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Enfermeira revela OS 5 MAIORES ARREPENDIMENTOS das pessoas ao saberem que vão morrer

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 7 de julho de 2017 | 23:36





COMENTÁRIOS DO BLOG BERAKÁ: “Os Cinco Maiores Arrependimentos à Beira da Morte é o título do livro escrito por uma enfermeira australiana que trata de pacientes em estado terminal.Bronnie Ware é uma enfermeira que passou muitos anos trabalhando com cuidados paliativos, cuidando de pacientes em seus últimos três meses de vida. Ela conta que os pacientes ganharam uma clareza de pensamento incrível no fim de suas vidas e que podemos aprender muito desta sabedoria.Além de enfermeira é compositora e cantora, cuidou por vários anos de pessoas doentes em suas casas e escreveu “The Top Five Regrets of the Dying – A Life Transformed by the Dearly Departing”, que, como o título diz, trata dos cinco arrependimentos mais comuns manifestados pelas pessoas antes de morrerem.





Por muitos anos eu trabalhei em cuidados paliativos. Meus pacientes eram aqueles que tinham ido para casa para morrer. Algumas experiências comuns e incrivelmente especiais foram compartilhadas. Eu estava com eles nas últimas três a doze semanas de suas vidas. As pessoas crescem muito quando eles são confrontados com a sua própria mortalidade. Eu aprendi a nunca subestimar a capacidade de alguém para o seu crescimento. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um experimentou uma variedade de emoções, como esperado: negação, medo, raiva, remorso, mais negação e, finalmente a aceitação. Cada paciente encontrou sua paz antes deles partirem. Quando questionados sobre algum arrependimento que tiveram, ou qualquer coisa que faria diferente, temas comuns vieram à tona. Aqui estão os cinco mais comuns:


1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, e não a vida que os outros esperavam que eu vivesse


“Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos e têm de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomaram, ou não tomaram. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”



2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto...


“Eu ouvi isso de todo paciente masculino que eu trabalhei. Eles sentiam falta de ter vivido mais a juventude dos filhos e a companhia de seus parceiros. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Porém, todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”


 
"Quando perder a alegria e sentido da vida,no fundo dos olhos de uma criança reencontrarás"



3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos


“Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, eles se acomodaram em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eles realmente eram capazes de ser. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que eles carregavam.”



4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos


“Frequentemente eles não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até eles chegarem a suas últimas semanas de vida e não era sempre possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que eles deixaram amizades de ouro que se perderam ao longo dos anos. Tiveram muito arrependimentos profundos sobre não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”


5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz


“Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ com as coisas que são familiares. O medo da mudança fez com que ele fingisse para os outros e para si mesmos que eles estavam contentes, quando no fundo, eles ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas.”




CONCLUSÃO:



A vida e suas consequências são feitas de escolhas, portanto, escolha conscientemente, escolha sabiamente, escolha honestamente. Escolha a felicidade de ser feliz, mas também fazendo os outros felizes. Somos rodeados e bombardeados, o dia todo, todos os dias, por regras, preceitos, receitas e conselhos sobre o que fazer ou não. Leis regem nossa conduta em sociedade, no trabalho, no trânsito, até nos procedimentos quando de nossa morte. Obviamente, limites são necessários, quando vivemos em sociedade, no entanto, há que se ponderar acerca do que realmente tomarmos para a nossa vida, ou sufocaremos nossa jornada sob o peso do que esperam que nós façamos.


Não sou obrigado a concordar com aquilo que não condiz com os meus princípios, só para agradar os outros. Tenho sonhos próprios, sentimentos únicos, vontade e liberdade própria. Não sou obrigado a engolir seco quando elevam a voz sem razão, quando me sinto ofendido em minha dignidade, quando me agridem deliberadamente. Para que eu alcance minha autonomia enquanto pessoa, para que eu seja respeitado como cidadão, e para que  o outro saiba até onde pode avançar sobre mim, eu preciso deixar isto claro. Não sou obrigado a fingir que gosto de quem não me faz bem, de quem não me acrescenta nada. Desde que eu mantenha o respeito, não distribuirei sorrisos amarelos. Não sou obrigado a viver de acordo com o que os outros esperam que eu seja. Não me sujeito a padrões arcaicos que só fazem achatar tudo aquilo que vibra o meu coração. Sou alguém que sente, ama e odeia conforme as experiências as quais sou submetido. Não sou obrigado a chorar escondido quando a tristeza toma conta de mim, só porque os outros podem me achar uma pessoa fraca. Minha força vem exatamente da dor, meu fortalecimento se reergue exatamente em minhas tempestades emocionais. Não sou obrigado a me sujeitar à grosseria de meus superiores, como se vivêssemos à época da escravidão, como se o pagamento do salário fosse pré-requisito para eu me anular frente ao mundo, para eu me isentar de humanidade, de dignidade e do sentir, que me é inerente. Não posso me permitir aceitar subserviências desonrosas e desumanas para ter o que comer.Não sou obrigado a aceitar tudo o que me acontece de ruim com resignação, contendo minha revolta, somatizando minhas frustrações enquanto castigo meu corpo e minha sanidade mental. Tenho o direito de contradizer, de me defender, de gritar a minha dor, para que me reequilibre e siga em frente, sempre, livre e reconciliado com o que passou,irando-me, mas sem deixar que o sol se ponha sobre minha ira.


Por fim, desde que eu não fira o direito do outro, desde que eu não passe por cima de ninguém, poderei me desviar e renunciar a tudo que emperram o meu caminhar, ignorando o que não me cabe, tomando para mim o que me ajude, ficando junto a quem me soma, me traz luz e me ajuda a ser uma pessoa melhor. Portanto eu decido amar e perdoar-me por ser eu mesmo.



Para quem deseja adquirir o livro da Bronnie Ware, que só tem versão em inglês segue link da Amazon: http://goo.gl/h99R8r


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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