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Em quem votar como um Cristão? Marina Silva ? Dilma ? ou Aécio Neves ?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 22 de setembro de 2014 | 07:36





10 MOTIVOS PARA "NÃO"  VOTAR EM DILMA



(Por Antonio Alvares Cabral)

Não temos os melhores candidatos disputando as eleições presidenciais, como não os temos há muito tempo. Mas é importante que tenhamos consciência dos motivos para não votar nos piores candidatos. E o que há de pior é a senhora Dilma Rousseff, mentirosa e com laços com a bandidagem há décadas. E quem mente sua biografia na campanha, por que não mentiria sobre seu governo?




Vejamos 10 dos muitos motivos para não votar Dilma:


1.       DILMA diz que lutou com coragem pela democratização do Brasil. MENTIRA. Dilma foi fez parte de um grupo armado que realizou seqüestros, assalto a bancos e cometeu assassinatos, inclusive de inocentes que nada tinham a ver com posições políticas sequer ( E só indenizou um lado da moeda). A desculpa para tanto? Criar no Brasil uma ditadura comunista, destruindo a soberania nacional e impondo no Brasil O MESMO GOVERNO QUE ORDENOU A MORTE DE MILHÕES NESTES REGIMES COMUNISTAS. Dilma nunca ligou para a democracia, foi sempre sua inimiga.


2.       Sempre MENTINDO sobre o período 1964 – 1989 (DILMA só não foi cúmplice de crimes contra a vida, a propriedade quando esteve presa), Dilma, que diz se importar com os miseráveis, apoiou e obteve para si mesma e seus amigos o status  de anistiada (isto é, perdoada por seus crimes). Além de ter seu perdão, conseguiu que ela seus comparsas ganhassem pagamentos milionárias, que já somam R$ 2,5 bilhões. E os trabalhadores mutilados em ataques a bomba, os funcionários de banco feitos reféns, as famílias de seqüestrados? No máximo, ganham um salário mínimo. Pior ainda para jovens policiais e soldados que arriscaram a vida para combater GRUPOS ARMADOS como o de Dilma. Dilma diz que se importa com o povo. MENTIRA! Ela pega o dinheiro do trabalho do povo para ter uma vida fácil e bem paga injustamente. E traz para trabalhar com ela os comparsas, inclusive estrangeiros, que pegaram em armas contra o Brasil.


3.       DILMA diz que respeita os direitos do povo. MENTIRA. Como nunca deu valor à vida humana, Dilma é a favor do aborto. Para ela, aborto é escolha. Não é. Ninguém tem certeza quando uma vida começa. Existem estudos que afirmam que um feto de poucas semanas já tem reações, sente medo, dor. É um ser humano. É que não pode se defender. O aborto é um assassinato cruel feito a um ser indefeso. E, se for possível assassinar uma criança, o que não pode vir depois? Matar todos os indefesos?






4.       No Brasil, todos têm – e lutamos por isso – o direito de adorarem a Deus de acordo com suas crenças. Defendemos mesmo o direito de não acreditar em Deus. Mas DILMA MENTE para o povo católico ou protestante quando assiste a missas ou cultos. Dilma é contra a religião.Sua única religião é o poder e os ganhos obtidos a partir dele em prol desta ideologia que não deu certo em lugar nenhum,para ela e seus comparsas.






5.       DILMA É RACISTA. Num país de maioria mestiça, Dilma quer obrigar a todos a terem documentos classificando cada um como negro, branco ou índio. Quer dividir o povo brasileiro, inspirando o ódio entre famílias e vizinhos. Ao invés de integrar, quer separar. Por que não combater a desigualdade social (verdadeiro problema) ao invés de inventar raças, que a ciência provou não existirem? Logo, teremos bairros para negros, judeus, brancos... Cidades para índios (já temos)... Não são todos brasileiros? Essa história já aconteceu na Europa, e sabemos no que resultou.



6.       DILMA diz que quer ajudar o povo necessitado. MENTIRA. Dilma não criou os programas assistenciais, e só os apóia porque espera, com pequenas esmolas (ela não cria reais condições de sair da miséria), conseguir uma massa de gado (Curral eleitoral) que ache que deve tudo a ela. E isso é MENTIRA.




7.       DILMA é a favor do CASAMENTO GAY e contra o casamento normal. Não somos homofóbicos, combatemos duramente a violência contra homossexuais, física ou moral. Mas acreditamos na família, que é a base de uma sociedade melhor. Sem boas famílias, não há boa sociedade. E a família, com um pai, uma mãe e filhos é fundamental. Não queremos e não podemos impedir a liberdade dos gays viverem juntos, mas como Cristãos não concordamos por entender que o casamento é algo sagrado, que une um homem e uma mulher por laços unitivos, mas principalmente pelo procriativo para manutenção e perpetuação da espécie humana, pois assim foi e sempre será.


8.       DILMA abriga membros das FARC, levando-os até mesmo para o governo do Brasil. A assessora de Dilma é casada com um desses terroristas, e ganhou seu emprego de Dilma. Dá para acreditar quando ela diz que quer acabar com as drogas e emprega traficantes?


9.       DILMA diz que a economia do Brasil seria pior sem ela. MENTIRA. Dilma aumentou a concentração de renda, o ganho do capital especulativo (os bancos estrangeiros nunca ganharam tanto no Brasil). E Dilma não apoiou políticas que fizessem a economia se modernizar, gerando empregos melhores.


10.   DILMA MENTE. Dilma disse que tinha mestrado e doutorado e era mentira. Se ela mente até nisso, por que ela não mentiria em todo resto? Será que realmente podemos entregar o futuro do Brasil e uma ladra, terrorista e mentirosa contumaz? É esse o futuro que queremos?O projeto petista, enfim, é um só e o mesmo de sempre: tomar o poder total de uma vez, calar a imprensa independente que ainda incomoda muito, e partir para a "revolução bolivariana" brasileira. Hugo Chávez sabe disso e aplaude abertamente o projeto, declarando seu regozijo com a quase certa vitória de Dilma. Seus eleitores não poderão, insisto, alegar desconhecimento dos fatos no futuro.É muito triste vivenciar uma época em que as futuras vítimas escolhem de bom grado o caminho da servidão. Resta apenas o consolo do filósofo Schopenhauer, cuja morte faz 150 anos dia 21 de setembro:



“É preciso ser paciente, pois um homem de intelecção justa entre pessoas enganadas assemelha-se àquele cujo relógio funciona com precisão numa cidade na qual todos os relógios de torre fornecem a hora errada” – (Arthur Schopenhauer).


 

Fonte: http://dilma.rousseff.net.br/?cont=338&vis=

POR QUE A DESCULPA DOS PTISTAS É SEMPRE A MESMA ?


“A elite branca está incomodada porque os pobres agora andam de avião, vão ao cinema, fazem supermercado e compram carros...Será mesmo ???”


Falam tanto que a vida do pobre melhorou com o pt, mas já que é assim, por que a criminalidade não caiu justamente nas áreas pobres e de risco social ?


Afinal, não são os petistas que vivem repetindo feito uns papagaios que"crimes são causados pela miséria"? Mas todos estão vendo essa contradição, com eles dizendo, ao mesmo tempo, que "crime é causado exclusivamente pela miséria", e que "nunca antes se fez tanto contra a miséria", e todos vendo os crimes bárbaros só aumentando, e os bandidos se sentindo cada vez mais à vontade, porque sabem que os partidos de esquerda só afrouxam as leis e os protegem sempre como vítimas e jamais como cúmplices.


Em países sérios (o Brasil está anos-luz disso) a pobreza é residual e não se usa Bolsa-Família às dezenas de milhões, como uma compra descarada de votos. 



AGORA FALA SÉRIO:


Você acha que com 120 reais de Bolsa-Esmola dá para sair da miséria absoluta e comprar carros, andar de avião,fazer supermercado e gozar dos benefícios meritocráticos do Capitalismo? Estão mascarando os fatos.



A grande verdade é que as pessoas não estão melhores DEVIDO ao PT, mas APESAR dele. Afinal quem financiou  estes programas foi a classe média, que sofreu e sofre o pão que o diabo amassou para manter os bolsa-esmolas do PT, para que ele ganhe os votos deste curral eleitoral criminoso feito às custas dos pobres usados como MASSA DE MONOBRA para o projeto de poder do PT.


A classe média sabe o quanto trabalho e quanta humilhação tem que aguentar para ganhar meu suado dinheiro, que paga seus impostos e não ver o retorno em saúde, educação, segurança e habitação.




10 MOTIVOS PARA VOTAR EM MARINA SILVA







1)- Marina Silva quer dizer: Mar e selva, o nome já anuncia um estado de comunhão com a natureza. Seleciono meus candidatos pelas idéias, ou melhor, pela vontade demonstrada e provada de implementar aquilo em que  acredita, e Marina Silva tem feito isto durante toda sua vida.




2)- Reconheço os ganhos inegáveis do governo Lula, talvez o melhor da história do país na questão social, mas acredito, com Viveiros de Castro, que Marina Silva simbolize essa diversidade e a necessidade de pensá-la estrategicamente como polo norteador de nossa política. Confesso que quando no começo da campanha Marina decidiu pautar a sua plataforma na educação, e não na necessidade de rever o modelo produtivo e de consumo, ainda devastatórios e concentracionários, fiquei decepcionado. Aos poucos, porém, vi que o discurso de Marina sobre a educação encarnava a aliança entre o sonho e a possibilidade de que fala Viveiros de Castro: investir 7% do PIB em educação, fomentar pesadamente (e não só com meia dúzia de editais do CNPq) pesquisas ligadas à tecnologia verde, apoiar de verdade iniciativas de conversão da nossa matriz energética, tudo isso aponta para uma mudança estratégica do papel do nosso país. A partir de investimentos estratégicos em educação é possível ao mesmo tempo colocar o pensamento na agenda política e mudar os rumos sócio-econômicos de nosso "desenvolvimento".Marina pela sua militância,é capaz de fazer as mesmas coisas de Dilma e Lula e até mais, só que de forma Cristã e com ética pautada em seus princípios.




3)- Temos que admitir a ética e capacidade dela no trato dos assuntos públicos: sóbria,convicta e equilibrada nas opiniões que emite.Fala com conhecimento de causa.Caetano Veloso disse:"As maluquices crescem e proliferam em reação à força eleitoral de Marina. Rogério César de Cerqueira Leite repete que ela é criacionista, sem que ela nada tenha dito que justificasse tal conclusão. Os católicos também seguem a Bíblia e nem por isso se diz que Frei Beto ou Gilberto Carvalho são criacionistas ou que afirmam que o mundo foi criado há poucos milênios. Mesmo de pessoas mais sensatas li textos que tomam Marina como risco de fundamentalismo. Mas como? Uma mulher que tem, com mais clareza e firmeza do que todos os outros postulantes, falado sobre o sentido do Estado laico! Uma carreira política em que se vêem as discussões que se passam na mente da militante, da vereadora, da ministra, da senadora, da candidata - sem que se perca a certeza da coerência íntima da pessoa! Faz sentido querer-se reafirmar a gratidão pelos conseguimentos do PT no poder; também é certo ter esperanças na sensatez do cadidato do PSDB, com o economista indicado para a pasta da Fazenda apresentando, em entrevistas, planos sensatos de superação do que parece ser o beco-sem-saída em que entrou a política econômica petista. Mas nada disso dá o direito a ninguém de desconsiderar a seriedade com que Marina se comporta sempre - e desde sempre. Marina não é nada de Collor nem nada de Jânio. Marina é o esboço de um novo Lula. É o organismo Brasil movendo-se internamente para metabolizar novos conteúdos. Esses novos conteúdos têm relação com os velhos - às vezes sentidos como eternos - problemas brasileiros: a desigualdade, a sociedade hierárquica, o atraso. Entendo a reação de Jean Willys ao recuo, no programa de Marina, quanto a temas cruciais dos grupos LGBT. Sempre me senti mais identificado com os gays do que com os caretas. Mas nem de longe isso me abala em minha decisão de votar em Marina. Os recuos no seu programa não a colocam em posição menos progressista do que a de seus oponentes. E Marina é tão maior promessa! Por que não ter coragem de apostar nela?...”




4)-Porque é a única que não é bandida nem ladra. E é a única dos atuais três presidenciáveis em destaque que têm caráter e pode apontar o dedo, porque ela não tem rabo preso (Nem com PSB),nem com os demotucanos corruptos safados nem com os Ptralhas quadrilheiros comunistas e terroristas.




5)- Marina Silva tem tudo para ser uma ótima candidata, e, apesar de muitos dizerem, não é uma candidata de uma só proposta. Ela, uma das poucas candidatas na política atualmente com a “ficha limpa”, não é apenas uma candidata para ‘votos de protesto’ ou coisas do gênero, mas é sim uma alternativa que deve ser cogitada; alguns dizem de forma revanchista que ela é um Lula de saias, mas ela é bem mais que isto:ela é inteligente, e tem opnião própria sobre diversos temas,e tem real vontade de mudar o país, não apenas de dar uma continuidade a esse ou aquele governo. Ela é a candidata daqueles que acreditam num Brasil “economicamente próspero, culturalmente diverso, socialmente justo e politicamente democrático”, além de um desenvolvimento sustentável, não apenas de progresso pelo progresso, desenvolvimento social a qualquer custo, com fins justiçando meios.







6)-Voto na Marina, não pelo protesto ou pelo “não jogar o voto fora”. Voto nela porque realmente é alguem que merece, alguem que não faz parte dessa corja que governou o país nos últimos anos. O PT, virou um partido de Ptralhas com um monte de corrupções na costas. O PSDB tentou privatizar o país, com FHC privatizaram tudo que puderam, emprestando dinheiro praticamente sem juros para os grandes conglomerados, seus apoiadores financeiros, comprarem.


7)- Voto em Marina porque Ela continua fiel a seu discurso e a sua vida de lutas. Saiu do meio ambiente porque estava cansada de só usarem o meio ambiente para “fazer bonito na ONU e para conseguir créditos carbonos”.



8)- Ela vai investir mais na educação do Brasil e no Meio-ambiente do que investir na Saúde, e sabe por que ?Porque sem educação o povo não tem saúde,não se previne e não tem crescimento sustentável, e acaba dependente do assistencialismo populista.



9)- Voto e Marina Silva porque já que estamos falando em dar chance para os candidatos que realmente conhecem os problemas do povo, que vem do povo (como foi a oportunidade dada ao Sr. Luis Inacio), por que não depositar o voto de confiança em Marina Silva, já que ela vai trabalhar para acabar com a a reeleição de presidentes ? Suas entrevistas tem me surpreendido cada vez mais, e já que estão deslumbrados, os brasileiros, com o que pôde fazer o Sr. Lula que era metalurgico, por que não dar oportunidade à uma ex-seringueira ? Aliás, já foi provado desde Chico Mendes, que o Acre produz coisa boa também.




10)- Por fim voto em Marina Silva porque é certo que nossas preferências de sigla eram influenciadas pelo “ouvir falar” dos fatos políticos da época, pois não tínhamos a menor consciência da identidade dessas escolhas. Nossas opções eram, na essência, guiadas pela simpatia desta ou daquela sonoridade vocal da sigla e necessidade inconsciente de afirmação no grupo.   Diversas coisas valiosas foram aprendidas no decorrer do tempo da prática política como cidadão. O tempo se encarregou de nos ensinar. Os fatos políticos que se tornaram históricos – dos quais fui testemunha ocular –, se acumularam, mostrando suas verdades e mentiras, enriqueceram minha capacidade de discernimento e ampliaram os horizontes do conhecimento dessa linguagem, tão enganosa e tão fácil de ser manipulada pelos profissionais.  Pela nossa profunda e calejada análise, a cidadã Marina Silva, não é política profissional, depois de ver obstáculos imensos à sua frente, a começar pela deficiente alimentação na infância, conseqüência da miséria geral em que nasceu, teve um lampejo mental que a conduziu para a luta contra as adversidades materiais e intelectuais. Adquiriu com sua própria força de vontade a virtude da persistência na linha do aprendizado. Por ter nascido e criada em meio às matas, sentiu e percebeu a importância do meio ambiente para a sobrevivência da biodiversidade. Esse foi seu primeiro amor, o qual a encaminhou para desbravar todos os demais obstáculos que tinha à frente. Em seguida, à custa de esforço próprio, apossou-se do instrumental do conhecimento – a leitura –, instrumento de arejamento mental. Com essa porta aberta e sua determinação idealística chegou a uma posição que lhe dá respeito e consideração do mundo, na sua parcela mais responsável: os que defendem a Natureza, sustentáculo da Vida.  Faz do recurso político um ato de doação de sua vivência em benefício da garantia de existência de toda a biosfera. Para tanto, consagra ao seu país seus ideais de amor e fé. Não votar nela nessas próximas eleições será compactuar com a manutenção da história de enganações, falcatruas e corrupções, sempre mantidos pelos vícios vergonhosos dos políticos carreiristas. Marina Silva oferece ao povo brasileiro a oportunidade única de escolher entre as virtudes que constroem a alma de uma nação  e esses outros, aventureiros, oportunistas  e carreiristas que rolam por ai, profissionais da mentira e coveiros da boa-fé do povo.


Marina votou a favor da CPMF a princípio:



DILMA:Num debate da Bandeirantes, a senhora disse que tinha votado a favor da criação da CPMF porque achava que era o melhor que se podia ter para a Saúde. Como foi mesmo o seu voto na questão da CPMF?


MARINA: “A CPMF foi um processo que começou em 1993, com várias etapas. Nessas várias etapas, no momento em que foi a votação de Fundo de Combate à Pobreza, que aliás foi uma iniciativa do senador Antonio Carlos Magalhães, a composição do Fundo seriam recursos da CPMF e dos impostos sobre cigarro. Naquela oportunidade, tanto na Comissão quanto no Plenário, votei favorável sim. Eu e o senador Eduardo Suplicy, mesmo com a oposição séria de várias lideranças do PT, que à época diziam que eu estava favorecendo um senador de direita. Eu tenho total coerência com as posições que defendo e foi por isso exatamente que eu disse que eu não faço oposição por oposição, que eu sei o que é melhor para o Brasil. Não só no caso da CPMF para o Fundo de Combate à Pobreza quanto em relação à convenção 169 para defender o direito dos índios, o protocolo de Kyoto que o PT na época até me orientou que talvez não fosse o mais oportuno, mas eu consegui convencer de que era o melhor para a proteção do meio ambiente e da Amazônia e também tivemos ali uma questão importante que foi a questão da reserva legal. Defendi sim a CPMF para o Fundo de Combate à Pobreza. E é mais uma das conversas que o PT tem colocado para deturpar o processo eleitoral.”



Logo após o debate no R7 quando questionada por jornalistas, Marina reforçou que defendeu a CPMF e que votou a favor do tributo quando o tema estava sendo debatido na comissão de combate à pobreza, da qual era vice-presidente:



“Eu votei favoravelmente na comissão. Quando foi dentro da discussão em plenário, aí houveram mudanças que reduziram os recursos para a metade dos recursos que nós gostaríamos, e aí obviamente que não iríamos compactuar com isso. Se você fizer um levantamento da minha posição em relação aos recursos da CPMF, vai ver que esse é mais um boato.”





PORTANTO:


Marina apoiou a CPMF na votação que destinou parte dos recursos do tributo para o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza.Quem mudou de opinião sobre a CPMF foi o PT. No governo FHC, se manifestava contra a contribuição. No governo Lula, fez de tudo para manter o tributo.



Simples assim !!! Mais uma mentira da indústria do boato cai por terra ...A próxima por favor!!


Fonte:MarinaSilva.org



As únicas pessoas que misturam PROPOSITALMENTE a religião com a política são os petistas !!! Sabiam disto ???



Disfarçados de eleitores com dúvida, para confundir os eleitores de Marina Silva. Qualquer pessoa sabe que nosso estado é laico e que a constituição nos assegura essa separação. 



São cláusulas pétreas que, só por uma revolução constitucionalistas, poderão ser alteradas, é o tal do poder originário, ou seja, somente se for implantada uma nova constituição para tornar o estado teocrático, mas eles, os "petistas", sabem muito bem disso, mas se fazem de tontos para jogar escuridão na luz da verdade.



Marina Silva em toda a sua carreira de legisladora no Congresso Nacional nunca apresentou um projeto envolvendo religião no meio político ou algo parecido. 



Essa imbecilidade do pasto Feliciano sempre não da em nada, pois ele nunca conseguiu ultrapassar o limites da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Parlamento Brasileiro, porém o que ele quer é ganhar voto dos fundamentalistas e se tornar polêmico. 



Agora vir dizer que Marina Silva representa um dom-quixotismo contemporâneo é jogar a biografia dela no lixo. 




"Cada um tem sua religião, mas o Estado não pode invadir essa órbita e fazer todas as religiões aceitarem o casamento gay seria uma aberração constitucional"


Os constitucionalistas sabem que praticamente é impossível o Brasil perder os diretos fundamentais da nação. Com Proclamação da República o Brasil tornou-se um país laico, consequentemente, garantiu a liberdade de crença. 



A Constituição de 1988 prescreve essa liberdade, enaltecendo também a liberdade de culto religioso, e proteção as organizações religiosas.



Porém, também garante a o direito à liberdade de pensamento possibilita à pessoa humana formular juízos de valor sem a presença de amarras estatais ou morais impostas pela sociedade.Neste mister, o direito à liberdade de pensamento reflete a carga valorativa do princípio da dignidade da pessoa humana.




O artigo 5º da Constituição de 1988 estabeleceu textualmente que é “inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantia, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” e, consequentemente “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”.




Agora, o casamento gay, no plano civil, nunca foi criticado pela candidata Marina Silva, pois ela sabe que hoje o Brasil reconhece as relações familiares:



Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado


§ 1º - O casamento é civil e gratuita a celebração.


§ 2º - O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.


§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.


§ 4º - Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.


§ 5º - Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.


§ 6º - O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos.


§ 6º O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio. (Redação dada Pela Emenda Constitucional nº 66, de 2010).


§ 7º - Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas.



§ 8º - O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações.




Podemos notar, portanto, que a Constituição Federal de 1988 ampliou o conceito de família no direito brasileiro. Atualmente, podemos elencar como princípios elementares do direito de família:


a) igualdade entre filhos e entre homem e mulher;

b) respeito à dignidade humana;

c) afeição;

d) liberdade na constituição familiar e,

e) solidariedade familiar.



A Constituição Federal de 1988 reconheceu expressamente a união estável como entidade familiar



De fato, a relação não matrimonial entre homem e mulher existe há muito tempo e sempre foi conhecida como concubinato, mas foi somente em 1988 que a legislação constitucional brasileira considerou a relação não matrimonial entre homem e mulher como forma legítima de constituição de família, conhecida como união estável. 




A alteração de nome foi importante para retirar o sentido negativo que sempre acompanhou o termo “concubinato”.



Então, atenção!!!!



“Marina Silva nunca disse que é contra o casamento civil  gay ou outro tipo de relação afetiva entre pessoas de sexos diferentes ou iguais. 
O que ela é contra, e isso não representa uma alteração nas suas convecções políticas, é o casamento religioso ter essa recepção obrigatória, ou seja, seria obrigar o estado mudar os princípios da religiões. 




Cada um tem sua religião, mas o Estado não pode invadir essa órbita e fazer todas as religiões aceitarem o casamento gay, pois  seria uma aberração constitucional.




Agora, não me venha misturar alhos com bugalhos só para fazer as pessoas terem medo de uma mudança política no Brasil.



MARCELO FERRAZ é escritor e jornalista em Mato Grosso.




FONTE: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=262&cid=211435




AÉCIO EM ENTREVISTA NA  “ISTO É”  SE DIZ A FAVOR DO ABORTO E UNIÕES HOMOAFETIVAS:



ISTOÉ – Mas, pessoalmente, o sr. é a favor ou contra essas questões?


Aécio –
 “Sou favorável ao casamento de pessoas do mesmo sexo. Isso já está incorporado ao mundo moderno. Com relação ao aborto, defendo a legislação atual...”

VEJA NO LINK ABAIXO A MATÉRIA NA ÍNTEGRA:



É bom que se esclareça isto:


Com relação aos GLBTS  e aborto, Marina retirou estas pautas do programa do PSB. E não esqueçamos que o Cristianismo com apenas 12 homens reverteram um mundo pagão com uma cultura ainda pior que a atual, ao valores Cristãos!!! Não percamos a fé !!!


A Deus nada é impossível !!!


QUAL A ORÍGEM E PRINCÍPIOS DO PSDB ?

Em 25 de junho de 1988 um grupo de dissidentes do PMDB capitaneados por pessoas de São Paulo e Minas Gerais levou a termo sua insatisfação com o governo Sarney, que haveria "de se constituir no primeiro da Nova República para se fazer o último da Velha República".


Tal disparidade se acentuou durante a Assembleia Nacional Constituinte, onde os membros do partido votaram pelos quatro anos de mandato para o Presidente da República apesar de a tese dos cinco anos ter prevalecido, capitaneada pela maioria da bancada do PMDB e de políticos conservadores agrupados no "Centrão", liderados pelo deputado Roberto Cardoso Alves, grupo suprapartidário formado em fins de 1987.



Entre os fundadores do novo partido estavam:


José Richa, Franco Montoro, José Serra, Mário Covas, Carlos Antônio Costa Brandão, Humberto Costa Brandão, Carmelito Barbosa Alves, Waldyr Alceu Trigo e Fernando Henrique Cardoso, escudados por Sérgio Motta,Magalhães Teixeira e Geraldo Alckmin.


Fora de São Paulo o novo partido arregimentou Pimenta da Veiga, Eduardo Azeredo, José Richa, Artur da Távola, Célio de Castro, Afonso Arinos, Chagas Rodrigues, Almir Gabriel, Teotônio Vilela Filho, Aécio Neves, Arthur Virgílio e Maria de Lourdes Abadia. Posteriormente outros políticos, como Tasso Jereissati e Ciro Gomes, migrariam para o partido.



O PSDB é um partido político brasileiro cujos militantes e simpatizantes geralmente se classificam como de centro-esquerda. De fato, muitos analistas classificam o partido como sendo de centro-esquerda.



Diversos críticos e intelectuais de esquerda, no entanto, por considerarem que o partido em relação a determinados pontos adota posturas liberais, citam-no como sendo centrista,ou até mesmo de centro-esquerda. A terceira via de Anthony Giddens é também uma das ideologias assumidas pelo partido.



No entanto, Fernando Henrique Cardoso, seu principal líder, era participante ativo de estudos nos grupos marxistas. Ainda nos anos 1950, um grupo de jovens professores e estudantes decidiu se reunir para ler O capital, de Karl Marx. Esse grupo, de que faziam parte FHC,Octavio Ianni, Ruth Cardoso, Roberto Schwarz, Michael Lowy e outros, teve um papel decisivo na discussão dos projetos de pesquisa da nova geração.


O principal professor de FHC foi Florestan Fernandes.José Serra, ex-governador de São Paulo, foi líder da União Nacional dos Estudantes (UNE) durante o regime militar e perseguido pelo mesmo. Tentou fazer parte da diretoria do grêmio da Escola Politécnica e, para ser admitido na chapa, teve que mostrar que era contra as multinacionais e a favor da Revolução Cubana. Em fins de 1962 Serra foi um dos fundadores da Ação Popular (AP). Participou de congressos em vários locais fora de seu estado, como presidente daUEE-SP, tornando-se conhecido, o que veio a facilitar sua eleição para presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), em julho de 1963, como candidato da Ação Popular, tendo ainda o apoio do Partido Comunista Brasileiro.


Radicou-se no Chile, onde conheceu outros exilados. Decretado o golpe liderado por Augusto Pinochet, em setembro de 1973, Serra ajudou a transportar vários perseguidos à embaixada do Panamá. Foi preso no aeroporto quando tentava deixar o país com a família, sendo levado ao Estádio Nacional, onde muitos foram torturados e mortos. Um major que o libertou foi posteriormente fuzilado. Serra refugiou-se na embaixada da Itália (conseguindo chegar até lá com a ajuda de Paulo Renato Souza, que o escondeu no porta-mala de seu carro), ficando na embaixada por oito meses, rumando depois para os Estados Unidos.



O PSDB foi criado originalmente com o objetivo de representar a social democracia no Brasil. Entre as principais propostas originais do partido encontram-se o enxugamento da máquina, a instituição do parlamentarismo no plano político e uma economia de mercado regulada pelo Estado, com participação mais livre das empresas privadas e de investidores internacionais. Tem status de observador na Organização Democrata Cristã da América (ODCA).



Dentro desse contexto, em 2003, entrevistado pelo jornal do PSDB, Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do partido, afirmou que, independentemente da posição assumida pelo PT, a posição do PSDB deveria permanecer a mesma. FHC afirmou que do ponto de vista ideológico o partido não poderia ceder, permanecendo onde estava, continuando com a sua linha "de centro-esquerda ou centro olhando para a esquerda".


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_da_Social_Democracia_Brasileira


"O povo brasileiro é maciçamente de direita" [Titulo Original]



(LAURA CAPRIGLIONE/ DA REPORTAGEM LOCAL)



Talvez a obra mais conhecida do filósofo Olavo de Carvalho, 58, seja a edição do site Mídia sem Máscara (www.midiasemmascara.org), há anos na rede para denunciar o que chama de "viés esquerdista da grande mídia brasileira".




Carvalho hoje escreve no "Diário do Comércio", órgão da Associação Comercial de São Paulo. Escreve à distância. Desde maio de 2005, mora em Richmond, a duas horas de Washington.


É na capital americana que, duas vezes por semana, garimpa material para o livro "A Mente Revolucionária", em que pretende dissecar o pensamento moderno de esquerda. "Um grupo de empresários do Paraná me deu uma verbinha para eu terminar o livro", explicou.




Folha - O que aconteceu com a esquerda no Brasil?



Olavo de Carvalho - Para começar, eles criaram esse mito de que são santos, de que têm o monopólio da bondade humana. De repente, o Brasil inteiro vê que não é nada disso. É uma decepção tremenda, mas era óbvio que isso ia acontecer. Você não pode colocar um sujeito que é inteiramente analfabeto na Presidência, burro desse jeito, sem critério. Ele não sabe a diferença entre certo e errado, entre bem e mal, então é claro que ia ser essa sem-vergonhice. 




Folha - A alternativa, então é...



Carvalho - O PSDB é que não é. O PSDB é um partido da Internacional Socialista que está comprometido com o globalismo de esquerda, com todos esses valores politicamente corretos. É a direita da esquerda. No Brasil, infelizmente, a política ficou reduzida a isso: uma luta entre a esquerda da esquerda e a direita da esquerda. Quem é conservador mesmo não se deixa enganar por PSDB.




Folha - Não há ninguém no PSDB que sirva?



Carvalho - Veja o Geraldo Alckmin. Ele aprovou uma lei que multa o rabino que ouse expulsar de sua sinagoga uma drag queen. Mesmo que ela tenha entrado lá só para provocar. Quem faz uma lei dessas não é conservador. É politicamente correto.




Folha - Como o senhor interpreta a versão petista de que é vítima de uma conspiração da direita?



Carvalho - O surgimento de um pensamento de direita, qualquer sinalzinho, já deixa esse pessoal aterrorizado: eles já se vêem todos na cadeia. Fica um negócio paranóico. Mas a verdade é que o pensamento conservador no Brasil ainda é uma raridade. Existiu em Joaquim Nabuco, em João Camilo de Oliveira Torres, em Minas Gerais, em Gilberto Freyre, em Pernambuco. Mas é pouca coisa. A tradição cultural do Brasil é toda de esquerda. Não há um movimento intelectual conservador. Eu acho que sou o primeiro cara que está tentando fazer isso.




Folha - Do jeito que o senhor está falando, parece que o Brasil é um paraíso da esquerda...




Carvalho - É até engraçado, porque o pessoal de esquerda vive dizendo que a burguesia cria seu aparato cultural e ideológico. Só que a esquerda convenceu a burguesia a financiar o aparato ideológico esquerdista. Durante a ditadura já era assim. As universidades eram todas de esquerda, as instituições culturais idem.
 




Folha - Será que a fraqueza do pensamento conservador não reflete a dificuldade de convencer alguém de que é bom conservar as coisas do jeito que são no Brasil?





Carvalho - O resultado do referendo sobre as armas, o apoio de parcela expressiva da população à pena de morte e outras indicações mostram que o povo brasileiro é maciçamente de direita no que se refere a cultura, moral, costumes. Mas, como só existem partidos de esquerda, acaba-se votando na esquerda. É hora de criar uma opção partidária de direita. Um verdadeiro partido conservador não tem de defender apenas o livre mercado, mas tem de defender um estilo de vida.




Folha - Qual seria o programa de um verdadeiro partido de direita no Brasil?



Carvalho - 1. Anticomunismo. Não queremos comunismo na América Latina. Tchau, tchau e bênção. Adeus, Fidel Castro; adeus, Hugo Chávez, não queremos nada disso;

2. Livre empresa e respeito à propriedade;


3. Moral judaico-cristã;


4. Educação clássica. As pessoas têm de ter os valores fundamentais da civilização;


5. A verdadeira liberdade de discussão. 50% a 50%. Equilíbrio entre as correntes.




Folha - Como é repudiar o comunismo, Cháves e Fidel, e ser favorável a um equilíbrio entre as corrente de direita e esquerda?



Carvalho - Uma coisa é ser de esquerda, e outra coisa, bem diferente, é essa tradição marxista, comunista. Isso tem de acabar. Porque se trata de ideologia genocida, criminosa.


[Folha de S.Paulo, 15 de fevereiro de 2006]




FONTE: www.olavodecarvalho.org





 
Votar em Partidos Comunista é motivo para excomunhão?



SIM. Deste modo todos os católicos que votarem (é uma espécie de prestar favor) ou se filiarem em partidos comunistas, escreverem livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos.


Os que defenderem, propagarem ou declararem o materialismo dos comunistas também estão excomungados automaticamente. Esse decreto do Santo Ofício de Pio XII, que foi confirmado por João XXIII em 1959, continua válido. Aliás, Pio XII trabalhou pessoalmente contra o comunismo na Itália.



Tal condenação do comunismo se soma às condenações feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII (ele também condenou em outras oportunidades), João XXIII, Paulo VI, Concílio Vaticano II (reiterou as condenações precedentes) e João Paulo II.



Faz mais de cem anos que a Igreja Católica condena o comunismo, socialismo e qualquer tipo de materialismo e igualdade material. A pena para os que desobedecem a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação nos partidos filo-comunistas) é a excomunhão automática.


Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios:


“Ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro" (Pio XI).

Cavaleiro do Templo:

Ou seja, além de tudo exposto acima, Teologia da Libertação excomunga automaticamente. E petistas e seus "cumpadres", evidentemente, não pertencem à IGREJA, bem como quem vota/votou no PT e suas coligações.


“Portanto, se você não quer se afastar dessa doutrina terrível, que gera excomunhão automática, não assista esse vídeo. Nele, você tomará conhecimento que a doutrina comunista, materialista e anticristã, foi condenada mesmo antes de Pio XII. Saberá que os chamados "decretos" contra o comunista ainda estão em pleno vigor e que não basta não votar em partidos que apoiam o comunismo, não se deve votar também em partidos que estejam aliados a eles. Saberá ainda, caso assista ao vídeo, que quem simpatiza ou propaga a doutrina comunista torna-se um apóstata da fé católica, não podendo, nesse caso, aproximar-se dos sacramentos.”



Assim, caso tenha a contumácia em prosseguir na simpatia, propagação ou apoio da doutrina comunista, mesmo após assistir esse vídeo, saiba: a excomunhão é automática -latae sententiae -e só poderá ser revertida mediante arrependimento e confissão sacramental junto ao Bispo.


Católico socialista-comunista não existe


A teoria marxista da “ideologia de classe”, ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx.


Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária.


Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame.

Olavo de Carvalho complementa:


"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência (De civ Dei 11,25): Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter. Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.”


A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.


"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann).



"Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova.” (Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais").

A Resposta Católica: "Ser comunista é motivo para excomunhão?"









O princípio do mal menor




Apresentamos uma explicação da Doutrina do Mal Menor, retirada do verbete "Princípio e argumento do mal menor" do Léxicon  - Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, publicado em Roma no ano de 2002.


Diante das circunstâncias em que se encontram os católicos neste pleito, onde nenhum dos candidatos apresenta uma clara convergência com o que diz os Princípios da Doutrina Social da Igreja, consideramos que esta leitura poderá iluminar a decisão dos eleitores para o dia 31 de outubro. Leia e divulgue:


O que chamamos de "princípio do mal menor" pode ser expresso, em sentido amplo, da seguinte maneira:

“diante de males inevitáveis é preciso escolher o menor”

Tem dois campos de aplicação:

1)-O genérico, da prática,

2)-E o específico, da ética da decisão.


Num primeiro sentido (amplo), o princípio do mal menor significa que, prevendo males inevitáveis, é preferível permitir o menor, escolhendo-o para evitar o mal maior. Num segundo sentido (mais restrito), o princípio do mal menor significa que, quando todas ou cada uma das possíveis decisões a serem tomadas são, realmente negativas e não existe alternativa para tomar uma decisão, é preciso optar pela menos negativa. 



No primeiro sentido, o mal menor se refere às conseqüências derivadas de uma decisão numa situação que obriga a fazer uma escolha; sendo essa situação inevitável, escolhe-se a conseqüência menos prejudicial.


No segundo sentido, refere-se, ao contrário , à decisão em si mesma, que se revela problemática no momento em que qualquer decisão é negativa; nessa situação de perplexidade, é preciso decidir-se por aquilo que parece menos mal. Em ambos os sentidos a aplicação desse princípio tem limites relacionados com os chamados "absolutos morais" ou com as ações desordenadas em si próprias.





Aristóteles coloca o problema do mal menor no contexto da justiça. A justiça é uma certa proporção; quem é injusto atribui a si mesmo mais do que lhe é devido, e, quem é vítima de injustiça, recebe menos bens do que lhe caberia. Em relação aos males (entendido aqui não como mal moral, mas como aquilo que deve ser suportado como adversidade) acontece o contrário:


"O mal menor, em relação a um mal maior, está situado na categoria de bem. Pois um mal menor é preferível a um mal maior. E aquilo que é preferível sempre é um bem, e quanto o mais preferível este seja maior bem é" (Ética a Nicômaco V.3).



O mal menor portanto, é preferível não porque seja um bem objetivo, mas sim porque o bem que se perde com o mal maior é mais valioso. O mal menor, em Aristóteles, é consequência de uma decisão justa.



Tanto na Política como na Ética a Nicômaco, são desenvolvidos muitos argumentos de conteúdo concreto, para demonstrar que uma determinada decisão é preferível em virtude de suas conseqüências menos prejudiciais. Aristóteles estava consciente, todavia, que esse modo de pensar ou fazer escolhas de decisões práticas difíceis, em função do melhor ou do pior das conseqüências previstas, é, freqüentemente, incerto, porque, na experiência prática, podem ocorrer fatores que não haviam sido levados em consideração na decisão, no momento em que se avaliou.



Na reflexão cristã, o argumento do mal menor está ligado, mais do que nos pensadores da antigüidade, à consideração da existência de determinados valores morais absolutos.



“Santo Tomás de Aquino concebe o mal menor como a escolha preferível entre males inevitáveis, ressaltando que o mal moral não pode ser cometido em razão de as consequências previstas representarem males menores em relação às consequências materiais penosas que o agir com retidão implica... A escolha do mal menor é lícita somente quando não existe nenhuma outra alternativa possível e os males em questão são inevitáveis; é lícito então escolher entre eles o mal menor.”



“Santo Afonso Maria de Liguori, no seu célebre tratado Teologia Moral (1755), resume o argumento do mal menor em relação à consciência assim: "Consciência perplexa é a de quem, diante de dois preceitos establecidos, acredita que pecará se escolher um ou outro, ... caso possa suspender a ação, é obrigado a adiá-la enquanto consulta pessoas competentes. Se não puder suspendê-la, é obrigado a escolher o mal menor, evitando transgredir o direito natural mais do que o direito humano. Se não é capaz de discernir qual seja o mal menor, faça o que fizer, não peca, porque nesse caso falta a liberdade necessária para que exista pecado formal".



“Porém, quando o argumento do mal menor é empregado num contexto em que não são levadas em consideração a exigência ética da verdade moral objetiva e a existência de valores morais absolutos, mas apenas e exclusivamente as conseqüências tidas como positivas ou negativas, prescindindo da moralidade da escolha em si mesma, o argumento do mal menor degenera em sofisma.”



Fonte:Conselho Pontifício para Família, Lexicon, verbete Princípio e argumento do mal menor, Roma 2002.





Na encíclica Libertas (1888, n.23), Leão XIII afirma o princípio de tolerância:



“Se a tolerância [a um mal] prejudica ao bem público, ou causa ao Estado maiores males, a consequência é sua ilicitude, porque em tais circunstâncias a tolerância deixa de ser um bem."





O princípio da tolerância é mal entendido quando se afasta do realismo são, antes aludido, e entra de cabeça em um realismo doentio, que não só produz leis imperfeitas, mas também orgina leis injustas, criminosas, contrárias a Deus, à ordem natural e ao bem comum dos homens.



Há alguns que ainda não entendem que as leis corruptas são corruptoras. Muitas leis iníquas são caminhos de perdição para o povo e conduzem à degradação moral e cultural de uma nação. É muito difícil considerá-las em sã consciência como males menores que devem ser tolerados.




Os católicos devem aplicar o princípio da tolerância com um discernimento cuidadoso, que deve ser livre dos condicionamentos mundanos, que são falsos, sutis, contínuos e muito poderosos. Pode nos iluminar nessa questão tão delicada o ensinamento concreto que dá S. João Paulo II ao tratar das leis reguladoras do aborto. Na encíclica Evangelium vitae, de 1995, começa por advertir que:


“na cultura democrática do nosso tempo, acha-se amplamente generalizada a opinião segundo a qual o ordenamento jurídico de uma sociedade haveria de limitar-se a registrar e acolher as convicções da maioria e, consequentemente, dever-se-ia construir apenas sobre aquilo que a própria maioria reconhece e vive como moral”.



  
Os partidos malminoristas, entretanto, corrompem o princípio do mal menor quando o convertem em uma estratégia sistemática de sua atividade política. Entendemos aqui por partido malminorista o partido que, conseguindo por isso ver o mal como mal, e ao mesmo tempo padecendo de uma visão liberal – o que o faz ver o mal como menor –, considera sistematicamente o mal menor como tolerável, de tal maneira que não se empenha realmente em combatê-lo e superá-lo com o bem. Neste caso a ideia de tolerância não é a da doutrina da Igreja, mas a do liberalismo, a do relativismo ou a de filósofos como John Locke (Carta sobre a tolerância, 1689).




Um partido malminorista pode canalizar indefinidamente os votos dos católicos, cuidando bem de que não se organizem para atuar com força no campo político. Desse modo colabora não somente com a degradação do mundo secular, mas também com a debilitação progressiva da Igreja.




O malminorismo nem combate o mal, nem promove com eficácia o bem comum. Faz do mal menor um suposto histórico necessário, contínuo, progressivo, irreversível, insuperável. E no decorrer dos anos, optando uma ou outra vez pelo mal menor entre os diversos males oferecidos como opções políticas pelos inimigos de Deus e do homem, vai retrocedendo sempre, vai descendo por uma escada de males menores, cada vez maiores.






Desse modo, o malminorismo se deixa conduzir pelos maus, que tomam sempre a iniciativa, e colabora com que o povo seja conduzido ao Mal  maior, ao Mal comum, à corrupção da vida social, à degradação dos pensamentos e dos costumes. 





Será uma oposição que não opõe, e que, ainda que alcance o poder, mantém as péssimas leis estabelecidas antes pelos maus. Compreende-se bem que o idealismo dos jovens católicos não ache nenhum atrativo em um partido que, renunciando a buscar eficazmente o bem, limite-se a reduzir no possível o mal. Um partido assim poderá atrair sobretudo pelas vantagens que oferece no campo econômico, social e profissional.





Os católicos devem negar seus votos a partidos malminoristas, pois não têm força para promover o bem nem para resistir ao mal. Esses partidos são na realidade liberais, relativistas, pessimistas, cúmplices ativos ou passivos dos inimigos de Cristo e de sua Igreja, sequestradores do voto católico, obstáculos especialmente eficazes para impedir toda influência real dos católicos na vida política e, enfim, são semipelagianos, pois, fiéis à sua “evitação sistemática do martírio”, querem manter a todo custo na política que a “parte humana” seja numerosa e respeitada pelo mundo moderno, para poder assim colaborar com a ação de Deus na busca do bem comum.




Ainda sobre eleições, num cenário em que somente se prevejam maus candidatos com "chance de ganhar", uma declaração da Conferência Episcopal Espanhola é esclarecedora:



“Não se poderia falar de decisões políticas morais ou imorais, justas ou injustas, se o critério exclusivo ou determinante para sua qualificação for o do êxito eleitoral ou o do benefício material. [...] As decisões políticas devem ser morais e justas, não só consensuais ou eficazes.”




Quando o argumento do mal menor é empregado num contexto em que não são levadas em consideração a exigência ética da verdade moral objetiva e a existência de valores morais absolutos (…) o argumento do mal menor degenera em sofisma.


O perigo ronda:


As questões relativas à moral e à ética são realmente instigantes. E quase sempre, muito difíceis. Um dos temas delicados trata de situações em que a decisão por uma opção parecem todas imorais.

O que fazer?


É então que entra em campo um princípio que ajuda muito na elucidação desses casos difíceis: é o princípio do mal menor. Ele se aplica assim: se um agente precisa tomar uma decisão, mas o processo deliberativo revela que qualquer das opções escolhidas são más, é lícito decidir-se por aquela cuja escolha constitui um mal menor. Mas esse princípio vale apenas e tão somente se o agente tem de agir. Se for lícito aguardar para decidir-se enquanto pede ajuda e conselho a pessoas capazes, é seu dever esperar.


Eis o que diz Santo Afonso Maria de Ligório sobre o assunto:



Consciência perplexa é a de quem, diante de dois preceitos estabelecidos, acredita que pecará se escolher um ou outro, … caso possa suspender a ação, é obrigado a adiá-la enquanto consulta pessoas competentes. Se não puder suspendê-la, é obrigado a escolher o mal menor, evitando transgredir o direito natural mais do que o direito humano. Se não é capaz de discernir qual seja o mal menor, faça o que fizer, não peca, porque nesse caso falta a liberdade necessária para que exista pecado forma” (citado pelo Conselho Pontifício para a Família, Lexicon, Verbete Princípio e Argumento do mal menor. Roma, 2002, p. 783).




Perceba-se que o Princípio do Mal Menor não faz menção alguma à finalidade do ato. Não se trata de cometer um ato mal para tirar dele um fim bom. Não é lícito fazer o mal para alcançar um bem.


O Princípio do Mal Menor vale apenas se não é possível deixar de agir e se qualquer opção apresentada é má, nunca para dessa ação tirar um bem. Os fins nunca justificam os meios (leia também Bento XVI recorda: os fins não justificam os meios).



Atenção !!!


Alguns há que utilizam o princípio do mal menor para disfarçar intenções escusas. Contra esses o Conselho Pontifício para Família alerta para seus fins sofismáticos e contra sua intenção de enganar os fiéis e as pessoas de boa vontade.Pois quando o argumento do mal menor é empregado num contexto em que não são levadas em consideração a exigência ética da verdade moral objetiva e a existência de valores morais absolutos, mas apenas e exclusivamente as conseqüências tidas como positivas ou negativas, prescindindo da moralidade da escolha em si mesma, o argumento do mal menor degenera em sofisma


Referências: 




Conselho Pontifício para Família, Lexicon, verbete: Princípio e argumento do mal menor, 2002. 


http://www.votocatolico.net.br/formacoes/ii-principios-doutrinais-3   

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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