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A banalização do sagrado na liturgia, nas Missas e na adoração Eucarística

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 12 de agosto de 2021 | 22:58

 



 

 

Naum 1,2: “O Senhor é Deus zeloso”

 


 

SUPERSTIÇÃO

 

 

§2110 "Não terás outros deuses diante de mim" - O primeiro mandamento proíbe prestar honra a outros afora o único Senhor que se revelou a seu povo. Proscreve a superstição e a irreligião. A superstição representa de certo modo um excesso perverso de religião; a irreligião é um vício oposto por deficiência à virtude da religião.

 

 

 

§2111 A SUPERSTIÇÃO A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Pode afetar também o culto que prestamos ao verdadeiro Deus, por exemplo, quando atribuímos uma importância de alguma maneira mágica a certas práticas, em si mesmas legítimas ou necessárias. Atribuir eficácia exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que elas exigem, é cair na superstição.

 

 

 

§2138 A superstição é um desvio do culto que rendemos ao verdadeiro Deus. Ela se mostra particularmente na idolatria, assim como nas diferentes formas de adivinhação e de magia.

 

 


A IRRELIGIÃO

 

 

 

§2110 "Não terás outros deuses diante de mim" O primeiro mandamento proíbe prestar honra a outros afora o único Senhor que se revelou a seu povo. Proscreve a superstição e a irreligião. A superstição representa de certo modo um excesso perverso de religião; a irreligião é um vício oposto por deficiência à virtude da religião.

 

 

 

§2118 A IRRELIGIÃO O primeiro mandamento de Deus reprova os principais pecados de irreligião: a ação de tentar a Deus em palavras ou em atos, o sacrilégio e a simonia.

 



 

Pecado da irreligião

 

 

 

§2119 A ação de tentar a Deus consiste em pôr â prova, em palavras ou em atos, sua bondade e sua onipotência. Foi assim que Satanás quis conseguir que Jesus se atirasse do alto do templo e obrigasse Deus, desse modo, a agir. Jesus opõe-lhe a Palavra de Deus: "Não tentarás o Senhor teu Deus" (Dt 6,16). O desafio contido em tal "tentação de Deus" falta com o respeito e a confiança que devemos a nosso Criador e Senhor. Inclui sempre uma dúvida a respeito de seu amor, sua providência e seu poder.



§2120 O sacrilégio consiste em profanar ou tratar indignamente os sacramentos e as outras ações litúrgicas, bem como as pessoas, as coisas e os lugares consagrados a Deus. O sacrilégio é um pecado grave, sobretudo quando cometido contra a Eucaristia, pois neste sacramento o próprio Corpo de Cristo se nos torna substancialmente presente.

 

 

 

§2139 A ação de tentar a Deus, em palavras ou em atos, o sacrilégio, a simonia são pecados de irreligião proibidos pelo primeiro mandamento.

 

 

 

APROFUNDAMENTO TEOLÓGICO:

 

 

O espírito pós-moderno tem levado muitos Cristãos à banalização do sagrado. Muitas pessoas entram pelos umbrais da igreja mas continuam prisioneiras de suas crendices, superstições e de seus amuletos. Em vez de ser instruídas na verdade, são alimentadas por toda sorte de misticismo estranho às Escrituras. Em vez de crescerem no conhecimento e na graça de Cristo, aprofundam-se ainda mais no antropocentrismo idolátrico, ainda que maquiado de espiritualidade efusiva.Ficam colocando penduricalhos ao depósito da fé. Dentro dessa cosmovisão, os céus estão a serviço da terra, e Deus está a serviço do homem. Tudo se torna motivo para “ouvir o oráculo”, pois querem respostas prontas e imediatas nem mais para hoje, mas para ontem.Não é mais a vontade de Deus que deve ser feita na terra, mas a vontade do homem. Tudo tem de girar ao redor das escolhas, gostos e preferências do homem. O bem-estar do homem, e não a glória de Deus, tornou-se o foco central da vida. Assim, o culto também tornou-se antropocêntrico: Cantamos para o nosso próprio deleite. Louvamos a nós mesmos. Influenciados pela síndrome de Babel, celebramos o nosso próprio nome diante de Deus. Nesse contexto, a mensagem também precisa agradar o auditório. Ela é resultado de uma pesquisa de mercado para saber o que atrai o povo. O ouvinte é quem decide o que quer ouvir. As homilias e pregações deixaram de ser a voz de Deus para atender à preferência. Os pregadores pregam não o que o povo "precisa ouvir", mas o que o povo "quer ouvir". O misticismo está tomando o lugar da verdade. A autoajuda está ocupando o lugar da mensagem da salvação. Assim, o homem não precisa de arrependimento, mas apenas de libertação, visto que ele não é culpado, mas apenas vitima. O pragmatismo pós-moderno está substituindo o verdadeiro e genuíno evangelho.

 

 



A banalização da teologia desemboca na vulgarização da ética! Onde não tem doutrina bíblica ortodoxa, não pode haver vida irrepreensível









A teologia é a mãe da ética. A ética procede da teologia. Onde a verdade é substituída pela experiência, a igreja pode até crescer numericamente, mas torna-se confusa, doente e superficial, fica aquele entra e sai, porque não tem fundamentos e não se cria raízes, é apenas o mercado de sensações, e quando elas acabam, vão procurar em outro lugar. O povo de Deus perece quando lhe falta conhecimento (Oseas 4,6). Onde falta a Palavra de Deus, o povo se corrompe. Outrossim, onde não há santidade, ainda que haja ortodoxia, o nome de Deus é blasfemado e sua liturgia é profanada ainda que com ares de pietismo.A banalização do sagrado é visto claramente nas Escrituras! O profeta Malaquias denunciou com palavras candentes o desrespeito dos sacerdotes em relação à santidade do nome de Deus, do culto, do casamento e dos dízimos. A religiosidade do povo era divorciada da Palavra de Deus. As coisas aconteciam, o povo vinha ao templo, o culto era celebrado, mas Deus não era honrado. Jesus condenou também a banalização do sagrado quando expulsou os vendilhões do templo. Eles queriam fazer do templo um covil de salteadores; do púlpito, um balcão de negócios; do evangelho, um produto de mercado e dos adoradores, consumidores de seus produtos e expectativas pessoais. O livro de Samuel denunciou de igual forma esse mesmo pecado.O povo de Israel estava em guerra contra os filisteus, pensando que Deus estava do lado deles, mesmo quando seus sacerdotes Hofni e Fineias achavam-se em pecado. Contudo, quatro mil israelitas caíram mortos na batalha, porque o ativismo não substitui a santidade. O povo, em vez de arrepender-se, "mandou buscar a arca da aliança, símbolo da presença de Deus". Quando a arca chegou, houve grande júbilo, e o povo de Israel celebrou vigorosamente a ponto de fazer estremecer o arraial do inimigo. Porém, a trouxeram como um amuleto, algo mágico, o oráculo móvel e ambulante, com poderes em si mesma, fora do Deus onipresente, ou algo paralelo a Ele. Resultado, uma derrota ainda mais fatídica foi imposta a Israel, e trinta mil soldados pereceram, os sacerdotes morreram, e a arca foi tomada pelos filisteus.





Quantas supostas adorações diante do Santíssimo não carregam igual semelhança? 








Se fazem exposições do santíssimo pra tudo, esperando supersticiosamente e de forma imediata, respostas oraculares! Entusiasmo e pietismo sem verdade não nos darão respostas. Rituais pomposos, melodias sentimentalóides, mas sem vida de obediência não agradam a Deus. Deus não aceita nosso culto nem nossas ofertas quando ele rejeita a nossa vida. Antes de Deus aceitar nosso culto, ele precisa agradar-se da nossa vida. É tempo de examinar a nós mesmos e voltarmo-nos para o Senhor de todo coração.

 



 

 





A banalização do sagrado pode ser vista em algumas áreas vitais!

 


 

1 – A banalização do sagrado em relação a adoração: Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.  (Jo 4,23-24). A adoração não é produto da nossa imaginação, mas um ato de adoração a Deus, conforme os preceitos estabelecidos pelo próprio Deus. Hoje, muitas lideranças até sinceras e bem intencionadas, tem agregado a adoração eucarística práticas estranhas ao ensino das Escrituras e magistério da Igreja. Essas práticas parecem empolgantes, mas são desprovidas de autenticidade. Agradam aos olhos humanos, mas não ao coração de Deus. Fazem adorações como fez Israel contra os Filisteus acima, como se a exposição do Santíssimo, fosse algo mágico, o oráculo para toda e qualquer situação, uma verdadeira banalização e deturpação da adoração eucarística.A adoração é o primeiro ato da virtude da religião. Adorar a Deus é reconhecê-lo como Deus, como o Criador e o Salvador, o Senhor e o Mestre de tudo o que existe, o Amor infinito e misericordioso. "Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás" (Lc 4,8).Muitas vezes, nos colocamos diante de Jesus presente na Eucaristia e, envolvidos com nossos problemas e tribulações, não aproveitamos esses momentos preciosos diante de Deus vivo. - "Um momento de verdadeira adoração tem mais valor e fruto que a mais intensa atividade, mesmo se tratasse da mesma atividade apostólica" (Papa São João Paulo II) 









Será que adorar a Deus em espírito e em verdade envolve apenas práticas externas e até lícitas, como as ladainhas, ofícios, rosários, cânticos e orações? Como era a adoração de Maria Santíssima? Barulhenta? Com muitas palavras, ou silenciosa? Lembremos que, quando a mulher samaritana perguntou ao Senhor Jesus onde ela deveria adorar a Deus, Ele respondeu: “A hora vem, em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai... em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4,21-24).O Senhor Jesus revelou claramente às pessoas a vontade e as exigências de Deus: Não importa onde as pessoas adorem a Deus e elas não devem seguir nenhuma regra ou cerimônia, mas adorar a Deus em espírito e em verdade!








Não tenho dúvidas que era assim a adoração de Maria Santíssima! Esse é também o nosso princípio de prática para adorar a Deus, seja diante do Santíssimo Sacramento, seja trancado em nosso quarto (conf. Mateus 6,6). Mas, na maioria das vezes, concentramos nosso esforço apenas em nossas práticas externas; temos o cuidado de orar um pouco mais e dizer um pouco mais; lemos versículos da Bíblia várias vezes, tentando memorizá-los; levamos livros espirituais, nosso estudo bíblico, liturgia diária, cercos de Jericó, etc. Externamente, parece que estamos despendendo muito esforço e pagando um preço alto para louvar ao Senhor e sofrendo muito, mas quantas vezes dizemos o que está em nosso coração quando oramos a Deus? 









Quantas vezes, ao adorar a Deus, buscamos realmente a vontade do Senhor e a compreensão de Suas palavras, suas ações, negações e permissões? Alguns irmãos e irmãs têm praticado essa adoração por muitos anos, e dizem que o Sr não lhes falou nada!? 









Nisso nos deparamos com um problema sério: a maior parte do tempo que passamos orando, adorando, lendo a Bíblia, frequentando a comunidade, ouvindo pregações, e já obesos de tantas formações, mas estamos simplesmente na superficialidade, sem nos envolver! Não estamos realmente adorando a Deus em espírito e em verdade, nem estamos praticando a verdade para satisfazer a Deus. 









Independentemente de quanto nos dediquemos a essas práticas externas, Deus não aprova e sairemos da oração ou adoração até piores, ou desacreditado de tudo.A grande verdade é que trabalhamos, evangelizamos, renunciamos às coisas e nos despendemos a fim de satisfazer às nossas próprias vontades egoístas, e lutamos por nossos próprios futuros e posições. Isso não é adorar a Deus em espírito e em verdade.Se comportar dessa maneira na oração e adoração, é negociar com Deus e tenta-lo, e claro que isso não pode ganhar a aprovação do Senhor. O Senhor Jesus disse:“Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mateus 7,22-23).O Senhor condenou as pessoas que pregavam e trabalhavam para Ele como pessoas que em paralelo, sem nenhum constrangimento, praticavam a iniquidade. Isso porque eles não adoravam a Deus em espírito e em verdade. Em vez disso, queriam trabalhar para o Senhor em troca de recompensas e bênçãos. Esforçavam-se e trabalhavam pelo bem de seus próprios destinos, fortuna e status. No fim das contas, não só, não conquistaram a aprovação do Senhor pelo preço que pagaram, mas, pelo contrário, foram condenados pelo Senhor. Vejam o exemplo dos fariseus naquele tempo. Durante várias gerações eles leram as escrituras e frequentaram o templo em todas as condições climáticas para adorar a Deus. Viajaram por terra e mar para divulgar suas diretrizes, despenderam abandonando suas famílias e negócios e sofreram muito. Mas nada do que fizeram foi para amar nem satisfazer a Deus, e sim para o bem de suas próprias posições e sustento.O Senhor Jesus disse: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento” (Mateus 22,37).Devemos colocar na oração e na adoração todo nosso coração, nossa alma e toda nossa inteligência. Deus exige que busquemos o amor por Ele e que, ao despender por Ele e nos ocupar em trabalhar para Ele, o façamos sobre o fundamento de amar e satisfazer a Ele. Devemos ter consideração sincera e grata pelo fardo de Deus e satisfazer à Sua vontade, sem nenhuma negociação pessoal, e não fazer tais coisas para obter bênçãos ou coroas – somente isso é adorar ao Senhor em espírito e em verdade. Vejamos o exemplo de Pedro, por exemplo, como um verdadeiro adorador. Depois que o Senhor Jesus ressuscitou, Ele perguntou a Pedro três vezes:“Simão, filho de João, amas-me?...Pastoreia as minhas ovelhas” (João 21,16).A partir de Sua pergunta, Pedro compreendeu as exigências do Senhor e a tarefa que Ele havia lhe confiado: buscar ser uma pessoa que amasse e satisfizesse a Deus, fazer tudo ao seu alcance para alimentar Suas ovelhas e completar Sua comissão. Pedro gravou a tarefa que o Senhor lhe confiou em seu coração e em seu trabalho posterior procurou ainda mais amar e satisfazer a Deus de com todo o coração e a alma. Ele divulgou o evangelho do Senhor por toda parte e deu testemunho de Suas palavras e vontade para as pessoas que Deus colocava a sua frente. Em seu trabalho ele exaltou o Senhor e deu testemunho Dele de todas as maneiras, liderou seus irmãos e irmãs usando a verdade que ele compreendeu, trouxe todos eles perante o Senhor e os ensinou a respeitar o Senhor acima de tudo. Além disso, quando Pedro enfrentou perseguição e adversidade, ele foi capaz de jurar lealdade ao Senhor até a morte, de modo que, no final, ele sacrificou tudo que tinha, até mesmo sua vida, pelo Senhor. Foi crucificado de cabeça para baixo, dando assim testemunho de seu amor extremo por Deus e sua disposição de obedecer até a morte. Pedro adorava a Deus em espírito e em verdade, ele despendia com um coração que amava a Deus e, no final, se tornou alguém que agradava ao Senhor e a quem o Ele louvou.A partir de tudo vimos acima podemos concluir que, se quisermos adorar a Deus em espírito e em verdade, devemos usar nosso coração para nos aproximar de Deus, buscar compreender Sua vontade e exigências a partir de Suas palavras, e suas ações, pois Deus permitindo ou impedindo, está sempre agindo em nosso favor. Praticar Suas palavras em nossa vida diária e não nos apegar a ritualismos vazios. Dessa maneira, poderemos adorar a Deus em espírito e em verdade. Somente praticando dessa maneira é que poderemos compreender a verdade e alcançar crescimento em nossas vidas, e só então conquistaremos a aprovação de Deus. Não tenho dúvidas que também, era a oração de adoração de nossa mãezinha, Maria Santíssima: “Senhor, o meu pobre coração não se elevou nem os meus olhos se levantaram; não me exercito em grandes matérias, nem em coisas muito elevadas para mim. Certamente que me tenho portado e sossegado como uma criança desmamada de sua mãe; a minha alma está como uma criança desmamada. Espere no Senhor, desde agora e para sempre”. (Salmo 131, 1-3)

 


 

 

(Liturgias ao estilo  "casa-da-mãe-joana")



 

2 – A banalização do sagrado em relação à guarda do dia do Senhor o Domingo da Ressurreição: Estamos vivendo numa geração secularizada. A Palavra de Deus está deixando de ser prioridade normativa para essa cultura moribunda. Deus está sendo empurrado para a lateral da vida e para dentro de alguns templos religiosos. Os próprios cristãos já não observam mais o dia do Senhor, o trocam por qualquer prato de lentilhas. Entregam-se a seus negócios, ao prazer, ou ao ócio, deixando de cumprir preceitos divinos acerca da correta observância do dia do Senhor. Cristãos descomprometidos não se preparam convenientemente para participar dignamente da missa Dominical, e desprezam completamente o preparo espiritual para esse dia de adoração, ação de graças ao Deus redentor e alimento para nossa alma.

 






 



3 – A banalização do sagrado em relação à música sacra: E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.  (Sal 40,3).Estamos vendo uma explosão da música gospel no Brasil. temos muita música boa, com teologia sadia e musicalidade rica. Por outro lado, temos muita música ruim, com profundas distorções teológicas e com sofrível cabedal musical. A banalização da música de mercado tem sido uma das causas mais evidentes da decadência espiritual. Há muitos compositores Católicos quase analfabetos de Bíblia e que pouco conhecem da sã doutrina e estão compondo sem nenhuma orientação espiritual e muito menos teológica, compõe para vender e se promover. O pior é que muitas pessoas e grupos assimilam essas músicas e disseminam sua mensagem eivada de desvios por ai afora.

 

 

4 – A banalização do sagrado em relação à ética: Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! (Isa 5,20). Multiplicam-se os escândalos entre lideranças. O povo confuso e mal pastoreado é mantido na mais densa escuridão espiritual. Precisamos de um choque ético em nossas lideranças, que me desculpem a sinceridade, não precisam de mais oração e sim de tomar vergonha na cara e honrarem o cargo e chamado de Deus para estar a frente de um povo! Não dá mais para tolerar a banalização do sagrado.

 

 



A “devastação da liturgia” em 7 declarações do Cardeal Ratzinger

 


 


 



Bento XVI fez corajosas e firmes observações sobre a “criatividade litúrgica empobrecedora” que corrompeu as celebrações em muitas dioceses:

 


1 – Sobre a devastação litúrgica:

 

 

 

“A reforma litúrgica, na sua realização concreta, distanciou-se a si mesma ainda mais da sua origem. O resultado tem sido não uma reanimação, mas uma devastação. Em vez da liturgia, fruto dum desenvolvimento contínuo, puseram uma liturgia fabricada. Esvaziaram um processo vital de crescimento para o substituir por uma fabricação. Não quiseram continuar o desenvolvimento, a maturação orgânica de algo vivo através dos séculos, e substituíram-na, à maneira da produção técnica, por uma fabricação, um produto banal do momento”. (Revue Theologisches, Vol. 20, Fev. 1990, pgs. 103-104)

 

 

 

2 – Sobre a degeneração da liturgia em mero espetáculo

 

 



 

“Temos uma liturgia que degenerou a ponto de se tornar um espetáculo, que, com sucesso momentâneo para o grupo de fabricantes litúrgicos, se esforça para tornar a religião interessante na sequência das frivolidades da moda e das máximas sedutoras da moral. Consequentemente, a tendência é a cada vez maior diminuição do mercado daqueles que não procuram a liturgia para um espetáculo espiritual, mas para um encontro com o Deus vivo diante do Qual todo o ‘fazer’ se torna insignificante, visto que apenas este encontro é capaz de nos garantir acesso à verdadeira riqueza do ser”. (Prefácio do então Cardeal Ratzinger à tradução francesa de “Reform of the Roman Liturgy”, de Mons. Klaus Gamber, 1992).

 


3 – Sobre a desintegração da liturgia

 

 

 

“Estou convencido de que a crise que a Igreja está hoje experimentando se deve, em grande parte, à desintegração da liturgia”. (Autobiografia)

 

 

 


 

4 – Sobre o rito da missa em latim:

 

 

 

“Para promover uma verdadeira consciência em matérias litúrgicas, é também muito importante que a proibição contra a forma da liturgia em uso válido até 1970 (a antiga Missa em Latim) seja levantada. Qualquer pessoa que hoje em dia defenda a existência contínua desta liturgia ou que participe nela é tratada como um leproso; toda a tolerância acaba aqui. Nunca houve nada como isto na história; ao fazer isso, estamos desprezando e proibindo o passado inteiro da Igreja. Como confiar nela no presente se as coisas são assim?” (Introdução ao Espírito da Liturgia, 2000)

 

 

 

“Sou da opinião, para ser sincero, de que o rito antigo deveria ser concedido muito mais generosamente a todos aqueles que o desejam. É impossível ver o que poderia haver de perigoso ou inaceitável nisso. Uma comunidade coloca em questão o próprio ser quando subitamente declara como estritamente proibido aquilo que era a sua mais santa e elevada posse e quando declara absolutamente indecentes os almejos por ela”. (Sal da Terra, 1997)

 

 

 

5– Sobre a “criatividade litúrgica” empobrecedora

 

 





 

“Também vale a pena observar aqui que a ‘criatividade’ envolvida nas liturgias fabricadas tem um alcance muito restrito. É pobre em comparação com a riqueza da liturgia recebida nas centenas e milhares de anos de história. Infelizmente, os autores das liturgias caseiras são mais lentos para perceber isto do que os seus participantes”. (The Feast of Faith, págs. 67-68)

 

 

 

“Na realidade o que se passou foi que uma clericalização sem precedentes entrou em cena. Agora, o sacerdote – aquele que ‘preside’, como hoje preferem chamá-lo – se torna o verdadeiro ponto de referência para toda a liturgia. Tudo depende dele. Temos que ver a ele, responder a ele, estar envolvidos naquilo que ele está fazendo. A sua criatividade sustenta tudo”. (Introdução ao Espírito da Liturgia, Cap. 3)

 

 


 

“Cada vez menos e menos Deus é o centro. Cada vez é mais e mais importante o que é feito pelos seres humanos que se encontram aqui e não gostam de se sujeitar a um padrão pré-determinado”. (Introdução ao Espírito da Liturgia, Cap. 3)

 



6 – Sobre o sacerdote voltado ao povo durante a Missa


 

 


 



“O fato de o sacerdote ter-se virado para o povo tornou a comunidade um círculo fechado sobre si próprio. Na sua forma exterior, já não se abre ao que está à frente e acima, e sim se fecha em si mesmo. O voltar-se para o Oriente não era uma celebração virada para a parede; não significava que o sacerdote tinha as costas voltadas ao povo: é que o próprio sacerdote não era visto como tão importante. Porque, tal como a assembleia na sinagoga olhava junta para Jerusalém, também na liturgia cristã a assembleia olhava junta para o Senhor. Por outro lado, o voltar-se para o Oriente durante a Oração Eucarística continua a ser essencial. Isto não é uma questão de acidentes, mas de essência. Olhar para o sacerdote não tem importância nenhuma. O que importa é olhar juntos para o Senhor”. (Introdução ao Espírito da Liturgia, Cap. 3)

 

 

 

7 – Sobre a substituição do Crucifixo pelo sacerdote

 

 






"Mover a cruz do centro do altar para o lado do altar, a fim de permitir uma visão do sacerdote sem obstáculos, é algo que vejo como um dos fenômenos mais absurdos das décadas recentes! A cruz é um obstáculo durante a Missa? O sacerdote é mais importante que Nosso Senhor?” (Introdução ao Espírito da Liturgia, Cap. 3)

 



Fonte: Aleteia / Taylor Marshall

 

 



Quando o Ostensório se transforma em amuleto!



 



 



Por Pe. Gabriel Vila Verde

 

 

Pe. Gabriel Vila Verde publicou em seu perfil no Facebook as seguintes considerações sobre a postura do católico perante o Ostensório:

 

 

 

“Existem belas taças de cristal. Porém, mais importante é o vinho que colocamos dentro delas! Existem panelas caríssimas. Mais importante é a comida que cada uma recebe para cozinhar. Panela vazia, mesmo bonita, não enche barriga. Dou estes exemplos para falar de um perigo existente no meio católico, por falta de orientação. Nós temos um objeto litúrgico chamado OSTENSÓRIO, onde se coloca a Hóstia consagrada, a qual chamamos de Santíssimo Sacramento porque é o próprio Jesus. Precisamos entender que a hóstia colocada no Ostensório é a mesma que o Padre ergue na Missa, a mesma que você, fiel, recebe na fila da comunhão. Seja ela grande, média, pequena ou partida em pequenos pedaços. Ali está Jesus por inteiro. Um amigo padre percebeu que, quando ele passava com o Ostensório pela Igreja, muita gente chorava, caía, se arrepiava etc. Um dia, ele tomou a âmbula do Sacrário e fez o passeio com Jesus na âmbula. Resultado: nenhum choro, nenhuma comoção, nenhuma reação. Chegando no altar, ele disse: “Eu não sabia que vocês adoravam o Ostensório”. Pois bem, caros irmãos. Não troquemos o alimento pela panela, nem o vinho pela taça. O Ostensório, por mais bonito e sagrado que seja, NÃO é mais importante que a Hóstia Branca colocada nele. Jesus Eucarístico, esteja Ele na patena, no cálice, no sacrário, na âmbula, nas mãos do Padre ou do ministro, seja onde for, deve ser adorado e reverenciado com a mesma dignidade que damos a Ele no Ostensório. Não façamos do Ostensório um amuleto, pois, sem Jesus, ele não passa de um objeto litúrgico”.

 

 

 

Fonte:https://pt.aleteia.org/2020/07/07/quando-o-ostensorio-se-transforma-em-amuleto/

 



 

 

CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO E A DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS - INSTRUÇÃO REDEMPTIONIS SACRAMENTUM





 

Sobre algumas coisas que se devem observar e evitar acerca da Santíssima Eucaristia

 

 

 

Algumas formas de culto à Eucaristia fora da Missa

 

 



 

[134.] «O culto que se dá à Eucaristia fora da Missa é de um valor inestimável na vida da Igreja. Este culto está estreitamente unido à celebração do Sacrifício Eucarístico». [227] Portanto, promova-se insistentemente a piedade para a Santíssima Eucaristia, tanto privada como pública, também fora da Missa, para que seja tributada pelos fiéis a adoração a Cristo, verdadeira e realmente presente, [228] que o «pontífice dos bens futuros» [229] e Redentor do universo. «É próprio dos sagrados Pastores animar, também com o testemunho pessoal, o culto eucarístico, particularmente a exposição do santíssimo Sacramento e a adoração de Cristo presente sob as espécies eucarísticas». [230]

 

 

 

[135.] «Na visita ao santíssimo Sacramento», os fiéis «não deixem de fazê-la durante o dia, posto que o Senhor Jesus Cristo, presente ali, como uma mostra de gratidão, prova de amor é uma homenagem da devida adoração». [231] A contemplação de Jesus, presente no santíssimo Sacramento, ao passo que é Comunhão espiritual, une fortemente os fiéis com Cristo, resplandecendo no exemplo de tantos Santos. [232] «A Igreja, na qual está guardada a Santíssima Eucaristia, deve ficar aberta aos fiéis, por não menos algumas horas ao dia, a não ser que se justifique por uma razão grave, para que possam fazer oração ante o santíssimo Sacramento». [233]

 

 

 

[136.] O Ordinário promova intensamente a adoração eucarística com assistência do povo, seja ela breve, prolongada ou perpétua. Nos últimos anos, de fato, em tantos «lugares a adoração do Santíssimo Sacramento tem cotidianamente uma importância destacada e se converte em fonte inesgotável de santidade», embora também há «lugares onde se constata um abandono quase total do culto da adoração eucarística». [234]

 

 

 

[137.] A exposição da Santíssima Eucaristia seja feita sempre como se prescreve nos livros litúrgicos. [235] Além disso, não se exclua a reza do rosário, admirável «em sua simplicidade e em sua profundidade», [236] diante da eucarística encerrada no sacrário ou do santíssimo Sacramento exposto. Sem dúvida, especialmente quando se fez a exposição, evidencie-se o caráter, nesta oração, de contemplação dos mistérios da vida de Cristo Redentor e dos desígnios salvíficos do Pai onipotente, sobretudo utilizando leituras tiradas da sagrada Escritura. [237]

 

 

 

[138.] Sem dúvida, o santíssimo Sacramento nunca deve permanecer exposto sem suficiente vigilância, nem sequer por um tempo muito breve. Portanto, faça-se de tal forma que, em momentos determinados, sempre estejam presentes alguns fiéis, ao menos por turno.

 

 

 

[139.] Onde o Bispo diocesano dispõe de ministros consagrados ou outros que possam ser designados para isto, é um direito dos fiéis visitar freqüentemente o santíssimo sacramento da Eucaristia para adorá-lo e, ao menos algumas vezes no transcurso de cada ano, participar da adoração ante a Santíssima Eucaristia exposta.

 



 


 



[140.] É muito recomendável que, nas cidades ou nos núcleos urbanos, ao menos nos maiores, o Bispo diocesano designe uma igreja para a adoração perpétua, na qual se celebre também a santa Missa, com freqüência ou, na medida do possível, diariamente; a exposição deve se interromper rigorosamente enquanto se celebra a Missa. [238] Convém que na Missa, que precede imediatamente ao momento da adoração, consagre-se a hóstia que se exporá à adoração e se coloque na custódia (ostensório), sobre o altar, depois da Comunhão. [239]

 

 

[141.] O Bispo diocesano reconheça e, na medida do possível, encoraje aos fiéis em seu direito de constituir irmandades ou associações para praticar a adoração, inclusive perpétua. Quando esta classe de associações tenha caráter internacional, corresponde a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos erigir ou aprovar suas estatutos. [240]

 

 

 

Queixas por abusos em matéria litúrgica

 

 

 

[183.] De forma muito especial, todos procurem, de acordo com seus meios, que o santíssimo sacramento da Eucaristia seja defendido de toda irreverência e deformação, e todos os abusos sejam completamente corrigidos. Isto, portanto, é uma tarefa gravíssima para todos e cada um, excluída toda acepção de pessoas, todos estão obrigados a cumprir esta trabalho.

 

 

 

[184.] Qualquer católico, seja sacerdote, seja diácono, seja fiel leigo, tem direito a expor uma queixa por um abuso litúrgico, ante ao Bispo diocesano e ao Ordinário competente que se lhe equipara em direito, ante à Sé apostólica, em virtude do primado do Romano Pontífice. [290] Convém, sem dúvida, que, na medida do possível, a reclamação ou queixa seja exposta primeiro ao Bispo diocesano. Para isso se faça sempre com veracidade e caridade.

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

 

 

[185.] «Aos germens de desagregação entre os homens, que a experiência cotidiana mostra tão arraigada na humanidade, levando ao pecado, contrapõe-se à força generosa de unidade do corpo de Cristo. Na Eucaristia, construindo a Igreja, acredita, precisamente por isso, na comunidade entre os homens». [291] Por tanto, esta Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos deseja que também mediante a diligente aplicação de quanto se recorda nesta Instrução, a fragilidade humana, dificultem menos a ação do Santíssimo Sacramento da Eucaristia e, eliminada qualquer irregularidade, desterrado qualquer uso reprovável, por intercessão da Santíssima Virgem Maria, «mulher da eucaristia», [292] resplandeça em todos os homens a presença salvífica de Cristo no Sacramento de seu Corpo e de seu Sangue.

 

 

 

[186.] Todos os fiéis participem na Santíssima Eucaristia de maneira plena, consciente e ativa, em quanto o possível; [293] e venerem com, todo o coração, na piedade e na vida. Os Bispos, presbíteros e diáconos, no exercício do sagrado ministério, se perguntem em consciência sobre a autenticidade e sobre a fidelidade nas ações que realizam em nome de Cristo e da Igreja, na celebração da sagrada Liturgia. Cada um dos ministros sagrados se pergunte também com severidade se tem respeitado os direitos dos fiéis leigos, que se confiaram a Ele e lhe confiaram os seus filhos, com confiança, na seguridade de que todos desempenham corretamente as tarefas que a Igreja, por mandato de Cristo, deseja realizar na celebração da sagrada Liturgia, para os fiéis.[294] Cada um lembre-se sempre que é servidor da sagrada Liturgia. [295]

 

 

Sem que se justifique, por nada, em contrário. Esta Instrução, preparada por mandato do Sumo Pontífice João Paulo II pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em colaboração com a Congregação para a Doutrina da Fé, o mesmo Pontífice a aprovou no dia 19 do mês de março, solenidade de São José, do ano 2004, dispondo que seja publicada e observada por todos aqueles a quem corresponde.

 

 

 

Em Roma, na Sede da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, na solenidade da Anunciação do Senhor, 25 de março do 2004.

 

 

-Francis Card. Arinze

Prefeito



-Domenico Sorrentino

Arcebispo Secretário

 

 







 

Notas:

 

 

[227] João Paulo II, Carta Encíclica, Ecclesia de Eucharistia, n. 25: AAS 95 (2003) pp. 449-450.

 

[228] Cf. Concílio Ecumênico Tridentino, Sessão XIII,   11 de outubro de 1551, Decr. De Ss. Eucharistia, cap. 5: DS 1643; Pio XII, Carta Encíclica, Mediator Dei: AAS 39 (1947) p. 569; PAULO VI, Carta Encíclica, Mysterium Fidei,   3 de setembro de 1965: AAS 57 (1965) pp. 753-774, isto pp. 769-770; S Congr. Ritos, Instr., Eucharisticum mysterium, n. 3f: AAS 59 (1967) p. 543; Congr. Sacramamentos e Culto Divino, Instr., Inaestimabile donum, n. 20: AAS 72 (1980) p. 339; João Paulo II, Carta Encíclica, Ecclesia de Eucharistia, n. 25: AAS 95 (2003) pp. 449-450.

 

[229] Cf. Heb 9, 11; João Paulo II, Carta Encíclica, Ecclesia de Eucharistia, n. 3: AAS 95 (2003) p. 435.

 

[230] João Paulo II, Carta Encíclica, Ecclesia de Eucharistia, n. 25: AAS 95 (2003) p. 450.

 

[231] Paulo VI, Carta Encíclica, Mysterium Fidei: AAS 57 (1965) p. 771.

 

[232] Cf. João Paulo II, Carta Encíclica, Ecclesia de Eucharistia, n. 25: AAS 95 (2003) pp. 449-450.

 

[233] Código de Direito Canônico, c. 937.

 

[234] João Paulo II, Carta Encíclica, Ecclesia de Eucharistia, n. 10: AAS 95 (2003) p. 439.

 

[235] Cf.Rituale Romanum, De sacra Communione et de cultu Mysterii eucharistici extra Missam, nn. 82-100; Missale Romanum, Institutio Generalis, n. 317; Código de Direito Canônico, c. 941 § 2.

 

[236] João Paulo II, Carta Apostólica, Rosarium Virginis Mariae, 16 de outubro de 2002: AAS 95 (2003) pp. 5-36, isto em n. 2, p. 6.

 

[237] Cf. Congr. para o Culto Divino e a Disc. dos Sacramentos, Carta da Congregação, 15 de janeiro de 1998: Notitiae 34 (1998) pp. 506-510; Penitenciaria Apostólica, Carta ad quemdam sacerdotem,   8 de março de 1996: Notitiae 34 (1998) p. 511.

 

[238] Cf. S Congr. Ritos, Instr., Eucharisticum mysterium, n. 61: AAS 59 (1967) p. 571;Rituale Romanum, De sacra Communione et de cultu Mysterii eucharistici extra Missam, n. 83; Missale Romanum, Institutio Generalis, n. 317; Código de Direito Canônico, c. 941 § 2.

 

[239] Cf.Rituale Romanum, De sacra Communione et de cultu Mysterii eucharistici extra Missam, n. 94.

 

[240] Cf. João Paulo II, Const. Apostólica, Pastor bonus, art. 65: AAS 80 (1988) p. 877.

 

[290] Cf. Código de Direito Canônico, c. 1417 § 1.

 

[291] João Paulo II, Carta Encíclica, Ecclesia de Eucharistia, n. 24: AAS 95 (2003) p. 449.

 

[292] Cf. ibidem, nn. 53-58: AAS 95 (2003) pp. 469-472.

 

[293] Cf. Conc. Ecumênico Vaticano II, Constitução sobre a S. Liturgia Sacrosanctum Concilium, n. 14; cf. também nn. 11, 41 e 48.

 

[294] Cf. S. Tomás d'Aquino, Summa Theol., III, q. 64, a. 9 ad primum.

 

[295] Cf. Missale Romanum, Institutio Generalis, n. 24.

 

 




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