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Bento XVI adverte contra o risco de “IRENISMO” e indiferentismo no diálogo ecumênico

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 10 de março de 2012 | 00:25



Cidade do Vaticano (Sexta-feira, 27-01-2012, Gaudium Press) 

O movimento ecumênico também precisa de uma fé na qual "o homem encontra a verdade que se revela na palavra de Deus", a palavra que anima todo o dinamismo de uma sincera busca da plena unidade de todos os cristãos.
Papa Bento XVI salientou a importância da prioridade da fé comentando os trabalhos da Sessão Plenária anual da Congregação para a Doutrina da Fé dedicados ao tema da unidade dos cristãos.
O Santo Padre indicou duas questões fundamentais necessárias para o desenvolvimento do diálogo ecumênico: O risco de um irenismo e de um indiferentismo na relação entre o empenho ecumênico e o ensinamento do Concílio Vaticano II; e a problemática moral.
*Irenismo:Do grego eirene = paz. Atitude de quem busca a paz. Em si é muito bom. Contudo, há um irenismo que a Igreja condena: O que implica sacrificar a verdade para evitar a luta.
(Fonte:http://www.catolicanet.com/?system=dicionario&action=verbetes&id=1049)

Crise de Fé 

A prioridade no empenho de toda a Igreja de hoje é aquele da "renovação da fé porque em vastas zonas da terra a fé corre o perigo de apagar-se como uma chama que não encontra mais alimento.

Estamos diante de uma profunda crise de fé, de uma perda do sentido religioso que constitui o maior desafio para a Igreja de hoje", observou o Santo Padre, já na proximidade do Ano da Fé cuja organização foi confiada à Congregação para a Doutrina da Fé.
No diálogo ecumênico de hoje, salientou o Papa "o impulso da obra ecumênica deve partir daquele ecumenismo espiritual, daquela alma de todo o movimento ecumênico (Unitatis redintegratio, 8), que se encontra no espírito da oração para que todos sejam uma só coisa (Jo 17, 21)". Bento XVI, que por longos anos guiou a Congregação, agora vê dois aspectos doutrinais nos quais o diálogo deve prosseguir: "a coerência do empenho ecumênico com o ensinamento do Concílio Vaticano II e com toda a Tradição" e das "grandes questões morais acerca da vida humana, a família, a sexualidade, a bioética, a liberdade, a justiça e a paz".

Indiferentismo

O Santo Padre comentou também que nos dias de hoje, é difuso um indiferentismo que diz que a verdade é inacessível ao homem e que reduz a fé a um moralismo sem um fundamento profundo.
"O centro do verdadeiro ecumenismo", afirmou o Papa, "ao invés disso, é a fé na qual o homem encontra a verdade que se revela na palavra de Deus. Sem a fé todo o movimento ecumênico seria reduzido a uma forma de contrato social ao qual aderir em vista de um interesse comum. A lógica do Concílio Vaticano II é completamente diferente: a busca sincera da plena unidade de todos os cristãos é um dinamismo animado pela Palavra de Deus".


As questões controversas e o diálogo:


Segundo o pontífice, o problema crucial que marca os diálogos ecumênicos é o da "estrutura da revelação - a relação entre a Sagrada Escritura, tradição viva na Santa Igreja e o ministério dos sucessores dos Apóstolos como testemunha da verdadeira fé, a questão que é diferente nas várias Igrejas cristãs e as separa da Igreja católica".



Por isso, desafiou Bento XVI, "ocorre enfrentar com coragem também as questões controversas, sempre no espírito de fraternidade e de respeito recíproco".


Além disso, é importante "oferecer uma interpretação correta daquela ordem ou hierarquia nas verdades da doutrina católica, relevado no Decreto Unitatis redintegratio" e desenvolver conhecimento dos documenos de estudo.
A segunda questão que é importante no diálogo, de acordo com o Santo Padre é a problemática moral. "

Nos diálogos", afirmou o Santo Padre, "não podemos ignorar as grandes questões morais acerca da vida humana: a família, a sexualidade, a bioética, a liberdade, a justiça e a paz. Seria importante falar sobre estes temas com uma só voz, chegar ao fundamento na Escritura e na viva tradição da Igreja", concluiu.

FONTE:http://www.arautos.org.br/noticias/33508/Bento-XVI-adverte-contra-o-risco-de-irenismo-e-indiferentismo-no-dialogo-ecumenico.html
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10 de março de 2012 02:20

O Departamento de Estado norte-americano acrescentou o Vaticano pela primeira vez a uma lista de outros 67 países potencialmente suscetíveis à lavagem de dinheiro. Em seu relatório anual sobre a estratégia para o controle do narcotráfico (International Narcotics Control Strategy), o governo dos EUA inseriu a Santa Sé na categoria dedicada aos países com "jurisdições preocupantes", juntamente, dentre outros, com Albânia, República Tcheca, Egito, Coreia do Sul, Malásia, Vietnã e Iêmen.

A reportagem é do sítio Vatican Insider, 08-03-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A categoria na qual o Vaticano foi inserido é de um nível inferior à dos países que despertam "extremo alerta", uma lista negra de países como o Afeganistão, Austrália, Brasil, Ilhas Cayman, China, Japão, Rússia, Grã-Bretanha, e até mesmo os Estados Unidos, Uruguai e Zimbábue.

O Vaticano, explicou um funcionário do Departamento de Estado que quis manter o anonimato, aprovou pela primeira vez em 2011 um programa antilavagem de dinheiro, mas será necessário um ano para ver o quanto será eficaz. Portanto, ele é "potencialmente vulnerável" ao problema por causa do maciço afluxo de dinheiro que circula entre a Santa Sé e o resto do mundo.

O Papa Bento XVI criou, no dia 30 de dezembro de 2010, a Autoridade de Informação Financeira, que deverá permitir que o Vaticano se alinhe às normas internacionais de combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

10 de março de 2012 08:35

Prezado anônimo,

Seria bom que todos os governos e estadistas tomassem esta mesma atitude exemplar do Vaticano:

"O Vaticano, explicou um funcionário do Departamento de Estado que quis manter o anonimato, aprovou pela primeira vez em 2011 um programa antilavagem de dinheiro..."

Shalom !!!

10 de março de 2012 10:36

Para seu conhecimento:

O Vaticano no vermelho!!!

Dólar desvalorizado abre um rombo de
9 milhões de euros nas contas da Santa Sé

(Paula Neiva – REVISTA VEJA)
Os solavancos da economia mundial estão sendo sentidos com a força de um terremoto nos cofres da Igreja Católica. Após três anos consecutivos em que fechou virtuosamente no azul, o último balanço do Vaticano, referente a 2007, exibe um rombo de 9 milhões de euros. Os gastos somaram 245 milhões de euros, enquanto a receita ficou em 236 milhões. O déficit se refere às contas da Santa Sé, sede da Igreja como instituição religiosa e que engloba congregações, conselhos, comissões e outros órgãos cuja função é auxiliar na atuação do papa como líder espiritual. As contas do estado do Vaticano, a área de menos de meio quilômetro quadrado encravada no coração de Roma que tem status de país independente, são feitas em separado e também não apresentaram resultados animadores. O Vaticano, como estado, mantém aplicações no mercado imobiliário e de capitais. No ano passado, esses investimentos renderam 6,7 milhões de euros, contra 21,8 milhões em 2006.
Segundo o próprio Vaticano, o rombo nas contas da Santa Sé se deve, principalmente, à queda do dólar com relação ao euro. Boa parte do orçamento da instituição vem de doações de fiéis e da Igreja em outros países. Entre as três nações de origem das doações mais polpudas estão os Estados Unidos, que evidentemente doam em dólares. A avalanche de denúncias de pedofilia que atingiu sacerdotes católicos deverá custar às dioceses americanas uma soma calculada em 2 bilhões de dólares em indenizações e despesas judiciais. "As doações da Igreja americana à Santa Sé diminuíram pois foram destinadas, em parte, ao pagamento de tais indenizações", comenta o padre e historiador paulista José Oscar Beozzo.
Os prejuízos dos veículos de comunicação mantidos pela Santa Sé também contribuíram para o vermelho no balanço do Vaticano. O jornal diário L’Osservatore Romano, publicado em italiano e produzido em versões semanais em outros idiomas, e a Rádio Vaticano, que não aceita publicidade, foram responsáveis por um prejuízo de 15 milhões de euros, consumindo boa parte da receita obtida pela editora e pelas produções audiovisuais da instituição. Nas últimas décadas, as finanças do Vaticano oscilaram entre o lucro e o déficit. Ao longo de seu papado, João Paulo II fez um grande esforço para sanear as contas, mas elas agora voltam a degringolar.

Fonte: http://veja.abril.com.br/060808/p_097.shtml

Continua...

10 de março de 2012 10:37

O QUE FAZ A IGREJA CATÓLICA ?




Tg. 2: 18 – “Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.


1)- ÁSIA

1.076 hospitais
3.400 dispensários
330 leprosários
1.685 asilos
3.900 orfanatos
2.960 jardins de infância

2)- África

964 hospitais
5.000 dispensários
260 leprosários
650 asilos
800 orfanatos
2.000 jardins de infância


3)- América

1.900 hospitais
5.400 dispensários
50 leprosários
3.700 asilos
2.500 orfanatos
4.200 jardins de infância

5)- Oceania

170 hospitais
180 dispensários
1 leprosario
360 asilos
60 orfanatos
90 jardins de infância

6)- Europa

1.230 hospitais
2.450 dispensários
4 Leprosários
7.970 asilos
2.370 jardins de infância

Fonte: Cor Unun

Anônimo
15 de março de 2012 23:24

Enquanto ficam a criticar a Igreja católica ela continua a fazer seu trabalho.

É o velho ditado, a banda passa e os cachorros ficam a latir.

Viva a Santa mãe Igreja !!!

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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