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E se um papa legítimo supostamente cair em contradição como já aconteceu na história da Igreja, o que fazer?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 23 de outubro de 2020 | 18:15

 


 

Quando Cristo deu o poder das chaves ao Apóstolo São Pedro, fazendo dele o chefe da Igreja, a pedra sobre a qual ia fundar a sua única Igreja, prometeu-lhe que as portas do inferno não prevaleceriam sobre ela, e que tudo o que Pedro ligasse na terra, seria ligado no céu, e o que ele desligasse na terra, seria desligado no céu. Isto é, que Pedro, sempre que falasse, definitivamente, sobre fé e moral , para toda a Igreja, com o poder que Cristo lhe concedera , seria infalível. Essa promessa dava a Pedro o dom da infalibilidade, nas condições expostas acima. Porém, com isto, não se concedeu a Pedro e a seus sucessores o dom da impecabilidade.Pedro era infalível como líder da Igreja auxiliado pelo Espírito Santo que não erra, mas o homem Simão como qualquer um de nós, continua sujeito a pecar, ou seja, o cargo de papa e chefe supremo da Igreja, não o torna imune ao pecado e falhas humanas. Tanto que logo depois de receber o dom da infalibilidade como chefe da Igreja e Vigário de Cristo, Simão errou de tal modo que Cristo o chamou de Satanás. Mais tarde, negou três vezes o Mestre.Nos Papas é preciso distinguir, então, o homem e o Papa. O papa como homem pode ser até criminoso, como foi no passado o papa (legítimo) Alexandre VI, mas como Papa continuou infalível, porque o dom de Cristo é incontaminável, e durante seu pontificado nunca ensinou dogmaticamente nada errado.

 

 

Por isso, um documento dos carbonários disse que um Papa como Alexandre VI , mesmo com toda a sua corrupção, não seria útil para a Maçonaria, pois, apesar de seus crimes, jamais escreveu algo contra a Fé, enquanto Papa.

 

 

Do mesmo modo, Karol Wojtyla pode ter tido defeitos e mesmo pecados. Porém, São João Paulo II , quando fala como Vigário de Cristo, usando o poder das chaves, sobre fé e moral, para toda a Igreja, definindo uma questão, São João Paulo II é infalível.O ódio de certos meios de comunicação contra a Igreja Católica é tão grande que chegam a declarar, que Alexandre VI foi "pai de Santa Catarina". De fato, Alexandre VI teve filhos antes de ser Papa. Mas a filha dele foi Lucrécia Borgia e não Santa Catarina.

 

 

E a revista Veja (mas não enxergue) que fez esta afirmação equivocada, nem se preocupa de verificar qual teria sido essa Santa Catarina. Sendo calúnia contra a Igreja Católica, sempre haverá quem acredite, sem verificar se é verdade ou não. Você deveria se perguntar por que sua prevenção contra o Papado lhe faz aceitar sem exame maior, calunias e mentiras? Isso indica preconceito e não amor à verdade.

 

 

Como Lutero e outros hereges, muitos perguntam se a "meretriz" de que fala o Apocalípse, é a Igreja Católica - É claro que não! A Igreja Católica Apostólica Romana é a única Esposa de Cristo. A Igreja Católica nunca poderá deixar de ser a Esposa de Cristo, porque senão a promessa de Cristo de que as portas do Inferno não prevaleceriam contra ela teria sido uma promessa mentirosa. E Cristo não pode mentir, porque é Deus.A meretriz de que fala o Apocalípse é a Sinagoga de Satanás, de que fala o mesmo Apocalípse (Apoc. 2, 9).

 

 

E o que é a Sinagoga de Satanás?

 

 

A Igreja é o Corpo Místico de Cristo. Sua cabeça é o próprio Cristo, e seus membros são os fiéis batizados, que guardam a fé integralmente, aceitam todos os sacramentos, e obedecem ao Papa e aos Bispos unidos a Roma.A Meretriz ou Sinagoga de Satanás é constituída por todos os que são filhos do demônio, querendo fazer a vontade de Satanás. Haverá tempo em que a Sinagoga de Satanás se instalará como se fosse ela a Igreja de Cristo. Este será o tempo do anti Cristo, que ninguém sabe quando virá.

 

 

Podemos, como simples leigos, julgar que um determinado papa caiu em heresia?

 

 

 

João XXIII, em sua juventude, no seminário em Roma, foi amigo íntimo do modernista Ernesto Buonaiutti, autor do manifesto do Modernismo.  Buonaiuti foi excomungado pelo papa São Pio X. Depois, Monsenhor Roncalli foi padre piqueteiro patrocinando greves em fábricas, e fomentador do modernismo no seminário de Bergamo, onde ele ensinava. Foi processado por Roma por defender teses modernistas. Foi amigo do Abbé Lambert Beauduin, um modernista responsável pelo Movimento liturgicista. Beauduin foi um ecumenista furioso, fundador da Abadia de Amay cujos monges apostataram em massa. Foi ele também o visado pela condenação do ecumenismo na encíclica Mortalium Animos de Pio XI contra o falso ecumenismo. João XXIII foi amigo do maçon Yves Marsaudon com quem procurou harmonizar maçonaria e catolicismo. Foi protetor dos padres operários franceses, e fez o acordo de Metz com a URSS em 1962.

 

 

Qualquer fiel pode fazer um juízo pessoal das atitudes de qualquer pessoa, inclusive de um Papa, desde que haja fundamento para isso, porém, ninguém na terra tem autoridade para julgar um Papa.

 

 

E sobre a possibilidade de um Papa cair “pessoalmente” em heresia (não em documentos dogmáticos infalíveis, é claro), há concordância entre os teólogos, que dizem ser isso possível sim!

 

 

 

O fato de um papa ser considerado herege" não impediria sua eleição pelo Colégio dos Cardeais?

 

 

-O fato de ser eleito um "modernista" (na opinião de alguns conservadores, como sinônimo de heresia) não daria um caráter exclusivamente humano e pessoal a essa eleição?

 

 

-Se é mesmo o Espírito Santo quem guia os votos dos cardeais, porque então o Cardeal Roncalli (João XXIII) foi eleito papa?

 

 

Um herege candidato a Papa que fosse eleito Papa, sua eleição seria nula, mas somente se sua eleição fosse contestada ainda durante o conclave. Se não for contestada, e o eleito for aclamado Papa, ele será Papa válido.

 

 

A eleição do Papa é guiada pela Providência, mas isso não quer dizer que a eleição seja infalível e que o eleito é o desejado por Deus. O Papa é eleito pelos Cardeais, depois de grandes discussões e arranjos, porque em toda eleição humana é assim. Na minha opinião, Deus permite que seja eleito um Papa santo para bem da Igreja, como pode permitir também, a eleição de um Papa mau, para castigo do povo, quando esse povo merece castigo.

 

 

   

 

Como ousa dizer que o João XXIII era herege se ele foi Canonizado como Santo?

 

 

Caro Orlando,

 

 

Como você ousa dizer que um papa e um beato da Igreja Católica era um herege? Ainda mais sabendo que sua beatificação aconteceu no pontificado do grande João Paulo II; sendo prefeito da Congregação para doutrina da fé, o Cardeal Ratzinger, atual papa Bento XVI.O senhor deve saber que para alguém ser declarado "beato" tem que passar por provas de ortodoxia e ele foi aprovado! deve saber, ademais, que falar mal ou denegrir a imagem moral dos santos e beatos da Igreja Católica é pecado, contido aliás no segundo mandamento. Tenha mais respeito com os santos e beatos, mesmo que pensem diferente de você, e tenha respeito com a autoridade católica que proclamou Santo a João XXIII (cujo corpo está incorrupto) e o propôs como modelo de seguimento a Jesus Cristo.Lave a boca, e retrate-se publicamente, seu insolente orgulhoso, disfarçado de humilde servo da Igreja!

 

São João XXIII, rogai por nós!

 

No restante, aprecio o seu site e sua argumentação e isso não é elogio, apenas reconhecimento! O Senhor te conceda paz e juízo!

 

Frei Rodrigo, OFM Conv.

 

 

(Prof. Orlando Fedeli aos pés de São João Paulo II)



RESPOSTA:

 

Quem diz que o Papa João XXIII foi o maior Papa do século é a imprensa, e os eclesiásticos modernistas. A História mostra que ele tinha idéias modernistas, e que sofreu um processo no Vaticano, por causa delas. Ele mandou fazer o acordo de Metz com a URSS, e favoreceu enormemente  o Partido Comunista Italiano, ao receber Adjubei, genro de Kruschev, no Vaticano, o que deu 1.000.000 de votos a esse partido. Agradeço-o, e ainda mais, por suas críticas bastante violentas contra minha pessoa. Elas me deram alegria.Sim, alegria, porque foram críticas feitas de modo bem pouco franciscano e claramente injusto. Daí, minha alegria, pois ser maltratado por um frade injustamente me faz pagar, um tanto, meus muitos pecados. Não foi exatamente isso que nos ensinou São Francisco sobre a perfeita alegria, falando com Frei Leão, ovelhinha de Deus? O senhor deve conhecer esse caso de São Francisco...

 

 

O senhor me escreve:

 

 

"Lave a boca, e retrate-se publicamente, seu insolente orgulhoso, disfarçado de humilde servo da Igreja!"

 

 

Isso tudo porque contei fatos históricos a respeito de João XXIII, fatos que constam de qualquer biografia séria a respeito dele, e até do Diário de João XXIII.

 

 

Antes de tudo, devo dizer-lhe que jamais me retratei como humilde, pelo contrário: "Eu pecador me confesso”.

 

 

 

E me confesso tal também ao senhor, Frei Rodrigo, que deve ter virtudes próprias de um filho de São Francisco, especialmente a doçura.

 

 

Quanto ao núcleo central de sua carta, seu erro inicial é imaginar que a proclamação de alguém como Beato implica necessariamente na infalibilidade desse julgamento. Ora, tal não é verdade. O processo de beatificação não é infalível. Mais ainda, no novo processo em que o exame de não-culto é somente "de visu", isto é, a olho, e o exame "De scriptis" se limita ao que foi publicado de modo impresso, não se examinando manuscritos. No novo processo foi abolido também o chamado "advogado do diabo", isto é, o acusador, de modo que o novo processo se faz examinando uma biografia positiva do Servo de Deus, cuja causa está em exame.

 

 

Frei, o senhor me acusa de ter cometido pecado ao contar fatos a respeito de João XXIII, pois me escreveu:

 

 

"falar mal ou denegrir a imagem moral dos santos e beatos da Igreja Católica é pecado, contido aliás no segundo mandamento".

 

 

Fato curioso...

 

 

Hoje, se afirma que a Igreja é Santa e pecadora, mas não se podem contar fatos históricos a respeito de quem defendeu o modernismo. A Igreja pode ser denegrida e até se pede perdão por supostos pecados dela. Mas de João XXIII (e de alguns outros selecionados a dedo) não se podem contar fatos.Hoje, se contestam até os milagres de Cristo, a presença real na eucaristia, e sua Ressurreição, como por exemplo, o Cardeal Kasper, mas não se podem contar fatos históricos sobre João XXIII. Nos seminários do Brasil, e o senhor estuda num seminário, se ensina normalmente que o Gênesis relata apenas mitos sobre Adão, e que os fatos narrados na Bíblia foram mitificados. Ensina-se nos seminários que a pessoa de Cristo foi mitificada, e quase nada do que se atribui a Ele, nos Evangelhos, é verdadeiro. Entretanto, o senhor me exige que eu mitifique a figura de João XXIII, ocultando fatos reais que ele praticou. Eu não o conheço Frei, mas é muito possível que o senhor acredite, como a grande maioria dos seminaristas que a criação de Adão, tal como a conta a Sagrada Escritura, é um mito. Seria um milagre que o senhor, sendo seminarista, fosse defensor da Inquisição, e das Cruzadas.

 

 

O senhor me diz que é pecado falar mal de quem foi canonizado pela Igreja.

 

 

Será que na sua indignação seletiva, o senhor defende São Pedro Arbuès que foi Inquisidor? Que acha o senhor de São Luís Rei, que mandou queimar a língua de um blasfemador com ferro em brasa, ou que mandou executar na Sexta-Feira Santa um culpado para vingar a pena de morte infinitamente mal aplicada a Cristo nesse dia?Que acha o senhor da frase de São Bernardo que, pregando a Segunda Cruzada em Vezélay, citou a Sagrada Escritura dizendo:

 

"Maldito aquele que não ensangüentar a sua espada" (Jer. 17, 5).

 

 

Haveria tanto a lhe dizer...O senhor me garante como prova da santidade de João XXIII, que o corpo dele está incorrupto.É verdade, o corpo dele está incorrupto e exposto debaixo de um altar na Basílica de São Pedro, em Roma. Como o corpo de São Pio X.

 

 

Só que o corpo de São Pio X permaneceu incorrupto por milagre enquanto o corpo de João XXIII permanece sem corrupção quimicamente! Quimicamente, sim!

 

 

Pio XII foi embalsamado pelo seu médico oficial, um oculista homeopata, o Dr. Galleazzi-Lizzi, que vendeu por 400.000 dólares fotos escandalosas do Papa moribundo e o diário de sua doença fatal, violando o segredo médico, ao contar as misérias humanas próprias de um agonizante.O método de embalsamamento usado em Pio XII se revelou à altura desse homeopata inescrupuloso: o cadáver de Pio XII explodiu ao ser levado de Castel Gandolfo para Roma.É o que conta o escritor Antonio Spinola em seu livro Pio XII, l´ultimo Papa, Mondadori, Milano, 1992, (página 372). Lá diz ele:

 

 

"O carro fúnebre que percorreu a Via Appia Nuova, estava já para ultrapassar as abóbadas da Porta de São João, quando se ouviu junto ao féretro um grande estouro. O cadáver, inabilmente embalsamado, havia explodido no caixão, de modo que, apenas chegado a São Pedro, foi necessário submetê-lo secretamente e à toda pressa durante a noite aos tradicionais experimentados métodos de embalsamamento, para consertar, do melhor modo possível, os estragos provocados pelas experimentações do inábil Arquiatra. Alguns guardas nobres desmaiaram pelos miasmas que se desprendiam do cadáver"  (A. Spinola , Pio XII, l´ultimo Papa, Mondadori, Milano, 1992, p. 372).

 

 

 

João XXIII temia que com seu cadáver ocorresse o mesmo, e, por isso, deixou, instruções e ordens para que seu cadáver fosse embalsamado com todas as garantias. A Rádio Vaticana publicou um documento sobre isso. Veja, Frei Rodrigo, como seu engano sobre o milagre da conservação do corpo de João XXIII é desfeito. Portanto, caro Frei Rodrigo, o cadáver de João XXII não permaneceu incorrupto por santidade, mas por ajuda da Química moderna. Apresentar seu corpo intacto, sem informação de que foi preservado quimicamente, induz as pessoas ingênuas a pensar que lá se deu um milagre, o que é falso. Isso não é correto.Há outros pontos que poderiam ser tratados, por exemplo, os elogios de João XXIII a Benito Mussolini, o Duce do fascismo. João XXIII, quando ainda era Arcebispo, embora apenas em carta particular à sua família, elogiou o Duce e o governo de Mussolini, considerando-o guiado por Deus -- o que não é pouco - embora, depois, se tenha se mostrado contrário ao fascismo:

 

 

"Benditos nós na Itália. Desta vez é preciso mesmo dizê-lo: há uma mão que guia o Duce pelo bem dos italianos. Eu creio que Deus queira recompensar governantes e súditos pela paz feita com a Igreja... E é preciso que sejamos reconhecidos a Mussolini. Quantos homens de Estado houve na Itália antes dele! Os Papas sempre estiveram dispostos à conciliação, mas sempre faltou o homem capaz de corresponder a eles da parte do Estado" (Mons. Roncalli -- João XXIII, Carta à família, em 25-XII-39, apud Hebblethwaite, Giovanni XXIII, Rusconi Milano, 1989, p. 230).

 

 

E comentou o historiador, o ex padre Peter Hebblethwaite:

 

 

"Certamente [Roncalli] não foi jamais assim filo facista...nesta data, porém, não é mais um antifascista tão nítidamente como antes... aceita o fascismo, porque é difícil realisticamente se pensarem outras soluções" (Hebblethwaite, Giovanni XXIII, Rusconi Milano, 1989, p. 227).

 

 

Veja você, prezado Frei Rodrigo, que surpresa: João XXIII apoiando o Duce fascista, elogiando Benito Mussolini! João XXIII então apresentou Mussolini como homem guiado por Deus! Suponho que o senhor seja democrata, não é Frei Rodrigo? Que tal saber então que o beato João XXIII elogiou o Duce fascista? Creio que sua devoção joanina não esperava por essa. Quanto ao Modernismo de João XXIII, isso é mais do que conhecido. Ele foi extremamente ligado ao líder dos Modernistas italianos, o Padre Ernesto Buonaiutti, desde os tempos em que ambos eram seminaristas. Buonaiutti foi padrinho de Roncalli em sua ordenação. Como ele foi também amigo do modernista Padre Lambert Beauduin, e do grão mestre da maçonaria Barão Yves Marsaudon, a quem o então Cardeal Roncalli aconselhou permanecer na Maçonaria. Por fim, foi João XXIII que fez o acordo de Metz com a URSS. Por exemplo, nos seminários franciscanos onde se ensina, por vezes, a Teologia da Libertação.

 

 

De modo que, Frei Rodrigo, como católico, e como professor de História, sou obrigado a contar a verdade. E a verdade não suja a boca de ninguém. A verdade liberta, disse-nos nosso Divino mestre. Mas, Frei, a heresia modernista suja as almas, ofende a Deus. Poderia lhe dar muitas outras provas sobre erros de João XXIII e de seu envolvimento com os modernistas, inclusive do processo que ele sofreu acusado de Modernismo em 1914. Mas por hoje, chega, que estou respondendo somente à sua carta, e não escrevendo uma biografia de João XXIII. Que Deus o esclareça, e pois que o mundo precisa de bons sacerdotes, que Nossa Senhora alcance para o senhor as graças mais necessárias para ser um frade santo. Sem ilusões e sem mitos.

 

 

São Luis de Montfort viveu nos séculos XVII e XVIII, pregando o amor à Cruz e a devoção a Nossa Senhora. Esse santo combateu muito o Jansenismo, heresia que dominava o clero francês daquele tempo. Por isso, ele foi muito perseguido pelos padres e Bispos Jansenistas e Galicanos. Muitos nos perguntam como pode padres Bispos, religiosos, leigos e agentes de pastoral apoiar a Teologia da Libertação. Respondo-lhe que os inimigos de Deus e da Fé católica insuflados pelo demônio, sempre procuram infiltrar-se na Igreja para melhor destruí-la a partir de dentro. Foi assim no passado, como é no presente e será no futuro. Por isso Cristo nos preveniu contra os maus pastores que vem disfarçados de ovelhas e, por dentro, são lobos ferozes. No século XVIII, eram os padres e Bispos jansenistas e galicanos que perseguiam São Luis de Montfort e aos que queriam ser fieis a Santa mãe Igreja. Hoje, são os teólogos, Bispos e padres, da Teologia da Libertação, bem como os Cardeais, Bispos e Padres progressistas que tentam destruir a Igreja, atuando dentro dela. Por isso, São Pio X declarou na encíclica Pascendi, que os piores inimigos da Igreja não são os de fora, são os que estão dentro dela. Portanto, todo cuidado, pois, com os lobos travestidos em doces cordeiros, e até cordeiros sinceros, porém, sinceramente equivocados.

 

 


 

VIVA O PAPA!

 

 

Em tempos de crise religiosa e eclesiástica, principalmente quando ela atinge as mais altas autoridades da Igreja, é normal aparecerem duas tentações opostas:

 

1)-A primeira , e a mais grave, é a de revolta contra a autoridade do Papa, que pode levar ao cisma e à heresia.

 

 

2)- A segunda, mais sutil, é a de, por respeito à autoridade, aceitar em silêncio os erros, ou fechar os olhos para os pecados de escândalo em que uma autoridade da Igreja possa a vir a incorrer.

 

 

No fim da Idade Média e no Renascimento, por exemplo, muitos católicos caíram na primeira tentação, aderindo a inúmeras seitas heréticas. Lutero e a Reforma, hoje tão louvados por muitos daqueles que se dizem católicos, levaram ao ápice essa revolta, ao atacarem o próprio papado, sob o pretexto de que havia corrupção em Roma, e muitos Papas daquele tempo eram realmente conhecidos por sua vida escandalosa. Os heresiarcas confundiam a pessoa que estava no sólio de Pedro com o Papado em si mesmo.Tantos foram os inegáveis escândalos de alguns papas desse tempo que entre os teólogos mais importantes se estudou, de novo, a possibilidade de um Papa cair em heresia enquanto pessoa particular, embora nunca enquanto Papa, exercendo o seu ministério "ex-cathedra". São Roberto Belarmino, o grande Doutor da Igreja nessa época, foi um desses teólogos.

 

 

O Concílio Vaticano I, realizado em 1870, proclamou o dogma da infalibilidade papal, estabelecendo que, quando o Papa ensina "ex-cathedra", isto é, como Vigário de Cristo, com o poder dado por Nosso Senhor a São Pedro, ensinando toda a Igreja sobre questões de Fé ou de Moral, com a vontade explícita de definir uma doutrina e condenando a sentença oposta, o Papa é infalível.

 

 

Esse dogma da infalibilidade do Papa, ao qual aderimos do mais profundo de nossas almas, é a garantia de que a Igreja jamais errará. O próprio Nosso Senhor Jesus Cristo, ao dar as chaves a Pedro, lhe disse: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. E Eu te darei as chaves do Reino dos céus. Tudo o que ligares na terra será ligado no céu. Tudo o que desligares na terra, será desligado no céu. E as portas do Inferno não prevalecerão contra ti..." (Mateus 16,18).É sobre essas palavras santíssimas de Nosso Senhor que a Igreja se baseou para proclamar a infalibilidade papal.

 

 

É nisto que se fundamenta a devoção que todo católico deve ter pelo Papa, seja ele quem for. Os inimigos da Igreja sempre quiseram criar confusões acerca desse ponto, ora atribuindo ao Papa enquanto tal, e à Igreja, os pecados em que um Papa pode cair como pessoa particular, ora estendendo a infalibilidade a qualquer ação do Supremo Pontífice.O Papa só é infalível como supremo mestre da Igreja, ao se pronunciar "ex-cathedra", mas isso não o torna impecável pessoalmente. Ao querer confundir infalibilidade com impecabilidade, os inimigos da Santa Sé buscam minar a devoção e a fé que se deve ter na infalibilidade pontifícia.Ao pretender estender a infalibilidade a qualquer ação, discurso ou atitude do Papa, leva-se os fiéis a cair num erro que os porá em grave tentação, quando lhes ficar patente que o Papa, como pessoa particular, erra e ou peca como qualquer um de nós.Não se deve porém, rejeitar a infalibilidade do Sumo Pontífice por causa de seus possíveis pecados ou erros pessoais, nem negar suas possíveis faltas morais por causa do brilho do carisma infalível de sucessor de Pedro. Quanto ao Sumo Pontífice, pois, é preciso sempre ter em mente que ele continua infalível enquanto Papa, mesmo quando pecador enquanto homem, e que ele permanece um homem possivelmente pecador e falível, mesmo sendo Pontífice infalível quando fala "ex cathedra".

 

 

Para ilustrar o que dizemos, convém lembrar como agiu S. João Bosco no início do pontificado de Pio IX. Como se sabe, o Papa do incomparável Syllabus, o Papa da Imaculada Conceição, o Papa que proclamou o dogma da infalibilidade pontifícia, teve no início de seu pontificado, atitudes que muito favoreceram os liberais. Ele anistiou os terrorristas e carbonários presos nos Estados da Igreja, deu uma constituição liberal para esses Estados, nomeou um primeiro ministro liberal; enfim ajudou tanto os revolucionários que Roma se tornou o refúgio de anarquistas, carbonários e revolucionários de todas as gamas e de todos os tipos. Por isso, a Maçonaria fazia gritar pelas ruas das cidades italianas e por todo o mundo: "Viva Pio IX  !!!”

 

 

São João Bosco, que vivia então em Turim, ordenou a seus alunos que jamais gritassem "Viva Pio IX" e sim "Viva o Papa !" . Com isso, D. Bosco desfazia a manobra carbonária.

 

 

Devemos gritar sempre "Viva o Papa", pouco importando o nome daquele que está no trono de Pedro. Seja ele santo ou pecador, devemos manter ao Papa, "doce Cristo na terra", como dizia Santa Catarina de Siena, nossa devoção filial e nossa fidelidade a tudo o que ele ensina, como legítimo sucessor de Pedro e com o poder das chaves.Hoje a compreensão desses princípios é muito necessária, pois somos ameaçados por dois erros opostos com relação ao Papa: o sede-vacantismo e o infalibilismo universal.Nós rejeitamos a ambos.

 

 

Há quem afirme que os últimos Papas, por sua adesão a supostos erros do Vaticano II, Concílio tido por alguns, como meramente pastoral e não dogmático, apesar deste mesmo concílio ter promulgado 4 constituições  dogmáticas: DEI VERBUM (A Palavra de Deus); LUMEN GENTIUM (A Luz dos Povos); SACROSANCTUM CONCILIUM (O Sacrossanto Concílio), e GAUDIUM ET SPES (A Alegria e a Esperança) portanto,alegam alguns que seria um concílio falível (passível de erros) e que, por isso, ninguém está obrigado a aceitar, e teriam portanto, os papas promulgadores e posteriores apoiadores, perdido o seu pontificado, tese esta que não encontra respaldo nem nas sagradas escrituras, nem na história da Igreja, nem na sua tradição, e muito menos em qualquer documento da Igreja.

 

 

Tese temerária, aventureira e imprudente, pois até hoje ninguém a demonstrou com provas claras e irrefutáveis. Essa tese põe os fiéis à beira do cisma, senão dentro dele. De outro lado, os progressistas, que viram algumas de suas idéias dúbias e equivocadas, triunfarem no Vaticano II, procuram impingir aos fiéis católicos esses idéias em sua totalidade, como se fossem dogmas de Fé, o que é absolutamente falso.

 

 

Mais ainda, os defensores do infalibilismo absoluto e universal do Papa procuram fazer com que os católicos julguem qualquer discurso do Papa, até mesmo um simples discurso de acolhida de turistas, uma entrevista, ou uma fala isolada e pessoal do papa, como se fosse um dogma de fé, nivelando um texto pastoral, ou um discurso de cortesia, aos pronunciamentos "ex-cathedra". Isso também nós não podemos aceitar.

 

 

O Papa, não é demais repetir, só é infalível quando ensina "ex-cathedra", ou quando repete os ensinamentos de todos os Papas anteriores (Magistério Ordinário Universal). Fora disso, pode errar. Ter devoção ao Papa é dever de todo católico. Mas o próprio Papa reinante deve ter devoção ao Papado. Também, portanto, todos os papas do Concílio Vaticano, desde São João XXIII, seu idealizador, até o papa atual, tem obrigação de aceitar tudo o que os Papas anteriores a eles ensinaram "ex- cathedra".É, pois, com verdadeira devoção católica à Cátedra de Pedro que exclamamos de toda nossa alma "Viva o Papa ! ", qualquer que ele seja.

 

 

Um dia, Cristo perguntou aos apóstolos: "Quem dizem os homens que eu sou ?" Os apóstolos responderam : "Uns dizem que és Elias, outros dizem que és João Batista que voltou ". E Cristo ainda: "E vós quem dizeis que eu sou ? ". Eles se calaram, não sabendo o que dizer.Não sabiam o que dizer, após terem visto tantos milagres. Não sabiam o que dizer, após terem ouvido tantas verdades.Até que S. Pedro proclamou: "Tu és o Cristo, filho de Deus vivo!"Hoje, Deus nos pergunta: Que dizem os homens que é o Papa? E alguns respondem que ele é um homem comum, outros (hereges incubados de católico), ultrajam-no, dizendo-o que o papa é o anticristo.E nós, quem dizemos que é o Papa?

 

 

“Ele é Pedro redivivo. Ele é, de fato, plenamente, "o doce Cristo na terra". Com Santa Catarina de Siena repetimos essa afirmação tão doce ao nosso coração de católicos, tão cheia de verdade, dessa Verdade que, desde o batismo, é a luz de nossas almas e de nossas vidas.Sim, nós temos certeza. Nós, católicos, somos filhos da certeza. E com a certeza que nos dá a palavra de Cristo e o dogma da infalibilidade papal, firmes sobre a pedra, nós dizemos com toda força de nossas almas: o Papa é Pedro reinando em Roma. O Papa é o vigário de Cristo.

 

 

E quando esse século maldito nos interroga com sua boca atéia ou com sua língua progressista; quando ele, sorrindo irônico, duvida de nossa fé; quando nos ameaça e nos interroga, dizendo: "E quem é o Papa ?", com ufania lhe respondemos que ele é nosso Pai na Fé !

 

 

 

Depois de séculos de santidade gerada pela Igreja e por sua doutrina, infalivelmente repetida pelos papas de todos os tempos; após dois mil anos de milagres, como não saber responder a esta pergunta que o mundo, hoje, nos faz com insolência: "E quem é o Papa? " O Papa é a Rocha sobre a qual Nosso Senhor edificou a sua Igreja. E quando esse século subjetivista e relativista, sem convicções, que de cada pseudo-cientista, ou de cada guru faz um "papa" infalível, repele os Papas do passado e do presente, porque pensa que tudo evolui, nós lhe respondemos que passarão os céus e a terra, mas as palavras do Papa, falando "ex-cathedra" jamais passarão.

 

 

Disse um poeta, que é fácil acreditar na luz, ao meio dia. Difícil é crer no sol, à meia noite.Era fácil acreditar e ter verdadeira devoção ao Papa, quando em Roma reinavam São Gregório VII, Pio IX ou São Pio X. Difícil foi manter a verdadeira fidelidade e a verdadeira devoção ao Papa, em Avignon, ou no tempo do Grande Cisma do Ocidente, ou na corte de Roma renascentista.Difícil ainda mais é manter fidelidade à Igreja e a verdadeira devoção ao Papa, nestes dias de trevas, durante o eclipse do sol católico, causada pelos relativistas e progressistas com suas achologias, relativizando os dogmas proclamados solenemente pela Igreja, e absolutizando seus próprios dogmas pré fabricados.

 

 

É pois em meios às trevas modernistas do Vaticano II, odiados e incompreendidos pelos que erram à esquerda, e mesmo à direita, que proclamamos com Fé: Nós cremos na Igreja Una, Católica Apostólica e Romana. Nós cremos no Papa! Viva o Papa ! Viva o Papa, doce, doce Cristo na terra !!!

 

In Corde Jesu, semper,

 

Orlando Fedeli - MONTFORT Associação Cultural

 

 


É falsa a frase atribuída a Pio IX de: “Se um futuro Papa ensinar algo contrário à Fé Católica, não o sigam.”

 

 

Os Rad-Trads vira e mexe aparecem com uma frase falsamente atribuída ao Papa Pio IX a um tal de bispo Brinzen, dizendo: “Se um futuro Papa ensinar algo contrário à Fé Católica, não o sigam.” - Pio IX, Carta ao Bispo Brizen, citado em “In His Name”, E. Christopher Reyes, 2010

 

 

ATENÇÃO: “ESTA FRASE É FALSA!”

 

 

Esta suposta frase de Pio IX vez por outra circula na internet como se fosse autêntica. Mas não é o que parece. Provavelmente trata-se de uma citação espúria. As páginas tradicionalistas fazem referência ao livro de Christopher Reyes, In His Name (2010).Para começo de conversa, este é um livro anticristão, que não pode ser usado como fonte fidedigna para nada. Vejamos o que diz:

 

 

“Hoje, o Vaticano, em toda a sua glória, em toda a sua magnificência, em toda a todo o seu esplendor, se destaca como um tributo à grandeza esmagadora dos crimes da Igreja, em sua busca pela dominação do mundo. Sua história velada em chavões religiosos para apaziguar as massas ignorantes que muitas vezes sabem pouco ou nada sobre os crimes hediondos cometidos em nome de Jesus Cristo, seu Deus e Salvador...”

 

 

Nenhum católico sério iria referenciar uma citação a partir de uma obra de revanchista e não católica, que justamente está atacando a Igreja em seu conteúdo. O primeiro a levantar essa frase foi o Rev. Dominique Boulet da FSSPX, num escrito de 2004 contra o sedevacantismo. Dominique Boulet ao lado dessa frase levantou outras, e em todas elas ele usou como fonte ou livro posto no Índice de livros proibidos por S. Pio X (Viollet teólogo, Infalibilidade Papal e a Syllabus,1908 ) ou outra, num livro anti-católico chamado: Vigários de Cristo, o Lado Negro do Papado, por . Peter De Rosa (p. 204).A página do último assim expressa uma fraudulenta citação de Papa Adriano VI († 1523):

 

 

“If by the Roman church you mean its head or pontiff, it is beyond question that he can err even in matters touching the faith. He does this when he teaches heresy by his own judgement or decretal. In truth, many Roman Pontiffs were heretics. The last of them was Pope John XXII [1316-1334].”

 

 

 

QUESTIONAMENTOS QUE SE FAZEM NECESSÁRIOS:

 

 

 

-Devemos levar a sério estes “Rad Trads” que estão usando livros CONTRA O PAPADO, feitos por pessoas suspeitas como ateus, protestantes e sedevacantistas?

 

-Do ponto de vista moral, será lícito espalhar tal citação, tendo em vista as fontes suspeitas de onde ela foi retirada?

 

-E afinal, quem é esse tal Bispo Brizen? Ora, um bispo que chegou supostamente a receber uma carta do próprio Papa Pio IX, não teria vasta bibliografia sobre ele? Não teria, pelo menos, um site falando de sua pessoa?

 

 

Todas essas informações nos levam a suspeitar da veracidade dessa citação. Sem falar que o conteúdo dela é totalmente errôneo. Um Papa legitimamente eleito, nunca irá ensinar oficialmente em algum documento algo contra a fé. É certo que o Magistério puramente autêntico e não dogmático, pode ter sim certas deficiências em um ou outro ponto, que precise maior aprofundamento e esclarecimento, mas é falso presumir disto que ele pode ser herético (contra a fé). Isso é contrário a segurança devida aos ensinamentos Magisteriais.

 

 

Segue-se algumas citações:

 

 

1)-Carta de Ratzinger a Dom Marcel Lefebvre 28 de julho de 1987:

 

 

“Sustentado pelas promessas de Cristo, ele [o Papa] nunca poderá pôr em oposição na Igreja o seu Magistério autêntico e a Santa Tradição”.

 

 

2)-Michael Schmaus

 

 

“Não há, pois, perigo de que o poder papal se converta em perdição da Igreja, como acreditou Lutero. Tampouco causará jamais uma ruptura da tradição na Igreja, já que deve precisamente proteger, guardar, cuidar e transmitir a herança confiada por Cristo à Igreja, isto é, de sua inseparável união com Cristo crucificado e ressuscitado.” (Teologia Dogmática, IV. A Igreja, pág. 467, Madrid, 1960)

 

 

3)-Santo Tomás

 

 

"Ademais a Igreja universal não pode errar: porque aquele que em todas as coisas foi ouvido por sua reverência, disse a Pedro, sobre cuja confissão foi fundada a Igreja: Eu roguei por ti, para que tua fé não desfaleça. Mas a Igreja universal aprova as indulgências: logo as indulgências tem valor diante de Deus" (In Sent. IV, D. 20, Q. 1. A.3)

 

 

FONTES DE CONSULTAS:

 

 

-http://www.montfort.org.br/bra/cartas/papa/20050813141959/

 

-http://www.montfort.org.br/bra/veritas/papa/vivaopapa/

 

-http://www.montfort.org.br/bra/cartas/papa/20050916174213/

 

 

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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