por *Francisco José
Barros de Araújo
Bispo
Dom Azcona: "Os índios são tão pecadores como nós! E precisam da Salvação
de Cristo!”
As palavras de Dom José Luis Azcona, conhecidas por sua lucidez missionária e por sua fidelidade ao Evangelho, ecoam como um chamado necessário num tempo em que alguns discursos tentam transformar os povos indígenas em categorias ideológicas ou em símbolos de pureza moral. Porém, Dom Azcona recorda uma verdade essencial da fé cristã: ninguém está acima ou fora da condição humana ferida pelo pecado.
A Sagrada Escritura é absolutamente inequívoca:
“Porque TODOS pecaram e estão privados da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, por meio da redenção realizada em Cristo Jesus.”(Rm 3,23-24)
Essas palavras não se aplicam apenas às cidades, às sociedades modernas ou ao homem ocidental; aplicam-se também — e igualmente — aos povos indígenas. A mensagem apostólica não conhece exceções antropológicas. A universalidade do pecado é o fundamento da universalidade da redenção.
Entre os povos originários, assim como entre nós urbanos, encontramos as mesmas fragilidades humanas: há ladrões, pessoas invejosas, adúlteros, violentos, infanticidas, dependentes do álcool, pessoas que atentam contra a própria vida. Há etnias que historicamente exterminaram outras etnias, povos que dominaram, escravizaram ou humilharam povos vizinhos. Nada disso diminui sua dignidade, mas apenas confirma aquilo que a Revelação sempre ensinou: o pecado é uma realidade universal, que atravessa todas as culturas e todos os tempos.
Por isso, negar aos indígenas a condição humana real — com sua grandeza e suas misérias — é não apenas ingênuo, mas profundamente antievangélico. É tratá-los como “super-homens”, como seres moralmente superiores que não necessitam de salvação, conversão, arrependimento ou perdão. Mas se Cristo morreu por todos, então ninguém está fora do alcance de Sua graça — e ninguém deve ser privado dela por motivos ideológicos. Ao contrário: privar os indígenas do anúncio direto de Cristo, de Sua cruz, de Seu chamado à conversão, é privá-los justamente daquilo que mais dignifica o ser humano. Evangelizar não é destruir culturas, mas libertar consciências; não é apagar identidades, mas iluminá-las com a verdade que salva. Como ensina Dom Azcona, com a clareza de quem conhece profundamente a realidade amazônica:
“A Igreja existe para evangelizar; o Sínodo existe para evangelizar! E o que levamos para evangelizá-los? Cristo! E Cristo crucificado!”
Nenhum projeto antropológico, ecológico, social ou político — por mais bem-intencionado que seja — pode substituir o núcleo da missão apostólica: anunciar Jesus Cristo, único Salvador da humanidade inteira, inclusive dos povos indígenas. A verdadeira defesa dos povos originários não consiste em idealizá-los ou isolá-los num pedestal cultural intocável, mas em proclamá-los aquilo que realmente são:
-Apenas seres humanos amados por Deus, feridos pelo pecado e chamados à plenitude da vida em Cristo.
-Somente assim a dignidade plena desses povos é reconhecida.
-Somente assim sua história e sua cultura são assumidas na luz da verdade.
-Somente assim lhes é oferecido aquilo que Deus reservou “para todos os povos”: a salvação em Seu Filho.
VEJA o video e ouça AS PALAVRAS DE D. ASCONA
NO LINK ABAIXO:
https://www.youtube.com/watch?v=QfSrVw0cENY
Embora o anel de tucum tenha sido, em sua origem, um objeto simples criado para simbolizar o matrimônio entre escravos e populações indígenas — povos que não dominavam a metalurgia e, portanto, recorriam a materiais naturais para representar alianças familiares —, sua utilização contemporânea recebeu uma carga simbólica muito diferente.
Hoje, em determinados ambientes cristãos progressistas e correntes políticas ideologicamente alinhadas à Teologia da Libertação, o anel converteu-se em um emblema de suposto “compromisso com as causas populares”, frequentemente vinculado a narrativas de luta de classes, resistência e denúncia social. Contudo, entre católicos mais esclarecidos, o uso desse anel suscita resistência e até repúdio, sobretudo pelo vínculo explícito que muitos de seus defensores mantêm com a Teologia da Libertação de orientação marxista, censurada e corrigida em dois importantes documentos magisteriais do período pós-conciliar: a Libertatis Nuntius (1984) e a Libertatis Conscientia (1986). Diversos autores espirituais e teólogos observam que o anel de tucum, apesar de parecer símbolo de simplicidade, se converteu, na prática, em uma forma de ostentação de pobreza — e ostentar virtude é justamente aquilo que anula a própria virtude.
Além disso, o anel de tucum, assim como o anel preto ou o anel de coco, adquiriu em ambientes urbanos novas camadas de significado, algumas completamente alheias ao universo religioso. Em certos círculos sociais, principalmente na cultura pop e nos códigos informais de comunidades LGBTQ+, o uso do anel preto em determinados dedos passou a ser interpretado como sinalização de identidade ou orientação. Há quem diga que mulheres usando o anel preto no polegar estariam indicando ser lésbicas; outros sustentam que homens usando o anel preto na mão direita poderiam insinuar pertencimento a algum grupo específico. Porém, é importante ressaltar: não existe consenso. Esses códigos são fluidos, variam com o tempo e com cada comunidade, e muitas vezes são baseados mais em rumores culturais do que em convenções sólidas. Em síntese, o anel de tucum não possui um único significado, tampouco um padrão fixo de uso. Ele se tornou um símbolo multifacetado, apropriado e ressignificado por diversos grupos para finalidades completamente diferentes — religiosas, políticas, identitárias ou meramente estéticas. E exatamente por isso, seu uso exige discernimento: o mesmo objeto que para alguns representa pobreza, compromisso social ou engajamento político, para outros representa apenas moda urbana, pertencimento a uma comunidade ou até mesmo nada além de uma peça artesanal agradável aos olhos.
O anel também tem uma significação em meio a comunidades que relacionam o uso do anel à "orientação sexual"
O anel de tucum — ou simplesmente o anel preto artesanal — ultrapassou há muito tempo o universo religioso e político. Em ambientes urbanos, digitais e culturais, ele passou a assumir novas camadas simbólicas, especialmente relacionadas a identidade, sexualidade e códigos de sinalização social. Essas interpretações nada têm a ver com o sentido indígena original, nem com a apropriação ideológica de setores cristãos progressistas; surgem, antes, de convenções espontâneas formadas em comunidades específicas, sobretudo em fóruns online.
A seguir, algumas das mais conhecidas interpretações contemporâneas do uso do anel de tucum:
1) Sinalização entre pessoas assexuais - A partir de aproximadamente 2005, membros da comunidade assexual discutiram, no fórum AVEN (Asexual Visibility and Education Network), a possibilidade de adotar um símbolo discreto que facilitasse o reconhecimento mútuo entre pessoas assexuais. Após longo debate, chegou-se ao consenso de utilizar um anel preto no dedo médio da mão esquerda. Essa convenção não exige especificamente o uso do anel de tucum, mas no Brasil ele se tornou uma opção frequente devido ao preço acessível e à facilidade de encontrá-lo. Assim, para muitos assexuais, o anel preto funciona como um sinal silencioso de identidade — embora não seja universal e nem todos os assexuais o utilizem.
2) Sinalização entre praticantes do “swing” - Curiosamente, no mesmo fórum foram relatadas coincidências simbólicas: o anel preto no dedo médio também é interpretado por alguns grupos como indicação de que a pessoa é adepta do swing ou está aberta a esse tipo de relacionamento. Essa interpretação não é oficial, tampouco amplamente difundida, mas circula em determinados nichos e fóruns de comportamento sexual alternativo. Trata-se de um exemplo claro de como um mesmo símbolo pode ter significados totalmente distintos, dependendo da comunidade observada.
3) Identificação lésbica ou sinalização de interesse entre mulheres - Há, ainda, relatos na internet de que algumas mulheres utilizam o anel preto — ocasionalmente o anel de tucum — no polegar, como forma discreta de sinalizar interesse em outras mulheres. Não se sabe ao certo a origem desse código; ele não faz parte das bandeiras oficiais do movimento LGBTQIA+ e tampouco possui registro histórico consistente. Ainda assim, a prática aparece em blogs, fóruns e depoimentos pessoais como uma forma sutil de identificação dentro de certos ambientes urbanos.
A multiplicidade de usos do anel preto — assexualidade, swinger, lesbianidade, moda alternativa, símbolo político da Teologia da Libertação, ou simples acessório artesanal — evidencia como um mesmo objeto pode ser ressignificado infinitamente, moldando-se a necessidades, identidades e discursos diversos. Exatamente por isso, o uso do anel de tucum hoje não comunica uma mensagem única, e muitas vezes gera confusão simbólica, sobreposição de significados e até interpretações equivocadas.
Professor
Felipe Aquino fala sobre: “O perigo do anel preto de tucum para a fé católica!”
– Veja no link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=-9BCdH3g12k
10 Erros da Teologia da
Libertação segundo o Papa Bento XVI
Temos recebido inúmeras perguntas sobre o que é, de fato, a Teologia da Libertação (TdL) de orientação marxista — suas raízes, seus equívocos e os motivos de suas advertências por parte do Magistério. Felizmente, o então Cardeal Joseph Ratzinger, posteriormente Papa Bento XVI, dedicou-se a estudar profundamente o fenômeno e escreveu diversos textos, livros e instruções doutrinais que esclarecem com precisão os erros centrais dessa corrente teológica.
A seguir, apresentamos um resumo em 10 pontos, fiel ao pensamento de Bento XVI, para que qualquer católico possa compreender em linguagem simples e direta por que a Teologia da Libertação marxista não é compatível com a fé da Igreja. As frases entre aspas são citações diretas de Bento XVI:
1. A substituição da “salvação” pela “libertação” política - “A TdL substituiu a palavra ‘salvação’ por ‘libertação’, aplicada em cunho político.” Segundo Bento XVI, a teologia marxista propõe resolver o problema da injustiça social não pela conversão do coração, mas pela mudança revolucionária das estruturas, consideradas intrinsicamente más. A luta, portanto, não seria espiritual, mas política, pois seriam as estruturas que sustentam o pecado e a opressão.
2. A salvação deixa de vir de Cristo e passa a ser um processo político-social: “Para a TdL, a salvação tornou-se um processo político, para o qual a filosofia marxista… oferecia as diretrizes essenciais.” Aqui está o ponto central: a salvação já não vem de Deus, mas é um projeto humano e histórico. A esperança cristã é reduzida a um plano meramente prático, como se a redenção fosse obra exclusiva da ação revolucionária.
3. O homem se torna o próprio salvador — anulando a Cruz de Cristo: "Quando a política substitui a graça, Cristo deixa de ser o Redentor". A TdL marxista anula a dimensão sobrenatural da fé, esvazia os sacramentos, e reduz mandamentos e moral cristã a instrumentos ideológicos. É o triunfo da secularização dentro da própria teologia.
4. Trata-se de uma subversão total do cristianismo: “A TdL não entra em nenhum esquema de heresia até hoje existente; é a subversão radical do Cristianismo.” Não é apenas uma doutrina parcial equivocada: é uma reinterpretação completa, que fere a identidade da fé em sua raiz e exige, segundo Ratzinger, uma reação urgente.
5. A TdL cria uma nova hermenêutica que transforma tudo na Igreja: “A TdL se concebe como nova forma de compreensão do cristianismo na sua totalidade.” Por isso, modifica liturgia, catequese, moral, hierarquia, missão e estrutura eclesial. Nada fica intacto. É uma refundação ideológica disfarçada de teologia.
6. Usam palavras da Igreja, mas com outro significado: “Os teólogos da libertação continuam a usar grande parte da linguagem da Igreja… em chave nova.” Isso confunde os fiéis: escuta-se “Reino de Deus”, “povo”, “justiça”, “libertação”, mas essas palavras não querem mais dizer o que a Igreja sempre ensinou. É uma mudança semântica usada para infiltrar conteúdo marxista sob aparência católica.
7. A “experiência” da comunidade substitui o Magistério: "A comunidade passa a “interpretar” os acontecimentos e gerar sua “práxis” - “Povo” torna-se um conceito oposto ao de “hierarquia” — e o Reino de Deus deixa de ser espiritual e universal, para se tornar partidário e militante". Surge aqui o famoso “povo oprimido” contra “instituições opressoras”, uma leitura puramente sociológica e ideológica da fé.
8. A história substitui Deus — e o Magistério é visto como inimigo: “A TdL vê no Magistério… uma instância inimiga do progresso.” - Bento XVI observa que, para a TdL, a história toma o lugar de Deus: o progresso político é visto como revelação. A verdade eterna torna-se “idealismo”, e o Magistério é tratado como obstáculo. É o triunfo do historicismo revolucionário.
9. A interpretação revolucionária da Escritura e dos sacramentos: "O Êxodo vira símbolo da luta de classes; o mistério pascal é reduzido a gesto revolucionário; a Eucaristia se torna mero banquete comunitário". A transcendência desaparece e a liturgia vira ato político, não ato de adoração.
10. A verdade é reduzida à práxis — ação se torna a única doutrina: “A ação é a verdade… A práxis torna-se a única ortodoxia.” - Se a verdade é aquilo que funciona politicamente, então não há mais fé, nem dogma, nem moral: só militância. Isso destrói qualquer fundamento cristão.
Os 10 pontos acima mostram com clareza o diagnóstico de Bento XVI: a Teologia da Libertação marxista não é simplesmente uma “opção preferencial pelos pobres” — que é legítima e evangélica —, mas uma reinterpretação revolucionária da fé, que subordina o Evangelho à ideologia e coloca a luta de classes no lugar de Cristo.
O que é "libertação" segundo o Magistério da Igreja?
Se o marxismo — tantas vezes condenado pelos papas — é materialista, ateu, baseado na luta de classes e historicamente responsável pela supressão de liberdades, perseguição religiosa, estatização forçada e pela morte de mais de 100 milhões de pessoas (como documenta O Livro Negro do Comunismo, de Stéphane Courtois e outros), como poderia essa ideologia servir de alicerce para uma teologia cristã? Essa é justamente uma das grandes distorções denunciadas pelos pontífices: transformar o Evangelho em instrumento de luta político-revolucionária, reduzindo a salvação à mera mudança estrutural.
Para a Igreja, a verdadeira libertação não nasce
de ideologias humanas, "mas da graça redentora de Cristo". Por isso, o Papa Paulo
VI define com precisão:
“Como núcleo e centro da sua Boa Nova, Cristo anuncia a salvação, esse grande dom de Deus que é libertação de tudo aquilo que oprime o homem, e que é libertação sobretudo do pecado e do maligno, na alegria de conhecer a Deus e de ser por Ele conhecido.” (Evangelii Nuntiandi, 9)
Aqui está o ponto decisivo:
-A libertação cristã começa no coração humano, pela conversão e pelo abandono do pecado.
-É fruto da Cruz e da Ressurreição de Cristo, não da luta de classes.
-Se estende à história, mas será plena somente na vinda final de Cristo.
-Jamais se reduz a transformações políticas ou à tomada de poder.
A Doutrina Social da Igreja: a verdadeira
resposta cristã à injustiça
Desde Leão XIII, a Igreja desenvolve uma rica e profunda Doutrina Social, que oferece princípios sólidos para promover justiça, dignidade humana, trabalho digno, solidariedade, defesa dos pobres, subsidiariedade e construção do bem comum — tudo isso sem recorrer ao marxismo. A Santa Sé sintetizou esse corpo doutrinal no Compêndio da Doutrina Social da Igreja. No entanto, parte dos adeptos da Teologia da Libertação o rejeita justamente por não considerar suficiente qualquer abordagem que não seja revolucionária.
O Cardeal Camillo Ruini expressou com clareza:
“A Doutrina Social da Igreja é uma verdadeira revolução antropológica: anunciar a verdade de Cristo na sociedade. Ela é ‘caritas in veritate in re sociali’, isto é, a caridade iluminada pela verdade aplicada à vida social.”
Portanto, ao contrário do que afirma a leitura marxista, a Igreja não é indiferente à pobreza, à opressão ou às injustiças estruturais — mas responde a elas com caridade, verdade, justiça e fraternidade, nunca com ideologias que negam Deus e diminuem o ser humano.
Os santos como prova viva da libertação cristã
Nenhuma instituição na história fez mais pelos pobres, marginalizados e sofredores do que a Igreja Católica. E fez isso sem jamais adotar o marxismo ou qualquer ideologia totalitária. Basta olhar para:
-Santa Madre Teresa de Calcutá (abertamente contrária à Teologia da Libertação)
Todos transformaram o mundo não pelo confronto político, mas pela caridade evangélica, pelo serviço humilde e pela fé em Cristo. Eles são prova viva de que a verdadeira libertação nasce do amor e da santidade, não da revolução. Enquanto o marxismo reduz o ser humano a uma peça da história e a fé a um instrumento de luta, o Evangelho anuncia uma libertação muito mais profunda e abrangente.
A Verdadeira libertação cristã:
-Não é partidária,
-Não é ideológica,
-Não é materialista,
-Não depende da tomada do poder,
-Não elimina a transcendência,
-Não suprime o pecado original de sua práxia,
-Não transforma Cristo em ativista político,
-Não troca a conversão pela revolução.
A Igreja proclama com clareza:
-Cristo libertou o ser humano do pecado, da morte e do maligno.
-E somente essa libertação interior é capaz de transformar verdadeiramente a sociedade.
O Evangelho não é para uma classe, um partido ou um grupo social. Jesus Cristo não morreu apenas pelos pobres e oprimidos, mas por todos os pecadores — ricos e pobres, justos e injustos, opressores e oprimidos.Porque o maior inimigo não está fora, nas estruturas políticas, mas dentro, no coração humano que precisa de redenção.
*Francisco José
Barros de Araújo – Bacharel em Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme
diploma Nº 31.636 do Processo Nº 003/17 - Perfil curricular no
sistema Lattes do CNPq Nº 1912382878452130.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
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A Paz em
Cristo e o Amor de Maria, a mãe do meu Senhor (Lucas 1,43)











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"E ostentar virtude é vaidade que anula toda virtude. Usar isso, para demonstrar amor aos pobres, mais é demagogia do que virtude."
O que dizer de uma pessoa que precisa se vestir para demonstrar superioridade como os bispos o papa e os padres fazem? Ostentar pobreza é pior que ostentar a riqueza de sentar num trono de ouro?
Eu sei que não vai deixar esse comentário no rede. Mas pelo menos reflita sobre o que está falando. Está confundindo simbolo com ostentação. Pare de celebrar eucaristia, pare com os rituais religiosos, depois você poderá falar sobre isso. por que será mais coerente.
Prezado Gustavo,
Seja bem vindo ao nosso apostolado, por suas palavras, deduzo que seja protestante.E pode ficar tranquilo sua missiva, não tem palavrões e será mantida, talvez vc não goste é da resposta.
Não se engane: Pastor protestante só está interessado em uma coisa: “Tirar o Pé da lama !!!”
Lucas 19,45-48: Jesus entrou no Templo e disse: “Está escrito: ‘Minha casa será casa de oração’. No entanto, vós fizestes dela um antro de ladrões”.
Sem querer ofendê-lo,mas é explicito que no protestantismo existe muita hipocrisia e apenas ADORADORES DE MAMON , a começar pelos seus humildes e pobresinhos pastores.
LUCAS 16,13: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará a outro, ou se prenderá a um e desprezará o outro. Não podeis servir simultaneamente a Deus e a Mamon...”
PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: Por que os protestantes e suas lideranças pulam essa parte do Evangelho ? - Nunca os vi comentarem sobre esse trecho do Evangelho - Devem sentir-se constrangidos em ter de enfrentar a esta verdade dita pelo Cristo, contradizendo suas pregações de bençolatria , dizimolatria , sucessolatria e seus altos padrões de vida a custo dos ignorantes.
• Pastor Caio Fábio fala a verdade sobre a Igreja evangélica e sobre seus pastores e pastoras:
http://www.youtube.com/watch?v=nwTX6P5cK…
http://www.youtube.com/watch?v=ma-9WxKGV…
http://www.youtube.com/watch?v=61JQJiy6H…
http://www.youtube.com/watch?v=ZnPTDXGFG…
http://www.youtube.com/watch?v=p1TgltiFP…
Continua...
POR TUDO ISTO CARO GUSTAVO, CONCLUIMOS:
1)- A igreja católica foi fundada por Cristo, as seitas evangélicas por pecadores comedores de feijão, portanto,não tem autoridade , a católica é uma igreja séria e milenar , o resto é enganação.
2)- Na Igreja Católica a Igreja é rica e abençoada em virtude da Missão: Anunciar Cristo e seu Reino ao mundo e não para enrricar missionários como no protestantismo.
3)-Sair de uma igreja protestante e ir para outra é torcar 6 por meia dúzia - É a mesma coisa que decidir parar de cheirar cocaína e passar a usar crack.
4)-Oh Senhor, ajudai os tão pobresinhos pastores protestantes: Edir Macedo, Silas Malacheia, Pirua Sônia e seu Capacho Ernandes, R. R $oares, moram nas favelas, e quase sem dinheiro para comer...
5)-É claro que todo ladrão, ops...adestrador, ops...domador...pastor protestante... sabe que PEQUENAS IGREJAS SÃO GRANDES NEGÓCIO$$$$ !!!
6)-Por isto tratam de adquirir mais Clientes, ops...fieis... ficam denegrindo a imagem da Santa Igreja Católica : Coluna e sutentáculo da verdade ( I Tim 3,15).
7)-Pregam o medo e não o amor.E criam sua próprias regras fora da bíblia,e tudo relacionada a arrecadação de dinheiros de seus, otários, ops...fieis...Dizimolatria, sucessolatria,campanhas, desafios,votos, arrastões da fé, fogueirinha de Israel, etc, etc...
8)-Nas igrejas protestantes só há adoração ao dinheiro. Não estou criticando à questão dos dízimos, mas estou criticando às outras formas de doações que permitem pastores e pastoras a terem mansões luxuosas e com o máximo de conforto em nome de Jesus. Jesus já disse, no evangelho, que esta gente já recebeu a sua recompensa.
9)-Enquanto estas pessoas adoram o dinheiro ainda muita gente continua passando fome, não tem abrigo, não tem onde morar e são rejeitadas por todo e qualquer motivo que se possa imaginar em (Deus me perdoe) "nome de Jesus".
DETALHE: “E os fiéis diga-se de passagem, não são tão inocentes assim, pois são levados a doar tudo que tem na ganância de receber o dobro, o triplo”, conforme as promessas dos pastores e bispos.
O dízimo NÃO passa de um assalto evocando Malaquias 3:8
Um imposto agrícola para o Israel SOB AS LEIS DA ANTIGA ALIANÇA.
O dízimo,fazia parte das leis ceremoniais, e como sabemos,
as leis ceremoniais,foram extintas na cruz, PORTANTO, as igrejas que
insistem em recolher dízimos desta forma inescrupulosa, praticam UMA FRAUDE. LEIAM Hebreus 7:12 e 18.
É muito rato para pouco queijo...Misericórdia Senhor !!!
1Jo 2,19 - "Eles Saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos; pois, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco. Mas, [saíram] para que se mostrasse que nem todos são dos nossos, nem do número dos eleitos.
Cada dia que passa me convenço que:
"Um Católico ou leigo ignorante tende a ser um futuro Protestante."
O Jesus dos Evangelhos não é o Jesus dos evangélicos.
“TORNEI-ME VOSSO INIMIGO, AO DIZER-VOS A VERDADE?” (Gal 4, 16).
Na minha opinião, se alguém deseja ser pobre ou ser solidário com os pobres, não precisa fazer um anel de madeira.
É só desfazer-se dos seus bens, visitar e ajudá-los quando estão doentes.
E não precisa ficar idealizando que os pobres estão lá longe, nas favelas ou assentamentos do MST.
Comecem pelos que estão próximos.
Nenhuma pessoa é tão rica que não tenha um parente pobre, passando necessidade.
Caro irmão e amigo Investigador,
Concordo em gênero, número e grau com suas palavras que merecem replay:
"Na minha opinião, se alguém deseja ser pobre ou ser solidário com os pobres, não precisa fazer um anel de madeira...É só desfazer-se dos seus bens, visitar e ajudá-los quando estão doentes."
O resto é damagogia.
Shalom !!!
Não sou fãn de blogs, entrei nesse procurando o significado do anel tucum, mas você concerteza não é uma pessoa esclarecida, em virtude do posto a respeito dos protestantes. Espero que vossa senhoria nao esqueça da idade media aonde a igreja teve sua fase negra exposta e desde entao vem tentando se redemir, se acredita que esse meu poste seja pura burrice e que eu seja mais um mero adorador de uma falsa religião, convido você a pegar um livro de historia do ensino fundamental e fazer uma breve leitura.
Prezado Protestante Leonardo Dantas,
O YOM KIPPUR CATÓLICO:QUANDO A IGREJA PEDE PERDÃO POR SEUS INDIGNOS FILHOS,
1)- Enquanto tal, a purificação da memória requer "um acto de coragem e humildade para reconhecer as faltas cometidas por quantos tiveram e têm o nome de cristãos", e funda-se na convicção de que "por causa daquele vínculo que nos une uns aos outros no corpo místico, todos nós, não tendo embora responsabilidade pessoal por isso e sem nos substituirmos ao juízo de Deus - o único que conhece os corações -, carregamos o peso dos erros e culpas dos que nos precederam".
2)- João Paulo II acrescenta: "Como sucessor de Pedro, peço que neste ano de misericórdia a Igreja, fortalecida pela santidade que recebe do seu Senhor, se ajoelhe diante de Deus e implore o perdão para os pecados passados e presentes dos seus filhos." Para confirmar que "os cristãos são convidados a assumir, perante Deus e os homens ofendidos pelos seus comportamentos, as faltas que cometeram", o Papa conclui: "Façam-no sem nada pedir em troca, animados apenas pelo 'amor de Deus [que] foi derramado em nossos corações' (Rm 5,5)."
3)- Os pedidos de perdão feitos pelo Bispo de Roma neste espírito de autenticidade e gratuidade, suscitaram diversas reacções: a incondicional confiança que o Papa demonstrou ter no poder da Verdade encontrou acolhimento geralmente favorável, dentro e fora da comunidade eclesial.
4)- Não faltaram, porém, algumas reservas internas e externas à Igreja, expressão sobretudo da apreensão ligada a particulares contextos históricos e culturais, em que a mera admissão de faltas cometidas pelos filhos da Igreja poderia assumir o significado de uma cedência perante as acusações de quem lhe é preconceituosamente hostil.
5)- As questões a que se procura responder são: Porquê efectuar tais actos? Quais os seus sujeitos adequados? Qual o seu objecto e como é ele determinado, conjugando correctamente juízo histórico e juízo teológico? Quais são os destinatários? Quais as implicações morais? E quais os possíveis efeitos na vida da Igreja e na sociedade?
6)- O objectivo do texto não é, portanto, levar a exame casos históricos particulares, mas clarificar os pressupostos que tornam fundado o arrependimento relativo a culpas passadas.
7)- A estrutura do texto reflecte as questões colocadas: faz primeiramente uma breve revisitação histórica do tema, para poder indagar, depois, os fundamentos bíblicos e aprofundar as condições teológicas dos pedidos de perdão. A precisa conjugação de juízo histórico e juízo teológico é elemento decisivo para chegar a asserções correctas e válidas, que dêem adequadamente conta dos tempos, dos lugares e dos contextos em que se situam os actos considerados .
8)- Às implicações morais , pastorais e missionárias destes actos de arrependimento relativos às culpas do passado, são dedicadas as considerações finais, que têm naturalmente um valor específico para a Igreja católica. Mas a consciência de que a exigência de reconhecer as culpas próprias tem razão de ser para todos os povos e para todas as religiões, faz-nos desejar que as reflexões propostas ajudem todos a avançar pelo caminho da verdade, do diálogo fraterno e da reconciliação.
9)- Esta oferta também de perdão surge particularmente significativa se pensarmos em tantas perseguições sofridas pelos cristãos Católicos também ao longo da história: Revolução Francesa,Inquisições Protestantes, e nas Instalações dos Regimes Socialista ao redor do mundo principalmente: Espanha,Cuba,América Central, etc.
10)-Nesta perspectiva, os actos realizados e pedidos pelo Papa, em relação às culpas do passado, apresentam valor exemplar e profético, quer para as religiões quer para os governos e as nações, para além da Igreja católica .
Pergunta que não cala: “Por que não vemos Protestantes , comunistas e Nazistas fazendo o mesmo?”
Quem tem teto de vidro como vcs, não pode jogar pedra no teto do visinho não achas ?
Shalom !!!
Parabens pelo seu blog e suas sábias respostas !!!
Encontrei por acaso este blog navegando pela net, e tenho acompanhado suas respostas, as vezes duras, mas verdadeiras. Me considero Cristão, não sou católico, mas admiro muito suas naterias e comentários.
Que Deus te abençõe
A intolerância está presente em todo lugar. Somos todos pecadores e, por isso, sempre teremos esse defeito em nossos corações imperfeitos, até que os verdadeiros cristãos sejam completamente santificados após a morte física. Sou protestante, mas tenho alguns amigos católicos. De uma forma ou de outra, buscamos o Deus das Sagradas Escrituras, lutamos contra o pecado e pregamos a salvação de Jesus ao mundo. Tanto o "Gustavo C Martins", quanto o "Beraká - o blog da família" falaram coisas boas, mas também caíram na intolerância desmedida.
Para Gustavo, falar sobre os rituais católicos é muito fácil, talvez porque ele não sabe de toda a simbologia que os mesmos possuem, da profundidade dessa tradição para a Igreja Romana. Por outro lado, o Beraká caiu na generalização, e em seu argumento atacou os protestantes, usando os piores exemplos de nossa tradição evangélica para exemplificar toda nossa história.
Homens maus existem desde os primórdios da igreja cristã. Na Bíblia vemos os exemplos dos lobos vestidos em peles de ovelhas. Os apóstolos nos ensinam que a situação só pioraria com o passar dos anos. A igreja se corromperia e poucos seriam salvos. Poucos perseverariam até o fim e entrariam na porta estreita, após andar pelo estreito caminho.
Jesus é o nosso maior e mais perfeito exemplo de vida cristã. Em vez de nos agredirmos e outorgarmos a nós, seres imperfeitos, a posse de toda verdade, deveríamos nos preocupar em seguir o exemplo de Jesus, lutando contra as injustiças desse mundo e anunciando a nova vida que o Evangelho nos trouxe.
Não condeno os católicos sinceros, mesmo não concordando com muitas de suas práticas. Sei que eles estão dando o seu melhor para Deus. Também não condeno os protestantes sinceros, porque, no fim, estão buscando servir ao Deus da Bíblia, ao qual também os católicos sinceros buscam. Deixo a condenação para Deus, pois é Ele quem conhece os nossos corações.
Há muito erro na Igreja Romana e nas várias igrejas evangélicas. Mas acredito que a verdadeira igreja, a igreja invisível, dos servos fiéis de Deus, a igreja que só Deus vê possui membros das mais diversas instituições. Cada um deles busca cumprir sua missão nos locais de que fazem parte. São geralmente esses homens que tornam o mundo um lugar menos pior de se viver e nos trazem a esperança de um lugar muito melhor para se almejar, o lar celestial.
Sigamos os exemplos desses homens que ao longo da história do cristianismo no mundo, nas mais diversas instituições, têm sido a imagem e semelhança de Cristo. Busquemos, antes de aceitar qualquer tradição humana, as Sagradas Escrituras como única regra de fé e prática. Então conheceremos o amor e o sentido da mensagem de nosso Senhor, então seremos verdadeiramente úteis ao seu santo desígnio.
E, por fim, que busquemos nos unir como crentes na Santíssima Trindade contra toda impiedade que tem tentado desvirtuar os valores cristãos no mundo. Não nos esqueçamos que nossos principais inimigos são o diabo e seus demônios, o pecado e o mundo caído que a todo custo tentam nos afastar de Deus. :-)
Prezado protestante Tiago,
Sua missiva lógico, sempre puxando a sardinha para sua lata foi muito genérica,faltou sem mais específico, porém não posso deixar de fazer o seguinte comentário:
Pergunta que não quer calar:
Por que não vemos líderes Protestantes,Comunistas e Terroristas pedir perdão como João Paulo II ?
Papa lista e pede perdão pelos pecados de alhguns líderes da Igreja no passado:
O Vaticano pronunciou oficialmente a maior demonstração de expiação pública da história do catolicismo: um documento de noventa páginas pedindo perdão por uma série de pecados cometidos em seus 2.000 anos de existência.
Desde que foi escolhido para o trono de São Pedro, em 1978, por quase uma centena de vezes o papa João Paulo II mencionou erros históricos cometidos pela Igreja Católica e pediu o perdão divino para a culpa que a instituição e seus seguidores acumularam ao longo dos tempos.
Pela primeira vez, contudo, todos esses pecados do passado foram citados em conjunto, aproveitando o início da Quaresma do ano 2000.
O documento atende mais ao desejo de contrição dos autores do que à necessidade de reparação das vítimas.
Criada para ser uma mensageira do amor entre os homens, a Igreja, levada por seu crescente poder temporal, deu mostras de intolerância, opressão e corrupção.
"A Igreja hoje é mais livre para confessar seus pecados e convidar os outros a fazê-lo", disse o cardeal Joseph Ratzinger, que presidiu a comissão designada para colocar no papel as bases históricas e doutrinárias para o mea-culpa.
O documento, intitulado "Memória e Reconciliação: a Igreja e as Culpas do Passado", agrupou as incorreções em blocos que abrangem praticamente toda a história da Igreja:
1)-pecados cometidos a serviço da verdade: intolerância com os dissidentes e guerras religiosas. Compreendem as cruzadas e a Inquisição.
2)-pecados que comprometeram a unidade dos cristãos. Abrangem os grandes cismas, que afastaram os católicos dos ortodoxos e dos protestantes, principalmente.
3)-pecados contra os judeus. Referem-se à campanha de depreciação contra o povo judeu e de certa forma ao papel ambíguo da Santa Sé durante a perseguição nazista aos judeus na II Guerra Mundial.
4)-pecados contra os direitos dos povos e o respeito à diversidade cultural e religiosa. Aqui o alvo é a evangelização forçada colocada a serviço da colonização de povos dominados.
O ato de humildade é também uma demonstração de coragem.
Suas falhas devem ser vistas e entendidas dentro do contexto da época em que aconteceram.
PERGUNTA QUE NÃO CALA: " POR QUE NÃO VEMOS LÍDERES COMUNISTAS, TERRORISTA E PROTESTANTES PEDINDO TAMBÉM PERDÃO ?..."
“Pregando a Verdade e confirmando os irmãos na verdadeira fé, com a graça de Deus construo Catedrais nas almas para que nelas possam habitar o Espírito Santo de Deus” ( Pierry de Craon).
Shalom !!!
É isto aí beraka !!!
Estes protestantes hipócritas e fariseus ficam posando de bonsinhos aqui, mas conheço bem esta corja, por tras e em suas seitas ficam a falar mal de todos, como se só eles prestassem.
Seu blog é muito bom e informativo.
Parte 1
Amigos,
Perdão se não me fiz entender (embora tenha relido meu comentário e não entendido porque o "Beraká" achou que estava puxando sardinha para o lado dos protestantes). Peço que releiam com atenção o que escrevi. Fui bem claro na exposição das palavras. Pelo texto que escrevi, acho que deixei claro que minha intenção não era de favorecer ninguém, mas sim de impulsionar nosso olhar em outra direção.
Em vez de nos colocarmos no lugar de juízes, digladiando-nos mutuamente (muitas vezes impulsionados pelas vaidades e impulsos enganosos de nossos corações), podemos reconhecer com misericórdia a falibilidade de nossa natureza humana, assim como Cristo o fez. Somos pecadores, mas recebemos a Palavra de Deus como meio de conhecermos as Boas Novas do Evangelho Salvador e transmiti-las ao mundo, além de por meio da fé em Cristo recebermos também a benção da salvação.
Admito que fiquei muito feliz com sua declaração sobre o Papa, Beraká. Não sou estudioso da Igreja Católica Romana, por isso ainda há muita coisa que não sei. A humildade de reconhecermos nossos erros é uma das demonstrações do amor de Deus em nossas vidas. Além disso, praticamente, atitudes como essas são exemplos que encorajam a sociedade a modificar suas práticas e valores, ainda mais quando é uma instituição do porte da Igreja Romana que toma a iniciativa. Acredito que a Igreja Católica também faz parte de nossa história, pois foi a partir dela que nós surgimos. Essa atitude do Papa é um exemplo a ser agradecido não só pelos católicos, mas também por todos os fiéis seguidores do Jesus Cristo bíblico.
Realmente, não fui específico em meu comentário. Mas isso foi de propósito. Quando falamos de história da igreja cristã, falamos de séculos há perder de vista. Durante esses anos, não só a igreja católica, como todos aqueles que têm se denominado cristãos ao redor do mundo (inclusive os protestantes) pecaram. Alguns se arrependeram, outros permaneceram no erro etc. Não fui específico justamente porque é impossível ser específico. Minha intenção foi mesmo generalizar, mas nesse sentido: todos pecaram, católicos ou evangélicos.
Também deixei explícito como tenho bons relacionamentos com amigos católicos. Sabemos que é difícil protestantes e católicos se unirem em prol de uma causa (como ocorreu nesses dias na luta contra a legalização do aborto). Mas eu e meus amigos nos reunimos e procuramos a verdade de Deus na Bíblia, porque tentamos nos aproximar, ainda que imperfeitos, do exemplo de Jesus Cristo, que não salvou apenas judeus, ou samaritanos, ou gentios etc, mas sim todos aqueles que o aceitaram intimamente como Senhor e Salvador de suas vidas. Mas só existe uma boa relação entre nós por causa do respeito às particularidades de cada um. Foi por isso que chamei atenção às acusações mútuas entre o "Beraká" e o "Gustavo".
Quanto à sua pergunta, entristeço-me por ver meus antepassados incluídos entre, por exemplo, terroristas. Mas entendo seu ponto de vista. Em primeiro lugar, você é católico. Logo é mais fácil ter essa aversão aos protestantes, e a recíproca, infelizmente, é verdadeira. Em segundo lugar, se considerarmos nosso passado cristão, muitas vezes tanto católicos, quanto protestantes agiram de forma terrorista e impiedosa, dando um péssimo exemplo ao mundo distante de Deus. Voltamos ao que enfoquei: todos somos pecadores.
Sobre os comunistas e terroristas, é fácil a resposta: seus valores em muitas vezes diferem dos valores cristãos. Por isso não pedem perdão, não seguindo assim o exemplo do Papa. Mas ainda no caso destes devemos tomar cuidado para não dar falso testemunho a respeito deles, pois muitos deles se arrependeram das atrocidades que cometeram, principalmente aqueles que, posteriormente, se converteram ao cristianismo.
Parte 2
Quanto aos protestantes, a questão é um pouco mais complicada, e falo com conhecimento de causa. Mas o senhor compreenderá bem, porque ambos conhecemos aqueles que compõem as igrejas. São homens como nós, cheio de falhas e pecados. Se não pediram perdão por seus pecados, é porque a velha natureza de que o Apóstolo Paulo tanto fala ainda está mostrando suas unhas e dentes. Mas ainda quanto a estes eu teria um punhado de líderes protestantes para citar como exemplo, que ao longo de suas histórias se arrependeram publicamente pelos seus pecados, sendo estes os mais diversos possíveis. Assim como tenho certeza de que o senhor poderia fazer o mesmo em relação aos líderes católicos. E voltamos à estaca zero: todos somos pecadores e, se estivermos em pé, devemos cuidar para não cair.
Foi uma resposta simples, mas acho que, sinceramente, dá conta de sua pergunta.
Encorajo seu trabalho e sua luta pela disseminação da verdade bíblica na internet. Tenho tentado fazer isso, mas, infelizmente, não sou tão constante quanto o senhor. Precisamos de bons exemplos hoje, em tempos difíceis para a propagação da verdade. Mas creio que a Bíblia está certa quando afirma que Deus há de cumprir a obra que Ele um dia iniciou. Certamente seus poucos, mas fiéis, servos receberão por sua Graça a benção da vida eterna. Que Deus nos ajude a perseverar nesse caminho, não importa quais sejam as consequências. E que busquemos busquemos nos guiar pela fé, esperança e o amor, lembrando que o maior desses três é o amor. Que olhemos com os olhos de Cristo, ainda que muitas vezes embaçados pelas lentes do pecado. Mas Deus é poderoso para nos livrar do mal.
Quanto ao que o Anônimo disse, de fato, existem hipócritas de sobra no protestantismo. Eu sou um deles e só não digo que sou o pior dos pecadores, porque não sou digno de usar as palavras do Apóstolo Paulo. Já falei mal de muita gente e já fui muito intolerante também. Ceguei meu entendimento com meu orgulho e vaidade, achando que a Verdade última era guiada pela minha consciência. Enganei-me. Hoje me arrependo daqueles dias e tento ajudar outros a também não depositarem muitas honras e esperanças em si mesmos. Nossos corações são desesperadamente enganosos, por isso devemos sempre desconfiar de nossas atitudes e posicionamentos e clamar a Deus para que Ele nos mostre o caminho reto que sua Palavra nos explicita. Apenas peço que tome cuidado pra não dar falso testemunho, amigo, pois há um protestante aqui que já não fala tão mal assim de todos. Graças a Deus, pude perceber hoje que, onde abundou o pecado, superabundou a Graça. Que essa seja nossa oração e reconhecimento.
Sinto muito por qualquer mal entendido e, inclusive, peço perdão por utilizar o post do Anel de Tucum para falar sobre esses outros assuntos. Acreditem: só o fiz porque pensei que poderia ajudar a compreendermos melhor um pouco uns aos outros. Mas acho que fui infeliz em minha tentativa. Ainda tenho muito a aprender.
O post foi muito bom, pois me mostrou uma visão sobre o Anel de Tucum e a Ostentação da Pobreza que eu não conhecia. Posso dizer que agora minhas convicções sobre o assunto estão bem melhor embasadas.
Que Deus seja conosco. Abraços sinceros.
Prezado Tiago,
Benditas palavras e muito bom exemplo você nos deu, oxalá seja seguido e testemunhado por outros. Seja sempre bem vindo a este nosso insignificante e ínutil apostolado, que é apenas uma gota d'agua no oceano.
Sei que sou Chato, redundante e inoportuno, e faço tudo isto sem esperar nada em troca,mas tão somente por amor aqueles que se desviaram da verdade e ao Deus que eu sirvo na sua única Igreja(Mateus 16,18).
Está proféticamente escrito e ordenado a mim e a todo Católico fiel:
II Timóteo 4,1-5: “Diante de Deus e do Cristo Jesus que vai julgar os vivos e os mortos, eu te peço com insistência, pela manifestação de Cristo e por seu reinado: Proclama a Palavra, insiste oportuna ou inoportunamente, convence, repreende, exorta, com toda a paciência e com a preocupação de ensinar. Pois vai chegar um tempo em que muitos não suportarão a sã doutrina, mas conforme seu gosto se cercarão de uma série de mestres que só atiçam o ouvido. E assim, deixando de ouvir a verdade, eles se desviarão para as fábulas. Tu, porém, vigia em tudo, suporta as provações, faze o trabalho de um evangelista, desempenha bem o teu ministério.”
PASME!!! Isto acima foi escrito há mais de 2000 anos atrás !!!Pergunto-lhe : SERÁ QUE ESTE TEMPO CHEGOU ?
Se eu não fizer isto serei cobrado no meu julgamento.
Deixo-lhe amorosamente este recado final e votos de perseverança a você e a todo protestante sincero e humilde como você, que infelizmente são poucos.
“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.” Lamentações 3.22-23
"Se enxerguei além dos outros, é por que estava no ombro de gigantes" (Isaac Newton)
Um abraço fraterno
Shalom !!!
Amém, Beraká. Assim seja. :-)
Tiago Cesar concordo com tudo que vc falou. E como católica, confesso que fiquei triste com muitos dos argumentos dos posts do Beraka. Entrei no blog para ver o significado do anel de tucum e me deparei com opiniões intolerantes e preconceituosas a respeito dos protestantes. Absurdo e falta de respeito com a fé alheia. Não estamos todos no mesmo barco? As igrejas SÓ servem para nos direcionar, porque no final das contas será eu e Deus, vc e Deus e assim por diante. Creio q Deus não levara em consideração a instituição religiosa terrena a qual pertencemos, e sim nossa vida e coração. E mais ainda, Jesus veio a este mundo para que nos dar um vislumbre do q seria o Reino dos Céus, veio para lutar por justiça e para que todos tenham vida digna e alcancem a verdade. Devemos lutar por isso também, mas de forma amorosa. E Beraka, sobre o anel de tucum, o argumento: "E ostentar virtude é vaidade que anula toda virtude. Usar isso, para demonstrar amor aos pobres, mais é demagogia do que virtude." foi feitoa de forma generalizada e pre-conceituosa. Conheço muita gente que realmente luta pela causa e sua o anel. Muita gente boa e que considero como exemplo pra mim. Não podemos generalizar, nunca, jamais. Mas enfim... Shalom para todos nós.
Prezado protestante incubado de católico.
Você nunca foi católico, é tanto que foi covarde em ficar anônimo, ao contrário do Tiago Cesar, diante do que expôs pergunto-lhe:
A IGREJA DEVE SER PROMOTORA DA VERDADE ? OU CASA DE TOLERÃNCIA ?
Para o RELATIVISMO, cada um teria a sua verdade particular. Exatamente como no manicômio: lá, cada louco acredita no que quer.
E o mundo, hoje, se transformou em um manicômio, onde todos dialogam, ninguém escuta, e ninguém acredita em ninguém.
Manicômio no qual nenhuma informação tem valor, e tudo é relativo.
O único dogma inquestionável e sujeito a inquisição do ISOLAMENTO é questinar a DITADURA DO RELATIVISMO.
Sim, os relativistas e liberais sonharam com um mundo sem lutas, sem polêmicas, em doce paz, sem guerras e sem polêmicas mal educadas.
Criaram o século XX, reino da tolerância IGUALITÁRIA COMUNISTA, no qual houve já duas guerras mundiais.
Ocorre, porém, que a verdade e a mentira estão em perpétua guerra.
Ocorre que o bem detesta o mal e o mal detesta o bem.
Ocorre que Cristo Deus disse que não veio trazer a paz ao mundo, mas sim a espada, a guerra.
Ocorre que Deus disse que a vida do homem na terra é uma guerra.
Ocorre que Jesus disse que mandava seus filhos como cordeiros entre lobos.
Ocorre que os relativistas sonham fazer a paz entre Cristo e Belial.
Ocorre que eles sonham em dialogar, e dialogar com boas maneiras,até com o diabo.
Ocorre que a paz e a educação liberal só produziram um mundo de guerras mundiais e de violência.
Ocorre que a perda Fé e do senso de verdade e de virtude causaram o relativismo que torna não obrigatórias não só a lei de Deus e a da Igreja, mas até mesmo as leis e regras de etiqueta. Daí a desordem generalizada de nossos dias.
Ocorre que Cristo nos deu exemplo de polemista, quando discutiu violentamente com os fariseus, chamando-os justamente de filhos do diabo, hipócritas, serpentes, raça de víboras, e de sepulcros caiados !!!
Se esses liberais "educadinhos" e pacifistas tivessem assistido Cristo discutindo com os fariseus, eles acusariam a Jesus de ser violento demais.
Como reagiriam esses românticos melosos, vendo Cristo de chicote na mão, batendo nos vendilhões, derrubando as suas mesas, e expulsando-os aos gritos do Templo?
Certamente criticariam a falta de "bons modos" de Cristo, e diriam que Ele não fora bem educado. Que afinal, se Ele foi crucificado, foi porque não teve a habilidade diplomática conveniente, e a caridade de dialogar pacificamente com seus opositores. Que ele não respeitou a opinião de Caifás, e que Ele, por sua violência, acabou sendo crucificado.
Que se poderia esperar da pregação de Cristo se, desde o começo Ele declarou que o Reino dos Céus é dos violentos que todos os dias o arrebatam?
Que se poderia esperar da pregação de Cristo, senão a violência do Calvário visto que Jesus declarou que deveria haver guerra entre os filhos da luz e os filhos das trevas?
Continua cara protestante incubado de católico...
Prezado protestante anônimo e incubado de católico,
A vida católica exige defender a Fé. Exige vender, se preciso, o manto para comprar uma espada, como Cristo recomendou a São Pedro.
E a Palavra de Deus é como uma espada, nos diz São Paulo, e o que uma espada faz ? Qual a função da espada ?
São Paulo, o Apóstolo que compôs o hino mais sublime em honra da caridade, São Paulo recomendou a seu discípulo Tito que tratasse duramente os hereges: "Increpa illos dure!". "Repreendê-os asperamente" (Epístola de São Paulo a Tito, I, 13).
São Paulo não disse a Tito: "Tenha bons modos com os hereges", mas "Increpa illos dure!".
São Paulo recomendou ainda a Tito que fechasse a boca dos hereges faladores: "as quais é necessário fechar a boca" (São Paulo a Tito, I, 11).
São Paulo, contra os doces Doutores de Incoerência usou de ironia, debochando de certas "Mulherinhas( ...) que aprendem sempre e nunca chegam ao conhecimento da verdade" (II TIm, III, 6-7).
Outrora os defensores da Fé eram combativos e usavam argumentos e ironia.
Outrora, os santos eram normalmente mártires e confessores.
Imitêmo-los !!!
Hoje, os doutores de boas maneiras e de incoerência querem que haja apenas os "santos" dialogantes, e que a Igreja seja uma casa de tolerância...
Não Jamais !!! Não os sigamos !!!Não os imitemos !!!
Ao combate meus amados !!! Somos igreja militante !!! Somo soldados de Cristo pelo Crisma recebido !!!
Lamentações 3,21-23 :” Mas algo existe que trago a memória e me dá esperança:As misericórdias de Deus são a causa de não sermos consumidos,as misericórdias do Senhor não tem fim, renovam-se a cada manhã, como é grande a sua fidelidade...”
"Se enxerguei além dos outros, é por que estava no ombro de gigantes" (Isaac Newton)
Eduardo - São Paulo
Detalhe: O Tiago Cesar encoraja o trabalho do blog Beraka, vejam o que ele escreveu acima:
"Encorajo seu trabalho e sua luta pela disseminação da verdade bíblica na internet. Tenho tentado fazer isso, mas, infelizmente, não sou tão constante quanto o senhor. Precisamos de bons exemplos hoje, em tempos difíceis para a propagação da verdade. Mas creio que a Bíblia está certa quando afirma que Deus há de cumprir a obra que Ele um dia iniciou. Certamente seus poucos, mas fiéis, servos receberão por sua Graça a benção da vida eterna. Que Deus nos ajude a perseverar nesse caminho, não importa quais sejam as consequências. E que busquemos busquemos nos guiar pela fé, esperança e o amor, lembrando que o maior desses três é o amor. Que olhemos com os olhos de Cristo, ainda que muitas vezes embaçados pelas lentes do pecado. Mas Deus é poderoso para nos livrar do mal..."
Diêgo - Pau dos Ferros
Bando de homens hipócritas e demagogos pregando o ódio religioso e a ignorância para o povo!!!!
E ainda ofendem quem tenta ponderar!!!
Olha que este blog pode ser fechado,heim!!!
Tem "boas condições" pra isso!!!
Prezado Wnknown o Tolerante com todos menos com a verdade.
Cristo disse:
Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).
Cristo "absolutizou" ao se dizer A VERDADE? O mundo de hoje diria que sim...
1)-Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus. O diálogo equipara a mentira à verdade, sob a desculpa de respeitar a opinião dos outros. Os que são da verdade, nos ouvem e nos seguem,já dizia Cristo, quem não é, seguem a outros deuses e memstres adaptados à suas vontades e idéias, não é o Deus verdadeiro.
2)-Cristo não tinha opiniões, e como a ICAR não tava preocupado com IBOP, tinha verdades, às quais confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.
3)-Cristo responderia mui duramente aos seus inimigos, e o fazia porque era Deus. Sendo Deus, tinha toda autoridade para responder com conhecimento perfeito de seus interlocutores, pois sabia de suas culpas, de seus pecados, de seus erros. E os verdadeiros seguidores de Cristo o seguiram até a morte, apesar das palavras duras contra seus inimigos, aliás, por causa das palavras duras contra os inimigos, pois o contrário seria respeito humano, Cristo condenou quem se rende ao mundo:
"Todo aquele que quer ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." (Tiago, 4, 4)
4)-Para que não pareça invenção nossa, lembramos as palavras “DURAS” de Cristo na Bíblia:
"Jesus replicou: Se Deus fosse vosso pai, vós me amaríeis, porque eu saí de Deus. (...) Por que não compreendeis a minha linguagem? É porque não podeis ouvir a minha palavra. Vós tendes como pai o demônio e quereis fazer os desejos de vosso pai. (...) Quando diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. (S. João, 8, 42-44) "Raça de víboras, maus como sois, como podeis dizer coisas boas? Porque a boca fala do que lhe transborda do coração." (S. Mateus, 12,34).
5)-Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige,a verdade é um exercício da caridade,pois as palavras que Cristo usava eram caridosas, mas às vezes duríssimas. E são no entanto palavras de verdade !!!.
6)-Este Deus adocicado,meloso,igênuo e irreal é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.
7)-O que, porém é mais duro não é a palavra, mas a verdade, que incomoda os maus, e converte os que têm boa vontade.
8)-E isso muitos tem reconhecido, inclusive os que não concordam com a doutrina Católica, embora reconheçam que ela fala a verdade às vezes dura, mas de forma salvífica e libertadora.
Pense nisto meu caro
Maria Aparecida - Fortaleza
ETAPAS do Protestantismo ao Ateísmo Moderno, ou, Relativismo Contemporâneo:
Uma negação prepara o sucessivo “não”. Vejamos de modo concreto para entender a questão:
1)- DEUS SIM, IGREJA NÃO
É a negação surgida e instaurada por Lutero. Permite uma visão mais subjetivista da fé, onde realça o caráter pessoal da salvação em detrimento do caráter institucional. É possível seguir a Deus, sem seguir uma instituição em concreto. Nega-se o caráter necessário da Igreja para a salvação, para isto, será necessário defender um conjunto de conceitos epistemológicos que será à base do pensamento da filosofia moderna.
2)- DEUS SIM, CRISTO NÃO
Esta segunda grande negação é própria do século da ilustração, onde se busca uma fé fundada apenas na razão. Aceita-se a Deus, mas apenas como um grande relojoeiro que fez sua obra prima (o cosmos), a dotou das forças necessárias para se autogerir e foi embora. A providência é jogada no lixo, surge o DEISMO. Um Deus sem culto e despersonalizado. O homem é senhor total e absoluto de seu próprio destino. Nega-se a transcendência.É no contexto desta segunda negação que surge a Revolução Francesa, retirando dos templos católicos a presença dos santos e de Cristo eucaristia, e erigindo altares à Deusa Razão. Uma “contraditio terminis”, pois “mitologizam” a fé católica, retiram dos evangelhos tudo que seja milagroso e sobrenatural e ao mesmo tempo criam culto e templo para a “Deusa Razão”.É um racionalismo fundando na irracionalidade do caos e da violência.
3)- DEUS NÃO, O HOMEM SIM
É a última negação presente no séc. XIX. Deus já não é necessário para garantir a ordem do mundo. A única realidade é a material e a este senhor devemos prestar contas. Seu fundamento é a filosofia Hegeliana. Onde o espirito absoluto é traduzido à matéria. E os indivíduos são apenas um momento, uma ocasião para o desenvolvimento da matéria, do mundo perfeito sem classes e de total igualdade.Na filosofia marxista, não há pessoas, existe apenas o estado, que se desenvolve através da dialética de lutas de classes. O novo homem e nova humanidade marxista é a síntese final do processo dialético, onde a tese são os sistemas econômicos burgueses e a antítese é a classe operária explorada. O marxismo acelera o confronto entre ambas que ocorrerá de modo necessário.A visão de pessoa humana como um momento do processo dialético materialista é o que justifica a barbárie de mais de 100 milhões de pessoas exterminadas por Stalin
4)- O HOMEM NÃO
A degradação da razão humana conduz a negação da impossibilidade da existência de qualquer verdade absoluta. A filosofia hermenêutica presente na obra “Verdade e Método” de Gadamer é um exemplo. O homem constrói a verdade segundo seu grupo social e cultura, e este grupo com “suas verdades" é que constrói o homem e a verdade das coisas. Deste modo, a verdade é sempre mutável e não um termo “ad quo”, não há uma finalidade para vida humana, mas apenas uma construção de algo caótico a um nada último.Esta visão epistemológica se apresenta como fundamento do relativismo moral e do indiferentismo religioso. Quando tudo é verdade, não existe verdade. E quando nada é objetivamente verdadeiro, todas as coisas são colocadas no mesmo plano, perdendo seu valor. Priva a racionalidade humana do principio de não contradição, conduzindo a humanidade a ações bárbaras.Sobre a bandeira da tolerância, o relativismo implanta uma verdadeira ditadura da força e do poder. Pois quando não há uma verdade como critério e medida de nossas ações, se implanta a verdade subjetiva dos mais fortes.
E assim está instalado o ateísmo.
Marcos Pedrosa - Santa Maria
Gente, estou chocada com tudo isso que li. Para quê tanta briga? Fico feliz com os comentários que adicionam um pouco de boa informação e os que ponderam tais comentários que só atacam o irmão ao lado. Sou católica de batismo, confesso que não tão próxima assim da igreja como deveria. Mas trabalho nesse segmento e até hoje não tinha visto tantos ataques ao próximo numa pág. como aqui. Fiquei triste, mas tenho fé que Deus sabe o que faz, se vocês tiverem certos ou errados ele que os julgará. Só gostaria de poder ver vocês em comunhão, sei lá... num abraço fraterno e verdadeiro. Brigar não é a saída na minha opinião. O que devemos tentar seguir é amar o próximo sempre, mesmo que ele esteja errado e tentar ajudá-lo. Bom, espero que ninguém se ofenda com meu comentário. Paz e bem a todos.
Prezada Ysla,
SOBRE A OPÇÃO PREFERENCIAL PELOS PROBRES:
A Igreja fez sim uma opção preferencial pelos pobres, porém nem exclusiva nem excludente. Alguns defendem que esta opção preferencial é como uma mãe que da mais cuidados a um filho mais debilitado...Aparentemente a justificativa é verdadeira, mas não é !!! Tenho uma irmã assim, que meus pais em minha infância davam mais cuidados a ela, nada mais natural e bonito por parte de meus pais e entendido e apoiado por todos.
Porém, minha mãe e meu pai nunca colocou minha irmã contra nós, e pior nunca colocou armas nas mãos de minha irmã.
E tem um bispo ai da TL que diz que quando os pobres pegam em armas, devem ser respitados ???Que que isto ? Foi isto que Cristo ensinou ? Cristão não mata, Cristão da a vida !!!
Shalom !!!
Sou franciscano de devoção leiga, uso o tal desde de o dia que me converti ao catolicismo, é o simbolo escolhido por francisco para representar sua ideologia de vida, tal como a eucaristia representa o compromisso e a esperança do cristo que retornara. Uso o anel de tucum não para me fazer reconhecido enquanto pobre, mas como simbolo de meu compromisso com meu próprio povo, até porque a maioria das pessoas, e isso inclui nós católicos, se quer notamos a presença de um simples adorno, tanto mas seu significado, se retirarmos os símbolos de nossa religião, tudo o que restara é uma ceita descompromissada, como são as ceitas pentecostais em nosso país.
Prezado Valdevino,
Usar isso, para demonstrar amor aos pobres, é mais demagogia do que virtude.
Se alguém é realmente pobre, deve praticar essa pobreza e o desprezo das riquezas, sem ostentação, porque se não é pura vaidade e desejo de ser considerado pobre e bom. Isso é orgulho mascarado de pobreza.
É exatamente isso que faz o Bispo que ostenta anel pobre, porque julga que o anel é para ele enquanto pessoa, esquecendo-se de sua missão de Apóstolo.
São Roberto Belarmino, que era Cardeal Arcebispo de Milão, e Príncipe, usava roupas e carruagens magníficas. Mas, no assento de sua carruagem, colocava escondidamente pontas de aço, para fazer penitência ocultamente em todo o percurso em carruagem dourada.
Não precisamos ostentar, pois Deus ver tudo e as verdadeiras intenções do coração, é isto que a matéria quer alertar.
Jose Carlos - Natal
Esse blog é uma "furada". Condenam Casádaliga por ser TL, mas justificam suas respostas com uma frase de outro bispo TL! Se ostentação de pobreza é vaidade, ostentação de riqueza seria, benção divina? Eu particularmente conheço uma teologia parecida: a da prosperidade. É uma pena que pessoas como vc que tem acesso a toda informação sobre esses assuntos, não as use a serviço de promover uma vida digna aos irmãos menores de Jesus. Eu sei que vai apagar meu comentário, por um único motivo: A VERDADE DÓI, INCOMODA, MAS LIBERTA!
Prezado Boffento Igor Abreu,
Que bom que nosso humilde trabalho, e nosso blog furado assim como Cristo também foi furado na Cruz, chamou sua atenção. E realmente a verdade doi como deve ter doido em vc mas está curando destas heresias BOFFENTAS.
Suas contradições falam por si mesmo: Onde está a afirmação nossa que ostentação de riqueza é benção divina caro Igor ? Tá vendo? O destaque foi nosso, mas a idiotice foi sua.
Ficamos gratos que apesar de tudo você nos considera bem informados, volte sempre caro Igor e espero que menos dolorido e curado com a verdade de Cristo e não dos Boffentos.E ai está seu comentário para o julgamento de nossos internautas e sua vergonha exposta agora.
Shalom !!
É isto ai Igor, mas temos que entender que este tipo de blog e criado por pessoas de estrema direita, e que pregam uma santidade alcançadas com orações e adorações, sem compreender que a santidade se dá pelo segmento das ações de Cristo, que senta e como ao lado dos pobres e ignora quem ostenta o dinheiro, sugerindo a libertação do poder econômico. Pessoas que ainda comete a ousadia de chamar de bênçãos o dinheiro e o acumulo de bens, estas mesmas pessoas que se dizer deter a verdade mais uma vez esquecem que somente Jesus é verdade e liberta. E ainda são manipulados pelo capitalismo e o sistema opressor. Mas eles vão querer responder minhas palavras com argumentos apelativos e “mesmista”. Mais é o melhor que podem fazer.
Prezado fanático militante de esquerda sem Alternativa,
O Blog é imparcial assim como a Igreja católica não tem partido, mas que fica do lado da verdade. (Talvez vc defenda até que lulinha não sabia de nada, e o escândalo do mensalão é intriga da oposição). Acreditamos que nem religião nem partido político define caráter.
Sua afirmação de que a santidade é mero fruto de adoração e oração é infundada e falaciosa, pois vc que fez a afirmação não tem como provar. A Santidade é feita de lutas, e lutas árduas meu caro e é a isto que se propõe este blog: A luta pela verdade doa a quem doer, sei que doeu em vc ao ponto de vc nos escrever, mas saiba que a verdade doi mas cura.
Como pode conferir em nossas matérias no link interno de protestantismo condenamos a Teologia da Prosperidade , bem como a sua teologia boffenta da libertação, que não liberta de ninguém de nada, muito menos aos pobres, que são mera massa e bucha de canhão para estas pseudo vanguardas ideológicas guerrilheiras, que de Cristã não tem nada.
Aguardamos uma refutação a altura e sem baixarias e emocionalismos revanchistas para promovermos um bom debate tendo como objetivo tão somente a verdade que liberta.
Shalom !!!
Olá, eu sempre usei o anel de tucum, e essa semana uma mulher me disse que signifca totalmente o contrario da doutrina da igreja catolica, que é a teologia da libertaçãp, gostaria de saber se isso tem realmente a ver, ou se pode ser apenas um mito.
Amada irmã Manda Chiquetti,
Seria interesante para uma análise nossa e um parecer final que você nos enviasse por escrito o que esta mulher a qual vc se refere disse.
Grato pela sua visita e volte sempre !!!
Shalom !!!
Agora, algumas frases de SANTOS e de piedosos CATÓLICOS sobre Nossa Igreja:
"Eu não deveria acreditar no Evangelho a não ser que este seja movido pela autoridade da Igreja Católica." (Santo Agostinho de Hipona, Contra a Carta de Mani, 397 D.C.).
"Levemos em conta que a própria tradição, ensinamento e fé da Igreja Católica, desde o princípio, dadas pelo Senhor, foi pregada pelos Apóstolos e foi preservada pelos Pais. Nisto foi fundada a Igreja; e se alguém se afasta dela, não é e nem deve mais ser chamado Cristão." (Santo Atanásio, Carta a Serapião de Thmuis, 359 D.C.).
"Portanto, a Igreja Católica é a única que retém o verdadeiro culto. Esta é a fonte da verdade; esta, o domicílio da fé; o templo de DEUS. Quem quer que não entre nela ou não saia daqui é um alienado em termos de esperança de vida e salvação... Porque, , ao contrário disso, todos os vários grupos de hereges têm confiança de que são os Cristãos, e pensam que a Igreja Católica é deles. Que se saiba que a verdadeira Igreja é na qual há confissão e penitência, e que cuida de maneira salutar dos pecados e das mágoas aos quais os fracos na carne estão sujeitos." (Lactâncio, As Instituições Divinas, 304 D.C.)
"Pelo que foi dito, então, parece-me claro que a verdadeira Igreja, aquela que é realmente antiga, é uma só; e dela participam aqueles que, em acordo com o que foi determinado, são justos... Dessa forma dizemos que em substância, conceito, origem e imanência, antiga, Igreja Católica está só, juntando como o faz na unidade de uma fé que resulta de alianças familiares, - ou melhor dizendo, de uma aliança em eras distintas, pela vontade do DEUS uno e através de um Senhor, - aqueles que já foram escolhidos, aqueles predestinados por DEUS, que sabia desde a criação do mundo que eles seriam justos." (Clemente de Alexandria, Estromata (Miscelânia), 202 D.C.).
"Todos vocês devem seguir a liderança do bispo, como Jesus Cristo seguiu a do Pai; seguir o presbitério como seguiriam os Apóstolos; reverenciar os diáconos como reverenciariam os mandamentos de Deus. Não permitam que ninguém toque na Igreja, a não ser o bispo ou alguém enviado por ele. Onde está o bispo, é onde o povo deve estar, assim como onde Jesus Cristo está, igualmente está a Igreja Católica. Sem a autorização do bispo, não é permitido batizar ou organizar um culto; mas tudo que ele aprova é também agradável a Deus. Se agirem assim, tudo que fizerem será isento de perigo e válido." (Santo Inácio de Antioquia, Carta aos Cristãos de Esmirna, 107 D.C.)
"As Igrejas Protestantes têm canções e orações. As Igrejas Católicas têm canções, orações e sacrifício." (Dr. Scott Hahn)
"Um homem Cristão é Católico enquanto vive no corpo; decepado deste, torna-se um herege. o Espírito não segue um membro amputado." (Santo Agostinho Contra a Carta de Mani, 397 D.C.).)
"Os heréticos condenam-se a si mesmos já que por própria opção abandonam a Igreja, um abandono que, sendo consciente, torna-se sua condenação" (São Jerônimo Comentários acerca de Tito, 3,10 386 D.C.)
"Para aqueles que espalham mentiras a respeito da Igreja Católica: sua ignorância é sua falta de conhecimento, sua estupidez é sua sabedoria, e sua verdade é falsidade." (Autor Desconhecido)
"a fé católica não ensina o que supúnhamos e a crotocávamos levianamente" (Santo Agostinho, Confissões, 6,11, 400 D.C.)
"Guias cegos! Filtrais um mosquito e engolis um camelo." (Mateus 23,24)
"A Igreja Católica compreende seus antagonistas, seus antagonistas não entendem a Igreja Católica" (Hilaire Belloc, As Grandes Heresias)
DEUS O ABENÇOE!!!
SHALOM!!!!
Nosa quanto rancor em suas palavras !!!!
Cadê a fraternidade ???
Paz e Bem!!!!
Prezado anônimo da falsa paz, do falso bem e do falso amor,
Hoje em dia não há palavra mais desgastada que a palavra amor. Hoje, o amor significa "tô afim", significa apenas desejo momentâneo.
Os membros do Estado Islâmico dizem que "amam" matar os infiéis, os drogados "amam" as drogas, os defensores do casamento gay dizem que os gays podem se casar porque "se amam". Os defensores da poligamia também querem se casar porque se amam. Daqui a pouco os defensores do incesto e da pedofilia dirão o mesmo.
A palavra "amor" deveria sofrer uma moratória, fosse apenas usada com o respeito que os judeus usam a palavra Deus (no tetragrammaton YWHW, imagem acima). Eles têm medo de falar a palavra Deus, por receio de usar a palavra em vão. Deveríamos hoje também reverenciar a palavra AMOR, pois o mundo hoje "ama" os pecados e odeia as virtudes. Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)
Shalom !!!
Parabéns pelo texto, e por defender a Tradiçåo da Santa Igreja. E vos parabenizo ainda mais, pela paciência em responder esses protestantes condenados e esses católicos modernistas e relativistas que não entendem um fio de catolicismo. No fundo são, de fato, protestantes incubados.
No fim da Idade Média, a Igreja Católica tinha grande influência política e social. Ela se tornou uma potência financeira e em diversos casos foi usada como um instrumento de fortalecimento do poder político.
O Papa tinha uma fortuna maior do que muitos príncipes e os cargos eclesiásticos eram disputados pela aristocracia --muitas vezes viravam moeda de troca política.
A venda de indulgências Uma das práticas mais comuns da Igreja Católica era a venda pública das indulgências, os pergaminhos que perdoavam os pecados do fiel. Muitos padres as vendiam em troca de uma doação em dinheiro a Igreja. “.
Assim que a moeda no cofre cai, a alma do Purgatório sai”, dizia um ditado popular. Era quase como comprar um lugar no céu.
Durante o Pontificado do Papa Leão X (1513 – 1521), essa prática atingiu o seu auge.
Você deve ser um catolico que nem praticante deve ser, voce ofende o catolicismo com seus comentarios sem conhecimentos e sem fundamentos, chamou pastores de ladroes e de usar as igrejas como comercio, como voce disse que as igrejas protestantes se fundiram da catolica, tiveram otimo professor para aprender a usar a igreja como comercio....vai estudar meu irmao.
Prezado Protestante Vinicius,
A maioria dos adolescentes e adultos que se diziam satanistas ou simpatizantes de seitas agnósticas, dark e ateus tinham, em tempos passados, ligação de alguma forma com denominações protestantes.Foi-se construindo um quadro sobre o qual nunca desenvolvi uma pesquisa, mas sei que renderia ótimos estudos. Tanto que não fiquei surpreso quando no começo de outubro de 2012 uma pesquisa revelou a queda considerável de protestantes nos Estados Unidos e o crescimento, ao mesmo passo largo, de ateus e agnósticos. “Quando eles desistem da religião, ao invés de de mudarem de igreja, eles se juntam às fileiras crescentes que não se identificam com nenhuma religião. Quase 1 em cada 5 americanos, ou 19,6% , disseram que são ateus, agnósticos, noticia o site Último Segundo. No Brasil, o fenômeno não é muito diferente. Geralmente a pessoa nasce – nascia – e recebia os sacramentos da iniciação cristã na fé católica mas não aprofundavam a experiência com Deus. Então migravam para denominações protestantes, sobretudo, aquelas que prometiam o cancelamento do sofrimento e a prosperidade material, e de quebra, a “sorte” no amor. Como o resultado não saía conforme o prometido e o esperado, o neo-pentecostal se via em nova aventura de se filiar a outra denominação protestante que por sua vez prometia o céu na terra com completa ausência de conflitos. Dentro da estrutura teológica do Protestantismo (com letra maiúscula), está uma idolatria de um deus chamado “fé”. Muitas vezes, você pode perceber que nossos irmãos protestantes, gritam com todas as letras e bem alto: “Só Jesus Salva”. De fato eles estão perfeitamente certos em dizer isso, pois apenas Deus pode salvar e sendo Jesus Deus, apenas Ele pode salvar.Mas, é comum em um segundo momento, um protestante dizer que somente a Fé, em Jesus é que pode salvar. Então, eles perguntam: “Você aceita Jesus”? E agora, precisamos ter fé para ser salvo, não apenas Jesus, mas ter Fé em Jesus, como se o poder salvador de Jesus, viesse da nossa fé nele e não de sua Autoridade de Filho de Deus. (Até mesmo porque não temos um FENÔMETRO, ou seja um medidor da fé e de sua intensidade, e para Cristo basta uma fé do tamanho de grão de mostrada, a menor da sementes).Aparentemente esta afirmação é verdadeira, mas ela é incompleta, pois apenas a fé, sem as obras, como nos lembra São Tiago, é morta. Pois do que adianta ter fé, que Jesus salva e não querer mudar de vida e não cumprir a máxima do: “Sede santos por que o vosso Pai é Santo.”
Você que nos manda estudar, sabe quem o fundador da sua religião Protestante? Ora,quem é Martinho Lutero para contestar um legado dos Santos Apóstolos do Senhor Jesus?Importantíssimo: até o ano de 1.500, a única Bíblia Cristã existente na face da terra era a Bíblia Católica! Foi Martinho Lutero, um ex-sacerdote, excomungado pela Igreja, que, ao criar a “sua” igreja, denominada de “Igreja Luterana”, forjou a “sua bíblia”, tomando a Bíblia Católica com os SETE LIVROS citados anteriormente, que passou desde então a ser chamada de “bíblia protestante”.
Aliás, a Bíblia que os Apóstolos e Evangelistas nos deixaram contém exatos 73 livros. Martinho Lutero, simplesmente tirou SETE LIVROS DA BÍBLIA CATÓLICA e “fez” assim a “sua bíblia protestante”, contendo 66 Livros. Ora, todos sabemos que o número de satanás é 6(Seis). Sabemos que é ele (satanás) quem causa divisão e discórdia no Povo de DEUS.Portanto, Martinho Lutero foi um instrumento que o maligno usou para tirar milhões de criaturas da presença (física) de Deus na Eucaristia. Concluindo: o número de Martinho Lutero é 6 (seis) e a “sua bíblia” tem 66 (sessenta e seis) livros, o que dá o número 666...... o que pensar diante disso?A Igreja Católica é a única Igreja pentecostal, pois “nasceu” no dia de Pentecostes!. = É a única verdadeiramente “universal”, pois é a única que está presente em todas as nações da face da terra!. (aliás, “católica” é uma palavra “grega”-katholes-, que em bom português significa: de todos – universal) .
Aqui você não vai ver o quer, mas o que você precisa. Shalom !!!
Desejo algumas coisas somente, que Deus tenha misericórdia, que o Espirito Santo os sonde, e que Jesus Cristo lhes dê discernimento e sabedoria. A paz.
Não entendo porque muitas pessoas envolvidas com partidos políticos de esquerda e até traficantes, são pessoas que oprimem seres humanos e muitas vezes praticam assassinatos, todo comunista tem um anel de urucum na mão, não crédito a esses mitos demagogos e hipócritas.
Verdade!
Paz E bem! A Igreja é muito mal interpretada, especialmente por pessoas interessadas em destrui-la. A Idade Média foi um período diferente do nosso. Não podemos julgar o que houve lá como se fosse hoje.
Boa Tarde! Sem querer polemizar...O anel de Tucum, assim como outros símbolos que representam uma causa, não podem ser interpretados como "uma bandeira", uma forma de mexer com a consciência das pessoas (lembrando a necessidade de se engajar com a causa dos mais necessitados?). Eu pôr exemplo sou engajado na causa de Defesa dos Animais, por esse motivo, comprei um boné de uma ONG de ajuda aos animais, e, toda vez que uso o boné, as pessoas perguntam a respeito e algumas refletem e acabam se interessando pela causa. Também acho que quem faz caridade e propaga isso aos quatro cantos, está fazendo demagogia, mas usar um símbolo que nos remete a determinada causa, não acredito que seja demagogia.
O Papa Francisco é comunista de carteirinha, fez de tudo para tirar o Grande Papa Bento XVI do Papado e se apossou dele, coloca dentro da igreja católica Gays, sendo que o movimento gay é anticristão, eles fazem cocô e xixi na cruz de cristo. Agora o Santo padre Francisco, que de Santo não tem nada, ao invés de seguir os dogmas da nossa querida e amada igreja católica que tem em um de seus fundamentos a conversão do gentio, pois eles são PAGÃOS, simplesmente diz que devemos aceitar a religião dos índios e mantê-la intocável, sendo que todos sabem que em uma religião pagã adora-se os demônios e fazem oferendas com a matança de crianças. Vês-se que o Papa Francisco trai os fundamentos da igreja. Só não entendo porque entregar a nossa Amazônia para os Europeus, será que é a paga pelo pontificado?
Verdade
Esse post é um desserviço. O triste é que vc justamente de um memvro de uma Comunidade que se diz "amiga dos pobres". Quando se ajuda os pobres, se é cristão, mas se perguntamos por que são pobres, somos ideológicos?? Palhaçada! A TdL é um ramo digno da teologia católica!
Prezado ideólogo revoltadinho da TdL de linha Marxista
Ora, ora, ora...apesar do foco da postagem não ser a TdL (e sim o ANEL DE TUCUM), a qual respeitamos e defendemos aquela TdL de caráter evangélico e presente na DSI, que São João Paulo II brilhantemente destacou: “Existe “UMA” TdL que é justa e necessária...” (CARTA DO PAPA JOÃO PAULO II AOS BISPOS DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL DOS BISPOS DO BRASIL -Vaticano, 9 de abril de 1986). Ele diz que existe apenas UMA TdL que é justa e necessária, as OUTRAS TdL portanto, não são justas e muito menos necessária, e são aquelas de caráter Marxista Leninista, que coloca o pobre e não pecador como centro, a qual a Igreja em dois documentos que sugiro você ler: Libertatis Nuntius e Libertatis conscientia. Quanto a ter sido membro de uma Comunidade “Amiga dos Pobres”, a qual sou muito grato por tudo que lá aprendi, não mais pertenço, me desliguei para sentir-me mais livre em meu apostolado,pois fui em diversas ocasiões chamado a atenção para corrigir ou retirar postagens por ferir a unidade com a Diocese local. (quando posto agora, não levo mais o nome da comunidade, mas apenas do apostolado). Essa Comunidade a qual pertenci, continua amiga dos pobres e trabalhando por ele, porém, não de forma ideológica, mas carismática (serviço) e evangélica, fazendo a autêntica opção preferencial e não exclusiva, pois Jesus não se encarnou para salvar e libertar apenas uma classe social, mas TODOS OS PECADORES.
Obrigado pela visita, e estaremos sempre dispostos a esclarecer suas dúvidas desde que sejam de forma Cristã e respeitosa.
A paz de Cristo e o amor de Maria!
Católicos esclarecidos são resistentes ao USO DO ANEL DE TUCUM especialmente devido a forte ligação deste anel com a TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO DE CARÁTER MARXISTA (condenada em dois documentos da Igreja pós Conciliar), e consideram que este anel "é uma OSTENTAÇÃO DESNECESSÁRIA DE POBREZA. Ostentar virtude é vaidade que anula toda virtude. Usar e posar com anel, para demonstrar amor aos pobres, é mais demagogia do que virtude. Se alguém é realmente pobre, deve praticar essa pobreza pelo desprezo das riquezas, sem ostentação, do contrário é pura vaidade e desejo de ser considerado pobre e bom. Isso no fundo, é orgulho mascarado de pobreza.
José Carlos - Natal RN
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