falam de nós, de nossas culpas, é propaganda revanchista da oposição.” Nada do que é verdadeiro pode ser obtido destas posturas.




O Brasil, sim, precisa de política. Não se resolve o drama que estamos vivendo com polícia apenas. Mas me desespera ver que estamos na pré-história discutindo ideias do “século passado”, ainda deslumbrados com invenção da roda e domínio do fogo.Tem gente que ainda relaciona “socialismo e liberdade”, como se a experiência histórica não provasse o contrário. Parece papo das assembleias da PUC do passado, manipuladoras e autoritárias, como sempre. A maioria de nós, pelo menos quem é responsável pelo seu sustento e da sua família, não concorda com o socialismo autoritário que a “nova” esquerda atual quer impor ao país. A esquerda é totalitária. Quer nos convencer que não, mas mente. Basta ver como reage ao encontrar gente inteligente que não tem medo dela.




Ninguém precisa da esquerda para fazer uma sociedade ser menos terrível, basta que os políticos sejam menos corruptos (os da esquerda quase todos foram e são), que técnicos competentes cuidem da gestão pública e que a economia seja deixada em paz, porque nós somos a economia, cada vez que saímos de casa para gerar nosso sustento.Ela, a esquerda, constrói para si a imagem de “humanista”, de superioridade moral, e de que quem discorda dela o faz porque é mau. Ela está em pânico porque estava acostumada a dominar o debate público tido como “inteligente” e agora está sendo obrigada a conviver com gente tão preparada quanto ela (ou mais), que leu tanto quanto ela, que escreve tanto quanto ela, que conhece seus cacoetes intelectuais, e sua história assassina e autoritária. A esquerda nunca entendeu de gente real, mas facilmente ganha os mais fragilizados com seu discurso mentiroso e sedutor, afirmando que, sim, a vida pode ser garantida e que, sim, a sobrevivência virá facilmente se você crer em seus ideólogos defensores da “violência criadora”.Ela sempre foi especialista em tornar as pessoas dependentes, ressentidas, iludidas e incapazes de cuidar da sua própria vida. Ela ama a preguiça, a inveja e a censura.



Recomendo a leitura do best-seller mundial, recém publicado no Brasil pela editora Agir, “O Livro Politicamente Incorreto da Esquerda e do Socialismo”, escrito pelo professor Kevin D. Williamson, do King’s College, de Nova York. Esta pérola que desmente todas as “virtudes” que muita gente atrasada ou mal-intencionada no Brasil está tentando nos fazer acreditar mostra detalhes de como o socialismo impregnou sociedades como a americana, degradou o meio ambiente, é militarista (Fidel, Chávez, Maduro), e não deu certo nem na Suécia. O socialismo é um “truque” de gente mau-caráter. A tragédia política no Brasil está inclusive no fato de que inexistem opções partidárias que não sejam fisiológicas ou autoritárias do espectro socialista. Nas próximas eleições teremos poucas esperanças contra a desilusão geral do país.E grande parte da intelligentsia que deveria dar essas opções está cooptada pela falácia socialista, levando o país à beira de uma virada para a pré-história política, fingindo que são vanguarda política. O socialismo é tão pré-histórico quanto a escravatura. Porém, a esquerda não detém mais o monopólio do pensamento público no Brasil. Não temos mais medo dela.



Socialistas posam como se tivessem o monopólio da virtude, mas, ao estudarmos seus discursos e ações, vemos que eles são supremos na falta de moral. E quem conhece a história assassina e autoritária dos socialistas não cai nesse truque.Eles dizem que lutam pelos mais frágeis, mas na verdade sabemos que eles vivem de fazer chantagens emocionais para enganar incautos. Tudo é agravado pelo fato deles defenderem o direito de praticarem toda violência que quiserem.A maioria dos marxistas garante que defende uma dialética para discutir a sociedade, como se realmente esse tipo de discurso fosse feito para ser levado a sério. Só que quando investigamos a fundo o que eles tem a dizer (e o que fazem com seus discursos), sabemos que tudo não passa de um truque de gente mau-caráter. Os ultra-esquerdistas dizem que caminham na marcha da história. Mas a verdade é que seu discurso é tão pré-histórico quanto a escravatura. Eu digo mais: o socialismo é um retorno às eras tribais.



A esquerda mundial e nacional, ambas maldosas, são escravizantes e estimuladoras da ignorância. Tentam, por meio da catarse ou da hipnose coletiva, convencer de que são o supra-sumo da bondade.Conseguem à medida que associam a misericórdia universal à falácia de um governo “do povo”. Como o governo é do povo, é preciso existir o anti-povo. Para que o anti-povo, ou elite, possa existir, é preciso que as pessoas se odeiem e sintam muita inveja umas das outras.Inveja é um vício, um pecado capital. Quando a inveja ocorre numa pessoa que ama ao próximo como a si mesma, ela se torna uma ambição virtuosa.Já a inveja associada ao ódio leva ao crime, ao massacre, à tirania, ao medo e ao controle da alma de todos.




A esquerda gosta do ódio e da inveja, pois a partir de todos esses pecados, os demais podem surgir. Da inveja de que o outro seja melhor do que você surgem os crimes de roubo, de assassinato, crimes contra a propriedade. Do ódio surgirá a ira, a gula, a preguiça, a luxúria.Porque uma mente odiosa não pode acordar pela manhã e desejar fazer o bem. Uma pessoa de esquerda que, porventura, venha a trabalhar numa empresa privada, sempre terá preguiça. Já uma pessoa de direita procurará melhorar mais a cada dia até conseguir avançar na carreira.



A mente odiosa é revolucionária



Uma mente odiosa prefere a luxúria, pois para ela tudo é péssimo, a vida é ruim e só melhoraria se houvesse um ditador do proletariado no poder estatizando tudo. Então o melhor caminho a seguir é usar drogas, fazer verdadeiras orgias com quem quer que seja e viver uma vida de luxo no processo. O que as pessoas de esquerda, que formam uma elite, mais querem é, justamente, viver no luxo material que a vida com muito dinheiro proporciona.Não há mente odiosa, ou ainda, revolucionária, que não seja gulosa. São pessoas ambiciosas demais, a ponto de pegar o que não é seu para tomar para si. Essa gula da esquerda não é por comida, mas sempre por mais poder. Com o poder eles podem garantir o dinheiro, os benefícios, a liberdade e a autoridade que possuem diante do resto da humanidade.



A esquerda doutrinária



Se você fosse um brasileiro e professor de universidade federal no Brasil, você teria emprego garantido em qualquer lugar. Essa troca de apoio do movimento comunista é similar ao relacionamento de amigos, familiares e conhecidos de todos os grupos que têm algo em comum. Mas no comunismo, como não há meritocracia, ele chega a ponto de muita gente ruim ter cadeira cativa na frente de diversas gerações de alunos.




A esquerda também invadiu as artes cênicas. No Brasil, felizmente, não foi capaz de produzir bons filmes, salvo pouquíssimas exceções. Nos Estados Unidos, no entanto, a esquerda já se infiltra até em filmes de heróis de história em quadrinho ou filmes de comédia. O objetivo: hipnotizar as pessoas e convencê-las de que os ideais autoritários e tiranos de um supergoverno é muito maior do que você.No Brasil temos visto a maldade dos “caridosos” de nossa esquerda aqui no Brasil. Sabemos que a prisão espera muitos desses que ainda não entenderam: o brasileiro não nasceu para a escravidão. O brasileiro quer ser livre. Livre de assassinos, corruptos e criminosos em geral.A quantidade de filmes que adora colocar os indivíduos como apenas mais um, sem exaltar a importância da consciência, é uma forma deixar as pessoas absolutamente sem consciência. É o pensamento de manada que a esquerda usa para manipular o povo numa direção.



Muita gente acha que é de esquerda e nem é de verdade por causa dessa hipnose coletivisante



O fenômeno recente dessa mais nova maldade pode ser sentido no Brasil, onde a imprensa brasileira só repete o discurso da mídia esquerdista americana.O resultado, óbvio, é que mesmo entre conservadores e liberais brasileiros a Hillary é preferida. A manipulação da mídia tornou Trump, no Brasil, uma piada, mesmo sendo um homem que criou um império gigantesco, sendo um grande construtor em seu país e no mundo. O que importa é a inteligência. Nesse aspecto, é impossível negar que Hillary, muitas vezes, parece a Dilma e não consegue fazer sentido. Enquanto o Trump é muito mais inteligente, capaz de dizer verdades com simplicidade, ainda que, por pura maldade, a mídia esquerdista americana altere o que ele diz na maior cara de pau.



Quer um exemplo? O mais óbvio de todos: acusar Trump de ser como um Hitler. Tudo porque Trump teria dito que é preciso tomar conta do problema da imigração ilegal nos Estados Unidos. O problema era a imigração ilegal num país que é totalmente construído por imigrantes legais. Essas levas, verdadeiros Cavalos de Tróia tem entrado nos EUA. Há quem pense que o problema são só terroristas islâmicos, mas não: há criminosos latino-americanos, russos, asiáticos e tantos outros dentro das fronteiras americanas. Eles são responsáveis por crimes, mortes e estupros, mas essa maldade não é dita pela esquerda. Eles preferem defender imigrantes ilegais, desde que, posteriormente, eles consigam votar e influenciar voto nos Democratas.



O partido dos Democratas americano é o PT brasileiro e Hillary é uma personagem bastante parecida com outra mulher política que a Argentina conhece bem: Cristina Kirchner. O governo de Kirchner foi desastroso. O de Hillary seria ainda pior, pois ela colocaria de joelhos uma nação muito maior, levando o mundo todo consigo. Tudo para poder escravizar os pobres, negros, mulheres, gays e outros públicos cativos dos democratas em nome de bolsas, benefícios, pensões, saúde pública gratuita e universidades públicas gratuitas. Nessa estória esquerdopata, percebemos que somente para a esquerda existe almoço grátis.



Lênin que de bonzinho não tinha nada, teve um papel fundamental na revolução que instalou a ditadura comunista. Filho de um alto funcionário na hierarquia russa, Lênin devia nutrir um sentimento de culpa em relação aos privilégios que gozava, algo comum na época. Seu irmão, um radical acusado de estar envolvido num atentado contra o czar, foi assassinado pelo regime czarista. Lênin pagou um alto preço por isso, sendo punido com a expulsão da universidade por uma infração insignificante, por ser identificado como o irmão de um terrorista. Foi forçado à inatividade por três anos, e desenvolveu forte ressentimento em relação tanto ao czarismo como à burguesia. Tornou-se um revolucionário fanático disposto a destruir a ordem social vigente. Foi motivado por um anseio de vingança, e Struve, um antigo colaborador seu, escreveu anos depois que a principal característica da personalidade de Lênin era o ódio.Muitos são os que condenam a crueldade de Stalin, mas esquecem de Lênin, considerado por Molotov, funcionário de confiança que serviu a ambos, o mais severo dos dois. Lênin demonstrou uma frieza monstruosa quando se opôs à ajuda humanitária aos camponeses famintos em 1891 no Volga, argumentando que a fome servia para a causa comunista. Quando tomou o poder, fez de tudo para transformar a guerra em guerra civil, útil para seus planos revolucionários. Pipes reconhece que os “bolcheviques tomaram o poder na Rússia para fazerem a guerra civil”.



Lênin defendeu a morte de todos os “especuladores” e ordenou o enforcamento de centenas de kulaks, pequenos proprietários de terra, de forma que todos pudessem ver. O comunismo sob o comando de Lênin conseguiu em poucos meses matar mais gente do que o regime czarista em décadas.



Com a morte de Lênin, Stalin assumiu o poder, instalando em seguida o Grande Terror, que chegou a executar cerca de mil pessoas por dia, mandando outros milhões para os campos de concentração, já introduzidos por Lênin. O slogan da luta de classes foi abandonado por Stalin, que lançou a Rússia em um nacionalismo semelhante ao de Hitler. Stalin considerava que conflitos e guerras eram os maiores aliados do comunismo soviético e, seguindo este raciocínio, de 1920 a 1933 a União Soviética envolveu-se em colaboração secreta com os militares alemães para que pudessem evitar as provisões do Tratado de Versalhes.




Em 1932, Stalin ajudou Hitler a chegar ao poder, proibindo comunistas alemães de se aliarem aos social-democratas contra os nazistas nas eleições parlamentares. Assinou ainda um tratado de não-agressão com Berlim em 1939, que incluía um protocolo secreto dividindo a Polônia entre a Rússia e a Alemanha. Molotov, o confidente mais próximo de Stalin, chegou a declarar que aceitar ou rejeitar o hitlerismo é uma “questão de opinião política”. Em 1940, quando Hitler esmagou os exércitos aliados na França, Stalin fez aliança com a Alemanha nazista, fornecendo alimentos, metais e outros materiais escassos.Tanto o nazismo como o comunismo tinham um inimigo comum: a democracia liberal com seus direitos civis e propriedade privada de fato. Além disso, ambos consideravam os seres humanos meios descartáveis para a construção de uma nova ordem e um “novo homem”. Curiosamente, muitos ainda acreditam que Stalin e Hitler, ou o comunismo e o nazismo, eram diametralmente opostos desde sempre.




Os soviéticos defendiam a “globalização”, mas não a democrática de livre mercado como conhecemos hoje, e sim a exportação do regime revolucionário comunista. Em 1919 fundaram a Terceira Internacional, ou Comintern, com a missão de infiltrar-se e assumir o controle de todas as organizações de massa nos diferentes países.


Lênin deixara claro que, em caso de necessidade, era para “recorrer a todo tipo de ardil, astúcia, expediente ilegal, dissimulação, supressão da verdade”.



Os comunistas de Moscou, de fato, exportaram o regime para inúmeros países em vários continentes. A Guerra Fria foi fruto dessa estratégia comunista. Em todos os casos onde os americanos não interromperam a escalada comunista, sem uma única exceção, o resultado foi a miséria, a escravidão e muitas mortes desnecessárias. Um dos casos de maior atrocidade foi o de Camboja, onde os líderes do Khmer Vermelho, que aprenderam sobre o marxismo em Paris, instalaram um regime que trucidou sem piedade quase um terço da população, tudo em busca da igualdade marxista.



Apesar da propaganda comunista, que chamava de “fascista” tudo que não era comunista, inclusive os social-democratas europeus, o próprio fascismo teve influência comunista. Benito Mussolini, o ditador italiano, bebeu da fonte leninista, e em um discurso de 1921, afirmou que existia uma afinidade intelectual entre fascistas e comunistas. A grande diferença estaria no fato de os comunistas pregarem o Estado centralizado por meio do conceito de classe, enquanto os fascistas o faziam pelo conceito de nação. O próprio Hitler declarou ter tido forte influência de Marx.



O filósofo Nietzsche descreveu bem o socialismo em vista de seus meios:




“O socialismo é o visionário irmão mais novo do quase extinto despotismo, do qual quer ser herdeiro; seus esforços, portanto, são reacionários no sentido mais profundo. Pois ele deseja uma plenitude de poder estatal como até hoje somente o despotismo teve, e até mesmo supera o que houve no passado, por aspirar ao aniquilamento formal do indivíduo: o qual ele vê como um luxo injustificado da natureza, que deve aprimorar e transformar num pertinente órgão da comunidade”. E continua: “Por isso ele se prepara secretamente para governos de terror, e empurra a palavra ‘justiça’ como um prego na cabeça das massas semicultas, para despojá-las totalmente de sua compreensão”.



Para Richard Pipes, a idéia básica do marxismo, de que a propriedade privada é um fenômeno histórico transitório, é completamente falsa. A propriedade privada, na verdade, é “uma característica permanente da vida social e, como tal, indestrutível”. A noção marxista de que a natureza humana é infinitamente maleável é igualmente falha. Essa realidade faz com que o regime comunista tenha sempre que apelar para a violência como meio rotineiro de governar. Os comunistas esquecem que a abstração chamada “Estado” é composta por indivíduos que também seguem seus interesses particulares. O comunismo sempre evolui, portanto, para a criação de uma nomenklatura poderosa, uma casta privilegiada que coloca fim ao ideal de igualdade presente no comunismo. Como Pipes explica, “a contradição entre fins e meios está inserida no comunismo e em todo país em que o Estado é o dono dos bens de produção”.Logo, tanto a liberdade como a igualdade, fins presentes na ideologia comunista, são totalmente inatingíveis através dos meios adotados pelo regime.







CONCLUSÃO:



O comunismo não passa de uma pseudo-religião, dogmático e rígido, e sua meta: a abolição da propriedade privada, leva inevitavelmente à abolição da liberdade. Tal utopia já sacrificou milhões de vidas inocentes. Seria loucura adotar os mesmos meios e esperar um fim diferente. O defeito do comunismo não se encontra apenas nos comunistas revolucionários, mas nas próprias premissas do comunismo. São essas que devem ser veementemente abandonadas, tal como foram no caso do nazismo.




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