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Você conhece a SECRETARIA MATIAS da RCC que trata das dimensões: Fé, Política e Cidadania ?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 1 de agosto de 2012 | 00:04




Histórico do Ministério de Fé e Política da RCC-Brasil


A graça de pentecostes impulsiona os filhos de Deus para a evangelização, para ser instrumentos da salvação do homem todo.


Ao receber a efusão do Espírito Santo, começamos uma caminhada de conversão, mudamos atitudes, começamos a intervir na vida econômica, profissional e religiosa com nossos dons naturais e com aqueles que o Espírito nos concede.


Desta maneira, já se inicia uma ação de fé e política, pois começamos a querer mudar o mundo, mudar o individuo e mudar a sociedade em que vivemos, começamos a falar do senhorio de Jesus sobre todas as áreas de nossa vida, da construção da civilização do amor e passamos a anunciar que o reino de Deus está no meio de nós! De forma mais intensa passamos a discutir os assuntos do cotidiano, as leis e a ação sócio política.



Sem duvida nenhuma isto começou a acontecer desde o inicio da RCC, devido à experiência do batismo no Espírito Santo, mas como uma ação individual de cada participante da RCC, limitado à sua capacidade de discernimento das questões sociais e políticas e a formação recebida. Coincidentemente, no Brasil, a experiência da RCC foi contemporânea dos grandes debates sócio políticos na América Latina e, com a influência dos documentos de Medellim e Puebla, das Conferencias Episcopal Latino Américana, a grande maioria dos lideres da RCC passou dentro de suas paróquias e dioceses por esta formação, uma vez que o Espírito nos impulsionava à participação na vida da Igreja e na pastoral orgânica.



Apesar disto, o nascimento destas forças gerou uma tensão política, uma vez que a matriz da RCC é a evangelização e a busca de santidade, a ação do Espírito Santo para, em conseqüência, transformar as estruturas, enquanto que a matriz de outras correntes é a da transformação das estruturas para gerar um campo para o anúncio do Evangelho e, por fim, resultar na santidade pessoal.


Este conflito gerou um bloqueio para a ação conjunta e mesmo estrutural da RCC no campo da política, visto que era preciso reforçar o caráter evangelizador e a salvação apresentadas a todos os homens, em especial aos pobres, mas não somente a eles.(Cristo não morreu apenas pelos pobres, mas pelos PECADORES).


Neste tempo, varias lideranças atuaram junto aos movimentos ditos mais politizados gerando uma dupla pertença e alguns se uniram à grande reforma partidária, vindo a participar dos partidos políticos que se formavam. Pela definição do sistema de governo do Brasil, de forma especial, muitos membros da RCC uniram-se ao Movimento Solidarista Brasileiro, que teve como um dos seus mais ilustres nomes o Ex Governador do Estado de São Paulo Franco Montoro.


A primeira participação na vida pública com destaque nacional aconteceu com a eleição do Deputado Federal Constituinte Osmanio Pereira de Oliveira em Minas Gerais, uma vez que o referido deputado foi Presidente do Conselho Nacional da RCC do Brasil e membro do ICCRS, escritório da Renovação Carismatica responsável por representá-la no mundo e dentro da Santa Sé.



Em 1985, no Encontro do Cone Sul da América Latina, eu, Sidnei O. Telles, encontrei-me com Osmanio que, além de apresentar a força da ação social da RCC, em conjunto com a pastoral da Saúde na fundação do hospital do Câncer Mario Pena em Belo Horizonte, apresentou seu projeto de inserção na política


O evento contava com a presença do teólogo Caetano Tilesse, que apresentava um ensinamento sobre a Teologia da Libertação, uma forma de reflexão política a partir da historia da salvação.



Lembro-me que Osmanio era ainda membro da Comissão internacional da RCC e, para disputar uma vaga a deputado constituinte, estava se afastando e dando lugar à Maria Lucia Viana. Durante toda a campanha o material de divulgação era enviado a todos os membros cadastrados da RCC de todos os estados, em uma clara manifestação de formação da consciência de participação na política na RCC.


O deputado eleito serviu de parâmetro para a entrada, de uma forma mais ativa, dos membros da Renovação Carismática Católica dentro da discussão política, inclusive com várias de suas lideranças participando de campanhas eleitorais e discutindo-as dentro dos diversos conselhos diocesanos, municipais e estaduais da Renovação Carismática. Começava uma ação mais organizada, com o objetivo de que um numero maior de pessoas com a experiência do Batismo no Espírito Santo estivessem inseridas no mundo da política. Temos que ressaltar que já havia políticos e participantes da vida pública que tinham tido contato com a RCC, e outros foram participando desta experiência de Deus, mas foi a primeira vez que a RCC mobilizou-se de uma forma mais estruturada.


No entanto, era ainda uma iniciativa de indivíduos que se colocavam a serviço da sociedade. Algumas ações foram feitas a partir deste momento, procurando formar a liderança a respeito da forma de caridade que é a ação política e de dar uma formação a partir da doutrina social da Igreja. Nesta segunda etapa, apareceram outras personalidades da RCC que exerceram mandatos nas câmara de vereadores, nos executivos municipais e, inclusive, algumas lideranças, a partir de seus conselhos estaduais, elegeram-se deputados estaduais. Foi o caso em Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Goiás, Rio de janeiro.


Apesar de discutidas em conselhos da RCC, estas candidaturas e mandatos seguiram seus caminhos de acordo com os partidos a que estavam vinculados e com a formação dentro da doutrina social. Mas, sem uma capacidade real de acompanhamento por parte dos respectivos conselhos, alguns saíram dos grupos de oração. Mantiveram vínculos com eles os deputados federais Salvador Zimbaldi, hoje no terceiro mandato e que alcançou em sua segunda candidatura uma votação surpreendente, Durval Lopes Orlato (ambos de São Paulo), Osmanio Pereira de Oliveira e Odair José da Cunha de Minas Gerais. Haviam também deputados simpatizantes ou ligados a comunidades e organismos da Renovação, mas sem a natureza de pertença e da participação na vida da RCC. Vários deputados estaduais se elegeram no Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, com um número maior ainda de vereadores.



Quando o Conselho Nacional da RCC refletia sobre a situação política, sabia que o campo era imensamente vasto e com uma grande diversidade de pensamento, de linhas ideológicas de influências sociais e filosóficas. Além desta problemática, havia outros desafios, tais como a subjetividade do ensino social em alguns aspectos e o despreparo do povo em geral, nele incluído os membros da RCC, cujo discernimento político mantinha ainda uma visão clientelista, individualista. Isso trouxe medo aos coordenadores estaduais.


No entanto, o Espírito impelia o Conselho Nacional para que, mesmo sem organização em todos os estados, se instituísse uma secretaria dentro da Ofensiva Nacional para o agir político. Na ocasião, foi escolhido o coordenador do Estado do Mato Grosso do Sul, Hucley Coelho, que escolheu o nome de secretaria Matias. Naquela reunião, muito se discutiu se a política não seria um braço da promoção humana, talvez seu mais importante braço, no entanto o Conselho discerniu que, apesar da forte ligação entre estas duas estruturas, a fé e política tem características próprias, assim como a promoção humana, e na política se discute também o governo e o poder, que devem ser exercido a partir do principio evangélico do serviço.



Estas discussões se iniciaram no Conselho Nacional em 1994, e a ação política da então secretaria deveria centrar suas forças na formação política e na organização de representações por todos os estados e dioceses. Cley, como era chamado, é um dos ex-membros do Conselho e já teve seu encontro com o Pai no Céu. Após esta coordenação, foi escolhido como coordenador nacional o nosso irmão de São Paulo Manoel Filismino, que além de dar continuidade ao trabalho desenvolvido, desenvolveu parceria com a secretaria da promoção humana e realizou fóruns e encontros, visando o despertar da consciência política e o início de uma formação mais orgânica e presente no projeto de formação política da CNBB.


Desempenhou sua função também procurando definir alguns parâmetros para a discussão eleitoral dentro dos conselhos da RCC. Em 2004, devido à sua ação política eleitoral (foi candidato a uma cadeira na câmara dos vereadores), o Presidente do conselho Nacional escolheu Sergio Zavaris, então coordenador do ministério de fé e política do estado do Espírito Santo, para assumir a função (interinamente) de coordenador nacional do ministério; Sergio, no pouco tempo que teve, deu continuidade à agenda assumida da secretaria e investiu em áreas novas como o judiciário, e pesquisou a opinião dos participantes dos grupos de oração a respeito da política dentro da RCC, mostrando o interesse e o desconhecimento deste ministério dentro dos grupos de oração.



O novo Presidente do Conselho Nacional da RCC escolheu em 2005 para assumir a coordenação do ministério o Engenheiro Sidnei Oliveira Telles Filho, com a missão de avançar dentro da realidade da política em vista de uma transformação social política a partir do batismo do Espírito Santo. O novo coordenador tem uma longa caminhada dentro da RCC, tendo sido por duas vezes coordenador arquidiocesano da RCC em Maringá – Pr., coordenador por dois mandatos da RCC no Estado do Paraná, coordenado por 5 anos da secretaria Marcos, responsável pela juventude dentro da RCC e Coordenador por 4 anos da secretaria Ágape, responsável pelo ministério para as famílias da RCC. Foi deputado estadual do Paraná pelo Partido da Solidariedade Nacional, suplente de deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores e Secretario dos Transportes no município de Maringá, no Paraná.


OBJETIVOS


Creio que o ponto chave deste ministério é a palavra de João Paulo II, em discurso para a Renovação Carismática Católica dizendo: ‘...a cultura de pentecostes é a única que pode fecundar a civilização do amor e da convivência entre os povos”. Assim, a partir do batismo do Espírito Santo, do amor a este Espírito, não só o Brasil mas as relações internacionais poderão se tornar a tão sonhada civilização do amor, que Paulo VI proclamava desde o concilio Vaticano II e que as conferências latino americanas reforçavam, procurando dar a vazão ao sonho solidário.



As moções do Espírito para a RCC não excluem este ministério. Muitas vezes a política é tratada como uma ciência humana sem unidade com o espiritual, o que seria um grande equívoco para nós. Seria como reconhecer que o homem não tem uma dimensão espiritual, mas somente física e psíquica. Somos corpo, alma e espírito e estas realidades são inseparáveis! Não é possível vida em abundância sem que o homem seja considerado na sua totalidade.



Por isto, quando o Conselho Nacional proclamava a necessidade de reavivar a chama do Espírito, isto também dizia respeito à necessidade de um reavivamento nos meios econômicos e políticos. A palavra de João Paulo II dá uma resposta ao mundo ávido de esperança, o conhecimento e o amor ao Espírito Santo. Quando Deus nos falava em profecia sobre “levantar-se de joelhos”, exigindo de nós atitude e oração, trazia, como podemos observar no plano de ação de 2004, o apelo ao BRASIL: “Brasil levanta-te de joelhos!” e, com certeza, esta exortação não dizia respeito apenas à dimensão religiosa, mas a todas as dimensões da nação. Hoje, ao celebrarmos Pentecostes e também a unidade, o ministério de fé e política vai sentindo o chamado de viver a unção do Espírito Santo na vida pessoal dos ministeriados e em toda a nação, numa busca de comunhão e de verdadeiro pentecostes para nosso país. Afinal, o Espírito Santo é o único capaz de fecundar a “civilização do amor”.



O ministério de fé e política se estrutura através dos coordenadores estaduais da RCC, que nomeiam seus representantes, ou coordenadores do ministério que são os encarregados de promover as diretrizes do ministério em seus estados, através dos representantes diocesanos nas dioceses. Esta organização depende diretamente dos diversos conselhos estaduais e diocesanos.



Neste ínterim, cabe aos coordenadores estaduais e diocesanos zelarem para que seus representantes estejam de fato agindo de acordo com as diretrizes nacionais e das decisões dos conselhos locais, para que não se use a função em vista de obter vantagens políticas, ou de influência. Podem ou não ser homens e mulheres exercendo cargos públicos, desde que estejam submissos às diretrizes do conselho (Estadual e Diocesano). Assim, um coordenador de ministério não pode manifestar sua opinião pública, a não ser que esta tenha sido discutida ou aceita pelos seus representantes. Como coordenador Nacional não me cabe definir quais partidos ou candidatos são mais afinados à nossa visão de bem público, mas cabe ao conjunto definir como deverá ser sua atitude.



Neste tempo em que estamos, o ministério de fé e política quer estruturar três dimensões de ação, um tripé capaz de sustentar um projeto a curto, médio e longo prazo de influencia nas gestões e leis, de forma que a força do Evangelho transforme as realidades temporais, preparando a noiva de Cristo para a sua chegada gloriosa.



As três dimensões são igualmente importantes, pois cada uma delas tem um objetivo a atingir dentro da meta de transformação social que estabelecemos: tornar este mundo uma terra em que corre leite e mel, isto é, o reino de Deus no meio de nós.


Sabedores que somos de que a experiência com o batismo no Espírito Santo e a conseqüente vida no Espírito deve nos levar a manifestar a nossa fé pelas obras, queremos promover todos os irmãos que passam por esta experiência a transformar-se em um promotor de paz e justiça.


Quando Jesus no evangelho de Mateus anuncia como será o julgamento, e divide as ovelhas dos cabritos, classifica as ovelhas como aquelas que promoveram o ser humano, deram água ao sedento, mataram a fome visitaram o enfermo, visitaram encarcerado, os sinais são parecidos com o resultado da unção de Jesus narrada por Isaias 63, “O Espírito do Senhor me ungiu ...”, e a partir daí a restauração do homem todo.



Só é possível imaginar um Evangelho para todos os homens com uma ação concreta na política, tanto dos organismos quanto dos partidos e cargos políticos.
Cremos que a Salvação de Jesus é para o homem todo, e assim não é uma ação apenas espiritual, mas uma ação completa, que atingi todo o homem.


Também os veículos da política a partir de nosso enfoque não podem se preocupar apenas com o corpo do homem e sua mente, mas também com sua salvação. Claro que isto incomodará a muitos, mas não quero um mundo cheio de igualdade, oportunidades iguais, garantias de direitos, mas que excluiu Deus de sua existência. Acabaríamos por resolver o problema das desigualdades sociais, mas manteríamos o homem escravo do pecado e de Satanás.



Então a ação política deve importar-se com a evangelização e com os critérios evangélicos de defesa da vida e da moral cristã.


Para atingirmos estes objetivos gerais, cada uma das dimensões deverá cumprir a sua missão, e deverá se organizar em vista destes objetivos:


1)- A primeira dimensão chamo de formação, que tem por objetivo propagar a Doutrina Social da Igreja entre os membros dos grupos de oração. Para isto é preciso que sejam formadas escolas, ou etapas dentro da escola geral (Paulo Apostolo), com linguagem apropriada ao nosso povo e com ensinamentos simples que possam orientar o povo sobre cidadania, solidariedade, subsidiariedade, e outros pontos fundamentais da doutrina e do Evangelho.


A Escola deverá ter uma estrutura nacional e outra local, bem como materiais para instrução dentro dos próprios grupos de oração. Estas equipes já estarão se reunindo a partir do fim deste ano para definirem o seu formato, lembrando sempre que a formação na política passa sempre pelo debate de idéias e pelas divergências, para que se alcance o melhor discernimento.



2)- A segunda dimensão eu chamo de agentes mobilizadores, e trata de formar indivíduos cheios do Espírito e do ardor social que, através das estruturas dos grupos de oração e com o apoio das mídias católicas, possam discernir os pontos fundamentais de luta e mobilização, para que o bem comum seja garantido pelas leis e cumprido pelos organismos executores. Através de pregações e organização dentro dos grupos de oração, promover o desenvolvimento de ações para despertar e motivar a população a obter as transformações necessárias e os direitos adquiridos, inclusive das minorias.


As equipes diocesanas e estaduais deverão escolher estas pessoas que, em oração, vigílias, cercos de Jerico e, se necessário, passeatas, pronunciamentos e outras formas da criatividade do Espírito, exijam a obtenção dos bens evangélicos para todos os homens. Os mobilizadores deverão, pela pregação inspirada, abrir os corações para as questões sociais e políticas, motivando e acendendo o desejo ardente de servir a Jesus, se necessário for, pelo martírio. É nesta dimensão que o ministério trabalhará com outras forças de poder direto e indireto, como o poder judiciário (que merece, na medida em que se organiza, um motivador próprio), as associações de bairros, os sindicatos, os conselhos municipais e estaduais, as organizações de interesse publico, os organismos de defesa dos direitos humanos, e outros tantos que poderão servir para mudar nosso país, em uma verdadeira conversão de cidade dos homens para cidade de Deus, de uma civilização das desigualdades para a civilização do amor.



3)- Por fim, a terceira dimensão, ou perna deste tripé, que chamo “um Brasil na cultura de Pentecostes”, que é organizar as forças políticas e pensadores da nossa sociedade para, a partir do batismo no Espírito Santo, apontarem rumos para o Brasil, mobiizando profissionais novos, profissionais do Reino, em parceria com o Ministério das Universidades renovadas, definindo onde queremos que o Brasil chegue. Dessa forma, viabilizar o primado do ser humano em sua plena dignidade, a solidariedade, a subsidiariedade, o bem comum e, no exercício do poder, refletir como será possível unir e coordenar as diversas forças pra atingirmos estes objetivos, em quais pontos devemos agir de forma coordenada, como aproveitar inclusive a diversidade de ideologias, para construirmos um pensamento conduzido pelo Espírito de Deus e capaz de gerar uma alternativa de poder, que priorize o bem comum, a pessoa humana toda.


Nesta dimensão, queremos traçar critérios de construção da participação política e as formas de transformá-la em instrumentos de construção de um Brasil com o rosto da civilização do amor, que dê exemplo para o mundo da ação dos cristãos e da Renovação Carismática Católica como força de influência e transformação social.

Por Sidnei Oliveira Telles Filho

Coordenador Nacional do Ministério de fé e política na RCC – BR

Fonte: http://www.rccbrasil.org.br/artigo.php?artigo=99
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