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#Jesus que ri sobre seu último inimigo: A morte

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 10 de abril de 2020 | 20:21



“Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte” (1 Coríntios 15,26)






Meu Jesus que ri




Por *Emmir Nogueira





Completamente soterrada pelas dezenas de artigos, e-mails, entrevistas, conversas e opiniões sobre o filme “A Paixão”, de Mel Gibson, entrei na salinha onde escrevo e deparei-me – aliviada! – com o meu “Laughing (rindo) Jesus”. Trata-se de uma foto que ganhei quando estive em Michigan-EUA, há uns oito anos. É um desenho em crayon (giz de cera), no qual Jesus dá uma boa e sonora gargalhada. Quando a ganhei, disseram-me que foi feita por um “truck rider”, uma espécie de catonista de caminhão, e colocada à guisa de capa do pneu traseiro de uma carreta – um pouco como estas capas de borracha que protegem os pneus de alguns veículos utilitários em nossas cidades. Aos poucos, segundo me contaram, a imagem foi-se popularizando e sendo conhecida como “The Laughing Jesus” – o Jesus que ri. Coloquei, juntas, a capa da Newsweek da semana, que trazia Jesus ensanguentado, ferido, crucificado, sofrido e o porta-retrato com a foto do Jesus que ri. Lado a lado, as duas fotos me levaram a meditar sobre o Ressuscitado que passou pela Cruz e do Crucificado que ressuscitou. Que contraste! Que grande mistério! Que impressionante realidade!













Colocava a foto da cruz à esquerda e, em seguida, à direita, em uma tentativa de sequência cronológica à moda dos ocidentais e contemplava Jesus. Jesus que ri como homem, entre os homens, com as criancinhas, com as mancadas de Pedro. Ri nos jantares, nos casamentos, nas festas religiosas em Jerusalém. Ri com Maria, com João, com José. Ri com seus doze, ao redor do fogo que afasta o frio da noite. Jesus ri !!! Foto do “Laughing Jesus” à esquerda. Depois, Jesus sofre, sofre, sofre. Sofrimento físico – tão bem retratado no filme de Gibson – e sofrimento interior, moral, espiritual, profundo – impossível de ser retratado por qualquer homem, por mais genial que seja. Sofrimento por tomar sobre si o pecado, origem de toda dor e morte do homem que Ele ama. Sofrimento por ver-se, humanamente, afastado do Pai ao assumir nosso pecado, uma vez que Deus e o pecado se excluem inteiramente. Sofrimento pela solidão, pelo abandono de seus queridos. Jesus de Mel Gibson à direita. Em um segundo, a foto de Jesus que ri, passa, firme, para a direita: ei-Lo ressuscitado, feliz, cheio da alegria da vida nova, dádiva de amor do seu Pai. Feliz, indescritivelmente feliz por ter obedecido e se humilhado até o fim: o homem, seu amado, estava salvo! Iria ressuscitar como Ele! Iria ter vida eterna com Ele! Feliz, Jesus ri ! Ri de Pedro, pulando, apressado e nu, da barca à noite: “É o Mestre!” Ri de Madalena que, de tão esperta, ficou confusa pela dor: “Maria!”,“Rabbuni!”. Ri dos discípulos que pensavam ser Ele um fantasma: “Ponham o dedo em minhas chagas, dêem-me algo para comer.Fantasmas não têm músculos e ossos, fantasmas não comem!”. Ri, feliz, da cara de espanto de Tomé: “Não sejas incrédulo, Tomé!” Ri, feliz, com a alegria imensa, indescritível,barulhenta, incontrolável, dos discípulos escondidos na sala de cima: “Shalom! Paz a vós!” Jesus ri. Jesus sofre. Jesus ri. Foto à esquerda, foto à direita. Vida, morte, Vida. Ressuscitado que passou pela cruz, Crucificado que ressuscitou. Como não lembrar que “os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão”? (cf. Sl 126,5). Como não crer que,de fato, os que se humilham livremente, serão exaltados pelo Pai? (cf. 1Pd 5,6). Como não ter esperança, certeza, confiança, fé?











Enquanto escrevo, ao meu lado, está meu “Laughing Jesus”, meu Jesus que ri, assim, em tempo de Páscoa, vivo, ressuscitado, feliz, rindo-se, também, de mim que, como uma menina tola, fico a brincar na vida e sobre meu birô, de fazê-lo rir, chorar, rir novamente. Sobre o birô, na Páscoa, está decidido: fica meu Jesus que ri. Quanto à vida? Bem... Ele mesmo se encarrega de rir e chorar comigo, nesta dança de amigo, sempre a dois, sempre bela, à qual costuma convidar os que ama e quer fazer participar de sua vida, dor, morte, ressurreição.







*Maria Emmir Nogueira – Co fundadora da Comunidade Católica Shalom






Fonte: Formação Shalom – Abril de 2010







"A Virgem com o Menino que Ri" de Leonardo da Vinci














A peça da foto acima, é datada de 1472 (quando Leonardo da Vinci teria cerca de 20 anos) e está na posse do conceituado museu britânico Victoria & Albert desde meados do século XIX. Tinha, porém, outra autoria creditada: Antonio Rosselino. Em terracota e com cerca de 50 centímetros de altura. A Virgem com o Menino que Ri foi atribuída ao autor da Mona Lisa pelo especialista italiano Francesco Caglioti, professor de História da Arte da Universidade Federico II (Nápoles), que com Andrea De Marchi é um dos dois curadores da mostra em Florença.





“Há milhares de detalhes que dissipam quaisquer dúvidas quanto à atribuição”, disse Caglioti há um mês em entrevista ao diário La Repubblica .





Dava como exemplo a forma como a escultura, na forma como retrata os rostos e os tecidos, partilha traços com A Virgem e o Menino e Santa Ana (1503) – o sorriso da Virgem, diz, é o mesmo – ou Anunciação (1472-1475). “Olhem para as vestes da Madonna e para o manto vermelho do Arcanjo. O movimento do tecido é o mesmo.” Na visita para a imprensa à exposição, relata o diário britânico Guardian , Caglioti enfatizou como os muitos desenhos que Leonardo deixou serviram de base para a sua atribuição, os drapeados dos tecidos eram algo que esboçava na época e nos quais Leonardo trabalhou afincadamente. E notou como um Cristo sorridente era algo invulgar nas representações da figura na época, sendo que Leonardo escreveu sobre ter tido problemas em torno de uma sua representação de um jovem Jesus.Na presença de Carmen C. Bambach, perita na obra de Leonardo da Vinci e que trabalha no Metropolitan Museum, em Nova Iorque, que corrobora a opinião de Caglioti, este frisou aos jornalistas que:





“A escultura de terracota não tem paralelo direto e convincente com qualquer outra escultura do Renascimento florentino, mas tem muitíssimos com os desenhos e pinturas de Leonardo, sobretudo na juventude, mas também adulto”, cita o La Repubblica .







Fonte: entornointeligente.com






POR QUE NÃO VEMOS JESUS RINDO NAS ESCRITURAS?












Na Bíblia não encontramos nenhuma passagem clara em que Jesus esteja nominalmente sorrindo. O porquê deste aspecto humano de Jesus “o sorriso” não é revelado, não sabemos. Possivelmente Jesus tenha sorrido, pois como uma pessoa humana agia como ser humano. Lembrando o texto bíblico, Jesus se manifestava com ser humano em tudo exceto o pecado. Sabemos que sorrir não é pecado ao contrário é algo de bom que a pessoa humana manifesta. Podemos imaginar, que os primeiros anos de vida de Jesus, nos braços de Maria e José, ele sorria com facilidade como toda a criança faz. Assim como chorava, quando não se sentia bem. Falando em chorar, ao contrário de sorrir encontramos três passagens nos evangelho que revelam este aspecto humano de Jesus:







1)-Primeiro texto - João 11,35-36: “Jesus então chorou. Disseram pois, os judeus: Vede como o amava...”















2)- Segundo  texto: Lucas 19,41-42:  “E, quando ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela dizendo: Ah! se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, a quem à tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos...”
















3)- Terceiro texto: Lucas 22,44ss: “Estando angustiado, Ele orou ainda mais intensamente; e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão...E um anjo veio consolá-lo...”









(Jesus e o Anjo da Consolação)







Existe sim um texto que mostra um lado bastante humano de Jesus,  este em que o mostra cantando junto com os apóstolos:






Marcos 14,26: “E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.”















Embora não tenhamos uma citação bíblica que indique claramente Jesus sorrindo, não descartamos a possibilidade de Jesus sorrindo. Deveria ser um sorriso, misturando o divino com o humano, que transformaria qualquer pessoa!







Surpreende a você a afirmação da escritura de que “Deus dá risada?” Não deveria, pois, o salmista nos atestou que:






“Do seu trono nos céus Ele põe-se a rir e caçoa dos líderes rebeldes das nações...” (Sl 2,4)












O Senhor tem senso de humor, mas, nesse contexto, o sorriso é do tipo que nasce do prazer em aplicar sua justiça à rebeldia dos ímpios. No contexto velho testamentário, reis e governantes, apesar de pequenos e insignificantes, unem-se em posição elevada, dirigindo-se ao trono do céu com punhos cerrados e em riste, esbravejando que não aceitam sobre eles o governo do Soberano do Universo. Deus, porém, dá risadas (Sl 2,2- 4).A indagação de espanto do salmista no início do texto nos ajuda a compreender o porquê da risada do Senhor:





“É que as nações se enfurecem, amotinam-se e tramam em vão (Sl 2,1)







Ninguém, por mais forte e poderoso que possa parecer, por mais bem acompanhado que se julgue caminhar, por mais sábio que se ache ser e por mais bem aparelhado que se pense estar, jamais conseguirá sobreviver sem submeter-se à autoridade do Senhor. Essa atitude nunca poderá dar certo, por isso a risada de Deus. O Senhor nos criou à sua imagem e à sua semelhança, e se lutamos contra Ele, lutamos contra nós mesmos e, insanos, nos autodestruímos. O Senhor é o sustentador da vida, e se nos rebelamos contra Ele, estancamos todo e qualquer suprimento necessário para a nossa sobrevivência e, por inanição espiritual morreremos. Rebelar-se contra Deus, portanto, é travar uma batalha perdida. Ao tomarmos conta de notícias de governantes que se rebelam e se negam a submeter-se a Deus e seu Senhorio, cabe-nos a nós que confiamos em Deus, rir e não chorar. Diante de nós está um mundo em turbulência; há nações em revolta; existem povos em tumulto; encontramos sociedades em agitação unidas contra Deus, contra o seu Filho Jesus Cristo e os valores Judaicos Cristãos. Não se contentaram em calar sobre Deus. Querem destruir todos os seus fundamentos, acabar com os seus princípios e redefinir os seus valores. Deus, porém, “do seu trono nos céus põe-se a rir e caçoa deles” (Sl 2,4). O Senhor continua no trono do Universo, controlando céus e terra. Ele é soberano e jamais deixará de ser o Senhor absoluto da Criação. Sua resposta ao mundo em revolta é contundente, pois:





“Em sua ira os repreende e em seu furor os aterroriza, dizendo: Eu mesmo estabeleci o meu rei em Sião, no meu santo monte” (Sl 2,5-6).





Jesus Cristo, por mais que o rejeitem e por mais que tentem calar a sua Igreja ao redor do globo, utilizando-se das perseguições mais cruéis, será soberano para sempre. Ele vencerá; por isso a risada de Deus.





“Os seus discípulos disseram: Agora, sim, falas abertamente, e não em figuras. Agora vemos que conheces tudo e não precisas que ninguém te faça perguntas. Por isso acreditamos que saíste de junto de Deus. Jesus respondeu: Credes agora? Eis que vem a hora, e já chegou, em que vos dispersareis, cada um para seu lado, e me deixareis sozinho. Mas eu não estou só! O Pai está sempre comigo! Eu vos disse estas coisas para que, em mim, tenhais a paz. No mundo tereis aflições. Mas tende coragem! Eu venci o mundo”. (Jo 16,29-33)





Jesus termina o sermão de despedida. A sua hora chegou. Jesus se encaminha para a sua Paixão e Morte e faz a pergunta desafiadora: Acreditam agora? É hora de crer mais do que compreender, sobretudo porque começam as aflições. Jesus os quer unidos a Ele e unidos entre si. No entanto, eles vão se dispersar e Jesus ficará sozinho, mas em Jesus eles terão a paz enquanto no mundo terão aflições. Estas aflições não tirarão a paz dos discípulos, paz que vem de Jesus que, apesar de tudo, não está só. Nunca está só, porque o Pai está com ele. Esta é a hora da vitória.Os discípulos podem ficar em paz, não por estarem pessoalmente seguros, mas por aquele que lhes transmite a paz. Ele é o vencedor da última batalha. As aflições não são apenas sinônimo das perseguições que se abaterão sobre os que creem em Cristo. Essas tribulações pensávamos nós também, por vezes até ingenuamente, que fossem coisas do passado, das perseguições romanas aos primeiros Cristãos. No entanto, embora o mundo da antiga cristandade não queriam ver nem ouvir nada do evangelho de Cristo,  os cristãos de hoje em muitos lugares, ainda são decapitados, perseguidos, silenciados,crucificados e sempre mais excluídos do mundo das decisões. As aflições estão presentes nas dificuldades de conciliação entre a paz de Cristo e o esquema do mundo. Nós o deixamos sozinho. Ele, porém, não nos deixa órfãos e nos diz hoje:







“Tende coragem! Eu venci o mundo!” - Jo 16,29-33






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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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