A mera veiculação, ou reprodução de matérias e entrevistas deste blog não significa, necessariamente, adesão às ideias neles contidas. Tal material deve ser considerado à luz do objetivo informativo deste blog, não sendo a simples indicação, ou reprodução a garantia da ortodoxia de seus conteúdos. Os comentários devem ser respeitosos e relacionados estritamente ao assunto do post. Toda polêmica desnecessária será prontamente banida. Todos os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam, de maneira alguma, a posição do blog. Não serão aprovados os comentários escritos integralmente em letras maiúsculas, ou CAIXA ALTA. A edição deste blog se reserva o direito de excluir qualquer artigo ou comentário que julgar oportuno, sem demais explicações. Todo material produzido por este blog é de livre difusão, contanto que se remeta nossa fonte.
Home » » Quem são os maiores pensadores de DIREITA no Brasil e mundo afora, desconhecidos nas Universidades brasileiras?

Quem são os maiores pensadores de DIREITA no Brasil e mundo afora, desconhecidos nas Universidades brasileiras?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 5 de agosto de 2017 | 22:57








Não existe no Brasil uma discussão ideológica sobre esses temas (esquerda, direita e de seus valores intrínsecos), os nossos políticos não estão preparados para debater isso. E mais, a sociedade brasileira não sabe, não está preparada, e não quer discutir valores que serviriam a seu próprio beneficio. Desconhecem por pura ignorância, ou devido a um revanchismo infantil, que essa discussão é importante. E quando isso acontece,o pensamento de esquerda acaba virando uma verdade (burra) no meio acadêmico e junto a mídia.Nas universidades,nos veículos de imprensa, e pasmem, até dentro das igrejas, já acreditam que o que essas esquerdas (petistas e seu satélites) do Brasil fazem e dizem, é o que está correto, ou seja, o supra sumo da verdade, que deve ser simplesmente acatado sem discussões. A ascensão do PT ao poder equivaleu a uma censura do debate público. Todos nós queremos o bem e um mundo melhor para todos, pelo ao menos nisto entre esquerda e direita, há um concesso. No entanto, essa esquerda se faz  crer que esse objeto do consenso (o bem comum), é propriedade privada e exclusiva deles.Essa esquerda fez acreditar que eles são o único e exclusivo rumo a ser seguido, e a direita é só ” imaginaria ”, e quer derrubar o que é bom. Decidiram que só eles sabem fazer o que é bom, e só eles são bons. Esses tais “ progressistas incutem no povo um conceito errado sobre ser conservador. Ser conservador é em primeiro de tudo, conservar as instituições que garantem a democracia, para que com essas instituições possam levar ao povo a justiça, segurança, saúde, bem estar, etc. Os de esquerda querem fazer crer que só “estuprando”, as instituições se pode fazer o bem para o povo. Um conservador não quer conservar as injustiças, mas para os esquerdistas eles fazem com que se acredite que ser conservador é conservar injustiças.O que essa corrente da esquerda não entende é que, justiça social é ter um mercado ativo que produz emprego, não é o estado ficar taxando as empresas, se metendo na economia para dar sextas básicas no Nordeste, Venezuela, ou Caixa Prego.Os partidos de esquerda no Brasil não servem a ideologia socialista, ELES SE SERVEM DESTA IDEOLOGIA para se manterem no poder. Já fui Marxista, e sei que a doutrina marxista pura é avessa ao paternalismo, do estado, e o PT faz tudo para manter o estado dando bolsas básicas e muito mais. Eles não entendem nem o que defendem como ideologia. Max já estava errado no modelo que defendeu, e seus seguidores acrescentaram muitos mais erros, a prova é que essa esquerda, e esses governos de esquerda, estão quase extintos no mundo moderno. Por que estão acabando ? Porque só dizem meias verdades e querem retirar para o estado tudo o que podem com impostos. Arrecadam para financiar seus interesses de poder, retirando grande parte do que os empreendedores , empresários produzem. Essa “derrama”, dos dias atuais, faz aquela da Inconfidência Mineira parecer “coleta de igreja”.No Brasil, os de esquerda apesar de pouco conhecerem o que defendem, “se acham moralmente superiores”. Até os empresários brasileiros para seu próprio beneficio, sabem há muito tempo, que é melhor se classificarem como de “centro-esquerda”, para mamarem nas tetas do erário, tendo o BNDS como liberador do dinheiro. Um estado paternalista como esse, criado pelo PT e que foi começado por FHC, acaba criando um empresariado servil e solidário. O que se pode constatar que esse atual estado criado pelo Lulismo, aplica como norma cada vez mais clara, o autoritarismo bolchevique.Para estes esquedopatas, que se consideram o supra sumo da inteligência humana, discordar deles é ser burro e malvado.O que observamos na história é que: em todos os países que a esquerda chegou o poder o autoritarismo foi o leme e a corrupção prosperou. Vide o caso “mensalão” e a Lava Jato, que para eles, os de esquerda, tal corrupção deve ser aceita por ter sido um meio de atingirem um fim , segundo eles bom. Os ladrões do mensalão e da lava jato se intitulam presos políticos, e até a central dos trabalhadores (CUT) faz movimentação para anular a condenação. No final, todos nós da sociedade democrática,segundo a esquerda brasileira, é que estamos chamando os condenados de criminosos. Afirmam que nós estamos errados, e que a justiça errou em condenar os mensaleiros e corruptos da lava jato.Estes heróis segundo a esquerda: NÃO COMETERAM CRIME NENHUM.Chegamos em um ponto no Brasil, que os que tem pensamento liberal ou de direita, não tem espaços para discutirem suas ideias até dentro das universidades. As universidades estão ocupada por professores e simpatizantes da esquerda MAIS BURRA DO MUNDO. Chegamos a um tal ponto, que aqueles que pretende pesquisar o “ pensamento liberal (formulas de governo da direita europeia, como exemplo) não conseguem financiamento para esses estudos em bancos, fundações, e muito menos em entes públicos. O pessoal da esquerda colaram na cabeça das pessoas, que os capitalistas foram os responsáveis pelos anos de ditadura no Brasil. Em suma, estudantes, com cabeça mais livre e aberta, não tem espaço em lugar nenhum, nem na classe empresarial, que há muito tempo acha melhor deixar tudo assim, pois mamam nos governos descaradamente. Os bancos, no Brasil, tiveram nos últimos anos da era ptista, US$ 63 bilhões de dólares de lucro. O PIB dos EUA é oito vezes maior que o do Brasil (BRASIL: US$2,2 trilhões, contra USA:US$16,5 trilhões), e os bancos de lá não chegaram nem perto do lucro que os bancos tiveram aqui no Brasil, e tudo isto em plena era ptista, ou seja, desde a saída de FHC.Nos governos liberais conservadores (não incluo ditaduras), a responsabilidade pelo ganho do capital é do capitalista, na pessoa jurídica e física. Ele o capitalista, é o responsável pelos erros, não o estado . Já nos governos de esquerda, os agentes públicos tomam as decisões, como no Brasil, comprando até votos para parlamentares votarem leis (vide mensalão). Dando errado o que tentaram construir , eles dissolvem as responsabilidades, dizem que o erro é dos outros, até eles desaparecerem , sem que o autor jamais possa ser identificado.É mais do que certo afirmar que: o preguiçoso adora ser de esquerda e ficar pendurado no “ saco do estado”. A esquerda no Brasil “DEMONIZOU o pensamento liberal” sem entrar no mérito, foge da discussão por não ter argumentos para enfrentar esse outro modo de pensar.




O conceito de direita "varia entre sociedades, épocas históricas, sistemas políticos e ideologias".De acordo com o The Concise Oxford Dictionary of Politics, nas democracias liberais, a direita política se opõe ao socialismo e à social-democracia. Os partidos de direita incluem conservadores, democratas-cristãos, liberais e nacionalistas,e os da extrema direita incluem nacional-socialistas e fascistas.Houve críticas consideráveis sobre a redução da política em um simples eixo esquerda-direita. Friedrich Hayek sugere que é errado ver o espectro político como uma linha, com os socialistas à esquerda, os conservadores à direita e os liberais no meio. Ele posiciona cada grupo, no canto de um triângulo.Eatwell e O'Sullivan dividem a Direita em cinco tipos: 'reacionária', 'moderada', 'radical', 'extrema', e 'nova'. Cada um destes "estilos de pensamento" são vistos como "respostas para a esquerda", incluindo tanto o liberalismo e o socialismo, que surgiram desde a Revolução Francesa de 1789:


1)- A "direita reacionária" olha para o passado e é "aristocrática, religiosa e autoritária".


2)- A "direita moderada" é tipificada pelos escritos de Edmund Burke. É tolerante a mudança, desde que seja gradual e aceita alguns aspectos do liberalismo, incluindo o Estado de direito e o capitalismo, embora veja o radical laissez-faire e o individualismo como muito prejudiciais para a sociedade. Muitas vezes, promove políticas de assistência social e nacionalismo.


3)- A "direita radical" é um termo desenvolvido depois da Segunda Guerra Mundial para descrever grupos tão diferentes como macarthismo, a John Birch Society, o Republikaner Parte na Alemanha Ocidental e assim por diante. Eatwell salienta que esse uso tem "grandes problemas tipológicos" e que o termo "também tem sido aplicado à evoluções claramente democráticas",incluindo o populismo de direita e vários outros subtipos.


4)- A "extrema-direita" tem quatro características de acordo com Roger Eatwell:

 4.1) Anti-democracia

4.2) Nacionalista

4. 3) Racista

4.4) Capitalismo Estatal forte


5)- A "nova direita" consiste dos conservadores liberais, que enfatizam um governo pequeno, mercados livres e valoriza a iniciativa individual.


O cientista político francês René Rémond propôs (em Les Droites en France), sobretudo a pensar no seu país, uma classificação de direita do tipo tripartida:


1)- Direita legitimista: monárquica, tradicionalista, clerical, pró-Antigo Regime.

2)- Direita orleanista: liberal e parlamentar (durante muito tempo desconfiada do sufrágio universal).

3)- Direita bonapartista: populista e nacionalista, com atração por líderes carismáticos e hostil ao parlamentarismo e ao "jogo dos partidos".


Jaime Nogueira Pinto sugere uma divisão entre "direita conservadora" e "direita revolucionária":


A primeira direita (exemplos: o conservadorismo anglo-saxônico, a democracia-cristã europeia, grande parte das antigas ditaduras militares sul-americanas) defende que a preservação de valores intemporais (fruto da revelação religiosa ou da consagração pela história) e dos equilíbrios sociais contra a ideia de ser possível criar uma sociedade melhor a partir de projetos teóricos e racionalistas.


Já a segunda (exemplos: bonapartismo, boulangismo, fascismo, peronismo, nasserismo) orienta-se por projetos de transformação social (ainda que distinto dos da esquerda), frequentemente de conteúdo nacionalista, interclassista e caudilhista.



Outros autores fazem uma distinção entre a centro-direita e a extrema-direita:


Partidos da centro-direita em geral apoiam a democracia liberal, o capitalismo, a economia de mercado (embora possam aceitar a regulamentação do governo para controlar monopólios), os direitos a propriedade privada e um estado de bem-estar público limitado (por exemplo, o fornecimento pelo governo de educação e assistência médica). Eles apoiam o conservadorismo e o liberalismo econômico e opõem-se ao socialismo e ao comunismo.


O termo extrema-direita, pelo contrário, é usado para descrever aqueles que são a favor de um governo absolutista, que usa o poder do Estado para apoiar um grupo étnico ou religião dominante e assim criminalizar outras etnias ou religiões.Exemplos típicos de líderes a quem o rótulo extrema-direita é freqüentemente aplicado são: Francisco Franco na Espanha e Augusto Pinochet no Chile.



A respeito da diversidade de posições consideradas de direita, o conservador norte-americano Thomas Sowell considera que:



"Aquilo a que se chama Direita são simplesmente os vários e distintos oponentes da Esquerda. Esses oponentes da Esquerda podem não partilhar nenhum principio especifico, muito menos um programa comum, e podem ir desde libertários defensores do mercado livre até defensores da monarquia, da teocracia, da ditadura militar ou outros inumeráveis princípios, sistemas ou agendas".



Na França, após a Revolução Francesa, a Direita lutou contra o crescente poder dos que enriqueceram através do comércio e procurou preservar os direitos da nobreza hereditária. Eles estavam desconfortáveis com o capitalismo, com o Iluminismo, com o individualismo e com o industrialismo e lutou para manter as hierarquias sociais e instituições tradicionais.No século XIX, a Direita mudou e passou a apoiar o novo-rico em alguns países europeus, especialmente na Inglaterra em vez de favorecer a nobreza em detrimento dos industriais e favoreceu os capitalistas sobre a classe operária (ver: Modernização conservadora). Outras correntes de direita no continente, como Carlismo na Espanha e movimentos nacionalistas na França, Alemanha e Rússia, mantiveram-se hostis ao capitalismo e ao industrialismo.




Há ainda alguns movimentos de direita hoje, nomeadamente o francês Nouvelle Droite ("Nova Direita"), CasaPound, e americanos paleoconservadores, que muitas vezes se opõe à ética capitalista e aos efeitos que têm na sociedade como um todo, o que eles vêem como infringidor ou causador da decadência das tradições sociais ou hierarquias que vêem como essencial para a ordem social (ver: Anticapitalismo).Nova Direita é um termo criado pela esquerda francesa, e usado em vários países para descrever políticas ou grupos de direita. Também tem sido usado para classificar partidos políticos surgidos na Europa Oriental após o colapso da União Soviética e dos regimes comunistas de inspiração soviética.



Alt-right ("Direita Alternativa"):


É uma linha de pensamento que surge como uma alternativa ao atual modelo conservador estadounidense.Milo Yiannopoulos, apontado como como um dos representantes desta corrente,afirma que alguns "jovens rebeldes" são atraídos para a direita não por razões profundamente políticas, mas "porque isto promete diversão, transgressão e desafio às normas sociais."



Nos tempos modernos, o termo "direita" é por vezes utilizado para descrever capitalismo laissez-faire, embora isso não seja uma definição precisa. Na Europa, os capitalistas formaram alianças com a direita durante seus conflitos com os trabalhadores após 1848. Na França, o apoio da direita ao capitalismo pode ser rastreado no final do século XIX.


A chamada Direita Neoliberal:


Popularizada por Ronald Reagan e Margaret Thatcher, combina o suporte ao mercado livre, a privatização e a desregulamentação com apoio da direita tradicional para a conformidade social.Liberalistas de direita suportam uma economia descentralizada baseada em liberdade econômica, e afirmam que os direito à propriedade, ao mercado livre e ao livre comércio como as formas mais importantes de liberdade. Russell Kirk acreditava que a liberdade e o direito a propriedade eram interligados.






Anthony Gregory escreveu que o liberalismo de direita, "pode se referir a qualquer número de variáveis e, por vezes, as orientações políticas que se excluem mutuamente." Ele sustenta que a questão não é ser de direita ou de esquerda, mas "se uma pessoa vê o Estado como um grande perigo ou apenas outra instituição a ser reformada e dirigida para um objetivo político."



Para que possamos conhecer o outro lado da moeda, fica a pergunta: Quem são os GRANDES PENSADORES DE DIREITA do Brasil e do mundo, desconhecidos e quase proibidos nas nossas universidades?






1)-DO MUNDO: Milton Friedman; Jaime Nogueira Pinto;Yoshihiro Francis Fukuyama;Raymond Aron; Karl Popper; Ayn Rand;John Locke;Adam Smith; Niall Ferguson; Thomas Sowell; Eugene Volokh; Charles Krauthammer; Larry Elder; Ben Shapiro; Joseph de Maistre; Michael Oakrshott; Stephen Hicks; Yuval Noah Harari;Barry Goldwater; Roger Scruton; Kirk Hansel; Alexis de Tocqueville;Edmund Burke; Johann Wolfgang von Goethe; Alexander Hamilton; Irving Babbitt; Whittaker Chambers; Eric Hoffer; Irving Kristol; Norman Podhoretz; William F. Buckley Jr;Nicolás Gómez Dávila;Jorge Mario Pedro Vargas Llosa;Jordan Bernt Peterson;Friedrich August von Hayek , Ludwig von Mises,  Eric Hoffer...







2)- BRASILEIROS: Rui Barbosa; Roberto Campos;José Guilherme Merquior;Octávio Gouveia de Bulhões;Luiz Felipe Pondé;Olavo de Carvalho; Samuel Pessôa; Nelson Rodrigues; Lady Baginski, Ricardo Salles;Ricardo Gama;Helio Beltrão Filho; João Pereira Coutinho;Denis Rosenfield;Bolívar Lamounier; Cibele Bumbel Baginski;  Rachel Sheherazade;Danilo Gentili; Flavio Morgenstern; Renan Felipe; Ives Gandra Martins; Felipe Moura Brasil;Rodrigo Constantino;Reinaldo Azevedo;Demétrio Magnoli;Ali Kamel; Marcelo Madureira;Machado de Assis;Marco Antonio Villa;Alexandre Borges, Gustavo Nogy;Francisco Razzo;Guilherme Fiuza;Paulo Rabello de Castro; Leandro Narloch;Bruno Garschagen;Janaina Conceição Paschoal;Alexandre Versignassi;Donald Stewart Jr;Mário Henrique Simonsen;Paulo Francis; Wilson Martins;João Camilo de Oliveira Torres;Miguel Reale;Vilém Flusser;Otto Maria Carpeaux;Stanislavs Ladusãns;Bruno Tolentino;Gustavo Corção;Plinio Corrêa de Oliveira;Armando Falcão;Rondon Pacheco;Magalhães Pinto;Josué Montello;João de Scantimburgo;Augusto Frederico Schmidt;Antônio Olinto;Gilberto Freyre;Vicente Ferreira da Silva;Herberto Sales;Artur César Ferreira;Pe. Maurílio Pennido;Pedro Calmon;Cornélio Pena;Luís Viana Filho;Milton Campos;José Pedro Galvão de Sousa;Bertrand Maria José de Orléans e Bragança;José Osvaldo de Meira Penna;Ricardo da Costa;Joice Hasselmann;Gerardo Melo Mourão;Ângelo Monteiro;Percival Puggina e Jair Bolsonaro...






Pergunta que não cala: 


Na biblioteca de sua universidade, ou faculdade, você já viu alguns destes autores? Principalmente aqueles de renome e fama mundial? Quem você acrescentaria nesta duas listas acima ? 


Entendemos que talvez você não concorde com alguns nomes, por não considerá-los como autênticos "pensadores de direita", mas meros formadores de opinião.Ora, você deve concordar que para formar opinião,é necessário pensar.Alem de que, se temos formadores de opinião de esquerda,precisamos também destes na direita.Também, sou um iniciante no estudo e aprofundamento da direita internacional e brasileira. Deixo esse aviso bem claro, pois pode ocorrer de eu não citar todos que deveriam ser citados, e que você talvez quisesse que seus autores aparecessem nestas listas acima. Resolvi fazer estas duas listas consultando várias fontes, pois estou farto de ver gente que não faz a mínima ideia de quem são ou foram os autores de direita, pessoas de suma importância para compreensão do país e mundo que nos circunda, e simplesmente os desprezam pelo simples fato de não serem de esquerda. Espero não deixar ninguém embravecido, e não tenho a pretensão (nem a capacidade) de encerrar o assunto com este despretensioso artigo, o qual aceito a colaboração de vocês para as devidas melhorias. Procurei listar só direitistas que tenham publicações e que sejam de notável visibilidade. Não estão em ordem. Você encontrará nestas duas listas desde conservadores, liberais e libertários de direita.Evidentemente, você não precisa gostar de todos, e muito menos ser de direita para lê-los. A lista foi feita em caráter meramente informativo, mas se os administradores do blog acharem necessário, a mesma será sempre atualizada.


Antes de começar a passar doravante, a ler os autores das listas acima, dou aqui algumas  recomendações básicas:



1- Comece pelos autores modernos do século XXI:

Os autores do século XXI facilitam o entendimento, pois usarão termos de maior familiaridade com o que se usa habitualmente, e falarão de problemas que naturalmente já os vivenciamos. Entretanto, é muito importante ter em mente que ler os autores clássicos e já consagrados da direita, é muito importante para o conhecimento basilar desta corrente de pensamento.



2- Não se limite tão somente aos autores nacionais:


Leia outros autores já consagrados internacionalmente, tais como: Roger Scruton, Thomas Sowell, Alexis de Tocquvelli, Edmund Burke, etc, pois eles podem dar aprofundamentos relevantes ao contraditório.Vários destes autores, inclusive, podem ser baixados gratuitamente em PDF na internet, mas faça preferência pelos livros em sua biblioteca, evitando a famosa “xeroteca”.


3- Não se limite a leitura somente de autores da política:


Amplie seus conhecimentos, sobre a moral e a utopia de direita também. É muito importante entrar em vários campos diferenciados, incluindo a literatura ficcional, a música e a arte, para alcançar a verdadeira amplitude da cultura e erudição de direita. 



4- Leia também, os autores clássicos de esquerda:


Sim, é necessário ler o outro lado da moeda para fazer o comparativo e capacitar-se ao juízo de valores, porém, Isso é algo que deve ser feito somente após o estudo dos autores de direita, quando então, estará pronto para compara-los com o pensamento de esquerda. Uma boa viajem intelectual e boas leituras, e se possível, partilhe aqui conosco suas experiências, para que todos possamos nos enriquecer.





5 - Não deixe de perceber a " UTOPIA" primordial em todos estes autores, principalmente os de direita:



Não podemos deixar morrer a utopia, porque a utopia não é de esquerda nem de direita, mas faz parte do universo humano. A direita não tem que ficar complexada pelo facto de a esquerda se crer utópica, nem a esquerda tem que ficar complexada se a direita também, quiser ser utópica. O Importante é que não deixemos de perseguir a utopia na sociedade, na economia e na política, mas de forma plural, porque só assim se foge ao populismo antissistema. A ausência de pluralidade, não serve a democracia, não serve o Estado de direito, não serve a Constituição e, sobretudo, não serve a humanidade que não é uniforme, mas plural.Há realmente muito pouca gente interessada em demonstrar as vantagens e, principalmente, o lado moral e ético do capitalismo. Poucos se dão conta, por exemplo, de que, no livre mercado, os indivíduos só são recompensados quando satisfazem as demandas dos outros, ainda que isso seja feito exclusivamente visando aos próprios interesses. Ao contrário de outros modelos, o capitalismo não pretende extinguir aquele certo egoísmo dosado e sadio inerente à condição humana, mas que nos obriga constantemente a pensar na satisfação do próximo, se quisermos prosperar. Além disso, para obter sucesso em grande escala, você tem de produzir algo que agrade e seja acessível a muitas pessoas, inclusive aos mais pobres, e não apenas aos mais abastados. Sob todos os aspectos o capitalismo é bem melhor moralmente e socialmente  que o socialismo. Deveríamos bater mais nessa tecla de que a superioridade moral também é espantosa, e que um abismo intransponível separa um modelo baseado em trocas voluntárias de outro voltado para a “igualdade” forçada, que leva ao caos e à degradação de valores básicos da civilização. Quando você abastece seu carro, ou quando o avião aterrisa, escutamos o piloto agradecendo pela escolha da companhia aérea. Não por acaso, quando um cliente entra numa loja, a primeira coisa que ouve do vendedor é: “Em que posso ajudá-lo?”. E a última coisa que ambos dizem, depois de uma compra, é um duplo “obrigado!”. Um sinal inequívoco de que aquela transação foi vantajosa para ambos”, pois nesta relação é satisfeito o princípio: de cada um conforme a sua capacidade, e para cada um conforme a sua necessidade”. O capitalismo fortalece os laços de cooperação e cordialidade, enquanto o socialismo leva ao cinismo, à inveja e ao uso da força para se obter o que se demanda. É verdade que o capitalismo produz resultados materiais bem superiores, mas esse não é “apenas” seu grande mérito: ele é também um sistema bem melhor sob o ponto de vista moral. No capitalismo quem chega ao topo elas estão mais ligadas ao mérito individual, enquanto na burocracia socialista elas dependem de favores e coação.No socialismo, os que chegam ao topo são os piores, os mais cínicos e mentirosos, os populistas, os bandidos, os exploradores, os inescrupulosos.Vide no Brasil petista, ou na Venezuela de Chávez e Maduro, ou em Cuba. E é isso que os liberais e conservadores de direita  precisam destacar com mais frequência.





O que me levou a estudar filosofia foi a desigualdade, a pobreza e a miséria que se via por todo lado. Queria entender, ou descobrir, suas causas. Assim, dirigi-me à leitura dos clássicos do pensamento político. Meu primeiro contato foi com os filósofos modernos. Li Marx só depois de ter lido Locke e Rousseau. As respostas às minhas questões começaram com a leitura de dois filósofos modernos. Especificamente, quando tive a oportunidade de ler o (segundo) “Tratado sobre o Governo Civil”, de John Locke, publicado em 1690, e quando li o “Discurso Sobre a Origem da Desigualdade entre os Homens”, de Jean-Jacques Rousseau, de 1755.A leitura de Locke me surpreendeu, pois sabia que era conhecido como o pai do liberalismo, teoria que defende o capitalismo. Surpreenderam-me as condições que, de início, estipula para a propriedade privada da terra: que esteja vazia, que a tomada de posse seja resultado do próprio trabalho e, por último, que a apropriação não ultrapasse o limite das  necessidades de quem trabalha.O que excede, diz Locke, é dos outros. Isso não me pareceu nada liberal, mas, sim, muito mais próximo das pichações de esquerda que vira nos muros das cidades do meu país: a terra para quem a trabalha. No entanto, no mesmo texto Locke dirá mais adiante que a apropriação ilimitada pode ser feita de coisas que não servem para satisfazer necessidades básicas, como os pedras e metais preciosos. Suas ideias, aliadas às que Adam Smith propôs em sua “Riqueza das Nações”, de 1776, estão no coração do que se denomina liberalismo clássico de direita. Nele, o Estado deve deixar o mercado com o mínimo de regulamentação possível para que a “mão invisível”, fundamentada no interesse das satisfação individual e meritocrática, termine trabalhando pelo interesse coletivo como consequência natural, e não algo imposto forçosamente.



As ideias utópicas e igualitárias, que muitos pensam que começaram com o pensamento socialista, na realidade, apareceram bem antes mesmo do início do período moderno (pois a “Utopia” de Tomás Moro foi publicada em 1516, ainda no período renascentista, sem mencionar, claro, a “República” de Platão, considerada a primeira grande obra utópica). 



Aqueles que, como eu, acreditávamos na inevitabilidade de um mundo mais justo, mais igual, pensávamos que, efetivamente, havia uma diferença entre o socialismo utópico e o científico (veja-se a obra de Engels, de 1880, com esse título). Acreditávamos que o socialismo, como imaginado por Marx, era possível. O socialismo real e a história recente provaram o contrário. Curiosamente, ao ler as posições programáticas de Mitt Romney, pré-candidato conservador à presidência dos Estados Unidos, vejo que o sonho capitalista também está baseado numa convicção utópica: na ideia de que, voltando a Smith, quanto menos intervenha o Estado no mercado, mais riqueza, mais prosperidade e mais felicidade haverá no mundo.Entre estas duas utopias surge a questão: “com que é preferível sonhar ? com um mundo que promete riquezas ilimitadas de um planeta de recursos limitados, ou com outro, em que a felicidade esteja no equilíbrio de posses, de oportunidades e de respeito aos limites dos outros e do próprio planeta?...” Eis a questão. O mundo capitalista inegavelmente passa por muitas transformações, e principalmente no seu modo operacional. No princípio, tínhamos um sistema que pouco se importava com os danos causados nas relações sociais e ambientais. Esse modelo se arrastou por muitos anos, com o pensamento predominante de obter simplesmente o lucro acima de tudo, e a exploração extrema da natureza, devido ao fato de acreditarem na capacidade infinita da natureza em prover insumos para sua produção. Contudo, verificou-se que esse modelo era insustentável, tanto para as relações sociais quanto ambientais, e a força da destruição causada por anos de descaso a natureza se voltou contra o modelo.
Ainda, concernente ao pensamento do capitalismo clássico, temos o crescimento da violência e criminalidade como conseqüência da falta de comprometimento do modelo com o ser humano. As relações sociais trabalhista eram a mais degradante possível, não concebendo dignidade ao trabalhador nem respeito pela sua condição humana, porém isto está mudando e precisa sim melhorar mais ainda. O capitalismo do século XIX era realmente uma coisa abominável, com um nível de exploração inaceitável. As pessoas com espírito de solidariedade e com sentimento de justiça se revoltaram contra aquilo. O Manifesto Comunista, de Marx, em 1848, e o movimento que se seguiu tiveram um papel importante para mudar a sociedade. A luta dos trabalhadores, o movimento sindical, a tomada de consciência dos direitos, tudo isso fez melhorar a relação capital-trabalho dentro do próprio capitalismo.



O que está errado é achar, como Marx diz, que quem produza riqueza é o trabalhador e o capitalista só o explora. É bobagem. Sem a empresa, não existe riqueza. Um depende do outro. O empresário é um intelectual que, em vez de escrever poesias, monta empresas. É um criador, um indivíduo que faz coisas novas.A visão de que só um lado produz riqueza e o outro só explora é radical, sectária, primária. A partir dessa miopia, tudo o mais deu errado para o campo socialista.O fato é que o comunismo não foi fundado nem por Marx, Engels, Jesus Cristo e nem por Ramsés II. Talvez encontremos algum inventor genial na origem do arame para cortar manteiga e da pólvora de canhão. Mas não encontramos nenhum na origem do comunismo, assim como na origem do capitalismo. Os movimentos sociais não são questão de invenção.Engels, e a seguir a ele Marx, juntaram-se a um movimento que já estava bem consciente da sua própria existência. Nunca pretenderam ter inventado a palavra ou a coisa. Sobre a sociedade comunista propriamente dita, nem sequer escreveram muito. Ajudaram o movimento e a teoria comunista a livrar-se das brumas da utopia para a praxis. Incitaram os proletários a não fundarem o seu movimento sobre os planos deste ou daquele reformador, sobre as revelações deste ou daquele iluminado.



Os verdadeiros revolucionários não idolatram as ideias de Marx e Engels, ou de David Hume e Adam Smith, pois sabem que estas são fruto de uma época determinada, a qual estão condicionadas, e que têm os seus limites.Fato é que não é necessário essa dicotomia no capitalismo como existe no socialismo de mercado-solidariedade, muito pelo contrário, ou seja, não é da benevolência, ou solidariedade do açougueiro que a comida chega a minha mesa, mas da busca recíproca de satisfações minha e dele, ou seja não precisamos da benevolência, ou solidariedade de governos, ou empresários para ter minhas demandas atendidas, mas do mercado competitivo, é assim que devem ser satisfeitas as nossas necessidades e preferências numa economia livre.Em suma, o capitalismo é melhor ou pelo menos mais eficiente, E adaptável às realidades, pragmaticamente falando, considerando o momento histórico em que vivemos. Por mais conservador que possa parecer, essa é a verdade. As mentes mais românticas e idealizadoras tendem a discordar, nada mais compreensível. Não precisamos e não devemos nos submeter a tudo a que nos impõe, não precisamos aceitar tudo de cabeça baixa, mas, por favor, sejamos mais racionais e críticos.É óbvio que um governo central com seis burocratas, ou alguns intelectuais dirigindo um país não vai ter a capacidade de ditar rumos a esses milhões de pessoas. Não tem cabimento. No Bonde da História prevalece sempre a razão, e assim caminha a humanidade, pois não acredito em cultura e nem em ideologia de escritório, ou seja, naquelas criadas em uma sentada ou canetada por pseudo iluminados, mas naquela testada na história da humanidade com tentativas de erros e acertos e naturalmente prevalecida, pois este tal Comunismo dito científico, de científico não tem absolutamente nada, pois tudo que é científico se caracteriza pela repetibilidade em laboratório, coisa que nenhum laboratório social Comunista mundo afora em suas tentativas de implantação o fez até agora, pois tudo descambou em ditaduras sanguinárias e desumanas de esquerda.




Apostolado Berakash

Curta este artigo :

+ Comentário. Deixe o seu! + 18 Comentário. Deixe o seu!

13 de junho de 2018 14:02

Otimo!

9 de julho de 2018 23:39

excluiria a Raquel.

30 de agosto de 2018 11:28

Excelente!

16 de setembro de 2018 10:12

Ola! Você tem e-mail para dirimir dúvidas?
Obrigado!!!

25 de setembro de 2018 00:29

Estou chegando à conclusão que eu sou Extrema-Direita.

30 de setembro de 2018 02:04

Ótima lista e excelente analise sobre o tema...

9 de outubro de 2018 11:08

Cheguei a conclusão que sou de centro direita, neoliberal ! Apoio o livre mercado e o estado mínimo !

19 de outubro de 2018 21:32

Só uma questão: Muitos brasileiros citados são formadores de opinião, por isso não o veremos em livros, pois não produzem a nível acadêmico (Rachel Sharezad, Reinaldo Azevedo e outros)

29 de outubro de 2018 00:33

Obrigado pelo texto, esclarecedor. Recomendo apenas dar uma limpada na lista de pensadores da direita brasileira. Danilo Gentil, Rachel Sherazade e Marcelo Madureira, por exemplo, não cabem em lista alguma de pensadores.

29 de outubro de 2018 00:59

Lógico sabendo bem menos que o Beraká, que inclusive o texto é ótimo. Acrescento o Jordan Peterson, é talvez uma forma de entender esse assunto de modo menos complexo.

31 de outubro de 2018 09:53

Prof.Tamires, foi isto que observei tmb. Não são pensadores. Seria bom ter pensadores de direita, o que implica acima de tudo ética e respeito ao individuo.

3 de novembro de 2018 17:56

Ótimo texto!

Incluiria como pensador de direita o Professor Marco Antonio Villa, e excluiria Danilo Gentili

18 de novembro de 2018 00:09

Cheguei ao blog após pesquisa sobre o tema escritores de direita. Sou de Mato Grosso de Sul e tenho uma pesquisa sobre um personagem polêmico e considerado persona "nom grata"a esquerda. A ascensão de Jair Bolsonaro ao poder ensejará uma guinada também na produção literária considerada de Direita. Biografias de personagens polêmicos poderão ser produzidas através da releitura de suas trajetórias. Importante, no entanto, que editoras possam estimular tal nicho de mercado.

15 de dezembro de 2018 02:57

Bom post, mas talvez seria ideal ser mais seletivo nos brasileiros. Olavo de carvalho não é um intelectual, att.

24 de dezembro de 2018 16:29

os cristaos tambem,sao em sua maioria de direita,pois essa e a unica visao politica q tem aguns principios respeitaveis e conservadores.

19 de janeiro de 2019 08:30

Eu acho que deveria ter mais textos assim,pras pessoas saberem o que é realmente a direita,sobre o que é ser um conservador e saber a diferença entre extrema direita e centro direita.

3 de fevereiro de 2019 22:16

Só acho um equivoco, hoje em dia, considerar o Reinaldo Azevedo como de Direita;

Postar um comentário

Conforme a lei o blog oferece o DIREITO DE RESPOSTA a quem se sentir ofendido(a), desde que a resposta não contenha palavrões e ofensas de cunho pessoal e generalizados.Os comentários serão analisados criteriosamente e poderão ser ignorados e ou, excluídos.

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.

Quem sou eu?

Minha foto
CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

As + lidas!

 
Support : Creating Website | Johny Template | Mas Template
Copyright © 2013. O BERAKÁ - All Rights Reserved
Template Created by Creating Website Published by Mas Template
Proudly powered by Blogger