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O antissionismo não passa de um “antissemitismo incubado” contra os Judeus

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 1 de dezembro de 2018 | 13:52






O sionismo é a ideologia que tem como objetivo legitimar as aspirações do povo judeu como nação, ou seja, a autoemancipar-se nacionalmente através da criação e desenvolvimento de um Estado próprio. O antissionismo nega aos judeus o direito de considerar-se uma nação. Na prática, ser antissionista é ser contra a existência de Israel. há judeus que não se vêem como um povo, ou como uma nação,sim, mas são minorias, e não podemos dizer que estão certos,pois alguns bascos não querem a separação espanhola, alguns irlandeses também, bem como vários países não quiseram e ainda não querem se separar da Rússia,mas sempre prevalece a vontade da maioria. Os judeus são um povo? Claro que sim. Por quê? Porque a própria história os reconhecem como um povo, e a sua grande maioria assim se vêem. Este é o princípio básico da autodeterminação dos povos. Da mesma forma que os palestinos são um povo, e reivindicam justamente o seu Estado nacional, os judeus também têm o direito de fazê-lo. 




Negar aos judeus o direito de autodeterminar-se nacionalmente é antissemitismo. Este Antissemitismo incubado, nega  sómente aos judeus este direito. Israel é um dos raros países que tem seu direito à existência questionado todos os dias. Nunca na história vimos um movimento anti-Portugal, anti-Síria ou anti-Canadá. No entanto, pasmem! há movimentos antissionistas pleiteando participação no parlamento europeu. Quando o antissionismo passa a ser uma ideologia, devemos acionar o sinal de alerta. Outro fator que me faz associar antissionismo a antissemitismo são as comparações entre a política de ocupação israelense nos territórios conquistados em 1967, e a Shoa (Holocausto). É preciso ser muito ignorante ou ter muita má fé para associar os casos.Outra forma de antissionismo que me causa grande desconfiança é a supervalorização dos erros de Israel em detrimento aos de outros países. Atacar Israel consequentemente e simplesmente “esquecer” o que acontece em outros lados é no mínimo estranho. De modo algum está errado em criticar os erros de Israel. Pedimos no entanto, coerência. O regime de Assad na Síria já assassinou a mais de 80 mil pessoas, desde 2011, um número mais de oito vezes maior do que o de todos os palestinos mortos desde 1948 em operações militares e guerras contra Israel. O número de sudaneses mortos desde 1983 já ultrapassou os dois milhões. Nunca vimos no entanto,uma passeata contra estes massacres. Nunca vimos alguem queimando bandeiras Sírias ou sudanesas depois de um ataque. Nunca vimos um país sendo chamado de nazi-fascista dos anos 1990 para cá que não seja Israel. 



A pergunta, então, é: por que os crimes cometidos por Israel são suficientes para que sua bandeira seja desenhada com uma suástica, ou queimada em manifestações, enquanto não se vê gritos pedindo o fim do Estado Sírio, ou o uso da terminologia “nazi-fascista” para referir-se a Estados (ou até mesmo a governos) em conflito com grande contingente de mortos? Sem sombra de dúvidas, o exército israelense matou menos da metade dos civis que a Polícia Militar do Rio de Janeiro desde 1948, e nem por isso há manifestações contra a existência do Brasil, ou do estado do Rio de Janeiro. Há, sim, contra a violência policial, esta deve ser a crítica correta e prudente. Contra os governos que favorecem e que cometem crimes, não contra todo o Estado de forma geral. Se os crimes de um governo são suficientes para que todo o país seja atacado e negada a sua existência,neste caso, dificilmente alguém me convencerá que este antissionismo não é antissemita. Ora, para os maometanos, Jerusalém é apenas a terceira cidade sagrada, para os Judeus, Jerusalém é a primeira e a única. A solução apresentada pela comunidade maometana para o conflito, é a divisão e internacionalização de Jerusalém, já para os radicais islâmicos, a solução é a completa aniquilação dos Judeus, você considera a proposta dos radicais justa?...





CONCLUSÃO:

Se você acredita que Israel é o único Estado que não deva ter vida própria, e cuja essência como povo e nação, não se sobrepõe aos governos, e isto automaticamente transforma-se em imoral pela simples condição de existirem e ou, aspirarem a sua autodeterminação, ou que os judeus são o único povo no mundo que não tem o direito de autodeterminar-se, recomendo que você reveja seus conceitos, e caso queira se contrapor a esta tese, use argumentos convincentes e não acusações vazias ou palavrões nada condizentes com a reta moral a qual talvez se diga defensor.Se você é um(a) Maria vai com as outras, me desculpe, mas nós não somos e pensamos diferente de você.


Apostolado Berakash

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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