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Até que Ponto a Religião de Estado e o Princípio do "Cuius regio, eius religio" , enfraqueceu a EVANGELIZAÇÃO QUERIGMÁTICA ?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 4 de agosto de 2012 | 12:29


O Cristianismo tornou-se religião de Estado do Império Romano em 380 d.C com o Imperador Teodósio I.


É inegável o fato de que a união entre a Igreja e o Estado trouxe o  ônus do bônus. O principal ônus foi o enfraquecimento da dimensão evangelisadora querigmática, ou seja,a adesão dos neófitos já não se dava por uma experiência pessoal com o amor de Deus e as verdades da fé, mas por comodismo e circunstâncias que exigiam a mudança deveras forçosa em muitos casos. Com isto meras adesões sem conversões foi a marca deste longo período.

A Batalha de Salamina decidiu o destino da Europa em 480 a.C.2

"Mãe de todas as Constituições" promulgada em 287 a.C. em Roma,um código faz história: O "Corpus Iuris Civilis" de  295.

O decreto do imperador bizantino Teodósio 1º teve consequências abrangentes ao unir à Antiguidade clássica as raízes judaico-cristãs do continente europeu. Com bons e maus desdobramentos.

Até o Concílio de Niceia, no ano de 325 d.C., igrejas eram incendiadas, cristãos eram caçados e tinham seus bens confiscados. As perseguições se agravaram sobretudo sob o imperador Diocleciano (cerca de 245-316). Este pretendia reviver a velha cultura pagã, tornando-a religião de Estado. Porém sua política anticristã fracassou e foi abolida pelo sucessor, o imperador Constantino 1º (cerca de 285-337).

O aparato militar e administrativo funcionava bem no Império Romano. Um espaço econômico comum trouxera prosperidade. Os direitos civis concedidos a todas as pessoas que habitavam o território estatal romano promoviam a coesão,menos no tocante à prática da religião.

O Concílio de Niceia

No dia 19 de junho de 325, o imperador Constantino interferiu num conflito eclesiástico. Para pacificá-lo, ele convidou os bispos cristãos para um concílio em Niceia, nas proximidades da atual Istambul.


A meta desse encontro, de que participaram mais de 300 representantes, não era a imposição do cristianismo como religião estatal, mas sim o estabelecimento de uma paz religiosa, a fim de estabilizar o Império Romano.


Após longos debates, Constantino 1º aceitou o consenso segundo o qual Deus e Jesus constituiriam uma mesma entidade. Com a assinatura dessa definição pelos religiosos presentes, teve fim a perseguição dos cristãos.

Porém notícias ainda melhores esperavam os adeptos da fé cristã. Pois em 27 de fevereiro de 380 o imperador bizantino Teodósio 1º (347-395) promulgou um decreto declarando o cristianismo religião de Estado e punindo o exercício de cultos pagãos.

"Cunctos populos"

A assinatura se deu em Tessalônica, na presença do imperador do Ocidente, Valentiniano 2º (371-392), e do meio-irmão e corregente Graciano (359-383).
Porém o texto do decreto "Cunctos populos" não confirmava apenas a posição privilegiada do cristianismo, como também a persecução aos adeptos de outras fés:

"Todos os povos sobre os quais exercemos regência bondosa e moderada devem (...) converter-se à religião comunicada aos romanos pelo divino apóstolo Pedro (...) e claramente professada pelo pontífice Damásio, como também pelo bispo Pedro de Alexandria (...). Isto significa que nós, segundo a indicação apostólica e a doutrina evangélica, cremos numa divindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, em igual majestade e em santa trindade. Apenas aqueles que obedecem a esta lei poderão (...) chamar-se cristãos católicos.Os demais, que declaramos verdadeiramente tolos e loucos, carregarão a vergonha de uma seita herética. Tampouco poderão ser chamados igrejas seus locais de reunião. Por fim, que os persiga primeiramente o castigo divino, porém depois também nossa justiça punitiva, a nós outorgada por sentença celestial."

Simbiose entre Antiguidade e Cristianismo


Os praticantes de outras fés passaram então a ser atormentados com a mesma intensidade com que o eram antes cristãos e judeus. A prática de cultos pagãos passou a ser tratada como alta traição.

Templos e relíquias foram destruídos, da mesma forma que o Oráculo de Delfos, lendário local de profecia da Grécia antiga.

Entretanto, o 27 de fevereiro de 380 constitui um marco da história europeia, pois nesse dia as raízes judaico-cristãs uniram-se à Antiguidade greco-romana, numa simbiose que perdura até hoje.

A prévia história greco-romana do continente e a religião judaico-cristã definiram decisivamente a Europa – no bom como no mau sentido.
Pois nos séculos seguintes, sob a cruz de Cristo, não apenas se deu de comer aos pobres, como também foram assassinados críticos e dissidentes em nome do Senhor.

Autor: Matthias von Hellfeld
Revisão: Rodrigo Abdelmalack

Em 28/02/380: Teodosio I promulga o Édito de Tessalônica que faz do cristianismo religião do Estado 


QUEM ERA O IMPERADOR TEODÓSIO I ( 347 – 395) ?

Teodósio I, dito o Grande (nascido Flávio Teodósio, em latim Flavius Theodosius; Hispânia, 11 de janeiro de 347 - Milão, 17 de janeiro de 395), foi um imperador romano.

Filho do conde Teodósio, foi o último líder de um Império Romano unido - após a divisão entre os seus herdeiros, o império nunca mais seria governado por apenas um homem.



Teodósio foi educado numa família cristã. Ele foi batizado em 380 d.C., durante uma doença severa, como era comum nos tempos dos primeiros cristãos. Em fevereiro desse mesmo ano, ele e Graciano fizeram publicar um édito deliberando que todos os seus súditos deveriam seguir a fé dos bispos de Roma e do patriarca de Alexandria (Código de Teodósio, XVI,I,2).

A lei reconhecia quer a primazia daquelas duas instâncias quer a problemática teológica de muitos dos patriarcas de Constantinopla, que porque estavam sob a observação dos imperadores eram por vezes depostos e substituídos por sucessores teologicamente mais maleáveis. Em 380, o patriarca de Constantinopla era um ariano.


Cronologia:


380 - Teodósio, "Augusto do Oriente", após a paz com os godos, entra triunfante em Constantinopla, que será sua capital e lugar de residência habitual até 388, quando se dirige a Milão. Aparece a crônica de São Jerônimo.

Pelo Édito de Constantinopla, de Teodósio I, se confirma o Cristianismo como religião de Estado no império. Teodósio batiza-se como cristão devido a uma grave doença, contraída em Tessalônica escolhida por ele como capital temporária, sendo assim o primeiro imperador romano que exerceu o poder estando batizado, apesar dos seus predecessores desde Constantino, à exceção de Juliano, se declarassem cristãos e tentassem se comportar como tais.


Foi talvez por isso que foi o primeiro imperador que recusou o título de Pontifex maximus, que podemos traduzir por "Supremo Guardião" dos velhos cultos romanos.

Como reconhecesse que os bárbaros, especialmente os teutônicos e germânicos, podiam ajudar o exército, bastante minado pelas lutas internas, Teodósio os admitiu como soldados e oficiais, de modo que em suas dioceses (províncias) tanto romanos como teutônicos se encontravam entre seus generais.

Em Constantinopla, constrói as muralhas e o fórum (Praça), o maior da época, ao estilo de Trajano em Roma. Teodósio, consanguíneo com a família Aelia da qual procedia sua esposa, era hispano como Trajano e com o qual tinha grande semelhança: loiro, de mediana estatura e de agradável aspecto, quis imitar nisto seu predecessor.

Junto com Graciano, editam um decreto que manda que todos os súditos deviam professar a fé dos bispos de Roma e Alexandria. Os templos dos arianos e heréticos não podiam ser chamados de igrejas.


395 - Em janeiro deste ano Teodósio morre de doença, pronunciando suas últimas palavras que foram as do salmo 116(5) :

“Diligo Dominum quia audivit vocem obsecrationis meã”
( "Amo o Senhor porque ouviu a voz de minha súplica").


Deixou ao cuidado de Ambrósio seus dois filhos, Arcádio, enfermiço de 17 anos e Honório de 10. Estilicão, o general de origem vândala casado com sua sobrinha Serena, foi o encarregado de cuidar de Honório, augusto do Ocidente enquanto Rufino cuidava de Arcádio, augusto do Oriente.

Mas o império estava agonizando e praticamente morria com seu último grande imperador.

O Princípio: Cuius regio, eius religio

(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)

Cuius regio, eius religio é uma frase em latim traduzida como "cujo reino, a sua religião ", ou seja, a religião do governante ditada a religião dos dominados (ver: reformandi jus = direito a reforma, o direito de reforma).


Os governantes dos estados de língua alemã e Charles V, Santo Imperador Romano , concordou com o princípio da Paz de Augsburgo (1555), que terminou o conflito armado entre as forças católicas e protestantes no Sacro Império Romano .

O princípio aplicado à maior parte dos territórios do Império, com exceção da várias das famílias soberanos e cidades imperiais e os principados eclesiásticos , cujas questões foram abordadas em princípios distintos (ver reserva eclesiástica e Declaratio Ferdinandei ).

A princípio, apenas estendeu a legitimidade de duas religiões dentro do, Império catolicismo e luteranismo , deixando de fora dessas religiões reformadas como Calvinismo , e tais religiões radicais como Anabaptism ; qualquer outra prática de culto para além das duas formas jurídicas foi expressamente proibido e legalmente considerado uma heresia , um crime punível com a morte.

Embora não se destinasse a oferecer a idéia moderna de "liberdade de consciência",porém, ao contrário da RELIGIÃO DE ESTADO, não havia a perseguição imperial, era proposto aos indivíduos que não podiam se inscrever na religião do príncipe que deixassem o território com suas posses.Ou seja, houve um certo avanço.

A Paz de Augsburgo (1555) em geral, eo princípio da cuius regio, eius religio especificamente, marcou o fim da primeira onda de ação militar organizado entre protestantes e católicos, no entanto, suas limitações não abordou a tendência emergente em direção ao pluralismo religioso ( co-existência dentro de um território único) em desenvolvimento ao longo das terras de língua alemã do Sacro Império Romano.Carlos V, Sacro Imperador Romano e rei da Espanha, instruiu seu irmão para resolver os litígios relativos à religião e território na Dieta de Augsburgo, em 1555.


Antes do século 16, houve uma fé na cristandade ocidental europeu, e que foi a fé católica . Martin Lutero agenda em primeira chamada para a reforma da Igreja Católica, mas não era necessariamente uma rejeição da fé, por si só.

Mais tarde em, o movimento de Lutero rompeu com a Igreja Católica e formou a denominação luterana . Inicialmente rejeitado pelo Sacro Imperador Carlos V como um argumento inconsequente entre monges, a idéia de uma reforma religiosa acentuada controvérsias e problemas em muitos dos territórios do Sacro Império Romano, que se tornou envolvido na controvérsia que se seguiu.


A nova teologia protestante galvanizou a acção social no alemão Guerra dos Camponeses (1524-1526), ​​que foram brutalmente reprimidas e do movimento popular político e religioso esmagado.

Em 1531, temeroso de uma repetição de supressão semelhante contra si, vários príncipes luteranos formaram a Liga de Esmalcalda , uma aliança pela qual eles concordaram em proteger-se uns aos outros e da invasão territorial, e que funcionou como uma aliança política contra príncipes católicos e dos exércitos. [1]
Foi amplamente entendida pelos príncipes e clérigos católicos igualmente que o crescimento abusos institucionais dentro da Igreja Católica impedido as práticas dos fiéis. [2]

Em 1537, o Papa Paulo III tinha chamado um conselho para examinar os abusos e sugerir e implementar reformas. Além disso, ele instituiu várias reformas internas. Apesar desses esforços, e com a cooperação de Carlos V, e a aproximação dos protestantes com o catolicismo foi fundado, em conceitos diferentes da eclesiologia e o princípio da justificação . [3]

No mesmo ano, a Liga de Esmalcalda chamados seu próprio conselho, e postulou vários preceitos da fé; Lutero estava presente, mas muito doente para comparecer às reuniões. Quando os delegados se reuniram novamente, desta vez em Regensburg , em 1540-41, representantes poderiam concordar com a doutrina da fé e justificação, mas não no número dos sacramentos, especialmente se ou não a confissão / absolvição era sacramental, e bastante diferente sobre a definição de "igreja". [4].

Adeptos católicos e luteranos parecia mais distante do que nunca, em apenas algumas cidades e cidades eram luteranos e católicos capazes de viver juntos em mesmo um simulacro de harmonia. Por 1548, desentendimentos políticos se sobrepunham com questões religiosas, fazendo qualquer tipo de acordo parece distante. [5]

Em 1548, Charles declarou um imperialis interreligio (também conhecido como o Interim de Augsburgo ) através do qual ele tentou encontrar um terreno comum. Este esforço conseguiu alienar príncipes protestantes e católicos e a Cúria,.

Mesmo Charles, cujo decreto foi, estava descontente com as dimensões políticas e diplomáticas de que equivalia a metade de um assentamento religioso [6]

Em 1551 nas 52 sessões convocado pelo Papa Júlio III na Igreja Católica através do Concílio de Trento reafirmou a doutrina católica e condenando de novo as heresias protestantes. [7]

O Conselho era uma parte importante na reforma inter-eclesiástica da Igreja Católica e ainda avançou a Contra Reforma Católica.

Paz de Augsburg

Participantes Ferdinand, o rei dos romanos em nome de Carlos V . Delegados das propriedades imperiais – Data:1555.

O princípio Cuius regio, eius religio permitido príncipes a adotar ou a catolicismo ou a Luterana Confissão de Augsburgo e forçar a conformidade religiosa dentro de seu estado.


(2) O princípio da reservatum ecclesiasticum determinou que príncipes eclesiásticos Católicos teriam que abrir mão de seu governo se convertido a outra religião, garantindo o território para a Igreja Católica.


(3) O Ferdinandei Declaratio protegia  o religioso libertado de protestantes que vivem em principados eclesiásticos, mas não foi consagrado como lei obrigatória.

A doutrina católica e protestante parecia mais distante do que nunca.
Solução provisória Charles não 'satisfez a ninguém. Ele ordenou uma dieta geral em Augsburg em que os vários estados iria discutir o problema religioso e sua solução, (isso não deve ser confundida com a Dieta de Augsburgo, em 1530).

Ele mesmo não compareceu, e uma autoridade delegada para seu irmão, Fernando, para "agir e resolver os" conflitos de religião, território e poder local. [7]

Na conferência, Fernando bajulados, convenceu e ameaçou os vários representantes em acordo em três princípios importantes. Cuius regio, eius religio, reserva eclesiástica , e a Declaração de Ferdinand .


Representantes dos estados alemães na conferência de Augsburg discutiram as possibilidades de uma paz religiosa.
Cuius regio, eius religio

O princípio da Cuius regio, eius religio fornecido pela unidade religiosa interna dentro de um Estado: A religião do príncipe se tornou a religião do Estado e todos os seus habitantes.


Aqueles moradores que não queriam se conformar com a religião do príncipe foram autorizados a sair, uma idéia inovadora no século 16, esse princípio foi discutido em profundidade pelos delegados diferentes, que finalmente chegou a acordo sobre as especificidades da sua redação, após analisar o problema e os proposta de solução de todos os ângulos possíveis.


Cuius regio, eius religio foi contra a doutrina católica anterior que afirmava que os reis devem obedecer fielmente o papa.

Esta obediência foi pensada para produzir frutos maiores de cooperação e disputas internas menos política e menos divisões da igreja.

A frase cuius regio, eius religio foi cunhado em 1582 pelo legista Joachim Stephani (1544-1623) da Universidade de Greifswald [8] .


Segundo e terceiro princípios de Augsburg sobre a Paz:


O segundo princípio coberto o estatuto especial dos estados eclesiásticos, chamado de reserva eclesiástica , ou reservatum ecclesiasticum. Se um príncipe-bispo ou príncipe-abade mudou de religião, ele teria que renunciar a sua regra, permitindo  o capítulo para eleger um sucessor católico.


O terceiro princípio, conhecida como declaração de Ferdinand , cavaleiros isentos e algumas das cidades em estados eclesiásticas da exigência de uniformidade religiosa, se a religião reformada havia sido praticada há desde meados da década de 1520, permitindo a algumas cidades mistas e cidades onde os católicos luteranos e viveram juntos. Ferdinand inserido este no último minuto, por sua própria autoridade. [9]

Ramificações legais

Após 1555, a Paz de Augsburg tornou-se o documento de legitimação jurídico que rege a co-existência de religiões Luterana e Católica nas terras alemães do Sacro Império Romano, e serviu para melhorar muitas das tensões entre os seguidores da Fé assim chamado Antigo e os seguidores de Lutero.

Ele teve duas falhas fundamentais:

Primeiro, Ferdinand havia corrido o artigo sobre a reserva eclesiástica através do debate, que não tinham sido submetidos a escrutínio e discussão que assistiram a aceitação de Cuius regio, eius religio. Consequentemente, a sua redação não cobria tudo, ou até a maioria, potenciais cenários legais.

Sua ad hoc Declaratio Ferdinandei não foi debatida na sessão plenária de todos, em vez disso, usando sua autoridade para "agir e resolver", [7] ele acrescentou que no último minuto, respondendo a fazer lobby por famílias principescas e cavaleiros. [10]


Ferdinand, o rei dos romanos após 1531 e Sacro Imperador Romano (1555-1564). Seu irmão instruiu-o a resolver os litígios na Dieta de Augsburgo

Essas carências específicas voltou a assombrar o Império, nas décadas seguintes.

Talvez a maior fraqueza da Paz de Augsburg foi sua incapacidade de levar em conta a crescente diversidade de expressão religiosa emergente nas tradições chamados evangélicos e reformada.

Em 1555, as reformas propostas por Lutero já não eram as únicas possibilidades de expressão religiosa: anabatistas , como o Frisian Menno Simons (1492-1559) e seus seguidores, os seguidores de João Calvino , que foram particularmente fortes no sudoeste e no noroeste, ou os seguidores de Ulrico Zuínglio , foram excluídos a partir de considerações e proteções sob a Paz de Augsburg. Segundo a paz religiosa, suas crenças religiosas permaneceram herético. [11]


Aplicação em territórios eclesiásticos

Nenhum acordo foi alcançado sobre a questão de saber se católicos bispos e abades que se tornaram luteranos devem perder seus cargos e de renda, até o ecclesiasticum reservatum ser inserido por decreto imperial.

A validade desta inserção foi contestada em uma guerra de cinco anos entre o protestante convertido Arcebispo-Eleitor de Colônia, Gebhard von Truchsess Waldburg , e seu substituto-católico Ernest da Baviera , com a vitória deste último12].

O ideal de indivíduo a tolerância religiosa em nível nacional foi, no entanto, não abordados: nem as igrejas reformadas nem Radical ( Calvinistas e Anabatistas sendo os principais exemplos) estavam protegidos pela paz (e anabatistas que rejeitam o princípio do cuius regio eius religio em qualquer caso).

Muitos grupos protestantes que vivem sob o domínio de um príncipe Luterano ainda se encontravam em perigo de a acusação de heresia . A tolerância não foi oficialmente estendida a Calvinistas até a Paz de Vestfália , em 1648, e a maioria dos anabatistas, eventualmente, se mudou para o Novo Mundo ou foram exterminados.

REFERÊNCIAS:

^ Holborn, em geral, ver pp 204-246, para uma discussão de medo protestante de supressão, divisões políticas, ea consolidação de atividades protestantes, ver pp 204-210; para Habsburg política, as atividades de Schmalkalden, ea aliança entre Charles e Clement, pp 214-227.
^ Holborn, p. 205.
^ Holborn explica que o Papado era invulgarmente fraco naquele momento, devido à morte de Julius em 1555 e seu sucessor seis semanas mais tarde (p. 242); Veja também Hubert Jedin, Konciliengeschichte, Freiburg, Herder, 1980, ISBN 978-0 -8164-0449-0 , p. 85.
^ Holborn, pp 227-248.
^ Holborn, pp 229-245, particularmente pp 231-232.
^ Holborn, pp 231-232.
^ um b c Holborn, p. 241.
^ Steven Ozment , A Idade da Reforma 1250-1550 (1980) p.259n13.
^ Para uma discussão geral sobre o impacto da Reforma sobre o Sacro Império Romano, ver Holborn, capítulos 6-9 (pp. 123-248).
^ Holborn, pp 244-245.
^ Holborn, pp.243-246.
^ Parker, Geoffrey. Guerra dos Trinta Anos. p. 17. ISBN 0-415-12883-8
BIBLIOGRAFIA

Holborn, Hajo , A History of Modern Germany, A Reforma Princeton:.. Princeton University Press, 1959 [1982] ISBN 978-0-691-00795-3
Jedin, Hubert, Konciliengeschichte, Freiburg, Herder, 1980, ISBN 978-0-8164-0449-0 .
Ozment, Steven , A Idade da Reforma 1250-1550, uma história intelectual e religiosa da Europa Medieval e da Reforma, New Haven, Yale University Press, 1986, ISBN 978-0-300-02760-0

Leitura adicional

Brady, Thomas, et al. (1995). Manual da História Europeia, 1400-1600, v 2. Leiden:. Brill ISBN 978-90-04-09761-2
Brodek, Theodor V (1971). "Realidades sócio-políticas do Sacro Império Romano" Revista de História Interdisciplinar 1 (3): 395-405.. 1971.
Sutherland, NM. "Origens da Guerra dos Trinta Anos e da estrutura da política europeia" Análise Histórica Inglês 107 (424): 587-625.. 1992.

Fonte: Wikipédia
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