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Afinal o que Jesus quis nos revelar ao dizer: “Pobres sempre tereis convosco” ?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 7 de agosto de 2018 | 20:07







Poucas palavras bíblicas têm sido tão mal evocadas e com tanta frequência. Diante da realidade da pobreza avassaladora que nos cerca, acabamos justificando o quadro, quando não a nossa própria indiferença. Nesse versículo Jesus diz não apenas que os pobres sempre estarão conosco, mas acrescenta:



“Quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem” (Mc 14,7)




Não é preciso contrapor um trecho ao outro, nem se pode “usar” esta palavra de Jesus para justificar a pobreza nem a injustiça que a gera. Esta afirmação de Jesus não é uma profecia, mas uma constatação da realidade que marca nossa história há muito tempo. É como aquela que Ele diz do divórcio:



É pela “dureza do vosso coração” que ele existe. É por causa dessa dureza que os pobres estão sempre conosco. Por mais tempo do que o necessário, em mais lugares que o desejável e em número maior do que o admissível. Como Jesus gostaria que disséssemos: “Olha, Mestre, já não há mais menina descalça entre nós!” Ele iria sorrir e com o olhar dizer: “Já não era sem tempo!”




A Bíblia fala claramente da relação entre o pecado da exploração e da opressão e a existência do pobre e da pobreza. A injustiça, além de denunciada, deve ser ultrapassada pela justiça, com a qual Deus está visceralmente comprometido; e nisso ele quer ver o seu povo engajado de maneira singular e prioritária com os pobres, claro que não de forma exclusiva.Um dos textos mais belos e profundos de como isso deveria e poderia acontecer é o da experiência da igreja primitiva, quando uma comunidade emergente praticava o suprimento das necessidades básicas da vida e onde as meninas tinham chinelos para calçar (At 2,42-47). Assim, eles oravam, comiam e cantavam juntos, como Deus gosta.




Um dos objetivos de Desenvolvimento do Milênio,iniciado com o século XXI, foi “acabar com a fome e a miséria” no mundo. A fome e a miséria aqui identificadas são as extremas, quando as necessidades básicas da vida, tais como: comida, água, vestuário, abrigo, saneamento, educação e saúde, não podem ser atendidas. Em termos do Banco Mundial, isso acontece quando se vive com menos de 1 dólar por dia, o que ocorre hoje com 1,1 bilhão de pessoas. Em consequência, a cada três segundos morre uma criança no mundo vítima desta pobreza extrema, por falta das condições mínimas para sua subsistência e sobrevivência.Esse objetivo mundial tinha como meta reduzir pela metade até 2015 o número de pessoas que vivem assim, bem como reduzir pela metade a proporção de pessoas que sofrem fome e aumentar a quantidade de comida para aqueles que sofrem fome extrema. Em alguns lugares do mundo, entre os quais o Brasil, o progresso tem sido significativo. Já em outros, especialmente no continente africano, o alcance desse objetivo deixa muito a desejar.




Agora verdade seja dita: nos anos sessenta e setenta as coisas mudaram para muito pior na Igreja. Não ocorreu a primavera esperada do Vaticano II, muito pelo contrário, tivemos um inverno rigoroso e mortal no interior da Igreja. Ao contrário do que se esperava, as reformas de então produziram frutos amargos. Houve uma demagogia revolucionária, e o resultado, todos o conhecemos: as congregações religiosas que fizeram essa “opção preferencial de caráter exclusivo pelo pobre” simplesmente morreram. Não se tinham mais o florescimento de vocações, e o serviço que pretendiam prestar à transformação das estruturas sociais redundou simplesmente na maior paganização com a secularização da sociedade atual.





Muitos dos católicos que apoiavam essa revolução na Igreja já não tinham a verdadeira fé, viviam uma confusão de ideias, e hoje, ainda que se digam católicos, de fato não o são. Conheço uma senhora do grupo das católicas "avançadas" dos anos setenta que hoje defende abertamente o "direito de decidir" sobre o aborto, o direito de "opção sexual", ideologia de gênero,etc. Observamos igualmente, que muitos dos partidários do discurso da pobreza da Igreja eram bons burgueses modernistas (esquerda Caviar), da esquerda festiva, e viviam em flagrante contradição com aquilo que pregavam e defendiam: por um lado, defendiam a Igreja despojada, mas por outro lado viviam ferrenhamente apegados às comodidades e ao conforto da tecnologia moderna, de que só os ricos podem gozar: carros de luxo, aparelhos eletroeletrônicos sofisticados, a grife da moda, casas projetadas por arquitetos "comunistas" de vanguarda. Muitos católicos da esquerda festiva tinham desprezo pelas obras de caridade tradicionais da Igreja: faziam pouco caso, por exemplo, das conferências de São Vicente de Paulo. Enfim, a lógica deles era: para as coisas de Deus, austeridade, para a vida própria, toda comodidade. É claro que disso só podia resultar a dissolução dos costumes e a perda total da fé em um Deus e de seu ensino INTEGRAL.



A preservação da fé de muitos Católicos neste período sombrio, em meio a tanta ruína, foi um verdadeiro milagre.Ajudaram também o resgate de obras como "O gênio do cristianismo", de François-René de Chateaubriand, que mostra a importância da beleza e do esplendor do culto católico para ajudar o homem a descortinar seu horizonte terreno e descobrir outra perspectiva da sua vida, para elevar o homem, para educá-lo e permitir-lhe saborear o Mistério do Sagrado sem o qual a sua própria vida se destrói pela banalização de tudo, e "Dois amores e duas cidades", do sociólogo Católico Gustavo Corção, que explica assim problema que hoje volta a afligir-nos:



"Muitos padres, vigários, abades, bispos, quiseram “levar a Igreja ao povo” ou “aos jovens”. Mas como? Tornando vulgar, primária e imatura a figura da Igreja. Nessa nova pedagogia, muitos padres jovens passaram a usar, além do vernáculo da Liturgia tornado obrigatório, uma linguagem rasteira que, na opinião deles, seria mais comunicativa para os homens humildes. Ora, qualquer pessoa dotada de alguma experiência sabe que pessoas humildes procuram (ou procuravam) na Igreja o que não encontram no botequim. Entre outras coisas, procuram a linguagem mais elevada que os eleve e nobilite, como também procuram no templo as imagens belas, o incenso, a mirra e o ouro.Os que tornam a Igreja vulgar para torná-la popular cometem um erro e uma injustiça contra a Igreja e contra o povo..." (o. c. v. II, p. 394) .Outro autor que nos auxiliou a ter uma visão melhor do problema da pobreza na Igreja foi o filósofo Dietrich Von Hildebrand em sua obra "Cavalo de Tróia na Cidade de Deus". No capítulo 26 da referida obra, sob o título "A função da beleza na religião", diz Von Hildebrand:



"Infelizmente, alguns católicos dizem, hoje, que o desejo de dotar de beleza o culto se opõe à pobreza evangélica. É um erro grave e que parece frequentemente inspirado em sentimentos de culpa por terem sido eles sido indiferentes às injustiças sociais e negligenciado os legítimos reclamos da pobreza. É então em nome da pobreza evangélica que nos dizem que as igrejas devem ser simples, despojadas de todos adornos desnecessários. Os católicos que fazem essa sugestão confundem a pobreza evangélica com o caráter prosaico e monótono do mundo moderno. Deixaram de ver que a substituição da beleza pelo conforto, e do luxo que muitas vezes o acompanha, é muito mais antiético à pobreza evangélica do que a beleza, mesmo esta em sua forma mais exuberante. Graças a Deus, esta não foi a atitude da Igreja e dos fiéis através dos séculos. São Francisco, que em sua própria vida praticou a pobreza evangélica ao extremo, jamais afirmou que as igrejas devessem ser vazias, despojadas, sem beleza. Pelo contrário, a igreja e o Altar nunca eram suficientemente belos para ele. Diga-se o mesmo do Cura d”Ars, São João Batista Vianney. (o. c.p. 204-205)




Para a espiritualidade católica tradicional, fundada em sãos princípios teológicos e metafísicos, e sempre guiada pela virtude superior da prudência, a pobreza, bem como a mortificação,e a própria justiça, são simples meios para chegar a um fim, que é Deus, e não um fim em si mesmos. Deve-se usar dos bens terrenos tanto quanto auxiliam na consecução do Fim Último. Deve-se renunciar a eles tanto quanto representem um obstáculo para chegar à posse de Deus, Sumo Bem. Deve-se praticar a justiça também, com o mesmo objetivo.Deve-se ter um coração desapegado dos bens terrenos e transitórios, colocá-los a serviço dos pobres sempre com a consciência de que a Terra é um lugar de exílio e jamais alimentar uma utopia de um mundo perfeitamente igualitário, e livre de todo sofrimento moral ou físico. Não se devem cultivar, é claro, as desigualdades pelo prazer de humilhar os mais pobres. Mas tampouco se deve ostentar uma pobreza fingida com sabor de demagogia para cativar as massas em detrimento de manipulações ideológicas.



A Igreja Católica não se declara de direita e muito menos de esquerda!  É bem verdade que a Igreja defende o direito a propriedade privada e o livre mercado, contudo também condena o liberalismo econômico. O liberalismo pode ser considerado a causa ou uma das causas desse crescimento da cultura de morte, sobretudo do aborto. Devido à constante busca pelo dinheiro e crescimento profissional, colocamos as pessoas no lugar das coisas. Se for útil que venha, se não é que se afaste. E isso se estende a paternidade, aos nossos filhos. Se uma gravidez numa determinada fase da vida vai atrapalhar o meu crescimento profissional, então aborte a criança. Infelizmente é esse pensamento que muitos têm e mais triste ainda, de pessoas que se dizem cristãs, mas que apoiam a CULTURA DO DESCARTÁVEL.



Por outro lado, os marxistas “adotaram” a bandeira de defesa aos pobres e necessitados, que na verdade é uma causa genuinamente cristã e a cobriram com uma boa porção de mentiras e vendem essa idéia como a salvação do mundo. É uma verdade, porém revestida de uma espessa camada de mentiras, pois anulam o pensamento transcendente do homem, ou seja, o pensamento que exista continuidade da vida mesmo após a morte, anula-se a fé em Deus! A ideologia marxista busca um paraíso aqui na terra, uma sociedade justa e igualitária aqui e agora, onde os fins justificam os meios.



Então por que a Igreja se posiciona tão mais duramente contra a ideologia marxista e por conseqüência de políticas de esquerda? A resposta é simples: Na ideologia marxista, a religião é uma inimiga, Deus deve ser banido! Deus e a religião são inimigos antagônicos na ideologia Marxista, pois arrancam do homem essa esperança da vida após a morte, da transcendência, pois segundo eles, se uma pessoa tem esperança num mundo justo após sua morte, porque irá lutar para um mundo justo aqui?.Óbvio que estou dizendo um mundo justo segundo os marxistas. Karl Marx dizia que a religião é ópio do povo. A palavra ópio pode ser entendida como uma droga, um narcótico.



Claro que como genuínos cristãos temos o dever de lutar por uma sociedade cada vez mais justa. Mas o preço disso nunca deve ser a extinção da fé em Deus. Assim como a Igreja é muito mais invisível do que visível, ou seja, somos parte do Corpo de Cristo (conforme 1 Coríntios 12, 12), tendo Jesus Cristo como cabeça desse Corpo (Colossenses 1, 18), ou seja, a Igreja passa por dentro de nós e como somos filhos de Deus, e Deus é amor, portanto somos sinais vivo do amor de Deus nesse mundo, temos a obrigação de sermos o reflexo da face amorosa e misericordiosa de Deus nesse mundo.



Em virtude da pregação fanática e deturpada dos protestantes sobre o uso das imagens sacras,temos uma idéia muito errada de idolatria! Idolatria é tudo aquilo que está no lugar de Deus ou entre Deus e nós. “Deuses” muito cultuados são o poder e o dinheiro (mamon). E esses deuses são comuns entre os que defendem as idéias liberais e as que defendem as idéias marxistas. Todos os meios justificam o fim, assim pensa a nossa sociedade, seja de direita, ou esquerda. Pouco importa se é moralmente correto ou não, muitos se perdem pela constante busca do poder nas ideologias Comunistas e do dinheiro na ideologia Capitalista.



Ser bem sucedido profissionalmente, e ter conseguido dinheiro por meios justos e méritos pessoais é pecado? Claro que não! É graça de Deus! Pecado é chegar ao sucesso de forma desonesta e imoral. Ter dinheiro é pecado a partir do momento que ele (o dinheiro) começa a ser o seu Deus, não ficando mais sob seus pés, mas sobre a sua cabeça. Tudo o que temos vem por graça de Deus e se por graça de Deus devemos ajudar os irmãos mais necessitados de forma amorosa de voluntária, assim como Cristo nos ensinou. E não através de invasões e desapropriações ilegais.









Devemos evangelizar com nossas atitudes e como lidamos com o que Deus nos dá. A grande maioria das pessoas com que convivemos conhecerá o Evangelho de Jesus apenas pelo nosso testemunho de vida e qual é o testemunho que temos dado? Cabe uma reflexão muito séria e profunda quanto a isso.Claro que não faltam lobos em peles de ovelhas, são muitos os contra testemunhos infelizmente. Alguns constroem verdadeiros impérios com doações dos fiéis com o pseudo pretexto de fazer caridade e levar o reino de Deus a mais pessoas, e por outro lado, muitos tentam resumir o cristianismo a uma ideologia pura e simples do toma-lá-da-cá.



Após o fracasso da revolução soviética mesmo com a morte de aproximadamente 15 milhões de pessoas, simplesmente por serem contras ao regime comunista, o pensador marxista Antonio Gramsci dizia:


“Não tomem quartéis, tomem escolas e universidades; não ataquem blindados, ataquem idéias.”



Seus seguidores seguiram e seguem isso ao pé letra. Hoje, por exemplo, a cultura brasileira e a imprensa são quase todas de pensamento marxista, ou seja, pensamento ateu e relativista. Infelizmente isso se estende também a religião, pois vendo que não podiam ter o combate direto, com as religiões especialmente a Católica, esta infelizmente se permitiu de forma igênua, infiltrações sem o devido esclarecimento, através do que se chama de teologia da libertação. A idéia é corroer por dentro as verdades de fé, e aos poucos ir minando na sua raiz o pensamento contrário ao pensamento revolucionário. A teologia da libertação consiste em resumir ou interpretar o cristianismo através da ótica marxista. A TL não é uma heresia única, mas múltipla, pois ataca os fundamentos da fé e da Igreja. Quando você ver por exemplo, algum sacerdote, religioso, agente de pastoral, ou um membro qualquer da igreja dizendo que Jesus não multiplicou os pães, o que houve ali foi na verdade uma mera partilha, que a Eucaristia é mero simbolismo, que Jesus é apenas um mero profeta, que sua morte não foi salvífica em cumprimento do plano de Deus revelado e profetizado nas escrituras, mas apenas fruto da contraposição dos poderosos de seu tempo, e que pasmem, não ressuscitou, que o demônio não existe,que a ecologia é mais importante que a salvação, e que a hierarquia não devia existir na igreja, saiba que esse é adepto da teologia da libertação. Esse pessoal tem Jesus não como um Messias, mas sim, como um mero libertador social. Não tem Jesus como um libertador do pecado, mas sim, um libertador das diferenças sociais, e veio ao mundo unicamente para isso.



Os adeptos da teologia da libertação profanam o que é sagrado, e idolatram o que é mundano. Infelizmente, é cada vez mais comum ver as famosas missas afros(nas quais nem na África se celebra assim), em que no meio a Santa Missa, ao Sacrifício de Cristo se incorpora símbolos e/ou ritos do candomblé, pois segundo eles é uma inculturação, quando na realidade é SINCRETISMO RELIGIOSO, pois para eles a Missa não é Sacrifício, mas sim um mero símbolo. Se a Missa é um símbolo, a Eucaristia também é, e por isso não tem problema ser celebrada no chão ou então servida em pratos de plástico ou então, pior ainda, ser “consagrada” por uma pessoa leiga, por um transexual.Temos no Brasil como expoentes Leonardo Boff e Frei Beto. Acredito que já deve ter visto pelo menos um deles em programas de TV ou portal de notícia destilando suas opiniões heréticas.Devemos estar alertas, pois vivemos em um tempo de perseguição ideológica pesada! Mais do que nunca precisamos de cristãos católicos bem formados em sua fé e que tenha uma vida de oração, e seja capaz da defesa de nossa fé apostólica.Nosso Senhor vai dizer em São Marcos 9, 40:



“Pois quem não é contra nós, é a nosso favor” e se alguém persegue o que Cristo nos ensinou e o que Sua Igreja confirmou é contra nós. E quem é contra o ensino da Igreja é contra Deus, e quem está contra Deus, é próprio Satanás, que é o pai da mentira desde o princípio, e que infelizmente enganou com suas mentiras a estes da TL.O escrito Richard Wurmbrand em seu livro “Seria Karl Marx um satanista?” ele afirma já no início de sua obra que é difícil fazer tal afirmação, mas através de um trabalho de pesquisa sobre a vida e as obras de Marx, nos dar sinais claríssimos quanto a isso. Humildemente recomendo a leitura desse livro.




CONCLUSÃO:



Paulo tinha como lema evangelizar; o resto para ele não tinha importância. Nós também devemos pensar assim! Evangelizar não significa que devemos obrigar todos a serem bons cristãos, mas devemos anunciar; não impor, mas propor. O mais miserável dos cristãos é aquele que não evangeliza sua família. Os jovens, hoje, não sabem quase nada de religião. Antigamente, os catequistas eram os pais, lamentavelmente, a família está sumindo. Muitas crianças não sabem nem quem é Jesus e muitos pais vivem como se Deus não existisse. A primeira evangelização tem que ser da criança, pois ela é mais fácil de ser evangelizada. Mas, para isso, é preciso que a mãe e o pai a evangelize. Se eu tivesse um medalha de ouro, a daria para um bom catequista que evangeliza as crianças e fala de Deus para elas.São Paulo disse a Timóteo:


“Prega a Palavra, insiste oportuna e inoportunamente. Porque virá o tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação” (II Timóteo 4,2-3).



Infelizmente, este tempo chegou. As pessoas, hoje, se atiram às fábulas; aparece qualquer um com seitas e as pessoas vão atrás, largam o Cristianismo. Portanto, você, cristão católico, pregue insistentemente a verdade, doa a quem doer, pois a verdade dói, mas cura e liberta-nos do engano. Paulo disse que Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade. A grande vontade de Jesus é que ninguém se perca. O Senhor disse que quando Ele encontra a ovelha perdida fica mais feliz do que com as 99 que não se perderam. Isso nos deve dar vontade de evangelizar! Imaginem a festa que vai haver no céu com as ovelhas perdidas que retornaram ao Senhor. Se você converter apenas duas pessoas, seu marido e seu filho, vai haver uma festa no céu.



Por que eu preciso evangelizar? Porque Deus ama a todos e deu o Sangue por cada um de nós! O amor de Cristo me constrange, me deixa envergonhado, Ele morreu por mim. São Ligório dizia que se existisse somente você, Jesus morreria somente por você. O amor de Cristo é individual, por isso, precisamos dar uma resposta a Ele. Semeie o Evangelho, seja pessoalmente, seja pela internet, ou qualquer outro meio.A força mais poderosa para se evangelizar é a santidade. Quem é que mudou o mundo? Os santos! E nenhum deles usou a rádio, a internet, a televisão. Eles usaram a Palavra de Deus, evangelizaram com sua santidade.




Santa Terezinha do Menino Jesus entrou no convento com 15 anos e morreu com 24; nunca fez palestra para ninguém, só escreveu um livro porque foi obrigada, mas evangelizou porque ela era santa.A evangelização é importantíssima, mas, antes de cuidar do irmão precisamos cuidar da nossa evangelização, senão começamos a dar contratestemunho e as obras não adiantaram de nada.



A Igreja é a coluna e o alicerce da verdade, sem ela ninguém se salva. O credo se reza há dois mil anos e por que não muda? Porque o que é verdade não muda. A Igreja não tem dúvida daquilo que é essencial para nossa salvação.Já tivemos 266 Papas, nunca um Pontífice cancelou um ensinamento da Igreja. Nunca na história dos 21 Concílios se cancelou uma doutrina da Igreja. São Paulo diz que Deus quer que todos se salvem, que cheguem à verdade e é por isso que, hoje, para sermos evangelizadores como o grande apóstolo, precisamos ser fiéis à Igreja.



Mas você pode dizer: “A Igreja errou no passado”. Uma coisa são os erros dos filhos da Igreja, outra coisa é a Igreja, que é santa. Os erros são nossos; houve, sim, Papas pecadores, bispos que erraram, que se tornaram até hereges. A Igreja tem muitos filhos indignos, mas ela é santa, tem muitos santos. A Igreja Católica já canonizou mais de 20 mil santos.Ninguém ama a Cristo se não ama a Igreja. Muitos casamentos não dão certo porque não teve amor; tem muito amor falso, tem muita gente vivendo apenas um sentimentalismo. Jesus é o modelo de amar e, assim, nos ensinou a amar: “Amais-vos como eu vos amei”. Não existe amor sem cruz, sem renúncia. Não existe amor por alguém se você não disser “não” para você. O dia em que nos amarmos como Cristo nos amou o mundo vai mudar.



Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo


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