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A heresia Eclesiológica da Teologia da Libertação

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 17 de março de 2013 | 13:38






"A concepção de Frei Beto,Leonardo Bof, Teologia da Libertação e CIA LTDA, sobre a Igreja BOFFENTA(Casa da Mãe Joana – Onde todo mundo manda e ninguém obedece) é diametralmente oposta à Santa Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo,PORTANTO UMA HERESIA ECLESIOLÓGICA."




Começo prestando uma homenagem a Frei Beto. Por ser partidário da teoria do gênero, talvez ele não goste da palavra homenagem, derivada de homem.Seja como for, homenageio-o grafando seu pseudônimo com apenas um “t”, atendendo assim aos ditames de sua mentalidade miserabilista, contrária ao supérfluo.



Em seu recente artigo “Os desafios para o novo Papa” (“O Globo”, 6-3-13), logo de início o controvertido “teólogo” da libertação faz uma declaração muito apropriada para quem desejasse a destruição da Santa Igreja como Nosso Senhor Jesus Cristo a estabeleceu, ou seja, uma instituição sacral e hierárquica.(Em várias passagens podemos constatar isto: Instituição de bispos, presbíteros e diáconos, bem como o  combate às heresias.Emlugar algum vemos a Igreja como A CASA DA MÃE JOANA da TL, onde todo mundo entra e manda, pois em lugar onde todo mundo manda, ficamos sem saber a quem obedecer).



Escreve o irrequieto frade dominicano, tão simpático ao regime ditatorial cubano que há mais de 50 anos subjuga e escraviza ,não por um “governo colegiado”, mas através de um “chefe de Estado supremo e absoluto”, Fidel ou Raúl Castro ,todo um povo:






“Quais os grandes desafios a serem enfrentados pelo novo Papa? Primeiro, implementar as decisões do Concílio Vaticano II, ocorrido há 50 anos! Isso significa mexer na estrutura piramidal da Igreja, flexibilizar o absolutismo papal, instaurar um governo colegiado. Seria saudável que o Vaticano deixasse de ser um Estado e, o Papa, chefe de Estado, e fossem suprimidas as nunciaturas, suas representações diplomáticas. A Santa Sé precisa confiar nas conferências episcopais, como a CNBB, que representam os bispos de cada país.”



Como se nota, o progressista Frei Beto desejaria “democratizar” a Igreja — cuja última consequência seria a abolição do Papado — substituindo a autoridade monárquica do Sucessor de São Pedro por um “colegiado”, uma espécie de grupo religioso pentecostalista atuando à maneira de deputados, com direitos igualitários, dentro da Igreja.(A FAMOSA CASA DA MÃE JOANA).



No livro Revolução e Contra-Revolução, de Plinio Corrêa de Oliveira, este  refuta a crítica destrutiva do frade dominicano, explicitando o objetivo demolidor da corrente de eclesiásticos da esquerda dita católica. Eis o que no mencionado livro (Parte III, Cap. III) o autor escreve quando trata do que denomina IV Revolução, um movimento destinado a empurrar a sociedade civilizada para uma vida tribal:


1)- Tribalismo eclesiástico:

Falemos da esfera espiritual. Bem entendido também a IV Revolução quer reduzir a Igreja ao tribalismo. E o modo de o fazer já se pode bem notar nas correntes de teólogos e canonistas que visam transformar a nobre e óssea rigidez da estrutura eclesiástica, como Nosso Senhor Jesus Cristo a instituiu e 20 séculos de vida religiosa a modelaram magnificamente, num tecido cartilaginoso, mole e amorfo, de dioceses e paróquias sem circunscrições territoriais definidas, de grupos religiosos em que a firme autoridade canônica vai sendo substituída gradualmente pelo ascendente dos “profetas” mais ou menos pentecostalistas, congêneres, eles mesmos, dos pajés do estruturalo-tribalismo, com cujas figuras acabarão por se confundir. Como também com a tribo-célula estruturalista se confundirá, necessariamente, a paróquia ou a diocese progressista-pentecostalista.



2)- 'Desmonarquização' das autoridades eclesiásticas


Nesta perspectiva, que tem algo de histórico e de conjetural, certas modificações de si alheias a esse processo poderiam ser vistas como passos de transição entre o status quo pré-conciliar e o extremo oposto aqui indicado. Por exemplo, a tendência ao colegiado como modo de ser obrigatório de todo poder dentro da Igreja e como expressão de certa ‘desmonarquização’ da autoridade eclesiástica, a qual ipso facto ficaria, em cada grau, muito mais condicionada do que antes ao escalão imediatamente inferior.



Tudo isto, levado às suas extremas consequências, poderia tender à instauração estável e universal, dentro da Igreja, do sufrágio popular que em outros tempos foi por Ela adotado, às vezes para preencher certos cargos hierárquicos; e, num último lance, poderia chegar, no quadro sonhado pelos tribalistas, a uma indefensável dependência de toda a Hierarquia em relação ao laicato, suposto porta-voz necessário da vontade de Deus.



'Da vontade de Deus', sim, que esse mesmo laicato tribalista conheceria através das revelações 'místicas' de algum bruxo, guru pentecostalista ou um esperto teólogo-profeta manipulador ideológico tentanto testar suas achologias; de modo que, obedecendo ao laicato, a Hierarquia supostamente cumpriria sua missão de obedecer à vontade do próprio Deus.


CONCLUSÃO:


Como vemos, Frei Beto procura em seu artigo indicar ao novo Papa o (des)caminho a seguir:


“Dessacralizar a Igreja e transformá-la numa entidade igualitária e tribalista ao “estilo” do miserabilismo cubano. Enfim, uma igreja BOFENTA bem de acordo com a “Teologia da Libertação” do ex-frei Bof (deixo aqui, também a ele, minha homenagem...) e em nada conforme ao estabelecido por Nosso Senhor Jesus Cristo para a Santa Igreja, Católica, Apostólica, Romana, ( onde Deus procuramos fazer a VONTADE DE DEUS, ao contrário da Igreja da TL em que se faz a vontade de maiorias democráticas, como se a verdade estivesse dependente de vontade de maiorias, e como  já dizia Arnaldo Jabor: “Toda unanimidade é idiota”).



Fonte: http://conservador.blog.br/2013/03/a-concepcao-de-frei-beto-sobre-igreja-e.html
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26 de março de 2013 09:43

A pobreza externa de S Francisco é muito explorada pelas ideologias social-comunistas!
Só que jamais se atêem à sua verdadeira pobreza EM ESPÍRITO!
Certamente atuariam na equipe dos Boffs & Cia que são aliados do marxista PT; é bom lembrarmos existem infiltrações de agentes comunistas na Igreja desde a década de 30 ordenados pessoalmente por Stálin, quem sabe, seriam um dos muitos fantoches stalinistas lá dentro agindo?
Os versos abaixo ilustram os que aderem ao marxismo, incluindo-se eleitores:
RETRATO DE QUEM PÕE FÉ NO DIABO!
VERSOS PARA SE COPIAREM, SEREM MEDITADOS E GUARDADOS!
Do aluizioamorim.blc, cantor gaúcho José Fighera Salgado.

Que heróis são esses que ergueram massas
Pregando o fim de alheias propriedades?
Tramando golpes com base em mentiras,
Ideologias de falsa igualdade?
Que heróis fajutos, que com mil falácias
Organizaram hordas de iludidos?
Disseminando ódio entre as classes
Com seus conceitos falsos e falidos?
Que heróis de araque que até hoje guiam
Servos que travam inúteis contendas;
E assim militam por ruas e becos,
E cortam cercas pra invadir fazendas?
Que heróis bandidos que pregaram roubo
E caridade com dinheiro alheio?
Mas cujo bolsos de seus seguidores
Não se abstém de os manterem cheios?
Legado tosco o destes heróis,
que greves tolas vão influenciando!
Pelas escolas, poluindo livros;
Nas faculdades, mitos se tornando!
E os seguidores dos heróis de barro,
Que alcançando pleno poder,
Confiscam armas do povo que, assim,
Nem mais a vida pode defender!
Sagaz macabras as destes heróis,
Cujos ideais, pátrias degeneram!
Destroem jovens, corrompendo mentes
Com utopias que nunca prosperam!
São cultuados em todas as partes;
Cidades, campus e universidades!
E assim, aos poucos, seus servis soldados
Calam as vozes que falam verdades!
Triste destino o dos que lutaram
Nas intentonas dos heróis falsários!
Fortalecendo o perigo vermelho,
Feito de ódio e rancor proletário!
Pobre cabeça que acata as ideias
De um falso herói mal-intencionado!
Pobre do homem, que iludido entrega
Sua devoção aos heróis errados

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