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A esquerda e direita NEO-LIBERAIS

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 14 de junho de 2017 | 21:38




O termo “neoliberalismo” foi inventado para enganar os nacionalistas, camuflando a aliança discreta entre a esquerda latino-americana e os poderes globais.Na moderna discussão política, não há termo mais abusado e sobreutilizado do que 'neoliberalismo'.O curioso é que, se você questionar o significado exato deste termo à pessoa que o pronuncia,sempre em tom vituperativo, ela demonstrará não ter a mais mínima ideia.




O que é 'neoliberalismo'?


Bom, pelo menos entre seus críticos, 'neoliberalismo' normalmente nada mais é do que um xingamento para liberalismo."Neoliberalismo" virou um termo pejorativo para o liberalismo laissez-faire.Segundo a Wikipédia, 'neoliberalismo' é simplesmente sinônimo de liberalismo:


Neoliberalismo é um termo controverso que se refere primordialmente ao ressurgimento, no século XX, de idéias do século XIX associadas ao liberalismo econômico laissez-faire. Tais ideias abrangem amplas políticas de liberalização econômica, como privatização, austeridade fiscal, desregulamentação, livre comércio, e reduções nos gastos do governo com o intuito de aumentar o papel do setor privado na economia.



Laissez-faire é uma expressão francesa que significa literalmente "deixar fazer", e é considerada um símbolo da economia liberal defendida pelo capitalismo.De acordo com o liberalismo econômico, o Estado deve "deixar o mercado fazer", sem interferir no funcionamento deste, se limitando apenas a criar leis que protejam os consumidores e os direitos de propriedades.Uma economia laissez-faire não é controlada pelo governo, podendo as empresas resolverem os seus negócios sem qualquer tipo de interferência do Estado.De acordo com Adam Smith (1723 - 1790), um filósofo e economista clássico que defendia o princípio do laissez-faire, a única intervenção do Estado deveria estar limitada a garantir a lei e a ordem, a defesa nacional e a oferta de alguns bens públicos que não seriam de interesse do setor privado, como a saúde pública, a educação, o saneamento básico, etc. A expressão completa que revela a ideia de "livre comércio" e que originou "laissez-faire" é laissez faire, laissez aller, laissez passer, le monde va de lui-même, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar, o mundo vai por si mesmo". Esta frase teria sido usada pela primeira vez, em associação ao liberalismo econômico, pelo Marquês de Argenson, em 1751.O princípio do laissez-faire se popularizou nos Estados Unidos e nos países mais ricos da Europa durante o fim do século XIX e começo do XX.



E por que é um 'termo controverso'?


Porque ele é usado quase que exclusivamente de forma pejorativa, e não como um termo descritivo para denotar imparcialmente uma ideologia.Após estudarem 148 artigos de economia política que utilizam tal termo, os cientistas políticos Taylor Boas e Jordan Gans-Morse chegaram à conclusão que o termo "neoliberalismo" praticamente nunca é utilizado positivamente.


O termo é majoritariamente usado por teóricos contrários ao livre mercado, mas nunca lhe é dado alguma definição: "O significado de neoliberalismo jamais é debatido e, pior ainda, jamais é sequer definido. Como consequência, o problema nem é que haja muitas definições para o termo, mas sim que não haja nenhuma", dizem os autores.



Ademais, como já dito, ao termo não é dado um rótulo neutro; ao contrário, seu emprego é feito majoritariamente por pessoas que se opõem ao livre mercado. Dizem os autores: "Os resultados de nossa análise de ensaios acadêmicos confirmam que o uso negativo do termo 'neoliberalismo' supera esmagadoramente seus escassos e eventuais empregos positivos".Em outras palavras, "neoliberalismo" significa simplesmente um slogan anti-liberalismo. Nada mais é do que um termo esvaziado de conteúdo distintivo.Mas a verdade é que a ideologia neoliberal de fato existe,embora ninguém se identifique como tal, e possui um significado (um tanto amorfo, mas possui). E ela nada tem a ver com o genuíno liberalismo. Há uma clara, e intransponível — distinção entre o liberalismo clássico da Escola Austríaca e o neoliberalismo.



Poucos sabem, mas o neoliberalismo surgiu como uma terceira via entre o socialismo e o liberalismo. Como explicou Jorg Guido Hülsmann:



As raízes da ideologia neoliberal remetem às décadas de 1880 e 1890, quando os economistas alemães da Escola historicista alemã de economia e seus discípulos americanos convenceram-se de que a concentração industrial tinha efeitos prejudiciais para a economia e que, por isso, algum tipo de moderação por meio da intervenção governamental fazia-se necessária.  Uma das consequências visíveis dessa mentalidade foi o Sherman Act (Lei Sherman antitruste), que desde então substituiu o poder dos consumidores pelo poder dos burocratas.  Na Alemanha, a filosofia da terceira via generalizou-se durante a 'Sozialpolitik' estimulada pelo Kaiser Wilhelm II.  A França copiou o modelo, invocando a necessidade de uma 'tierce solution', assim como também fizeram os Estados Unidos sob o New Deal.



Entretanto, as primeiras declarações programáticas do neoliberalismo foram publicadas somente na década de 1930, novamente, e previsivelmente, na Alemanha e nos Estados Unidos.  O manifesto mais influente veio do economista de Chicago Henry Simons, que, em 1934, fez circular uma monografia intitulada: A Positive Program for Laissez Faire (Um Programa Positivo para o Laissez-Faire), no qual a palavra "positivo" indicava que esse programa justificava amplas intervenções governamentais, ao passo que o laissez-faire clássico era um programa "negativo", no sentido de que ele não fornecia tal justificativa.  Simons exortava o governo a regular a oferta monetária e o sistema bancário, a impedir a formação de monopólios, e a fornecer uma renda mínima para os destituídos, um desvio e tanto do liberalismo laissez-faire.



Essas ideias expressavam perfeitamente os sentimentos de uma geração de economistas que haviam sido criados em um ambiente intelectual inteiramente estatista, mas que no entanto conheciam as lições ensinadas pelos liberais clássicos.Seu neoliberalismo animou o trabalho daquelas instituições que surgiram no pós-guerra com o intuito de estancar o crescimento do estatismo, mais especificamente a Mont Pèlerin Society e o Institute for Economic Affairs de Londres.



O neoliberalismo, portanto, surgiu entre ex-socialistas que haviam percebido que o socialismo não funcionava, mas que também não queriam abraçar inteiramente o liberalismo clássico. O neoliberalismo possui uma agenda abertamente intervencionista, ainda que menos intervencionista que o próprio socialismo. Historicamente, neoliberais defendem monopólio estatal da moeda por um Banco Central, agências reguladoras para controlar determinados setores da economia, programas de redistribuição de renda, leis e regulações anti-truste, concessões em vez de genuínas privatizações e desestatizações, ajustes fiscais por meio de aumentos de impostos, além, é claro, de monopólio estatal da justiça, e saúde e educação fornecidas pelo estado.



Ludwig von Mises batalhou contra um grupo de economistas da Mont Pèlerin Society que, na década de 1940, poderiam ser rotulados de 'neoliberais'. Para Mises, esses neoliberais eram apenas relativamente liberais, comparados aos doutrinários socialistas, mas ainda eram intervencionistas que defendiam o monopólio estatal da moeda por um Banco Central, programas assistencialistas, e todo aquele supracitado aparato regulatório e burocrático comandado pelo estado.Mises havia argumentado que uma divisão racional do trabalho poderia ocorrer apenas se houvesse preços de mercado para os fatores de produção, algo que, por sua vez, requeria a propriedade privada desses fatores. Em contraposição, os neoliberais centraram-se exclusivamente nos preços em si, menosprezando exatamente as condições que permitiam o fenômeno da livre formação de preços. 



Mises já havia demonstrado que o socialismo é impossível de existir porque tal arranjo não permite a formação de preços e o conseqüente cálculo de custos, lucros e prejuízos. Porém, para os neoliberais, a conclusão prática deste argumento da impossibilidade do cálculo sob o socialismo não era a de que o governo não deveria interferir na propriedade, mas sim a de que ele deveria abster-se de intervir nos preços especificamente.


Ao passo que Mises havia simplesmente declarado que uma divisão do trabalho baseada no cálculo de preços poderia ocorrer apenas onde existisse a propriedade privada, os neoliberais planejavam manipular os sistemas institucional e jurídico com o intuito de "aprimorar" a divisão espontânea do trabalho gerada naturalmente pelo laissez-faire.  Para os neoliberais, o mercado era importante, mas eles acreditavam que a intervenção governamental poderia acentuar a "eficiência" e a "imparcialidade" do processo de mercado.  Ao contrário dos socialistas, os neoliberais acreditavam que o mercado levaria a sociedade à direção correta; porém, ao contrário dos liberais clássicos, eles acreditavam que um mercado livre e desimpedido geraria resultados aquém do seu verdadeiro potencial.






Neoliberais, portanto, acreditam existir "intervenções capazes de aprimorar o mercado".Sucintamente, pode-se dizer que neoliberalismo é uma mistura de social-democracia, keynesianismo e alguma liberdade de mercado em termos microeconômicos.



Para aqueles que acompanham o debate de idéias, a distinção entre neoliberais e liberais clássicos é explícita. Já para esquerdistas anti-liberais, que observam tudo de fora, austríacos, chicaguistas e neoclássicos são exatamente a mesma coisa.  Para eles, todos esses "neoliberais" são igualmente a favor do livre mercado e do livre comércio, portanto todos eles concordam com os neoliberais do FMI (cuja presidência, aliás, já pertenceu ao líder do Partido Socialista francês).



Em algumas raras ocasiões, os críticos do neoliberalismo acabam acertando por acidente. Por exemplo, quando eles (corretamente) se opõem a acordos comerciais gerenciados pelo governo, como o Acordo Transpacífico de Cooperação Econômica (TPP, em sua sigla em inglês). Mas eles acertam pelas razões erradas. Eles se opõem a esses acordos comerciais não porque eles são acordos gerenciadas e controlados pelo governo; não porque eles representam uma extensão do estado regulatório e corporativista; mas sim porque eles erroneamente acreditam que acordos comerciais gerenciados e controlados  por governos representam um genuíno livre comércio.


Opondo-se tanto aos neoliberais quanto aos intervencionistas:


A única conclusão é que os defensores consistentes do laissez-faire estão cercados, de um lado, pelos reais neoliberais e, do outro, pela esquerda anti-capitalista e anti-neoliberal.Se pudesse, a esquerda anti-neoliberalismo alegremente expropriaria várias empresas. O empreendedorismo seria sufocado, as pequenas empresas seriam reguladas ao ponto de fecharem as portas, e o setor financeiro ficaria, mais ainda do que já é hoje, sob completo controle do estado.



Por outro lado, os neoliberais continuariam manipulando a economia por meio de suas políticas monetárias e fiscais, regulando vários setores da economia por meio de suas agências reguladoras, ajudando e protegendo grandes empresas, evitando genuínas desestatizações em favor de falsas privatizações, de concessões com prazo determinado, e de parcerias público-privadas, e, acima de tudo, expandindo ainda mais o estado assistencialista.E ambos os grupos dariam as mãos em sua defesa da saúde e da educação sob controle do estado, divergindo apenas no fato de que os neoliberais ao menos aceitam que também haja saúde e educação privada em paralelo.Ambos os grupos constituem ameaças significativas à causa do laissez-faire.


De resto, aquilo que a esquerda chama de neoliberalismo é, na verdade, um não-liberalismo, e no vocabulário usual da esquerda, que no Brasil de hoje é o da mídia e da intelectualidade inteiras, é uma corrente de opinião que favorece:


a) A livre-empresa contra a intervenção estatal na economia.

b) O globalismo em detrimento dos interesses nacionais.

c) A moral judaico-cristã tradicional em oposição aos princípios “politicamente corretos”.

d) Ampliar a hegemonia norte-americana no mundo em prejuízo dos interesses das nações pobres.

e) Sinônimo da “direita”.

f) Pressupõe-se que é a ideologia dominante no mundo dos negócios e entre os políticos antipetistas e anti-esquerdistas em geral.



É preciso esclarecer que Globalismo não é simples abertura de mercados: é introdução de regulamentações em escala mundial que transferem a soberania das nações para organismos internacionais. Nenhum apóstolo da economia de mercado é sonso o bastante para não perceber, hoje em dia, que a abertura das fronteiras arrisca não produzir um paraíso de liberdade econômica, e sim a proliferação de legislações e controles em escala global, o Leviatã dos leviatãs. A incompatibilidade lógica traduz-se, no plano da ação política, como briga de foice entre os liberais clássicos e os planejadores-legisladores econômicos globais. Nos EUA, isso é um fato do dia-a-dia. Mas, como no Brasil e em outros países da América Latina a mídia intoxicada de lendas esquerdistas jamais menciona esse fato, a união harmônica e indissolúvel de liberalismo clássico e globalismo pressuposta no conceito de “neoliberalismo” parece não só viável como realmente existente.



Se identificar o globalismo com a ambição nacional americana já é maluquice bastante, ainda mais insano é associá-lo ao conservadorismo religioso que, nos EUA, vem crescendo ano após ano. Para o automatismo mental brasileiro, nada mais óbvio e autoprobante do que essa associação. O cérebro nacional acostumou-se a saltar direto das palavras às reações emocionais que elas evocam, sem a menor necesside de referência a alguma realidade do mundo exterior.


Assim, a associação verbal é infalível:


Religião = reacionarismo; reacionarismo = capitalismo; capitalismo = imperialismo ianque; imperialismo ianque = globalismo; globalismo = neoliberalismo; logo, a moral religiosa tradicional é um instrumento do neoliberalismo. Esse método puramente galináceo de raciocínio é hoje obrigatório em todas as universidades brasileiras, e tamanha é a sua autoridade que a simples tentação de corrigi-lo já desapareceu do fundo das almas.


Deve portanto soar como um escândalo intolerável a informação que vou dar a seguir:


Todos os conservadores religiosos americanos, cristãos ou judeus, são em maior ou menor medida, contra o globalismo. E são contra por um motivo muito simples:


O projeto de cultura mundial administrada, que vem junto com a uniformização econômica do planeta, traz no seu bojo as sementes de uma neo-religião híbrida, meio ecológica, meio ocultista, criada em laboratório por engenheiros comportamentais da ONU (procurem saber quem é Robert Müller), e cuja implantação resulta pura e simplesmente na destruição completa do cristianismo e do judaísmo. Não foi por coincidência que uma onda de anti-semitismo e anticristianismo se espalhou pelo planeta nas últimas décadas: ela veio por intermédio da rede global de ONGs subsidiadas pela ONU e por fundações milionárias, empenhadas na “guerra cultural” pela criação de uma civilização biônica inaceitável para toda mentalidade religiosa tradicional. Mais especialmente, o ataque cultural globalista se volta contra a cultura americana, tentando criminalizar e destruir as suas raízes judaico-cristãs e substituí-las por uma nova moral abortista e hedonista adornada pelo culto de Gaia ou fetiches similares.


Nos EUA não há quem não esteja consciente de que esse é o verdadeiro divisor de águas, o verdadeiro campo de combate pelo domínio dos corações e mentes no século XXI. Os debates brasileiros passam a anos-luz de distância do centro dos acontecimentos.Por fim, é absolutamente falso que a esquerda, no Brasil ou em qualquer outro país do continente, oponha alguma resistência ao globalismo, exceto o mínimo indispensável para fins de camuflagem.


Nenhuma corrente política existe para se opor àqueles que a subsidiam. As fontes de dinheiro para a esquerda, tanto na América Latina quanto nos EUA e na Europa, são hoje bem conhecidas, e elas são precisamente as mesmas que, a pretexto de livre mercado, financiam o estabelecimento da Nova Ordem Global: as fundações Ford, Rockefeller, MacArthur e sobretudo a rede tentacular de agentes do multibilionário golpista George Soros – eis aí os grandes financiadores e protetores do chavismo, do lulismo, do fidelismo e de todas as demais patologias políticas que, numa atmosfera geral de loucuras e mentiras, tem se apossado velozmente do poder em várias nações do continente. A essas fontes capitalistas devem somar-se os agentes políticos (Partido Democrata, Diálogo Interamericano, os Clintons, os Kennedys e uma multidão de Carters) que ajudam a drenar para os mesmos destinatários o dinheiro do governo americano, principalmente as verbas da USAID.


CONCLUSÃO:

“As ideias da classe dominante são, em todas as épocas, as ideias dominantes”, já diziam com certa razão Marx e Engels.


Não surpreende que aqueles que vão contra essas ideias sejam tão duramente combatidos. E por esses dois motivos também não surpreende que a esquerda Caviar, seja irresistivelmente levada pelas ideias da classe dominante. É daí que nasce o fenômeno da esquerda neoliberal. Acostumamos a tratar o neoliberalismo como tendência única, ou seja, como uma via unicamente de direita. Embora essa tendência se comprove, há diferenças nos desdobramentos em cada país. E no Brasil, o neoliberalismo em determinado momento serviu para condicionar um discurso único da esquerda contra a direita. De Collor a FHC, esse discurso ficou bastante característico, e quando queríamos atacar alguém do campo que não se adequa ao modus operandi esquerdista, logo se rotula como neoliberal. Porém, com a subida de Lula a Presidência no Brasil, essa designação neoliberal como um item único de direita, foi perdendo a característica. Foi na verdade se desdobrando e se confundindo entre as várias tendências economicistas, e cada uma ajeitando o seu discurso para que não pudesse ser enquadrada como neoliberal. Já com 8 anos completo do governo Lula e com a eleição de Dilma, isto é, da administração da esquerda no Brasil, a definição de um neoliberalismo de esquerda já  não é mais uma  questão teórica,  mas como uma ação efetiva e organizada no movimento Social e Partidário da esquerda.


O próprio neoliberalismo como elemento político principal para abordagem da conjuntura passou a ser evitado dentro da própria esquerda, como algo já superado dentro da administração do estado brasileiro ao nível nacional. Dentro das perspectivas que são desenvolvidas nacionalmente por esses partidos que hoje atuam dentro da administração, que tem como principal elemento o PT, não há dúvidas de suas intenções neoliberais, mediadas pelo viés de esquerda. Todo o discurso do PT está centrado no evolucionismo, numa pseudo promessa de governar para todos e principalmente por manter a estrutura toda tal como ela é, ou seja, o aumento da produção de mais valia e a sua distribuição entre os mais ricos e mais pobres. Se a tendência aqui segue com a diminuição do desemprego e com o aumento do poder de compra do salário mínimo, é uma tendência no entanto particular do neoliberalismo que se adéqua com as características de cada país.


Ninguém do campo popular, progressista e de esquerda gosta de ser rotulado como neoliberal. É quase como que uma ofensa à própria mãe. As pessoas viram bicho. O novo período vivido pela humanidade, é o do neoliberalismo. Mas o neoliberalismo assume tanto no campo econômico e democrático posições ou de direita ou de esquerda. O projeto Neoliberal de esquerda no Brasil ainda é extremamente tímido, pois nem no campo democrático avançou. No campo econômico, teve a sua ousadia, em relação a ALCA, em aproximação com a América do Sul, nos investimentos públicos, habitacionais. A perspectiva de um projeto Social de cunho Chauvinista ou ainda Neoliberal de esquerda, parece que vai perdendo fôlego. 

Para isso, precisamente, serve o termo “neoliberalismo”:


Para ludibriar nacionalistas sonsos nos países pobres, desviando suas pretensões de resistência antiglobalista no sentido de um anti-americanismo despropositado que, hoje, é um dos instrumentos essenciais da ascensão da burocracia mundial. Intelectuais esquerdistas tagarelas do Terceiro Mundo são os tipos mais caricatos e desprezíveis que a humanidade já conheceu. Estão sempre dispostos a inventar belas desculpas para servir a tudo o que não presta. Quem quer que use o termo “neoliberalismo” com ares de  falar a sério, só pode ser um manipulador de idiotas ou um idiota manipulado.


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