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A Teologia da Libertação fez a OPÇÃO EXCLUSIVA pelo pobre e o pobre fez a opção pela Teologia da Prosperidade

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 9 de julho de 2020 | 19:10






A Constituição brasileira de 1988 consagrou o ideário da universalização das políticas sociais no Brasil. As condições fiscais exigidas para chegar a um universalismo eram apresentadas como impossíveis de ser implementadas. Ao depender do FMI, nos anos 90, submeteu-se às regras do Consenso de Washington. A crise nas finanças públicas é contraposta aos direitos constitucionais adquiridos. A reforma do Estado, proposta por neoliberais, é apresentada como justificativa para os atender através da prestação de serviços privados. O governo sob hegemonia do Partido da Social Democracia Brasileira, fundado por intelectuais influenciados pela socialdemocracia europeia, juntou neoliberalismo e lançamento de alguns embrionários programas de distribuição de renda. Posteriormente, no social-desenvolvimentismo do Partido dos Trabalhadores, fundado por lideranças sindicais, religiosas da Teologia da Libertação, movimentos sociais e militantes intelectuais de esquerda, esses programas sociais foram reunidos e expandidos em escala muito maior pelo governo Luís Inácio Lula da Silva. Sob a combinação de política de crédito público e política social ativa houve mudança apenas quantitativa. O programa Bolsa Família, inspirado na ideia original do PSDB da Renda Básica da Cidadania no Brasil, foi ampliado de forma populista e eleitoreira pela esquerda.





Aqui-e-agora, assistimos o confronto da Teologia da Prosperidade contra a Teologia da Libertação. Esta última é uma corrente teológica do catolicismo, nascida na América Latina, depois do Concílio Vaticano II e da Conferência de Medellín. Parte da premissa de o Evangelho exigir a opção preferencial pelos pobres, apesar de que seus adeptos fazem a OPÇÃO EXCLUSIVA e EXCLUDENTE, ou seja, só querem trabalhar e defender os pobres e não os pecadores de um modo geral, como fez Cristo. Originalmente era considerada um movimento apartidário, porém, depois se aliou ao PT e partidos de esquerda. Engloba internamente várias correntes de pensamento: Marxistas, Trotskistas, libertários, liberais de esquerda, Gramscianos, defensores da luta armada, pacifistas e ecologistas. Elas interpretam os ensinamentos de Jesus Cristo em termos de uma libertação exterior, ou seja, de injustas condições econômicas, políticas ou sociais, e a nível interior, não da libertação do pecado, mas da libertação da Moral Cristã e da doutrina Católica Apostólica Romana, em detrimento de uma doutrina vinda do povo por eles mesmos pastoreados. segundo seus próprios conceitos moralistas.

Ela foi descrita pelos seus proponentes como uma reinterpretação analítica e antropológica da fé cristã, tendo em vista dos problemas sociais. Seus adversários a descrevem como uma mistura de marxismo, relativismo e materialismo cristianizado.












OS TEÓLOGOS DA LIBERTAÇÃO E DA PROSPERIDADE NA INTERPRETAÇÃO DE:

João 10,10: “O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”

 A maior parte dos teólogos da Libertação é favorável ao ecumenismo sem fé dogmática. Em contrapartida, a Teologia da Prosperidade é uma doutrina religiosa cristã protestante ou reformista. Defende a bênção financeira ser o desejo de Deus para os cristãos.


A doutrina da Prosperidade segundo seus defensores, ensinam a doutrina ser um caminho para a dominação cristã da sociedade. Buscam impor seus valores inclusive a ateus. A doutrina enfatiza a importância do empoderamento pessoal, propondo que a vontade de Deus é ver seu povo com vida abençoada em abundância com destaques a situações e personagens do Antigo Testamento. Paradoxalmente, os aliados da Teologia da Prosperidade creem no milagre concreto e real da providência divina da multiplicação do pão. É inegável reconhecer que, precisamente na América Latina, está se alargando esta concepção religiosa de matriz neoliberal e conservadora. Ela parte de uma afirmação antigo-testamentária, onde apontam vários homens de Deus sendo realmente sendo abençoados. Esta teologia tem atualmente um grande sucesso em muitos grupos religiosos sul-americanos, sobretudo de natureza pentecostal-carismática ou em novas “Igrejas” evangélicas, que têm um forte impacto sobre a população marginal nas grandes e pequenas cidades.




A Teologia da Prosperidade caracteriza-se pelas novas redefinições que conferiu ao neopentecoslatismo. A manifestação da fé e devoção divina são claramente substituídas por prósperos empreendimentos. A ânsia dos responsáveis pela disseminação dos ideais da teologia da prosperidade está no plano do desejo incomensurável de arrastar o maior contingente possível de seguidores. As raízes da Teologia da Prosperidade surgem nos Estados Unidos durante o século XIX, tendo como berço o puritanismo. A consequência da fé estaria intimamente relacionada à doação financeira, a partir dessa doação o indivíduo estaria diante da germinação da sua própria prosperidade. A vertente moderna da TP data do século XX, demarcando o surgimento de sua disseminação por meio dos aparatos midiáticos. O novo reordenamento do paradigma pentecostal atingiu a América Latina, a Ásia e a África. Antes mesmo da Segunda Guerra Mundial essa dinâmica já vinha ganhando contornos acentuados. É, sobretudo, a partir das reformas orientadas para o mercado que o paradigma baseado na TP atinge várias superfícies do globo. Estamos nos referindo ao movimento de globalização da economia, momento em que são desencadeadas as reformulações do papel do Estado e as desregulamentações dos mercados, com fortes rebatimentos no contexto de vida das classes médias e das classes mais pobres.Os empreendimentos construídos a partir da intensificação da disseminação da TP encontraram solidez na dinâmica de reforma dos mercados, aproveitando o contexto de aprofundamento das desigualdades sociais para arrastar rebanhos, compelindo agrupamentos sociais a entrarem no crivo da prosperidade econômica e bem estar.


O Brasil foi bombardeado pelos postulados da TP a partir do século XX, momento protagonizado pela fundação da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) pelo bispo Edir Macedo. Estava sendo gestado em território brasileiro um novo tipo de compreensão da libertação social divina, levando o fiel a acreditar em seu próprio protagonismo, diferente da práxis junto à massa de manobra da TL(os pobres), que ficam somente a exigir direitos sem deveres, mantendo-os  na dependência do ESTADO PATERNALISTA. Neste ponto a TP supera a TL.











Mas é, sobretudo, na esteira das reformas neoliberais que recaíram dos países centrais para o Brasil, que esse empreendimento foi estimulado com maior vigor. Reportamo-nos à doutrina calvinista, que desde meados do século XVII esteve fortemente comprometida com a propagação de valores atinentes ao trabalho e à acumulação de riqueza, rechaçando o ócio e a falta de coragem para angariar subsídios para uma vida próspera e saudável. Sendo assim, para rotular a doença e a pobreza não restava outro substantivo, a preguiça. Esta por sua vez, seria a expressão máxima da maldição e do desvio de caráter. Com a eclosão de empreendimentos milionários supostamente em nome da fé, a mídia torna-se forte aliada para propagandear esta nova teologia de forte apelo popular principalmente junto às camadas mais pobres.


Para enaltecer os fundamentos da TP, faz-se imprescindível recorrer ao substrato desse paradigma:


O calvinismo apresenta em sua doutrina a defesa do esforço para trabalhar em prol do acúmulo de riqueza, como passaporte para uma vida de felicidade. De acordo com Weber (1965), estamos diante de uma visão abrangente da Ética do trabalho na lógica de produção do capital. A ideia de trabalho como mecanismo de prosperidade e a ideia do ócio como via para a maldição, para Zeidan (2011), constituem-se doravante os pilares da TP. Durante o século XIX, a matriz religiosa de cunho calvinista, orientada pela defesa intransigente do trabalho e pela condenação do ócio, sem dúvidas, influenciou significativamente a expansão das instituições de levas trabalhos em diferentes regiões da Europa.


Mas o berço da TP não esteve na Europa, mas nos Estados Unidos; o precursor desse movimento não apresentava nenhum conhecimento formal da teologia. Passou por várias congregações, quando as abandonou, adotou formas distintas de interpretar a relação dos fiéis com Deus, ou seja, uma teologia mais prática que realmente teológica.


A partir do século XX, esta teologia propaga-se aceleradamente pela América Latina, África e Ásia. Mas é no século XXI que adquire expansões ainda mais significativas, em abandono aos tradicionais ensinamentos meramente moralistas e puritanos dos protestantes históricos. Esse período é bombardeado por reformas no plano político e econômico, em que a opção pela expansão dos ideais da TP ganha fôlego e corpo. Quando as reformas de matriz neoliberal atingem a América Latina, a TP torna-se uma reação às mudanças promovidas. Para Garrard-Burnett (2011), isso também aconteceu na África e na Ásia, onde a transição econômica, a corrupção no caso da África e avanços econômicos no caso da Ásia compeliram as pessoas a novas formas de enfrentamento das novas realidades globais. Um destes métodos é a Teologia da Prosperidade. O movimento da TP é evidente na África Subsaariana, principalmente na Nigéria, Gana, Tanzânia e Quênia. Os ensinamentos da TP são tão penetrantes e influenciadores, que em maior ou menor grau, nenhuma igreja, nem mesmo a igreja católica, deixou de ser influenciada por essa teologia.


2 Tessal 3,7-13: “Porque vós mesmos sabeis como convém imitar-nos, pois que não nos houvemos desordenadamente entre vós. Nem de graça comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós. Não porque não tivéssemos autoridade, mas para vos dar em nós mesmos exemplo, para nos imitardes. Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também. Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes fazendo coisas vãs. A esses tais, porém, mandamos, e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão.E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.”


1 Tessa 4,11: “E procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado.”


Romanos 13,1-10: “Toda a alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a potestade? Faze o bem, e terás louvor dela. Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal. Portanto é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência. Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo sempre a isto mesmo.Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.”


Os ideais da TP estão tão em consonância com os horizontes de transformações econômicas, que passam a penetrar no âmago de várias denominações religiosas. O discurso de que os verdadeiros Cristãos conquistarão prosperidade independentemente do sistema social, político e econômico em vigor, comparando com as passagens bíblicas acima, passa a ser quase generalizado. O Brasil enquadra-se enquanto país de economia emergente, é fortemente vitimado pela desigualdade social e pela concentração de renda. As reformas orientadas para o mercado colaboraram para o agravamento das iniquidades sociais. Nesta esteira, o país foi bombardeado pelo crescimento da influência da TP, que embora tenha surgido no Brasil na década de 70, seus desdobramentos significativos deram sinais ao cabo da década de 1990. Esse movimento contou com a importação de teologias, literatura, músicas, intercâmbio de lideranças religiosas, surgimento de novas igrejas e novas lideranças religiosas, que passaram a adotar as novas doutrinas impostas pelo novo modelo de teologia. O país aos poucos adentrou-se na seara de renegação da vertente pentecostal tradicionalista, em defesa de uma teologia que rechaça o sofrimento, a pobreza e a doença como condições inerentes à vida terrena.


Nos ensinamentos da TP, consta que a pobreza, a doença, a infelicidade não devem ser problemas sanados única e exclusivamente pelo plano celestial, mas imediatamente pelo próprio crente, e que Cristo evangelizou os pobres para que estes deixassem de ser pobres dependentes e vitimistas. Jesus pregou para que os enfermos fossem curados e estaria preocupado com o bem-estar do povo em todas as dimensões. Para os adeptos da TP, os fieis que se recusam a enxergar a necessidade de tomarem posse das oportunidades e promessas divinas estão contaminados pela influência do demônio da dependência, por esta razão podem ser surpreendidos pela ocorrência da miséria, pobreza, do adoecimento, da infelicidade.





CONCLUSÃO


É claro que uma vida contaminada por comodismo não é um componente determinado por Deus, mas não cabe ao cristão exigir de Deus uma vida próspera em todas as dimensões, pensando apenas no seu próprio bem-estar, passando por cima inclusive, das orientações bíblicas cruciais para compreender que a origem de Jesus Cristo, sua vida e pregação, concomitantemente à dos apóstolos, não está compactuada com os pressupostos da busca de riquezas e bem estar terrenos. Jesus nasceu em uma manjedoura e disse em João 8,20:


“As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde repousar a cabeça...”



Nos deixando o exemplo do despojamento de apegos materiais.



QUAL O MAIOR DESAFIO DA IGREJA HOJE ?




“Certamente, a Igreja já fez, está fazendo muito no campo social, e precisará fazer mais ainda. Mas, é preciso que fique claro: não é essa a missão originária, "própria” da Igreja, como repete expressamente o Vaticano II (cf. GS 42,2; e ainda 40,2-3 e 45,1). A missão social é, antes, uma missão segunda, embora derivada, necessariamente, da primeira, que é de natureza "religiosa”. Essa lição nunca foi bem compreendida pelo pensamento laico. Foram os Iluministas que queriam reduzir a missão da Igreja à mera função social. Daí terem cometido o crime, inclusive cultural, de destruírem celebres mosteiros e proibido a existência de ordens religiosas, por acharem tudo isso coisa completamente inútil, mentalidade essa ainda forte na sociedade e até mesmo dentro da Igreja. Agora, se perguntamos: Qual é o maior desafio da Igreja?, Devemos responder: É o maior desafio do homem: o sentido de sua vida. Essa é uma questão que transcende tanto as sociedades como os tempos. É uma questão eterna, que, porém, hoje, nos pós-moderno, tornou-se, particularmente angustiante e generalizada. É, em primeiríssimo lugar, a essa questão, profundamente existencial e hoje caracterizadamente cultural, que a Igreja precisa responder, como, aliás, todas as religiões, pois são elas, a partir de sua essência, as "especialistas do sentido”. Quem não viu a gravidade desse desafio, ao mesmo tempo existencial e histórico, e insiste em ver na questão social "a grande questão”, está "desantenado” não só da teologia, mas também da história.”- ( Frei Clodovis M. Boff).



BIBLIOGRAFIA:


-BUCCI, Eugênio. A fabricação e o consumo de Deus. Revista Nova Escola. São Paulo. 2001.


-GARRARD-BURNETT. A vida abundante: a teologia da prosperidade na América Latina. Revista História: questões e debates. n. 55, p. 177-194, 2011.

-GOMES, Wilson. Nem anjos nem demônios: interpretações sociológicas do pentecostalismo. Petrópolis: Vozes. 1994.

-MARIANO, Ricardo. Neopentecostais: Sociologia do novo pentecostalismo no Brasil. São Paulo: Edições Loyola. 1999.

-SILVA, Deyvid Souza Bacelar da; SOUZA, Maria de Lourdes Albuquerque. Teologia da prosperidade, mercantilização do sagrado: um estudo sobre a igreja celular no modelo dos doze em Feira de Santana – BA. Revista Sitientibus. Bahia. v.1, n. 43, p. 27-46. 2010.


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