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Aparição de Nossa Senhora em Garabandal - Mitos e Verdades

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 3 de julho de 2020 | 22:43







Nota: “Os Bispos da diocese de Santander, de 1961 a 1970, afirmaram que não consta haver 'algo de sobrenatural' nas aparições ocorridas neste período em Garabandal. Decorridos os primeiros anos, em que houve alguma confusão e agitação apaixonada a respeito do assunto, Mons. Del Val, bispo de Santander já nos anos 1990, promoveu um estudo interdisciplinar para examinar com maior profundidade os ditos fenômenos. A conclusão desse estudo coincidiu com a impressão anterior dos Bispos locais, afirmando não constar 'algo de sobrenatural' nas ditas aparições. Apesar disso, permanece muita controvérsia envolvendo o caso e nenhuma declaração episcopal acusou as videntes de erros doutrinários ou de desvios morais. As ditas aparições, por um lado, nunca foram comprovadas, ao mesmo tempo em que, por outro, nunca foram condenadas pela Igreja!”.





Garabandal: sim ou não?



(POR: PROF. FELIPE AQUINO – CLEOFAS - 21 DE FEVEREIRO DE 2011)



Em síntese: As ditas aparições de Garabandal (Espanha), de 1961 a 1965, tomaram nova atualidade quando atualmente, Raimundo Lopes (em Belo Horizonte) apelam para as suas mensagens, a fim de confirmar a previsão de severos castigos para a humanidade. Tais aparições ocorreram, em número extraordinariamente elevado (cerca de duzentas vezes, dizem), em favor de quatro meninas inocentes, que transmitiram ao mundo a exortação à oração e à penitência bem como a predição de solene advertência dos Céus, Grande Milagre e rigoroso castigo para os impenitentes. Os Srs. Bispos de Santander, diocese onde fica o povoado de Garabandal, têm mandado examinar cuidadosamente os fatos e as mensagens, e vêm concluindo com unanimidade que não consta haver algo de sobrenatural nos fenômenos analisados.  Esta conclusão foi reafirmada pelo atual Bispo da diocese, D. José Vilaplana, em vista de interrogações que recentemente lhe foram dirigidas. As páginas subsequentes publicam a carta-resposta de D. Vilaplana, assim como uma Nota Oficial emitida pela diocese em 1967, Nota aprovada pela Santa Sé.



As aparições de Nossa Senhora em Garabandal (Espanha), ocorridas de 1961 a 1965, têm tomado nova atualidade pelo fato de que Vassula Ryden e o empresário Raimundo Lopes, de Belo Horizonte, as citam para confirmar as predições de castigo já feitas em Garabandal. Muitas pessoas ultimamente têm recorrido ao Sr. Bispo da respectiva diocese (Santander), indagando do mesmo o que pensar a respeito dos acontecimentos de Garabandal. O Sr. Bispo D. José Vilaplana tem respondido a tais interrogações confirmando o julgamento já outrora proferido por seus antecessores; não consta haja algo de sobrenatural nos fatos em foco; estes devem ter sua explicação natural.Visto que as aparições de Garabandal e a atitude da Igreja interessam ao público brasileiro, motivo por Vassula Ryden e Raimundo Lopes, publicaremos, a seguir, breve resenha das ditas aparições e o teor das principais declarações dos Bispos de Santander.



BREVE HISTÓRICO






As aparições de Nossa Senhora em Garabandal (Pireneus espanhóis) ocorreram de 1961 a 1965, tendo como destinatárias:



1)-Conchita González, 12 anos.

2)-Maria Loli Mazón González, 12 anos.

3)-Jacinta González  12 anos.

4)-Maria Cruz González Madrazo, 11 anos.



A primeira aparição terá ocorrido aos 18/06/1961, às 20 h 20 min, quando as meninas se achavam no campo à procura de batatas; ouviram um barulho como de trovão e viram “uma figura muito bela cercada de luz que não ofuscava os olhos. Essa figura desapareceu bruscamente, e reapareceu sete vezes consecutivas nos dias seguintes, sempre no mesmo lugar, que foi assinalado por ramos de árvores, formando um quadro ou uma moldura. O personagem declarou ser São Miguel, e anunciou o aparecimento da Virgem SS. no Domingo 2 de julho, festa da Visitação de Maria a S. Isabel. Neste dia, a Virgem SS. terá aparecido acompanhada por São Miguel e outros anjos.



As aparições se multiplicaram até 13/11/1965 de maneira irregular e nem sempre às quatro meninas simultaneamente.



Conchita foi a principal vidente e transmissora dos Avisos de Nossa Senhora. Assim em meados de 1961 as aparições foram numerosas, podendo haver mais de uma por dia; a partir de novembro de 1961, tornaram-se mais raras; mas de março a setembro de 1962 voltaram a ser frequentes. Em 1963 e 1964 foram raras; chegaram ao fim em novembro de 1965. 




Não há contagem precisa do número de aparições; um observador fidedigno, o Pe. José Ramón Garcia de a Riva, terá sido testemunha de cerca de duzentos êxtases das videntes (número este insólido nos poucos casos de aparições aceitáveis).Nem tudo o que a Virgem SS. comunicou às videntes terá sido transmitido ao público. Todavia as mensagens divulgadas insistem calorosamente em oração e penitência, e prevêem um severo castigo para os impenitentes. Este castigo será precedido de um Grande Milagre... que se deveria dar numa Quinta-feira, às 20 h 30 min, no dia de festa de um Santo Mártir, e que teria a duração de dez a quinze minutos.




Entre outras coisas, Conchita, em junho de 1963, anunciou, não por efeito de revelação de Nossa Senhora, mas, sim, em virtude de locuções interiores, que após João XXIII haveria apenas três Papas e, a seguir, ocorreria o fim dos tempos, que não seria o fim do mundo.


Em março de 1963 Conchita predisse também a Joey Lomangino, italo-americano, cego, que ele recuperaria a vista no dia do Grande Milagre.O castigo parece ter sido contemplado antecipadamente pelas videntes, sendo que Maria Loli a ele assim se refere :



“Era horrível aos meus olhos. Ficamos totalmente apavoradas. Não tenho palavras para o explicar. Víamos a água dos rios  transformar-se em sangue… Caia fogo do céu… E algo de ainda pior, que não posso revelar por ora”.



As aparições de Garabandal foram muito acompanhadas por fiéis leigos, como também por peritos em medicina e sacerdotes




Desde as primeiras semanas, uma Comissão de Inquérito foi designada, constituída por sacerdotes, um médico e um fotógrafo. A primeira declaração oficial datava de 29 de agosto de 1961, tendo por signatário Dom Dorotéo Fernández, Administrador Apostólico da diocese de Santander; assim rezava:


“Após o exame dos documentos que nos foram apresentados, julgamos prematuro emitir um julgamento definitivo sobre a natureza dos fenômenos em foco.  Até agora nada nos obriga a afirmar a sua índole sobrenatural”.




Aos 27/10/1961 a mesma autoridade declarava:



“Até hoje as mencionadas aparições, visões, locuções ou revelações não podem ser tidas como evidentes e como dotadas de sólido fundamento de verdade e autenticidade”. A seguir, o prelado pedia aos sacerdotes que “se abstivessem totalmente de tudo o que pudesse contribuir para lançar perturbação entre os fiéis.  Por conseguinte, evitassem atentamente, enquanto deles dependesse, promover visitas e peregrinações aos lugares citados”.



Aos 7/10/1962, Mons. Beita Aldazabal, Bispo de Santander, tornou públicas as conclusões da Comissão Especial de Investigação por ele nomeada:


“Tais fenômenos carecem de qualquer sinal de índole sobrenatural e têm explicação natural”.



Tal foi o julgamento dos sucessivos Bispos de Santander até nossos dias. É de notar, porém, que nenhuma declaração episcopal acusou as videntes de erros doutrinários ou de desvios morais; não são impugnadas, portanto, a ortodoxia das mensagens nem a conduta de vida das meninas. É isso que tem levado alguns estudiosos e devotos a insistir no crédito de “sobrenaturalidade” das aparições de Garabandal. Observe-se, porém, que, mesmo em caso de ortodoxia doutrinária e retidão moral, pode haver alucinações ou projeções meramente subjetivas de imagens, aviso, profecias, etc.


A autoridade eclesiástica examinou detidamente os fatos e de maneira sábia não se quer precipitar, afirmando sobrenaturalidade que não tenha fundamento sólido: a sentença dos Bispos de Santander significa simplesmente que as pretensas aparições de Garabandal não pode ser consideradas autênticas.




Merece atenção também a clássica norma repetida pelo Concílio do Vaticano II:




“Quem julga da autenticidade dos dons extraordinários, é a autoridade da Igreja, a quem Cristo confiou o carisma da verdade” (cf. Dei Verbum 8):


“Os dons extraordinários não devem ser temerariamente pedidos, nem deles devem presunçosamente ser esperados frutos de obras apostólicas. O juízo sobre a sua autenticidade e seu ordenado exercício compete aos que governam a Igreja. A eles em especial cabe não extinguir o Espírito, mas provar todas as coisas e ficar com o que é bom” (Const. Lumen Gentium nº 33).


Passemos agora a explícitas declarações dos Bispos de Santander.



Como dito, as referências de Vassula Ryden a Garabandal levaram muitas pessoas interessadas a se dirigir recentemente ao Sr. Bispo D. José Vilaplana, de Santander, para lhe pedir um pronunciamento atualizado sobre as ditas aparições de Nossa Senhora.Publicaremos, a seguir, a carta-resposta do Sr. Bispo assim como a Nota Oficial datada de 17/03/1967 e assinada por D. Vicente Puchol Montis, prelado da mesma diocese, que recorreu à Santa Sé para pedir um parecer sobre os fatos.


D. José Vilaplana, atual Bispo de Santander



Algumas pessoas se têm dirigido ultimamente a esta diocese de Santander perguntando a respeito das “supostas aparições” de Garabandal e, principalmente, a propósito da resposta da hierarquia da Igreja a tais fatos.


Devo comunicar que:


1) Todos os Bispos da diocese, desde 1961 até 1970, afirmaram que não consta haver algo de sobrenatural em tais aparições ocorridas nos anos em pauta.

2) No mês de dezembro de 1977, Mons. Del Val. Bispo de Santander, manifestou sua comunhão com os respectivos  predecessores, e afirmou que, nos seis anos por ele passados no Bispado de Santander, não ocorrera algum fenômeno novo.


3) Não obstante, o mesmo Mons. Del Val, decorridos os primeiros anos em que havia confusão e paixões, promoveu um estudo interdisciplinar que examinasse com maior profundidade os ditos fenômenos.  A conclusão desse estudo coincidiu com a presença anterior dos Bispos locais, ou seja, afirmava não constar haver algo de sobrenatural nas ditas aparições.


4) Tal estudo encerrou-se na data em que tomei posse da diocese em 1991.  Aproveitando uma viagem a Roma, por ocasião da visita ad limina, naquele mesmo ano apresentei à Congregação para a Doutrina da Fé os textos do referido estudo e pedi orientação para a minha atuação pastoral no caso.


5) Em data de 28 de novembro de 1992, a Congregação me enviou sua resposta: após haver atentamente examinado a respectiva documentação, a Congregação para a doutrina da Fé não julgava oportuno intervir diretamente, subtraindo à jurisdição ordinária do Bispo de Santander tal assunto, que lhe compete por direito.  Anteriores declarações da Santa Sé em 1967, 1969 e 1971 coincidiam com esse sentença.


6)Na mesma Carta, a Congregação para a Doutrina da Fé me sugeria que: se o tivesse por oportuno, publicasse uma declaração na qual reafirmaria que não consta haver algo de sobrenatural nas referidas aparições, fazendo minha a atitude unânime de meus predecessores.


7) Dado que as declarações de meus predecessores que estudaram o caso, foram claras e unânimes, não julguei oportuno emitir nova declaração pública para evitar dar atualidade a fatos demasiado distantes no tempo. Não obstante, estimei conveniente redigir este comunicado como resposta direta às pessoas que pedem orientação sobre o caso, caso que dou por encerrado, aceitando as decisões de meus predecessores, as quais faço minhas, como também as orientações da Santa Sé.


7) Com referência à celebração da Eucaristia em Garabandal, seguindo as normas de meus antecessores, só permito que se celebre na igreja paroquial sem alusão às supostas aparições e com a autorização do pároco atual, que goza da minha confiança.


Com votos de que estas informações o(a) possam ajudar, receba minha cordial saudação em Cristo.


José Vilaplana - Bispo de Santander



Eis o que o folheto “Plantão de Maria, julho-agosto 1995, apresenta com destaque:



TRÊS GRANDES AVISOS:


Nossa Senhora fala ao Raimundo Lopes em Belo Horizonte coisas sérias e sublimes.No Brasil Nossa Senhora revela três profecias já conhecidas por outros videntes no mundo:


1)-Três dias de trevas – Essa profecia já anunciada a Catarina Emerich no século passado acaba de ser confirmada em Belo Horizonte. Nossa Senhora lhe revela coisas que até então pareciam duvidosas.  É certo que isso acontecerá. Fica bem claro que não significa o fim do mundo. Diz Maria: “Eu confirmo os três de trevas, que serão três dias de completa escuridão. Vocês perceberão que a escuridão os envolverá por três dias”.


2)-Dias de Purificação – Isso já foi anunciado, especialmente em Garabandal, Espanha, Raimundo Lopes recebe essa confirmação em 2 de maio de 95: “Que esse dia não vos surpreenda” (1Ts 5,4). Fica claro que precisamos estar convertidos para tal. Diz Maria: “O dia da grande purificação desponta no horizonte, e atingirá toda a humanidade, independentemente do Credo. Estejam preparados e usem da confissão”.


3)-Início do Triunfo do Coração Imaculado. Dia 6 de junho vai ficar na história. Nesse dia, ao chegar a imagem Rainha da Paz, cópia de Medjugorje, na capela do vidente Raimundo Lopes. N. Senhora surpreende. Começa a segunda promessa de Fátima (1971). Diz Maria: “Hoje, neste local, neste dia, nesta hora. Inicia-se o Triunfo do meu Coração Imaculado”.


Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”
D. Estevão Bettencourt, osb
Nº 404 – Ano : 1996 – p. 32



QUE DIZER DE TUDO ISTO?


Atitude da Igreja


A Igreja crê na possibilidade de aparições do Senhor e de seus Santos, pois a própria Escritura atesta a ocorrência de autênticas aparições. Assim São Paulo, na estrada para Damasco, foi impressionado por uma visão do Senhor, que o chamava à conversão (cf. At 9, 3-9); São Pedro teve uma visão antes de ir à casa do centurião Cornélio (cf. At 10, 9-11); S. Estêvão, antes de morrer, viu a glória de Deus e Jesus à direita do Pai (cf. At 7,55s). – Todavia, antes de se pronunciar a respeito de alguma aparição, a Igreja é cautelosa; manda examinar cada caso criteriosamente, pois sabe que muitas vezes os fiéis, com toda a boa fé, podem imaginar estar vendo e ouvindo o que não passa de projeções de sua fantasia.



O exame de determinado caso pode chegar a uma das três seguintes conclusões:



1) O laudo é negativo, pois se verifica que, da parte dos(as) videntes, há debilidade mental, fantasia exuberante, desonestidade, charlatanismo… Tal foi o caso das visões de Garabandal (Espanha). A Igreja também se pronunciou negativamente sobre as “revelações” do Senhor a Sta. Brígida.


2) O laudo registra frutos positivos no plano espiritual e físico (conversões, afervoramento, curas de doenças e outros benefícios), ao passo que nada desabona a saúde mental e a honestidade de vida dos(as) videntes. Em tais casos, a Igreja não somente permite, mas favorece o culto ao Senhor ou ao(à) Santo(a) que se julga ter aparecido. Daí o culto a Nossa Senhora de La Salette, a Nossa Senhora de Lourdes, de Fátima, havendo a festa respectiva no calendário litúrgico da Igreja. Note-se bem: embora a Igreja favoreça o culto a Nossa Senhora em tal ou tal lugar, ela nunca diz, nem dirá, que a Virgem SS. Apareceu; o fenômeno “aparição” não pode ser definido pela Igreja como verdade de fé. A revelação pública e de fé divina está encerrada com a geração dos Apóstolos; nenhum artigo pode ser acrescentado ao Credo.


Assim escreve o Concílio do Vaticano II em sua Constituição Dei Verbum Nº4:


“A dispensação da graça cristã, como aliança nova e definitiva, jamais passará, e já não há que esperar alguma nova revelação pública antes da gloriosa manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. 1Tm 6, 14 e Tt 2, 13)”.


Por conseguinte, fica a critério dos fiéis julgar as razões pró e contra a autenticidade de cada “aparição” não condenada pela Igreja e daí tirar a conclusão que mais lógica lhes pareça; é-lhes lícito crer ou não crer nas aparições em foco.


O Papa Bento XIV (1740-1758) publicou as seguintes observações a respeito dos fenômenos extraordinários:


“A aprovação (de aparições) não é mais do que a permissão de as publicar, para instrução e utilidade dos fiéis, depois de maduro exame. Pois estas revelações assim aprovadas, ainda que não se lhes dê nem possa dar um assentimento de fé católica, devem contudo ser recebidas com fé humana segundo as normas da prudência, que fazem de tais revelações objeto provável e piedosamente aceitável” (De Servorum Dei Beatificatione II, c. 32, 11).


O mesmo foi dito por um Concílio Provincial de Malnes (Bélgica) em 1938:


“O julgamento da Igreja não apresenta de modo nenhum essas coisas como obrigatórias para a fé do povo. Declara apenas que elas não estão em ponto algum em oposição a fé e aos bons costumes, e que nelas encontramos bons indícios que permitem uma adesão piedosa e prudente da fé humana” (Acta et Decreta Concili Provincialis Mechlinensis Quinti. Malines 1938, p. 6).


Com outras palavras, Bento XIV quer dizer que:


A dita “aprovação” da Igreja não é senão uma permissão; atesta que os fenômenos alegados não estão em desacordo com a fé, os costumes e a missão da Igreja. Não pedem adesão de fé divina ou católica¹, mas podem suscitar fé humana, fundamentada no testemunho fidedigno dos videntes ou na experiência pessoal (conversão à fé, afervoramento…) de quem aceita esse testemunho.



3) Pode também a Igreja abster-se, de modo geral, de qualquer pronunciamento a respeito dos fenômenos e do culto prestado em decorrência dos mesmos. É o que acontece na maioria dos casos: não há motivos para condenar os fenômenos relatados; nem a saúde mental dos(as) videntes dá lugar a suspeitas nem as mensagens apresentadas por eles contêm alguma heresia ou erro na fé. A Igreja considera os frutos pastorais que decorrem de tais mensagens: muitos fiéis se beneficiam peregrinando a tal ou tal lugar ou santuário; aí se convertem, recuperam ou adquirem o hábito da prática sacramental, da oração. Em consideração desses frutos, a Igreja deixa que a piedade se desenvolva até haver razões de ordem doutrinária ou moral que exijam algum pronunciamento.Essa atitude da Igreja, que não aprova nem reprova (por falta de razões objetivas para tanto), mas que permite o culto no local das ditas aparições, é apregoada por mais de um documento da Santa Sé.


Assim, por exemplo, escrevia Pio IX aos 2/5/1877:



“Essas aparições ou revelações não foram aprovadas nem condenadas pela Santa Sé. Foram apenas aceitas como merecedoras de piedosa crença, com fé puramente humana, em vista da tradição de que gozam, também confirmada por testemunhas e documentos idôneos” (citado na encíclica Pascendi nº 57, do Papa Pio X).



Quando não incorrem em erro no tocante à fé ou á Moral, os fenômenos extraordinários têm alto potencial evangelizador, que merece respeito e não pode ser deixado de lado. Aos pastores compete, de um lado, confirmar os irmãos na fé, e, de outro lado, ajudar os fiéis a superar a demasiada credulidade, para que esta não venha a ser um fator de descrédito da própria mensagem cristã. Em consequência verifica-se que, enquanto a Igreja não se pronuncia em contrário, fica a critério de cada fiel optar pelo Sim ou pelo Não diante de um fenômeno maravilhoso. Não há por que acusarem uns aos outros de credulidade vã ou de incredulidade. Seja respeitada a liberdade de opção de cada um. Todavia os teólogos propõem elementos que os fiéis devem levar em consideração para formar a sua consciência frente ao fenômeno contemporâneo das aparições.


Sábias Ponderações



Verifica-se que várias das mensagens atribuídas a Nossa Senhora em nossos dias são marcadas por forte pessimismo:

1)-Descrevem a situação do mundo atual em termos apocalípticos: o demônio estaria solto, a corrupção generalizada, e os castigos de Deus seriam iminentes.

2)-Implicando catástrofes de âmbito mundial.

3)-Condenação dos pecadores e salvação para os justos.

4)-São indicadas as datas dos flagelos, a sua duração, os meios de lhes escapar e outros pormenores estarrecedores.

5)-Sobre este pano de fundo pedem-se oração e penitência. Este pedido final é excelente, embora as práticas indicadas nem sempre pareçam as mais condizentes com a Tradição cristã.


Todavia o teor pessimista da mensagem e as profecias respectivas, assim como a multiplicação de casos ditos de aparição, levam os teólogos e pensadores a propor algumas ponderações:



1) O mundo está vivendo uma situação de crise generalizada: fala-se de fim de uma era ou de uma civilização – o que suscita em muitas pessoas uma forte sensação de insegurança e medo. Tem-se a impressão de que os valores clássicos fracassaram, os recursos tradicionais da economia, da política, da sociologia, da pedagogia, estão gastos; muitos esperam espontaneamente uma solução milagrosa proveniente de fontes não convencionais (“só Deus dá um jeito”, diz-se popularmente).


2) O pessimismo e o desespero de muitos abrem o caminho para se crer no surto de novos Messias e messianismos, que prometem dias melhores, despertando esperança (ainda que pouco ou nada fundamentada). As mensagens alvissareiras, quanto mais exuberantes e radicais são, encontram tanto mais facilmente campo propício para se propagarem.


3) O Brasil é muito sacudido por correntes que dizem receber comunicações do além: alto e baixo espiritismo, religiões afro-brasileiras, ufologia de várias modalidades, Vale do Amanhecer, Trigueirinho, etc. Os meios de comunicação social exploram o que nessas mensagens haja de fantasioso e sensacionalista, ampliando enormemente os efeitos da crença nessas mensagens exóticas.


4) Muitas pessoas se deixam levar pelo sentimentalismo e as emoções mais do que pelo raciocínio e a lógica no tocante à religião. O anti-intelectualismo, suscitado pelo existencialismo, penetrou na religiosidade de numerosos crentes, de modo que poucos pensam em pedir as credenciais ou os motivos de credibilidade das proposições “místicas” que lhes são oferecidas. Pode-se até dizer que, em muitos casos, quanto mais fantasiosa é uma proposição, mais ela chama a atenção e desperta curiosidade e interesse crédulos. Aliás, já diziam os antigos romanos: “Vulgus vult decipi. – A massa quer ser enganada”, o que significa que a verdade nua e crua tem menos poder de atração do que a mentira fantasiosa e colorida.


5) Em virtude dessa indisposição para usar o raciocínio no tocante à religião, muita gente quer ser dirigida; espera um guru ou um líder privilegiado que lhe dite autoritariamente o que deve fazer. Assim há quem queira ser comandado, porque não sabe mais como se auto-orientar na sociedade confusa em que vive. Isto constitui autêntico paradoxo em relação aos anseios de independência que caracterizam grande parte dos homens e mulheres de hoje.



São estes alguns fatores que marcam a nossa época e podem estar propiciando, de um lado, o surto de muitas mensagens falsamente proféticas, terrificantes umas, alvissareiras outras, e, de outro lado, a rápida e estranha difusão das mesmas. Consciente disto, a Igreja usa sempre de grande cautela desde que se propague a notícia de algum fenômeno extraordinário. Examinemos mais precisamente quais as normas ditadas por essa prudência.


PRUDÊNCIA E EXPERIÊNCIA MILENAR DA IGREJA



Eis alguns traços que modelam a prudência da Igreja:


1) A Igreja, de um lado, se sente responsável pela conservação incólume da doutrina da fé, de acordo com o mandato de Jesus Cristo (cf. Mt 16, 16-19; Lc 22, 31s; Mt 28, 18-20). Doutro lado, ela sabe que o Espírito Santo pode falar por vias extraordinárias, de tal modo que não lhe é lícito extinguir o Espírito, como diz São Paulo em 1Ts 5,19s.


2) O extraordinário deve ficar sendo sempre extraordinário. Não é a via normal pela qual Deus guia os seus filhos; o normal é a via da fé, que se distingue de crendice, pois a fé supõe credenciais ou motivos para crer (conforme 1 Pedro 3,15); a fé não diz Sim a qualquer notícia de portento, mas pergunta: por que deveria eu crer? Qual a autoridade de quem me transmite a notícia? Em que se baseia? Como fala?


3) Disto se segue que:

a) aparições e revelações não devem ser presumidas nem admitidas em primeira instância num juízo precipitado. Os fenômenos alegados hão de ser comprovados ou criteriosamente credenciados.

b) diante de um fenômeno tido como extraordinário, procurem-se, antes do mais, as explicações ordinárias ou naturais (físicas, psicológicas ou parapsicológicas).

c) é preciso levar em conta a fragilidade humana, sujeita a engano, alucinações, sugestões coletivas. Facilmente quem conta um fato acrescenta-lhe ou subtrai-lhe um traço que pode ter importância; em consequência um acontecimento explicável por vias naturais pode tornar-se, na boca dos narradores, um fenômeno altamente portentoso. Daí o senso crítico, que deve começar por investigar aquilo de que realmente se trata, para depois procurar a explicação adequada. Leve-se em conta especialmente a tendência dos meios de comunicação social a provocar artificiosamente as emoções e o sensacionalismo, sem compromisso sério com a verdade.


4) Toda autêntica aparição há de ser coerente com as linhas e o espírito do Evangelho. Deve confirmar o que este ensina. Por isto:

a) as muitas minúcias (quanto a datas, local, duração e tipo dos fenôme¬nos preditos) merecem reservas, pois não são habituais na linguagem da Escritura Sagrada. O Senhor Jesus mesmo recusou-se, mais de uma vez, a revelar a data da sua segunda vinda e do fim dos tempos; cf. Mc 13, 32; At 1,7.


b) o que certamente se pode e deve depreender de toda genuína mensagem do céu, é a exortação à oração e á penitência; La Salette, Lourdes e Fátima clamam altamente por tais atitudes a ser assumidas pelos fiéis católicos. Dizia o Papa João XXIII, em sua Rádio-mensagem comemorativa do centenário de Lourdes, que os dons extraordinários são concedidos aos fieis “não para propor doutrinas novas, mas para guiar a nossa conduta” (18/2/1959).



Em conclusão podem-se citar as palavras de D. Boaventura Kloppenburg:



“Não devemos ter receio de faltar á reverência, ao respeito ou à piedade quando submetemos os fatos maravilhosos a uma crítica severa. A atitude oficial da Igreja sempre foi extremamente exigente e crítica nestas coisas. E as possíveis causas de engano provam a necessidade de sermos prudentes, cautelosos e reservados. Um verdadeiro milagre e uma autêntica aparição nada têm a temer. Seria, pelo contrário, mau sinal se não quisessem submeter-se de bom grado, paciente e honradamente, a um simples exame crítico. Os grandes místicos da Igreja não só não se negaram a tal exame, mas exigiram-no. Leia-se o que escreveram, por exemplo, São João da Cruz e Santa Teresa de Ávila” (O Espiritismo no Brasil, Petrópolis 1960, p. 168).



¹ A fé divina e católica é a fé que há de ser prestada a Deus por todos os fiéis.


D. Estevão Bettencourt, osb.
Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”



SOBRE AS PROFECIAS DE GARABANDAL




Sem dúvida, um dos aspectos relacionados a Garabandal que é mais falado, e sobre o qual muito se tem especulado, é sobre as profecias comunicadas por Nossa Senhora às pequenas videntes: o Aviso, o Milagre e o castigo. Já na primeira mensagem, divulgada a 18 de Outubro de 1961, Nossa Senhora advertiu: "O cálice está a encher-se e, se não mudarmos, virá um grande castigo". Mas naquela noite, a multidão molhada pela chuva persistente, que não parou todo o dia, e desapontada após as muitas horas de espera, apenas assistiram à presença da Nossa Mãe, através dos lábios trémulos das meninas.Pouco a pouco, ao longo de 1962 e quando Nossa Senhora deu-lhes permissão, as meninas continuaram a receber mais informações a esse respeito. Conchita explica:


«(Nossa Senhora) disse-me que Deus iria fazer um grande Milagre, e que não haveria dúvida de que era um Milagre. Virá diretamente de Deus, sem intervenção humana. Todos virão que virá diretamente de Deus. Antes desse grande "Milagre", haverá um "Aviso" sobrenatural para preparar-nos. As meninas explicam: "Será uma experiência terrível, mas para o bem das nossas almas. Veremos dentro de nós mesmos, na nossa consciência, o bem e o mal que fizemos. O Aviso não tem como propósito assustar-nos, mas sim para aproximarmo-nos de Deus e termos mais fé».



Mas, se depois destas duas grandes intervenções divinas - o Aviso e o Milagre - a humanidade não mudar, virá um "Castigo". O castigo virá para o nosso bem e virá para a nossa conversão, mas as meninas dizem: "O castigo, se não mudarmos, será horrível". Conchita, Jacinta e Loli viram, mas nem sequer têm permissão de Nossa Senhora para descrevê-lo. A intensidade do castigo está intimamente relacionada com a resposta que dermos ao Aviso e ao Milagre.




Aviso, Milagre e castigo têm um objetivo muito claro:


Apelar à conversão, mudar de vida, alcançar o que a Nossa Mãe nos pediu na primeira mensagem: "Temos que ser muito bons".


Mas o Aviso, o Milagre e o Castigo não são independentes das mensagens que a Nossa Mãe dá em Garabandal. Há muitos que, motivados principalmente pela curiosidade, esforçam-se para saber quando esses eventos acontecerão e em que consistirão. Mas o que é realmente importante é viver as mensagens a partir de agora, e fazer o que a Nossa Mãe nos pediu, buscando a conversão e o crescimento espiritual através da oração e da penitência, da meditação sobre a Paixão, intensificação da vida eucarística. Nós detemo-nos muito nisso, porque não será indiferente o estado espiritual em que nos encontramos quando chegar o Aviso, Milagre e Punição. O mesmo sol que suaviza a cera endurece a lama. Assim, o mesmo Aviso, Milagre e castigo que para uns trarão lágrimas de arrependimento e de amor, a outros os precipitarão no abismo de um ódio cego contra Deus.Aviso, Milagre e o castigo nascem das profundezas do coração misericordioso de Deus e por isso devem ser preparados e recebidos com uma imensa gratidão.Nº 400 – Ano 1995 – Pág. 386

Fonte:https://pt.peliculagarabandal.com/pt/garabandal/as-profecias




SOBRE OS OBJETOS BEIJADOS POR NOSSA SENHORA EM GARABANDAL






Desde os primeiros dias das aparições, as meninas apresentavam à Virgem objetos religiosos para que Ela os beijasse. Isto foi sugerido por Nossa Senhora, e quando as pessoas disso tomaram conhecimento, numerosos terços, crucifixos, medalhas a alianças eram entregues às pequenas videntes.


Tal era o acervo de objetos religiosos depositados sobre uma mesa para tal fim, que seria humanamente impossível para as jovens poderem devolvê-los aos próprios donos, sem equívocos.  No entanto, quando em êxtase e guiadas por N. Senhora, as meninas devolviam sempre as medalhas, alianças a outros numerosos objetos as pessoas certas.



Na última visita de N, Senhora o Garabandal, ela disse à vidente Conchita González:


"Pelo beijo que eu concedi nestes objetos, o meu Filho realizará prodígios..."


Esta promessa tem sido um fato real e continua a realizar inúmeras curas físicas, bem como, conversões espirituais por todo o mundo.



PRIMEIRA MENSAGEM SIGNIFICATIVA DE NOSSA SENHORA EM GARABANDAL:



Todos os aspectos fenomenais das aparições não tiveram o seu final aqui. Eram um processo que Nossa Senhora usava para atrair nossa atenção e poder transmitir-nos um comunicado urgente. No dia de Julho de 1961, Nossa Senhora deu uma mensagem às meninas e pediu-lhes que a tornassem pública no dia 18 de Outubro de 1961. Sendo avisados com bastante antecedência, mais de 3.000 pessoas acorreram à aldeia, sob a inclemência de um dia encharcado de chuva, para ouvirem o seguinte:


"NÓS TEMOS QUE FAZER MUITOS SACRIFÍCIOS E MUITA PENITÊNCIA, ASSIM COMO VISITAR FREQÜENTEMENTE O SANTÍSSIMO SACRAMENTO.  MAS ANTES DE TUDO, DEVEMOS LEVAR UMA VIDA SANTA.  SENÃO, UM CASTIGO CAIRÁ SOBRE NÓS, O CÁLICE ESTÁ A ENCHER-SE MUITO, E SE NÓS NÃO NOS EMENDARMOS, UM GRANDE CASTIGO SOBREVIRÁ A TODOS NÓS"



Foi desejo da SSma. Virgem que esta mensagem se tornasse conhecida universalmente.


FREI LUIS ANDREU:


(Padre Andreu morreu de contentamento por ver a Santíssima Virgem)


Muitos padres vieram a  aldeia de Garabandal para observarem as videntes em êxtase.  Um padre Jesuíta.  Pe. Luis Maria Andreu, na noite de 8 de Agosto de 1961, enquanto observava as meninas em êxtase, foi-lhe concedido o privilégio de ver a SSma.  V. Maria e o grande milagre que havia de vir.  Pessoas que estavam perto dele nessa noite, ouviram-no repetir quatro vezes: "Milagre!  Milagre! Milagre!" Milagre!" - e ficaram admirados com a expressão tão profundamente transformada de sua face banhada de lágrimas.  Ele foi a única pessoa que, durante os êxtases, viu o milagre prometido e a única pessoa, além das quatro videntes, que viu a SSma. Virgem.



Na viagem de regresso de Garabandal para sua casa, já em horas avançadas daquela noite de 8 de agosto, ao lado de amigos, o Pe.  Luis A. exclamou:



"Que belo presente a Virgem me deu!  Que sorte a minha em ter uma Mãe assim no céu! Nós não devemos temer o sobrenatural. Hoje é o dia mais feliz de toda a minha vida! " Proferidas estas palavras, morreu de contentamento.



O MILAGRE DA COMUNHÃO





Após inúmeras insistências das videntes para que se realizasse um milagre para que todos pudessem ver e crer, o anjo, finalmente, consentiu e disse à vidente Conchita González que, no 18 de Julho de 1962, à comunhão invisível que Ihes tinha dado (a ela e as outras videntes), poderia nesse dia ser vista na língua dela.  Mas ela só deveria anunciar tal fato 15 dias antes. No dia pré-estabelecido, Conchita, em sua casa entrou em êxtase; saiu, deu a volta numa esquina e caiu de joelhos numa rua adjacente.  A medida que a multidão se acotovelava a sua volta, ela pôs a língua para fora, e nela apareceu imediatamente uma Hóstia branca e muito brilhante.  Uma testemunha, que estava a uns centimetros de distancia, espalhou a sugestão de uma impostura:


"não pareceu ter sido lá depositada, mas talvez se possa descrever que, pelo contrário, lá se materializou, mais rápido do que o olho humano possa ver". 


Todavia, um fotógrafo amador com uma máquina de cinema conseguiu filmar os últimos momentos do milagre.



SEGUNDA MENSAGEM SIGNIFICATIVA



Próximo do fim das aparições, N. Senhora disse as videntes que estava descontente, pois sua primeira mensagem fora despercebida. Por isso anunciou que ia dar uma segunda mensagem, que seria a última. Pela intercessão de S. Miguel, no dia 18 de junho 1965. com o aproximar-se do dia marcado, milhares de visitantes, da Espanha e de muitas terras estrangeiras, superlotando a pequena aldeia montanhosa, para testemunharem a aparição e ouvirem a seguinte mensagem da SSma. Virgem:


"Em virtude da minha mensagem de 18 de Outubro não ter sido obedecida nem realizada e conhecida pelo mundo, advirto-vos, pois, que esta é a última. De início, o cálice estava a encher. Agora estar a transbordar. Muitos cardeais, muitos bispos e muitos padres estão no caminho da perdição com eles estão conduzindo muitas almas. Cada vez MENOS IMPORTÁNCIA E DADA Á EUCARISTIA. Vós deveis afastar a ira de Deus para longe de vos com vosso esforço. Se Lhes pedirem perdão com coração sincero, Ele vos perdoará. Eu, a Vossa Mãe, pela intercessão de S. Miguel, peço que vos emendeis. Estais a receber o último aviso. Amo-vos muito e não quero a vossa condenação. Rezem com sinceridade e nós ouviremos as vossas preces. Deveis FAZER MAIS SACRIFICIOS. Lembrai-vos da Paixão de Jesus."



O AVISO, MILAGRE E CASTIGO


Três grandes acontecimentos futuros foram preditos pela SSma. Virgem de Garabandal.


O primeiro é um aviso mundial, que deve ser visto a sentido por todas as pessoas da face de terra.  Ninguém escapará, ninguém terá a mínima dúvida de que virá de Deus.  Este AVISO serve pare purificar a humanidade, preparando-a para o GRANDE MILAGRE que, pouco depois, vai acontecer num pequeno bosque de 9 pinheiros de aldeia de Garabandal (acontecerá em outras partes do mundo como os segredos de Mediugórie ?) Conchita sabe a data do Milagre, e anunciá-lo-á oito dias antes. Todos os habitantes de Aldeia o hão de ver.  Os doentes ficarão curados, os pecadores converter-se-ão e o incrédulos acreditarão. Como resultado do MILAGRE, a Rússia converter-se-á. Um sinal sobrenatural permanecerá nos pinheiros depois do Milagre, até o fim do mundo. Se depois do AVISO do Milagre o mundo não mudar, então o CASTIGO virá.





AS TESTEMUNHAS E OPINIÕES CIENTÍFICAS




Pessoas de todas as camadas sociais testemunharam os acontecimentos de Garabandal. Padres, Cônegos, altos Eclesiásticos e Teólogos, a família Real Espanhola, doutores, advogados e os pobres humildes a camponeses - todos estavam juntos com as inúmeras pessoas que se sentiam privilegiadas por ver as meninas em êxtase. 



A maioria estava profundamente emocionada com a autenticidade das aparições.  Um especialista de crianças certificou que as pequenas eram completamente normais, e que o êxtase não caía sob fenômeno algum psicológico  conhecido.



O Dr. Ricardo Puncernao, dirigente dos Neuro-Psiquiatras Espanhóis, disse:


"Do ponto de vista rigorosamente cientifico, não se pode negar a possibilidade de uma coisa sobrenatural em todos estes fenômenos".



O Dr. Garcia Ruiz a o Dr. Ortiz González depuseram:



"Mantermo-nos calados, seria uma autêntica covardia científica.... Nós não encontramos nenhuma explicação convincente para tal fenômeno".



O APÓSTOLO CEGO







Aos 16 anos de idade Joseph Lomangino de Lindenhurst, Nova York, ficou cego num acidente repentino que também Ihe agravou o nervo do olfato.  Caminhou pela vida a fora, cego a sem o sentido do cheiro, até 1964, quando visitou o padre capuchinho Frei Pio de Petrelcina, em San Giovanni Rotondo.  Pela intercessão do famoso estigmatizado, Joey readquiriu o sentido do olfato. 



Enquanto lá esteve, Joseph (Joey) perguntou ao Pe. Frei Pio se a Virgem iria aparecer em Garabandal e se lá deveria ir. O Padre respondeu afirmativamente, e Joey foi. Em pouco tempo tornou-se amigo da vidente Conchita G. e, convencido da urgência da mensagem, decidiu-se a propaga-la a quantas pessoas pudesse.  Crescia-lhe mais a mais e entusiasmo.  A SSma.  Virgem disse a Conchita que no dia do Grande Milagre Joey receberia "olhos novos".  Joey começou por ir a casa de amigos pare conversar sobre as aparições. 





Estabeleceu uma organização que realizará outra profecia de N. Senhora de Garabandal:



"A Casa de Caridade que Joey vai estabelecer em Nova York, trará grande glória para Deus". 


As conversações locais em breve transformaram-se em conferências, que se alastraram por outras partes dos Estados Unidos, e finalmente, ultrapassaram fronteiras até ultramar.


(Joey Lomangino com São João Paulo II)


ESPALHAR A MENSAGEM



Num espírito de cooperação fraternal, os fundadores de Garabandal em outras terras alinharam-se a Joey Lomangino, e a organização base de Nova York habilitou o estabelecimento de uma rede internacional.  Agora com ajuda de Nossa Senhora, a mensagem de Garabandal, está se difundindo pelas inúmeras terras dos cinco Continentes.



A POSIÇÃO DA IGREJA EM GARABANDAL:



As aparições de Garabandal não têm sido aprovadas nem desaprovadas, mas ainda se acham sob a investigação de Igreja.  Portanto, todo aquele que quiser desenvolver a Mensagem, está livre de fazê-lo até quando tudo estiver claramente estabelecido.A realização destes acontecimentos está ainda pare chegar, e à espera de uma decisão final de Roma, nós permaneceremos dóceis e obedientes às determinações da Santa Mãe Igreja!

Vassula, 2 de Dezembro de 1987




O bispo de Leiria e Fátima, D. João Pereira Venâncio, confirma ele próprio, a Mensagem de Garabandal:


“A Mensagem, dada por Nossa Senhora, em Garabandal, é a mesma que Ela deu em Fátima, mas actualizada e apropriada aos nossos tempos.”


O Padre Pio garantiu, em vida, a autenticidade das aparições de Garabandal, tendo se encontrado com Conchita em San Giovanni Rotondo em 1966. Mas já em 1962 Nossa Senhora tinha prometido de que ele veria, por antecipação, o Milagre de Garabandal.







O próprio Papa Paulo VI depois de ter recebido a Conchita, confirmou a autenticidade e a importância das Aparições de Garabandal:



“Garabandal é a obra mais maravilhosa da humanidade, depois do nascimento de Jesus. É como uma segunda vinda da Santíssima Virgem nesta terra. É importantíssimo dar a conhecer ao mundo estas mensagens”




FONTE:https://www.sinaisdostempos.org/sinais/garabandal







FILME COMPLETO E DUBLADO: “Garabandal, só Deus sabe” – Link abaixo:




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4 de julho de 2020 22:39

Um belo trabalho.

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