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Combatendo o orgulho, a inveja e a arrogância a partir da Amoris Leticia

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 13 de maio de 2021 | 11:04

 

 



AMORIS LETICIA – CAP IV : O AMOR NO MATRIMÔNIO!

 

89. “Tudo o que foi dito não é suficiente para exprimir o Evangelho do matrimónio e da família, se não nos detivermos particularmente a falar do amor. Com efeito, não poderemos encorajar um caminho de fidelidade e doação recíproca, se não estimularmos o crescimento, a consolidação e o aprofundamento do amor conjugal e familiar. De fato, a graça do sacramento do matrimónio destina-se, antes de mais nada, «a aperfeiçoar o amor dos cônjuges». Também aqui é verdade que, «ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou. Ainda que eu distribua todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor de nada me vale» (1Cor 13, 2-3). Mas a palavra «amor», uma das mais usadas, muitas vezes aparece desfigurada.”

 

 

ABRO AQUI UM PARÊNTESIS: Meus irmãos, hoje em dia não há palavra mais desgastada que a palavra amor. Hoje, o amor significa "tô afim de..." significa apenas desejo momentâneo:Os membros do Estado Islâmico dizem que "amam" matar os infiéis, os drogados "amam" as drogas, os defensores do casamento gay dizem que os gays podem se casar porque "se amam". Os defensores da poligamia também querem se casar porque se amam. Daqui a pouco os defensores do incesto,da pedofilia e Zoofilia dirão o mesmo. A  palavra "amor" deveria sofrer uma moratória, fosse apenas usada com o respeito que os judeus usam a palavra Deus (no tetragrammaton YWHW). Eles têm medo de falar a palavra Deus, por receio de usar a palavra em vão. Deveríamos hoje também reverenciar a palavra AMOR, pois o mundo hoje, infelizmente,"ama" os pecados e odeia as virtudes. Cardeal Sarah: “Não iludamos as pessoas com a palavra amor e misericórdia – Deus nos ama incondicionalmente, mas quer nos libertar do pecado. Só existe perdão onde há arrependimento”.

 

 

 

Mateus 7,21-23: ”Pois é de dentro do coração dos homens que procedem aos maus pensamentos: as imoralidades sexuais, os furtos, os homicídios, os adultérios, as ambições desmedidas, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a difamação, a arrogância e a insensatez. Ora, todos esses males procedem do interior, contaminam a pessoa humana e a tornam impura.

 

1)-DA INVEJA:

 

A inveja é uma atitude errada, que leva a comportamentos pecaminosos. Inveja é querer ter o que outra pessoa tem, ficando ressentido com seu bem. Quem tem inveja não consegue se alegrar quando outra pessoa é abençoada e chega mesmo a odiar seu irmão porque tem aquilo que cobiça!Em vez de ter inveja, devemos amar as pessoas. Quem ama outra pessoa quer seu bem e não fica com inveja se não recebe as mesmas bênçãos. Muitas vezes quer o bônus sem ônus.Caim matou seu irmão Abel por inveja.

 

 

Tiago 3,16: “Pois onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males”.

 

 

Gálatas 5,19-21: Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti: Aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.

 

 

1 Coríntios 13,4: O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.

 

 

2)-DO ORGULHO:

 

Precisamos ter cuidado com o orgulho. O orgulho nos faz pensar que somos melhores que outras pessoas. O orgulhoso não se submete a Deus porque acha que seu próprio caminho é melhor. Mas no fim descobrirá que o caminho de Deus é perfeito e será humilhado. Quando entendemos que tudo vem de Deus, teremos uma visão equilibrada de nossos sucessos, sem orgulho excessivo.O pecado da desobediência teve como fonte o orgulho de querer ser igual a Deus.

 

1 Coríntios 4,7: “Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?...”

 

Tiago 4,6: “Mas ele nos concede graça maior. Por isso diz a Escritura: Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes" (NÃO AOS POBRES MATERIAIS).

 

 

3)-DA ARROGANCIA:

 

 

Em praticamente todas as ocorrências que a Bíblia menciona a arrogância, orgulho ou altivez, é como um comportamento ou atitude detestada por Deus. A Bíblia nos diz que aqueles que são arrogantes e têm um coração altivo são uma abominação para Ele: “Abominável é ao SENHOR todo arrogante de coração; é evidente que não ficará impune” (Provérbios 16,5). Das sete coisas que a Bíblia nos diz que Deus odeia, “olhos altivos” é a primeira listada (Provérbios 6,16-19).Existem duas formas gregas da palavra arrogância usadas no Novo Testamento, essencialmente significando o mesmo:

 

 

a)-Huperogkos significa “inchaço” ou “extravagante” como usado em “palavras de vaidosa arrogância” (2 Pedro 2,18; Judas 1,16).

 

b)-O outro é phusiosis, que significa “inchaço da alma” ou “orgulho e tumulto” (2 Coríntios 12,20). Cabe aos Cristãos reconhecer que ser arrogante ou ter uma atitude pomposa é contrário à piedade (2 Pedro 1, 5-7). A arrogância nada mais é do que uma demonstração aberta do senso da AUTOREFERENCIALIDADE auto-importância (2 Timóteo 3, 2). É semelhante a essa mentalidade egoísta que diz: “O mundo gira em torno de mim” dos meus caprichos e frescuras (Provérbios 21,24). Em vez de arrogância, a Bíblia nos ensina o oposto:

 

Romanos 12:3 diz: "Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um." Não podemos ser arrogantes e ao mesmo tempo demonstrar humildade piedosa.

 

Ser ARROGANTE e ter essa atitude de "Eu sou melhor que você" tem o cheiro de intimidação (SABE QUEM EU SOU? COM QUEM ESTÁ FALANDO?) e destrói nossos relacionamentos com os outros. No entanto, Jesus nos ensinou a pensar nos outros antes de nós mesmos: “Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Marcos 10,43-45). Se nossas atitudes são arrogantes, não serviremos bem aos outros.

 




ORIENTAÇÕES DA AMORIS LETICIA:

 

Curando a inveja

 

95. Em seguida rejeita-se, como contrária ao amor, uma atitude expressa como zeloi (ciúme ou inveja). Significa que, no amor, não há lugar para sentir desgosto pelo bem do outro (cf. Act 7, 9;17, 5). A inveja é uma tristeza pelo bem alheio, demonstrando que não nos interessa a felicidade dos outros, porque estamos concentrados exclusivamente no nosso bem-estar. Enquanto o amor nos faz sair de nós mesmos, a inveja leva a centrar-nos em nós próprios. O verdadeiro amor aprecia os sucessos alheios, não os sente como uma ameaça, libertando-se do sabor amargo da inveja. Aceita que cada um tenha dons distintos e caminhos diferentes na vida; e, consequentemente, procura descobrir o seu próprio caminho para ser feliz, deixando que os outros encontrem o deles.

 

 

96....O amor leva-nos a uma apreciação sincera de cada ser humano, reconhecendo o seu direito à felicidade. Amo aquela pessoa, vejo-a com o olhar de Deus Pai, que nos dá tudo «para nosso usufruto» (1Tim 6, 17), e consequentemente aceito, no meu íntimo, que ela possa usufruir dum momento bom.

 

 

Sem ser arrogante nem se orgulhar

 

 

97. Segue-se o termo perpereuetai, que indica vanglória, desejo de se mostrar superior para impressionar os outros com atitude pedante e um pouco agressiva. Quem ama não só evita falar muito de si mesmo, mas, porque está centrado nos outros, sabe manter-se no seu lugar sem pretender estar no centro. A palavra seguinte – physioutai – é muito semelhante, indicando que o amor não é arrogante. Literalmente afirma que não se «engrandece» diante dos outros; mas indica algo de mais subtil. Não se trata apenas duma obsessão por mostrar as próprias qualidades; é pior: perde-se o sentido da realidade, a pessoa considera-se maior do que é, porque se crê mais «espiritual» ou «sábia». Paulo usa este verbo noutras ocasiões, para dizer, por exemplo, que «a ciência incha», ao passo que «a caridade edifica» (1Cor 8, 1). Por outras palavras, alguns julgam-se grandes, porque sabem mais do que os outros, dedicando-se a impor-lhes exigências e a controlá-los; quando, na realidade, o que nos faz grandes é o amor que compreende, cuida, integra, está atento aos fracos...

 

 

98. É importante que os cristãos vivam isto no seu modo de tratar os familiares pouco formados na fé, frágeis ou menos firmes nas suas convicções. Às vezes, dá-se o contrário: as pessoas que, no seio da família, se consideram mais desenvolvidas, tornam-se arrogantes insuportáveis. A atitude de humildade aparece aqui como algo que faz parte do amor, porque, para poder compreender, desculpar ou servir os outros de coração, é indispensável curar o orgulho e cultivar a humildade. Jesus lembrava aos seus discípulos que, no mundo do poder, cada um procura dominar o outro, e acrescentava: «não seja assim entre vós» (Mt 20, 26). A lógica do amor cristão não é a de quem se considera superior aos outros e precisa de fazer-lhes sentir o seu poder, mas a de «quem no meio de vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo» (Mt 20, 27). Na vida familiar, não pode reinar a lógica do domínio de uns sobre os outros, nem a competição para ver quem é mais inteligente ou poderoso, porque esta lógica acaba com o amor. Vale também para a família o seguinte conselho: «Revesti-vos todos de humildade no trato uns com os outros, porque Deus opõe-se aos soberbos, mas dá a sua graça aos humildes» (1Ped 5, 5).

 

 

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!

 

 

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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