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O extremo oposto “CONCORRENTE” de “Cinquenta Tons de Cinza”: um filme sobre o namoro à moda antiga

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 14 de fevereiro de 2015 | 11:20





COMENTÁRIOS DO BLOG BERAKASH:“Old Fashioned” tem prós e contras, mas sem nem uma sombra de dúvida, os prós o fazem valer a pena.  Os modismos estão presentes: “Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também...”Ficar, namoro e sexo casual. Escravos e escravas sexuais,hedonismo...etc...É sempre assim:Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispar: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também".No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim.Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde "toda ação tem uma reação".




Agir como tribalista tem conseqüências, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo, beijar muuuuiiiitooo, ficar, descartar e não ser de ninguém.Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando muuuuiiitooo otras pessoas, etc.Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram.Ficar, também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo.Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando.Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais.Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas.Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter "alguém para amar", é cumplicidade e não apenas uso descartável e descompromissado.O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio a confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo), vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras.Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal juntos até morrer".Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam.A questão não é causal, mas quem sabe correlacional. Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos ,qualidades e defeitos. Não se ama por decreto.Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer.É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também...É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.O princípio é este: “Só haverá mundo novo se houver famílias novas. Para haver um bom casamento, é preciso haver um bom noivado, que por conseqüência vem de um bom namoro, que veio de uma boa amizade, que veio de uma boa identificação mútua na paquera.A experiência de vida nos ensina que: “Os modismos passam, as pessoas ficam...”


O extremo oposto “CONCORRENTE” de “Cinquenta Tons de Cinza”: um filme sobre o namoro à moda antiga



Esta informação pode ser surpreendente para alguns leitores, mas, na história do cinema, o filme que mais arrecadou dinheiro em seu primeiro fim de semana de exibição durante o mês de fevereiro é “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson: foram 83,8 milhões de dólares entre a Quarta-Feira de Cinzas e o primeiro domingo da Quaresma, em 2004.



Só que, se os especialistas em rastrear tendências de comportamento e consumo estiverem certos, estes onze anos em que “A Paixão de Cristo” permaneceu no posto de campeão de bilheteria de fevereiro estão prestes a chegar ao fim. O filme de Gibson deverá ser ultrapassado, em termos de dinheiro arrecadado, por “Cinquenta Tons de Cinza”.




Pois é, chegamos a este ponto.



Cinquenta Tons de Cinza”, como você provavelmente não tem como não saber a essa altura, é a adaptação cinematográfica da trilogia escrita pela autora E. L. James, que fala de práticas sexuais alternativas e que, inexplicavelmente, se tornou um best-seller internacional. Digo “inexplicavelmente” porque até o popularesco site “The Huffington Post” descreveu os livros como “uma triste piada”, o que sugere que a coisa era mesmo apelativa e fraca. Mas o fato é que, mal escrita ou não, a trilogia virou um arrasa-quarteirão e a sua inevitável versão para os cinemas vem disposta a bombar também.




Não faz muito tempo que os adeptos de práticas sexuais como dominação-submissão e sadismo-masoquismo eram vistos como pessoas “psicologicamente desordenadas”. Os tempos mudaram. Hoje, a Associação Americana de Psiquiatria só considera esses atos como “desordenados” quando eles são realizados não consensualmente ou causam sofrimento clinicamente significativo para um dos participantes.




Os líderes católicos não têm a mesma opinião: eles denunciaram abertamente a visão degradante do sexo apresentada pela história e lembraram ao público os ensinamentos da Igreja sobre o caráter sublime e amoroso da intimidade sexual no casamento.




Em paralelo, o cineasta norte-americano Rik Swartzwelder decidiu responder aos cinquenta tons e suas cinzas produzindo um filme alternativo chamado Old Fashioned(“À moda antiga”, em tradução livre).



A trama, que estreou nos cinemas dos Estados Unidos no mesmo dia que “Cinquenta Tons”, conta a história do namoro decididamente não sexual entre um homem e uma mulher para quem a revolução sexual foi um fracasso completo.



Recém-chegada a uma pequena cidade para recomeçar a vida, Amber (Elizabeth Ann Roberts) fica fascinada com o proprietário da casa que alugou: Clay (Rik Swartzwelder, que é também o roteirista, o diretor e o produtor do filme). Ele a faz ficar do lado de fora da casa enquanto termina alguns reparos. Ao que parece, Clay fez a promessa de nunca ficar sozinho com mulher nenhuma, exceto com sua esposa (caso algum dia ele se case). E, por mais que Amber proteste, esta é uma promessa que ele não vai quebrar.




A cidade inteira parece saber das peculiaridades de Clay quando o assunto é mulher. E todos tentam alertar Amber para que ela não perca tempo correndo atrás dele. Mas Amber é determinada e não desiste de quebrar coisas de propósito na casa para forçá-lo a vir consertá-las. Ainda que não seja por outro motivo a não ser o de dar um basta nessa destruição, o relutante Clay finalmente concorda em sair com Amber. Para grande espanto dela, no entanto, o encontro acontece no escritório de um ministro religioso, onde Clay consulta livros que ajudam a avaliar se uma pessoa é compatível com o seu pretenso futuro cônjuge. Nada a ver com o clássico jantar-e-cineminha, mas, pelo menos, ele ganha pontos pela originalidade.

O caso é que Clay já foi um grande mulherengo em seus dias de faculdade e agora está tentando mudar: ele quer construir um relacionamento “à moda antiga”, com base espiritual em vez de apenas física. E Amber, cujos flertes sexuais terminaram todos em dor de cabeça, acha essa abordagem encantadora. Mas a opinião de todos os amigos dela e dele é que os dois estão fadados ao fracasso. Como é que termina essa história? Desculpem, mas eu não vou contar.

Em entrevista ao jornal “Catholic World Report”, Swartzwelder declarou: “Eu só queria contar uma história romântica que não se passasse em 1800 nem numa vila de cristãos ultraconservadores, mas que refletisse a vida dos solteiros e solteiras que eu conheço, de garotos e garotas comuns que querem achar alguém para compartilhar a vida e honrar a Deus com esse relacionamento. E já que ninguém estava contando essa história, resolvi contar eu mesmo”.

Old Fashioned” é a produção mais recente de uma série de filmes, como “Believe Me” e “The Song”, que tentam se livrar do antigo paradigma dos filmes que falam de fé (muita pregação e não muito talento artístico), adotando, em vez desse modelo, uma abordagem com mais apelo ao público em geral. Como na maioria dos filmes independentes, há momentos de texto e atuação irregular, e, como na maioria dos filmes feitos por evangélicos, há um poquinho de sermão; mas, no geral, o filme é bem feito e tem lá o seu charme... se você for cristão.

Infelizmente, esta condição me parece relevante. Eu não acho que “Old Fashioned” vá chamar a atenção de gente que não esteja disposta a encarar o namoro do ponto de vista cristão. O código de conduta de Clay é tão extremista que pareceria bizarro demais para a plateia laica. Afinal, há muitas maneiras de ficar “a sós” com uma mulher e ao mesmo tempo estar “na presença de outros”: num restaurante, num teatro, num parque lotado... Mas dar a ela um machado para que os dois possam estar juntos cortando madeira em público? Sinceramente, eu duvido que uma coisa dessas convença alguém a “namorar à moda antiga”. É quase o extremo oposto de “Cinquenta Tons de Cinza”, sugerindo um amor puritano em vez de puro.

De qualquer maneira, se você está cansado das histórias supersexualizadas de Hollywood, mas gostaria de ver um filme com a sua namorada ou com o seu namorado, “Old Fashioned” tem um “charme pateta” que faz a experiência valer a pena.

Além disso, você vai ter a vantagem de não precisar pegar filas de gente afoita para ver as cinzas de um relacionamento cinquenta tons acima.




FONTE:http://www.aleteia.org/pt/artes-entretenimento/artigo/o-extremo-oposto-de-cinquenta-tons-de-cinza-um-filme-sobre-o-namoro-a-moda-antiga-5897286710198272



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11 de outubro de 2016 11:34

Este filme A moda antiga... é o tipo de filme que faz tempo estava procurando para assistir e não encontrava. Fico feliz que alguém tenha produzido, afinal, nos dias atuais temos falta de filmes assim, de extrema qualidade, tanto no roteiro, quanto na fotografia. Simplesmente lindo. Vou assistir muitas vezes e recomendar para todos, inclusive para meus alunos. Estou muito feliz com esse filme. DEUS abençoe.

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