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A verdade sobre a frase do Papa Francisco: Quem sou eu para julgar?...

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 7 de maio de 2021 | 15:52

 


 

O Papa Francisco em um de seus comentários tornado público, e que o jornalista italiano Andrea Tornielli transformou em livro, o pontífice tenta explicar a sua famosa declaração “Quem sou eu para julgar?”, a qual foi apenas uma reposta específica e não genérica a uma pergunta sobre sacerdotes gays e que vem sendo amplamente interpretada como sendo o seu comentário sobre todas as pessoas LGBTs. Segundo o sítio eletrônico National Catholic Reporter, que recebeu antecipadamente uma versão inglesa do livro intitulado The Name of God Is Mercy [O nome de Deus é misericórdia], o Papa Francisco dá a devida e esclarecedora explicação:

 

 

 

“Naquela ocasião disse isto: Se uma pessoa for gay e busca o Senhor e está disposto a isso, quem sou eu para julgá-la? Estava parafraseando o Catecismo da Igreja Católica, o qual afirma que estas pessoas devem ser tratadas com delicadeza e não devem ser marginalizadas. Alegra-me que falemos sobre as pessoas homossexuais, porque antes de mais nada existe a pessoa individual em sua totalidade e dignidade. E as pessoas não devem ser definidas somente pelas suas tendências sexuais: não esqueçamos que Deus ama todas suas criaturas e que estamos destinados a receber seu amor infinito. Prefiro que os homossexuais busquem a confissão, que estejam perto do Senhor e que rezemos todos juntos. Podemos pedir-lhes que rezem, mostrar-lhes boa vontade, mostrar-lhes o caminho e acompanhá-los a partir da sua condição”.

 

 

 


 

Nenhum padre, bispo, ou mesmo um anjo descido do Céu tem autoridade para ensinar algo diferente do que está escrito no Catecismo! Porém, contudo, entretanto, todavia, alguns grupos de acolhida a homossexuais dentro da Igreja Católica, em vez de ajudar esses irmãos a viver a alegria do Evangelho, os incentivam a permanecer abraçados a seus pecados. É o caso dos hereges que pregam que basta o homossexual "não ser promíscuo", que pode praticar atos homossexuais na boa. Mas o Catecismo diz algo muito diferente:

 

 

Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que "os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados". (CIC, 2357)

 

 

Deus Altíssimo não pode colocar no coração humano nenhuma inclinação que possa levar a pessoa a pecar gravemente. Portanto é um erro gravíssimo dizer que a tendência homossexual é dom de Deus. Todos nós, homossexuais ou não, somos chamados por Deus à santidade. Mas só caminharemos bem rumo a esse objetivo se não nos entregarmos às nossas más tendências - tendência à maledicência, aos pensamentos impuros, ao adultério, ao egoísmo, à ira, ao roubo etc.

 

 

MAS O PAPA DISSE PARA NÃO JULGAR!

 

 

 

Tem muita gente por aí (até bispo) distorcendo o "Quem sou eu para julgar?" dito pelo Papa Francisco, confundindo nosso povo, arrotando apoio à imoralidade sexual disfarçado de falsa misericórdia. Não devemos julgar, no sentido de condenar e excluir, nenhuma pessoa por causa de suas tendências ou práticas homossexuais, ou por causa de qualquer outro pecado. Porém, se não temos como julgar o coração de cada um, temos SIM a obrigação de, misericordiosamente, apontar o erro, este sim, já julgado e condenado pela sã doutrina.  Nem todos que entram na Igreja começam imediatamente a abraçar integralmente a doutrina e a seguir os Mandamentos. Diante de Deus, cada um tem seu tempo. Devemos amar a todos e continuar pregando a verdade sobre as virtudes e os pecados, mas sem rejeitar ninguém. As portas da Igreja devem estar abertas para acolher a todos! Agora, não confunda isso com dizer que mais nada é pecado: isso é enganação de Satanás!

 

 

 

Na Igreja de um modo geral, independente da denominação, há muitos irmãos e irmãs que sentem atração pelo mesmo sexo e, vivendo a castidade, dão um belo testemunho de caminhada rumo à santidade. Nesse sentido, podemos dizer que Deus tira algo bom da tendência homossexual desses fiéis, permitindo que eles deem o seu testemunho em um mundo tão ferido pelos desvios e confusões de identidade sexual. Entretanto isso não quer dizer que a tendência homossexual é uma coisa boa. Ou seja, é evidente que uma inclinação objetivamente desordenada não pode ser dom de Deus.Aos irmãos que sentem atração pelo mesmo sexo, o nosso carinho e respeito! Recomendamos vivamente a todos que procurem o Apostolado Courage. A verdade é que a Igreja não discrimina essas pessoas. É que a sexualidade se trata de algo sagrado, assim como a raça. As raças negra, branca, parda, amarela, mestiça e mulata são desejadas por Deus, não devem ser tocadas. Quando o falecido cantor Michael Jackson foi acusado de querer mudar a sua raça – por uma série de cirurgias plásticas e processos de despigmentação da pele –, por exemplo, ele se defendeu, dizendo que, na verdade, sofria de vitiligo. Fê-lo porque a sociedade condena terminantemente qualquer tentativa de alterar a raça, tida como algo sagrado. Do mesmo modo acontece com o sexo: a complementaridade entre homem e mulher foi querida e criada por Deus – basta abrir as primeiras páginas do livro do Gênesis para constatá-lo. Também ela, pois, não deve ser tocada. Trata-se, igualmente, de uma realidade sagrada. Por isso, a Igreja diz aos homossexuais que mudem sua conduta e comportamento (não a tendência).  Este, porém, é um apelo que ela dirige a todos os seus filhos. A sexualidade humana, ferida pelo pecado original, tem várias tendências destruidoras, como: o adultério, a pornografia, a masturbação, pedofilia, sadismo, necrofilia, zoofilia, etc. Todos os cristãos são chamados a conter a sua pulsão sexual e canalizá-la de forma produtiva no amor. Este, por sua vez, se expressa seja no celibato, seja no matrimônio aberto à vida.Por isso, a Igreja não discrimina os homossexuais. O que ela prega a eles é o que ensina a todos os católicos, indiscriminadamente: que o exercício da sexualidade só é possível dentro do matrimônio aberto à fecundidade e à procriação, porque este é o projeto original de Deus, desde o princípio da Criação.

 

 


CONCLUSÃO:

 

 

 

Alguém pode argumentar que esta é uma posição intolerante ou retrógrada. Afinal, não foi o próprio Papa Francisco quem disse, no voo de volta de sua viagem ao Brasil: "Quem sou eu para julgar?"? Antes de retomar essa fala do Papa, porém, importa colocá-la em seu devido contexto. O Papa pergunta, de fato:

 

 

"Se uma pessoa é gay e procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para a julgar?" Mas, depois, continua: "O Catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem". E o que diz o Catecismo da Igreja Católica? Que: Os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados. "Um número não negligenciável de pessoas apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. (...) Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta."

 

 

Remata, por fim, a Igreja:

 

 

As pessoas homossexuais são chamadas à castidade" . Quem tem tendência homossexual deve, pois, seguir o ensinamento de Cristo a todos: "Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz, cada dia, e siga-me" (Lc 9, 23). Só abraçando a Cruz e entregando-se por amor a Cristo, é possível caminhar para a ressurreição.

 

 

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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