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O DOM CARISMÁTICO DA PROFECIA NA IGREJA E ASSEMBLÉIAS:

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 4 de junho de 2011 | 16:05



“ Como saber se o que estou fazendo, planejando  e sendo atualmente é VONTADE CONFIRMADA DE DEUS ? “

É muito comum no meio Carismático o “ Nominalismo” que é dar autoridade a uma palavra,inspiração ou moção, nomeando “ OUTRO” – Que supostamente, até que se confirme, pode ser: O Espirito Santo, nossa humanidade, ou o malígno. É muito natural se ouvir nas assembléias:

“ O Sr, me disse...A palavra que o Sr. coloca em meu coração...O Sr. me mostrou, o Sr. me revelou...Eis o que diz o Senhor...etc.”

O que é normal no meio Carismático,tem provocado perplexidade nos meios conservadores e tradicionais da Igreja.

Devemos na humildade , com a razão, a prudência e obediência ao magistério e aos seus legítimos pastores sempre refletir nossa ações e atitudes para não escandalizarmos, sermos pedra de tropeço, perder nossa credibilidade e não fazer Deus passar pelo vexame de ser considerado mentiroso com falsas profecias.


A VERDADEIRA PROFECIA DIVINA É COMO FOGO ABRASADOR:


Jr 5:14 " Portanto assim diz o SENHOR Deus dos Exércitos: Porquanto disseste tal palavra, eis que converterei as minhas palavras na tua boca em fogo, e a este povo em lenha, eles serão consumidos. "

Jr 23:29 " Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o SENHOR, e como um martelo que esmiúça a pedra?" 



COMO DISTINGUIR A FALSA PROFECIA ?



Deuteronômio 18,21-22:"

E, se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o SENHOR não falou? Quando o profeta falar em nome do SENHOR, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o SENHOR não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele."

Em I Tessalonicenses 5, 19-21, São Paulo diz: 

“Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo: abraçai o que é bom”. 


Sem querer calar o Espírito nem muito menos arrefecer os DONS CARISMÁTICOS, a  pergunta que não quer calar é esta :

Até que ponto se pode dar credibilidade a estas proclamações ? Como diferenciar a verdadeira profecia da falsa profecia ?


Atualmente costuma-se separar, aqueles que são e os que não são carismáticos.

Entretanto, esta separação não existe de fato, pois toda igreja é carismática, visto que ela é originalmente desde as suas origens, a começar pelo seu fundador, Jesus Cristo.


Portanto, a expressão “carismático”, tem dois sentidos: aqueles que usam os dons carismáticos sobrenaturais e aqueles que são, por lhes serem próprios, uma vez que a igreja toda é carismática.

Neste contexto dividimos os dons em: ordinários e os extraordinários,

Os ordinários são os de natureza comum, como por exemplo, o dom musical, aquele que tem facilidade no relacionamento com a música, etc.

E os extraordinários :



São aqueles citados em 1 Co 12.8-10 – (1) Palavra da Sabedoria; (2) Palavra do Conhecimento; (3) Fé; (4) Curas; (5) Operação de milagres; (6) Profecia; (7) Discernimento de espíritos; (8) Variedade de línguas; (9) interpretação de línguas, portanto sobrenatural, concedidos por Deus através do Espírito Santo.

Teologicamente, definiremos dom partindo de sua origem que se encontra no grego charisma, que significa “donativo de caráter imaterial, dado de graça”, portanto, os dons são capacidades sobrenaturais concedidas pelo Espírito Santo com o propósito de edificar a Igreja, visto que os dons são dados à igreja para a sua própria edificação (1Co 14.12), levando-a a manter e a desenvolver sua unidade no corpo de Cristo (Ef 4.4-6).

No Livro dos Atos dos Apóstolos e pelos escritos biográficos e reflexivos de tantos Padres da Igreja dos séculos I ao VII, vemos que os carismas eram comuns no início da Igreja.

“Muitos santos da igreja, a partir do século IV, já acreditavam que os dons carismáticos sobrenaturais foram necessários apenas para a difusão no início da igreja e já não eram mais necessários. “


Pode ser que era da vontade de Deus que os dons carismáticos “se apagassem” por um período da história (de maneira comum), porém na virada do século XIX para o XX, temos a certeza que o Senhor começa a preparar novamente o coração da humanidade para “uma nova brisa”, com a publicação da carta encíclica Divinum Illud Munus de Leão XIII.


Começa a surgir uma renovação e não uma inovação como muitos pensam. O movimento de renovação carismática não traz, portanto, a novidade dos carismas, mas como seu próprio nome sugere, veio renovar esta realidade
carismática que se encontrava “adormecida”, mas nunca apagada no seio da Mãe Igreja.

Portanto, os Grupos de Oração ou qualquer expressão carismática têm a responsabilidade de evangelizar carismaticamente, ou seja, com o uso dos dons sobrenaturais de serviço para a edificação da igreja de Cristo, uma vez que os carismas devem nos conduzir sempre a Jesus, centro e Senhor de nossas vidas.

Dessa forma, os carismas não giram em torno de si mesmos, ou daqueles que o usam, mas sim esta sempre a favor dos outros, para auxiliá-los no encontro pessoal com Jesus.

São Paulo nos ensina acerca de nove carismas na I Carta aos Coríntios nos Capítulos de 12 a 14. No entanto, a Igreja reconhece, hoje, mais de trezentos outros carismas que, igualmente, ordenam-se à edificação do Reino de Deus e à missão evangelizadora no mundo. Aqui, vamos refletir acerca dos nove Dons Carismáticos elencados pelo Apóstolo Paulo (cf. I Cor. 12, 7-11) e que são os mais utilizados nas denominações carismáticas. Para fins didáticos, podem ser divididos em Dons de Revelação, de Inspiração e de Poder.

Fonte: Alexandre Borges

Em suas cartas enviadas a Comunidade de Corinto, falando sobre os carismas, Paulo, de uma forma particular chama a atenção ao Carisma da Profecia dizendo: ”Aspirai [...] aos dons espirituais; mas, sobretudo, ao de profecia” (ICor 14,1).

E explica a importância desse dom: ”Aquele que profetiza, fala aos homens para edificá-los, exortá-los e consolá-los” (v.3).


Para o apóstolo, essas três qualidades desse carisma ajudam a perceber o quão importante e necessário é ele dentro da comunidade, pois, ele edifica os ouvintes, sejam eles fiéis ou infiéis.

Para melhor entender esse carisma, vamos abordar alguns tópicos importantes:

1. A Profecia como carisma

Podemos definir a profecia:



É o dom pelo qual Deus manifesta seus próprios pensamentos, de forma que tal mensagem possa ser dada por um indivíduo, por um grupo de indivíduos ou por uma comunidade.

A profecia é “uma graça carismática pela qual Deus usa certo homem (pessoa) como instrumento para uma mensagem divina, destinada ao indivíduo ou à coletividade.

Mesmo sendo evidenciado na Bíblia, em muitas situações, a profecia não se refere, necessariamente, ao futuro”.

Por meio dele Deus usa alguém para falar o que pensa sobre alguma situação presente, ou qual é sua intenção para o futuro.

O uso deste dom numa reunião de oração, serve para atrair a atenção dos presentes a Deus e aprofundar o seno de Sua presença. Assim, “o profeta transmite o pensamento de Deus para que se possa agir segundo esse pensamento. E essa transmissão vem de Deus e não da mente daquele que falar”.

A profecia é um dom do espírito, destinado a revelar o pensamento do Senhor, é o que o Senhor deseja dizer ao Seu povo, agora.

Apesar de ser um fato raro, a profecia não deve ser a proclamação de passagens bíblicas, mas quando isso ocorre, é porque Deus quer naquele momento relembrar a sua Igreja esta ou aquela mensagem ou mesmo uma verdade de fé, que esteja esquecida pelos presentes na assembléia.

Pela nossa humanidade e por as vezes ter preconceito com aquele que passa a mensagem, não damos atenção a mensagem passada. Isto é um erro. No antigo Testamento Moisés nos dá um belo exemplo de como agir nestas situações ao receber um pedido de Josué para impedir Eldad e Medad de profetizar no acampamento, assim respondeu Moisés: “Prouvera a Deus que todo o povo do Senhor profetizasse, e que o Senhor lhe desse o seu Espírito” .(Nm 11-29)


Assim, a profecia é como que fruto do derramamento do Espírito Santo na Igreja de Jesus.

Os que têm o Espírito de Cristo poderão ser aptos instrumentos do Senhor para transmitirem as mensagens proféticas às assembléias.

2. A Manifestação da Profecia


Geralmente, esse dom se manifesta na comunidade que ora e louva o Senhor, ouvindo a Sua palavra com o coração dócil e atento. Nos encontros de oração, o louvor inicial é fundamental para abertura do coração, pois o canto é um poderoso meio de atrair pessoas a Deus e preparar seus corações para a comunicação de Deus.

Após o louvor ora-se pela presença plena do Espírito Santo sobre todos. Ouve-se a palavra de Deus escolhida pelo grupo de oração preparou para o encontro e medita-se a palavra.

A seguir, convida-se para o canto no Espírito (Em línguas) que se estenderá por alguns minutos, faz-se um breve silêncio para que se possa ouvir a mensagem divina em seu coração e para que esta seja proclamada.


3. O ciclo carismático

O ciclo carismático se dá com o uso de três elementos: louvor, oração e profecia. Quando rezamos  ao Senhor e dirigimos a Ele todo o nosso louvor, Deus nos responde com as palavras proféticas, usando as mentes e vontades livres, que se rendem a Ele para que a comunidade seja edificada, exortada e consolada dentro de seu contexto.

Este dom é muito edificante para aquele que o usa, pois se sente mensageiro de uma palavra que provém do coração do Pai celestial, transmitindo sua vontade, amor e misericórdia a Seus filhos. Geralmente a profecia começa com uma simples palavra inspirada na mente do profeta e esta vai se completando ao ponto de ser transmitida.

Apesar de não ser um hábito comum, é importante a pratica deste carisma, pois assim ajuda no conhecimento da voz do Senhor ao ponto de não mais
confundi-la com pensamentos surgidos na própria mente, ou vindos do inimigo de Deus.


4. Pode existir falsa profecia ?



Quando acontece o anúncio de uma falsa profecia, logo a comunidade percebe que se trata de algo que não tem fundamento, nem o respaldo das Escrituras ou dos documentos da Igreja.

Nestas situações o uso do dom do discernimento do Espírito é fundamental na averiguação da profecia.

A falsa profecia pode ser detectada pelos seus frutos:

1)- Esta causa um mal-estar na comunidade paralisante e não motivador, e a sensação de que o que se ouve nada tem de verdadeiro.

2)- Deus jamais inspirará uma profecia que contradiga o que Ele, anteriormente já inspirou (nas Escrituras e documentos da Igreja).

3)- Existem também as não-profecias e as pseudoprofecias. As não-profecias, por vezes, podem ser palavras ungidas, mas não são profecias.

4)- As pseudoprofecias acontecem quando, alguém na tentativa de utilizar o dom, cede ao impulso de falar, sem prévio discernimento.

5)- Os lideres percebendo o acontecimento das pseudoprofecias por mais de uma vez, devem corrigir a pessoa na Caridade, se possível em particular, ou caso necessário se a pessoa tem maturidade, publicamente não confirmando-a.

5. Confirmação da profecia

Uma profecia pode ser inspirada por Deus em mais de uma pessoa, quando a primeira profecia é proclamada, as outras pessoas, tendo-a recebido, de igual forma poderão, por sua vez, acrescentar: “Eu confirmo esta profecia”. Após a profecia ser proclamada, aconselha-se louvar ao Senhor e não aplaudir.

Muitas vezes, esperamos que outros tenham recebido e que alguém confirme por nós antes que nos pronunciemos.

Se agirmos sempre assim, não teremos experiência com o carisma da profecia.

Tal temor é até lógico, principalmente no começo do uso do carisma na assembléia.

Um fator muito importante é a entrega para o uso do carisma, pois Deus nos
usa na medida em que nos tornamos disponíveis.

6. A unção da Profecia

Segundo o Pe DeGrandis, a profecia é precedida pela unção, que podem se  manifestar em sensações físicas, que com o tempo e prática do carisma tendem a desaparecer.

A unção que precede a profecia é:

A Chave de percepção para saber que o Senhor vai nos falar; é um senso da presença do Senhor e um impulso, um movimento no intimo do nosso espírito.

Os sinais físicos podem ser descritos assim:

- um formigamento nos dedos; um calor pelo corpo todo e batimento acelerado do coração;

- sensação de paz ou senso de amor ao Senhor, com formigamento nas mãos.

É como se o Senhor falasse “Preste atenção, agora! Eu vou falar; ouça isto”!

Não se deve lutar contra o que ouviu, nem mesmo analisar; deve-se falar, quem confirma a profecia não é o proclamador, mas a assembléia, ou o senso comum dos fieis iluminados pelo Espírito Santo.

Sabemos, contudo, que nenhuma dessas sensações, por si mesmo, prova a autenticidade de uma profecia. Tais sensações são acompanhadas pela ação do Espírito Santo.

Evite-se confusão: não se fique apenas nas sensações, aguardando qualquer modificação física, para se pronunciar uma profecia.

7. Efeitos da profecia: edificação, consolação e exortação.

Geralmente a profecia é dada dentro de um clima de oração, louvo, escuta da palavra e dom em línguas.

Quando a comunidade orante se reúne, o exercício desse dom profético é mais facilmente praticado.

No momento certo, pode-se pedir a profecia para alguém em particular ou para a necessidade da comunidade como um todo.

A profecia ela pode vir para confirmar o que já está sendo realizado na comunidade, encorajando a todos a continuar, pois é a vontade do Senhor.

Ela pode vir para revelar uma missão para a comunidade, e até mesmo para confirmar nos corações o amor de Deus e de seu poder ou um sentimento profundo da presença de Deus na comunidade, ou na vida de da pessoa a qual foi pronunciada a profecia.

1)- A profecia de edificação: esta fala da presença do Senhor junto ao Seu povo; presença que inunda a comunidade dom um senso especial de Deus.

A comunidade percebe que o Senhor está com ela; o que lhe dá segurança na caminhada e a certeza de continuar perseverante no amor do Senhor;

2)- Profecia de exortação: o Senhor convida a comunidade a se deixar guiar por Ele; convida ao cumprimento de Seus divinos mandamentos e deveres religiosos; lembra a importância de se manterem unidos uns aos outros e, todos, ao Senhor.

Recorda, ainda, que Ele é o Pastor que conduz o Seu povo predileto, que é o seu Deus, Senhor e Redentor;

3)- Profecia de consolação: o Senhor quer derramar Seu amor sobre Seu povo e curar-lhe as feridas; Ele é o Consolador do Seu povo, por excelência, e jamais o abandonará; nEle está a paz verdadeira, a plenitude dos anseios do coração humano. Nele podemos descansar o coração e a alma. Nele podemos confiar.

São Paulo nos diz: Todos podemos profetizar (ICor 14,31). Precisamos de profetas que nos animem na caminhada de fé, que nos exortem nos momentos difíceis, que nos instruam nas sendas do Senhor e de Seus mandamentos.

Fonte: Os Carismas do Espírito Santo - Pe. Isac Isaías Valle

Como acontece a palavra de profecia?

"Mas quem profetiza fala aos homens: ele edifica, exorta, encoraja. Quem fala em línguas edifica a si mesmo, mas quem profetiza edifica a assembléia. Desejo que todos vós faleis em línguas, mas prefiro que profetizeis" (1Cor 14,3-5a).

No dom de línguas, estamos falando a Deus, não aos homens. Mas os homens precisam que a mensagem lhes seja anunciada. Daí a importância do que S. Paulo diz no trecho acima.

Quando Deus nos dá uma palavra de profecia, a assembléia inteira é edificada.

Às vezes, temos uma noção errada a respeito da profecia. Pensamos que se trata de adivinhar o futuro. Nada disso: profeta é aquele que fala em nome de Deus, ou melhor, é um instrumento que Deus precisa.

Profecia, ou palavra de profecia, é justamente a palavra que Deus expressa por intermédio de alguém. Nada a ver com adivinhar o futuro.

Quando estamos em cima de oração, nasce em nós, em nosso coração, em nossa mente, uma palavra:

"Confiai em mim, porque eu sou o vosso Senhor. Ponde vossa confiança unicamente em mim, porque estais cercados por muitos falsos profetas, por muitas insinuações do mal. Ponde vossa confiança em mim!

Eu sou o vosso Senhor, conduzo vossas vidas, vosso presente, vosso futuro. Confiai em mim, ponde vossa total confiança em mim. Eu sou vosso Senhor, deixai-me conduzir vossas vidas, deixa-me ser vosso Senhor".

A palavra de profecia vem dessa maneira, em primeira pessoa. Na verdade, não sou eu que estou falando. É Deus mesmo falando à assembléia.

A palavra de profecia não é empréstimo de uma frase da Bíblia. Não é repetir o que nos vem na cabeça.

Quando estamos num ambiente de oração, oramos, cantamos em línguas; podem vir à nossa mente palavras da Bíblia, o que é ótimo, podem vir até palavras na primeira pessoa, como: Eu sou a Luz do mundo! Eu sou o Bom Pastor! Ótimo.

Deixe palavras como estas brotarem em você, acolha-as; é Deus quem inspira. Mas profetizar não é repetir frases bíblicas.

Quando a palavra é de profecia, ela vem e é insistente. No início, quando não estamos acostumados, começamos a ter palpitações, sentimo-nos sufocados!

A palavra de profecia é uma ordem imperiosa, ela quer se apresentar.

Depois, quando já estivermos acostumados, não há mais palpitação, nos tornaremos mais dóceis e percebemos quando é palavra de profecia!

Na palavra de profecia, o próprio Deus nos fala, às vezes consolando, às vezes exortando, noutras repreendendo. E é interessante notar que o efeito da palavra de profecia sobre a assembléia é muito positivo. a palavra de profecia muda o ambiente do grupo de oração. O efeito da palavra de profecia faz diferença dentro de nós.

Quando há palavras que não são de profecia, o ambiente fica pesado, monótono, o que prejudica a oração.

Com a palavra de profecia não é assim: nós a recebemos e sentimos "aquela sensação gostosa".

Mesmo quando é severa, percebemos que vem de Deus, e isso eleva o grupo todo, eleva a oração. Há mais unção, mais força, mais espontaneidade.

Duas ou três palavras de profecia em um grupo de oração se transforma!

Precisamos abrirmos ao dom de profecia! Precisamos cultivar o dom de profecia.

fonte: cancaonova.com

O DOM DE PROFECIA:

 Em I Coríntios 12, 4-11, São Paulo escreve:

-  “Há diversidade de dons, mas um Só Espírito. Os  ministérios são diversos, mas um só é o Senhor. Há  também diversas operações, mas é o mesmo DEUS que  opera tudo em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito para proveito comum. A um é dada pelo  Espírito uma palavra de sabedoria;  a outro, uma palavra  de  ciência, por esse mesmo Espírito; a outro, a  fé, pelo  mesmo Espírito; a outro, a graça de curar as doenças, no  mesmo Espírito; a outro, o dom de  milagres; a outro, a  profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro,  a variedade de  línguas; a outro, por fim, a interpretação  das línguas. Mas um e o mesmo Espírito distribui todos  esses dons, repartindo a cada um como lhe apraz”.

São Paulo diz: “Empenhai-vos em procurar a caridade. Aspirai  igualmente aos dons espirituais, mas sobretudo ao de profecia” (I Cor.  14, 1).

Em Atos 2, 17-18, lemos sobre Pedro na companhia dos Onze  reiterando o que o profeta Joel havia profetizado:

 “Acontecerá nos  últimos dias – é DEUS quem fala – derramarei do meu Espírito  sobre todo ser vivo; profetizarão os vossos filhos e filhas. Os  vossos jovens terão visões, e os vossos anciãos sonharão. Sobre os  meus servos e minhas servas derramarei naqueles dias do  meu  Espírito e profetizarão”. 


Profetizar significa falar ou cantar uma mensagem de DEUS sob a  unção ou direção do Espírito Santo. Colocado de forma simples,  profetizar é ser o porta-voz de DEUS. Entretanto, nem todos os que  profetizam são profetas, mas todos os profetas devem profetizar. 

Alguns dos que são chamados pelo Senhor para o dom da profecia  estão continuamente usando o dom da profecia e outros dons de  revelação tais como a palavra de sabedoria, a palavra de conhecimento  e o discernimento dos espíritos em suas vidas e ministérios.

A profecia  pode proclamar as coisas de DEUS ou predizer as verdades de DEUS. 

Uma profecia que proclama as coisas de DEUS não se relaciona,  necessariamente, às coisas do futuro.

Um exemplo disto é quando  JESUS, da Cruz, disse ao “bom ladrão”:  “Em verdade, te digo: hoje  estarás comigo no Paraíso” (Lc 23, 43). 

Por outro lado, “predizer” se relaciona às coisas ou circunstâncias  que acontecerão no futuro.

Uma ilustração disto é encontrada em Atos  11, 28: “Um deles, chamado Ágabo, levantou-se e deu a entender  pelo Espírito que haveria uma grande fome pela terra. Esta, com  efeito, veio no reinado de Cláudio”. 


Uma profecia pode vir também através de alguém que fala “em  línguas”. Em I Coríntios 14, 5, São Paulo diz:

“Ora, desejo que todos  faleis em línguas, porém muito mais desejo que profetizeis. Maior  é quem profetiza do que quem fala em línguas. A não ser que este  as interprete, para que a assembleia receba edificação”. 

Quando alguém fala em línguas em um Grupo de Oração, por  exemplo, o dom da interpretação em línguas deve também operar para  tornar a mensagem em línguas compreensível aos que a ouvem.

A pessoa que está falando em línguas pode dar a interpretação  sob a inspiração do Espírito Santo, ( Não a confirmação), ou outra pessoa na congregação  pode receber a moção de fazê-lo. Porém a confirmação é sempre dada pela assembléia reunida.

Deve ser observado que a interpretação não é necessariamente  uma tradução da profecia proclamada em línguas.

O dom da profecia, se adequadamente usado, tem o poder de  mudar a vida das pessoas e da comunidade.

O Senhor nos escolheu e chamou, apesar de nós mesmos, para  sermos Seus instrumentos.

O mundo está esperando pelo poder do  Espírito Santo que pode mudar vidas e dar vida.

Você está disposto a  dizer “Sim” ao Senhor e ser seu vaso para mudar o mundo ao nosso  redor?


A palavra “dom” em Grego é “charismata”, significando  “favor dado livremente para quem o Senhor escolher”. “Não é algo  que aquele que recebe mereceu”.   


“Tanto o “doador” da profecia como aquele ou aquela que a  recebe, ou aquele ou aquela que a ouvem, devem discernir as palavras. 

Um discernimento bastante cuidadoso e completo deve ser feito  especialmente nos casos de profecias que orientam a fim de certificar-se  de que elas realmente vêm de DEUS e não de falsos profetas”. 

P r o p ó s i t o  d o s  D o n s    E s p i r i t u a i s


Estes dons, descritos por muitos como “Carismas ou Dons  Carismáticos”, são dados pelo Espírito Santo para as pessoas para  colocá-los a serviço, ou para edificar e construir, encorajar e confortar o  corpo de Cristo (ver I Cor 14, 3-5). 


A palavra “dom” em Grego é “charismata”, significando “favor  dado livremente para quem o Senhor escolher”. Não é algo que aquele  que recebe mereceu.

No Catecismo da Igreja Católica, Seção 799, a  Igreja afirma: 


 -  “Sejam extraordinários, sejam simples e humildes, os  carismas são graças do Espírito Santo que, direta ou  indiretamente, têm uma utilidade eclesial, ordenados  que são à  edificação da Igreja, ao bem dos homens e às necessidades do  mundo”. 

Os dons do Espírito manifestam a presença e poder de DEUS em  nosso meio. JESUS disse em Atos 1, 8:

 “Mas descerá sobre vós o  Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em  Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do  mundo”. 


 A palavra Grega para este tipo de poder é “dunamis”, que significa  “dinamite”.

O poder de DEUS é certamente mais potente que todos os  poderes deste mundo combinados, porque o poder de DEUS é  sobrenatural e inigualável em sua natureza. 

Quando o Senhor libera o Seu poder, é sempre para realizar Seu  propósito e para estabelecer Seu Reino. Acredito que o Espírito Santo  está procurando pessoas com quem Ele possa contar para levar  adiante o Reino de DEUS e alcançar seu objetivo, para Sua honra e  glória.

Os Documentos do Concílio Vaticano II sob o Decreto do  Apostolado dos Leigos, declara:

 “A partir do recebimento destes  carismas, mesmo dos mais comuns, surge em cada fiel o direito e o  dever de exercê-los na Igreja e no mundo para o bem e o  desenvolvimento da Igreja, de exercê-los na liberdade do Espírito  Santo que “sopra onde quer”. 


Em sua homilia da Missa de Encerramento do Dia Mundial da  Juventude, em Sidnei, Austrália, em julho de 2008,  o Papa Bento XVI  declarou: 

“Mas, o que é este «poder» do Espírito Santo? É o poder  da vida de DEUS. É o poder do mesmo Espírito que pairou sobre as  águas na alvorada da criação e que, na plenitude dos  tempos, levantou JESUS da morte. É o poder que nos conduz, a  nós e ao  nosso mundo, para a vinda do Reino de DEUS”.

C om o  o u v i r  a  v o z  d e   D E U S ?




 O Senhor quer nos falar e Ele está sempre falando conosco! 

No Livro de Gênesis, lemos estas palavras muitas vezes: 

“Então  DEUS disse...”. Em João 10, 27, JESUS diz:  “As minhas ovelhas  ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me conhecem”. JESUS  também diz: “Eu vos declaro, em verdade: muitos profetas e justos  desejaram ver o que vedes e não viram, ouvir o que ouvis e não  ouviram”. (Mt 13, 17).

Nosso DEUS deseja relacionar-se conosco. JESUS morreu na  Cruz por nós não apenas para libertar-nos da escravidão do pecado e da morte, mas também para que tenhamos um relacionamento pessoal  com Ele. 

O Senhor se alegra mais em falar conosco do que nós em ouvi-lo.

Na maior parte do tempo, o Senhor se comunica conosco através  de uma voz interior que  ouvimos dentro do nosso espírito.

Uma  pessoa pode percebê-lo como uma impressão repentina, ou um  “sentido” de algo que DEUS está dizendo, ou através de um pensamento  que passa por nossa mente. 

Se nos abrirmos, se abrirmos nossos corações, nossos sentidos e  nossas mentes ao Senhor, e formos obedientes a Ele, nós certamente  ouviremos Sua voz. 

O Senhor pode dar-nos uma impressão, ou uma visão, ou um  pensamento.
Ele também pode comunicar-se conosco através de  sonhos, de passagens da Bíblia, de circunstâncias ou através de outras  pessoas, e até através de Sua voz audível, o que é bastante raro. Ele é  soberano e não tem limites. 

D i s c e r n ime n t o   d o s   
E s p í r i t o s


Há quatro fontes de vozes que ouvimos no reino espiritual: a do  Espírito Santo, a do espírito humano, a dos espíritos malignos e a  dos Santos Anjos. 


Em I João 4, 1, a palavra de DEUS diz: “Caríssimos, não deis fé  a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são  de DEUS,  porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo”. 

Em I Tessalonicenses 5, 19-21, São Paulo diz: 

“Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo: abraçai o que é bom”. 

Tanto o “doador” da profecia como aquele ou aquela que a recebe, ou aquele ou aquela que a ouvem,  devem discernir as palavras.

Um discernimento bastante cuidadoso e completo deve ser feito  especialmente nos casos de profecias que orientam a fim de certificar-se  de que elas realmente vêm de DEUS  e não de falsos profetas.

Para  discernir corretamente, precisamos da sabedoria e da assistência do  Espírito Santo que “ensinar-nos-á toda a verdade”.

Veja abaixo  algumas diretrizes práticas para discernir uma profecia:

1)- Deve edificar e confortar. Se uma profecia é negativa e condenatória, isto é um sinal claro de que a mesma não  vem de DEUS;


2)- Deve produzir bons frutos. “Toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada ao fogo. Pelos seus frutos,  os conhecereis”. (Mt 7, 19-20);


3)- Deve estar fundamentada nas Escrituras. JESUS diz: “As palavras que vos tenho dito são espírito e vida”. (Jo 6, 63);

Fonte: Os Carismas do Espírito Santo - Pe. Isac Isaías Valle


LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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