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O Sacramento do matrimônio não é via de Santidade, mas é apenas para resolver o problema dos ABRASADOS(AS)?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 6 de fevereiro de 2022 | 19:19

 


 

1 Coríntios 7,1-11: “Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher; Mas, por causa da concupiscência, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido. O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher. Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência. Digo, porém, isto como que por permissão e não por mandamento. Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira e outro de outra. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu. Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se. Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher”. 

 

 

 

CONCÍLIO ECUMÊNICO DE TRENTO - Sessão XXIV - Celebrada no tempo do Sumo Pontífice Pio IV, em 11 de novembro de 1563 - Doutrina do Sacramento do Matrimônio

 

 

 

O primeiro Pai da linhagem humana declarou, inspirado pelo Espírito Santo, que o vínculo do matrimônio é perpétuo e indissolúvel, quando disse: "Já és osso de meus ossos, carne de minhas carnes: assim, deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher e serão os dois um só corpo". Ainda mais abertamente ensinou Cristo nosso Senhor que se unem e se juntam com este vínculo duas pessoas, apenas quando aquelas últimas palavras são proferidas como se fossem pronunciadas por Deus, disse: "E assim já não são dois, mas apenas uma carne"; e imediatamente confirmou a segurança deste vínculo (declarada muito tempo antes, por Adão) com estas palavras: "pois o que Deus uniu, não separe o homem". O próprio Cristo, autor que estabeleceu e levou à sua perfeição os veneráveis Sacramentos, nos brindou com sua posição, a graça com que haveria de ser aperfeiçoado aquele amor natural, confirmar sua indissolubilidade e santificar os consortes. Isto insinua o Apóstolo São Paulo quando diz: "Homens, amai a vossas mulheres como Cristo amou à sua Igreja e se entregou a Si mesmo por ela", acrescentando imediatamente: "Este sacramento é grande, quero dizer, em Cristo e na Igreja." Pois como na lei Evangélica, tenha o Matrimônio sua excelência em relação aos antigos casamentos, pela graça que Jesus Cristo nos conseguiu.Com razão nos ensinaram sempre nossos santos Padres, os Concílios e a tradição da Igreja universal, que se deve contar entre os Sacramentos da Nova Lei.Enfurecidos contra esta tradição, muitos homens deste século não apenas adotaram um mau sentido deste venerável Sacramento mas também introduziram, segundo seu próprio costume, a liberdade carnal com pretexto do Evangelho, adotaram por escrito e por palavra muitos assentamentos contrários ao que sente a Igreja Católica e ao costume aprovado desde os tempos Apostólicos, com gravíssimo detrimento dos fiéis cristãos. E desejando o Santo Concílio de Trento opor-se à sua temeridade, resolveu exterminar as heresias e erros mais sobressalentes dos mencionados cismáticos, para que seu pernicioso contágio não infeccione a outros, decretando os seguintes anátemas aos mesmos hereges e seus erros:




Cânones do Sacramento do Matrimônio

 

 


 

Cân. I - Se alguém disser que o Matrimônio não é verdadeiro e propriamente um dos sete Sacramentos da lei Evangélica, instituído por Cristo nosso Senhor, porém, inventado pelos homens na Igreja, e que não confere a graça, seja excomungado.

 

 

 

Cân. II - Se alguém disser que é lícito aos cristãos ter ao mesmo tempo muitas mulheres, e que isto não está proibido por nenhuma lei divina, seja excomungado.

 

 

 

Cân. III - Se alguém disser que apenas os graus de consangüinidade e afinidade que se expressam no Levítico, podem impedir o matrimônio e extinguir o que já está contraído, e que não pode a Igreja dispensar em alguns daqueles ou estabelecer que outros muitos impeçam e extingam, seja excomungado.

 

 

 

Cân. IV - Se alguém disser que a Igreja não pode estabelecer impedimentos que dirimam o Matrimônio ou que errou em estabelecê-los, seja excomungado.

 

 

 

Cân. V - Se alguém disser que se pode dissolver o vínculo do Matrimônio pela heresia ou coabitação desgostosa ou ausência fingida do consorte, seja excomungado.

 

 

 

Cân. VI - Se alguém disser que o Matrimônio de pouco tempo, mas não consumado, não se extingue por votos solenes de religião de um dos consortes, seja excomungado.

 

 

 

Cân. VII - Se alguém disser que a Igreja erra quando ensina, segundo a doutrina do Evangelho e dos Apóstolos, que não se pode dissolver o vínculo do Matrimônio pelo adultério de um dos consortes, e quando ensina que nenhum dos dois, nem mesmo o inocente que não deu motivo ao adultério, pode contrair outro matrimônio, vivendo com outro consorte, e que cai em fornicação aquele que casar com outra, deixada a primeira por ser adúltera, ou a que deixando ao adúltero se casar com outro, seja excomungado.

 

 

 

Cân. VIII - Se alguém disser que erra a Igreja quando decreta que se pode fazer por muitas causas a separação do leito, ou da coabitação entre os casados por tempo determinado ou indeterminado, seja excomungado.

 

 

 

Cân. IX - Se alguém disser que os clérigos ordenados de ordens maiores ou os regulares que fizeram promessa solene de castidade, podem contrair Matrimônio, e que é válido aquele que tenham contraído sem que lhes proíba a lei eclesiástica nem o voto, e que ao contrário não é mais que condenar o Matrimônio, e que podem contraí-lo todos os que sabem que não tem o dom da castidade, ainda que a tenham prometido por voto, seja excomungado, pois é constante que Deus não recusa aos que devidamente Lhe pedem este Dom, nem tampouco permite que sejamos tentados mais que podemos.

 

 

 

Cân. X - Se alguém disser que o estado de Matrimônio deve ser preferido ao estado de virgindade ou de celibato, e que não é melhor nem mais feliz manter-se em virgindade ou celibato que casar-se, seja excomungado.

 

 

 

Cân. XI - Se alguém disser que a proibição de celebrar núpcias solenes em certos períodos do ano é uma superstição tirânica emanada das superstições dos gentios, ou condenar-se as bênçãos e outras cerimônias que usa a Igreja nos Matrimônios, seja excomungado.

 

 

 

Cân. XII - Se alguém disser que as causas matrimoniais não pertencem aos juízes eclesiásticos, seja excomungado.

 

 

 

 

 

“Mas, se não podem guardar a continência, casam-se, pois, é melhor casar-se do que arder em concupiscência” - (1 Cor 7,8) Bíblia de Jerusalém.

 

 

 

Olhando essa tradução da bíblia de Jerusalém, ela nos ajudam na compreensão entre abrasar-se e praticar a concupiscência. Uma segunda questão na compreensão do abrasar-se, vem do capítulo 7 da 1 carta aos Coríntios em que Paulo escreve diretivas pastorais indicando soluções de problemas diversos sobre o casamento. Paulo evangeliza Corinto, uma cidade portuária, movimentada, com navios vindo de muitos lugares, depois de semanas de viagem, e que seus navegadores chegando em terra firme, caiam, nas malhas da depravação, do consumo de bebidas e mulheres. Para Paulo Corinto era uma cidade depravada. O evangelho de Jesus que ele pregava, encontrava enormes barreiras de oposição. Por este motivos ele está atento aos recém convertidos quanto a prática cristã. Neste capítulo 7, Paulo escreve longamente diretivas para uma vivência cristã, de homens e mulheres, casados ou não, solteiros ou viúvos.

 

 

Paulo fala o termo abrasar-se, aos que estão livres, afirmando que seria mais prudente para estes(as) casar-se. Ele entende com isto não que: não é que o matrimônio seja superior ao estado celibatário no qual ele estava, ou que casar é melhor do que sofrer a tentação, mas que para alguns é mais prudente do que acontecer que seja vencido pela tentação e pecar, na situação em que se encontram. Para muitos a verdade seria está: A gloria de um homem que supera a tentação não está em não ser tentado, mas em não ser vencido pela tentação. Isto é não se abrasar com o pecado e a tentação carnal.O próprio São Paulo escreveu que o casamento era bom, mas que permanecer, como ele e o próprio Cristo "em estado celibatário é bem melhor!"Digo também aos solteiros e às viúvas que lhes é bom se permanecerem assim, como também eu. Mas, se não tem o dom da continência, casem-se" (I Cor. 7, 8-9).Portanto, São Paulo, nesse texto, se afirma celibatário, e diz que aos solteiros é bom permanecer como ele. E é à luz desse texto que se deve entender o outro texto nesta mesma linha em 1 Cor 9,1-5:

 

 

"Não sou eu apóstolo? Não sou livre? Não vi eu a Jesus Cristo SENHOR nosso? Não sois vós a minha obra no Senhor?Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos o sou para vós; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor.Esta é minha defesa para com os que me condenam.Não temos nós direito de comer e beber?Não temos nós direito de levar conosco uma esposa Cristã, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?"

 

 

 

Evidentemente, se São Paulo afirmou que era solteiro e aconselhou os outros a manter-se como ele sem mulher, nesse texto acima a palavra "esposa cristã" não significa esposa dele. Ele dizia que, ele como os demais apóstolos, tinha direito de levar consigo uma mulher casada, para ajudá-lo. Não era para coabitar maritalmente com ele. Se São Paulo, que se disse solteiro, se arrogasse o direito de levar consigo uma esposa, estaria dizendo que tinha direito de levar consigo uma amante, o que é um absurdo, pois não há direito de fazer isso. É preciso sempre contextualizar o texto para não servir de pretexto a heresias. No princípio do Cristianismo, muitos pagãos se convertiam, e, entre os mais velhos deles, em geral casados e viúvos, dos quais que se escolhiam os Bispos. São Paulo recomenda que se escolham os Bispos entre os homens que, tendo sido casados, tivessem sido casados uma só vez. É assim que se explica os textos de São Paulo a Timóteo e a Tito - E ainda que, a princípio, os Bispos tivessem sido assim escolhidos, as palavras de Cristo sobre o valor dos que deixavam mulher por amor dele, e as palavras de São Paulo, aconselhando a ser como ele, levaram a Igreja, sempre guiada pelo Espírito Santo, a estabelecer a lei do celibato. Supor que a Igreja errou, estabelecendo a lei do celibato, seria negar a promessa de Cristo de que estaria com ela todos os dias, até o fim do mundo (Cfr. Mt 28, 20). Ou que as portas do inferno jamais prevaleceriam sobre a Igreja de Cristo. (Mt 16, 18). Quanto ao fato de que São Pedro fora casado, não há dúvida disso. Só que quando Cristo cura sua sogra, está dito que, tendo sido curada da febre por Jesus, "ela levantou-se, e pôs-se a serví-los" (Mt. VIII, 14). Ora, se São Pedro ainda tivesse mulher, seria natural que esta, e não a sogra de Pedro, os servisse. Portanto, São Pedro já devia ser viúvo quando conheceu Cristo, e, por isso, nunca se fala da mulher dele.A Igreja Católica sempre defendeu o matrimônio e o casamento como estabelecidos por Deus, e condenou as seitas gnósticas, maniquéias e cátaras que proibiam o casamento. De modo que  erram aqueles(as) quando supõe que a Igreja, impondo o celibato aos sacerdotes, condena o casamento. A Igreja fiel a Cristo e ao ensinamento apostólico, considera com São Paulo, que casar é bom, mas não casar por amor a Deus é melhor! Por isso, ela estabeleceu a lei do celibato para os que livremente queiram ser sacerdotes de Cristo. Se o Sumo Sacerdote, Cristo, viveu virginalmente, os seus sacerdotes devem imitá-Lo.

 

 

1 Cor 7,32-35: “Gostaria de vê-los livres de preocupações. O homem que não é casado preocupa-se com as coisas do Senhor, em como agradar ao Senhor.  33Mas o homem casado preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar sua mulher, e está dividido. Tanto a mulher não casada como a virgem preocupam-se com as coisas do Senhor, para serem santas no corpo e no espírito. Mas a casada preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar seu marido. Estou dizendo isso para o próprio bem de vocês; não para lhes impor restrições, mas para que possam viver de maneira correta, em plena consagração ao Senhor”

 

 

 

CONCLUSÃO:

 

 

Com tudo isso que vimos acima, muitos dentro e fora da Igreja ainda estão com uma visão deturpada sobre o Sacramento do Matrimônio Cristão. Muitos até dentro da Igreja e pertencentes ao clero, veem o matrimônio como uma simples solução para o abrasamento, e não como via de Santidade, como se a santidade estivesse reservada somente ao clero e aos religiosos(as) - Porém, no explícito acima, ou seja, pelas exigências nas escrituras e os cânones relativos a este sacramento, não restam dúvidas de que o Sacramento do Matrimônio é uma via heroica e segura de Santidade. A igreja hoje mais do que uma promoção por Santos Casados, promove e incentiva após o Concílio Vaticano II, Casais Santos! E os testemunhos já começam a brotar!

 

 




Oração para casais (formulada pelas Equipes de Nossa Sra.)

 

 


 

“Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, obrigado pelo profundo dom do sacramento do matrimônio. Obrigado pelo magnífico presente que é o meu esposo(a), a quem Tu, perfeita providência, escolheste para mim desde toda a eternidade. Permite que eu sempre o(a) trate como realeza, com toda a honra, respeito e dignidade que merece.  Ajuda-me, meu Deus, a ser desprendido(a) no meu casamento, para dar tudo pelo meu esposo(a), sem reservar nada para mim, sem esperar nada em troca, reconhecendo e agradecendo tudo o que ele(a) faz por mim e pela nossa família todos os dias.  Senhor, fortalece e protege nosso casamento. Ajuda-nos a orar juntos todos os dias um pelo outro. Permite-nos confiar em Ti do jeito que Tu mereces. Que nosso casamento seja frutífero e aberto à tua vontade no privilégio da procriação e cuidado da vida. Ajuda-nos a construir uma família forte, segura, amorosa, cheia de fé, uma Igreja doméstica.  Santíssima Virgem Maria, colocamos nosso casamento em tuas mãos. Protege nossa família sob o teu manto.  Senhor Jesus, confiamos em Ti, porque sempre estás conosco e queres o melhor para nós, dando-nos sempre o que é bom, inclusive as cruzes que permites em nossas vidas. Pedimos tudo isso Trindade Santa, por Nosso Senhor Jesus Cristo que convosco vive e reina para sempre! Amém!

 

 

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