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Você sabia que existem diferenças entre ser sábio, esperto e inteligente?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 11 de novembro de 2020 | 14:13

 

 




É provável que muita gente confunda sabedoria com esperteza. A esperteza tem mais a ver com astúcia, malícia, manha, subtileza, e este tipo de comportamento é capaz de aparentar uma certa “sabedoria”, mas pelos seus frutos, revela o quão daninho, perverso, humano e diabólico que é. O demônio e esperto e inteligentíssimo, mas não é sábio! A Sabedoria é de proveninência divina e os seus resultados são bem diferentes. A perversidade, esperteza e o oportunismo prolifera como uma praga que corrompe indivíduos, famílias e a sociedade. Quantos se aproveitam da desgraça alheia para enriquecer? Quantos usam a sua esperteza para enganarem outros, sem escrúpulos? É difícil ficar indiferente perante tanta corrupção, tornando um pequeno grupo de “felizardos”, mais prósperos que a maioria da população mundial. Todos os dias, os meios de comunicação informam, mas também formatam e deformam uma sociedade incauta, com coisas repugnantes, que seria melhor nem se tornarem conhecidas.

 

 

 

Na bíblia o salmista que escreve:

 

 

“Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios. Porque não há apertos na sua morte, mas firme está a sua força. Não se acham em trabalhos como outra gente, nem são afligidos como outros homens. Pelo que a soberba os cerca como um colar; vestem-se de violência como de um adorno. Os olhos deles estão inchados de gordura; superabundam as imaginações do seu coração. São corrompidos e tratam maliciosamente de opressão; falam arrogantemente... Eis que estes são ímpios; e, todavia, estão sempre em segurança, e se lhes aumentam as riquezas... Quando pensava em compreender isto, fiquei sobremodo perturbado; até que entrei no santuário de Deus; então, entendi eu o fim deles.” (Salmo 73,3-8.12.16-17)

 

 

 

Deus não dorme, e os espertos são destronados repentinamente, num ápice, quando menos esperam! O apóstolo Paulo revela o caráter destes “espertos”:

 

 

“Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O fim deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles é para confusão deles mesmos, que só pensam nas coisas terrenas.” (Filipenses 3,18-19)




 



 

Os maus exemplos proliferam, e rezamos suplicando para que Deus ainda no tempo que estamos a viver, levante lideranças cristãs e homens públicos com a VERDADEIRA SABEDORIA, que amenizem os estragos e seja restaurem a confiança de muitos. Ainda há gente SÁBIA neste tempo, mas muitos acabam por desejar protagonismos, reconhecimentos e se afastam da graça de Deus. Um dos ensinamentos bíblicos mais pragmáticos, isto é, que contêm considerações de ordem prática, realista, sem rodeios, com alvos bem definidos, sem subterfúgios, é o do apóstolo Tiago: “Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria. Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.” (Tiago 3,13.17-18)

 



 


 



Não é de hoje que o homem – na busca por vantagens materiais, políticas, profissionais, sociais, familiares – decidiu adotar costumes, hábitos, procedimentos e atitudes para alcançar seus objetivos nem sempre empregando métodos aconselháveis. A História mesmo nos dá conta de um bom número de personagens que atropelaram os chamados “bons costumes” para atingir seus propósitos. Inicialmente, o que difere o homem esperto do homem sábio é a paciência. A paciência é da essência da sabedoria, enquanto a esperteza tem na pressa, na agitação, na precipitação, na imoderação o “modus operandi” mais apropriado. O termo sábio vem do grego “sofós”, daí gerando “sofia” que significa sabedoria. Tem como características principais a habilidade para agir de maneira acertada.“O mundo é salvo pelo Crucificado e não pelos que crucificam. O mundo é redimido pela paciência de Deus (sabedoria) e destruído pela impaciência (esperteza) dos homens...” (Discurso papal no início do ministério Petrino de Bento XVI). O vocábulo tem a ver com a inteligência de certas pessoas no sentido de exercitar, mais do que outras, o dom de se proverem de conhecimento de forma mais rápida, mais eficiente, mais racional. O sábio é aquele que tem paciência para aprender a respeito das coisas e inteligência para executá-las corretamente, sempre respeitando a moral, a ética, os costumes. Outra característica do termo é sempre se inclinar para o bem, além de dotar de humildade, respeito para com o pensamento dos outros, gentileza no trato com o próximo e espírito público as pessoas dispostas a se lastrearem nessa concepção.

 

 





Ao sábio também está reservada a capacidade de enxergar longe, fugindo das implicações do dia-a-dia, não permitindo que dificuldades ocasionais lhe turvem a visão ampla do futuro – isso sem lhe tirar a qualidade de reconhecer seus próprios erros e buscar as soluções com rigor e desassombro. Já o esperto sempre cai na graça da torcida. Principalmente no Brasil onde os princípios são atropelados e se mesclam de tal forma que ninguém consegue mais enxergá-lo na inteireza de suas supostas qualidades. Como no salmo acima, muitos concluíram que não tem muita vantagem em ser sábio. O negócio é ser esperto, agir com competência para lograr êxito, mesmo que através de práticas que abusem de atos desonestos, imorais. É bem verdade que em certas ocasiões os sábios podem até usar de artifícios da esperteza para, digamos assim, encurtar caminho na busca do que procuram, porém, sem usar meios ilegítimos para atingir fins legítimos, pois para o cristão os fins não justificam os meios. Porém, dificilmente o contrário acontece. Dificilmente, podemos afirmar que alguns espertos se utilizam da sabedoria para alcançar seus objetivos. Por quê? Pela própria essência, pelas próprias características, pelos propósitos que movem o esperto em todas as direções. Há também, quem confunda esperteza com inteligência. Sim, há muitas inteligências e o esperto ou espertalhão precisa ter uma ou alguma delas. Mas esperteza e sabedoria não são sinônimos!

 

 

 

Inteligência e sabedoria não são sinônimos? 

 

 




 

Por exemplo: uma família que tem um monte de gente com uma “inteligência burra”, ou seja, que só serve pra estudar, tirar notas altas na escola, mas não nos dá sabedoria para subir e melhorar de vida. Vivem todos na famosa "pindaíba". Enquanto isso, pessoas de uma outra família conhecida, eram “ruins de escola”, quando passavam de ano era com notas bem ruins, mas quase todos mudaram de vida para melhor. Enfim, percebemos que há inteligências e sabedorias, muito variadas, algumas delas – bem práticas – presentes em pessoas consideradas “burras”.No caso da corrupção, por exemplo, há pessoas (não só políticos) que a praticam com grande competência, e que escapam sempre da justiça, enquanto outras, às vezes muito mais “inteligentes”, quando resolvem meter a mão em grana pública são pegas facilmente e condenadas. Políticos manhosos exageram nessa esperteza que julgam ser “inteligência”, e acabam dançando no xilindró e expostos à execração pública pela mídia.

 

 


 



o que a bíblia nos ensina sobre a verdadeira sabedoria?

 

 

“Esperteza, quando é demais, engole o próprio dono.” (Provérbio popular)

 

“Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria...” (Colossenses 3,16)

 

“A sabedoria oferece proteção, como o faz o dinheiro, mas a vantagem dela é esta: a sabedoria preserva a vida de quem a possui” (Eclesiastes 7,12)

 

“O conselho da sabedoria é:Procure obter sabedoria; use tudo o que você possui para adquiri-la” (Provérbios 4,7)

 

“Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que creem por meio da loucura da pregação.” (1 Coríntios 1,21)

 

 “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.” (Tiago 1,5)

 

“Ao homem que o agrada, Deus dá sabedoria, conhe¬cimento e felicidade. Quanto ao pecador, Deus o encarrega de ajuntar e armazenar riquezas para entregá-las a quem o agrada. Isso também é inútil, é correr atrás do vento”. (Eclesiastes 2,26)

 

“Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema o Senhor e evite o mal”. (Provérbios 3,7)




CONCLUSÃO:






 

Nos restringindo à sabedoria, os conceitos variam ao gosto de cada um. Mas nos ditados populares e nos pensamentos de “sábios”, a verdadeira sabedoria é relativa a Deus e não a si mesmo. Sobre a sabedoria humana Sócrates, por exemplo, dizia que “só sei que nada sei” e o fato de saber que nada sabia lhe dava vantagens sobre outras pessoas que pensavam saber muito. O homem revela quem é, pela sua condutaQue haja diferença entre aqueles que servem o Senhor na vida dos outros, com sabedoria, e aqueles que se servem da sua própria esperteza para usarem das coisas de Deus com egoísmo, para benefício próprio.

 



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Como viver de forma Cristã em meio a uma sociedade corrompida e depravada?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 1 de novembro de 2020 | 23:06

 




 

“A fim de serdes irrepreensíveis e puros, filhos de Deus íntegros no meio de uma sociedade depravada e maliciosa, onde brilhais como luzeiros no mundo, a ostentar a Palavra da vida!” (Filip 2,15s).

Qual a diferença entre #liberalismo de esquerda e de direita?

 






Por *Roger Scar

 

 




É natural que as pessoas queiram se identificar com um grupo. Dizer-se de esquerda ou de direita faz parte de uma linha comum no raciocínio dicotômico. Os liberais, no entanto, não escapam disso. Pelo contrário. Ouso dizer até que são os mais confusos no que diz respeito a isso. Frequentemente tentam se posicionar de um lado ou de outro, sem notar que, na prática, isso não apenas é pouco relevante como é quase sempre muito negativo. Esquerda e direita são conceitos mutáveis, assim como vários conceitos o são. O que define um conceito é justamente isso: sua adaptação. Conceitos são aquilo que a mentalidade das pessoas, dentro de seu tempo (zeitgeist), podem compreender de uma ideia. Socialismo é um conceito que se modificou com o tempo. Liberalismo também. O mesmo ocorreu com “esquerda” e “direita”.Nos tempos de Bastiat era natural um liberal pender mais à esquerda; ele compreendia com razão que, na época, ser da esquerda era lutar contra o establishment, era questionar o status quo daquele tempo. Num momento pós-revolução francesa nada seria mais natural para um liberal. Já no século XX esta situação se alterou. A esquerda passou a adotar posturas muito mais voltadas ao pensamento pró-Estado. Nesta situação, ser liberal acabou significando um afastamento da esquerda. Foi aí que liberais incorreram no erro de se associar com linhas mais conservadoras.No século passado, liberais e conservadores andaram de mãos dadas em muitas ocasiões. Neste contexto, ficou claro para nossos adversários que éramos “iguais” aos reacionários. Não tardou para que usassem isso contra nós. E não os culpo. Como oportunistas políticos que se tornaram, esquerdistas em geral precisam deste tipo de falácia para se sustentar. É natural que seja assim. Mas não há como não culpar a nós mesmos por isso. Enquanto liberais, pecamos feio em tentar guinar ao conservadorismo.Entretanto, parece que como todo o restante da humanidade, não aprendemos com a história. No presente, vejo liberais caindo no mesmo erro. Alguns vivem no século XX e querem pertencer à direita. Outros vivem no início do século XIX, e estes querem pertencer à esquerda. Ambos incorrem exatamente no mesmo erro.Os “liberais de direita” criaram o conservadorismo liberal, uma ideologia que namora com o liberalismo e com o conservadorismo, mas acaba não sendo nenhuma das duas coisas. É uma aberração. E o motivo para que se tenha caído em tão óbvia armadilha é simples: conservadores em geral defendem liberdades econômicas. Mas, parece não ocorrer aos tais liberais que eles não defendem as liberdades civis, tão importantes quanto. E parece não lhes ocorrer, também, que os grandes pensadores de nossa ideologia já deixaram bastante claro que é impossível a liberdade ser plena se ela tiver restrições. Não há como ter liberdade econômica sem as liberdades civis. Do outro lado do espectro, temos os modernos libertários de esquerda, mais conhecidos pela alcunha de “left-libs”. Estes tentam timidamente abraçar a esquerda e se aproximar da new left. O motivo de isto acontecer é também muito simples: eles caíram no engodo de acreditar que a esquerda de hoje luta por liberdades civis. Compraram o discurso feminista e anti-racista ou pró direitos homossexuais da esquerda de hoje. Ironicamente eles não notam que este discurso foi usurpado de nós mesmos. Nós, liberais, sempre defendemos a liberdade individual e a equidade para mulheres, negros, brancos, gays, ou o que quer que as pessoas sejam.

Aqui vai a nossa eterna gratidão ao papel da esquerda no Brasil

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 31 de outubro de 2020 | 14:37

 

 

(foto reprodução de busca na internet)

 



Realmente a ingratidão, pode nos deixar cegos! Portanto, o nosso obrigado a toda esquerda brasileira e seus gurus, por se revelarem com tanto esmero que por fim, nos acordaram! Antes só queríamos trabalhar, tocar a vida, cuidar de nossos filhos, vê-los crescer e nos dar netos. Mas graças a vocês, descobrimos que seria impossível! Vocês querem destruir nossa família e nossos valores. Então agora só nos resta exorciza-los da vida pública!

 

A cruz peitoral do papa Francisco não é pagã – Sabe por que?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 29 de outubro de 2020 | 18:48

 


 



A curiosidade sobre a cruz que o Papa Francisco traz consigo ainda mexe com a atenção do público contrário a ele principalmente os Rad Trad e Sedevacantistas. Entenda como ele a adquiriu?

#Ordo Amoris na filosofia de Santo Agostinho

 



por*Francisco José Barros de Araújo 


A reflexão sobre o Ordo Amoris em Santo Agostinho constitui um dos pilares mais profundos de sua filosofia moral, antropológica e teológica. Em Santo Agostinho, o amor não aparece apenas como um sentimento humano ou inclinação afetiva, mas como a própria força que orienta a alma em direção ao bem ou a afasta dele. Toda a vida humana, segundo o pensador de Hipona, é determinada pelo objeto de seu amor: o homem torna-se aquilo que ama. Dessa forma, compreender a ética agostiniana exige compreender antes a dinâmica do amor, pois é ele que organiza as ações, molda as escolhas e estabelece a relação do homem com Deus, consigo mesmo e com o próximo.


Ao longo de sua vasta obra filosófica e teológica, profundamente marcada pela tradição cristã e pela influência das Sagradas Escrituras, Agostinho desenvolve a ideia de que existe uma ordem objetiva inscrita por Deus na criação. Essa ordem não é apenas física ou cosmológica, mas sobretudo moral e espiritual. O universo criado possui uma hierarquia de bens e valores que deve ser reconhecida e respeitada pelo homem. 


Nesse contexto surge o conceito de Ordo Amoris, isto é, a “ordem do amor”: amar cada realidade conforme seu devido lugar e dignidade. 


O problema fundamental do pecado, portanto, não está simplesmente em amar, mas em amar desordenadamente — amar mais aquilo que é inferior e menos aquilo que é superior, invertendo a ordem estabelecida pelo Criador.


Partindo dessa perspectiva, a presente reflexão busca analisar o amor e sua relação com a ética em Santo Agostinho, investigando inicialmente suas manifestações mais fundamentais no âmbito antropológico. É a partir da compreensão da natureza humana — criada por Deus e orientada naturalmente para o bem — que se inicia o itinerário do amor na filosofia agostiniana. 


O homem, sendo um ser racional e livre, encontra em si mesmo o desejo permanente de felicidade, mas somente alcança sua plenitude quando direciona corretamente seus afetos. Assim, o amor torna-se o centro da existência humana e o critério decisivo da vida moral.


Em seguida, será examinada a noção de ordem natural e como ela pode ser compreendida, em Agostinho, como verdadeira expressão do Ordo Amoris. Deus imprimiu na criação uma ordem perfeitíssima que serve de parâmetro para a vida humana em todas as suas dimensões, tanto na vida ativa quanto na contemplativa. 


Existe, portanto, um modo correto de agir, desejar e amar que conduz o homem ao summum bonum, o Bem Supremo, que é o próprio Deus. Quando os afetos humanos se submetem a essa ordem, nasce a verdadeira justiça; quando se afastam dela, surge a desordem moral que conduz ao egoísmo, ao orgulho e à corrupção da vida individual e social.


A ética agostiniana nasce precisamente dessa relação entre amor e ordem. O convívio social coloca os homens em constante relação uns com os outros, tornando impossível a construção de uma sociedade justa sem uma adequada orientação dos afetos. 


Não basta amar; é necessário saber o que amar, como amar e em que medida amar. O Ordo Amoris representa, portanto, a estrutura fundamental da vida moral e social em Agostinho, sendo o princípio que fundamenta sua concepção de justiça, virtude e paz. 


É justamente a partir dessa ordem do amor que o Bispo de Hipona edificará sua visão da sociedade cristã e da história humana, especialmente em sua monumental obra A Cidade de Deus, onde contrapõe a Cidade de Deus — fundada no amor a Deus até o desprezo de si — à cidade terrena, fundada no amor desordenado de si mesmo até o desprezo de Deus.

Todo Símbolo Tem um Dono: Reflexões de Dom Estevão Bettencourt sobre Fórmulas e Objetos Consagrados espiritualemente

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 28 de outubro de 2020 | 13:15

 




Dom Estevão Bettencurt: "Cuidado! #Todo Símbolo tem um Dono, Consagra Espaços e nos Aponta para Algo”   



Os símbolos da fé cristã têm sua origem em Jesus Cristo, que exortou os discípulos a batizar, instruindo-os a verificar se aqueles que se aproximavam confessavam a fé no Pai, no Filho e no Espírito Santo, a Trindade [CIC: 188-191]. A célula primitiva de todos os símbolos posteriores é, portanto, a “confissão do Senhor Jesus” e o seu mandato missionário: “Ide, fazei discípulos de todas as nações; batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19).  Todos os símbolos da fé da Igreja derivam desta fé trinitária. Cada um inicia-se com a confissão do Pai, Criador e sustentador do mundo, segue pelo Filho, fonte de nossa redenção, e culmina na confissão do Espírito Santo, presença de Deus na Igreja e no mundo. Em essência, os símbolos da fé são definições abreviadas da fé, permitindo uma confissão comum a todos os crentes [CIC: 185-188, 192-197]. Já nas cartas paulinas, encontram-se exemplos desses resumos da fé, que se consolidaram no Símbolo dos Apóstolos, uma síntese da fé transmitida pelos próprios Apóstolos, e no grande Símbolo da Fé, formulado nos concílios ecumênicos de Niceia (325) e Constantinopla (381), base comum de cristãos do Oriente e do Ocidente até hoje.  Mais do que simples declarações, todo símbolo aponta para algo ou alguém. Esta função transcende o cristianismo: símbolos aparecem em praticamente todas as religiões e movimentos espirituais, desde o esoterismo e a Nova Era até o satanismo. Eles estão presentes em roupas, objetos, alimentos, estilos de vida e na propaganda proselitista. Adeptos de tais práticas acreditam que símbolos e amuletos podem consagrar espaços, conectar-se a entidades espirituais ou interplanetárias, e canalizar forças capazes de influenciar a vida de quem os utiliza.

Origem e desenvolvimento dos Direitos Humanos Universais

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 27 de outubro de 2020 | 10:19

 





Os direitos humanos adquiridos com tanto sacrifício pelas gerações que nos antecederam, tendo como uma das premissas proteger o ser humano da força de um Estado opressor que matava e torturava pessoas apenas por não concordarem com suas convicções, se transmutou em direitos igual a todos, como aliás deveria ser se vivêssemos em uma sociedade mais justa. A pergunta que não cala é: pode um bandido ter mais direitos que um policial que vai a rua todos os dias mal aparelhado para proteger a população, colocando sua vida em risco? Que direitos humanos são esses sempre disposto a ajudar, confortar, proteger e defender criminosos enquanto vira as costas para o direito à vida de homens que tem por obrigação defender e proteger a população que vive à mercê da criminalidade ,com famílias dilaceradas pela ação do crime organizado que atualmente estão em todas  partes do estado? Os direitos humanos, que lutam com o propósito unificado de grandes homens e mulheres, deveria ser de caráter realmente universal . Mas hoje infelizmente se restringe a defender apenas: Menores infratores, estupradores, assassinos, corruptos, traficantes, terroristas, etc, ou seja, seres que acabam com nossa juventude, vidas de pessoas do bem e suas famílias; enfim, afetam direta e indiretamente toda a sociedade que se sente refém da criminalidade, obrigando-a a ficar de braços amarrados e boca amordaçada sem poder reagir. Percebemos que todo aparato humanitário da defesa dos direitos humanos é muito romântico que prático, pois deveria ser um direito humano comum e universal a todos. Lindo na teoria, e que seria o melhor dos mundos para o convívio entre homens e mulheres. Mas hoje ele é só isso, uma utopia que dá suporte tão somente a criminosos, que infestam nossas ruas e matam sem a menor piedade. O mesmo estado que de certa forma favoreceu a criminalidade, hoje só quer dar direitos ao agressor, deixando as vítimas sem o amparo deste mesmo estado, simplesmente entregando ao agressor as vítimas indefesas e desprotegidas, indenizando e protegendo somente os agressores, jamais as vítimas. Se não pararmos para refletir, isso por mais belo e humanitário que possa parecer, pode um dia chegar a nossas portas como vítimas  deste estado de coisas. Gostaria de ver o ímpeto dos defensores dos direitos humanos defendendo quem matou o seu próprio filho(a), ou o deixou tetraplégico vegetando numa cama, e ou,  pior ainda, quando matam um pai de família que era a única forma de sustento da família.

O processo revolucionário: As grandes revoluções e Contra Revoluções da história

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 25 de outubro de 2020 | 20:01

 




 

 

LEITOR PERGUNTA“Faço mais uma pergunta: O processo revolucionário que o Dr. Plínio descreveu em Revolução e Contra Revolução" realmente existe? Outra questão, foi o Sr. Dr. que conseguiu desvendar esse processo revolucionário?...”

 

 

Frei Raniero Cantalamessa será nomeado Cardeal pelo Papa Francisco

 


 

Pregador do “Batismo no Espírito” será feito cardeal pelo Papa; confira testemunho

 

 

O sábio silêncio do papa Francisco sobre os #incêndios nas Igrejas do Chile

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 23 de outubro de 2020 | 23:19

 


 

Sabemos por experiência que qualquer manifestação no Twitter ou na internet de uma pessoa que tem muitos seguidores – e o papa é um grande influenciador – sobre um assunto que não está bem esclarecido e esquadrinhado, atacando qualquer pessoa é provocar o linchamento virtual. Esse silêncio do papa é, na verdade, de extrema responsabilidade e não o contrário. Uma coisa que muita gente deveria fazer na internet, e não só o papa, é esperar e averiguar com responsabilidade o que está por trás dos fatos para ver realmente o que está acontecendo, entender todas as circunstâncias, para somente depois se manifestar. É preciso ter cautela no campo minado das redes sociais.

Se um "papa legítimo" cair em contradição doutrinária, como já aconteceu na história da Igreja, o que fazer?


 



Quando Cristo deu o poder das chaves ao Apóstolo São Pedro, fazendo dele o chefe da Igreja, a pedra sobre a qual ia fundar a sua única Igreja, prometeu-lhe que as portas do inferno não prevaleceriam sobre ela, e que tudo o que Pedro ligasse na terra, seria ligado no céu, e o que ele desligasse na terra, seria desligado no céu. Isto é, que Pedro, sempre que falasse, definitivamente, sobre fé e moral , para toda a Igreja, com o poder que Cristo lhe concedera, seria infalível. Essa promessa dava a Pedro o dom da infalibilidade, nas condições expostas acima. Porém, com isto, não se concedeu a Pedro e a seus sucessores o dom da impecabilidade. 

#Recomendação do corpo (exéquias) para leigos

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 21 de outubro de 2020 | 23:26

 

(foto reprodução)


Diante do mistério da morte, a Igreja Católica sempre ensinou que o cristão não deve olhar o fim da vida terrena apenas com os olhos da tristeza humana, mas sobretudo com os olhos da fé sobrenatural. 



As exéquias cristãs, portanto, não são meras despedidas sentimentais ou simples homenagens à memória de alguém que partiu; elas são, antes de tudo, um ato profundamente teológico, um momento sagrado em que a Igreja Militante intercede pela Igreja Padecente, recordando que a morte foi transformada por Nosso Senhor Jesus Cristo de derrota em passagem para a eternidade. Na espiritualidade católica tradicional, a morte é compreendida à luz do Calvário: assim como Cristo morreu para abrir as portas do Céu, também o fiel é chamado a unir sua morte ao sacrifício redentor, confiando na misericórdia divina e na eficácia das orações da Igreja.  



As exéquias se inserem nessa visão sobrenatural da vida, onde tudo deve ser ordenado à salvação da alma, que sempre foi considerada pela tradição católica como o maior bem do homem, conforme a máxima evangélica: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro se vier a perder a sua alma?” (cf. Mt 16,26). 


Por isso, a Igreja, como verdadeira mãe e mestra, nunca abandona seus filhos nem mesmo após a morte, mas continua a assisti-los por meio da Santa Missa, das orações, dos sufrágios e das indulgências. Esse cuidado manifesta a caridade sobrenatural que ultrapassa as barreiras do tempo e da morte, fundamentada no dogma da Comunhão dos Santos, tão caro à tradição católica.  Dentro dessa perspectiva, compreende-se que o verdadeiro sentido das exéquias não está apenas no consolo dos vivos, mas principalmente no auxílio espiritual ao falecido, tendo a Igreja como guardiã dos grandes tesouros dados a ela por Jesus Cristo, que os distribue. 



A mentalidade tradicional da Igreja sempre destacou que as orações pelos mortos são um dever de justiça e caridade, pois muitas almas necessitam de purificação no Purgatório antes de contemplar a Deus face a face. 



Assim, participar das exéquias não é apenas um gesto de amizade humana, mas um verdadeiro ato de misericórdia espiritual, conforme a antiga prática cristã de rezar pelos defuntos, oferecer Missas e fazer penitências por sua purificação.  Além disso, as exéquias também servem como um forte chamado à conversão dos vivos. A liturgia tradicional dos funerais sempre teve um caráter pedagógico e espiritual muito claro: recordar a brevidade da vida, a realidade do juízo particular, a necessidade da graça santificante e a importância de morrer em estado de amizade com Deus. 



Não por acaso, a tradição católica sempre incentivou a meditação sobre as últimas realidades — morte, juízo, inferno e paraíso — como um meio de sabedoria cristã, conforme ensina a Sagrada Escritura: “Lembra-te dos teus fins e jamais pecarás” (Eclo 7,36).

Magistério Tradicional da Igreja e magistério do Papa Francisco: Ruptura, ou continuidade?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 20 de outubro de 2020 | 14:46

 


 

A Igreja sempre se ocupa das questões humanas, e tem seu fundamento na prática do amor a Deus e ao próximo. No decorrer de sua história colhemos belos exemplos de pessoas que doaram suas vidas em favor do outro, seguindo, assim, o exemplo de Jesus Cristo. A comunidade cristã primitiva foi alicerçada no sangue dos apóstolos e mártires, projetando essa realidade no decorrer de sua história.

 

Perguntas sobre Maria Santíssima, “a mãe do meu Senhor” (Lucas 1,43)

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 17 de outubro de 2020 | 18:11

 


 



Como escolheu Deus a Maria? Como foi a concepção do Filho de Deus? Por que chamamos Virgem e Mãe a Maria? Resposta a algumas das perguntas mais comuns sobre a Virgem Maria. Para vir ao mundo, Deus quis contar com a livre cooperação de uma criatura, Maria, para ser a mãe do Seu Filho, pela ação do Espírito Santo. E a Igreja, desde o início, honra Maria como Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho, Esposa de Deus Espírito Santo. Como foi Maria escolhida por Deus? Como foi a concepção do Filho de Deus? Porque chamamos a Maria, Virgem e Mãe?

 

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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