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Está provado: Papa Bento XVI quando Cardeal nunca ocultou padres pedófilos

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 18 de agosto de 2012 | 18:29


Mais uma vez o Papa Bento XVI é atingido por uma injúria na televisão.

A BBC de Londres divulgou, maliciosamente, num programa intitulado “Crimes sexuais e o Vaticano”, a existência de uma Cartilha do Vaticano com 39 páginas, escrito em 1962, em latim (“Crimen Sollicitationis”), o qual teria sido distribuído aos bispos católicos de todo o mundo, e que impunha um pacto de silêncio sobre os crimes de pedofilia praticados por padres.



A MENTIRA : Ratzinger fez cartilha secreta para "ocultar crimes sexuais" Maria José Margarido.




"Um documento secreto do Vaticano, elaborado pelo então cardeal Joseph Ratzinger, o actual Papa, terá sido utilizado durante 20 anos para instruir os bispos católicos sobre a melhor forma de ocultar e evitar acusações judiciais em caso de crimes sexuais contra crianças. Segundo a BBC, que ontem divulgou a existência desta cartilha num programa televisivo intitulado Crimes sexuais e o Vaticano, o documento de 39 páginas, escrito em latim em 1962 e distribuído pelos bispos católicos de todo o mundo, impõe um pacto de silêncio entre a vítima menor, o padre que é acusado do crime e quaisquer testemunhas ou pessoas a par do ocorrido. Quem quebrasse esse pacto seria excomungado pela Igreja Católica. Crimen Sollicitationis terá sido mantido no segredo da hierarquia católica durante todos estes anos, marcado como altamente confidencial. Fornece elementos detalhados, segundo a BBC, sobre como proceder em caso de "crime de solicitação de actos obscenos, por palavra ou gestos, no quadro da confissão" - mas também sempre que se verifique "qualquer acto obsceno externo (...) com crianças de ambos os sexos". Os críticos garantem que o documento servia apenas para evitar a eficácia de qualquer acusação judicial por crimes sexuais - e também para silenciar as vítimas"


A VERDADE

Segundo a agência britânica, este documento secreto teria sido elaborado pelo então cardeal Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI, (o que é mentira!), e foi utilizado durante 20 anos para instruir os bispos católicos sobre a melhor forma de ocultar e evitar acusações judiciais em caso de crimes sexuais contra crianças.

A BBC noticiou que o documento fornece elementos detalhados sobre como proceder em caso de "crime de solicitação de atos obscenos, por palavra ou gestos, no quadro da confissão" - mas também sempre que se verifique "qualquer ato obsceno externo (...) com crianças de ambos os sexos".

O  Cardeal Primaz da Inglaterra e País de Gales, Comac Murphy-O'Connor, reagiu acusando a reportagem da BBC de ser "falaciosa" e esclareceu que o documento não se refere a eventuais atos de pedofilia por parte dos padres, mas apenas ao "uso impróprio do confessionário".

O Arcebispo de Birmingham, Vincent Nichols, que se pronunciou  em nome do prelado da Inglaterra e do País de Gales, disse que esse aspecto da reportagem do programa “Panorama” é  "completamente falso".

Disse ainda que: “A BBC deformou dois documentos do Vaticano e utilizou-os de forma enganadora, ligando-os ao horror do abuso de crianças à figura do Papa".


Na verdade, o documento citado já foi objeto de discussão pública em 2003, quando da crise dos casos de abusos sexuais nos EUA e não é “secreto” há muito tempo.

“Crimen Solliciatonis” é da responsabilidade do Cardeal Alfredo Ottaviani .

O então Cardeal Ratzinger só foi nomeado prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé no final de 1981 – quase 20 anos depois deste documento ser escrito. 


O Arcebispo espanhol Julian Herranz, presidente do “Conselho Pontifício para a Interpretação dos Textos Legislativos”, confirmou já em 2003 que um documento do Vaticano, datado de 1962, recomendava que se guardasse segredo sobre casos de padres pedófilos.

Mas, segundo esse mesmo Arcebispo, estes termos referiam-se exclusivamente ao contexto da confissão sacramental e não aos trâmites normais dos processos judiciais.

Alguns advogados norte-americanos mostraram o texto de 1962 por ocasião do processo contra os padres acusados de pedofilia, nos EUA.

Em 2001, por determinação do Papa João Paulo II, o Vaticano emitiu normas específicas e rígidas sobre esta matéria, exigindo ser informado de qualquer caso de abuso sexual.

O documento "Crimen Solliciatonis” já tinha sido automaticamente substituído pelo atual Código de Direito Canônico (promulgado aos 25 de janeiro de 1983).

João Paulo II reorganizou toda esta matéria e este documento ["Crimen Sollicitationis"], de 16 de março de 1962, deixou de ser válido em 1983. Portanto, o Papa Bento XVI nada tem a ver com este documento. 

Mais uma vez a Igreja e o Papa são atingidos de maneira inescrupulosa pela mídia, desejosa de provocar escândalos e sucesso fácil. Mas a mentira sempre será vencida pela verdade; é uma questão de tempo.

Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

Papa não ocultou caso de pedofilia, garante Vaticano

(Por: Jornal de Notícias)


O subdirector do gabinete de imprensa do Vaticano, Ciro Benedettini, negou hoje que o Papa Bento XVI, enquanto cardeal Joseph Ratzinger, tenha ocultado o caso de um padre acusado de pedofilia na Califórnia.

Segundo cartas trocadas entre o Vaticano e a diocese californiana de Oakland, reveladas sexta-feira, o cardeal Ratzinger atrasou, nos anos 80, o afastamento de um padre acusado de pedofilia, mostrando-se preocupado com o "bem da Igreja universal".

"O então cardeal Ratzinger não ocultou o caso, mas, como se deduz claramente da carta, sublinhou a necessidade de estudar o caso com a maior atenção", assegurou Benedettini, em declarações divulgadas hoje pelo jornal italiano Corriere della Será.

"Deve ser lembrado que a suspensão do cargo era então da competência do bispo local e não da Congregação da Doutrina da Fé (de que Ratzinger era responsável antes de se tornar Papa em 2005)", disse ainda o subdirector do gabinete de imprensa do Vaticano, Ciro Benedettini,

O padre Kiesle foi afastado em 1987.

Fonte:Jornal de Notícias .pt
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