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Em quem votar como Cristão em nossos três principais presidenciáveis 2022? Quem é o mal menor?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 22 de setembro de 2014 | 07:36



(foto reprodução)






POR QUE A DESCULPA DOS PTISTAS É SEMPRE A MESMA?

 



“A elite branca está incomodada porque os pobres agora andam de avião, vão ao cinema, fazem supermercado e compram carros..." Fala sério, será assim mesmo? Alguém acredita nisso?

 




Falam tanto que a vida do pobre melhorou com o PT, mas já que é assim, por que a criminalidade não caiu justamente nas áreas pobres, e de risco social?

 


 




Afinal, não são os petistas que vivem repetindo feito uns papagaios que "crimes são causados pela miséria?" Porém, todos estão vendo essa contradição, com eles dizendo ao mesmo tempo, que "crime é causado exclusivamente pela miséria", e que "nunca antes se fez tanto contra a miséria", e todos vendo os crimes bárbaros só aumentando, e os bandidos se sentindo cada vez mais à vontade, porque sabem que os partidos de esquerda só afrouxam as leis e os protegem sempre como vítimas e jamais como cúmplices.Em países sérios (o Brasil está anos-luz disso) a pobreza é residual e não se usa Bolsa-Família às dezenas de milhões, como uma compra descarada de votos. 













AGORA FALA SÉRIO!






Você acha que com 120 reais de Bolsa-Esmola dá para sair da miséria absoluta e comprar carros, andar de avião, fazer supermercado e gozar dos benefícios meritocráticos do Capitalismo? Estão mascarando os fatos! A grande verdade é que as pessoas não estão melhores DEVIDO ao PT, mas APESAR dele! Afinal, quem financiou  estes programas foi a classe média! Essa é que é a grande verdade! Foi a classe média que sofreu e sofre o pão que o diabo amassou para manter os bolsa-esmolas do PT, para que ele ganhe os votos deste curral eleitoral criminoso feito às custas dos pobres usados como MASSA DE MONOBRA para o projeto de poder do PT. A classe média sabe quanto trabalho e quanta humilhação tem que aguentar para ganhar seu suado dinheiro, que paga seus impostos e não ver o retorno em saúde, educação, segurança e habitação.

 










As únicas pessoas que misturam PROPOSITALMENTE a religião com a política são os petistas! Sabiam disto?






Disfarçados de eleitores com dúvida, para confundir os demais eleitores! Qualquer pessoa sabe que nosso estado é laico e que a constituição nos assegura essa separação! São cláusulas pétreas, que só por uma revolução constitucionalista, poderão ser alteradas, é o tal do poder originário, ou seja, somente se for implantada uma nova constituição para tornar o estado teocrático, mas eles, os "petistas", sabem muito bem disso, mas se fazem de tontos para jogar escuridão na luz da verdade."Cada um tem sua religião, mas o Estado não pode invadir essa órbita e fazer todas as religiões aceitarem o casamento gay seria uma aberração constitucional". Os constitucionalistas sabem que praticamente é impossível o Brasil perder os diretos fundamentais da nação. Com Proclamação da República o Brasil tornou-se um país laico, consequentemente, garantiu a liberdade de crença. A Constituição de 1988 prescreve essa liberdade, enaltecendo também a liberdade de culto religioso, e proteção as organizações religiosas. Porém, também garante a o direito à liberdade de pensamento possibilita à pessoa humana formular juízos de valor sem a presença de amarras estatais ou morais impostas pela sociedade. 











Neste mister, o direito à liberdade de pensamento reflete a carga valorativa do princípio da dignidade da pessoa humana. O artigo 5º da Constituição de 1988 estabeleceu textualmente que é “inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantia, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”. Consequentemente, “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”.





A CF do Brasil reconhece as relações familiares!






Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado


§ 1º - O casamento é civil e gratuita a celebração.


§ 2º - O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.


§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o "homem e a mulher como entidade familiar", devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.


§ 4º - Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.


§ 5º - Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.


§ 6º - O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos.


§ 6º O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio. (Redação dada Pela Emenda Constitucional nº 66, de 2010).


§ 7º - Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas.



§ 8º - O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações.





Podemos notar portanto, que a Constituição Federal de 1988 ampliou o conceito de família no direito brasileiro! Atualmente, podemos elencar como princípios elementares do direito de família:

 




a) Igualdade entre filhos e entre homem e mulher.

b) Respeito à dignidade humana.

c) Afeição.

d) Liberdade na constituição familiar.

e) Solidariedade familiar.





A Constituição Federal de 1988 reconheceu expressamente a união estável como entidade familiar:






De fato, a relação não matrimonial entre homem e mulher existe há muito tempo e sempre foi conhecida como concubinato, mas foi somente em 1988 que a legislação constitucional brasileira considerou a relação não matrimonial entre homem e mulher como forma legítima de constituição de família, conhecida como união estável. 
A alteração de nome foi importante para retirar o sentido negativo que sempre acompanhou o termo “concubinato”.






*MARCELO FERRAZ é escritor e jornalista em Mato Grosso.







FONTE:http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=262&cid=211435






QUAL A ORÍGEM E PRINCÍPIOS DO PSDB?













Em 25 de junho de 1988 um grupo de dissidentes do PMDB capitaneados por pessoas de São Paulo e Minas Gerais levou a termo sua insatisfação com o governo Sarney, que haveria "de se constituir no primeiro da Nova República para se fazer o último da Velha República". Tal disparidade se acentuou durante a Assembleia Nacional Constituinte, onde os membros do partido votaram pelos quatro anos de mandato para o Presidente da República apesar de a tese dos cinco anos ter prevalecido, capitaneada pela maioria da bancada do PMDB e de políticos conservadores agrupados no "Centrão", liderados pelo deputado Roberto Cardoso Alves, grupo suprapartidário formado em fins de 1987.




Entre os fundadores do novo partido estavam:





-José Richa, 

-Franco Montoro, 

-José Serra, 

-Mário Covas, 

-Carlos Antônio Costa Brandão, 

-Humberto Costa Brandão, 

-Carmelito Barbosa Alves, 

-Waldyr Alceu Trigo 

-Fernando Henrique Cardoso, escudados por Sérgio Motta, Magalhães Teixeira e Geraldo Alckmin.






além de São Paulo, o novo partido arregimentou:




-Pimenta da Veiga, 

-Eduardo Azeredo, 

-Artur da Távola, 

-Célio de Castro, 

-Afonso Arinos, 

-Chagas Rodrigues, 

-Almir Gabriel, 

-Teotônio Vilela Filho, 

-Aécio Neves, 

-Arthur Virgílio 

-Maria de Lourdes Abadia. 




-Posteriormente outros políticos, como Tasso Jereissati e Ciro Gomes, migrariam para o partido.







O PSDB é um partido político brasileiro cujos militantes e simpatizantes geralmente se classificam como de "centro-esquerda". De fato, muitos analistas classificam o partido como sendo de centro-esquerda. Diversos críticos e intelectuais de esquerda, no entanto, por considerarem que o partido em relação a determinados pontos adota posturas liberais, citam-no como sendo centrista,ou até mesmo de centro-esquerda. A terceira via de Anthony Giddens é também uma das ideologias assumidas pelo partido. No entanto, Fernando Henrique Cardoso, seu principal líder, era participante ativo de estudos nos grupos marxistas. Ainda nos anos 1950, um grupo de jovens professores e estudantes decidiu se reunir para ler O capital, de Karl Marx. Esse grupo, de que faziam parte FHC,Octavio Ianni, Ruth Cardoso, Roberto Schwarz, Michael Lowy e outros, teve um papel decisivo na discussão dos projetos de pesquisa da nova geração. O principal professor de FHC foi Florestan Fernandes. José Serra, ex-governador de São Paulo, foi líder da União Nacional dos Estudantes (UNE) durante o regime militar e perseguido pelo mesmo. Tentou fazer parte da diretoria do grêmio da Escola Politécnica e, para ser admitido na chapa, teve que mostrar que era contra as multinacionais e a favor da Revolução Cubana. Em fins de 1962 Serra foi um dos fundadores da Ação Popular (AP). Participou de congressos em vários locais fora de seu estado, como presidente da UEE-SP, tornando-se conhecido, o que veio a facilitar sua eleição para presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), em julho de 1963, como candidato da Ação Popular, tendo ainda o apoio do Partido Comunista Brasileiro.Radicou-se no Chile, onde conheceu outros exilados. Decretado o golpe liderado por Augusto Pinochet, em setembro de 1973, Serra ajudou a transportar vários perseguidos à embaixada do Panamá. Foi preso no aeroporto quando tentava deixar o país com a família, sendo levado ao Estádio Nacional, onde muitos foram torturados e mortos. Um major que o libertou foi posteriormente fuzilado. Serra refugiou-se na embaixada da Itália (conseguindo chegar até lá com a ajuda de Paulo Renato Souza, que o escondeu no porta-mala de seu carro), ficando na embaixada por oito meses, rumando depois para os Estados Unidos.





O PSDB foi criado originalmente com o objetivo de representar a "social democracia" no BrasilEntre as principais propostas originais do partido encontram-se:






-O enxugamento da máquina.

 

-A "instituição do parlamentarismo" no plano político.



-Uma economia de mercado regulada pelo Estado, com participação mais livre das empresas privadas e de investidores internacionais. 



-Tem status de observador na Organização Democrata Cristã da América (ODCA).




Dentro desse contexto, em 2003, entrevistado pelo jornal do PSDB, Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do partido, afirmou que, independentemente da posição assumida pelo PT, a posição do PSDB deveria permanecer a mesma. FHC afirmou que: "Do ponto de vista ideológico o partido não poderia ceder, permanecendo onde estava, continuando com a sua linha "de centro-esquerda ou centro olhando para a esquerda".




Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_da_Social_Democracia_Brasileira






Olavo de Carvalho: "O povo brasileiro é maciçamente de direita!" 

 



(LAURA CAPRIGLIONE/ DA REPORTAGEM LOCAL)





Talvez a obra mais conhecida do filósofo Olavo de Carvalho, 58, seja a edição do site Mídia sem Máscara (www.midiasemmascara.org), há anos na rede para denunciar o que chama de "viés esquerdista da grande mídia brasileira". 
Carvalho hoje escreve no "Diário do Comércio", órgão da Associação Comercial de São Paulo. Escreve à distância. Desde maio de 2005, mora em Richmond, a duas horas de Washington.É na capital americana que, duas vezes por semana, garimpa material para o livro "A Mente Revolucionária", em que pretende dissecar o pensamento moderno de esquerda. "Um grupo de empresários do Paraná me deu uma verbinha para eu terminar o livro", explicou.





Folha - O que aconteceu com a esquerda no Brasil?





Olavo de Carvalho - Para começar, eles criaram esse mito de que são santos, de que têm o monopólio da bondade humana. De repente, o Brasil inteiro vê que não é nada disso. É uma decepção tremenda, mas era óbvio que isso ia acontecer. Você não pode colocar um sujeito que é inteiramente analfabeto na Presidência, burro desse jeito, sem critério. Ele não sabe a diferença entre certo e errado, entre bem e mal, então é claro que ia ser essa sem-vergonhice!






Folha - A alternativa, então é...





Carvalho - O PSDB é que não é! O PSDB é um partido da Internacional Socialista que está comprometido com o globalismo de esquerda, com todos esses valores politicamente corretos. É a direita da esquerda! No Brasil, infelizmente, a política ficou reduzida a isso: uma luta entre a esquerda da esquerda e a direita da esquerda. Quem é conservador mesmo não se deixa enganar por PSDB!





Folha - Não há ninguém no PSDB que sirva?





Carvalho - Veja o Geraldo Alckmin... Ele aprovou uma lei que multa o rabino que ouse expulsar de sua sinagoga uma drag queen! Mesmo que ela tenha entrado lá só para provocar! Quem faz uma lei dessas não é conservador! É politicamente correto (e anticonstitucional).






Folha - Como o senhor interpreta a versão petista de que é vítima de uma conspiração da direita?





Carvalho - O surgimento de um pensamento de direita, qualquer sinalzinho, já deixa esse pessoal aterrorizado: eles já se vêem todos na cadeia. Fica um negócio paranóico. Mas a verdade é que o pensamento conservador no Brasil ainda é uma raridade. Existiu em Joaquim Nabuco, em João Camilo de Oliveira Torres, em Minas Gerais, em Gilberto Freyre, em Pernambuco. Mas é pouca coisa. A tradição cultural do Brasil é toda de esquerda. Não há um movimento intelectual conservador. Eu acho que sou o primeiro cara que está tentando fazer isso!





Folha - Do jeito que o senhor está falando, parece que o Brasil é um paraíso da esquerda...






Carvalho - É até engraçado, porque o pessoal de esquerda vive dizendo que a burguesia cria seu aparato cultural e ideológico. Só que a esquerda convenceu a burguesia a financiar o aparato ideológico esquerdista! Durante a ditadura já era assim! As universidades eram todas de esquerda, as instituições culturais idem.
 






Folha - Será que a "fraqueza do pensamento conservador" não reflete a dificuldade de convencer alguém de que é bom conservar as coisas do jeito que são no Brasil?





Carvalho - O resultado do referendo sobre as armas, o apoio de parcela expressiva da população à pena de morte e outras indicações mostram que o povo brasileiro é maciçamente de direita no que se refere a cultura, moral, costumes. Mas, como só existem partidos de esquerda, acaba-se votando na esquerda! É hora de criar uma opção partidária de direita! Um verdadeiro partido conservador não tem de defender apenas o livre mercado, mas tem de defender um estilo de vida!




Folha - Qual seria o programa de um verdadeiro partido de direita no Brasil?





Carvalho - 1. Anticomunismo. Não queremos comunismo na América Latina. Tchau, tchau e bênção! Adeus, Fidel Castro; adeus, Hugo Chávez, não queremos nada disso!


2. Livre empresa e respeito à propriedade.


3. Moral judaico-cristã.


4. Educação clássica! As pessoas têm de ter os valores fundamentais da civilização!


5. A verdadeira liberdade de discussão! 50% a 50%. Equilíbrio entre as correntes!






Folha - Como é repudiar o comunismo, Cháves e Fidel, e ser favorável a um equilíbrio entre as corrente de direita e esquerda?








Carvalho - Uma coisa é ser de esquerda, e outra coisa, bem diferente, é essa tradição marxista, comunista. Isso tem de acabar! Porque se trata de ideologia genocida e criminosa!





Folha de S.Paulo, 15 de fevereiro de 2006






FONTE: www.olavodecarvalho.org





 

Votar em Partidos Comunista é motivo de excomunhão para o Católico?





SIM! Deste modo todos os católicos que votarem (é uma espécie de prestar favor) ou se filiarem em partidos comunistas, escreverem livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos! Os que defenderem, propagarem ou declararem o materialismo dos comunistas também estão excomungados automaticamente! Esse decreto do Santo Ofício de Pio XII, que foi confirmado por João XXIII em 1959, continua válido. Aliás, Pio XII trabalhou pessoalmente contra o comunismo na Itália.Tal condenação do comunismo se soma às condenações feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII (ele também condenou em outras oportunidades), João XXIII, Paulo VI, Concílio Vaticano II (reiterou as condenações precedentes) e João Paulo II. Faz mais de cem anos que a Igreja Católica condena o comunismo, socialismo e qualquer tipo de materialismo e igualdade material. A pena para os que desobedecem a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação nos partidos filo-comunistas) é a excomunhão automática.





Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios:





“Ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro" (Pio XI).







Cavaleiro do Templo:



 

 

Ou seja, por todo exposto acima, militar conscientemente na Teologia da Libertação de caráter Marxista, é excomungar-se automaticamente! E petistas Marxistas e seus "cumpadres", evidentemente, não pertencem à IGREJA, bem como quem vota/votou no PT e suas coligações de caráter marxista!  “Portanto, se você não quer se afastar dessa doutrina terrível, que gera excomunhão automática, não assista esse vídeo. Nele, você tomará conhecimento que a doutrina comunista, materialista e anticristã, foi condenada mesmo antes de Pio XII. Saberá que os chamados "decretos" contra o comunista ainda estão em pleno vigor e que não basta não votar em partidos que apoiam o comunismo, não se deve votar também em partidos que estejam aliados a eles. Saberá ainda, caso assista ao vídeo, que quem simpatiza ou propaga a doutrina comunista torna-se um apóstata da fé católica, não podendo, nesse caso, aproximar-se dos sacramentos.” Assim, caso tenha a contumácia em prosseguir na simpatia, propagação ou apoio da doutrina comunista, mesmo após assistir esse vídeo, saiba: a excomunhão é automática - latae sententiae - e só poderá ser revertida mediante arrependimento e confissão sacramental junto ao Bispo.

 

 

 



Católico Comunista? Isso não existe!




A teoria marxista da “ideologia de luta classe”, ou a ideologia do sujeito coletivo, traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido o Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame.







Olavo de Carvalho e outros pensadores complementam:









 

 

"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência" (De civ Dei 11,25)

 

 

 

"Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter. Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.”

 

 

 

 

"A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos".

 

 

 

 

"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann).

 

 

 

"Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova.” (Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais").

 




A Resposta Católica: "Ser comunista é motivo para excomunhão?" - ASSISTA O VIDEO NO LINK ABAIXO E SAIBA A RESPOSTA: 













FONTE:http://cavaleirodotemplo.blogspot.com.br/p/catolico-socialista-nao-existe.html





O princípio do mal menor na política!










Apresentamos uma explicação da Doutrina do Mal Menor, retirada do verbete "Princípio e argumento do mal menor" do Léxicon  - Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, publicado em Roma no ano de 2002:





Diante das circunstâncias em que se encontram os católicos neste pleito, onde nenhum dos candidatos apresenta uma clara convergência com o que diz os Princípios da Doutrina Social da Igreja, consideramos que esta leitura poderá iluminar a decisão dos eleitores na ELEIÇÕES POLITICAS de um modo geral. Leia e divulgue!




O que chamamos de "princípio do mal menor" pode ser expresso, em sentido amplo, da seguinte maneira:






“Diante de males inevitáveis, é preciso escolher o menor”






Tem dois campos de aplicação:







1)-O genérico: da prática.




2)-E o específico: da ética da decisão.






-Num primeiro sentido (amplo), o princípio do mal menor significa que, prevendo males inevitáveis, é preferível permitir o menor, escolhendo-o para evitar o mal maior. Num segundo sentido (mais restrito), o princípio do mal menor significa que, quando todas ou cada uma das possíveis decisões a serem tomadas são, realmente negativas e não existe alternativa para tomar uma decisão, é preciso optar pela menos negativa. No primeiro sentido, o mal menor se refere às conseqüências derivadas de uma decisão numa situação que obriga a fazer uma escolha; sendo essa situação inevitável, escolhe-se a conseqüência menos prejudicial.




-No segundo sentido, refere-se, ao contrário , à decisão em si mesma, que se revela problemática no momento em que qualquer decisão é negativa; nessa situação de perplexidade, é preciso decidir-se por aquilo que parece menos mal. Em ambos os sentidos a aplicação desse princípio tem limites relacionados com os chamados "absolutos morais" ou com as ações desordenadas em si próprias.





Aristóteles coloca o problema do mal menor no contexto da justiça. A justiça é uma certa proporção; quem é injusto atribui a si mesmo mais do que lhe é devido, e, quem é vítima de injustiça, recebe menos bens do que lhe caberia. Em relação aos males (entendido aqui não como mal moral, mas como aquilo que deve ser suportado como adversidade) acontece o contrário:"O mal menor, em relação a um mal maior, está situado na categoria de bem. Pois um mal menor é preferível a um mal maior. E aquilo que é preferível sempre é um bem, e quanto o mais preferível este seja maior bem é" (Ética a Nicômaco V.3).O mal menor portanto, é preferível não porque seja um bem objetivo, mas sim porque o bem que se perde com o mal maior é mais valioso. O mal menor, em Aristóteles, é consequência de uma decisão justa.Tanto na Política como na Ética a Nicômaco, são desenvolvidos muitos argumentos de conteúdo concreto, para demonstrar que uma determinada decisão é preferível em virtude de suas conseqüências menos prejudiciais. Aristóteles estava consciente, todavia, que esse modo de pensar ou fazer escolhas de decisões práticas difíceis, em função do melhor ou do pior das conseqüências previstas, é, freqüentemente, incerto, porque, na experiência prática, podem ocorrer fatores que não haviam sido levados em consideração na decisão, no momento em que se avaliou.





Na reflexão cristã, o argumento do mal menor está ligado, mais do que nos pensadores da antigüidade, à consideração da existência de determinados valores morais absolutos.

 





“Santo Tomás de Aquino concebe o mal menor como a escolha preferível entre males inevitáveis, ressaltando que o mal moral não pode ser cometido em razão de as consequências previstas representarem males menores em relação às consequências materiais penosas que o agir com retidão implica... A escolha do mal menor é lícita somente quando não existe nenhuma outra alternativa possível e os males em questão são inevitáveis; é lícito então escolher entre eles o mal menor.”





“Santo Afonso Maria de Liguori, no seu célebre tratado Teologia Moral (1755), resume o argumento do mal menor em relação à consciência assim: "Consciência perplexa é a de quem, diante de dois preceitos estabelecidos, acredita que pecará se escolher um ou outro, ... caso possa suspender a ação, é obrigado a adiá-la enquanto consulta pessoas competentes. Se não puder suspendê-la, é obrigado a escolher o mal menor, evitando transgredir o direito natural mais do que o direito humano. Se não é capaz de discernir qual seja o mal menor, faça o que fizer, não peca, porque nesse caso falta a liberdade necessária para que exista pecado formal".





“Porém, quando o argumento do mal menor é empregado num contexto em que não são levadas em consideração a exigência ética da verdade moral objetiva e a existência de valores morais absolutos, mas apenas e exclusivamente as conseqüências tidas como positivas ou negativas, prescindindo da moralidade da escolha em si mesma, o argumento do mal menor degenera em sofisma.”





Fonte: Conselho Pontifício para Família, Lexicon, verbete Princípio e argumento do mal menor, Roma 2002.





Na encíclica Libertas (1888, n.23), Leão XIII afirma o princípio de tolerância:






“Se a tolerância [a um mal] prejudica ao bem público, ou causa ao Estado maiores males, a consequência é sua ilicitude, porque em tais circunstâncias a tolerância deixa de ser um bem."





O princípio da tolerância é mal entendido quando se afasta do realismo são, antes aludido, e entra de cabeça em um realismo doentio, que não só produz leis imperfeitas, mas também origina leis injustas, criminosas, contrárias a Deus, à ordem natural e ao bem comum dos homens. Há alguns que ainda não entendem que as leis corruptas são corruptoras. Muitas leis iníquas são caminhos de perdição para o povo e conduzem à degradação moral e cultural de uma nação. É muito difícil considerá-las em sã consciência como males menores que devem ser tolerados. Os católicos devem aplicar o princípio da tolerância com um discernimento cuidadoso, que deve ser livre dos condicionamentos mundanos, que são falsos, sutis, contínuos e muito poderosos!






Pode nos iluminar nessa questão tão delicada, o ensinamento concreto que nos dá S. João Paulo II ao tratar das leis reguladoras do aborto. Na encíclica Evangelium vitae, de 1995, começa por advertir que:

 




“Na cultura democrática do nosso tempo, acha-se amplamente generalizada a opinião segundo a qual o ordenamento jurídico de uma sociedade haveria de limitar-se a registrar e acolher as convicções da maioria e, consequentemente, dever-se-ia construir apenas sobre aquilo que a própria maioria reconhece e vive como moral”.



  
Os partidos malminoristas, entretanto, corrompem o princípio do mal menor quando o convertem em uma estratégia sistemática de sua atividade política. Entendemos aqui por partido malminorista o partido que, conseguindo por isso ver o mal como mal, e ao mesmo tempo padecendo de uma visão liberal – o que o faz ver o mal como menor –, considera sistematicamente o mal menor como tolerável, de tal maneira que não se empenha realmente em combatê-lo e superá-lo com o bem. Neste caso a ideia de tolerância não é a da doutrina da Igreja, mas a do liberalismo, a do relativismo ou a de filósofos como John Locke (Carta sobre a tolerância, 1689).Um partido malminorista pode canalizar indefinidamente os votos dos católicos, cuidando bem de que não se organizem para atuar com força no campo político. Desse modo colabora não somente com a degradação do mundo secular, mas também com a debilitação progressiva da Igreja.





O "malminorismo" nem combate o mal, nem promove com eficácia o bem comum!

 





Faz do mal menor um suposto histórico necessário, contínuo, progressivo, irreversível, insuperável. E no decorrer dos anos, optando uma ou outra vez pelo mal menor entre os diversos males oferecidos como opções políticas pelos inimigos de Deus e do homem, vai retrocedendo sempre, vai descendo por uma escada de males menores, cada vez maiores. Desse modo, o malminorismo se deixa conduzir pelos maus, que tomam sempre a iniciativa, e colabora com que o povo seja conduzido ao Mal  maior, ao Mal comum, à corrupção da vida social, à degradação dos pensamentos e dos costumes. Será uma oposição que não opõe, e que, ainda que alcance o poder, mantém as péssimas leis estabelecidas antes pelos maus. Compreende-se bem que o idealismo dos jovens católicos não ache nenhum atrativo em um partido que, renunciando a buscar eficazmente o bem, limite-se a reduzir no possível o mal. Um partido assim poderá atrair sobretudo pelas vantagens que oferece no campo econômico, social e profissional.Os católicos devem negar seus votos a partidos malminoristas, pois não têm força para promover o bem nem para resistir ao mal. Esses partidos são na realidade liberais, relativistas, pessimistas, cúmplices ativos ou passivos dos inimigos de Cristo e de sua Igreja, sequestradores do voto católico, obstáculos especialmente eficazes para impedir toda influência real dos católicos na vida política e, enfim, são semipelagianos, pois, fiéis à sua “evitação sistemática do martírio”, querem manter a todo custo na política que a “parte humana” seja numerosa e respeitada pelo mundo moderno, para poder assim colaborar com a ação de Deus na busca do bem comum.




Ainda sobre eleições, num cenário em que somente se prevejam maus candidatos com "chance de ganhar", uma declaração da Conferência Episcopal Espanhola é esclarecedora:

 



Não se poderia falar de decisões políticas morais ou imorais, justas ou injustas, se o critério exclusivo ou determinante para sua qualificação for o do êxito eleitoral ou o do benefício material. As decisões políticas devem ser morais e justas, não só consensuais ou eficazes. Quando o argumento do mal menor é empregado num contexto em que não são levadas em consideração a exigência ética da verdade moral objetiva e a existência de valores morais absolutos, o argumento do mal menor degenera em sofisma.




O perigo ronda:



As questões relativas à moral e à ética são realmente instigantes. E quase sempre, muito difíceis. Um dos temas delicados trata de situações em que a decisão por uma opção parecem todas imorais.





O que fazer?




É então que entra em campo um princípio que ajuda muito na elucidação desses casos difíceis: é o princípio do mal menor. Ele se aplica assim: se um agente precisa tomar uma decisão, mas o processo deliberativo revela que qualquer das opções escolhidas são más, é lícito decidir-se por aquela cuja escolha constitui um mal menor. Mas esse princípio vale apenas e tão somente se o agente tem de agir. Se for lícito aguardar para decidir-se enquanto pede ajuda e conselho a pessoas capazes, é seu dever esperar.




Eis o que diz Santo Afonso Maria de Ligório sobre o assunto:




"Consciência perplexa é a de quem, diante de dois preceitos estabelecidos, acredita que pecará se escolher um ou outro, … caso possa suspender a ação, é obrigado a adiá-la enquanto consulta pessoas competentes. Se não puder suspendê-la, é obrigado a escolher o mal menor, evitando transgredir o direito natural mais do que o direito humano. Se não é capaz de discernir qual seja o mal menor, faça o que fizer, não peca, porque nesse caso falta a liberdade necessária para que exista pecado forma” (citado pelo Conselho Pontifício para a Família, Lexicon, Verbete Princípio e Argumento do mal menor. Roma, 2002, p. 783).




Perceba-se que o Princípio do Mal Menor não faz menção alguma à finalidade do ato! Não se trata de cometer um ato mal para tirar dele um fim bom! Pois não é lícito fazer o mal para alcançar um bem!






O Princípio do Mal Menor vale apenas se não é possível deixar de agir e se qualquer opção apresentada é má, nunca para dessa ação tirar um bem. Os fins nunca justificam os meios (leia também: "Bento XVI recorda: os fins não justificam os meios").



Atenção! Alguns há que utilizam o princípio do mal menor para disfarçar intenções escusas. Contra esses o Conselho Pontifício para Família alerta para seus fins sofismáticos e contra sua intenção de enganar os fiéis e as pessoas de boa vontade. Pois quando o argumento do mal menor é empregado num contexto em que não são levadas em consideração a exigência ética da verdade moral objetiva e a existência de valores morais absolutos, mas apenas e exclusivamente as conseqüências tidas como positivas ou negativas, prescindindo da moralidade da escolha em si mesma, o argumento do mal menor degenera em sofisma.





Referências: 





-Conselho Pontifício para Família, Lexicon, verbete: Princípio e argumento do mal menor, 2002. 




-http://www.votocatolico.net.br/formacoes/ii-principios-doutrinais-3   













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Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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