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Você sabe o que é um #esquerdopata?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 31 de janeiro de 2016 | 23:25



O chamado esquerdista fanático — aquele que chega a se autodefinir com orgulho como “ptista doente” — caracteriza-se por uma postura de adesão emocional e ideológica absoluta, que se coloca deliberadamente em oposição a qualquer evidência factual, histórica ou moral que contrarie sua narrativa. Não se trata mais de discordância política legítima, mas de um fechamento intelectual marcado por negação sistemática da realidade. O termo esquerdopata, por analogia com sociopata, surge exatamente para descrever esse estágio patológico do engajamento político: não o simples militante de esquerda, mas o indivíduo cuja visão de mundo se torna rigidamente dogmática, paranoica e impermeável ao contraditório (local de fala em contrário). Nesse estado, fatos deixam de importar, crimes são relativizados, fracassos são justificados e qualquer crítica passa a ser interpretada como ataque pessoal ou conspiração. O problema central não é a defesa de ideias de esquerda em si, mas a transformação da ideologia em identidade absoluta, substituindo o pensamento crítico por um automatismo militante. Infelizmente, o ponto exato em que o esquerdista ultrapassa o campo da convicção ideológica e ingressa no terreno da patologia política é difícil de delimitar, pois esse processo costuma ser gradual, alimentado por ambientes fechados, discursos de vitimização e validação mútua entre pares igualmente radicalizados.

Alguns indícios de "esquerdopatia AGUDA"



A esquerdopatia pode ser compreendida como um estágio de radicalização ideológica em que o engajamento político deixa de ser racional e passa a operar de forma emocional, dogmática e hostil à realidade. Não se trata de discordância política legítima, mas de um adoecimento do pensamento, no qual a ideologia substitui a razão, a moral objetiva e o respeito à dignidade humana. 





Alguns sinais recorrentes ajudam a identificar esse quadro patológico:

1º)-Alegrar-se com o fracasso de um país quando o governo é de direita: O esquerdopata demonstra satisfação diante de crises econômicas, sociais ou institucionais se estas ocorrem sob governos ideologicamente adversários. O sofrimento da população principalmente os mais pobres que eles dizem defender, deixa de ser uma tragédia a ser evitada e passa a ser visto como “prova” de que o outro lado está errado. O bem comum é sacrificado em nome da confirmação da própria narrativa ideológica.

2º)-Desejar ou celebrar a morte e o sofrimento de quem não é de esquerda:Nesse estágio, o adversário político deixa de ser percebido como pessoa e passa a ser tratado como inimigo moral absoluto. Tragédias pessoais, doenças ou mortes são recebidas com sarcasmo, indiferença ou comemoração, sob a justificativa implícita de que quem pensa diferente “merece” sofrer.



3º)-Acreditar-se moralmente puro ou isento de culpa: O esquerdopata passa a se enxergar como alguém moralmente superior. Por defender determinadas pautas, considera-se automaticamente virtuoso, incapaz de erro ou injustiça, onde os meios ilicitos são aceitos e tolerados por um suposto fim bom. Essa "falsa santidade ideológica" elimina qualquer possibilidade de autocrítica e transforma toda crítica externa em perseguição ou ataque pessoal.

4º)-Ter certezas absolutas e negar o direito ao “lugar de fala” de quem pensa diferente: O esquerdopata não convive com a dúvida nem com a pluralidade de ideias. Sua opinião é tratada como verdade definitiva, enquanto a discordância é vista como ignorância, má-fé ou crime moral. De forma profundamente contraditória, ao mesmo tempo em que exige “lugar de fala” para si e para seus grupos ideológicos, nega esse mesmo direito a quem discorda. O contraditório não é debatido, mas silenciado por meio de rótulos, cancelamento e desqualificação pessoal.




5º)-Responder à discordância com agressividade, ameaças e linguagem violenta:Quando confrontado, o esquerdopata revela incapacidade de lidar com frustração intelectual. A reação imediata é o ataque pessoal, o insulto e, em casos extremos, a ameaça explícita de violência. O diálogo é substituído pela intimidação, sinal claro de colapso moral e emocional.





6º)- O sintoma mais constante: o ódio - O esquerdopata vive em estado permanente de ressentimento. Seu discurso é movido por raiva, hostilidade e desejo de punição. O ódio deixa de ser exceção e se torna combustível ideológico, direcionado a tudo e todos que não se submetem à sua visão de mundo.






Alguém afetado pela esquerdopatia está continuamente justificando os malfeitos cometidos por aqueles que pertencem à sua própria corrente ideológica. Como anestesia moral, costuma recorrer ao argumento de que “a direita também faz”, como se isso anulasse ou relativizasse crimes, abusos e injustiças. Contudo, isso ainda não define plenamente o esquerdopata. O traço decisivo surge quando, além de justificar, ele tenta convencer os demais de que o crime é necessário, legítimo e até virtuoso, pois supostamente atende aos interesses dos “oprimidos” ou ao avanço da história.







Seu padrão moral é flexível e utilitário: tudo pode ser relativizado, desde que contribua para os objetivos do grupo. Para o esquerdopata, os fins sempre justificam os meios, independentemente da violência, da mentira ou da supressão de liberdades envolvidas.




 



Mas a caracterização ainda não se encerra aí. O esquerdopata precisa desumanizar o adversário. Ele o transforma em encarnação de todos os males — opressor, inimigo do povo, ameaça existencial. Ao retirar do outro sua humanidade, legitima-se moralmente a perseguição, o silenciamento e até a eliminação física, sempre atribuindo ao próprio inimigo a culpa pelo mal que se abate sobre o mundo.








É essa lógica perversa que ajuda a compreender por que, ao longo do século XX, regimes de inspiração esquerdista produziram morticínios em escala massiva, de forma sistemática e reincidente. No delírio ideológico, o esquerdopata afirma que milhões morreram apenas porque “atrapalhavam o curso da história”. Se a prometida libertação da humanidade exige dezenas ou centenas de milhões de vidas, isso não é visto como tragédia, mas como detalhe irrelevante. Quando a ideologia se torna absoluta e a dignidade humana é relativizada, o horror deixa de ser exceção e passa a ser método.

   

A ambição central do esquerdista radical é impor sua visão de mundo como verdade única, buscando dominar e controlar a sociedade por todos os meios, sem admitir pluralidade ou contestação



O que predomina no esquerdista radical é o desejo de dominar, impor e controlar, a qualquer custo, sua própria visão de mundo, tratada como única, moralmente superior e infalível. Não há espaço para pluralidade: quem discorda deve ser corrigido, silenciado ou eliminado do debate público.







 


O esquerdopata manifesta um comportamento social profundamente distorcido, marcado por delírios de grandeza e projeção psicológica. 




Acredita possuir soluções universais para todos os problemas da humanidade, quando, na realidade, apenas transfere para a sociedade seus conflitos, frustrações e fracassos pessoais, disfarçando ressentimento sob o rótulo de altruísmo. A inveja é um de seus traços mais evidentes: o sucesso alheio — especialmente financeiro e profissional — desperta ódio constante, pois funciona como lembrete de suas próprias limitações. 



Incapaz de assumir responsabilidade por seus insucessos, transforma terceiros em bodes expiatórios, atribuindo sempre aos outros a culpa por sua incompetência pessoal, profissional e humana. Assim, converte ressentimentos individuais em combustível ideológico, utilizando frustrações pessoais como energia emocional para sustentar discursos revolucionários e justificar a imposição de sua agenda sobre toda a sociedade.









DEFINIÇÕES MAIS APROPRIADAS AO ESQUERDOPATA:







Cinismo moral (no sentido ético, não filosófico): O esquerdopata é cínico não no sentido clássico das escolas socráticas, mas no significado moderno de descaramento moral. Trata-se de um indivíduo sem escrúpulos, marcado por hipocrisia, sarcasmo e oportunismo. Para ocultar seus fracassos e sua incompetência pessoal, apresenta-se como defensor do bem-estar coletivo e da humanidade, quando, na realidade, busca atender a interesses próprios, muitas vezes inconfessáveis. Adota a pose de “bom samaritano” e se aproxima das pessoas simples e vulneráveis com um discurso sedutor e manipulador. Em sua distorção psicológica, destitui Deus e se coloca no centro moral do mundo, arrogando-se o direito de distribuir justiça, felicidade e sentido à vida alheia segundo seus próprios critérios. Sua consciência moral é deformada, e seu objetivo último é a destruição dos valores cristãos e da ordem moral tradicional, substituindo-os por um projeto social moldado por suas concepções ideológicas e paranoicas.



Narcisismo ideológico:O esquerdopata é essencialmente narcisista. Sua verdadeira devoção é a si mesmo, embora recorra a artifícios retóricos para parecer altruísta e socialmente engajado. O discurso coletivo funciona apenas como máscara para um ego inflado, movido pelo instinto de autopreservação e pela necessidade constante de validação moral.



Niilismo disfarçado de utopiaTrata-se também de um niilista: alguém que rejeita qualquer fundamento transcendente, nega valores metafísicos e busca demolir princípios morais consolidados ao longo da história. Em lugar desses valores, propõe construções ideológicas artificiais, originadas não da experiência humana acumulada, mas de abstrações teóricas desconectadas da realidade. Sua força vital é canalizada para a corrosão da moral, da religião, das leis e das tradições. Interiormente vazio, vive no absurdo, apresentando-se como “profeta da utopia”, quando, na prática, atua como filósofo do nada.



– Genocídio cultural: Por fim, o esquerdopata atua como um verdadeiro genocida cultural. Incapaz de compreender a complexidade do mundo real, acredita que a sociedade deve ser moldada exclusivamente a partir de ideias produzidas por sua mente reducionista. Organiza-se em grupos para destruir culturas construídas ao longo de séculos — fruto de erros, acertos, sacrifícios e amadurecimento histórico — em nome de projetos artificiais concebidos em ambientes acadêmicos ou burocráticos. Substitui a cultura viva de um povo por modelos abstratos idealizados por uma elite que se julga iluminada, da qual, naturalmente, ele se considera parte.


  




Agora que você já conhece algumas das principais características do esquerdista fanático, cabe um conselho prático e realista: evite discutir com ele!




O debate é inútil porque sua capacidade argumentativa é extremamente limitada. Diante de qualquer contraponto, ele recorrerá automaticamente a rótulos previsíveis — “reacionário”, “nazista”, “capitalista”, “burguês” , "fascista", taxista, etc. — repetidos de forma mecânica, quase ritualística. 




Essas palavras funcionam como reflexos condicionados, não como conceitos compreendidos. São os únicos termos que sua mente ideologicamente deformada consegue articular, pois ele não pensa: apenas ecoa. 




Age como um papagaio fiel de seus gurus — Marx, Paulo Freire e afins — sem qualquer elaboração própria ou senso crítico. Com grande esforço, eventualmente acrescenta mais um ou dois vocábulos do mesmo repertório, sempre com a finalidade de desqualificar o interlocutor, nunca de responder ao argumento. 



Esse comportamento não revela convicção intelectual, mas soberba moral: a crença de que rotular o outro equivale a vencê-lo. Os traços aqui descritos aplicam-se, em maior ou menor grau, a diversas correntes ideológicas que orbitam esse mesmo núcleo dogmático — socialistas, marxistas, leninistas, stalinistas, trotskistas, comunistas, maoístas, gramscistas, fidelistas, chevaristas e chavistas — todos unidos menos por reflexão crítica e mais por adesão emocional a um credo político que não admite contestação.
 
 



DIFERENÇAS ENTRE UMA PESSOA comum DE DIREITA E UM ESQUERDOPATA:



-Armas: Quando uma pessoa de direita não gosta de armas, resolve a questão de forma simples: não compra, não usa e não se envolve com elas. Respeita, porém, o direito de quem pensa diferente. Já o esquerdopata, ao rejeitar armas, não se limita à própria escolha: busca proibi-las por lei, impondo sua posição a toda a sociedade, geralmente defendendo que apenas o Estado — ou grupos politicamente alinhados — permaneçam armados, concentrando poder e eliminando a autonomia do cidadão comum.




(foto reprodução)





-Alimentação e vegetarianismo: Quando alguém de direita opta pelo vegetarianismo, trata isso como decisão pessoal. Ajusta sua dieta e segue a vida sem exigir adesão alheia. O esquerdopata, ao adotar o vegetarianismo, transforma uma escolha individual em bandeira moral obrigatória, promovendo campanhas contra produtos de origem animal e pressionando para que todos adotem o mesmo padrão alimentar, seja por coerção social ou legal.




 




-Orientação sexual: Uma pessoa de direita homossexual tende a viver sua vida de forma discreta ou pública conforme sua vontade, exigindo respeito, mas sem pretender moldar a sociedade inteira à sua condição pessoal.O esquerdopata, por sua vez, transforma sua orientação sexual em militância permanente, exige reconhecimento irrestrito e busca impor por lei sua visão de identidade e comportamento ao conjunto da sociedade, confundindo respeito com submissão.



-Contrariedade no ambiente de trabalho:Quando alguém de direita enfrenta dificuldades ou críticas no trabalho, tende a refletir sobre seus erros, buscar soluções práticas e agir para melhorar sua situação.O esquerdopata, ao ser contrariado, rapidamente se coloca no papel de vítima, acusa discriminação, transfere a culpa para terceiros e raramente admite falhas próprias, utilizando o vitimismo como mecanismo de autoproteção.










-Debate e opinião na mídia:Se uma pessoa de direita não gosta de um debate televisivo, exerce sua liberdade individual: muda de canal, desliga a televisão ou simplesmente ignora o conteúdo.O esquerdopata, ao se deparar com ideias divergentes, frequentemente reage com intolerância, buscando censura, processos judiciais ou punições aos responsáveis pela exposição de pensamentos diferentes, chegando a defender controle estatal da mídia para evitar o contraditório.


-Religião e ateísmo: Quando alguém de direita é ateu, simplesmente não frequenta templos e conduz sua vida sem interferir na fé alheia.O esquerdopata ateu, ao contrário, tende a demonstrar hostilidade ativa à religião, rejeitando qualquer referência a Deus ou símbolos religiosos, inclusive em espaços privados, adotando uma postura seletiva de intolerância conforme conveniência ideológica.




 




-Saúde pública e privada: Quando uma pessoa de direita precisa de atendimento médico, recorre à rede pública ou privada conforme suas possibilidades, sem contradições discursivas.O esquerdopata costuma atacar verbalmente a medicina privada, mas, na prática, prefere utilizá-la, frequentemente exigindo atendimento imediato e especial, enquanto evita o sistema público que diz defender, revelando incoerência entre discurso e ação.


-Crises econômicas:Diante de uma economia em crise, a pessoa de direita tende a defender trabalho, inovação, responsabilidade fiscal, novos projetos e adaptação à realidade.O esquerdopata, por outro lado, busca culpados externos — países estrangeiros, empresários, mercados ou “o sistema” — raramente reconhecendo erros de gestão, gastos excessivos ou políticas fracassadas, transferindo sempre a responsabilidade para terceiros.









Um teste simples e revelador:



Quando uma pessoa de direita lê este texto, pode concordar integralmente, discordar em parte ou até rejeitá-lo, mas tende a repassá-lo como provocação intelectual ou como ponto legítimo de reflexão e debate. Mesmo quando não concorda, reconhece o direito do outro de expor sua visão e entende o compartilhamento como exercício de liberdade de pensamento.



Já quando um esquerdista fanático lê o texto, a reação costuma ser oposta. Ele evita repassá-lo, trata de apagá-lo ou silenciá-lo e, não raro, envia uma resposta agressiva, malcriada e emocionalmente carregada. Incapaz de refutar ideias com argumentos, recorre a chavões prontos, rótulos ideológicos e, muitas vezes, a palavrões. 




Não responde ao conteúdo, mas ataca o mensageiro — não por força de convicção racional, e sim por intolerância ao contraditório e desconforto diante de qualquer visão que escape ao seu dogma.





Distinção entre a pessoa comum, o conformista corrupto e o esquerdopata














Uma pessoa normal, quando se depara com um problema moral, instintivamente se posiciona contra aquilo que é errado, especialmente quando esse erro viola seus princípios e valores éticos fundamentais. A reação não depende de conveniência política, ideológica ou partidária, mas do reconhecimento objetivo do certo e do errado.









Exemplo: um político — seja de qual partido for — comete o crime de desviar verba pública, prática infelizmente recorrente na história do país.



1) A pessoa comum ou pessoa de bem: Diante de um fato assim, a pessoa comum se indigna, sente revolta legítima e repudia o ato sem relativizações. Não passa sequer pela sua mente justificar tal crime ou praticá-lo. O repúdio é imediato e independe da filiação partidária do criminoso, pois o que está em jogo não é ideologia, mas moralidade. Para ela, corrupção é corrupção — venha de quem vier.



2) A pessoa conformada ou corrupta: Já a pessoa conformada reage com indiferença. Enxerga a corrupção como algo “normal”, quase inevitável, e não se sente moralmente afetada. Em casos mais graves, chega a considerar aceitável aproveitar-se do sistema, adotando o raciocínio cínico de que “se não for ele, será outro”. Muitos desse perfil sequer se indignam; alguns sentem inveja de quem se beneficia do esquema e, não raramente, entram na política justamente com esse objetivo: enriquecer, obter privilégios ou receber altos salários sem esforço real.











3) O esquerdopata: O esquerdopata apresenta uma reação seletiva e profundamente contraditória. Sua posição varia conforme quem comete o crime. Se o corrupto pertence ao seu partido, ao campo ideológico que apoia ou a uma figura que idolatra, ele omite, relativiza ou minimiza o fato. Quando a negação absoluta não é possível, recorre a justificativas elaboradas: culpa o “sistema”, a “cultura estrutural de corrupção”, o “ambiente”, como se o indivíduo não tivesse responsabilidade moral própria. Em suma, tergiversa — este é o verbo que melhor define sua conduta. Quando um esquerdista é pego “com a boca na botija”, a regra é desviar o foco, confundir, relativizar ou até inverter completamente os fatos. Os mais fanáticos chegam ao absurdo de negar evidências claras ou acusar o corrupto de ter “se tornado de direita”, como se isso apagasse sua trajetória ou responsabilidade.




Essa postura revela uma ambição totalitária: impor hegemonia cultural, controlar o discurso público e subjugar psicologicamente a sociedade. Não por acaso, acusam constantemente seus adversários de autoritarismo e imperialismo enquanto praticam exatamente aquilo que condenam. Qualquer manifestação que contrarie sua ideologia ou seus interesses momentâneos é rapidamente apontada, distorcida e rotulada. Usam rótulos, estereótipos e acusações morais como armas, não para esclarecer, mas para silenciar — instrumento clássico de quem não busca a verdade, mas o poder.
        








O comportamento muda radicalmente quando o corrupto pertence a outro partido. Nesse caso, o esquerdopata se deleita. Parte para o ataque com fúria máxima, vociferando acusações, xingamentos, ameaças e condenações morais, como se fosse o guardião supremo da ética pública. Repudia o crime — mas apenas quando é cometido pelo adversário. 




Como bem sintetizou o Papa Francisco: “Para os meus erros e os de meus conterrâneos, misericórdia; para os erros dos outros, justiça implacável.” 


Assim, o esquerdopata revela sua verdadeira natureza: complacente e indulgente com os próprios crimes e os de seus aliados, mas extremamente agressivo e implacável com os mesmos atos quando praticados por adversários. Essa hipersensibilidade seletiva se traduz numa patrulha constante, sistemática e obsessiva sobre tudo o que o outro diz, pensa, escreve ou faz. Não se trata de busca por justiça, mas de controle ideológico.





em RESUMo





1) A pessoa normal: É capaz de distinguir claramente o certo do errado e orienta suas ações por valores morais objetivos e inegociáveis. Sua postura ética independe de interesses pessoais, conveniência política ou alinhamento ideológico. O erro é condenado por ser erro, venha de quem vier.



2) A pessoa conformada ou corrupta: Adota uma visão relativista da moral. Reage aos fatos conforme a conveniência do momento, acomodando-se ao sistema e normalizando desvios éticos. Não se indigna, não confronta e, muitas vezes, aceita ou reproduz práticas erradas quando isso lhe traz algum benefício.



3) O esquerdopata: Age de modo semelhante ao segundo tipo, porém com um agravante decisivo: seu relativismo é seletivo e ideológico. Ele relativiza crimes, abusos e injustiças apenas quando isso serve para proteger a si mesmo, sua ideologia ou seus aliados. Em contrapartida, adota um discurso severo, moralista e implacável para atacar adversários ou grupos que deseja atingir, seja por divergência ideológica, seja por conveniência circunstancial. Essa duplicidade moral o torna cúmplice — por ação ou omissão — de todo tipo de crime cometido em nome da esquerda política: encobre, minimiza, justifica, exalta e até cultua seus autores. Em essência, trata-se de uma postura psicopática aplicada ao campo político, na qual a ideologia se sobrepõe à verdade, à justiça e à dignidade humana.




FATO: "Não existe perfil assim na direita!"






É importante fazer uma distinção honesta e necessária: alguns desses comportamentos podem, sim, aparecer em indivíduos de direita, porém não como fundamento ideológico, mas como falhas pessoais, morais ou de caráter. 







Na esquerda, ao contrário, o ódio de classe não é exceção nem desvio individual — é elemento central da doutrina. Isso é um fato histórico e conceitual. Por isso, a afirmação permanece válida: não existe, na direita, um perfil ideológico estruturado equivalente ao descrito.










No máximo, um direitista pode ser alguém egoísta, excessivamente focado no próprio bem-estar, no sustento da família ou no sucesso de seus negócios — seja como empresário, seja como assalariado. Pode também demonstrar insensibilidade diante de problemas sociais graves, entendendo, correta ou incorretamente, que tais questões não lhe dizem respeito diretamente ou que devem ser resolvidas pelo Estado. Seria intelectualmente desonesto negar que pessoas assim existem. Não sou um “direitopata fanático” a ponto de idealizar a direita como moralmente perfeita ou composta apenas por indivíduos virtuosos.




A diferença essencial, porém, está no alcance e na natureza desse comportamento. Na direita, trata-se de posturas individuais, dispersas, nunca elevadas à condição de virtude moral ou projeto político. Não formam maioria, tampouco totalidade. Já o discurso esquerdista insiste em retratar esses casos como regra geral, forçando uma caricatura ideológica: todos os direitistas seriam “burguesia”, “elite dominante”, “exploradores”, “porcos capitalistas”. Essa generalização não é acidental; é estratégica, pois serve para justificar ressentimento, hostilidade e luta de classes.Na pior das hipóteses, encontra-se na direita pessoas insensíveis às necessidades alheias, que acreditam — equivocadamente — que nada podem ou devem fazer, delegando toda responsabilidade ao Estado ou à providência divina. Isso não é moralmente correto, mas tampouco constitui um programa político de ódio, perseguição ou desumanização do outro. O ponto decisivo é este: na direita, falhas morais são individuais; na esquerda, o ressentimento é sistematizado, ideologizado e celebrado como motor da ação política. Essa distinção é fundamental para qualquer análise honesta. Onde um lado apresenta vícios humanos isolados, o outro constrói uma cosmovisão inteira baseada no conflito, na inveja social e na demonização do adversário. É aí que reside a diferença essencial — não de pessoas, mas de ideias.










Uma distinção fundamental







Uma coisa é certa: não existe direitista em plena consciência que trate um político corrupto como santo, herói ou modelo moral apenas por ele se declarar de direita. Quando um político desse campo se envolve em corrupção, a consequência natural é a perda de apoio, prestígio e credibilidade. Se algum direitista insiste em defendê-lo cegamente, trata-se de um desvio individual, jamais de uma estratégia ideológica organizada — e, ainda assim, esse comportamento costuma ser amplamente reprovado dentro do próprio campo da direita.




A comparação com a esquerda é esclarecedora. Enquanto figuras como José Dirceu, mesmo profundamente envolvidas em escândalos de corrupção, continuam sendo defendidas, relativizadas ou até reverenciadas por setores expressivos da esquerda, casos como o de Eduardo Cunha demonstram o oposto no campo da direita: apesar de ter desempenhado papel central no impeachment de Dilma Rousseff, Cunha foi rapidamente isolado, perdeu apoio político da direita,  e hoje não conta com respaldo relevante justamente por seu envolvimento em corrupção.




Essa diferença evidencia que, na direita, a lealdade ideológica encontra limites na moral e nos fatos; já na esquerda, com frequência, a ideologia se sobrepõe à ética, permitindo a blindagem moral de seus líderes, independentemente dos crimes cometidos.





Na esquerda, porém, esse comportamento não é exceção, mas recorrente. A defesa incondicional de líderes corruptos, a relativização de crimes e a idolatria política decorrem do fanatismo ideológico, que produz cegueira moral, ambiguidade ética e inversão sistemática dos fatos. A ideologia passa a ser o critério supremo: o que favorece o “lado certo” é justificado; o que o contraria é negado, distorcido ou reescrito.




Nesse contexto, perde-se a capacidade de discernir verdade e mentira, certo e errado. A realidade deixa de ser parâmetro e passa a ser moldada conforme a conveniência ideológica. Esse grau de distorção caracteriza um estado de radicalização extrema, no qual qualquer meio é considerado legítimo para atingir fins políticos. A moral é suspensa, a responsabilidade individual é anulada e o adversário é desumanizado. O resultado é perigoso: indivíduos dispostos a destruir instituições, valores e até a própria civilização em nome de um projeto totalizante, cujo objetivo final não é justiça nem bem comum, mas a construção de um mundo moldado à sua própria ideologia, imagem e vontade de poder.





Para finalizar: "Olha só o retrato da moral esquerdista em ação"



Conheço uma pessoa declaradamente de esquerda, engajada na Igreja, “de caminhada”, que se apresenta como defensora de valores éticos e sociais. Até aí, tudo bem. 



O problema começa quando essa mesma pessoa foi cursar medicina fora do Brasil — não por excelência acadêmica, mas porque era mais fácil e mais barato — e, ao retornar, passou a odiar Bolsonaro simplesmente porque o governo não aboliu o Revalida. Para esse “médico”, a exigência da prova é injusta, como se o Estado tivesse a obrigação de encobrir sua própria incapacidade de comprovar conhecimentos mínimos para exercer uma profissão que lida diretamente com a vida humana.



O Revalida não existe por capricho ideológico, mas para proteger a população, evitar fraudes, filtrar formações precárias e impedir que profissionais despreparados atuem no sistema de saúde brasileiro. Exigir o fim dessa avaliação não é um clamor por justiça social, mas por conveniência pessoal, ainda que isso coloque em risco pacientes inocentes. Aqui se revela o traço central: quando o interesse próprio entra em jogo, toda a conversa sobre ética, bem comum e responsabilidade social é rapidamente descartada.



Esse é o padrão recorrente: princípios só valem enquanto favorecem o próprio grupo; quando contrariam desejos individuais, passam a ser chamados de “injustos”, “elitistas” ou “opressores”. Trata-se de um moralismo seletivo, profundamente incoerente, onde a ideologia serve como escudo para privilégios pessoais e fracassos individuais.








Por isso, não é exagero afirmar que esse comportamento revela algo mais grave do que simples incoerência política. É uma postura marcada por egocentrismo moral, relativismo extremo e ausência de empatia real pelas consequências de suas exigências. Nesse sentido, o termo “esquerdopata” surge como uma provocação conceitual: não para designar todos os indivíduos de esquerda, mas para identificar aqueles que, tomados pelo fanatismo ideológico, perdem completamente a capacidade de discernir entre responsabilidade, mérito, justiça e interesse próprio — mesmo quando vidas humanas estão em jogo.






Adaptado de: "Averdadequeamidianaomostra.blogspot.com.br"





Conclusão 




O esquerdopata, portanto, não representa apenas um desvio individual, mas um sintoma de um fenômeno social mais amplo: a substituição da razão pelo pertencimento ideológico e da verdade objetiva pela conveniência política. 




Quando a ideologia se torna uma lente única e inquestionável, ela deixa de explicar o mundo e passa a distorcê-lo. Nesse estágio, não há mais compromisso com princípios universais como justiça, dignidade humana ou responsabilidade moral, mas apenas com a preservação da narrativa do grupo, ainda que isso exija negar fatos históricos, relativizar crimes evidentes ou silenciar vítimas reais. 



A política, que deveria ser um espaço de debate racional e busca do bem comum, converte-se em campo de batalha emocional, onde o adversário é desumanizado e qualquer discordância é tratada como heresia. Esse processo é particularmente perigoso porque se disfarça de virtude moral. 



O esquerdopata frequentemente se percebe como alguém “do lado certo da história”, investido de uma superioridade ética que o autoriza a justificar abusos, censuras e autoritarismos quando praticados por seus aliados ideológicos. Assim, regimes opressores são minimizados, fracassos econômicos são atribuídos a inimigos externos e a corrupção passa a ser tratada como detalhe secundário ou “mal necessário”. 




A ideologia deixa de ser meio e se torna fim absoluto, corroendo a capacidade de autocrítica e anulando qualquer possibilidade de aprendizado a partir da realidade. Além disso, essa postura gera um efeito profundamente corrosivo no tecido social. 




O diálogo se torna impossível, pois não há linguagem comum com quem rejeita fatos e transforma emoções em critério de verdade. A sociedade se fragmenta em bolhas hostis, alimentadas por ressentimento e desinformação, onde a lealdade ao grupo vale mais do que a honestidade intelectual. Nesse contexto, é no mínimo contraditório que a esquerda invoque com tanta frequência o chamado “lugar de fala”, ao mesmo tempo em que nega sistematicamente o direito universal ao contraditório. 



Se há uma exigência moral coerente a ser feita, já está mais do que na hora de respeitar não apenas quem fala, mas também o direito de contestar, questionar e discordar — pilares básicos de qualquer sociedade verdadeiramente democrática. Por fim, reconhecer e denunciar o esquerdopatismo não significa atacar pessoas, mas expor um padrão de comportamento que precisa ser enfrentado com lucidez. 



A crítica não é à esquerda como campo legítimo de ideias, de forma alguma, pois estaríamos a cometer o mesmo erro que criticamos, mas ao fanatismo que transforma convicções políticas em substituto de identidade, fé e consciência moral. O verdadeiro antídoto contra esse adoecimento político não está em outra forma de extremismo, mas no resgate da razão, da responsabilidade individual e da disposição sincera de submeter qualquer ideologia — sem exceção — ao crivo dos fatos, da ética e da realidade concreta. 



Somente assim o debate público poderá deixar de ser um palco de dogmas e fanatismos e voltar a ser um espaço de confronto racional de ideias, onde o contraditório não seja tratado como ameaça, mas como condição indispensável da verdade e da civilização.










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20 de março de 2016 às 06:41

Olá, Beraká!
Não sou cristã mas acredito na família, no valor do trabalho e amo minha Pátria. Aliás, ao ver um pais que se diz cristão como o nosso amado Brasil, votar na Esquerda e defendê-la com paus, pedras,foices e martelos, de um lado sinto-me aliviada por não me sentir uma aberração já que não sou de esquerda embora não professe o cristianismo. Mas por outro lado me causa profunda preocupação pois entendo que o que antes refreava os impulsos destes indivíduos socialmente doentes eram exatamente certos valores cristãos assimilados pela Família.
E fica a pergunta: Como pode um país de maioria cristã ter colocado esses demônios no poder?
Finalizando, gostaria de parabenizá-lo pois este foi um dos melhores textos que li ultimamente na Internet. O Brasil precisa ler isto!
Saudações Verde-Amarelas!

7 de maio de 2016 às 19:51

Muito interessante esse texto, porém como explicar aqueles casos de esquerdistas que são relativamente bem sucedidos em suas áreas como Chico Buarque e a maioria dos atores da televisão? Marco Antonio

9 de maio de 2016 às 08:20

Prezado Marco 3086

Sua pergunta é muito fácil de responder:

O interprete de: Pai! Afasta de mim esse cálice, quis calar a boca daqueles que não agüentam mais a roubalheira da gang do PT. Chico Buarque chega ao fim da linha jogando sua história pelo ralo.Infelizmente, o interprete de “Joga pedra na Geni” no tempo da ditadura militar está pedindo para jogar nele com suas incoerências.
PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: POR QUE CHICO BUARQUE TANTO APOIA O PT?

A mídia divulgou incessantemente o apoio de Chico Buarque ao PT.
Fica então a seguinte pergunta: se ele está ciente da corrupção, dos desvios, dá má gestão e mentiras sem fim do PT, o que levaria um artista do nível dele a apoiar a candidatura Dilma? A resposta é simples: DINHEIRO.
E dinheiro que vem dos nossos impostos. Do nosso suor. Do nosso trabalho.

Quanto tempo você leva para conseguir juntar R$ 800 mil?
Bom, da sua resposta não sabemos, mas da namorada de Chico, Thais Gulín, a resposta seria: "num piscar de olhos".
Tanto ela como o próprio Chico se beneficiaram de verbas do Ministério da Cultura que deviam servir para ajudar aqueles que têm dificuldades em alavancar seu projeto, que não possuem recursos. Mas não. O PT desvirtuou completamente o objetivo da destinação de verbas pela Lei Rouanet, utilizando-o para beneficiar artistas famosos para, em troca, receber favores futuros.


E Chico está retribuindo o favor agora. É importante caro Marcos esclarecer alguns fatos antes que esse fato se perpetue como ode maior ao socialismo boquirroto. No programa eleitoral de Dilma, o compositor de “A Banda” diz que em 2010 votou em Dilma por causa do Lula. Ou seja, Chico votou em uma incompetente notória por causa de um malandro conhecido. Agora, Chico está a dizer que votará na Dilma por causa da Dilma. Isso significa que o compositor votará em uma mentirosa que, quando interessa, varre a corrupção para debaixo do tapete.
Quando, em 2010, Chico declarou apoio a Dilma, a pedido do apedeuta lobista, sua irmã, Ana de Hollanda, ganhou de presente o comando do Ministério da Cultura, onde fez uma administração pífia e muito criticada. No rastro desse mimo a família de Chico Buarque foi beneficiada com o que em países minimamente sérios é considerado tráfico de influência. Sobrinha do cantor, Bebel Gilberto recebeu R$ 1,9 por meio da Lei Rouanet, o que só é possível com a anuência do Ministério da Cultura.Ou seja, a titia entrou em cena para dar uma mãozinha. Thaís Gulin, namorada de Chico, recebeu R$ 800 mil também através da Lei Rouanet. Carlinhos Brown, genro de Chico, recebeu, também através da Lei Rouanet, R$ 996 mil.

Entendeu agora, ou quer que desenhemos ?


13 de setembro de 2016 às 09:37

Qual sua opinião a respeito das pessoas que afirma que o Eduardo Cunha é o malvado favorito delas?

13 de setembro de 2016 às 17:51

Deputado Marco Feliciano (PSC-SP)em entrevista à BBC Brasil, ele diz que "seu sonho primário" era ver o PT perder o governo e chama o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de "meu malvado favorito", elogiando-o por ter aceitado o pedido de impeachment:


"O Cunha, todo mundo chama de malvado, né? Se ele é malvado, para mim é meu malvado favorito. Porque ele colocou o impeachment para andar."

10 de dezembro de 2016 às 13:25

Existe direitopata?

12 de dezembro de 2016 às 14:36

Prezado Miguel,


Uma excelente pergunta a sua!


No máximo, um direitista pode ser alguém egoísta, que só pensa no seu bem estar, e no bem estar de sua família e no sucesso de seus negócios (se ele for rico), ou no sucesso de seu emprego (se for assalariado), e ser insensível a questões sociais de pessoas em precárias condições, achando que não é com ele, ou que isso é obrigação do governo. Não sou porém cego,fanático, e idiotizado por alguma ideologia para dizer que não tem gente dessa mentalidade em nossa sociedade. Só que não são maioria. Nem são a totalidade, como querem FORÇAR propositalmente o discurso esquerdista, que sempre os chamam de classe BURGUESA, “elite” ou classe dominante, exploradores, porcos capitalistas, etc.Na direita, existe no máximo, na pior das hipóteses, pessoas INSENSÍVEIS às necessidades e problemas alheios, achando que elas não podem nem devem fazer nada, e que seja cada um cuide de si e esperar que Deus seja por todos (o que não é certo).MAS UMA COISA É CERTA: “JAMAIS HAVERÁ QUALQUER DIREITISTA EM SÃ CONSCIÊNCIA QUE NEGUE ISSO, OU QUE DEFENDA UM POLÍTICO DE DIREITA CORRUPTO, ADORANDO COMO SANTO OU COMO EXEMPLO, COMO FAZEM OS ESQUERDISTAS.”Se algum direitista fizer isso, deve ser alguém anormal, pois pessoas normais não fazem isso de forma ideológica como fazem os esquerdistas. Entre os esquerdistas, a distorção e a duplicidade, a falta de valores, onde eles e seus interesses é que são o fiel da balança, é comum isso ocorrer, devido ao FANATISMO IDEOLÓGICO, proporcionando uma cegueira e a insensibilidade moral que não os permite discernir verdade da mentira, erro e acerto. Como eles se tornam fanáticos iludidos pela ideologia esquerdista, distorcem a realidade, e invertem os fatos para defender ou amoldar as circunstâncias à sua ideologia, portanto, isso se configura PSICOPATIA AGUDA, GRAVE.São pessoas perigosas, dispostas a usarem todos os meios para atingirem seus fins ideológicos, sem nenhum senso moral ou de discernimento entre fato e imaginação de seus desejos e devaneios e anseios totalitários políticos.Querem destruir a civilização para criar um mundo à sua própria imagem e semelhança. Por tudo isso, podem e DEVEM ser identificados e chamados de PSICOPATAS de Esquerda, portanto, ESQUERDOPATAS.

Obrigado pela visita e volte sempre !!!

Shalom !!!

27 de abril de 2017 às 19:01

Eu acho, digo tenho certeza que o blogueiro deveria conhecer mais a natureza humana. Afirmar que alguém de direita "normal" jamais irá idolatrar políticos corruptos é não olhar os defeitos do seu próprio lado ou melhor dizendo, não olhar para si. Todos nós projetamos nossos defeitos nas pessoas e pelo jeito é que está acontecendo com este blog. Fazer análises de pessoas desequilibradas e associá-las a pensamentos da esquerda é ser muito reducionista devido a complexidade humana. Se há caso de pessoas com a doença "esquerdopata" é porque elas encontraram um meio de extravasar o seu desequilíbrio bem como aquelas pessoas encontraram no nazismo e no fascismo o seu shangrilá. No Brasil não há esquerda e direita e sim dominadores(1% da populaçao) e dominados que brigam entre sim entre a direita (que acha que faz parte da elite) e a esquerda. Sugiro que despertem e percebam o oculto que está por trás das maracutaias dos nossos políticos. Paz Profunda

Anônimo
13 de junho de 2018 às 14:57

brasil é uma patocracia formada ??? por conta do excesso d individuos d massa e anexadores a politica com pessoas d esquerda ??

23 de setembro de 2019 às 16:03

Matéria de 2016 e mais atual do que nunca! Já votei na esquerda, lá pelo início da era Lulla... Com o tempo, fui enxergando melhor ( uma das vantagens do avanço do tempo). Não sou fanático por nada, muito menos políticos e hoje, quando aparece certos elementos a axaltar o esquerdismo, antes de mais nada costumo perguntar: - Qual jornal você assiste? Se a resposta (provável) for "Blogo", já era! Fim da conversa! Isso é muito comum aquí no interior da BA., infelizmente. E dou logo um conselho (duvido que aceitará): - Procure ver todos os jornais possíveis e principalmente as redes sociais e duvido que não mude de opinião. Simples assim. Mas parece que existe algo diabólico, do mal, que domina as mentes dos mais fracos. Deus seja louvado!

Anônimo
5 de janeiro de 2026 às 14:30

Prezado(a) anônimo(a) do dia 27 de abril de 2017 às 19:01

Respeito seu ponto de vista e concordo que a natureza humana é complexa demais para caber em rótulos simplistas. Nenhum grupo — direita ou esquerda — está imune a falhas morais, idolatrias ou projeções pessoais; isso pertence à condição humana, não a uma ideologia específica. Ainda assim, é importante distinguir desvios individuais de padrões coletivos. De modo geral, não existe direitista em plena consciência que trate um político comprovadamente corrupto como santo, herói ou modelo moral apenas por ele se declarar de direita. Quando a corrupção se comprova, a consequência natural tende a ser a perda de apoio, prestígio e credibilidade; se alguém insiste em defendê-lo cegamente, trata-se de um desvio pessoal, normalmente reprovado dentro do próprio campo.

Essa distinção ajuda a evitar análises reducionistas. Comparativamente, observa-se que certos setores da esquerda, em alguns momentos históricos, relativizaram ou continuaram a defender figuras gravemente envolvidas em escândalos, enquanto casos como o de Eduardo Cunha mostram que, na direita, mesmo atores politicamente úteis foram rapidamente isolados quando a corrupção veio à tona. Reconhecer isso não significa negar que existam desequilíbrios, radicalizações ou idolatrias em qualquer espectro, mas sim admitir que a complexidade humana exige mais cautela, autocrítica e vigilância ética. Talvez, ao deslocarmos o debate da demonização ideológica para a análise das estruturas de poder — onde poucos dominam e muitos brigam entre si — consigamos mais lucidez, menos maniqueísmo e, como você bem disse, uma paz profunda.

Shalom !

Anônimo
5 de janeiro de 2026 às 14:38

Marco Antonio,

A observação é válida, mas aí é importante separar coisas que não são da mesma natureza. Sucesso profissional, talento artístico ou reconhecimento financeiro não têm relação direta com a coerência intelectual, moral ou política de uma pessoa. Chico Buarque, atores de televisão ou qualquer outro artista podem ser bem-sucedidos em suas áreas por talento, oportunidade, mercado ou contexto histórico, e isso não transforma automaticamente suas ideias políticas em corretas, lúcidas ou isentas de contradições. Da mesma forma, o fato de alguém defender uma ideologia ou professar uma religião não garante virtude moral nem superioridade de caráter. Religião e política, por si sós, não definem caráter; o que realmente o revela são os atos concretos, as escolhas morais e a responsabilidade diante das consequências do que se faz e do que se defende. Portanto, não há contradição alguma: alguém pode ser um grande artista ou profissional e, ao mesmo tempo, sustentar posições políticas questionáveis ou incoerentes com suas próprias atitudes, seja de direita ou esquerda.

Shalom!

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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