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Exorcista Pe. Duarte Lara: “Halloween é a hora do demônio e início do ano satânico”

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 26 de outubro de 2021 | 17:38

 


 

Não é de hoje que renomados Exorcistas do mundo inteiro tem chamado a atenção para os cuidados que os cristãos precisam ter quando se fala da Festa de Halloween! Aparentemente nos é mostrado como algo inocente, uma simples festa para o entretenimento; mas o que poucos sabem é o que esta por detrás desta data, e o que os Satanistas comemoram! 




Padre Paulo Ricardo, nos traz uma afirmação que nos ajuda a compreender o quão grave é se envolver com a “Festa” de Halloween:

 

 

 

“Como numa paródia, o diabo inventou a comemoração do Dia das Bruxas, que contém uma miséria escondida porque celebra as pessoas condenadas ao inferno. Muitos acham que o inferno não existe porque Deus é Misericórdia, mas é preciso entender que o inferno existe porque o homem é livre, ou seja, nós podemos ou não escolher entrar na felicidade eterna. É importante lembrar que nossa alma ainda está em risco, podemos ser salvos, mas ainda podemos nos perder”

 

 

 

No vídeo abaixo, o Exorcista português, Padre Duarte Lara, nos traz dados e fatos impressionantes sobre a relação do Halloween com o Satanismo! Assista:

 


 

https://www.youtube.com/watch?v=itwfMA4uxXc&t=3s&ab_channel=LivresdetodoMal


 

 

Ex Satanista, testemunha os perigos do Halloween!

 


 


 

Na noite de Halloween muitos grupos se aproveitam para recrutar membros e fazer seus piores rituais! O colombiano Wilson Fernando López assegura que entrou aos 17 anos em uma seita satânica chamada “Os doze do Zodíaco” e ali viveu os preparativos e as celebrações que esse tipo de seitas realizam no Halloween.

 

 

 

Halloween e seita satânica

 

 

 

“De acordo com certas datas estabelecidas, uma mulher deverá sacrificar seu filho no dia 31 de outubro. Escolhida com meses de antecedência, ela pratica sexo ritual com o líder, e durante a semana prévia ao Halloween é tratada como se fosse uma deusa”.

 

 

 

Ao ingressar nessa seita, Wilson teve de passar por várias fases:

 

 

 

“Cheguei a sacrificar um gato preto. Cravei-lhe o punhal, tomei seu sangue e comi seu coração. Com este ato eu já tinha entregado, para dizê-lo de alguma forma, noventa por cento da minha alma ao Demônio. Só me faltava o sacrifício humano. Minhas companheiras me instavam a fazê-lo, porque eu já dominava todos os ritos. Elas queriam que eu fosse o seu líder. Claro, mas também teve que montar minha morada de 12 discípulos para continuar a obra de Satanás.”

 

 

 

Sacrifício humano na noite de Halloween?

 



 


 



“Lembro-me que em uma das noites de Halloween, eu presenciei o sacrifício de uma criança. Causou-me imensa pena ver como o sacerdote negro pendurou a criança, abriu-a com uma adaga, tirou-lhe o coração e comeu-o…”

 

 

 

Como Wilson chegou a se envolver nesse ambiente? Ele era um rapaz tímido de 17 anos… atraído por uma moça bonita!

 

 

 

“Era uma bela jovem de olhos verdes claros, belíssima, com um rosto de inocência quase angelical. Um dia ela me convidou para uma festa. Chegamos a uma casa grande e observei ao entrar que estava tudo escuro. Caminhamos, entrei com ela em um lugar onde havia outros rapazes que colocaram um manto escuro. Temeroso, não soltei a mão dela, e também me vestiram com esse manto.”

 

 

 

Ele ouviu um homem do grupo que falava uma língua estranha!

 

 

 

“Percebi que todos falavam esse mesmo idioma. Enquanto isso, assustado, permaneci calado. Logo notei que no centro de uma mesa que eles rodeavam foi traçado um tabuleiro Ouija com sangue, que logo soube que era humano…Em questão de segundos entrei em pânico e quis ir embora; queria correr, mas já era tarde! Escutei uma voz atrás de mim que me disse: ‘Se foges eu te mato’!”




Ele ficou preso pela seita - Lembra-se que permaneceu nela por quase três anos, e à medida que o tempo passava sabia que chegava a hora de cumprir o pacto!

 

 

 

“Era o único que continuava na lista e tinha que fazer o sacrifício. Chegou o 31 de outubro, Dia das Bruxas. Tudo está pronto. Os integrantes devíamos jurar ante o livro do Macho Caprino (texto famoso do satanismo e de invocação dos demônios); assim começa o ano satânico, invocando os espíritos inferiores e banhando todos os satanistas com água de esgoto.”

 

 

 

Uma moça cristã…As primeiras mudanças!

 

 

 

“Chegou uma moça nova no meu bairro e fiquei tão fascinado com ela que quis enfeitiçá-la. Experimentei todos os rituais que conhecia, mas nada entrava nela. Foi tal a minha obsessão, que pedi ajuda ao bispo negro para que ela se enamorasse de mim. Ele me recomendou agir como um bom rapaz, e comecei a acompanhá-la nas coisas de que ela gostava. E assim conseguiria tudo!” - “Ela rezava o Terço no período da manhã e da tarde, além de ir à missa todos os dias. Eu não sabia no que estava me metendo! Fomos nos conhecendo e um dia ela me pediu que a acompanhasse à igreja e me ajoelhasse diante do Santíssimo Sacramento. Para passar despercebido, eu a acompanhei em tudo e, ao entrar no lugar sagrado, ela ajoelhou-se diante do Santíssimo Sacramento (que estava exposto para adoração). Olhou-me, convidando-me a ajoelhar-me… mas ao fazê-lo senti em meu corpo como que agulhas traspassando todos os poros da minha pele. Era tanto o incômodo que eu sentia toda vez que devia acompanhá-la a isso, que às vezes eu a esperava do lado de fora do templo.”

 

 

 

Wilson nunca teve entre seus planos converter-se. Mas a presença Divina que habitava a moça lapidou seus desejos!

 

 

 

“Esta moça me disse em reiteradas ocasiões que rezava pela salvação de minha alma. Ao mesmo tempo que Satanás me chamava, cobrando a conta. Porque, lembremo-nos, eu lhe devia o sacrifício humano de Halloween.”

 

 

 

Objeto de permanentes conflitos interiores, Wilson diz que inclusive escutava vozes que lhe diziam:

 

 

 

“Mata-te! Vamos matar-te! Sacrifica-te!”

 

 

 

Desesperado e temeroso de revelar na seita o que estava acontecendo, ele recorreu instintivamente ao Padre Héctor Ochoa (já falecido), por cujo intermédio viveu uma experiência libertadora!

 

 

 

“Com o padre começou essa batalha campal, que durou tempo. Saíram de mim Demônios muito poderosos.”

 

 

 

Voltar para Deus!

 

 

 

O duro caminho para se reconhecer como filho de Deus logo exigiu seu empenho total: confessar-se com frequência no sacramento da reconciliação e tornar a verdade transparente a seus pais. Sua penitência foi de “ir até as pessoas a quem havia prejudicado e pedir-lhes desculpas”.

 

 

No entanto, acrescenta, faltava ainda uma última batalha a ser travada:

 

 

 

“Algum tempo depois, notando minha ausência, os membros da seita se deram conta do ocorrido e começaram a atentar contra a minha família. Atacavam espiritualmente, até que um dia, estando eu no grupo de oração do qual tinha começado a participar, apareceu o padre negro e me diz: “Vim atrás de você, já sabe o resto”.

 

 

 

Lembra em seguida que o líder satanista começou a balbuciar suas maldições:

 

 

 

“E em certo momento, quando eu estava fraco, comecei a sentir atrás de mim, cada vez mais forte, uma voz que dizia: ‘Ave Maria, cheia de graça…’. Senti sair atrás de mim uma mão branca, bela, luminosa, portando um Rosário, que enrolou no sacerdote negro”.







O líder da seita satânica saiu imediatamente do lugar e Wilson, dez anos depois, nunca mais foi atacado. Hoje ele destina boa parte de seu tempo para testemunhar sua experiência com as seitas, o demônio, e especialmente com a realidade satânica que está por detrás da festa de Halloween, da qual foi libertado por uma testemunha da fé, por um padre, e depois, finalmente, pela intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria.

 



O que significa a palavra Halloween? "Dia das Bruxas!"

 






 

O tema central da festa de Halloween é a morte e não a vida, as trevas, não a Luz de Cristo!









Não é só uma festa à fantasia! Você não verá nenhuma casa decorada com símbolos que remetam à vida! Apenas vemos: caveiras, teias de aranha, bruxas e temas que lembram a escuridão, ou seja, as trevas. Neste período é comum nos E.U.A os pais e tutores responsáveis, receberem comunicados da escola dos meus filhos ou de condomínios, algumas orientações para a participação de crianças neste dia. Como Cristãos esclarecidos, já devemos sinalizar que nossos filhos não estarão presentes! Por quê? “Simplesmente nos recusamos a vestir nossos filhos de morte! Como Cristãos, não vamos caracterizá-los com nada que possa fazer qualquer referência às trevas!”

 

 




 


O fato de você ignorar, ou não acreditar no mundo espiritual não anula o seu poder de influência sobre o mundo natural !

 


 


 


Como Cristãos, lavados em Cristo, somos Novas Criaturas, as coisas antigas já se passaram! Não podemos nos deixar levar pelos costumes da terra. Todo símbolo tem dono! A simbologia do Halloween não é Cristã! A palavra de Deus diz muito claramente que "não pode existir comunhão entre luz e trevas!" Nós, como cristãos, todos os anos, celebramos o Natal, que representa o nascimento de Jesus – independente se é a data correta. Essas comemorações fazem sentido, pois, fazem referências à vida e têm base bíblica!

 

 

 

Travessuras ou Gostosuras? ou, Doces ou Travessuras? (trick-or-treat, em inglês)

 



 


 


A expressão TRICK OR TREAT é relativamente nova. Ela surgiu na década de 1920. Mas, só pegou mesmo – se tornou bastante conhecida e usada – em meados da década de 1950.Já a tradição de sair fantasiado pedindo doces pelas casas ninguém sabe quando teve início. Alguns a ligam ao festival celta conhecido como Samhaim. Tomando emprestado das tradições europeias, os americanos começaram a vestir-se em trajes e ir de casa em casa pedindo comida ou dinheiro, uma prática que acabou se tornando a tradição de “doce ou travessura” de hoje. A tradição americana de doces ou travessuras do Dia das Bruxas pode remeter também aos primeiros desfiles do Dia de Finados na Inglaterra. Durante as festividades, os cidadãos pobres imploravam por comida e as famílias lhes davam doces chamados “bolos de alma” em troca da promessa de orar pelos parentes mortos da família.

 

 

 

A origem da pergunta “Doces ou travessuras?”

 

 

 

No Halloween, as crianças e alguns adultos costumam se disfarçar de seres horríveis e temerários e vão de casa em casa exigindo “trick or treat”? (doces ou travessuras). A crença é de que se não lhes dão alguma guloseima, os visitantes farão uma maldade ao morador do lugar. Muitas pessoas acreditam que o início deste costume está na perseguição aos católicos na Inglaterra, onde suas casas eram ameaçadas.

 

 

 

A origem da abóbora com forma de rosto

 

 




 



Existe uma antiga lenda irlandesa que conta que um homem chamado Jack tinha sido tão mau em vida que supostamente não podia nem entrar no inferno por ter enganado muitas vezes o demônio. Assim, teve que permanecer na terra vagando pelos caminhos com uma lanterna, feita de um legume vazio com um carvão aceso. As pessoas supersticiosas, para afugentar Jack, colocavam uma lanterna similar na janela ou na frente de suas casas. Mais adiante, quando isto se popularizou, o legume para fazer a lanterna passou a ser uma abóbora com buracos em forma do rosto de uma caveira ou bruxa. Supõe-se que a tradição britânica e irlandesa de pedir o "soul cake" (bolo das almas), terá dado à tradição do gostosuras ou travessuras nos Estados Unidos. O gostosuras ou travessuras foi um dos últimos elementos a ser associado à celebração do Dia das Bruxas nos EUA. Os primeiros registros remontam ao ano de 1920,mas só começou a ficar mais popular e a se espalhar pelos Estados Unidos depois da campanha Trick-or-treat for Unicef(Gostosuras ou Travessuras da Unicef) em 1950.

 

 

 

Por trás de algo aparentemente banal, pode haver um grande comprometimento espiritual!

 



 


 



-Em 2 Coríntios 11,14 - está escrito que Satanás se transfigura em anjo de luz para enganar os ungidos de Deus.

 

-Em 1 Coríntios 6,12 - Paulo fala que nem tudo que nos é lícito, nos convém como Cristãos!

 

-Em 1 Coríntios 10,20 – 21 - ele é enfático: “Não quero que vocês tomem parte nas coisas dos demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e também do cálice dos demônios.”.

 

-Em 2 Coríntios 6,15 -  também: “Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas?”.

 

-E ainda, em 1 Tessalonicenses 5,22 - ele ainda nos alerta  para fugirmos da aparência do mal.

 




ATENÇÃO! A festa de  Halloween TEM TRÊS VERTENTES:

 


1)-A vertente original Celta (pagã, e anterior ao Cristianismo – Com sacrifícios humanos aos deuses da natureza): As raízes celtas - No século VI a.C., os celtas do norte da Europa celebravam o fim de ano com a festa do “Samhein” (ou Samon), festividade do sol, iniciada na noite de 31 de outubro e que marcava o fim do verão e das colheitas. Eles acreditavam que naquela noite o deus da morte permitia aos mortos retornarem à terra, fomentando um ambiente de terror. Segundo a religião celta, as almas de alguns defuntos estavam dentro de animais ferozes e podiam ser libertadas com sacrifícios de toda índole aos deuses sacrifícios, inclusive sacrifícios humanos. Uma forma de evitar a maldade dos espíritos malignos, fantasmas e outros monstros era se disfarçando para tentar se assemelhar a eles e desta maneira passavam despercebidos ante seus olhares.

 

 


2)-A vertente inculturada, ou seja, após a Cristianização do povo Celta (adaptada à véspera do dia de finados). Sua mistura (enculturação) com o cristianismo - Quando os povos celtas foram cristianizados, nem todos renunciaram os seus costumes pagãos. Do mesmo modo, a coincidência cronológica da festa pagã de “Samhein” com a celebração de todos os Santos e a dos defuntos, comemorada no dia seguinte (2 de novembro), fez com que as crenças cristãs fossem misturadas com as antigas superstições da morte.Através da chegada de alguns irlandeses aos Estados Unidos, introduziu-se neste país o Halloween, que chegou a ser parte do folclore popular do país. Logo, incluindo a contribuição cultural de outros migrantes, introduziu-se a crença das bruxas, fantasmas, duendes, drácula e diversos monstros. Mais tarde, esta celebração pagã foi difundida no mundo inteiro.

 


3)-A vertente satanista (com consagrações e sacrifícios humanos a satanás).Uma das principais festas satânicas - Segundo o testemunho de algumas pessoas que praticaram o satanismo e depois se converteram ao cristianismo, o Halloween é considerada a festa mais importante para os cultos demoníacos, porque se inicia o novo ano satânico e é como uma espécie de “aniversário do diabo”. É nesta data que os grupos satânicos sacrificam os jovens e especialmente as crianças, pois são os preferidos de Deus.

 




APROFUNDAMENTO TEOLÓGICO: COMO ACOLHER “DE FORMA CRISTÔ AS PESSOAS QUE PARTICIPAM DO HALLOWEEN?


 

 




 

Mateus 5,43-48: “Ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus, pois que Ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos. Porque se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos igualmente assim? E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de notável? Não agem os gentios também dessa maneira? Assim sendo, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai que está nos céus.”

 

 



O cristianismo está configurado a partir de três normativas intrinsicamente relacionadas:

 

 

 

1)-É uma religião missionária. Desde sua inspiração fundante jamais se entendeu como religião de um lugar, de uma cultura, de um povo;

 

 


2)-A missão é protagonizada pelos fiéis que anunciam Jesus Cristo na forma de um “Querigma”, reconhecido teologicamente com uma singularidade toda própria; a disposição missionária, cujo conteúdo é o Kerigma de Cristo (O amor do Pai e o Reino de Deus) e o Kerígma dos apóstolos (A pessoa de Jesus e o plano amoroso de Salvação do homem todo e de todos os homens).

 

 


3)-O querigma evidencia o terceiro aspecto normativo, a saber, a proposta cristã é universal. Trata-se de uma religião cujo enfoque salvífico não encontra impedimentos nem no tempo e nem no espaço. Essas convicções fundantes deram ao cristianismo uma esperança e convicção ímpar no trabalho missionário até o martírio.

 

 

 

Tais concepções são visualizadas principalmente no paradigma exclusivista sobre a salvação. O exclusivismo é verificado em duas perspectivas intimamente relacionadas:

 

 

 

a)-Exclusivismo cristológico, também conhecido como cristocentrismo - O qual postula Jesus Cristo como o único meio pelo qual é possível obter a salvação (conf. João 14,6;Atos4,12). Esse cristocentrismo aceita que a salvação possa acontecer nas religiões (conf. Atos 10,35;Rom 2,11-15) porém, lhes nega uma autonomia salvífica devido à unicidade e universalidade da salvação de Jesus Cristo.”(COMISSÃO TEOLÓGICA INTERNACIONAL. O cristianismo e as religiões. n. 11).

 

 

 

b)-Exclusivismo eclesiológico ou eclesiocentrismo - O exclusivismo eclesial parte do princípio que a religião cristã se expressa numa Igreja que se entende como a única Igreja verdadeira. (conf. Mateus 16,18; 1Tim 3,15).Esse modelo exclusivista afirma que a salvação só pode ser alcançada através da profissão de fé em Jesus Cristo, professada na Igreja Católica. Esses exclusivismos tem sido mais aprofundado numa perspectiva mais ecumênica, principalmente depois do Vaticano II. Trata-se do modelo cristológico e eclesiológico inclusivista. (cf. por exemplo: LG 16; GS 22 - COMISSÃO TEOLÓGICA INTERNACIONAL. O cristianismo e as religiões. n. 10).



 

Da forma que vinha sendo tratado o tema Cristológico e eclesiológico, estava se tornando um empecilho ao diálogo (ver temática da ignorância invencível). Porém, é um risco sempre iminente, perceber que na esteira do inclusivismo cristológico e eclesiológico segue um processo que tende a desqualificar a missão salvífica e universal de Jesus. Ao mesmo tempo, se percebe que qualquer reflexão cristológica e eclesiológica que se pretenda atual, não pode fugir e precisa enfrentar a questão do diálogo inter-religioso.

 

 

 

 

Há quem diga que “a presença salvífica de Deus” é mais ampla do que os seres humanos e a Igreja institucional

 

 

 

Por  conseguinte, as religiões não-cristãs seriam incluídas positivamente por meios conhecidos de Deus, no plano salvífico universal de Deus; nelas estaria atuando a graça de Cristo, de  modo que aqueles que aí se salvem, conseguiram a salvação pela graça de Cristo. São pessoas que não fazem parte do corpo de cristo, mas participam da ALMA DA IGREJA, o Espírito Santo, causa constitutiva dos bens definitivos. Todavia os adeptos de tais crenças religiosas ignoram, diz Karl Rahner, a ação  mediadora de Cristo, de modo que são “cristãos anônimos”, chamados, porém, a tornar-se cristãos explícitos, plenamente integrados na Igreja pela sua missão evangelizadora.

 

 

 

 

Tudo está ordenado para a salvação do homem - Catecismo da Igreja Católica: 313. 846-848:

 

 

 

 

§313 "Sabemos que, para os que amam a Deus, tudo concorre para o bem" (Rm 8,28). O testemunho dos santos não cessa de confirmar esta verdade. Assim, Sta. Catarina de Sena diz "àqueles que se escandalizam e se revoltam com o que lhes acontece: Tudo procede do amor tudo está ordenado à salvação do homem, Deus não faz nada que não seja para esta finalidade". E Santo Tomás More, pouco antes de seu martírio, consola sua filha: "Não pode acontecer nada que Deus não tenha querido. Ora, tudo o que ele quer, por pior que possa parecer-nos, é o que há de melhor para nós". E Lady Juliana de Norwich: "Aprendi, portanto, pela graça de Deus, que era preciso apegar-me com firmeza à fé e crer com não menor firmeza que todas as coisas irão bem...Tu mesmo verás que qualquer tipo de circunstância servirá para o bem".

 

 

 

 

“§846 (Fora da Igreja não há Salvação) -  Como entender esta afirmação, com freqüência repetida pelos Padres da Igreja? Formulada de maneira positiva, ela significa que toda salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é seu Corpo:Apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, [o Concílio] ensina que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único mediador e caminho da salvação é Cristo, que se nos torna presente em seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo, como que por uma porta. Por isso não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja católica foi fundada por Deus por meio de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem nela entrar ou nela perseverar.

 

 

§847 Esta afirmação não visa àqueles que, sem culpa, desconhecem Cristo e sua Igreja: "Aqueles, portanto, que sem culpa ignoram o Evangelho de Cristo e sua Igreja, mas buscam a Deus com coração sincero e tentam, sob o influxo da graça, cumprir por obras a sua vontade conhecida por meio do ditame da consciência podem conseguir a salvação eterna".

 

 

§848 "Deus pode, por caminhos dele conhecidos, levar à fé todos os homens que sem culpa própria ignoram o Evangelho. Pois 'sem a fé é impossível agradar-lhe' Mesmo assim, cabe à Igreja o dever e também o direito sagrado de evangelizar todos os homens.”

 

 

 

 

 

Outros teólogos vão mais longe!

 

 


Consideram as religiões não cristãs como vias de salvação  independentes  umas das outras e de Cristo. O Senhor Jesus não seria a causa constitutiva da salvação nem a Igreja seria necessária. A finalidade desta seria apenas a de revelar e promover o Reino de Deus, que se vai formando na terra desde o primeiro instante da criação. Ora, Deus pode ter algo a dizer ou realizar além do que foi dito e efetuado por Cristo; em conseqüência, os cristãos entram em diálogo com outras correntes religiosas não só para ensinar, mas também para acolher e discernir o que de bom elas tem. Contudo dizem tais teólogos – Cristo é a revelação final de Deus e, por isto, é normativo para todas as religiões: embora Cristo não seja a causa constitutiva da salvação, no plano terreno, pois muitos não serão evangelizados e morrerão sem conhece-lo. Ele é a norma segundo a qual as religiões devem aferir a sua validade, e o termo final em que elas encontram a sua consumação na eternidade. Cristo não está no interior das religiões não-cristãs, mas está acima delas, como norma definitiva e “catalisador crítico”. Por conseguinte, é possível salvar-se fora da Igreja, mas não fora de Cristo! Tal é a posição de Hans Küng.

 

 

 

Outros teólogo afirmam que o Cristianismo se coloca simplesmente ao lado (não acima) das outras crenças religiosas!

 

 

 

 

“Tais teólogos estão promovendo um modelo teológico que vê Cristo juntamente  com outras religiões e outras figuras religiosas. Insistem em dizer que é possível/provável que, com Cristo e o Cristianismo, outras tradições tenham a sua validade própria e independente e o seu lugar ao sol. Como sugere o mito da torre de Babel, o pluralismo pode ser vontade de Deus. A verdade pode não estar ligada à unidade (Pannikar). Mais concretamente: pode acontecer que  o budismo e o hinduísmo sejam tão importantes para a história da salvação quanto o Cristianismo, e que outros mestres sejam tão importantes quanto Jesus de Nazaré. Pode-se dizer  que esta nova perspectiva é a etapa mais recente de uma evolução natural no interior da Teologia católica das religiões; essa evolução passaria do  eclesiocentrismo (Cristo/Igreja contra as religiões) ao Cristocentrismo (Cristo dentro ou acima das religiões) e, finalmente, ao Teocentrismo. O centro da história da salvação e ponto de partida para o diálogo inter-religioso seria não mais a Igreja (como necessária à salvação), nem Cristo (como normativo para a salvação), mas Deus como Mistério Divino”. (P. Knitter no artigo La teologia cattolica delle religioni a  un crocevia, na revista Concilium XXII - 1/1986, pp. 138-140)

 

 

 

 

 

Fato é que os fiéis católicos que adotam tais teorias recentes, perdem o seu zelo missionário ou o interesse pela conversão dos não-católicos à fé da Igreja; perguntam:

 

 

 

“Se os homens se salvam também, em outras correntes religiosas, qual a necessidade de crer em Cristo e de pertencer à Igreja? Qual o papel de Cristo e da Igreja na obra de salvação dos homens? Com outras palavras: Se a graça de Deus age nas outras correntes religiosas e salva os que lhes aderem com sinceridade e boa fé, por que deveria a Igreja interessar-se pela conversão  dos não-cristãos ao Cristianismo?...”

 

 

 

Tais indagações justas, deixam muitas pessoas inquietas e exigem esclarecimentos  seguros e convincentes! São palavras do Apóstolo Paulo:

 

 

“Deus nosso Salvador quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,3s).

 

 

Algo de semelhante, se lê 2 Pd 3,9:

 

 

 

“O Senhor não tarda a cumprir a sua promessa, como pensam alguns, entendendo que há demora; Ele está usando de paciência para convosco, porque não quer que alguém se perca, mas que todos venham a converter-se”.

 

 


No Evangelho o Senhor manifesta sua vontade salvífica universal quando se despede dos Apóstolos:

 

 

 

“Ide e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28,19s; cf. Mc 16,15s).

 

 

 

Já os profetas do Antigo Testamento apregoavam esse mesmo desígnio salvífico válido para todos os povos:

 

 

 

“Dias virão em que o monte da casa do Senhor será estabelecido no mais alto das montanhas e se alçará acima de todos os outeiros. A ele acorrerão todas as nações; muitos povos virão dizendo: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que Ele nos instrua a respeito dos seus caminhos e assim andemos nas suas veredas. Com efeito, de Sion sairá a Lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor. Ele julgará as nações, corrigirá muitos povos. Estes quebrarão as suas espadas, transformando-as em relhas, e as suas lanças, a fim de fazerem podadeiras. Uma nação não  levantará a espada contra outra, nem aprenderão mais a fazer guerra. Ó casa de Jacó, vinde, andemos na luz do Senhor!” (Is 2,2-5).

 

 

 

-No livro do profeta Isaías, o Servidor de Javé é chamado a levar a salvação de Deus até as extremidades da terra (cf. Is 49,6).

 

 

-Jonas foi enviado a pregar aos habitantes de Nínive pagã, a  fim de que se convertessem e salvassem  (cf. Jn 3, 1-10).

 

 

 

Em consequência toca à Igreja Católica o dever missionário de anunciar o Evangelho! É o que declara o Decreto Ad Gentes sobre a ação missionária da Igreja:

 

 

 

“O motivo dessa atividade missionária está na vontade de Deus, que quer que todos os homens sejam salvos e venham ao conhecimento da verdade. Porque um é Deus, um é também o mediador entre Deus e os homens, o homem Cristo Jesus, que se entregou  para a redenção  de todos (1Tm 2,4s). E em nenhum outro há salvação (At 4,12). É necessário que pela pregação da Igreja todos O reconheçam e a Ele se convertam e pelo Batismo sejam incorporados nele e na Igreja seu Corpo. Cristo mesmo por sua vez, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do Batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo como por uma porta… Por isto a atividade missionária hoje como sempre conserva íntegra a sua força e necessidade” (nº 7).

 

 

 

Pregar o Evangelho a quem não o conhece, é dever de caridade fraterna que incumbe a todo fiel católico!

 

 

 

O Pão da Palavra que leva à vida eterna, ainda é mais necessário do que o pão de mesa. Não se confunda essa ação missionária com proselitismo. Este consiste em violentar a consciência dos ouvintes, constrangendo-os a abraçar a fé cristã mediante promessas de emprego, assistência médica, escola, etc. É indigno do pregador aumentar o número de seus seguidores mediante tais recursos, que exploram a indigência dos irmãos e os violenta; as verdades da fé hão de ser apregoadas com clareza e amor, de modo que os ouvintes as possam perceber e, se quiserem, livremente abraçar. Também não se deve confundir a pregação missionária com dominação cultural; o fato de que alguém transmite a verdade a seu semelhante, não lhe dá o direito de o dominar, como também não se torna dominador aquele que alfabetiza ou comunica traços de civilização universal.

 

 

 

A Igreja Católica “reconhece a existência de autênticos valores religiosos fora do Catolicismo”! Esta afirmação fundamenta-se sobre duas observações:

 

 

 

1) Existe uma religiosidade natural congênita em todo e qualquer ser humano: assim todos reconhecem com certa facilidade a existência de Deus ou do Mistério e do Transcendental; todos são propensos a invocar a Divindade, especialmente nos momentos de tributação; todos têm uma consciência moral (ainda que rudimentar), a qual é a voz de Deus, pronta a denunciar o pecado e a exaltar a virtude; em geral, os povos professam também o amor ao próximo, principalmente aos mais necessitados (existe uma compaixão natural). Daí surgem diversas formas de culto religioso natural (sem dúvida, mescladas de aberrações em muitos casos).

 

2) Alguns grupos religiosos ultrapassam a religiosidade meramente natural e professam elementos da religião revelada. Assim os judeus, que têm os livros do Antigo Testamento e a expectativa do Reino de Deus em sua plenitude. Assim também os muçulmanos, que reconhecem traços e figuras do Antigo e do Novo Testamento: o patriarca Abraão, Moisés, Jesus Cristo (embora só o considerem como Profeta), Maria Santíssima, a total submissão a Deus (Islã significa submissão).

 

 

 

Declara o Concílio Vaticano II

 

 

 

 

“A Igreja Católica nada rejeita do que há de verdadeiro e santo nessas religiões (não católicas). Considera ela com sincera atenção aqueles modos de agir e viver, aqueles preceitos e doutrinas. Se bem que em muitos pontos estejam em desacordo com os que Ela mesma tem e anuncia, não raro, contudo, refletem lampejos daquela Verdade que ilumina todos os homens (cf. Jo 1,9)…Exorta por isto seus filhos a que, com prudência e amor, através do diálogo e da colaboração com os seguidores de outras religiões, testemunhando sempre a fé e a vida cristãs, reconheçam, mantenham e desenvolvam os bens espirituais e morais, como também os valores sócio-culturais que entre eles se encontram” (Declaração Nostra Aetate nº 2).

 

 

 

O Halloween é uma versão comercializada e infantilizada da bruxaria!

 

 

 

O padrão de comportamento que se espera do cristão é aquele que representa os padrões do Evangelho. Devemos nos portar a favor do que é certo, do que é bom, da vida e não da morte, da luz de Cristo e não das trevas, evitando abraçar e propagar tudo aquilo que é mal e nocivo. Devemos incentivar os nossos filhos com valores e comportamentos que favoreçam e tragam a vida e não a morte, não o vandalismo e destruição, como é o caso do Halloween. O verdadeiro Cristão, no lugar de tentar adaptar o Dia das Bruxas ao contexto evangélico, podem criar uma comemoração completamente diferente, sem fazer referência ao Halloween, mas sim diretamente à vida e a verdadeira luz. Podendo fazer até o uso de fantasias como forma de descontração, principalmente para as crianças, mas com outro propósito e personagens.

 

 

 

 

Participar de Halloween é pecado para o Cristão?

 

 

 

Isso depende da forma como a pessoa participa. Se fantasiar de herói ou princesa e comer doces não é ruim. Mas vandalizar casas e glorificar o mal é ruim (1 Tessalonicenses 5,22). Há muita coisa na festa de Halloween que pode fazer um crente se sentir desconfortável. Quer você participe, quer não, evite situações que lhe vão dar problemas de consciência (Romanos 14,22-23).

 

 

 

 

Pense: como posso glorificar a Deus no Halloween?

 

 

 

Para uma pessoa a resposta pode ser participando da celebração mas de forma responsável, dando um bom exemplo para os amigos que não são Cristãos. Existe algo de mau em um Cristão se vestir como uma princesa ou cowboy e andar pela vizinhança pedindo por doces? Não, não existe! Existem coisas sobre o Halloween que são anti-Cristãs e que devem ser evitadas? Claro que sim! Se os pais vão dar aos seus filhos permissão de participar no Halloween, então eles devem certificar-se de que seus filhos não vão se envolver nos aspectos mais escuros do dia. Se os Cristãos vão participar no Halloween, então sua atitude, roupa e, mais importante, seu comportamento, ainda devem refletir uma vida redimida (Filipenses 1,27).

 

 

 

Há muitas igrejas que possuem "festivais da colheita" e incorporam fantasias, mas em um ambiente de devoção Cristã e não pagã!

 

 

 

Há muitos Cristãos que distribuem, juntamente com os doces de Halloween, folhetos que compartilham o Evangelho, bíblias, periódicos e livros Cristãos! Essa pode ser uma excelente oportunidade de evangelizar essas crianças e seus pais, se não forem Cristãos! A decisão final é nossa! Entretanto, assim como com todas as outras coisas, devemos seguir os princípios de Romanos 14. Não podemos permitir que nossas próprias convicções sobre um feriado causem divisão no corpo de Cristo, nem podemos usar nossa liberdade para levar os outros a tropeçar em sua fé. Devemos fazer todas as coisas conforme Nosso Senhor Jesus Cristo faria em nosso lugar! Enfim, vale aqui a regra de ouro: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles façam a vocês; pois esta é a Lei e os Profetas”(Mateus 7,12)

 

 


Antes de qualquer coisa, na pior das hipóteses, procure saber quem está organizando o evento?

 

 

-São Cristãos praticantes da fé e esclarecidos, ou só de nome? ou seja, apenas batizados(as), mas não participam da vida da Igreja e não conhecem a doutrina Cristã. São relativistas?

 

 

-São pessoas "declaradamente não Cristãs?" adeptas de religiões politeistas, e ou, ligadas às forças da natureza?

 

 

-São pessoas adeptas do ocultismo? E ou, praticantes da bruxaria e satanismo?

 



CONCLUSÃO:








 


Por fim, exortamos em Cristo a tomarem cuidado com as pequenas concessões. Não leve o ambiente do mundo espiritual do mal para a sua casa ou para seu convívio! Que a paz de Nosso Sr. Jesus Cristo em tudo, seja o árbitro do seu coração! Na dúvida, peça sabedoria ao Senhor. Tenho certeza de que Ele iluminará o seu entendimento! Deixe seus comentários abaixo, será importante saber sua experiência ou opinião sobre o assunto para enriquecer a todos(as), até mesmo discordando, desde que se faça com o devido respeito.

 

 

 

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:

 

 

 

-https://blog.cancaonova.com/livresdetodomal/ex-satanista-testemunha-os-perigos-halloween/

 

 

-https://falauniversidades.com.br/halloween-descubra-a-historia-por-tras-dos-doces-ou-travessuras/

 

 

-https://www.inglesnapontadalingua.com.br/2020/10/qual-a-origem-do-trick-or-treat.html

 

 

-https://cleofas.com.br/8-dados-que-todo-cristao-deve-saber-sobre-halloween/

 

 

.-https://pt.wikipedia.org/wiki/Travessuras_ou_Gostosuras



-https://catolicodigital.com.br/8-coisas-que-todo-cristao-deve-saber-sobre-halloween.html

 

 


 







 

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29 de outubro de 2021 11:19

O EVENTO MACABRO DO HALLOWEEN É UMA ORGIA QUE O DIABO PREPAROU PARA SEUS SEGUIDORES, COMEÇANDO O ANO SATÂNICO A CADA 31 DE OUTUBRO!
Às 03 da madrugada é a hora de haverem os sacrifícios, especialmente de crianças recém nascidas e de pequena idade, preferencialmente, destinados a agradarem o diabo e devem ser evitados por todos de participarem desses cultos satanistas, especialmente por aqueles que se julgam católicos, pois "Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza. Mt 6,24.
Essa soturna celebração dos satanista luciferianistas equivalem às orgias havidas durante os carnavais com temos nos deparado, especialmente enaltecendo e incensando tudo quanto seja anti Igreja católica, extensão da cabeça dela, N S Jesus Cristo, da qual Ele é a cabeça e a Igreja extensão de Se SS Corpo, e nesses carnavais temos nos deparado como autênticas comemorações satanistas, exaltando o erotismo, a imodéstia, a falta do mínimo de pudor, a lascívia, o homossexualismo tudo muito notório e publicamente apresentado na maior galhardia, como se fosse um bem a tudo quanto seja execrável do mundanismo associado às falanges diabólicas!
Os pais, sendo católicos, jamais, sob hipótese alguma, devem vestir seus filhos de "BRUXINHOS OU MONSTRINHOS", por repassar anuência a um programação satânica para aqueles que a admiram, pois costumam existirem até possessões diabólicas aos filhos e influências malignas para eles e à família!
"Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce"! Is 5,20.
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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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