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Novo bispo de Mossoró, Dom Francisco de Sales, compartilha reflexões de fé

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 29 de janeiro de 2025 | 11:58


(foto reprodução)

 

 

Dom Francisco de Sales e as palavras escritas na iconografia do silêncio da Mãe de Jesus



por José Dias Neto - 17 de abril de 2022 



Na minha trajetória como comunicador tive muitas experiências marcantes. Entrevistas, coberturas especiais, eventos renomados, enfim, fatos que marcam a atuação de todo e qualquer profissional e deixam marcas na mente e no coração. Uma das mais emocionantes páginas da minha memória, ocorreu em setembro de 2016: posse do novo bispo da Diocese de Cajazeiras, o nordestino que morava em Roma, Dom Francisco de Sales, nomeado pelo Papa Francisco para suceder o estimado Dom José Gonzáles.





Educado em princípios cristãos católicos e sob fortíssima influência de minha avó, aprendi desde cedo a participar das celebrações e movimentos da Santa Igreja. Os anos se passaram, e no rádio, como operador de áudio, era responsável técnico do programa ‘A Voz do Pastor’, apresentado todas as quintas, pelo então bispo da Diocese de Cajazeiras, Dom José. Eu selecionava as músicas, os trechos específicos e sentia prazer em ajudar no processo de evangelização através da Rádio Alto Piranhas naquele horário. Até hoje guardo comigo as lembranças e presentes que recebi de Dom José quando o mesmo retornava das viagens oficiais. 



Recordo que a renúncia do espanhol, radicado há décadas no Brasil, me causou espante e emoção, era como que um amigo tivesse que se distanciar abruptamente. Recordo da entrevista coletiva na Capela Episcopal e do choro do bispo. Aquele homem durão, desabou em lágrimas, ao anunciar que o Papa havia aceitado sua renúncia, após completar 75 anos de idade. 



A partir da renúncia de Dom José Gonzáles, a expectativa de todos era saber quem ocuparia tão importante cargo no interior da Paraíba: a centenária Diocese de Cajazeiras.



Depois de muita especulação, finalmente, os diocesanos foram surpreendidos com a decisão do Papa Francisco em nomear o frade Francisco de Sales, até então Secretário-Geral da Ordem dos Frades Carmelitas, em Roma, para ser o novo bispo da Diocese de Cajazeiras. Todos estávamos ansiosos para sua chegada, para conhecer e recepcionar o novo bispo. No dia de sua chegada, como repórter da TV Diário do Sertão, acompanhei todo percurso. Do Sítio Balanço de Cachoeira dos Índios, na divisa dos estados do Ceará com a Paraíba, até as últimas cerimônias daquele dia, celebradas nos territórios da Catedral Nossa Senhora da Piedade e Matriz Nossa Senhora de Fátima, em Cajazeiras. Como repórter, mas antes de tudo como cristão católico, foi um dos dias mais emocionantes que vivi. As demonstrações de carinho, os abraços, os chapéus retirados em sinal de respeito e acenos lacrimosos, marcam a minha memória afetiva. Ainda hoje, tanto tempo depois, lembrar disso, fortalece minha fé.



Tempos depois da festa de recepção, tive oportunidade de encontrá-lo no Palácio Episcopal, pessoalmente, pela primeira vez, frente a frente. Diante dos belíssimos ícones, vi um homem de fé e firmeza em palavras e atos. Naquele dia, recebi dele, um ícone de Nossa Senhora do Silêncio, que guardo comigo até hoje. Atrás daquele ícone impresso em papel fotográfico, à mão, o bispo escreveu uma oração-orientação para a minha vida. Letras unidas formando palavras e tocando o coração para impulsionar à ação.




Em suas homílias, Dom Francisco de Sales [quase sempre] traz um pensamento de São João Crisóstomo – bispo e doutor da Igreja!









São João Crisóstmo foi um santo e doutror da Igreja primitiva, que dedicou sua vida à pregação, e através de palavras e atos revelava os dons de orador e sua profunda cultura. Se os santos são janelas que nos revelam Deus, talvez seja através da pregação inspirada nos inscritos de São João Crisóstomo [chamado assim, porque do grego Crisóstomo significa Boca de Ouro], o bispo diocesano de Cajazeiras, deseje revelar para todos o mistério de seguir à Deus e fazer sua santa vontade em nossos caminhos marcados pela incompletude. São João Crisóstomo nasceu em Antioquia, c. 347 e faleceu em Comana Pôntica, 14 de setembro de 407. Foi um arcebispo de Constantinopla e um dos mais importantes patronos do cristianismo primitivo. É conhecido por suas poderosas homilias, por sua habilidade em oratória, por sua denúncia dos abusos cometidos por líderes políticos e eclesiásticos de sua época, por sua "Divina Liturgia" e por suas práticas ascetas. O epíteto Χρυσόστομος ("Chrysostomos", em português "Crisóstomo") significa "da boca de ouro" em língua grega e lhe foi dado por conta de sua lendária eloquência. O título apareceu pela primeira vez na "Constituição" do papa Vigílio em 553, sendo João Crisóstomo considerado o maior pregador cristão da história. As igrejas ortodoxas e católicas orientais veneram-no como santo e como um dos Três Grandes Hierarcas, juntamente com Basílio, o Grande, e Gregório Nazianzeno. A Igreja Católica também o proclamou Doutor da Igreja. As igrejas de tradição ocidental, incluindo a católica, algumas províncias da Comunhão Anglicana e partes da Igreja Luterana comemoram sua festa em 13 de setembro. As restantes igrejas luteranas e províncias anglicanas o fazem na data tradicional no oriente ortodoxo, 27 de janeiro. A Igreja Ortodoxa Copta de Alexandria também reconhece Crisóstomo como santo. Entre suas homilias, oito dirigidas aos cristãos judaizantes, as quais ainda geram controvérsia por causa do impacto que provocaram no desenvolvimento do antissemitismo cristão




Neste Domingo de Páscoa, celebrando a vitória da Vida, rendo graças a Deus pela vida de Dom Francisco de Sales. Que a Virgem Maria fortaleça seu sim ao chamado divino, para que ele continue pastoreando o território que o próprio Cristo reservou.Como operário da vinha e pastor do rebanho, ele nos conduz até Vós, exortando-nos na fé e testemunhando amor e obediência a Vós e a Vossa Igreja. Conceda-lhe, Senhor, a graça de continuar firme na missão, agindo constantemente ‘in persona Christi’. “Eu estou no meio de vós como aquele que serve” (Lc 22,27).





(foto reprodução)





UM POUCO DA BIOGRAFIA DE Dom Francisco de Sales Alencar Batista





Lema episcopal: "SICUT QUI MINISTRAT" (Como aquele que serve)





Dom Francisco de Sales Alencar Batista nasceu em 17 de abril de 1968 em Araripina, no Estado de Pernambuco. Fez a profissão religiosa na Ordem dos Frades Carmelitas em janeiro de 1988 e foi ordenado sacerdote em 29 de novembro de 1995. Estudou Filosofia no Instituto Salesiano de Filosofia (INSAF), em Olinda-PE, e Teologia no The Milltown of Theology and Philosophy, em Dublin (Irlanda). Licenciou-se em Teologia Espiritual no Pontifício Instituto de Espiritualidade Teresianum de Roma.No decorrer do seu ministério sacerdotal, desempenhou os seguintes cargos: formador dos estudantes de Filosofia; Reitor da Basílica do Carmo em Recife; Pároco; Conselheiro e Prior Provincial da Província Carmelita de Pernambuco; Vice-Prior da Comunidade do Colégio Internacional “Sant’Alberto” em Roma. Atualmente, é Secretário-Geral da sua Ordem em Roma.


 

Fonte: https://blogdojose.diariodosertao.com.br

 

 

Mensagem de Dom Francisco, novo bispo da Diocese de Mossoró-RN



Postado em 18 Nov 2023 | REDAÇÃO


 

(foto reprodução)




O bispo eleito da Diocese Santa Luzia de Mossoró, dom Francisco de Sales Alencar Batista, publicou mensagem à comunidade catórica logo após ter sido nomeado pelo papa Francisco  neste sábado, 18 /11/2023.Leia a mensagem de bom Francisco de Sales Alencar à comunidade católica de Mossoró:




À DIOCESE DE SANTA LUZIA DE MOSSORÓ



Caríssimos irmãos e irmãs. Com o coração carregado de sentimentos contrastantes ao abraçar a nova missão que me foi confiada pelo Santo Padre, transferindo-me da Diocese de Cajazeiras para Diocese de Santa Luzia de Mossoró, coloco mais uma vez a minha vida nas mãos de Deus ao acolher este novo chamado. Primeiramente, agradeço ao Senhor por Ele me ter concedido a graça do aprendizado da missão episcopal na Igreja particular de Cajazeiras, à qual sou e serei imensamente devedor. Se algo de mim aqui deixarei, não obstante as minhas fragilidades, como fruto de minha presença e serviço nesta Igreja local, muito mais levarei comigo em experiência, fidelidade provada, amadurecimento na fé e consciência da missão que o Senhor me confiou. 




Estes frutos, aqui saboreados sob o olhar da Mãe da Piedade, fazem-me viver a minha vocação em atitude de serena disponibilidade e prontidão e me permitem declarar, sem reservas, o meu entranhável amor pela Igreja, de quem sou filho e servidor.



Com afeto paterno e pastoral, dirijo-me neste dia ao santo povo de Deus da Diocese de Santa Luzia de Mossoró que, a partir deste momento, acolho no meu coração como a nova porção eleita da Igreja confiada aos meus cuidados pastorais. Com sentimentos de viva caridade, gostaria de abraçar o meu predecessor, Dom Mariano Manzana, como também cada sacerdote, diácono, religioso ou religiosa, seminarista; os cristãos leigos e leigas que se doam na missão evangelizadora; todo fiel batizado que, na simplicidade, busca viver e testemunhar a sua fé; cada instituição da diocese na pessoa de seus gestores e colaboradores; os pobres aos quais pertencem, por bem-aventurança, o Reino; por fim, cada pessoa que busca o Senhor de coração sincero e aqueles que necessitam ser alcançados pela luz redentora de Cristo Jesus.



Insiro-me doravante como instrumento, pastor e servidor, nesta grande sinfonia eclesial que é diversa em seus acordes e movimentos, porém cadenciada pelas notas da comunhão, da complementariedade e da unidade, através das quais se manifesta a harmonia e a sinergia do Corpo de Cristo, no mistério de sua beleza única, que pode ser contemplada, tocada e experimentada, de forma singular e plena, na Diocese onde habitamos, vivemos a nossa fé e servimos na missão evangelizadora.




A Diocese de Santa Luzia, com a sua geografia humana, cultural, espiritual e pastoral é o lugar que Deus designou para que juntos continuemos a viver a experiência da “Igreja encarnada num espaço concreto, dotada de todos os meios de salvação dados por Cristo, mas com um rosto local” (EG 30). Consciente desta verdade, aproximo-me de vocês, meus caríssimos diocesanos, com os pés descalços, como um peregrino sedento de conhecimento e marcado pelo desejo sincero de encontrar-lhes, para caminharmos juntos. 



Desejo estar doravante no meio de vocês “como aquele que serve” (Lc 22, 27), disponível, mais uma vez, e com renovado vigor, a doarme por inteiro ao Senhor e à missão que me foi confiada.




Por isso, com profundo respeito e agradecimento acolho a história da Igreja particular de Mossoró e nela me insiro, como um discípulo, um aprendiz em busca, disponível à escuta, ao diálogo, à proximidade com as pessoas, com profunda reverência à memória e ao testemunho daqueles que chegaram antes de mim e consumiram suas vidas, dedicando tempo e paixão à proclamação do Evangelho e à edificação da Igreja.



Tenho a convicção de que todos nós somos instrumentos, colaboradores e continuadores de uma obra que não é nossa e que tem o Espírito Santo como seu protagonista. Esta certeza me faz seguro de não estar sozinho na missão que agora abraço, pois os vínculos que nos unem, em razão de nossa comum vocação de batizados e de nossa pertença a um único Corpo, colocam-nos todos, de mãos dadas e em caminho, ativos na construção da comunidade eclesial, a partir do dom que cada um recebeu.



Neste tempo no qual somos estimulados a redescobrir a sinodalidade como nota constitutiva da natureza da Igreja, forma e dinamismo de sua presença e missão, insiro-me neste caminho, e com ele comprometido, coloco-me junto à Porção do povo de Deus a mim confiada, para viver a fraternidade evangélica na caridade pastoral, como primeiro servidor da comunhão, consciente de que a Igreja particular é o lugar mais próximo onde a sinodalidade pode ser exercitada como compromisso de todos. Um compromisso que requer atividade, que pressupõe o esforço e o trabalho da vontade, que exige capacidade de sinergia e a sintonia do desejo, para que a sinodalidade não seja uma ideia, mas realidade efetiva e atual na vida de nossa Igreja.




Este caminho de conversão pastoral, nós percorremos juntos, tendo como referencial o Concílio Vaticano II, que continua a ser “uma bússola que permite que a nave da Igreja navegue em mar aberto, em meio a tempestades ou na calma, com a certeza de chegar à meta" (Bento XVI). Peço, pois, a oração de todos para que a minha presença entre vocês, como princípio de comunhão e de unidade (cf. LG, 23), seja construída e vivida na simplicidade e na caridade, que não me faltem a compaixão e a compreensão, a firmeza e a confiança no Senhor, a luz da sabedoria e a força para servir como discípulo e pastor. 








Que o sal tão fecundo nesta terra, e a luz do sol que nela brilha tão intensa, sejam para nós apelo e inspiração no caminho da fidelidade ao Evangelho que juntos iremos percorrer pelo tempo que Deus nos conceder.



Confio esta nova estação da minha missão pastoral à proteção da Virgem Mãe da Igreja e à intercessão de Santa Luzia, pedindo ao Senhor que “nos dê a todos a graça da luz”, para caminharmos juntos como filhos e filhas da luz, fiéis em nossa missão, ao encontro da Luz sem ocaso, Jesus Cristo, Senhor nosso! Que Ele nos abençoe neste nosso caminhar, faça-nos contemplar o seu rosto e nos conceda a sua paz.



Dom Francisco de Sales Alencar Batista, O. Carm.

Bispo Eleito de Mossoró.



Fonte: defato.com/mossoro









"Onde há esperança, há vida! Caminhemos como peregrinos de Deus".  D. Francisco Sales fez esta declaração na abertura do Jubileu de 2025 em Mossoró -RN.







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Anônimo
30 de janeiro de 2025 às 11:27

Bendito aquele que vem em nome do Senhor! Seja bem vindo D. Francisco Sales!

Anônimo
4 de fevereiro de 2025 às 18:57

Gostei da frase!

"Onde há esperança, há vida! Caminhemos como peregrinos de Deus". D. Francisco Sales

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Blog educativo e formativo inspirado em 1Pd 3,15, dedicado à defesa da fé e à evangelização. Nele somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6) e que sua Igreja é a coluna e sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja. Nossa Visão: ser um espaço de evangelização que ilumina também os campos social, político e econômico, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que afastam de Deus. Áreas de Estudo: Teologia: mãe de todas as ciências. Filosofia: base da razão e da reflexão. Política: análise crítica de governos e ideologias à luz da fé. Economia: princípios éticos e cristãos aplicados à vida financeira. Rejeitamos uma imagem distorcida e meramente sentimentalista de Deus, proclamando o verdadeiro Deus revelado em Jesus Cristo. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória” (Sl 115,1).

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